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	<title>Arquivo de TDAH - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de TDAH - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 01:28:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem. Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem.</p>
<p>Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12, por exemplo.</p>
<p>Por isso, neste artigo, falaremos sobre os problemas de memória e explicaremos como a psicoterapia pode ajudar a resolver essa condição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Qual a relação entre saúde mental e problemas de memória?</strong></h4>
<p>Quando há uma interferência no armazenamento e na recordação de informações pelo cérebro, estamos diante de um problema de memória.</p>
<p>Em certa medida, quando nos referimos às pessoas idosas, o declínio da memória é uma condição considerada como normal. No entanto, há casos mais severos que precisam ser acompanhados pelo médico para descartar algumas patologias, como o Alzheimer.</p>
<p>Contudo, os problemas de memória também podem estar presentes em pessoas mais jovens, como adolescentes e adultos. Nesses casos, é comum que eles estejam relacionados a alguma questão de saúde mental.</p>
<p>Isso significa que algumas condições psicológicas podem provocar a dificuldade de lembranças no indivíduo, como:</p>
<p><strong>1 &#8211; Ansiedade:</strong> Devido aos pensamentos acelerados, a pessoa ansiosa pode ter dificuldade para se concentrar em tarefas, lembrar de conversas e de eventos passados, por exemplo.</p>
<p><strong>2 &#8211; Depressão:</strong> Pessoas que sofrem de depressão apresentam o declínio da memória, uma vez que perdem a capacidade de reter informações e de se concentrar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade</strong>: O TDAH tem como algumas de suas características a inquietação e a dificuldade de concentração. Isso, consequentemente, pode afetar a capacidade de memória do indivíduo.</p>
<p><strong>4 &#8211; Estresse:</strong> O estresse crônico, a <strong>Síndrome de Burnout</strong> e o <strong>Transtorno de</strong> <strong>Estresse Pós-Traumático (TEPT)</strong> também são condições que afetam a memória de alguma forma.</p>
<p><strong>5 &#8211; Transtorno de bipolaridade</strong>: Esse transtorno é caracterizado pela oscilação entre duas fases – mania e depressão. Nesta segunda, o indivíduo fica inquieto e com dificuldade para prestar atenção no que está acontecendo, o que desencadeia problemas de memória.</p>
<p><strong>Outras causas dos problemas de memória </strong></p>
<p>Além das questões de saúde mental apresentadas anteriormente, outros fatores podem desencadear problemas de memória, como:</p>
<p>1 &#8211; Aneurisma cerebral</p>
<p>2 &#8211; Desequilíbrio hormonal</p>
<p>3 &#8211; Deficiência de vitamina B12</p>
<p>4 &#8211; Acidente Vascular Cerebral (AVC)</p>
<p>5 &#8211; Lesões e/ou infecções no cérebro</p>
<p>6 &#8211; Privação do sono</p>
<p>7 &#8211; Abuso de álcool e drogas</p>
<p>8 &#8211; Ingestão de certos medicamentos</p>
<p>Diante de tantos fatores, é imprescindível buscar a ajuda de um profissional da saúde quando apresentar alguma interferência na capacidade de memória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</strong></h4>
<p>Como vimos, a perda da capacidade do cérebro de reter informações pode estar relacionada com questões de saúde mental. Isso significa que, se esse for o seu caso (ou de alguém conhecido), será preciso tratar essa questão por meio da psicoterapia.</p>
<p>Sim, a ajuda de um psicólogo para quem tem problemas de memória relacionados a questões como ansiedade, depressão, estresse, etc., é o melhor tratamento, uma vez que esse profissional auxiliará na resolução do problema de saúde mental de origem.</p>
<p>Por exemplo: se uma pessoa sofre com a Síndrome de Burnout e, consequentemente, com o esquecimento, o psicólogo a ajudará a encontrar caminhos para mudar sua relação com o trabalho de forma que o estresse e a estafa sejam controlados.</p>
<p>Além disso, na psicoterapia, é trabalhada a autoestima, a execução de hábitos saudáveis (incluindo meditação, técnicas de respiração e hobbies) e o planejamento de vida, questões essenciais para que o paciente possa melhorar a sua saúde mental (e física). Assim, à medida que essas questões internas vão sendo tratadas, os problemas de memória se tornam menos intensos – até serem solucionados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como melhorar e preservar a memória?</strong></h4>
<p>Além da terapia, existem outras formas de melhorar – e até mesmo preservar – a memória.</p>
<p>Sim, mesmo quem não possui essa capacidade afetada, deve pensar em formas de trabalhá-la todos os dias para manter a saúde desta função cerebral, garantindo um envelhecimento bem mais saudável.</p>
<p>Sendo assim, listamos algumas ações que você pode (e deve) fazer para melhorar a sua capacidade de armazenamento de informações.</p>
<p><strong>1 &#8211; Exercite a memória </strong></p>
<p>Treinar a memória diariamente é uma forma de prevenir essa função do cérebro, sobretudo durante o envelhecimento. Sendo assim, existem várias formas de exercitar a sua memória e estimulá-la, como:</p>
<ul>
<li>Ler;</li>
<li>Fazer palavras cruzadas;</li>
<li>Fazer cálculos mentais;</li>
<li>Tentar se lembrar dos acontecimentos do dia antes de se deitar;</li>
<li>Jogar jogos de memorização.</li>
</ul>
<p>Conforme recomendação médica, esses exercícios também podem ser feitos durante o tratamento de alguma condição de saúde mental que tenha a perda temporária de memória como um sintoma.</p>
