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	<title>Arquivo de tratamento - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Arquivo de tratamento - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Constelação Familiar (Parte I)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 18:09:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Questões mal resolvidas e mágoas acumuladas entre parentes, mesmo envolvendo aqueles que já partiram há tempos, podem gerar dor, sofrimento e ruídos nos relacionamentos que atravessam gerações. Para romper esse ciclo penoso, muitos defendem que a técnica da Constelação Familiar Sistêmica pode ser um recurso benéfico, rápido e eficiente.  Entenda melhor como esse método funciona&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Questões mal resolvidas e mágoas acumuladas entre parentes, mesmo envolvendo aqueles que já partiram há tempos, podem gerar dor, sofrimento e ruídos nos relacionamentos que atravessam gerações. Para romper esse ciclo penoso, muitos defendem que a técnica da Constelação Familiar Sistêmica pode ser um recurso benéfico, rápido e eficiente. </span></p>
<p><span>Entenda melhor como esse método funciona e como ele atua para melhorar a comunicação entre pessoas que se amam, mas às vezes não conseguem se entender.</span></p>
<p>Aproveito para deixar também o link de um artigo sobre esse tema (Parte I):</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="AYuLDSEucn"><p><a href="https://bemvivermais.com/constelacao_familiar_parte1/">Constelação Familiar (Parte 1)</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Constelação Familiar (Parte 1)&#8221; &#8212; Bem Viver Mais" src="https://bemvivermais.com/constelacao_familiar_parte1/embed/#?secret=WsMhicmlrj#?secret=AYuLDSEucn" data-secret="AYuLDSEucn" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span id="more-2430"></span></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-2430-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/03/Constelação-Familiar-Parte-I.m4a?_=1" /><a href="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/03/Constelação-Familiar-Parte-I.m4a">https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/03/Constelação-Familiar-Parte-I.m4a</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Feedback:</strong> contato@bemvivermais.com</p>
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		<title>Fobia Social: o que é e como tratá—la!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é fobia social e técnicas de tratamento Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é fobia social e técnicas de tratamento</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com familiarização da situação, então isso pode ser um sinal de <strong>f</strong><strong>obia social</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Também conhecida como transtorno ansioso social, trata-se de um dos distúrbios de ansiedade mais comuns no mundo, afetando entre 3,5% a 16% da população mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de sua pluralidade, esse transtorno precisa ser tratado o quanto antes, principalmente por sua dificuldade em se diferenciar de uma timidez excessiva. A falta de tratamento da fobia social pode fazer com que o paciente, no ápice da doença, chegue ao ponto de cortar qualquer tipo de relacionamento social, prejudicando sua vida pessoal e profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Causas da sociofobia</strong></h2>
<p><span id="more-1403"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse distúrbio mental geralmente se inicia na adolescência, mas nada o impede de também ocorrer durante a infância eu até na vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a grande maioria dos transtornos mentais, a fobia social é iniciada devido a inúmeros fatores, que mesclam questões internas, relacionadas ao emocional do paciente, com temas externos, relacionadas aos desafios propostos por um ambiente desconhecido do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais causas e fatores são:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Hereditariedade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É muito comum que pessoas de uma mesma família apresentem sinais de qualquer tipo de transtorno de ansiedade. Mesmo assim, ainda não há nada comprovado sobre essa relação direta entre os distúrbios e a genética.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Estrutura cerebral</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que possuem a amígdala cerebelosa, responsável pelo controle de nossas emoções, mais hiperativa apresentam maiores chances de sentirem ansiedade e insegurança em situações sociais.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Traumas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas, principalmente crianças, que sofrem bullying, ridicularização ou humilhação pública são mais propensas a sofrerem desse distúrbio. Assim, como vítimas de traumas e acontecimentos negativos (problemas familiares ou abuso sexual) durante a infância e adolescência.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Temperamento do indivíduo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Crianças e adolescentes que sempre se mostraram mais tímidos são mais propensos a sofrerem desse transtorno. A certeza pode ser tida quando eles tiveram dificuldade em encarar novos desafios ou interagir com novas pessoas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Novas demandas sociais ou profissionais</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Atividades como interagir com desconhecidos, ter que falar em público ou até mesmo apresentar um trabalho são demandas que podem desencadear os sintomas da fobia social no indivíduo.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><strong> Sentimento de não aceitação de si mesmo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A não aceitação de si mesmo, principalmente fisicamente, devido a um problema no rosto, no corpo ou na pele, gagueira e outras doenças visíveis aumentam as chances de a pessoa desenvolver o transtorno.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de desconforto em momentos sociais e a timidez, principalmente em crianças, não são sintomas que necessariamente apontam para a fobia social. É importante lembrar que cada pessoa se comporta socialmente de forma diferente, devido à sua personalidade. É muito comum existirem pessoas mais reservadas e outras que são bem mais extrovertidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os sintomas do transtorno de ansiedade social são muitos outros e bem mais complexos do que esses. Eles podem ser divididos em sintomas emocionais, físicos e de atitude.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. Sintomas emocionais</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">São os sintomas da fobia social que mesclam o emocional com o comportamento do indivíduo. Geralmente, são sensações muito acentuadas, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação por passar momentos constrangedores ou humilhantes;</li>
<li>Medo de situações em que poderá ser julgado ou que tenha que interagir com quem não conheça;</li>
<li>Ansiedade alta ao esperar por um evento ou por algo;</li>
<li>Medo de demonstrar sintomas físicos que podem lhe constranger, como voz ou mãos trêmulas, excesso de suor ou rubor facial;</li>
<li>Esquiva por medo de constrangimento em fazer coisas em público, falar com pessoas ou onde possa ser considerarado o centro das atenções.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Assim, quem sofre dessa fobia sente-se incapacitado de realizar atividades bem comuns do dia a dia, como: fazer contato visual, iniciar conversas, namorar, frequentar festas e eventos sociais, ir ao trabalho ou à escola, usar banheiros públicos, entrar em uma sala onde todos já estão sentados, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Sintomas físicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já, os sintomas físicos mais comuns dessa fobia e que acompanham os emocionais, são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dor no estômago ou náuseas;</li>
<li>Tontura ou vertigem;</li>
<li>Batimento do coração acelerado;</li>
<li>Diarreia;</li>
