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	<title>Arquivo de terapia - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de terapia - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Terapia de casal: o que esperar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 00:53:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares. Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão. Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares.</p>
<p>Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão.</p>
<p>Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo para que possam entender um pouco mais sobre o assunto.</p>
<h3></h3>
<h4><strong>O que é a terapia de casal?</strong></h4>
<p><span id="more-2852"></span></p>
<p>A terapia de casal é uma modalidade de psicoterapia na qual um casal é acolhido por um psicólogo. Ou seja, diferentemente da terapia individual, aqui, os parceiros participam da consulta ao mesmo tempo.</p>
<p>Sua finalidade é permitir que o casal se comunique de maneira assertiva, algo muitas vezes difícil no dia a dia.</p>
<p>Assim, eles podem se abrir e relatar suas queixas para encontrar soluções para o conflito por meio da ajuda do psicólogo, que atua como um mediador.</p>
<p>Convém mencionar que o especialista não atua como um juiz. Jamais! Na realidade, ele apresenta direcionamentos ao casal e os ajuda a entender comportamentos individuais que estejam afetando a relação.</p>
<p>Apesar de não ser individual, essa terapia também contribui para o autoconhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Quando procurar um psicólogo para iniciar a terapia de casal?</strong></h4>
<p>Não é novidade pra ninguém que os conflitos são normais em todos os relacionamentos, não é mesmo?</p>
<p>No entanto, a terapia de casal é recomendada quando os parceiros não conseguem administrar sozinhos os problemas conjugais e percebem que isso interfere na qualidade de vida enquanto seres individuais e casal.</p>
<p>Assim, o ideal é que a ajuda psicológica seja procurada ainda no início do conflito para evitar que os ressentimentos se agravem dentro da relação.</p>
<h4><strong>O que acontece na primeira sessão da terapia de casal?</strong></h4>
<p>Depois que um casal chega à conclusão de que é necessário iniciar a terapia de casal, algumas dúvidas surgem, como “o que acontece na primeira sessão?”.</p>
<p>É muito comum se encher de expectativas e perguntas, afinal, é um passo de grande mudança e relevância para a vida a dois.</p>
<p>Sendo assim, listamos alguns pontos para você e o seu parceiro saberem o que esperar desse primeiro encontro com o psicólogo.</p>
<h4><strong>Apresentações</strong></h4>
<p>No início da primeira sessão, o psicólogo costuma se apresentar para o casal e explicar um pouco sobre sua abordagem terapêutica (Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicanálise, entre outras) e sua filosofia de trabalho.</p>
<p>Do mesmo modo, o casal também se apresenta ao psicólogo, fornecendo algumas informações importantes, como idade, profissão, entre outras.</p>
<h4><strong>História do relacionamento e desafios </strong></h4>
<p>Após a apresentação básica inicial, então o psicólogo procurará entender sobre a história do relacionamento. Para isso, vocês deverão contar um pouco sobre como se conheceram e falar sobre alguns marcos importantes na relação.</p>
<p>Esse momento da terapia é muito importante para que o especialista consiga compreender alguns pontos que desencadearam a dinâmica atual.</p>
<p>Além disso, o psicólogo também poderá questionar sobre os desafios e problemas que vocês têm vivenciado no momento e como isso tem atrapalhado o bem-estar de ambos.</p>
<h4><strong>Objetivos da terapia </strong></h4>
<p>Você e o seu parceiro devem relatar ao psicólogo o que motivou a procura pela terapia. Pode ser que isso não esteja muito claro para algum dos dois. Nesse caso, o especialista os ajudará a refletir para que consigam estabelecer objetivos claros.</p>
<p>É muito importante que a finalidade esteja definida para o direcionamento das próximas sessões e também para que seja possível avaliar os resultados no futuro.</p>
<p>Além disso, é importante alinhar as expectativas, isto é, o que cada um espera conquistar ao final do acompanhamento.</p>
<h4><strong>Expressão das emoções </strong></h4>
<p>O psicólogo criará um ambiente confortável para que os parceiros possam se sentir confortáveis para expressarem suas emoções e preocupações.</p>
<p>Pode ser que haja algum desconforto no início, e isso é normal. Afinal, à medida que vocês forem criando vínculos com o especialista, se sentirão mais à vontade.</p>
<p>No entanto, logo nessa primeira sessão, o psicólogo incentivará a expressão de ambos para que seja possível identificar padrões de pensamento e comportamento que estejam prejudicando o relacionamento.</p>
<p>Atuando como um mediador, o especialista incentivará um diálogo aberto e respeitoso. Caso ele perceba que vocês não têm conseguido se abrir, é muito provável que nas próximas consultas ele ajude-os a desenvolver habilidades de comunicação mais eficazes.</p>
<h4><strong>Psicólogo como mediador </strong></h4>
<p>Como mencionamos, desde a primeira sessão o psicólogo atuará como mediador. Assim, não existe a possibilidade de o especialista ficar do lado de um ou de outro.</p>
<p>Além disso, ele vai agir de forma a tentar controlar e acalmar os ânimos que podem se exaltar e conduzir cada um a refletir sobre suas próprias atitudes no relacionamento.</p>
<h4><strong>Estabelecimento de regras</strong></h4>
<p>Ainda na primeira sessão, o psicólogo definirá algumas regras junto ao casal para garantir a fluidez da terapia. Nesse sentido, o especialista deve definir com vocês alguns pontos, como o respeito à falta do outro, sem interrupções, por exemplo.</p>
<h4><strong>Não busque por soluções na primeira sessão </strong></h4>
<p>É isso mesmo que você leu! Você não deve buscar soluções na primeira sessão, porque não as encontrará.</p>
<p>O acompanhamento psicológico é um processo contínuo, que exige o comprometimento do casal e que leva tempo para solucionar todos os conflitos.</p>
<p>Portanto, entenda que é ao longo das sessões de terapia que você e seu parceiro identificarão de fato todas as questões por trás dos conflitos existentes e encontrarão meios eficazes para resolvê-los, partindo da mudança de comportamento de cada um.</p>
<h4><strong>6 dicas para a terapia de casal ter o efeito desejado </strong></h4>
<p>Os resultados da terapia dependem de diversos fatores, inclusive do comprometimento do casal. Desse modo, confira algumas dicas que podem ser muito úteis para que você e o seu parceiro consigam encontrar na terapia aquilo que desejam!</p>
<p>1 &#8211; Se comprometam: é preciso se comprometer diariamente com o processo. Isso significa não apenas frequentar todas as sessões, mas também seguir as atividades propostas pelo psicólogo no dia a dia.</p>
<p>2- Estejam abertos a mudanças: sempre haverá pontos de mudanças propostos para ambos os indivíduos em seus padrões de pensamento e comportamento. Portanto, estejam dispostos a mudarem e evoluírem.</p>
<p>3- Sejam pacientes: como mencionamos, os resultados não virão imediatamente. Portanto, tenham paciência para visualizarem as melhorias gradativamente e ao longo do acompanhamento.</p>
<p>4- Sejam empáticos: é preciso exercer a empatia durante as sessões de terapia, procurando se colocar no lugar do outro e, sobretudo, ouvi-lo em suas queixas. Ou seja, pratique a escuta ativa.</p>
<p>5- Sejam honestos: é importante que nesse processo de autoconhecimento, ambos sejam honestos consigo mesmo e com o outro. Apenas dessa forma será possível encontrar soluções para os conflitos.</p>
<p>6- Se sentirem vontade, mudem de psicólogo: pode acontecer de vocês não se identificarem com o especialista ou com a abordagem dele. Nesse caso, saiba que não há problema nenhum em trocar de psicólogo e começar do zero.</p>
<p>Seguindo todas essas dicas, será possível aproveitar melhor não apenas a primeira sessão de terapia, mas todas elas e, assim, enxergar resultados positivos e satisfatórios ao longo do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p>Grande abraço a todos!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça os principais tipos de terapia e decida qual é a ideal para você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 23:40:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados. A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados.</p>
<p>A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas, adaptadas para atender às necessidades individuais dos clientes.Além disso, a terapia desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar emocional e no tratamento de questões de saúde mental.</p>