<p><strong>2 &#8211; Tenha uma boa alimentação</strong></p>
<p>Manter uma alimentação equilibrada e nutritiva também é essencial para o bom funcionamento do corpo e da mente.</p>
<p>Para isso, é necessário consumir alimentos ricos em ômega 3 e óleos graxos – que ajudam os neurônios a cumprirem com suas funções – e reduzir o consumo de carboidratos e açúcar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Garanta a qualidade do seu sono</strong></p>
<p>Uma boa noite de sono é fundamental para a preservação da memória. Por outro lado, poucas horas de sono ou uma noite de má qualidade podem prejudicar o registro de memórias de curto prazo.</p>
<p>Sendo assim, é imprescindível buscar fazer uma higienização do sono, que significa criar hábitos que favoreçam o sono duradouro e de qualidade. Dentre as principais ações, estão:</p>
<ul>
<li>Evitar consumir bebidas estimulantes no final do dia;</li>
<li>Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de se deitar;</li>
<li>Manter o quarto escuro e com som ambiente.</li>
</ul>
<p><strong>4 &#8211; Mantenha o seu peso controlado </strong></p>
<p>Um aspecto inimaginável para muitas pessoas, o controle adequado do peso pode prevenir o surgimento de problemas de memória. Sim, estar muito acima ou muito abaixo do peso pode trazer riscos para essa área do cérebro.</p>
<p>Por isso, tenha em mente que o controle do peso vai muito além de questões estéticas. Ele tem a ver com saúde física e mental também.</p>
<p class="wp-block-heading" data-beyondwords-marker="831adec4-81de-4fe0-9988-1af2137fc1b3"><strong>5. Pratique o autocuidado </strong></p>
<p data-beyondwords-marker="b1cdae70-d098-414f-8341-4e730480deb2">Por fim, pratique o autocuidado para preservar a sua saúde mental, sua memória e ter qualidade de vida. Isso envolve, dentre outras ações:</p>
<ul class="wp-block-list" data-beyondwords-marker="83e35f07-62ab-4417-8900-8f288f485ca9">
<li data-beyondwords-marker="0ba3b70b-d8dd-40b5-a9f0-d87a8a74f0f0">Tirar um tempo para praticar um hobby;</li>
<li data-beyondwords-marker="8d7e1099-2604-4525-aff4-6933b530191d">Reservar momentos para estar com a família e amigos;</li>
<li data-beyondwords-marker="b6e3ec51-2628-465e-9b5e-49e70be8327a">Colocar limites para se preservar, inclusive no trabalho;</li>
<li data-beyondwords-marker="a06240ee-8bb0-4558-bf3a-0c0db2230c8b">Praticar atividade física para liberar hormônios que reduzem o estresse;</li>
<li data-beyondwords-marker="dcb874de-f2ef-4b1f-aa22-f26eef84b84a">Fazer terapia para trabalhar o autoconhecimento.</li>
</ul>
<p data-beyondwords-marker="027d827c-5d1c-4f2b-bdb8-dab15fa19aa8">Dessa maneira, é possível ter uma vida mais saudável e com as funções cognitivas preservadas. A curto, médio e longo prazo os benefícios são incalculáveis. Portanto, cuide de si e da sua memória!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Transtorno de Acumulação: o que é, causas e tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 17:55:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem. Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem.</p>
<p>Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para o desencadeamento de outras questões emocionais, como o sofrimento, a angústia e os conflitos (internos e externos).</p>
<p>Neste artigo, vamos falar tudo sobre o Transtorno de Acumulação para que você o conheça e possa perceber se há chances de alguém ao seu redor tê-lo. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o Transtorno de Acumulação?</strong><span id="more-2754"></span></p>
<p>O Transtorno de Acumulação consiste no acúmulo de objetos de pouco ou nenhum valor. O portador dessa condição possui muita dificuldade, e até mesmo uma angústia profunda, para se desapegar de tais itens, o que faz com que ele os acumule.</p>
<p>É muito importante diferenciar esse transtorno das coleções. Isso porque o colecionador acumula itens de uma mesma categoria e de forma ordenada.</p>
<p>Enquanto isso, a pessoa acumuladora não tem organização para guardar os objetos e acumula itens que não apresentam valor sentimental ou material.</p>
<p>Além disso, a ansiedade costuma ser uma condição muito forte e presente no Transtorno de Acumulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as causas desse transtorno?</strong></p>
<p>As causas do Transtorno de Acumulação são variadas, mas geralmente estão associadas a fatores emocionais.</p>
<p>Assim, a pessoa acometida por esse transtorno pode já apresentar algum outro problema de saúde mental, como: Depressão, Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), entre outros.</p>
<p>Além disso, muitos indivíduos desenvolvem essa condição para suprir uma necessidade e carência emocional. Outros, acumulam itens por acreditarem que esses podem fazer com que eles se tornem mais importantes para a sociedade.</p>
<p>Cabe mencionar que, além da pré-existência de outras condições mentais e emocionais, existem ainda outros fatores de risco para o Transtorno de Acumulação, como: histórico familiar de acumulação, traumas mal resolvidos,</p>
<p>personalidade indecisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Principais sintomas do Transtorno de Acumulação</strong></p>
<p>Os sintomas do Transtorno de Acumulação podem surgir ainda na adolescência, por volta dos 11 e 15 anos de idade, mas tem uma piora gradativa e significativa à medida que a pessoa envelhece.</p>
<p>Assim, entre os principais sinais dessa condição, estão:</p>