<li>Tensão muscular</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos para fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os mais tratamentos mais comuns para a fobia social são a psicoterapia e o uso de medicamentos. Como de costume, esses dois tipos de tratamentos devem ser utilizados juntos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Psicoterapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as diversas opções de psicoterapia a que apresenta os melhores resultados para o tratamento de fobia social é a psicoterapia cognitiva comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente aprende a compreender seus pensamentos de cunho negativo, a ponto de obter uma disposição para alterá-los, graças ao desenvolvimento de habilidade para adquirir confiança em si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ramo se encontra a terapia cognitivo-comportamental, geralmente a mais comum para esse transtorno. O paciente é exposto com frequência a situações que lhe causam medo e ansiedade, a fim de adquirir maior confiança para encará-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Uma nova terapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, vale destacar um novo tipo de tratamento da ansiedade social que se utiliza de uma novíssima tecnologia. É a terapia de exposição à realidade virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente vivencia, em cenário controlável e fictício, as principais situações que lhe causam pavor. Ela é realizada com imagens 3D, graças ao uso dos óculos estereoscópicos e fones de ouvido de altíssima tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de recente, essa técnica de tratamento já vem apresentando resultados muitos satisfatórios, inclusive aqui no Brasil. Onde, em estudo realizado pelo Instituto de Psiquiatria da USP com 21 pacientes, obteve 70% de redução dos sintomas da ansiedade social.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>f</strong>obia social é fácil de ser diagnosticada e, o mais importante, tratada. Assim, ao verificar qualquer um desses sintomas ou situações que foram apresentadas aqui, busque ajuda. As chances de sucesso são ainda maiores quando o diagnóstico é precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos o que é a Fobia Social. Além disso, quais são os sintomas e formas de tratamento. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada. mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Constelação Familiar (Parte 3 &#8211; Última)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2018 08:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Nessa parte encerraremos nossa série de artigos acerca das Constelações. Dessa vez partiremos da etapa da Constelação em Grupo em que inicia-se a solução do caso apresentado e seus desdobramentos, partindo assim para sua finalização. Se você caiu aqui primeiro, volte ao nosso Blog, e busque pela parte 1, pois é lá que tudo começa!&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nessa parte encerraremos nossa série de artigos acerca das Constelações. Dessa vez partiremos da etapa da Constelação em Grupo em que inicia-se a solução do caso apresentado e seus desdobramentos, partindo assim para sua finalização. Se você caiu aqui primeiro, volte ao nosso <a href="http://bemvivermais.com/blog/">Blog</a>, e busque pela parte 1, pois é lá que tudo começa!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que estes 3 artigos, colocados de maneira didática e leve, em três partes, tenha contribuído para seu conhecimento e cultura. Infelizmente ainda não temos como oferecer a Constelação Familiar como uma de nossas modalidades de tratamento, mas o intuito era instruir melhor as pessoas, apresentar maiores informações teoricamente e acredito ter alcançado esse objetivo! Sem mais delongas, vamos encerrar essa série!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-994"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>4ª etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>O processo de solução</b></p>
<p style="text-align: justify;">Existem  duas  formas  de  trabalhar  nas  constelações familiares.  A  primeira  traz  a  intervenção  do terapeuta, que pede a cada um dos representantes que descreva o que lhe acontece. As informações que  ele  recebe  desse  modo  são  puramente  factuais e  fenomenológicas,  sendo  excluídas  todas  as explicações  ou  interpretações. O  terapeuta  pode  assim  mover  os  representantes  a  fim  de  que  eles possam se ver ou se afastar uns dos outros. Pode ser até que ele os faça sair da constelação. Mas, quando os representantes ficam habituados a se deixar guiar pelo campo de energia, o terapeuta não intervém mais, deixa o campo operar. Os movimentos são lentos e a energia é muito intensa; nós os</p>
<p style="text-align: justify;">chamamos de “movimentos da alma”, e eles podem levar uma constelação até sua solução sem que se pronuncie uma só palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nosso estudo de caso, o terapeuta intervém e faz perguntas:</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta dirigindo-se à representante da cliente (C1): “O que está acontecendo?”</p>
<p style="text-align: justify;">A representante da cliente: “Só consigo me interessar pelo meu irmão falecido (†F). Não enxergo o meu companheiro (mostrando  o  representante  do  companheiro:  C).”</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta  ao  representante  do  companheiro:  “O que está acontecendo?”</p>
<p style="text-align: justify;">O representante do companheiro: “Só vejo ela (C1), não me interesso por ele († F), quero ir na direção dela.”</p>
<p style="text-align: justify;">O  terapeuta  ao  representante  do  irmão  morto:  “O  que  está  acontecendo?”</p>
<p style="text-align: justify;">O  representante  do  irmão morto: “Amo minha irmã, quero ir em sua direção.”</p>
<p style="text-align: justify;">O irmão falecido e sua irmã caminham lentamente um na direção do outro e se abraçam. Ela apoia a cabeça no ombro dele e chora emocionada.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2040 aligncenter" src="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-1024x535.jpg" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" srcset="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-1024x535.jpg 1024w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-300x157.jpg 300w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-768x401.jpg 768w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-700x366.jpg 700w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao.jpg 1200w" alt="" width="660" height="345" /></p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta faz uma pausa longa, depois pede à cliente que tome seu lugar na constelação.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste momento substitui o representante pelo cliente .</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, os clientes representam a si mesmos no começo da constelação.  Em  outras  ocasiões,  como  no  nosso  exemplo,  esse  lugar  é  ocupado  por  uma  pessoa qualquer  até  o  momento  em  que  o  terapeuta  pede  ao  cliente  que  assuma  o  lugar  que  seu representante agora deve abandonar. Isso ocorre muito lentamente e com muita delicadeza.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Diga a ele: A vida inteira senti sua falta’.”</p>
<p style="text-align: justify;">A  cliente:  “A  vida  inteira  senti  sua  falta.”  Muito  emocionada,  ela  acrescenta  por  conta  própria:  “Eu queria muito ter você como irmão.”</p>
<p style="text-align: justify;">A  cliente  parece  aliviada  ao  pronunciar  essas  palavras;  ela  balança  a  cabeça  lentamente  diversas vezes, à medida que entende o alcance do que acabou de dizer. Depois de algum tempo, a energia se desloca. A cliente deixa seu irmão se afastar dela e recua um passo. Sem soltar sua mão, ela olha seu companheiro pela primeira vez. Ela sorri.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Diga a seu irmão: ‘Este é o meu companheiro’.”</p>
<p style="text-align: justify;">A cliente ao representante do irmão falecido: “Este é o meu companheiro.”</p>
<p style="text-align: justify;">O irmão morto olha o companheiro amigavelmente. A cliente atrai seu companheiro para junto de si e solta a mão do irmão morto. Eles ficam diante do irmão e o olham com carinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Diga a ele (aponta para o irmão morto): ‘Você continua a viver em mim. Eu o reverencio, eu o respeito, e você ocupa um lugar no meu coração. Em algum momento, quando chegar a minha hora, eu me juntarei a você. Enquanto isso, eu lhe peço que vele por mim’.”</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>5ª  etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>A solução</b></p>
<p style="text-align: justify;">O  irmão  morto  sorri  para  ela.  O  casal  se  abraça.  O  irmão  se  aproxima  e  envolve  o  casal  em  seus braços.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Ficaremos por aqui.”</p>
<p style="text-align: justify;">A solução de uma constelação dá aos seus membros a sensação de livrar-se de um peso. Traz paz e satisfação ao seio do campo de energia familiar.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>6ª etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>O ritual de encerramento</b></p>