<p>Por meio do apoio de um profissional qualificado, ela oferece um espaço seguro e confidencial para explorar emoções, desafios pessoais e encontrar soluções.</p>
<p>Então, se você quer conhecer os tipos de terapia e descobrir qual é a ideal para você, continue lendo nosso artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que fazer terapia?</strong></h3>
<p><span id="more-2724"></span></p>
<p>Fazer terapia pode ser extremamente estimulante por uma variedade de razões.</p>
<p>Assim, ao trabalhar com psicólogos qualificados, você terá apoio para enfrentar desafios, superar traumas e encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com o estresse e as dificuldades da vida.</p>
<p>A terapia também promove o crescimento pessoal, fortalece a autoestima e auxilia na construção de relacionamentos mais saudáveis ​​e gratificantes.</p>
<p>Portanto, é um investimento na sua saúde mental e emocional.</p>
<p>Mas não é só isso! Existem outros motivos para a busca do acompanhamento profissional:</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> <strong>Saúde mental:</strong> a terapia é uma ferramenta eficaz para tratar e gerenciar condições de saúde mental, como ansiedade, depressão, estresse e traumas. Assim, ela oferece um espaço seguro para explorar essas questões, compreender suas causas e desenvolver estratégias de enfrentamento.</p>
<p><strong>2 &#8211; Autocuidado:</strong> fazer terapia é um ato de autocuidado. É uma oportunidade para dedicar tempo e atenção às suas necessidades emocionais, garantindo um equilíbrio saudável em sua vida.</p>
<p><strong>3 &#8211; Autoconhecimento:</strong> a psicoterapia ajuda no processo de autoconhecimento, permitindo que você entenda melhor seus pensamentos, emoções, padrões de comportamento e crenças. Isso proporciona uma base sólida para o crescimento pessoal e a tomada de decisões mais conscientes.</p>
<p><strong>4 &#8211; Resolução de problemas:</strong> a prática também fornece suporte e orientação para lidar com problemas e desafios em diferentes áreas da vida, como relacionamentos, trabalho e família. Portanto, ela oferece estratégias e habilidades para resolver problemas de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong>5 &#8211; Melhoria dos relacionamentos:</strong> ela pode ajudar a melhorar os relacionamentos interpessoais, fornecendo dicas sobre dinâmicas familiares e padrões de comunicação.</p>
<p><strong>6 &#8211; Trauma e superação:</strong> a terapia é eficaz no tratamento de traumas passados, permitindo que você processe e supere experiências dolorosas. O psicólogo pode ajudá-lo a encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com as consequências do trauma e desenvolver resiliência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quais são os principais tipos de terapia?</strong></h3>
<p>Existem diferentes tipos de terapia, cada uma com um campo de estudo e buscando fornecer apoio em assuntos e temas diversos.</p>
<p>Vamos explicar e falar um pouco sobre os principais tipos para você saber qual é a melhor para você. Confira!</p>
<p><strong>1- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong></p>
<p>A TCC é uma abordagem terapêutica que se concentra na relação entre pensamentos, emoções e comportamentos.</p>
<p>Ela faz parte da linha de pensamento de que nossos padrões de pensamento podem influenciar nossa maneira de sentir e agir.</p>
<p>Assim, durante a terapia, o terapeuta ajuda o paciente a identificar pensamentos negativos e padrões de comportamento prejudiciais.</p>
<p>Em seguida, trabalha-se na substituição desses padrões por pensamentos e comportamentos mais saudáveis.</p>
<p>A TCC é geralmente um tratamento de curta duração, com foco em objetivos específicos a serem alcançados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Terapia Psicodinâmica</strong></p>
<p>A terapia Psicodinâmica é baseada nas teorias de Freud e explora os processos inconscientes e as experiências passadas do indivíduo.</p>
<p>Portanto, o terapeuta ajuda o paciente a analisar como eventos do passado influenciam seus pensamentos, sentimentos e comportamentos atuais.</p>
<p>Então, o objetivo é aumentar a compreensão de si mesmo, identificar padrões de comportamento repetitivos e promover mudanças duradouras.</p>
<p>A terapia Psicodinâmica geralmente ocorre em sessões semanais de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Terapia Humanista</strong></p>
<p>A terapia humanista enfatiza a importância do crescimento pessoal, da autoaceitação e da confiança.</p>
<p>Assim, nesse tipo de terapia, o terapeuta cria um ambiente de apoio, empático e não julgador para ajudar o paciente a explorar seus sentimentos e experiências.</p>
<p>A terapia humanista valoriza a relação terapêutica, na qual o terapeuta mostra genuíno interesse e respeito pelo paciente.</p>
<p>Portanto, o objetivo é capacitar o indivíduo a buscar seu potencial máximo, encontrar significado em sua vida e promover o autodesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Terapia Familiar</strong></p>
<p>A terapia familiar se concentra nas dinâmicas e no conforto entre os membros de uma família.</p>
<p>O terapeuta trabalha com a família como um todo, em vez de focar apenas em um indivíduo.</p>
<p>Então, o objetivo é melhorar a comunicação, resolver conflitos e fortalecer os relacionamentos familiares.</p>
<p>Durante as sessões, são discutidos problemas específicos, como questões conjugais, problemas de comunicação, dificuldades na educação dos filhos ou situações de mudança.</p>
<p>Entre os tipos de terapia, a terapia familiar é a que mais visa promover a compreensão mútua, o apoio emocional e criar um ambiente saudável para todos os membros da família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Terapia de Grupo</strong></p>
<p>Uma terapia de grupo envolve a participação de várias pessoas que enfrentam desafios ou problemas semelhantes.</p>
<p>O terapeuta facilita as sessões, proporcionando um ambiente seguro e confidencial para que os membros do grupo compartilhem suas experiências.</p>
<p>A terapia de grupo pode ser uma fonte de suporte emocional, validação e feedback dos outros participantes.</p>
<p>Os membros do grupo podem aprender com as experiências uns dos outros, obter diferentes perspectivas e desenvolver habilidades de relacionamento.</p>
<p>Convém destacar que a terapia de Grupo é especialmente útil para problemas como ansiedade social, dependência química, transtornos alimentares, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como escolher a terapia ideal para você?</strong></h3>
<p>Escolher entre os tipos de terapia qual é a ideal para você é uma decisão pessoal e dependerá das suas necessidades, influências e circunstâncias individuais.</p>
<p>No entanto, aqui estão algumas considerações para ajudá-lo a escolher a terapia adequada:</p>
<p><strong>1 &#8211; Identifique suas necessidades:</strong> reflita sobre quais são as principais questões ou desafios que você está enfrentando. Por exemplo, você está lidando com ansiedade, depressão, conflitos familiares ou problemas de relacionamento? Identificar suas necessidades ajuda a direcionar a escolha da terapia mais apropriada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Analise a relação terapêutica:</strong> a relação entre terapeuta e cliente é fundamental para o sucesso da terapia. Procure um terapeuta com o qual você se sinta confortável e em quem confie.</p>
<p><strong>3 &#8211; Pesquise as abordagens terapêuticas:</strong> leia sobre suas características, métodos e resultados típicos. Considere como cada abordagem pode se adequar às suas necessidades e objetivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se estiver em dúvida ou sentir dificuldade em escolher a terapia adequada, é recomendável procurar a ajuda de um profissional de saúde mental.</p>
<p>O psicólogo vai avaliar sua situação e recomendar a abordagem terapêutica com base nas suas necessidades individuais.</p>
<p>Lembre-se de que a terapia é uma jornada pessoal e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.</p>
<p>Portanto, é importante encontrar uma terapia que combine com você e que atenda às suas necessidades específicas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Os arrependimentos mais comuns e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 16:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As pessoas frequentemente dizem “vivam sem arrependimentos!”, mas é realmente possível seguir esse conselho à risca? Esse sentimento complexo possui a capacidade de estimular reflexões interessantes para nossas vidas, nos ajudando a crescer como pessoas. Entretanto, o arrependimento também está envolto em muitas emoções negativas que podem nos levar para o caminho contrário. Quando não conseguimos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas frequentemente dizem “vivam sem arrependimentos!”, mas é realmente possível seguir esse conselho à risca? Esse sentimento complexo possui a capacidade de estimular reflexões interessantes para nossas vidas, nos ajudando a crescer como pessoas.</p>