<ul>
<li>Necessidade incontrolável de acumular objetos com pouco ou nenhum valor;</li>
<li>Angústia quando precisa se desfazer desses itens;</li>
<li>As áreas de convívio da casa ficam desorganizadas e cheias com os objetos, impossibilitando o uso delas;</li>
<li>Quando confrontado por pessoas próximas, o acumulador nega ou se constrange, mas não cogita mudar seus hábitos;</li>
<li>Isolamento social, uma vez que a pessoa se sente constrangida;</li>
<li>Pode haver acumulação compulsiva de animais de estimação, mas o indivíduo não consegue suprir as necessidades deles;</li>
<li>Dificuldade para tomar decisões;</li>
<li>Dificuldade para executar tarefas diárias;</li>
<li>Ansiedade, principalmente quando pensa que precisa se desfazer dos objetos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é realizado o diagnóstico dessa condição?</strong></p>
<p>O diagnóstico do Transtorno de Acumulação é realizado a partir de uma avaliação médica e/ou psicológica. Para isso, o especialista leva em consideração alguns critérios bastante específicos, como:</p>
<ul>
<li>paciente sente muita dificuldade para se desfazer de bens;</li>
<li>Ele realmente acredita que precisa guardar determinados objetos, independente do seu valor;</li>
<li>Os itens acumulados causam desorganização nas áreas de convívio da casa e interferem na forma como elas são utilizadas;</li>
<li>O indivíduo se sente angustiado diante da possibilidade de ter que se desfazer de algum dos seus bens.</li>
<li>Há uma redução da sua capacidade funcional por causa do acúmulo compulsivo, isto é, a pessoa não consegue realizar tarefas simples.</li>
</ul>
<p>Vale dizer que dificilmente a pessoa que sofre com esse problema o reconhece. Por isso, muitas vezes, a sinalização da possível condição é realizada por alguém próximo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Existe tratamento para o Transtorno de Acumulação?</strong></p>
<p>Sim, existe tratamento para o Transtorno de Acumulação, sendo que o principal meio é a psicoterapia.</p>
<p>Ao encorajar o paciente a refletir, as sessões de terapia conseguem auxiliá-lo a modificar a forma como pensa e age. Assim, gradativamente, ele conseguirá reduzir essa carência emocional e, consequentemente, o apego pelos itens acumulados.</p>
<p>Além disso, para que não haja recaídas, o acompanhamento psicológico trabalha a tomada de decisões – considerando que o indivíduo costuma ser indeciso – e a ansiedade – que é uma das molas propulsoras para o acúmulo compulsivo.</p>
<p>No entanto, convém mencionar que a implementação do tratamento costuma ser difícil, uma vez que o acumulador compulsivo não costuma enxergar a sua situação como um problema. Por isso, é tão importante que familiares e amigos auxiliem-no nessa jornada, mostrando a importância de ele se cuidar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como ajudar um acumulador compulsivo?</strong></p>
<p>Como mencionado anteriormente, é indispensável o apoio de pessoas próximas, uma vez que a pessoa acumuladora pode resistir ao tratamento.</p>
<p>Por isso, se você tem alguém do seu convívio que passa por esse problema, aqui vão algumas dicas para ajudá-lo e orientá-lo:</p>
<p><strong>1- Não julgue</strong></p>
<p>A sua ajuda começa em não julgar a pessoa acumuladora. Isso significa que é muito importante ser empático, mostrando a ela que você entende o seu lado.</p>
<p>O julgamento, além de constranger o indivíduo, pode fazer com que ele se feche ainda mais para receber qualquer tipo de ajuda. Portanto, é muito importante ter essa leveza e cordialidade.</p>
<p><strong> 2- </strong><strong>Tenha paciência</strong></p>
<p>Também é importante ter muita paciência, principalmente se você convive na mesma casa que essa pessoa. Afinal, pode ser bastante desafiador estar em um ambiente cheio de itens acumulados, que podem até mesmo impedir o fluxo de pessoas.</p>
<p>Acontece que a falta de paciência com o acumulador pode desencadear nele ainda mais ansiedade e estresse, o que não contribui em nada para a melhora do seu estado.</p>
<p><strong> 3- </strong><strong>Pontue os riscos da prática de acumulação</strong></p>
<p>De forma objetiva, clara e educada, pontue os riscos aos quais a pessoa está exposta ao acumular itens, como:</p>
<ul>
<li>Isolamento social;</li>
<li>Condições insalubres;</li>
<li>Risco de incêndio;</li>
<li>Conflitos familiares;</li>
<li>Desempenho precário no trabalho;</li>
<li>Aparecimento de outras condições mentais, etc.</li>
</ul>
<p><strong>4- Proponha a busca de uma ajuda especializada:</strong></p>
<p>Incentive a pessoa a buscar a ajuda especializada de um psicólogo, caso ela ainda não tenha procurado um. Aponte todos os benefícios que ela terá ao investir na psicoterapia. Você também pode se propor a ajudá-la a procurar um bom profissional e até mesmo acompanhá-la ao consultório, caso as sessões sejam presenciais. Dessa forma, você contribuirá para que ela se sinta mais segura para modificar a sua realidade, que é tão dolorosa e causa tanto sofrimento.</p>
<p>Persista e não a desampare, pois assim como outros transtornos, esse também demanda acompanhamento para o resgate da saúde mental do paciente!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Hiperatividade: conheça alguns sinais e fique atento!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 03:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento. Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento.</p>