<p style="text-align: justify;">Existem  inúmeras  maneiras  de  deixar  seu  papel  de  representante.  Às  vezes,  os  representantes circulam pela sala ou saem para esticar as pernas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desempenhar o papel de representante numa constelação familiar é uma experiência muito profunda, o que explica por que às vezes é difícil deixá-lo. O cliente pode ser bem-sucedido nessa tarefa ao se aproximar de cada representante, pegar-lhe a mão e agradecer-lhe, dizendo:</p>
<p style="text-align: justify;">“Obrigado  por  ter  aceitado  representar  minha  mãe/meu  pai/meu  companheiro/meu irmão…  Agora, pode voltar a ser você mesmo (diga o nome do representante).”</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>7ª etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>Conselhos para integrar as constelações</b></p>
<p style="text-align: justify;">O campo de energia de uma constelação é muito sensível. As constelações são capazes de produzir mudanças  profundas.  Elas  põem  em  movimento  mudanças  importantes  de  processos  de  cura,  que progridem lentamente e se estendem, pouco a pouco, aos diferentes domínios da vida do cliente. Isso pode  levar  às  vezes  dois  anos.  É  primordial  deixar  que  siga  seu  curso  livremente,  sem  intervenções.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, o terapeuta costuma aconselhar o cliente a não falar disso nem com pessoas da família nem com  membros  do  grupo.  Ele  pede  também  aos  representantes  que  não  falem com um cliente sobre sua constelação, nem lhe perguntem sobre mudanças ocorridas ou sobre os membros de sua família.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar do que se passou reduz a intensidade de energia disponível para a solução da constelação. Isso diminui  a  liberdade  que  os  clientes  têm  de  trabalhar  e  integrar  sua  experiência  a  seu  modo, enfraquecendo assim essa experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">No  entanto,  no  fim  de  uma  constelação,  muitas  vezes  o  grupo  troca  idéias  sobre  suas  reflexões.  Os representantes  podem  querer  dar  ao  cliente  informações  que  ele  achará  úteis.  E,  ocasionalmente,  já que esse trabalho não obedece a nenhuma regra absoluta, mas sim ao respeito total àquilo que é (de acordo  com  a  abordagem  fenomenológica),  o  cliente  é  convidado  a  contar  sua  experiência  aos membros da família envolvidos na situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos grupos de Formação em Constelação Familiar em que são colocadas as questões, ou se pede ao cliente que saia da sala, ou se delega a ele a responsabilidade de decidir se quer ficar ou sair.</p>
<p style="text-align: justify;">O cliente deve ter a vontade de integrar aquilo que lhe foi mostrado pela constelação. Isso é feito com sucesso quando seu nível de responsabilidade individual é elevado. Quando esse não for o caso. mas se tratar de clientes que procuram pretextos e desculpas e tornam os outros responsáveis por sua vida infeliz, eles integrarão mal o resultado desse trabalho cujo fundamento é “aceitar as coisas como elas são”.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero de coração que tenha apreciado nossa série de textos sobre Constelação, esse tratamento que tem ganhado a atenção de muitas pessoas e cada dia mais espaço na saúde emocional! Se você leu esse primeiro,deve estar confuso(a), então, clique em Blog e vai descendo na tela até encontrar a &#8216;Parte 1&#8217;. Tudo começou ali. Obrigada por seu interesse e leitura. Grande abraço!</p>
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		<title>Constelação Familiar (Parte 1)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2018 07:52:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[coaching sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[sistêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse artigo serão explicadas as finalidades, as origens e justificativas de uma Constelação Familiar. Já na Parte 2, que será publicada apenas no dia 31/05, explanaremos com maior nível de detalhes e exemplos a forma de constelar em grupo e sua aplicação passo a passo, para, finalmente na Pate 3 (último artigo), expormos a solução&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesse artigo serão explicadas as finalidades, as origens e justificativas de uma Constelação Familiar. Já na Parte 2, que será publicada apenas no dia 31/05, explanaremos com maior nível de detalhes e exemplos a forma de constelar em grupo e sua aplicação passo a passo, para, finalmente na Pate 3 (último artigo), expormos a solução de um caso, a partir da 4ª etapa da Constelação feita em Grupo (somente em 30/06).</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que o presente material, acerca de um tema tão explorado na atualidade, informe nossos leitores apropriadamente. <strong>Boa leitura!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao vir ao mundo no seio de uma família, não herdamos somente um patrimônio genético, mas também<span id="more-976"></span> sistemas de crença e esquemas de comportamento. Nossa família é um campo de energia no interior do qual nós evoluímos. Cada um, desde seu nascimento, ocupa um lugar único.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós somos mantidos em nosso campo familiar pessoal e individual num nível determinado, que entrava ou faz crescer a nossa disposição para ser feliz, escolher livremente, ter êxito naquilo que empreendemos, para fazer durar os relacionamentos agradáveis, a saúde, o bem-estar e também as doenças. Acontece que experimentamos o  sentimento de termos sido mantidos nos esquemas problemáticos desde tempos imemoriais.</p>
<p style="text-align: justify;">As constelações familiares nos dão a oportunidade de compreender os esquemas em seu nível mais profundo. <b>Elas permitem que nos libertemos, ao mesmo tempo que encontramos a paz e a felicidade.</b></p>
<p style="text-align: justify;">A natureza do nosso campo de energia familiar é determinada pela história da nossa família, principalmente sua religião e suas crenças. Nosso país de origem, a religião em meio à qual nascemos, também desempenham um papel. Essa natureza é moldada por acontecimentos marcantes, como a história dos relacionamentos  dos  pais e dos avós, morte de uma criança muito nova, aborto, parto prematuro, adoção, suicídio, guerra, exílio forçado, troca de religião, incesto, antepassado agressor ou vítima, traição, ou  mesmo a confiança.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>As ações generosas e altruístas</b> de nossos pais e de nossos antepassados são saudáveis para nós, enquanto suas más ações modificam o campo energético familiar, obrigando as gerações posteriores a pagar o preço.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2038 " src="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fotos-antigas.jpg" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" srcset="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fotos-antigas.jpg 663w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/fotos-antigas-300x238.jpg 300w" alt="" width="472" height="374" /></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Entre as más ações estão:</b> adquirir bens de forma duvidosa, trapacear ou roubar, pertencer a  uma corporação cuja função envolve matar (como o exército, por exemplo), as diferentes formas de violência, a internação psiquiátrica ou a prisão de membros da família, os acidentes que terminam em morte, renegar sua religião ou seu país.</p>
<p style="text-align: justify;">O comportamento dos nossos antepassados em relação às mulheres ou aos homens afeta  nossa aptidão  para  criar bons relacionamentos. A ausência de respeito e da gratidão a que nossos antepassados têm direito também altera o campo de energia. O provérbio bíblico “até a terceira e quarta geração” confirma-se nas constelações familiares. Pode até ser que a influência decorra daí.</p>
<p style="text-align: justify;">Imersos  no  campo  energético  familiar,  ignoramos  sua  influência  que  permanece  fora  da  nossa consciência. Estamos presos a comportamentos e atitudes que nos derrotam e incitem a cometer atos que não compreendemos e dos quais acabamos por nos arrepender.</p>