<p>Entretanto, o arrependimento também está envolto em muitas emoções negativas que podem nos levar para o caminho contrário. Quando não conseguimos lidar com nossos arrependimentos, ficamos estagnados. Algumas pessoas até se punem por tempo indeterminado por terem tido atitudes que hoje consideram ruins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos arrependemos?</strong><span id="more-2670"></span></h4>
<p><strong> </strong>O arrependimento surge após fazermos algo que não aprovamos (ainda que tenha parecido o certo no momento) ou deixamos de tomar uma atitude quando queríamos muito. Ele pode surgir logo após o ocorrido ou depois de percebermos as consequências de nossas ações, principalmente quando afetam outras pessoas de modo negativo.</p>
<p>Esse sentimento também pode incomodar quando percebemos que poderíamos ter nos beneficiado de uma atitude que não tomamos. Ou seja, acabamos contribuindo para a situação ruim em que nos encontramos, ou nos impedimos de alcançar a tão desejada felicidade.</p>
<p>O arrependimento está quase sempre acompanhado pela culpa. “Por que eu fiz isso?” ou “por que eu não fiz isso?” são reflexões comuns quando a consciência está pesada. Como a culpa também é um sentimento intenso, a tendência é ficar preso em uma espiral de arrependimento, culpa, raiva e tristeza até que a situação seja resolvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>5 arrependimentos comuns:</strong></h4>
<p><strong> </strong>A autora australiana Bronnie Ware escreveu o livro “Os 5 principais arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer” com base em suas experiências como cuidadora paliativa. Embora este artigo não seja especificamente sobre arrependimentos que as pessoas têm no leito de morte, as descobertas da autora podem incentivar reflexões.</p>
<p>Estudos mostram que a tomada de decisão produz mais arrependimento a curto e médio prazo. Por exemplo, você pode se arrepender de ter dito algo que não foi bem recebido pelo outro ou ter dito ‘sim’ para uma atividade da qual, na verdade, você não queria participar. Os arrependimentos mais profundos são aqueles que nascem do que deixamos de fazer. São esses que costumam causar sentimentos negativos no fim da vida, além de sofrimento a longo prazo. Por exemplo, você pode passar anos se repreendendo por não ter feito uma escolha que queria muito quando jovem.</p>
<p>Segundo Bronnie Ware, os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas são:</p>
<ul>
<li>Não ser autêntico: o principal arrependimento é não viver de acordo com a sua essência e verdade, deixando com que outras pessoas ou fatores ditem a sua vida.</li>
<li>Trabalhar excessivamente: o excesso de trabalho, que rouba a atenção de outros fatores importantes, como família e bem-estar, é o segundo mais comum.</li>
<li>Não expressar sentimentos: não viver os seus sentimentos, reprimindo vontades e optando pelo silêncio, é outra postura da qual as pessoas se arrependem.</li>
<li>Não manter contato com pessoas queridas: a conexão com familiares, amigos e cônjuge é fonte de grande felicidade. Afinal, são poucas as coisas na vida que causam impacto duradouro como os nossos relacionamentos interpessoais.</li>
<li>Não se permitir ser feliz: priorizar a felicidade alheia, punir-se sem necessidade e reprimir os seus desejos não traz nenhuma alegria, mesmo que, na hora, essas decisões pareçam ser as certas.</li>
</ul>
<p>Outros arrependimentos comuns, mas de caráter mais corriqueiro, são:</p>
<ul>
<li>Perder oportunidades profissionais: não arriscar e deixar outra pessoa levar aquela oportunidade de ouro, ou não mudar de carreira ou de local de trabalho no momento desejado.</li>
<li>Perder oportunidades de relacionamento: não arriscar no amor, deixando de iniciar relacionamentos com pessoas amadas ou optando por sabotá-los por medo.</li>
<li>Tomar decisões precipitadas: não refletir antes de tomar uma decisão, principalmente quando impacta diversas áreas da sua vida, como mudança de cidade ou término de relacionamento.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como lidar com arrependimentos?</strong></h4>
<p>Os arrependimentos apresentam um dilema para nós, por isso, costuma ser tão complicado lidar com eles. Todos nós construímos uma imagem de nós mesmos, seja positiva ou negativa. O mais comum é acreditar que, apesar de todos os defeitos, somos boas pessoas.</p>
<p>Quando algo ou alguém ameaça destruir essa autoimagem construída ao longo de anos, entramos na defensiva. Começamos a questionar a nossa índole e competência, ou negamos a possibilidade de ter cometido algo que julgamos ser ruim, o que nos iguala com pessoas cujos comportamentos desaprovamos. Por que não fomos pessoas melhores, quando sabemos o que é certo ou errado?</p>
<p>As nossas crenças entram em conflito com o erro cometido, gerando dúvidas e medos que antes não tínhamos. Em meio a esse turbilhão de emoções e pensamentos de caráter negativo, fica difícil encontrar maneiras de gerenciar o arrependimento de modo saudável. De fato, você pode se afundar mais nesse sentimento em vez de encontrar uma saída.</p>
<p>Com o objetivo de ajuda-los a lidar com os seus arrependimentos, separamos algumas dicas. Confiram abaixo:</p>
<h5></h5>
<h5><strong>1- Reavalie os seus medos</strong></h5>
<p>Quais preocupações vêm à sua mente quando você decide não fazer algo? É o medo do julgamento, de decepcionar alguém, de passar vergonha ou de não ter os recursos necessários para garantir a sua sobrevivência?</p>
<p>Embora alguns de nossos medos sejam compreensíveis, grande parte deles não costuma ter pé na realidade. Isso porque são temores do que pode acontecer no futuro e, geralmente, não possuem como base o que está acontecendo no presente. Logo, a possibilidade de nossos piores medos se concretizarem é quase nula.</p>
<p>Esses medos pesam no momento de tomar uma decisão. Escolhemos reprimir uma vontade ou temos uma atitude contrária aos nossos valores pelo medo das possíveis consequências. Mas, será que eles fazem sentido? Reavalie os medos que você carrega dentro de si mesmo e se pergunte se eles, de fato, fazem sentido ou são alimentados pela ansiedade ou crenças limitantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>2- Aceite a sua imperfeição</strong></h5>
<p>Aceite que você, assim como todos nós, estamos suscetíveis a cometer erros. Às vezes, esses erros terão um grande impacto na vida de outras pessoas e o sofrimento delas te deixará triste ou envergonhado. Em vez de se lamentar eternamente por isso, procure tomar uma atitude para consertar a situação.</p>
<p>Essa é uma maneira positiva de lidar com o arrependimento, mas, para chegar nela, você precisa se aceitar e aceitar suas atitudes. Tenha compaixão por si mesmo para conseguir abraçar os seus defeitos e equívocos. Caso contrário, você terá dificuldade de se desapegar do arrependimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>3- Aprenda com as suas vivências</strong></h5>
<p>A decisão que você tomou ou não ficou no passado. Modificar essa realidade é impossível, não é mesmo? Sendo assim, opte por avaliar a situação como um todo, destacando o que você fez e o que poderia ter feito, mas não com o objetivo de se culpar. Faça isso com intenção de aprender com essa vivência para, no futuro, não tomar a mesma decisão que te causou sofrimento.</p>
<p>Uma escolha errada, independentemente da situação, foi o melhor que você pode fazer naquele momento. Então, tente vê-las como ‘boas o suficiente’ e procure trabalhar as suas competências socioemocionais para fazer escolhas melhores no futuro. Não é uma garantia que você sempre fará a escolha certa, mas, ao menos, você estará tentando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>4- Faça terapia</strong></h5>
<p>O peso do arrependimento pode ser grande demais para você carregar sozinho. Além disso, pode desencadear emoções e pensamentos desagradáveis e difíceis de lidar. Para recobrar o seu bem-estar emocional e entender a fonte do seu arrependimento, bem como o que te impede de superá-lo, você pode procurar um psicólogo.</p>