<p>Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim e a hiperatividade na vida adulta traz consequências, sobretudo, para a vida profissional e social. No post de hoje, compartilhamos alguns sinais comuns de hiperatividade em todas as idades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que é hiperatividade?</strong></h3>
<p><span id="more-2696"></span></p>
<p>A hiperatividade é um estado de intensa agitação ligado à ansiedade. Ele pode se manifestar por meio de desordem motora ou mental. Por conta disso, a pessoa hiperativa tem dificuldade de ficar quieta, principalmente as crianças.</p>
<p>Crianças hiperativas não são apenas “agitadas”, mas, sim, possuem dificuldade para conter a inquietação crescente, ainda que ela apareça em situações corriqueiras que ‘não deveriam’ causar inquietação.</p>
<p>Por isso, a hiperatividade é, ainda, um sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), condição do neuro desenvolvimento caracterizada pela falta de atenção e inquietação extrema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que pode ser confundido com hiperatividade?</strong></h3>
<p>Normalmente, o TDAH é diagnosticado em crianças consideradas “muito agitadas”, mas é cada vez mais comum que jovens e adultos recebam esse diagnóstico após perceberem certas dificuldades.</p>
<p>Por exemplo, percebem que sempre tiveram problemas para prestar atenção nas aulas e, por isso, iam mal na escola ou na faculdade. Não era uma questão de “má vontade”, “indisciplina” ou “preguiça”, mas de dificuldade de concentração e memorização.</p>
<p>O diagnóstico tardio tende a acontecer porque essa condição é muitas vezes confundida com outras, como o transtorno de bipolaridade, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e até o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p>
<p>Nem todo comportamento que parece hiperativo tem ligação com a hiperatividade. Se alguém já apresentou um ou dois sintomas muitos anos atrás ou recentemente, é provável que eles não tenham ligação com o TDAH ou a hiperatividade. Ainda assim, vale investigar a situação com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como diagnosticar a hiperatividade?</strong></h3>
<p>Assim que os primeiros sinais de hiperatividade forem notados em crianças, os pais já podem levar os pequenos ao médico ou ao psicólogo para fazer uma avaliação.</p>
<p>Já no caso de adultos, eles mesmos podem procurar um profissional ao analisar quais comportamentos hiperativos estão presentes em suas vidas. Para um adolescente ou adulto receber o diagnóstico de TDAH, os sintomas precisam estar presentes desde antes dos 12 anos.</p>
<p>Na consulta com o médico psiquiatra, é normalmente feito um questionário para identificar quais sintomas estão presentes e a sua severidade. Após a avaliação, o médico monta um plano de tratamento e pode encaminhar o paciente para um psicólogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Qual a idade para diagnosticar hiperatividade?</strong></h3>
<p>Não existe uma idade certa para o diagnóstico da hiperatividade, mas ele costuma acontecer na infância devido à familiaridade de como os sintomas se manifestam nesta faixa etária. Além da família, professores podem identificar comportamentos hiperativos nos pequenos e apontá-los para os pais.</p>
<p>A hiperatividade se manifesta de modo diferente em jovens e adultos, por isso, entender que os sintomas são, de fato, sinais de hiperatividade tende a levar mais tempo.</p>
<p>Não raro essas pessoas internalizam crenças negativas sobre si mesmas em razão do que é dito por terceiros. Por exemplo, se acham preguiçosas, burras ou incompetentes. Assim, essas pessoas não procuram ajuda profissional para tentar entender o seu próprio comportamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de hiperatividade</strong></h3>
<p>Como dito, a hiperatividade pode se manifestar de diversas formas, tais como:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Impulsividade</strong></p>
<p>A impulsividade é um dos sinais mais comuns de hiperatividade. Pessoas hiperativas tomam decisões precipitadas das quais normalmente se arrependem depois. Na vida adulta, a dificuldade para controlar impulsos pode refletir negativamente na sua vida financeira. O indivíduo pode desenvolver o hábito de adquirir objetos ou serviços desnecessários para satisfazer uma necessidade momentânea, endividando-se no processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Desorganização</strong></p>
<p>A agitação da hiperatividade se manifesta tanto na inquietação corporal quanto de pensamento. Sendo assim, pessoas hiperativas costumam ser desorganizadas. Elas deixam os cômodos desarrumados e objetos fora do lugar e não se lembram onde os colocaram durante o momento de distração. Da mesma forma, perdem objetos importantes, como chaves ou documentos, com frequência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Dificuldade de gerir o tempo</strong></p>
<p>A desorganização também se estende para a capacidade de gerenciar o tempo. Pessoas hiperativas podem se esquecer e se atrasar para compromissos com mais frequência. Não quer dizer que elas não os consideram importantes. Há estudos que apontam que a percepção do tempo é diferente para alguns indivíduos diagnósticos com TDAH, especialmente em crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Inquietação</strong></p>
<p>A inquietação é um dos sintomas centrais da hiperatividade. Ela pode ser percebida nos seguintes comportamentos:</p>
<ul>
<li>Movimentar os pés e as mãos;</li>
<li>Falar demais ou rapidamente;</li>
<li>Andar pelos cômodos;</li>