<p style="text-align: justify;">As constelações familiares nos ensinam que a nossa família é a nossa sina. Entretanto, não estamos irremediavelmente  presos  a  essa  sina  e  podemos  alcançar  a  cura.  Ao  compreender  os  mecanismos desse  processo,  ficamos  na  posse  do  poder  de  controlar o  nosso  comportamento  a  fim  de  evitar sofrimento para as gerações futuras.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>O método de trabalho nas Constelações Familiares</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Na  maioria  das  vezes,  as  constelações  familiares  são  conduzidas  no  seio  de  um  grupo  de  trabalho, mas certos profissionais as praticam em sessões individuais, sejam elas somente de terapia ou de Coaching Estrutural Sistêmico, com o auxílio de âncoras espaciais ou bonecos. De um modo ou de outro, elas seguem um determinado número de etapas (veja no fim do artigo).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Constelações Familiares e sessões ind</b><b>ividuais</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Durante  as  sessões  individuais, o  terapeuta ou coach tem a possibilidade de assumir o papel de todos os representantes ou de confiar essa tarefa ao cliente. Há também a utilização de pedaços de papel (âncoras espaciais) nos quais se escreve o nome de um membro da família, depois dobra-se uma extremidade em ponta para figurar a orientação do olhar do representante. Pede-se ao cliente que imagine que se trata de pessoas reais e não pedaços de papel. O cliente forma a constelação normalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele permanece em  seguida ao lado  de  cada  pedaço  de  papel  e  faz  somente  o  trabalho  dos  representantes.  Se  ele quiser  compartilhar  sua  experiência,  ele  deixa  o  espaço  da  constelação  e  senta-se  afastado  dela. Ali, integra-se o que acabou de se passar. Esse método é muito eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns profissionais consideram que não pode-se montar a constelação individual em todos os casos ou com qualquer pessoa. Pois quando  um  cliente  está  afastado  de  suas  emoções,  não pode-se pedir para ele ser representante em sua própria constelação, quer se trate de um trabalho individual ou de grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 31 /05, na segunda parte desse artigo, continuaremos explorando o universo da constelação, porém, na modalidade em grupo, como ficou mais conhecida. Obrigada por sua companhia até aqui! Caso a leitura tenha sido interessante, comente, compartilhe em suas redes sociais e espalhe estas informações à mais pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até 31/05!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> http://www.apicedesenvolve.com.br/blog/o-que-e-constelacao-familiar-e-como-ela-funciona/</p>
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		<title>Cortisol o hormônio do stress: problemas, tratamentos e importância!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2017 15:04:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cortisol]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio do stress]]></category>
		<category><![CDATA[importância]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
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					<description><![CDATA[O hormônio conhecido como cortisol é produzido pelas glândulas suprarrenais, que estão localizadas acima dos rins, A função primeira do cortisol é ajudar o organismo a reduzir inflamações, controlar o estresse, ajudar no funcionamento do sistema imunológico, e manter os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial constantes. Porém, o cortisol é alvo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O hormônio conhecido como cortisol é produzido pelas glândulas suprarrenais, que estão localizadas acima dos rins, A função primeira do cortisol é ajudar o organismo a reduzir inflamações, controlar o estresse, ajudar no funcionamento do sistema imunológico, e manter os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o cortisol é alvo de muitas preocupações <span id="more-810"></span>uma vez que quando ele se encontra em altos níveis ele pode trazer muitos malefícios, e quando se encontra muito baixo também. Nesse sentido, os níveis de cortisol no sangue podem variar até mesmo durante o dia, pois estão diretamente relacionados com as atividades do dia a dia e com a serotonina.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, os níveis de cortisol são maiores pela manhã e vão diminuindo ao longo de dia caso você seja uma pessoa diurna. Se você for o tipo de pessoas noturna esses papéis se invertem, tendo maiores níveis a noite e menores durante o dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>cortisol alto</strong> no sangue pode originar sintomas como perda de massa muscular, aumento de peso ou diminuição de testosterona ou ser indicativo de problemas, como a Síndrome de Cushing, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o <strong>cortisol baixo</strong> pode originar sintomas de depressão, cansaço ou fraqueza ou ser indicativo de problemas, como a Doença de Addison, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cortisol Alto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O cortisol alto pode originar sinais e sintomas como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda de massa muscular;</li>
<li>Aumento do peso;</li>
<li>Aumento das chances de osteoporose;</li>
<li>Dificuldade na aprendizagem;</li>
<li>Baixo crescimento;</li>
<li>Diminuição da testosterona;</li>
<li>Lapsos de memória;</li>
<li>Aumento da sede e da frequência em urinar;</li>
<li>Diminuição da libido;</li>
<li>Menstruação irregular.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O cortisol alto também pode indicar uma doença chamada Síndrome de Cushing, que gera sintomas como aumento rápido do peso, com acúmulo de gordura na região abdominal, queda de cabelo e pele oleosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento para o Cortisol Alto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento para o cortisol alto pode ser feito com remédios prescritos pelo médico, mas o consumo do inhame constitui um ótimo remédio caseiro. Outras formas de controlar naturalmente os níveis de cortisol no sangue é fazendo exercício físico regularmente, ter uma alimentação saudável aumentando o consumo de vitamina C e diminuindo o consumo de cafeína.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cortisol Baixo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O cortisol baixo pode causar sinais e sintomas de:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Depressão;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Cansaço;</li>
<li>Fraqueza;</li>
<li>Desejo repentino de comer doces.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O cortisol baixo também pode indicar que o paciente tem Doença de Addison, que gera sintomas como dor abdominal, fraqueza, emagrecimento, manchas na pele e tonturas, principalmente ao levantar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exame de Cortisol</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saber como andam seus níveis de cortisol pode ser bastante fácil, uma vez que o exame é simples e pode ser feito através de uma amostra de sangue, saliva ou urina.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso o seu exame possua alterações nos níveis de cortisol, procure um médico especializado, no caso, um endocrinologista que possa ajudar você com o tratamento, e com a descoberta das causas, investigando inclusive se existe a possibilidade de uma doença mais grave, ou se essa é apenas uma alteração normal que precisará de um pequeno tratamento para ser corrigida.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que esse conteúdo possa ter sido útil de alguma maneira. Volte sempre pois nossos artigos e vídeos estão sempre chegando por aqui. E fique à vontade para compartilhar nossos artigos em suas redes sociais. Grande abraço!</p>
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		<item>