<p>A terapia é um espaço seguro onde as pessoas podem compartilhar as suas angústias, desejos e aflições. Se você acredita que ninguém é capaz de entender como você se sente, saiba que o psicólogo é um profissional capacitado para não apenas compreender o funcionamento da psique humana, como também para ter empatia com realidades bem diferentes da dele. Não tenha medo ou vergonha de conversar com o psicólogo sobre os seus arrependimentos. Falar sobre eles em voz alta pode ser o que falta para você conseguir aceita-los digeri-los da maneira correta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>5- Questione-se</strong></h5>
<p>Um exercício simples que você pode fazer antes de tomar uma decisão (lembrando que a inação também é uma escolha) é se perguntar “eu vou me arrepender disso?”. Faça uma breve reflexão sobre isso e, se você chegar a uma resposta positiva após avaliar todos os fatores entrelaçados na situação, escolha agir. Dessa forma, você reduz a possibilidade de ter arrependimentos de longo prazo. E, se no fim das contas você acabar se arrependendo da sua decisão, já saberá como lidar com esse sentimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Hábitos para adotar a cada novo ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 14:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?</p>
<p>Segundo psicólogos, mudar um hábito não significa apenas mudar a maneira como você faz as coisas no cotidiano, mas também suas crenças e aspectos da sua personalidade. Em outras palavras, é uma forma de desenvolvimento pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que devemos repensar os nossos hábitos?</strong></h3>
<p>Os hábitos nascem da repetição e do costume. Quanto mais fazemos alguma coisa, mais fácil fica reproduzi-la, seja uma atitude, um pensamento ou até um modo de falar.</p>
<p>Enquanto alguns hábitos são bons e nos ajudam a ter um melhor desempenho no dia a dia, como praticar exercícios físicos regularmente, seguir uma rotina do sono ou limpar os cômodos da casa de uma maneira que faz sentido para você, outros possuem o efeito oposto.</p>
<p>Muitas vezes, não percebemos que determinado hábito está nos causando mal, como, por exemplo, reclamar constantemente, usar o celular antes de dormir ou procrastinar até o último minuto. Isso acontece justamente por conta do costume. Temos dificuldade para identificar exatamente o que está causando a desorganização e o mal-estar emocional.</p>
<p>E, quando identificamos, é comum haver uma resistência à mudança do hábito nocivo. Afinal, é mais fácil fazer as coisas sempre do mesmo jeito. Acostumado com o passo a passo, o cérebro não precisa pensar para ‘mudar a rota’.</p>
<p>Sendo assim, é importante refletir sobre os nossos hábitos para que hábitos prejudiciais que passaram despercebidos sejam, enfim, identificados e eventualmente modificados. Alguns hábitos são passados de geração em geração enquanto outros são adotados pela convivência com pessoas fora do seio familiar, como amigos e colegas de trabalho. Nesses casos, a mudança é um pouco mais difícil.</p>
<p>Mas todos nós podemos fazer o esforço necessário para mudar as nossas condutas e desenvolver hábitos melhores, ainda que leve tempo para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como os hábitos são consolidados?</strong></h3>
<p>Como dito, os hábitos são formados a partir da repetição no dia-a-dia, por isso, é preciso ter disciplina para consolidar um novo hábito.</p>
<p>O primeiro passo é ter um objetivo, algo que te faça querer perseguir a ideia da mudança e persistir até alcançá-lo. A partir dele, você consegue definir pequenas metas para ajudá-lo a chegar mais perto da sua realização.</p>
<p>O segundo é a rotina. Após definir as suas metas, é hora de entrar em ação! Por exemplo, se você quer adquirir o hábito de leitura, você pode ler entre cinco e 10 páginas no seu intervalo de almoço ou ler durante 20 minutos todos os dias. Essa rotina eventualmente vai formar o hábito da leitura. Não tem problema se você se esquecer de ler por um ou dois dias. O importante é retomar a leitura para não quebrar o ritmo.</p>
<p>Já o terceiro passo é a recompensa, a qual consiste na consolidação do hábito e dos benefícios que vem com ele. No caso do exemplo anterior, a leitura diária que, com o tempo, resulta em um maior número de livros lidos.</p>
<p>Essa mesma fórmula pode ser aplicada para qualquer tipo de hábito que você deseja formar. É preciso ter em mente, contudo, que esse processo não acontece em uma semana. Estima-se que demore cerca de três semanas para que um hábito seja consolidado, mas esse período pode variar de acordo com a personalidade e os objetivos do indivíduo. Algumas pessoas possuem maior resistência à mudança por serem muito apegadas à rotina, então elas tendem a demorar mais para consolidar um novo hábito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Hábitos para adotar a cada ano novo:</strong></h3>
<p>O começo de um novo ano geralmente é um período que desperta a vontade de mudar em grande parte das pessoas. A ideia de renovação envolta na data inspira a reflexão sobre o próprio comportamento, bem como a realização de um saldo de como foi o ano que se passou. O que eu aproveitei? O que posso mudar? O que posso deixar como está?</p>
<p>Sendo assim, é uma época interessante para planejar uma mudança de hábitos. Como muitas pessoas estão com uma disposição semelhante, é mais fácil encontrar alguém para passar por esse processo com você. Deste modo, um incentiva o outro a continuar!</p>
<p>Neste contexto, separamos, a seguir, alguns hábitos cuja adoção é interessante para ter mais qualidade de vida e saúde. Não desanime se você não conseguir consolidá-los logo no começo do próximo ano. A intenção é continuar tentando até que grande parte dos seus hábitos seja de qualidade e traga apenas benefícios para a sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Organização pessoal:</strong></p>
<p>Se você não é uma pessoa organizada ou gostaria de melhorar a sua organização pessoal, por que não trabalhar nisso no próximo ano? A organização pessoal é essencial para conseguirmos funcionar bem no dia a dia. Repense em como você se organizou ao longo do ano para encontrar pontos que podem ser melhorados.</p>
<p>Entre os benefícios que a organização pessoal traz estão:</p>
<ol>
<li>Executar cada função em um determinado período, sem correria e sem estresse;</li>
<li>Não atrasar compromissos;</li>
<li>Encontrar tempo para o autocuidado, como fazer terapia ou praticar exercícios físicos;</li>
<li>Entregar trabalhos acadêmicos e demandas profissionais no tempo certo;</li>
<li>Encontrar tempo para pessoas queridas;</li>
<li>Encontrar tempo para praticar hobbies; e</li>
<li>Trabalhar com produtividade máxima.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Autocuidado:</strong></p>
<p>O autocuidado é a prática de cuidar de si mesmo, colocando-se como prioridade na sua vida. Muitas pessoas colocam as necessidades dos outros acima das suas próprias, deixando de cuidar de sua saúde mental e física. Essa é a receita certa para o desgaste emocional e físico.</p>
<p>A cada novo ano, se pergunte se você tem cuidado de você da forma como deveria. Sem perceber, você pode ter pego os problemas de outras pessoas para resolver. Mesmo que a sua intenção seja a melhor possível (de ajudar alguém querido), é preciso traçar um limite entre o que é seu e o que é do outro.</p>
<p>O autocuidado engloba várias esferas das nossas vidas e, embora não seja possível estar 100% bem em todas elas, podemos trabalhar para encontrar um equilíbrio favorável para o nosso bem-estar emocional. Entre os pilares do autocuidado estão: vida profissional, vida social, vida acadêmica, saúde mental, saúde física, espiritualidade, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Exercícios físicos:</strong></p>
<p>Adotar o hábito de praticar exercícios físicos é sempre uma boa ideia. Por que não começar o ano exercitando-se na academia ou praticando uma atividade física? Além de cuidar da saúde física, os exercícios físicos liberam hormônios que estimulam o bem-estar emocional e dão mais vitalidade para encarar os desafios do dia a dia, como a endorfina e serotonina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Hobby:</strong></p>
<p>Ter um hobby ou passatempo pode não parecer tão importante neste mundo em que a produtividade é supervalorizada. Entretanto, precisamos ter um tempo só para nós, sem envolver ganhos ou perdas ou pressão de terceiros para conquistar alguma coisa. Se existe competição neste caso, é apenas com você mesmo à medida que as suas próprias habilidades se aperfeiçoam com o tempo.</p>
<p>Escolha uma atividade para fazer de hobby e se dedique a ela periodicamente, como, por exemplo, cozinhar, fazer trabalhos manuais, pintar, pedalar, montar quebra-cabeças, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Vida social:</strong></p>