<li>Distrair-se facilmente durante uma aula ou atividade que requer atenção prolongada;</li>
<li>Sempre estar mexendo em objetos;</li>
<li>Ter dificuldade para esperar a sua vez; e</li>
<li>Sensação de inquietude, como se algo precisasse ser feito para contê-la.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Alterações no humor</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a alteração no humor. Pessoas hiperativas tendem a sentir emoções intensas, como raiva, frustração e decepção. A impressão passada para os demais é que a pessoa muda de humor rapidamente sem razão ou por motivos demasiadamente simples, como não ter o produto que ela gosta no supermercado. O que acontece, na verdade, é que ela tem dificuldade para controlar as suas emoções e impulsos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Dificuldade para lidar com o estresse</strong></p>
<p>A resposta ao estresse também costuma ser elevada. Assim, quem tem hiperatividade sente os efeitos do estresse, como irritabilidade, falta de energia, dificuldade para dormir e alterações nos hábitos alimentares, mais intensamente. Do mesmo modo, têm dificuldade para controlá-los, sofrendo com os efeitos do estresse por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7- Problemas para completar tarefas</strong></p>
<p>A falta de organização e a percepção diferenciada do tempo acaba prejudicando a conclusão de tarefas dentro de determinados prazos. Pessoas hiperativas conseguem executar e concluir tudo o que se sujeitam a fazer, mas podem se atrapalhar durante a atividade.</p>
<p>A ansiedade para terminar no prazo e seguir o ritmo dos outros pode conduzir a erros e elevar os níveis de estresse. Então, é preciso compreender que pessoas hiperativas simplesmente possuem outras maneiras de fazer as coisas, as quais podem exigir mais tempo. E não há nada de errado nisso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8- Baixa tolerância à frustração</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a baixa tolerância à frustração. Como pessoas hiperativas possuem dificuldade de regular as suas emoções, é comum que não respondam bem à frustração. Por isso, desistem mais rapidamente de atividades que consideram frustrantes ou possuem reações mais exageradas à frustração do que quem não tem hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como a terapia pode ajudar com a hiperatividade?</strong></h3>
<p>O tratamento para a hiperatividade ou o TDAH em crianças tende a ser composto por vários profissionais, como o médico, o psicólogo, o fonoaudiólogo, entre outros.</p>
<p>Tanto os pais quanto a escola são agentes ativos durante o tratamento, sobretudo, na terapia. O psicólogo precisa conversar com os pais e com o psicólogo da escola ou professores para compreender o quadro da criança e acompanhar a sua evolução. Desta forma, o profissional consegue fazer uma avaliação completa.</p>
<p>No caso dos adultos, a terapia possui várias funções: ajudar na organização pessoal, profissional ou acadêmica, trabalhar a autoestima, ensinar a gerenciar a ansiedade, promover o controle da impulsividade, entre outros.</p>
<p>Através de um conjunto de hábitos e técnicas, pacientes adultos encontram a sua fórmula ideal para lidar com a hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a hiperatividade no dia a dia?</strong></h3>
<p>Além do tratamento com especialistas, pessoas hiperativas podem seguir as seguintes dicas para minimizar o impacto da inquietação no dia a dia:</p>
<ul>
<li>Diminuir o consumo de alimentos estimulantes, como café, chá preto, energéticos, refrigerantes, entre outros;</li>
<li>Praticar meditação para promover um estado mental de tranquilidade;</li>
<li>Simplificar tarefas, quebrando-as em metas pequenas para evitar a sobrecarga;</li>
<li>Praticar técnicas relaxantes, como respiração profunda e visualização, para clarear os pensamentos;</li>
<li>Ter uma agenda, seja física ou digital, para conferir os compromissos do dia e semana;</li>
<li>Praticar exercícios físicos;</li>
<li>Fazer caminhadas; e</li>
<li>Procurar analisar um desejo antes de ceder à impulsividade.</li>
</ul>
<p>A ausência de tratamento da hiperatividade na infância pode fazer com que, na vida adulta, as pessoas tenham dificuldade de regular emoções, gerenciar a frustração, desenvolver habilidades sociais para a convivência profissional e aprender a controlar impulsividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Como anda sua autoestima? Conheça alguns sinais de baixa autoestima!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 20:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A autoestima é basicamente a maneira como você se enxerga. Nesse texto, falaremos mais profundamente sobre os sinais mais comuns da baixa autoestima e como ela pode se manifestar no dia-a-dia. Quando se pensa sobre isso, logo se faz uma associação com a aparência, mas a autoestima é um conceito abrangente. Ela é formada por&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A autoestima é basicamente a maneira como você se enxerga. Nesse texto, falaremos mais profundamente sobre os sinais mais comuns da baixa autoestima e como ela pode se manifestar no dia-a-dia.</p>
<p>Quando se pensa sobre isso, logo se faz uma associação com a aparência, mas a autoestima é um conceito abrangente. Ela é formada por um conjunto de crenças, sentimentos e opiniões as quais você mantém sobre si mesmo.</p>