		<title>Síndrome de Burnout: A doença do esgotamento profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 May 2017 22:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[esgotamento profissional]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome de burnout]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa. Afinal, traduzindo do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Em geral, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas. É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.</span></span></span><span id="more-666"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: small;"><b><span style="font-family: Calibri, serif;"><span style="font-size: medium;">SINTOMAS</span></span></b></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Essa soma de mal-estares pode levar ao alcoolismo, ao uso de drogas e até mesmo ao suicídio. No dia-a-dia, a pessoa fica ainda arredia, isolada, passa a ser irônica, cínica e a produtividade cai. Muitas vezes, o profissional acredita que a melhor opção seja tirar férias; entretanto, quando volta, descansado, retoma a postura anterior.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Há casos de pessoas que saíram de férias, descansaram e estavam bem, mas, ao voltar ao trabalho, apresentaram os sintomas novamente.</span></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;"><b>DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO</b></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;">​<span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Para detectar a síndrome, deve-se fazer um exame minucioso e analisar se os problemas enfrentados estão relacionados ao ambiente de trabalho ou à profissão. O ideal é procurar um especialista no tema e fazer exames psicológicos. É necessário avaliar se é o ambiente profissional que causa o estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que passam a ser o estopim.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Existem três focos durante o tratamento psicoterápico: a relação com a profissão, o ambiente de trabalho e o trabalho com foco nos sintomas – por exemplo, a dificuldade de concentração.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Junto à terapia, os especialistas aconselham melhorar a qualidade de vida, prevenir o estresse, garantir boa saúde física, dormir e alimentar-se bem, praticar atividades físicas e manter hobbies e interesse pela vida social.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><b>RECOMENDAÇÕES</b></span></span></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este conteudo tenha lhe sido util de alguma forma! Se achou esse assunto importante, compartilhe nas suas redes sociais e volte sempre, pois a cada 10 dias temos um novo post recheado de informacoes legais!</p>
<h4 style="text-align: justify;">REFERENCIAS</h4>
<ol>
<li style="text-align: justify;" title="" data-original-title="">Drauzio Varella: https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout/</li>
<li style="text-align: justify;" title="" data-original-title="">Unica: http://www.uniica.com.br/artigo/sindrome-de-burnout-a-doenca-do-esgotamento-profissional/</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Distúrbios do Sono: saiba identificar os sintomas e como tratar o problema!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 19:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[apneia do sono]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
		<category><![CDATA[insonia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[sonambulismo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Dificuldade para dormir nem sempre está associada a uma doença e pode ser um alerta para um problema crônico. Alteração do sono, dificuldade para adormecer ou continuar dormindo, adormecer em horários impróprios ou ficar longas horas a mais na cama são apenas alguns dos sintomas relacionados aos distúrbios do sono. As primeiras manifestações dos distúrbios&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dificuldade para dormir nem sempre está associada a uma doença e pode ser um alerta para um problema crônico.<br />
Alteração do sono, dificuldade para adormecer ou continuar dormindo, adormecer em horários impróprios ou ficar longas horas a mais na cama são apenas alguns dos sintomas relacionados aos distúrbios do sono. As primeiras manifestações dos distúrbios do sono se dão através de alterações de humor e de memória e de capacidades mentais (cognitivas), como aprendizado, raciocínio e pensamento.</p>
<p>Segundo especialistas, a boa qualidade do sono é tão importante para a saúde do corpo quanto a alimentação e a prática de esportes. Dormir menos pode afetar o indivíduo <span id="more-2487"></span>física e mentalmente, é o que alerta a Sociedade Brasileira do Sono em seu site. Com efeitos cumulativos, pessoas que sofrem com os distúrbios durante à noite acabam se tornando grandes candidatos a desenvolver doenças como hipertensão e diabetes.</p>
<p>Atualmente, especialidades como neurologia, pneumologia, otorrinolaringologia e psiquiatria são as que mais atendem a população com problemas ligados ao sono. Identificar as causas das perturbações do sono, conforme alertam os médicos, é o primeiro passo a dar para combater o problema. Centros especializados no tratamento dos transtornos do sono, já oferecem exames como a polissonografia (estudo do sono) que acompanha a evolução do sono do paciente. Este tipo de exame é normalmente indicado em caso de distúrbios respiratórios durante o sono, controle pós-tratamento da apneia obstrutiva do sono, alterações motoras e de comportamento durante o sono, síndrome das pernas inquietas e insônia.</p>
<h3>PRINCIPAIS SINTOMAS E TRATAMENTOS PARA OS DISTÚRBIOS DO SONO</h3>
<p>PERNAS INQUIETAS<br />
Característica: uma irresistível vontade de movimentar as pernas devido a sensações estranhas e desagradáveis que ocorrem principalmente à noite e quando o paciente se encontra em repouso. Tratamento: Pode ser prescrito o uso de medicamentos de acordo com as particularidades de cada paciente, principalmente no que se refere à idade, severidade dos sintomas e frequência dos mesmos.</p>
<p>SONANBULISMO<br />
Característica: sentar na cama e falar durante o sono, caminhar pelo quarto ou pela casa, andar de olhos abertos, ter dificuldade em ser acordado, não lembrar o episódio ao ser acordado, reagir de forma brusca, andar de braços estendidos. Tratamento: varia conforme a gravidade do caso e consiste em orientação, medidas comportamentais e medicamentos, porém, quando se inicia na vida adulta é preciso fazer um diagnóstico mais complexo, eliminando a possibilidade de outras patologias neurológicas.</p>
<p>INSÔNIA<br />
Característica: é um sintoma e não uma doença. Existem vários fatores que podem causar a insônia. Como exemplo é possível citar: má higiene do sono (consistindo de sono diurno freqüente, hora de dormir muito variável; uso rotineiro de produtos contendo álcool, nicotina, cafeína especialmente no período que antecede a hora de dormir; estimulantes mentais, atividades fisicas, ou atividades emocionalmente perturbadoras muito perto da hora de dormir; uso freqüente da cama para outras atividades além do sono (como assistir televisão, ler, estudar, trabalhar); uso de alguns medicamentos, depressão, etc. Tratamento: Pode ser medicamentoso (indutores do sono ou antidepressivos em pequenas doses) em alguns casos, porém, a associação de tratamentos tem apresentado melhores resultados. Os tratamentos alternativos ao medicamentoso incluem higiene adequada do sono, psicoterapia e técnicas de relaxamento.</p>
<p>BRUXISMO<br />
Característica: ranger ou apertar os dentes inconscientemente, por períodos longos e contínuos Tratamento: consiste em proteção dentária com placa de acrílico e uso de ansiolíticos ou antidepressivos.</p>
<p>SONOLENCIA EXCESSIVA<br />
Característica: episódios irresistíveis de sono profundo a qualquer hora do dia. Tratamento: medicamentos estimulantes.</p>
<p>APNEIA DO SONO<br />
Característica: sonolência, dificuldade de concentração, irritabilidade, sintomas de depressão, diminuição da libido, ronco, sudorese. Tratamento: depende da gravidade da doença, ou seja, se a doença for leve, o tratamento é a orientação de medidas de higiene do sono, a perda de peso (em caso de peso excessivo) e a avaliação das vias aéreas superiores (garganta, nariz) pelo especialista. Nas formas da doença, de moderada à grave, é usado um aparelho chamado CPAP (Pressão Positiva Contínua de Ar) durante o sono. Este aparelho é utilizado por meio de uma máscara nasal, onde a pressão de ar positiva mantém as vias aéreas desobstruídas.</p>
<p>TERROR NOTURNO<br />
Característica: súbito alerta acompanhado por manifestações autônomas e comportamentais de medo intenso durante o sono. O paciente geralmente se senta na cama, fica não-responsivo a estímulos exteriores e, se acordado, se sente confuso e desorientado. Ocorre amnésia com respeito ao episódio, embora algumas vezes haja relatos de fragmentos de imagens vívidas muito brevemente ou alucinações. O episódio pode ser acompanhado por vocalizações incoerentes ou micção. Tratamento: é feito em geral com tricíclicos e/ou benzodiazepínicos, resolvendo a maioria dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este conteúdo tenha lhe sido útil de alguma forma! Se achou esse assunto importante, compartilhe nas suas redes sociais e volte sempre, pois a cada 10 dias temos um novo post recheado de informações legais!</p>
<p style="text-align: justify;">Referências:</p>