<p>O tempo, ou a falta de tempo, naturalmente afasta as pessoas. Amigos começam a se envolver com os seus próprios compromissos, como trabalho, vida social, casamento, filhos, entre outros. Deste modo, é normal haver um afastamento.</p>
<p>Esse caminho natural da vida pode gerar muito sofrimento e solidão. Afinal, os laços de amizade construídos com o tempo são valiosos e fazem falta. Quando uma amizade ‘enfraquece’, é normal ficar com a sensação de que algo foi perdido e se perguntar o porquê de isso ter acontecido.</p>
<p>Então, procure marcar mais encontros com seus amigos no próximo ano ou, pelo menos, os chame para conversar em aplicativos de conversa. Fique perto de pessoas que importam e lhe querem bem!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Terapia:</strong></p>
<p>Você pode procurar a terapia nos seguintes casos: suspeita de alguma condição de saúde mental, como depressão ou ansiedade; tratar dores emocionais, como conflitos pessoais e traumas; ou para buscar autoconhecimento.</p>
<p>A terapia como ferramenta para o crescimento pessoal ajuda pacientes a traçar um plano de carreira satisfatório, ter relacionamentos amorosos mais saudáveis e elevar a autoestima. Além disso, o acompanhamento psicoterapeutico promove o desenvolvimento da inteligência emocional, essencial para transitar pela vida com mais leveza e menos estresse.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>Grande abraço, um próspero 2023, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura! </strong></p>
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		<title>Constelação Familiar (Parte I)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 18:09:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[mediação]]></category>
		<category><![CDATA[sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[Questões mal resolvidas e mágoas acumuladas entre parentes, mesmo envolvendo aqueles que já partiram há tempos, podem gerar dor, sofrimento e ruídos nos relacionamentos que atravessam gerações. Para romper esse ciclo penoso, muitos defendem que a técnica da Constelação Familiar Sistêmica pode ser um recurso benéfico, rápido e eficiente.  Entenda melhor como esse método funciona&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Questões mal resolvidas e mágoas acumuladas entre parentes, mesmo envolvendo aqueles que já partiram há tempos, podem gerar dor, sofrimento e ruídos nos relacionamentos que atravessam gerações. Para romper esse ciclo penoso, muitos defendem que a técnica da Constelação Familiar Sistêmica pode ser um recurso benéfico, rápido e eficiente. </span></p>
<p><span>Entenda melhor como esse método funciona e como ele atua para melhorar a comunicação entre pessoas que se amam, mas às vezes não conseguem se entender.</span></p>
<p>Aproveito para deixar também o link de um artigo sobre esse tema (Parte I):</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="AYuLDSEucn"><p><a href="https://bemvivermais.com/constelacao_familiar_parte1/">Constelação Familiar (Parte 1)</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Constelação Familiar (Parte 1)&#8221; &#8212; Bem Viver Mais" src="https://bemvivermais.com/constelacao_familiar_parte1/embed/#?secret=WsMhicmlrj#?secret=AYuLDSEucn" data-secret="AYuLDSEucn" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span id="more-2430"></span></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-2430-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/03/Constelação-Familiar-Parte-I.m4a?_=1" /><a href="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/03/Constelação-Familiar-Parte-I.m4a">https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/03/Constelação-Familiar-Parte-I.m4a</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Feedback:</strong> contato@bemvivermais.com</p>
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		<title>Terapia de casal: o que é e quando fazer!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 02:21:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nossos Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[Terapia de casal nem sempre leva à reconciliação; ela visa, primeiro, o bem-estar dos membros da relação Nenhuma relação está isenta de conflitos, desavenças ou impasses. Essas questões também se aplicam às relações afetivas &#8211; e, quando não trabalhadas, elas tornam o convívio nocivo e insatisfatório. A terapia de casal surge, então, como uma ferramenta de compreensão&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Terapia de casal nem sempre leva à reconciliação; ela visa, primeiro, o bem-estar dos membros da relação</p>
<p>Nenhuma relação está isenta de conflitos, desavenças ou impasses. Essas questões também se aplicam às relações afetivas &#8211; e, quando não trabalhadas, elas tornam o convívio nocivo e insatisfatório. A terapia de casal surge, então, como uma ferramenta de compreensão de atritos.</p>
<p>Apesar do consenso geral ser de que indivíduos que procuram por terapia de casal tenham alguma intenção de permanecerem juntos, diferentes casais possuem diferentes necessidades e adversidades &#8211; e o resultado de uma terapia pode oferecer caminhos que não seja a união tradicional.</p>
<p>Para melhor compreensão desses processos, esclarecemos algumas dúvidas sobre o funcionamento desse tipo de terapia:<span id="more-2211"></span></p>
<h2><strong>Como funciona a terapia de casal</strong></h2>
<p>De maneira simplificada, a terapia de casal analisa e discute o modo como a relação impacta cada uma das partes envolvidas. Esse processo volta-se às diversas questões de origem amorosas, íntimas, conjugais ou sexuais que possam estar provocando ruídos na relação.</p>
<p>Durante os atendimentos, o casal costuma ir junto, principalmente na primeira sessão, para expor o impasse que esteja afetando o relacionamento e as expectativas com relação a terapia de casal em si. No atendimento são trabalhadas as metas do casal e seus objetivos.</p>
<p>Também é definido o método utilizado, sendo decidido se o casal será atendido junta ou separadamente e se cada um necessita de um terapeuta individual de forma paralela. A partir desse ponto, cada terapeuta pode desenvolver seu próprio modo de proceder com o atendimento, mas sempre com o objetivo de trabalhar a relação.</p>
<p>Independente da linha seguida na terapia, o aspecto a ser considerado ainda é o modo como as pessoas dentro de uma determinada relação são afetadas e como elas afetam todo o sistema da relação, visando primeiramente o bem-estar de ambos. Os benefícios disso são inúmeros, mas os de maior destaque são:</p>
<ul>
<li>Clareza das motivações para o relacionamento</li>
<li>Maior Intimidade</li>
<li>Alinhamento de valores e princípios</li>
<li>Superação de bloqueios, desavenças antigas e mágoas acumuladas</li>
</ul>
<h2><strong>Terapia de casal é sinônimo de reconciliação?</strong></h2>
<p>Diferente da expectativa de algumas pessoas, o intuito da terapia de casal não é o de &#8220;salvar casamentos&#8221;. A terapia de casal serve de auxílio no processo de autoanálise dentro de um relacionamento, de questionamento, e também para que se decida se devem permanecer na relação ou mesmo trilharem uma separação ou divórcio.</p>
<p>A terapia de casal pode até funcionar como uma terapia da separação, se esse for o caso. Ou seja, ajuda os casais a se separarem bem, a lidarem com o término, ou mesmo a entenderem a questão emocional dos filhos nesse processo. Além disso, ajuda a tornar mais calma a transição da vida matrimonial, com mais consciência e responsabilidade afetiva.</p>
<h2><strong>Perguntas na terapia de casal:</strong></h2>
<p>Algumas das perguntas mais frequentes que costumam surgir durante as sessões são:</p>
<ul>
<li>Qual método de atendimento será melhor para o casal?</li>
<li>Como o casal se conheceu e o que os levou a ficarem juntos?</li>
<li>Como foi o início da relação?</li>
<li>Como foram tomadas as decisões dentro do relacionamento até então?</li>
<li>Qual o motivo principal, de conflito que levou o casal a procurar pela terapia de casal?</li>
</ul>
<h2><strong>Quem deve procurar terapia de casal</strong></h2>
<p>A terapia de casal é indicada, a casais que queiram trabalhar crises pontuais, cuja origem pode variar. Alguns exemplos seriam problemas financeiros, infidelidade, desavenças com relação à educação dos filhos, limites com a família, entre outros.</p>
<p>Também é indicada para casais que queiram desenvolver efetivamente a sua comunicação e satisfação dentro do relacionamento. Nem sempre o casal terá um objetivo claro ou uma crise específica. Às vezes há um sentimento pouco específico de que as coisas poderiam estar melhores ou de que não estão tão bem.</p>