<p>Muitos têm dificuldade para construir e sustentar uma visão positiva acerca de quem são. Não gostam da sua aparência, do seu jeito de ser, do seu trabalho, do lugar onde moram, entre outros e, como resultado, não conseguem se amar e cuidar de si mesmos como deveriam. A essa dificuldade de aceitar e de gostar de si mesmo damos o nome de baixa autoestima.</p>
<p>A baixa autoestima pode se manifestar de diversas formas, e ela está associada a uma série de fatores, como motivação e autoconhecimento, e pode trazer vários problemas para nossa vida profissional, afetiva e social.</p>
<p><strong>Você tem baixa autoestima?</strong></p>
<p>A baixa autoestima pode se manifestar de muitas formas, e nem sempre as pessoas percebem os sinais. Por isso, no dia a dia, elas alimentam pensamentos e emoções negativas que tornam a possibilidade de autoaceitação cada vez mais difícil.</p>
<p>Abaixo, confira alguns sinais que ajudam a identificar a falta de autoestima e veja se consegue percebê-los em você.</p>
<ul>
<li><strong>Falta de confiança: </strong></li>
</ul>
<p>A falta de confiança e a baixa autoestima andam juntas. Afinal, quem não se acha merecedor, dificilmente têm confiança para encarar desafios, fazer movimentos de mudança, firmar relacionamentos e tirar seus planos de vida do papel.</p>
<p>Este é um dos primeiros sinais notados em quem não tem uma boa opinião de si mesmo.</p>
<ul>
<li><strong>Reclamações constantes: </strong></li>
</ul>
<p>A baixa autoestima também pode se manifestar em forma de reclamações constantes. Como ver o lado positivo da vida é difícil para quem tem baixa autoestima, esses indivíduos normalmente desenvolvem o hábito de reclamar. Eles colocam defeito em tudo, mesmo quando a situação é positiva e os outros estão felizes com ela.</p>
<p>Reclamar constantemente não apenas afasta as pessoas que não querem conviver com tanta negatividade, como também fortalece pensamentos e crenças negativas. Sendo assim, o indivíduo encontra ainda mais dificuldade para elevar a sua autoestima.</p>
<ul>
<li><strong>Medo da rejeição: </strong></li>
</ul>
<p>O medo de rejeição não diz respeito somente aos relacionamentos afetivos. Afinal, quem tem medo de ser rejeitado não consegue compartilhar as suas ideias no ambiente de trabalho, tem uma postura passiva por temer repreensões e deixa passar muitas oportunidades para o seu desenvolvimento pessoal.As pessoas possuem opiniões, preferências e visões de mundo distintas, por isso, a rejeição é uma parte da vida e dificilmente conseguimos fugir dela. A baixa autoestima, nesse caso, pode se manifestar em forma de dificuldade para gerenciar as emoções que resultam da rejeição, levando-as sempre para o lado pessoal.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Medo de enfrentar desafios:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Se você sempre vê o lado negativo e sofre antes mesmo de as situações se desenrolarem, provavelmente tem medo de enfrentar desafios. E se você não conseguir superá-los? Ou, mesmo, se houver imprevistos no caminho? E se você não tiver capacidade de encontrar soluções para os seus problemas? E se alguém começar a pensar negativamente sobre você?</p>
<p>Esses são questionamentos comuns de quem não confia o suficiente em si mesmo para enfrentar situações as quais considera complicadas.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Perfeccionismo:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Pessoas com autoestima baixa normalmente se cobram demais. Sentem que se não conseguem atingir os seus próprios ideais de perfeição, se consideram incompetentes, preguiçosas e sem talento. Elas também têm dificuldade para perceber que são seres imperfeitos, assim como o restante das pessoas. Assim, entram em um ciclo de perfeccionismo, derrotas e frustração do qual podem levar muito tempo para sair.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Autopunição:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Uma forma muito comum da baixa autoestima se manifestar é em forma de autopunição. As punições podem acontecer de múltiplas formas, como descuidar da alimentação mesmo sabendo da sua importância para a saúde ou se negar algo a muito esperava – um evento, uma roupa ou um momento de descanso. Essas pequenas punições trazem uma sensação de prazer momentânea, como se a justiça estivesse sendo feita, e reforçam a crença do não merecimento.</p>
<p><strong>Problemas da baixa autoestima</strong></p>
<p>Como se pode ver anteriormente, a auto percepção negativa molda o nosso comportamento.</p>
<p>Um indivíduo inseguro que teme rejeição e sempre vê o lado negativo das coisas tende a se colocar em posição desfavorável em relação a si mesmo. Ele não consegue dar a sua opinião no trabalho, tem dificuldade para ser proativo, não investe em si mesmo através da aquisição de conhecimento, tem medo de se relacionar e aceita suas derrotas, optando por desistir em vez de tentar novamente. Assim, consequentemente, sua vida não lhe traz a felicidade e as realizações desejadas.</p>
<p>Pessoas com autoestima baixa almejam o sucesso como todas as outras, mas acreditam não ter capacidade para conquistá-lo. Deste modo, se auto sabotam constantemente e se levam a acreditar que estão satisfeitas com resultados medíocres ou com não ter os seus desejos atendidos.</p>
<p>Já pessoas com autoestima alta acreditam que merecem coisas boas e, por isso, encontram motivação e disposição para correr atrás dos seus sonhos. Elas encaram seus erros, frustrações e fracassos como oportunidades para mudar a maneira que têm feito as coisas. Assim, conseguem se planejar para tentar novamente e adquirir os resultados desejados.</p>