<p style="text-align: justify;">Site: www.hagah.com.br &#8211; Saúde</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>ESQUIZOFRENIA: 1% da população mundial é vítima da doença!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2016 16:17:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um jovem de classe média abandona a casa dos pais para viver pelas ruas. Depois, troca o jeans de grife por cobertores fedorentos e as aulas de medicina por longas conversas com mendigos. Parece até chantagem emocional, típica de um rebelde sem causa desesperado por atenção. Este caso, no entanto, saiu de uma das gavetas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um jovem de classe média abandona a casa dos pais para viver pelas ruas. Depois, troca o jeans de grife por cobertores fedorentos e as aulas de medicina por longas conversas com mendigos. Parece até chantagem emocional, típica de um rebelde sem causa desesperado por atenção. Este caso, no entanto, saiu de uma das gavetas do psiquiatra Rodrigo Bressan, coordenador do programa de esquizofrenia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). &#8220;Há uma tendência em associar a esquizofrenia com demência. Na verdade, tratava-se de um rapaz com muito potencial. Hoje, após tratamento, cursa pós-graduação em economia na PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)&#8221;, relata o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia é uma doença mental crônica<span id="more-478"></span> que se manifesta na adolescência ou início da idade adulta. Sua frequência na população em geral é da ordem de 1 para cada 100 pessoas, havendo cerca de 40 casos novos para cada 100.000 habitantes por ano. No Brasil estima-se que há cerca de 1,6 milhão de esquizofrênicos; a cada ano cerca de 50.000 pessoas manifestam a doença pela primeira vez. Ela atinge em igual proporção homens e mulheres, em geral inicia-se mais cedo no homem, por volta dos 20-25 anos de idade, e na mulher, por volta dos 25-30 anos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia apresenta várias manifestações, afetando diversas áreas do funcionamento psíquico.  Os principais sintomas são:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>delírios: são ideias falsas, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, ele se acha perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal.</li>
<li>alucinações: são percepções falsas dos órgãos dos sentidos. As alucinações mais comuns na esquizofrenia são as auditivas, em forma de vozes. O paciente ouve vozes que falam sobre ele, ou que acompanham suas atividades com comentários. Muitas vezes essas vozes dão ordens de como agir em determinada circunstância. Outras formas de alucinação, como visuais, táteis ou olfativas podem ocorrer também na esquizofrenia.</li>
<li>alterações do pensamento: as ideias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. Muitas vezes o paciente tem a convicção de que seus pensamentos podem ser lidos por outras pessoas, ou que pensamentos são roubados de sua mente ou inseridos nela.</li>
<li>alterações da afetividade: muitos pacientes tem uma perda da capacidade de reagir emocionalmente às circunstancias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são incongruentes, inadequadas em relação ao contexto em que se encontra. Torna-se pueril e se comporta de modo excêntrico ou indiferente ao ambiente que o cerca.</li>
<li>diminuição da motivação: o paciente perde a vontade, fica desanimado e apático, não sendo mais capaz de enfrentar as tarefas do dia a dia. Quase não conversa, fica isolado e retraído socialmente.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Outros sintomas, como dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença, podem aparecer na esquizofrenia. Dependendo da maneira como os sintomas se agrupam, é possível caracterizar os diferentes subtipos da doença. A esquizofrenia evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas acima descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas manifestos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Causas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Ainda não se conhecem as causas exatas da esquizofrenia. Sabe-se que a hereditariedade é um fator importante, pois pessoas que têm um familiar com esquizofrenia têm maior chance de desenvolver a doença, mas ainda não se conhecem os genes envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pesquisadores acreditam que a esquizofrenia é resultado de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Certas pessoas nascem com essa tendência, mas o problema só aparece se forem expostas a determinados fatores ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe um consenso sobre quais seriam os fatores ambientais envolvidos, mas estudos sugerem que infecções durante a gravidez e complicações no parto podem contribuir para que uma criança nasça com uma vulnerabilidade para a esquizofrenia e venha a desenvolver a doença em um estágio posterior do desenvolvimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Diagnostico:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não há exames médicos disponíveis capazes de diagnosticar a esquizofrenia. Para que o paciente seja diagnosticado com esquizofrenia, um psiquiatra deve examinar o paciente para confirmar se é um caso da doença ou não. O diagnóstico é feito com base em uma entrevista minuciosa com a pessoa e seus familiares e após descartar outras doenças que também podem cursar com os mesmos sintomas psicóticos da esquizofrenia, mas que decorrem de outras doenças que atingem o cérebro.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tratamento:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da esquizofrenia visa ao controle dos sintomas e a reintegração do paciente. O tratamento da esquizofrenia requer duas abordagens: medicamentosa e psicossocial. O tratamento medicamentoso é feito com remédios chamados antipsicóticos ou neurolépticos. Eles são utilizados na fase aguda da doença para aliviar os sintomas psicóticos, e também nos períodos entre as crises, para prevenir novas recaídas. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação ininterruptamente para não ter novas crises. Assim o paciente deve submeter-se a avaliações médicas periódicas; o médico procura manter a medicação na menor dose possível para evitar recaídas e evitar eventuais efeitos colaterais. As abordagens psicossociais são necessárias para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade. Devido ao fato de que alguns sintomas (principalmente apatia, desinteresse, isolamento social e outros) podem persistir mesmo após as crises, é necessário um planejamento individualizado de reabilitação do paciente. Os pacientes necessitam em geral de psicoterapia, terapia ocupacional, e outros procedimentos que visem ajudá-lo a lidar com mais facilidade com as dificuldades do dia a dia.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Como os familiares podem colaborar com o paciente?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os familiares são aliados importantíssimos no tratamento e na reintegração do paciente. é importante que estejam orientados quanto à doença esquizofrenia para que possam compreender os sintomas e as atitudes do paciente, evitando interpretações errôneas. As atitudes inadequadas dos familiares podem muitas vezes colaborar para a piora clínica do mesmo. O impacto inicial da notícia de que alguém da família tem esquizofrenia é bastante doloroso. Como a esquizofrenia é uma doença pouco conhecida e sujeita a muita desinformação as pessoas se sentem perplexas e confusas. Frequentemente, diante das atitudes excêntricas dos pacientes, os familiares reagem também com atitudes inadequadas, perpetuando um círculo vicioso difícil de ser rompido. Atitudes hostis, críticas e superproteção prejudicam o paciente, apoio e compreensão são necessários para que ele possa ter uma vida independente e conviva satisfatoriamente com a doença.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Excentricidade genial:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Van Gogh passou por muitos sanatórios durante suas crises de alucinação. Chegou a mutilar a própria orelha para oferecê-la a uma prostituta. O pintor tentou o suicídio várias vezes, até dar um tiro no próprio peito em 1890. Além de esquizofrenia, sofria de epilepsia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Syd Barrett era mais do que um músico movido por LSD. Era poeta, pintor e performer da banda Pink Floyd. A droga agravou sua esquizofrenia, doença que o afastou do rock. Atormentado por alucinações, tornou-se jardineiro.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; As grandes depressões de Abraham Lincoln, presidente dos EUA no século 19, estão documentadas em seus escritos. Há neles indícios de esquizofrenia, embora não exista diagnóstico preciso sobre seus distúrbios psíquicos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Dotado de uma técnica primorosa, o bailarino russo Vaclav Nijinsky era chamado de &#8220;o deus da dança&#8221; e &#8220;a oitava maravilha do mundo&#8221;. Após duas décadas de palco, abandou a dança aos 29 anos, por causa de um colapso mental diagnosticado como esquizofrenia. A história está documentada em seu famoso diário.</p>