<p>Casais que estejam &#8220;bem&#8221; em vários aspectos de sua relação, mas que sentem ou têm alguma disfunção de cunho sexual, também podem buscar por esse modelo de atendimento. Isso porque, aliada à terapia sexual, a terapia de casal também explora o âmbito da insatisfação sexual.</p>
<p>Além desses grupos, pessoas que estejam iniciando uma nova fase na relação podem procurar a terapia para alinhar e entender as expectativas voltadas ao início da relação, o papel que as partes esperam e desejam que a outra cumpra e como serão divididas as tarefas de casa. A terapia tem o potencial de agir ainda como uma forma de profilaxia, uma prevenção, antes que surjam determinados problemas que costumam afetar relações.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Constelação Familiar (Parte 1)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2018 07:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[coaching sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse artigo serão explicadas as finalidades, as origens e justificativas de uma Constelação Familiar. Já na Parte 2, que será publicada apenas no dia 31/05, explanaremos com maior nível de detalhes e exemplos a forma de constelar em grupo e sua aplicação passo a passo, para, finalmente na Pate 3 (último artigo), expormos a solução&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesse artigo serão explicadas as finalidades, as origens e justificativas de uma Constelação Familiar. Já na Parte 2, que será publicada apenas no dia 31/05, explanaremos com maior nível de detalhes e exemplos a forma de constelar em grupo e sua aplicação passo a passo, para, finalmente na Pate 3 (último artigo), expormos a solução de um caso, a partir da 4ª etapa da Constelação feita em Grupo (somente em 30/06).</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que o presente material, acerca de um tema tão explorado na atualidade, informe nossos leitores apropriadamente. <strong>Boa leitura!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao vir ao mundo no seio de uma família, não herdamos somente um patrimônio genético, mas também<span id="more-976"></span> sistemas de crença e esquemas de comportamento. Nossa família é um campo de energia no interior do qual nós evoluímos. Cada um, desde seu nascimento, ocupa um lugar único.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós somos mantidos em nosso campo familiar pessoal e individual num nível determinado, que entrava ou faz crescer a nossa disposição para ser feliz, escolher livremente, ter êxito naquilo que empreendemos, para fazer durar os relacionamentos agradáveis, a saúde, o bem-estar e também as doenças. Acontece que experimentamos o  sentimento de termos sido mantidos nos esquemas problemáticos desde tempos imemoriais.</p>
<p style="text-align: justify;">As constelações familiares nos dão a oportunidade de compreender os esquemas em seu nível mais profundo. <b>Elas permitem que nos libertemos, ao mesmo tempo que encontramos a paz e a felicidade.</b></p>
<p style="text-align: justify;">A natureza do nosso campo de energia familiar é determinada pela história da nossa família, principalmente sua religião e suas crenças. Nosso país de origem, a religião em meio à qual nascemos, também desempenham um papel. Essa natureza é moldada por acontecimentos marcantes, como a história dos relacionamentos  dos  pais e dos avós, morte de uma criança muito nova, aborto, parto prematuro, adoção, suicídio, guerra, exílio forçado, troca de religião, incesto, antepassado agressor ou vítima, traição, ou  mesmo a confiança.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>As ações generosas e altruístas</b> de nossos pais e de nossos antepassados são saudáveis para nós, enquanto suas más ações modificam o campo energético familiar, obrigando as gerações posteriores a pagar o preço.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2038 " src="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fotos-antigas.jpg" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" srcset="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fotos-antigas.jpg 663w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fotos-antigas-300x238.jpg 300w" alt="" width="472" height="374" /></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Entre as más ações estão:</b> adquirir bens de forma duvidosa, trapacear ou roubar, pertencer a  uma corporação cuja função envolve matar (como o exército, por exemplo), as diferentes formas de violência, a internação psiquiátrica ou a prisão de membros da família, os acidentes que terminam em morte, renegar sua religião ou seu país.</p>
<p style="text-align: justify;">O comportamento dos nossos antepassados em relação às mulheres ou aos homens afeta  nossa aptidão  para  criar bons relacionamentos. A ausência de respeito e da gratidão a que nossos antepassados têm direito também altera o campo de energia. O provérbio bíblico “até a terceira e quarta geração” confirma-se nas constelações familiares. Pode até ser que a influência decorra daí.</p>
<p style="text-align: justify;">Imersos  no  campo  energético  familiar,  ignoramos  sua  influência  que  permanece  fora  da  nossa consciência. Estamos presos a comportamentos e atitudes que nos derrotam e incitem a cometer atos que não compreendemos e dos quais acabamos por nos arrepender.</p>
<p style="text-align: justify;">As constelações familiares nos ensinam que a nossa família é a nossa sina. Entretanto, não estamos irremediavelmente  presos  a  essa  sina  e  podemos  alcançar  a  cura.  Ao  compreender  os  mecanismos desse  processo,  ficamos  na  posse  do  poder  de  controlar o  nosso  comportamento  a  fim  de  evitar sofrimento para as gerações futuras.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>O método de trabalho nas Constelações Familiares</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Na  maioria  das  vezes,  as  constelações  familiares  são  conduzidas  no  seio  de  um  grupo  de  trabalho, mas certos profissionais as praticam em sessões individuais, sejam elas somente de terapia ou de Coaching Estrutural Sistêmico, com o auxílio de âncoras espaciais ou bonecos. De um modo ou de outro, elas seguem um determinado número de etapas (veja no fim do artigo).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Constelações Familiares e sessões ind</b><b>ividuais</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Durante  as  sessões  individuais, o  terapeuta ou coach tem a possibilidade de assumir o papel de todos os representantes ou de confiar essa tarefa ao cliente. Há também a utilização de pedaços de papel (âncoras espaciais) nos quais se escreve o nome de um membro da família, depois dobra-se uma extremidade em ponta para figurar a orientação do olhar do representante. Pede-se ao cliente que imagine que se trata de pessoas reais e não pedaços de papel. O cliente forma a constelação normalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele permanece em  seguida ao lado  de  cada  pedaço  de  papel  e  faz  somente  o  trabalho  dos  representantes.  Se  ele quiser  compartilhar  sua  experiência,  ele  deixa  o  espaço  da  constelação  e  senta-se  afastado  dela. Ali, integra-se o que acabou de se passar. Esse método é muito eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns profissionais consideram que não pode-se montar a constelação individual em todos os casos ou com qualquer pessoa. Pois quando  um  cliente  está  afastado  de  suas  emoções,  não pode-se pedir para ele ser representante em sua própria constelação, quer se trate de um trabalho individual ou de grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 31 /05, na segunda parte desse artigo, continuaremos explorando o universo da constelação, porém, na modalidade em grupo, como ficou mais conhecida. Obrigada por sua companhia até aqui! Caso a leitura tenha sido interessante, comente, compartilhe em suas redes sociais e espalhe estas informações à mais pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até 31/05!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> http://www.apicedesenvolve.com.br/blog/o-que-e-constelacao-familiar-e-como-ela-funciona/</p>
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		<title>Será que você é hipersensível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 11:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[hipersensível]]></category>