<p>A opinião que mantemos de nós mesmos é, então, muito importante. Assim como você não precisa ser arrogante e se colocar acima das pessoas, não precisa se colocar em uma posição de inferioridade. Basta ter uma opinião positiva acerca de si mesmo, reconhecer suas qualidades e usá-las para o seu benefício em vez de desvalorizá-las.</p>
<p><strong>Como elevar a autoestima?</strong></p>
<p>Com o tempo, a maneira como nos vemos se torna uma espécie de verdade universal e imutável. Afinal, acreditamos que não podemos mudar nossa personalidade e atitudes e, se as enxergamos sob uma luz negativa, sofremos com isso. Entretanto, podemos tanto mudar comportamentos quanto a maneira como os enxergamos.</p>
<p>Elevar a autoestima é um trabalho longo e contínuo que dura a vida inteira. Isso porque até as pessoas com autoestima alta podem passar por fases difíceis onde plantam dúvidas em suas mentes acerca de seu próprio potencial. Mas, elevar a autoestima também é voltar o olhar para si mesmo e estar disposto a encarar a sua própria vulnerabilidade.</p>
<p>Para começar a mudar a maneira como você se vê, é necessário instigar questionamentos como:</p>
<ul>
<li>Quais são minhas qualidades, afinal?</li>
<li>Por que não consigo enxergar as minhas qualidades?</li>
<li>Por que penso tão mal de mim mesmo?</li>
<li>Eu me amo ou encontro razões para não me amar?</li>
</ul>
<p>Responder essas perguntas com sinceridade pode despertar emoções intensas e memórias reprimidas de experiências de vida que o ajudaram a ter uma opinião negativa sobre si mesmo. Embora passar por isso possa ser desagradável, é um passo importante para que você consiga gostar de si mesmo do jeito que é.</p>
<p>Uma maneira efetiva de elevar a autoestima é fazer terapia, por exemplo.Conversar com um psicólogo sobre as razões pelas quais você não acredita ser merecedor de coisas boas ou não consegue encontrar razões para gostar de si mesmo pode ajudá-lo a identificar padrões nocivos de comportamento, crenças, traumas e medos que corroboram para a baixa autoestima.</p>
<p>A terapia também pode fornecer o apoio emocional necessário durante o processo de mudança da sua auto percepção. Assim, você adquire confiança e clareza para refletir sobre a maneira que você se enxerga e o que pode fazer para mudar isso.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Você sabe o que é motivação e como manter-se motivado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 03:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[A motivação é um dos sentimentos mais importantes para vivermos com qualidade e mantermos uma relação saudável conosco e com os outros. É ela que nos incentiva a buscar o que desejamos, independentemente dos obstáculos presentes em nosso caminho. Além disso, ela é essencial para resolver problemas e modificar hábitos prejudiciais à nossa saúde mental.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A motivação é um dos sentimentos mais importantes para vivermos com qualidade e mantermos uma relação saudável conosco e com os outros. É ela que nos incentiva a buscar o que desejamos, independentemente dos obstáculos presentes em nosso caminho.</p>
<p>Além disso, ela é essencial para resolver problemas e modificar hábitos prejudiciais à nossa saúde mental. Quando não nos sentimos motivados, simplesmente não encontramos energia para fazer isso e, assim, sofremos com a consequência de levar um estilo de vida pouco saudável.</p>
<p>A motivação pode ser descrita como uma combinação de nossos objetivos pessoais, desejos e&nbsp;expectativas, sendo que os dois últimos fatores são combustíveis fundamentais para a conquista do primeiro. Porém, nem sempre é fácil&nbsp;manter a motivação. Muitas pessoas reclamam do desaparecimento súbito da paixão e entusiasmo que as levaram a tomar um determinado caminho na vida.</p>
<p>Por que perdemos o interesse no que aparentemente costumávamos amar? <span id="more-2481"></span>Se a motivação é tão importante assim porque ela some de repente? O que fazer para combater esse ciclo angustiante de motivação e desmotivação?</p>
<p>Neste post, vamos responder essas perguntas e compartilhar dicas de&nbsp;como manter a motivação.</p>
<p><strong>Por que a motivação desaparece?</strong></p>
<p>Cultivar a motivação pode ser complicado. Esse sentimento tão importante para nos ajudar a concluir tarefas e projetos tende a desaparecer e, em muitas ocasiões, acontece de repente. Quando isso ocorre, nos sentimos&nbsp;culpados, cansados e vazios. Começamos a procrastinar obrigações, desmarcar compromissos e temos dificuldade para cumprir prazos. Até mesmo sair da cama todas as manhãs pode subitamente se tornar um desafio.</p>
<p>A falta de motivação não é sempre uma questão preocupante. Todos vivenciamos essa súbita redução da força de vontade em algum momento, principalmente quando vivemos uma situação desagradável. Existem muitas razões por trás do desaparecimento da motivação, conforme podemos ver abaixo:</p>
<ul>
<li>Insatisfação com o trabalho;</li>
<li>Divórcio ou&nbsp;término de relacionamento;</li>
<li>Problemas familiares;</li>
<li>Problemas financeiros;</li>
<li>Baixa&nbsp;autoestima;</li>
<li>Objetivos incoerentes com quem você é;</li>
<li>Dificuldade para cumprir metas;</li>
<li>Estilo de vida pouco saudável;</li>
<li>Cobranças por resultados – tanto de si mesmo quanto de outras pessoas;</li>
<li>Impaciência;</li>
<li>Perfeccionismo exagerado; e</li>
<li>Falta de apoio.</li>
</ul>