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<p style="text-align: justify;">
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		<title>Transtorno de Personalidade Narcisista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 18:52:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos de Personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo narcisismo provém da Mitologia Grega, que narra a história de Narciso, um jovem muito bonito que desprezou o amor da ninfa Eco e por isso foi condenado a apaixonar-se por sua própria imagem espelhada na água. Este amor impossível levou Narciso à morte, afogado em seu reflexo. O narcisismo, portanto, retrata a tendência do indivíduo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O termo <strong>narcisismo</strong> provém da Mitologia Grega, que narra a história de Narciso, um jovem muito bonito que desprezou o amor da ninfa Eco e por isso foi condenado a apaixonar-se por sua própria imagem espelhada na água. Este amor impossível levou Narciso à morte, afogado em seu reflexo. O narcisismo, portanto, retrata a tendência do indivíduo de alimentar uma paixão por si mesmo. Segundo Freud, isso acontece com todos até um certo ponto, a partir do qual deixa de ser saudável e se torna doentio, conforme os parâmetros psicológicos e psiquiátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes a palavra “narcisismo” é utilizada <span id="more-461"></span>no senso comum de maneira pejorativa, para designar um excesso de apreço por si mesmo. Para a psicanálise, trata- se de um aspecto fundamental para a constituição do sujeito. Um tanto de amor por si é necessário para confirmar e sustentar a autoestima, mas o exagero é sinal de fixação numa identificação vivida na infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1899, Paul Näcke inseriu esta palavra na esfera psiquiátrica para introduzir um novo tipo de perversão – o amor pela própria imagem. Mencionada por Freud pela primeira vez em seus escritos em 1909, o termo é apresentado como uma fase própria do desenvolvimento humano, quando se realiza a passagem do autoerotismo, do prazer centrado no próprio corpo, para o reconhecimento e a busca do amor em outros objetos – diferentes de si. Passagem importante e cheia de inquietações já que implica a saída da gratificação por aquilo que é efeito apenas da própria imagem – “Narciso só reconhece o que é espelho” – para a realização de uma das conquistas mais importantes da cultura: a possibilidade de viver, aceitar e trabalhar com a alteridade e, portanto, com as diferenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Freud, os narcisistas incidem sobre si mesmos a escolha do objeto sexual, projetando sobre seus parceiros características que são próprias de sua personalidade, buscando neles pontos que coincidam com sua forma de ser, para que possam amar estas pessoas como foram amados por suas mães.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> O que é Transtorno de personalidade narcisista?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão invasivo de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia, que começa na idade adulta e está presente em uma variedade de contextos. Indivíduos narcisistas são caracterizados por fantasias irreais de sucesso e senso de serem únicos, hipersensibilidade à avaliação de outros, sentimentos de autoridade e esperam tratamento especial. Frequentemente apresentam sentimento de superioridade, exagero de suas capacidades e talentos, necessidade de atenção, arrogância e comportamentos autorreferentes. Exibem exagerada centralização em si mesmos, geralmente acompanhada de adaptação superficialmente eficaz, adaptam-se às exigências morais do ambiente como preço a pagar pela admiração; porém, tem sérias distorções em suas relações internas com outras pessoas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Causas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nosso atual conhecimento quanto às causas do transtorno de personalidade narcisista é ainda pequeno e tem muitas incertezas, entretanto está claro que há o envolvimento direto dos componentes da personalidade habitual: constituição corporal, temperamento e caráter. Podemos, de modo mais genérico, entender que a personalidade é composta pela interação de disposições hereditárias e das influências ambientais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas:<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Pacientes com transtorno da personalidade narcisista são muito sensíveis a mágoas por críticas ou derrotas. Muitas vezes não demonstram isso e passam a sentir humilhados, degradados e vazios. Já em alguns casos a reação pode ser de desdém, raiva ou agressivo contra-ataque.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes essas vivências geram um afastamento social ou esforço enorme para se mostrar humilde a fim de esconder a grandiosidade. As relações interpessoais tipicamente são comprometidas pelos problemas resultantes da presunção, da necessidade de admiração e do relativo desrespeito pela sensibilidade alheia. Embora a ambição e a confiança possam levar a altas realizações, o desempenho pode ser perturbado em virtude da intolerância a críticas ou derrotas.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto importante é que esses pacientes, mesmo tendo um prejuízo, muitas vezes apresentam condições financeiras elevadas e bons cargos não sendo uma regra a presença de dificuldade laboral.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico:<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente utilizamos critérios diagnósticos que devem estar presentes de maneira persistentes desde adolescência, para que o especialista possa dizer realmente que o paciente tem transtorno de personalidade narcisista. Em geral, é preciso que ao menos cinco das características abaixo estejam presentes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sentimento grandioso da própria importância. Por exemplo, exagera realizações e talentos, espera ser reconhecido como superior sem realizações comensuráveis</li>
<li>Preocupação com fantasias de ilimitado sucesso, poder, inteligência, beleza ou amor ideal</li>
<li>Crença de ser &#8220;especial&#8221; e único e de que somente pode ser compreendido ou deve associar-se a outras pessoas (ou instituições) especiais ou de condição elevada</li>
<li>Exigência de admiração excessiva</li>
<li>Sentimento de intitulação, ou seja, possui expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou obediência automática às suas expectativas</li>
<li>Explorador em relacionamentos interpessoais, isto é, tira vantagem de outros para atingir seus próprios objetivos</li>
<li>Ausência de empatia: reluta em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e necessidades alheias</li>
<li>Frequentemente sente inveja de outras pessoas ou acredita ser alvo da inveja alheia</li>
<li>Comportamentos e atitudes arrogantes e insolentes.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tratamento:<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não existe um tratamento farmacológico especifico para o transtorno da personalidade narcisista e apenas são empregados medicamentos para tratamento dos transtornos comorbidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, é feita psicoterapia em que ocorre: exame do significado do sucesso; consciência de limites e perspectiva dos outros; exame das crenças sobre valor pessoal e emoções e desenvolvimento de alternativas construtivas.</p>
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<p style="text-align: justify;">
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		<title>Depressão pós-parto em 6 passos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Sep 2016 00:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[depressão pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[disturbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[A depressão pós-parto é surpreendentemente comum. Estima-se que ela afete entre 10 e 20 por cento das mulheres que tiveram bebê. Os sintomas incluem ansiedade, falta de energia e mudanças no padrão de sono e de alimentação. Depressão é uma doença como outra qualquer, que exige tratamento, incluindo remédios e terapia. Acima de tudo, depressão&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto é surpreendentemente comum. Estima-se que ela afete entre 10 e 20 por cento das mulheres que tiveram bebê. Os sintomas incluem ansiedade, falta de energia e mudanças no padrão de sono e de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Depressão é uma doença como outra qualquer, que exige tratamento, incluindo remédios e terapia. Acima de tudo, depressão pós-parto não é culpa da mulher, nem significa rejeição ao bebê.</p>