		<category><![CDATA[psicologos]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível. Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial de TV te faz chorar? Costuma sentir em si mesmo o que o outro está sentindo? Facilmente se comove com a dor alheia? <span id="more-2492"></span>Grandes catástrofes e desgraças do mundo te afetam além do que seria visto como normal? Se a maioria ou todas suas respostas foram positivas, então você faz parte dos Humanos Hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O que se pode entender sobre este tipo de pessoas? Até que ponto é bom e saudável ser deste modo e até que ponto sensíveis demais podem prejudicar a si mesmos? O que fazer ao se identificar hipersensível? E como ajudar pessoas neste padrão de funcionamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Se não formos uma pessoa hipersensível, com certeza, estaremos cercados por algum. As pesquisas mostarm que 20% da populacão o é. Para um hipersensível, diagnosticar-se como tal é algo muito importante. Na verdade, um divisor de águas. Enfim, começamos a nos entender. Não somos exagerados, mimados ou dramáticos, como quase nos fizeram acreditar. Somos dotados de uma característica peculiar e determinante, a qual, por não podermos abrir mão, é necessário que aprendamos a manejar da melhor forma possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com o passar do tempo, é difícil chegarmos a uma conclusão exata de quanto da hipersensibilidade é “defeito” (negativo) e do quanto é “qualidade” (positivo). Mas, é o que nos adjetiva, nos compõe, nos impulsiona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em razão da sensibilidade exacerbada, a dor, para nós, é &#8211; de fato &#8211; muito mais intensa. Tanto a física, quanto a emocional. A recuperação de uma cirurgia é muito mais penosa e demorada, por exemplo. Os exercícios físicos nos desgastam mais que aos demais. Uma gripe tem o poder de nos incapacitar. Entendemos, então, que não podemos servir de parâmetro para muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sentimentos, da mesma forma, são elevados ao cubo. Indiferenças nos entristecem bastante. Grosserias nos destroem. Barulhos excessivos afetam bastante os que sentem demais. Podemos ficar desconcertados com músicas muito altas, máquinas trabalhando ou pessoas gritando.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas que podem não ter grande relevância para a maioria das pessoas, para os hipersensíveis são essenciais, e seria interessante que os que conosco convivem soubessem medir as palavras usadas, lembrar datas marcantes, atentar ao tom de voz, repetir elogios e evitar estressores desnecessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hipersensíveis evitam conflitos ao máximo. Não apenas os que os envolvem, mas qualquer conflito. Presenciar uma agressão entre estranhos, por exemplo, pode os fazer sentir muito mal. Sentindo os golpes quase como se fossem dados neles.</p>
<p style="text-align: justify;">Presenciar injustiças os faz estremecer. Podem não ter nenhuma relação com a situação, mas não conseguem se manter neutros. Se, por alguma razão, não se envolvem &#8211; de fato &#8211; no ocorrido, certamente ficarão com aquilo na cabeça durante muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Empatia também é uma palavra que os define. Moradores de rua, crianças carentes e pessoas doentes os fazem murchar. Ver um animalzinho morrer pode acabar com o dia deles. Até mesmo as tristes e violentas histórias passadas cotidianamente nos noticiários os fazem muito mal. Melhor manter distância.</p>
<p style="text-align: justify;">O sofrimento alheio os atinge diretamente. Faz doer o coração. Querem ajudar a todos que vêem em necessidade. Não entendem como podem viver leve e alegremente em um mundo onde muitos estão passando por grandes dificuldades, das mais diversas ordens. A compaixão, desta forma, é imensa. Às vezes, pode até causar transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas hipersensíveis podem buscar alívio no álcool ou nas drogas, no sentido de anestesiarem o excesso de percepção e dor causado pela sensibilidade também excessiva. Muitos entram em depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles tem a vantagem, por outro lado, de ficarem bem quando sozinhos. Na verdade, um pouco de solidão é essencial para um hipersensível. Precisam acalmar a mente, colocar a casa em ordem, dar uma aliviada. O silêncio, nesse ponto, é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Expressam os sentimentos com mais facilidade do que os demais. Se estão tristes ou emocionados, chorar não é problema. Aliás, choram bastante, às vezes até sem saber exatamente o por quê. Talvez, excesso de informação. É um alívio, uma forma de extravasar o que não cabe mais dentro deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da sempre excelente dica de se fazer terapia, é bom ter alguém de confiança para os acompanhar e ajudar nas dificuldades e êxitos. Existem dicas pessoais para lidar com o dia-a-dia e principalmente para diminuir a tensão e ansiedade em relações afetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, também riem sem fazer cerimônia. Quando algo é engraçado, divertido ou excitante, ora, não há porque reprimir o sentimento. São espontâneos. Se envolvem e se empolgam com facilidade. Às vezes passam por inocentes demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também são intuitivos e, não raro, captam as emoções e sensações dos ambientes. Sentem quando não são bem vindos, quando a situação é forçada, quando a intenção não é tão boa assim. Deveriam dar mais crédito aos <em>insights</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">São pensadores profundos. A mente, efetivamente, borbulha (ainda que saibam que isso os consome). Procuram explicações, soluções, inovações. O comportamento humano os fascina. A dinâmica da vida – e da morte -, igualmente. Vivem tentando entender o mundo. Buscam o sentido das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">É trabalhoso. É sofrído. E muitas vezes, exaustivo. Mas é gostoso. É encantador. Na verdade, essencial. Não saberiam viver de outra forma, com outra intensidade. O tom é esse. A hipersensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque ajuda sempre, pois somente se conhecendo ao máximo, você poderá ter um nível maior de qualidade de vida, enxergar maior sentido no que faz e com quem se relaciona, além de estabelecer uma relação mais saudável com o mundo e seu papel nele. E volte sempre ao nosso Blog, pois a cada 10 dias temos novos e interessantes conteúdos ligados à sua saúde emocional! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- Você é um hipersensível?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html">http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">2- Nós, os hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html">http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Síndrome de Burnout: A doença do esgotamento profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 May 2017 22:33:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa. Afinal, traduzindo do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Em geral, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas. É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.</span></span></span><span id="more-666"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: small;"><b><span style="font-family: Calibri, serif;"><span style="font-size: medium;">SINTOMAS</span></span></b></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Essa soma de mal-estares pode levar ao alcoolismo, ao uso de drogas e até mesmo ao suicídio. No dia-a-dia, a pessoa fica ainda arredia, isolada, passa a ser irônica, cínica e a produtividade cai. Muitas vezes, o profissional acredita que a melhor opção seja tirar férias; entretanto, quando volta, descansado, retoma a postura anterior.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Há casos de pessoas que saíram de férias, descansaram e estavam bem, mas, ao voltar ao trabalho, apresentaram os sintomas novamente.</span></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;"><b>DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO</b></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;">​<span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Para detectar a síndrome, deve-se fazer um exame minucioso e analisar se os problemas enfrentados estão relacionados ao ambiente de trabalho ou à profissão. O ideal é procurar um especialista no tema e fazer exames psicológicos. É necessário avaliar se é o ambiente profissional que causa o estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que passam a ser o estopim.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Existem três focos durante o tratamento psicoterápico: a relação com a profissão, o ambiente de trabalho e o trabalho com foco nos sintomas – por exemplo, a dificuldade de concentração.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Junto à terapia, os especialistas aconselham melhorar a qualidade de vida, prevenir o estresse, garantir boa saúde física, dormir e alimentar-se bem, praticar atividades físicas e manter hobbies e interesse pela vida social.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><b>RECOMENDAÇÕES</b></span></span></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este conteudo tenha lhe sido util de alguma forma! Se achou esse assunto importante, compartilhe nas suas redes sociais e volte sempre, pois a cada 10 dias temos um novo post recheado de informacoes legais!</p>
<h4 style="text-align: justify;">REFERENCIAS</h4>
<ol>
<li style="text-align: justify;" title="" data-original-title="">Drauzio Varella: https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout/</li>
<li style="text-align: justify;" title="" data-original-title="">Unica: http://www.uniica.com.br/artigo/sindrome-de-burnout-a-doenca-do-esgotamento-profissional/</li>
</ol>
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		<title>Transtorno de Personalidade Narcisista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 18:52:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos de Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Narcisismo]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo narcisismo provém da Mitologia Grega, que narra a história de Narciso, um jovem muito bonito que desprezou o amor da ninfa Eco e por isso foi condenado a apaixonar-se por sua própria imagem espelhada na água. Este amor impossível levou Narciso à morte, afogado em seu reflexo. O narcisismo, portanto, retrata a tendência do indivíduo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O termo <strong>narcisismo</strong> provém da Mitologia Grega, que narra a história de Narciso, um jovem muito bonito que desprezou o amor da ninfa Eco e por isso foi condenado a apaixonar-se por sua própria imagem espelhada na água. Este amor impossível levou Narciso à morte, afogado em seu reflexo. O narcisismo, portanto, retrata a tendência do indivíduo de alimentar uma paixão por si mesmo. Segundo Freud, isso acontece com todos até um certo ponto, a partir do qual deixa de ser saudável e se torna doentio, conforme os parâmetros psicológicos e psiquiátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes a palavra “narcisismo” é utilizada <span id="more-461"></span>no senso comum de maneira pejorativa, para designar um excesso de apreço por si mesmo. Para a psicanálise, trata- se de um aspecto fundamental para a constituição do sujeito. Um tanto de amor por si é necessário para confirmar e sustentar a autoestima, mas o exagero é sinal de fixação numa identificação vivida na infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1899, Paul Näcke inseriu esta palavra na esfera psiquiátrica para introduzir um novo tipo de perversão – o amor pela própria imagem. Mencionada por Freud pela primeira vez em seus escritos em 1909, o termo é apresentado como uma fase própria do desenvolvimento humano, quando se realiza a passagem do autoerotismo, do prazer centrado no próprio corpo, para o reconhecimento e a busca do amor em outros objetos – diferentes de si. Passagem importante e cheia de inquietações já que implica a saída da gratificação por aquilo que é efeito apenas da própria imagem – “Narciso só reconhece o que é espelho” – para a realização de uma das conquistas mais importantes da cultura: a possibilidade de viver, aceitar e trabalhar com a alteridade e, portanto, com as diferenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Freud, os narcisistas incidem sobre si mesmos a escolha do objeto sexual, projetando sobre seus parceiros características que são próprias de sua personalidade, buscando neles pontos que coincidam com sua forma de ser, para que possam amar estas pessoas como foram amados por suas mães.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> O que é Transtorno de personalidade narcisista?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão invasivo de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia, que começa na idade adulta e está presente em uma variedade de contextos. Indivíduos narcisistas são caracterizados por fantasias irreais de sucesso e senso de serem únicos, hipersensibilidade à avaliação de outros, sentimentos de autoridade e esperam tratamento especial. Frequentemente apresentam sentimento de superioridade, exagero de suas capacidades e talentos, necessidade de atenção, arrogância e comportamentos autorreferentes. Exibem exagerada centralização em si mesmos, geralmente acompanhada de adaptação superficialmente eficaz, adaptam-se às exigências morais do ambiente como preço a pagar pela admiração; porém, tem sérias distorções em suas relações internas com outras pessoas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Causas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nosso atual conhecimento quanto às causas do transtorno de personalidade narcisista é ainda pequeno e tem muitas incertezas, entretanto está claro que há o envolvimento direto dos componentes da personalidade habitual: constituição corporal, temperamento e caráter. Podemos, de modo mais genérico, entender que a personalidade é composta pela interação de disposições hereditárias e das influências ambientais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas:<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Pacientes com transtorno da personalidade narcisista são muito sensíveis a mágoas por críticas ou derrotas. Muitas vezes não demonstram isso e passam a sentir humilhados, degradados e vazios. Já em alguns casos a reação pode ser de desdém, raiva ou agressivo contra-ataque.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes essas vivências geram um afastamento social ou esforço enorme para se mostrar humilde a fim de esconder a grandiosidade. As relações interpessoais tipicamente são comprometidas pelos problemas resultantes da presunção, da necessidade de admiração e do relativo desrespeito pela sensibilidade alheia. Embora a ambição e a confiança possam levar a altas realizações, o desempenho pode ser perturbado em virtude da intolerância a críticas ou derrotas.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto importante é que esses pacientes, mesmo tendo um prejuízo, muitas vezes apresentam condições financeiras elevadas e bons cargos não sendo uma regra a presença de dificuldade laboral.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico:<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente utilizamos critérios diagnósticos que devem estar presentes de maneira persistentes desde adolescência, para que o especialista possa dizer realmente que o paciente tem transtorno de personalidade narcisista. Em geral, é preciso que ao menos cinco das características abaixo estejam presentes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sentimento grandioso da própria importância. Por exemplo, exagera realizações e talentos, espera ser reconhecido como superior sem realizações comensuráveis</li>
<li>Preocupação com fantasias de ilimitado sucesso, poder, inteligência, beleza ou amor ideal</li>
<li>Crença de ser &#8220;especial&#8221; e único e de que somente pode ser compreendido ou deve associar-se a outras pessoas (ou instituições) especiais ou de condição elevada</li>
<li>Exigência de admiração excessiva</li>
<li>Sentimento de intitulação, ou seja, possui expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou obediência automática às suas expectativas</li>
<li>Explorador em relacionamentos interpessoais, isto é, tira vantagem de outros para atingir seus próprios objetivos</li>
<li>Ausência de empatia: reluta em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e necessidades alheias</li>
<li>Frequentemente sente inveja de outras pessoas ou acredita ser alvo da inveja alheia</li>
<li>Comportamentos e atitudes arrogantes e insolentes.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tratamento:<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não existe um tratamento farmacológico especifico para o transtorno da personalidade narcisista e apenas são empregados medicamentos para tratamento dos transtornos comorbidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, é feita psicoterapia em que ocorre: exame do significado do sucesso; consciência de limites e perspectiva dos outros; exame das crenças sobre valor pessoal e emoções e desenvolvimento de alternativas construtivas.</p>
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