<h3 style="text-align: justify;">1 &#8211; O que é a depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-396"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto é bem mais séria do que uma melancolia passageira. A grande maioria das mulheres se sente triste nas primeiras duas semanas depois do parto, no chamado blues puerperal, mas é uma melancolia que vai embora sozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da depressão pós-parto, a tristeza e a falta de energia não melhoram conforme o tempo passa. A mulher não vê graça em quase nada: as situações prazeirosas são cada vez mais raras.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que a mulher ou algum familiar reconheçam logo a depressão, para que ela receba o apoio e o tratamento necessários. Sem tratamento, a depressão pode durar meses e até anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas não têm uma explicação exata para a depressão pós-parto, mas acreditam que seja uma combinação de fatores hormonais, ambientais, psicológicos e genéticos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2 &#8211; Como posso saber se estou com depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">Veja a seguir uma lista dos sintomas mais comuns da depressão pós-parto. Muitas vezes os familiares e amigos os reconhecem antes da mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais variam de mulher para mulher. Você pode estar sentindo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Tristeza constante, especialmente na parte da manhã e/ou à noite</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de que nada de bom vem pela frente</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de culpa e de responsabilidade por tudo</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Irritabilidade e falta de paciência</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vontade de chorar o tempo todo</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Exaustão permanente, mesmo quando consegue descansar um pouco</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dificuldade de se divertir</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda do bom humor</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de não conseguir lidar com as circunstâncias da vida</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Enorme <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/a25014021/n%C3%A3o-confio-em-ningu%C3%A9m-para-cuidar-do-beb%C3%AA">ansiedade em relação ao bebê</a> </span>e busca constante por garantias, por parte de profissionais de saúde, de que ele está bem</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação com sua própria saúde, possivelmente acompanhada pelo temor de ter alguma doença grave</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Falta de concentração</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de que o bebê é um estranho e não seu filho</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/e25007777/situa%C3%A7%C3%B5es-de-emerg%C3%AAncia">Pensamentos negativos demais</a></span> em relação a você ou ao bebê</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vontade de fugir, de sumir</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esses sinais são frequentes em muitas mães. É normal ter dias ruins. Mas, se você está tendo esses sentimentos na maioria dos dias, e não parece estar melhorando, você pode estar com depressão pós-parto.</p>
<p>Se achar que pode estar com depressão pós-parto, converse com alguém. O ideal é falar com um médico, nem que seja o pediatra do seu filho ou o obstetra que acompanhou sua gravidez.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3 &#8211; Quanto tempo depois do parto a depressão pós-parto acontece?</h3>
<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto costuma aparecer no primeiro mês depois do parto, mas ela também pode surgir a qualquer momento ao longo do primeiro ano do bebê.</p>
<p>Em alguns casos, a mulher está se sentindo bem e se adaptando à vida de mãe, e a depressão aparece. Em outros casos, ela já estava <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/a1500600/depress%C3%A3o-na-gravidez">deprimida durante a gravidez</a></span>, e a chegada do bebê não traz alívio.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; Existem mulheres mais propensas a ter depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas ainda não sabem exatamente por que certas mulheres ficam deprimidas e outras não. Porém há certas situações que parecem aumentar o risco de uma depressão pós-parto. São elas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Já ter passado por uma depressão antes ou algum outro problema de saúde mental</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a1500600/depress%C3%A3o-na-gravidez">Ter tido depressão durante a gravidez</a></span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não ter família ou parceiro por perto</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dificuldades financeiras, no trabalho ou no relacionamento</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter passado por um <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a4300007/como-superar-uma-experi%C3%AAncia-de-parto-negativa">parto difícil</a> ou </span><a href="http://brasil.babycenter.com/c25004355/recuperando-se-do-parto"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">complicações de saúde no pós-parto</span> </a></span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter tido um um bebê prematuro ou com problemas de saúde</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Dificuldade em amamentar</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda de um ente querido, recentemente ou no passado &#8212; o nascimento do bebê pode despertar lembranças dolorosas</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">5 &#8211; Qual é o tratamento da depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">É importante você saber que, com ajuda, vai se sentir melhor. Lembre-se: ter depressão pós-parto não significa que você não é uma boa mãe para o seu filho, nem representa risco de alguém querer afastar seu filho de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Para casos leves de depressão pós-parto, apoio e orientação podem ajudar. Mas, para casos moderados a graves, os tratamentos são os seguintes: terapia e antidepressivos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">6 &#8211; O que posso fazer para superar a depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tente manter uma alimentação saudável</strong>:</p>
<p>Caso não tenha apetite, procure fazer pequenas refeições regularmente, para que os níveis de açúcar no seu sangue não caiam. Você precisa de energia, assim como seu sistema imunológico.</p>
<p><strong>Descanse bastante:</strong></p>
<p>Durma quando conseguir, ou simplesmente relaxe. Se alguém puder cuidar do bebê para você, aproveite para tirar uma soneca durante o dia, tome um banho bem relaxante ou escolha uma boa leitura e curta alguns momentos de preguiça.</p>
<p><strong>Exercite-se</strong> :</p>
<p>Pode ser a última coisa que você tenha vontade de fazer neste momento, mas ter <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a25011871/como-encontrar-tempo-para-fazer-exerc%C3%ADcio">alguma atividade física</a> </span></span>vai ajudar você a se sentir melhor, tanto mental como fisicamente.</p>
<p>Você pode entrar em alguma aula de ginástica, por exemplo.Mas, se não for possível, só de sair para uma caminhada você já verá benefícios.</p>
<p><strong>Encontre-se com outras mães</strong> :</p>
<p>A vida de uma mãe recente já pode ser bastante solitária, e o sentimento de solidão é pior ainda quando se convive com a depressão. Procure conhecer outras mães que estão na mesma fase de vida &#8212; é bom saber que não é só você que vive determinadas situações, como o cansaço de cuidar de um bebezinho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não seja dura consigo mesma:</strong></p>
<p>Você está doente e precisa de tempo e espaço para se recuperar. Não se sobrecarregue de tarefas domésticas que não sejam urgentes e adie as &#8220;grandes&#8221; decisões por enquanto. Permita-se alguns mimos.</p>
<p><strong>Aceite ajuda:</strong></p>
<p>Deixe que amigos e familiares façam tarefas por você, e peça ajuda especialmente ao seu parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado do texto! Voltem sempre, pois temos conteúdo novo toda sexta! Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejar! Muito obrigada!</p>
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