<p>As pessoas normalmente se forçam a continuar vivendo seus dias como antes quando se sentem desmotivadas e, eventualmente, esse sentimento ruim desaparece. Entretanto, é válido reconhecer a falta de motivação e questionar a causa disso.&nbsp;Analisar os possíveis porquês vai ajudá-lo a reconquistar a motivação mais rapidamente. Afinal, ninguém fica desmotivado sem motivo, embora essa possa ser a sensação! Esse sentimento é um sinal enviado por seu inconsciente para mostrar que algo não está bem em nossas vidas.</p>
<p><strong>Quando a falta de motivação se torna um problema?</strong></p>
<p>Quando a falta de motivação persiste por semanas ou meses consecutivos, pode estar associada a uma condição de saúde mental grave, como a&nbsp;Depressão&nbsp;e a&nbsp;Síndrome de Burnout. Também pode ser o sintoma de um transtorno não diagnosticado, como o&nbsp;Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade&nbsp;(TDAH) e o&nbsp;Transtorno Bipolar. É comum que pessoas com essas condições sintam a sua motivação oscilar com frequência e não saibam o que fazer para se sentirem motivadas novamente.</p>
<p>Outro sinal da falta de motivação crônica é o impacto negativo em diversas áreas da vida, como desempenho profissional ou acadêmico, autoestima e relacionamentos. A sensação é de que tudo parece estar desmoronando à nossa volta e não há o que fazer para remediar a situação.&nbsp;Abaixo, veja alguns sinais que indicam que devemos buscar um Psicólogo para ajudar na recuperação da motivação:</p>
<ul>
<li>Falta de motivação por mais de seis semanas seguidas;</li>
<li>Agravamento ou ausência de melhora do sentimento;</li>
<li>Falta de interesse em conversar com amigos e família;</li>
<li>Falta de interesse em fazer atividades que antes gostava;</li>
<li>Dificuldade para cumprir obrigações profissionais ou cotidianas, como afazeres domésticos e higiene pessoal;</li>
<li>A falta de motivação é acompanhada por pensamentos negativos;</li>
<li>Pensamentos suicidas;</li>
<li>Dificuldade para ver o lado positivo da vida; e</li>
<li>Ausência de compreensão acerca da desmotivação.</li>
</ul>
<p><strong>Como se manter motivado?</strong></p>
<p>A dificuldade de se manter motivado não é de todo ruim, sabia? Ela pode ser encarada como uma oportunidade para voltarmos a olhar para nossa qualidade vida e explorar quais elementos não estão funcionando. Será que estamos vivendo de acordo com nossos valores pessoais? Nossos objetivos de vida ou profissionais estão alinhados com nossa vida atual? Nosso relacionamento é saudável? São muitas as perguntas que podemos fazer a partir da percepção da falta de motivação. Da mesma forma, são abundantes as rotas que podemos tomar para nos mantermos motivados e&nbsp;produtivos.</p>
<p>Neste post, reunimos algumas dicas para ajudá-los a manter a motivação por um período maior. Porém, tenham em mente que é normal perdê-la ocasionalmente. Encarem essas recaídas como um convite para realinharmos nossos objetivos.</p>
<p><strong>1. Entender o porquê</strong></p>
<p>Em vez de fugirmos da falta de motivação, devemos nos perguntar por que estamos com dificuldade para nos mantermos motivados. De onde vem tanta falta de energia e desânimo? O que não está legal em nossas vidas? Nossos objetivos ainda fazem sentido?</p>
<p>Responder essas perguntas vai nos ajudar a identificar os obstáculos que se encontram em nossos caminhos para a satisfação pessoal. Com esse conhecimento, será mais fácil desenvolvermos estratégias para superá-los. Talvez precisemos mudar hábitos para sermos mais produtivos, como desenvolver uma rotina noturna para dormir bem ou praticar exercícios físicos, ou de um tempo para redescobrir o que é, de fato, importante para nós.</p>
<p><strong>2. Definir novos objetivos (ou aprimorar objetivos antigos)</strong></p>
<p>A maneira como definimos objetivos é importante, pois ela pode nos ajuda a alcançá-los mais rapidamente ou promover a procrastinação. Se já possuímos objetivos definidos para nossas vidas, eles podem não estar em um formato eficiente e, por isso, encontramos dificuldades para atingi-los. É ideal que nossos objetivos sejam específicos e, se possível, com prazos estimados.</p>
<p>Por exemplo, se queremos ser promovidos, devemos enumerar todas as coisas que podemos fazer para melhorar nossa performance profissional. Pode ser fazer uma especialização, participar de mais eventos da empresa ou sugerir soluções para um problema do departamento.</p>
<p>Nosso objetivo maior deve ser acompanhado de metas específicas para que nosso cérebro reconheça a viabilidade de cada uma delas. Caso contrário, ele pode concluir que são muito trabalhosas e, como consequência, estimular a falta de motivação.</p>
<p><strong>3. Buscar a positividade diariamente</strong></p>
<p>Saber cultivar a positividade é imprescindível para manter a motivação. Pensamentos positivos despertam emoções positivas que, por sua vez, estimulam atitudes e decisões positivas.</p>
<p>Conseguimos perceber esse padrão ao prestarmos atenção na qualidade de nossos pensamentos no dia a dia. Por exemplo, quando estamos de mau humor, tendemos a ter&nbsp;devaneios ansiosos&nbsp;e até punitivos, não é? Consequentemente, perdemos a vontade de fazer o que gostamos e podemos até chegar a mudar de ideia sobre iniciar um projeto.</p>
<p>Combata esses devaneios improdutivos com muita positividade! Procurem fazer coisas que gostem no dia a dia e se cerquem de fontes de otimismo e determinação, como vídeos motivacionais, palestras interessantes, livros com conteúdo rico e pessoas alto-astral.</p>
<p><strong>4. Busque por inspirações</strong></p>
<p>Se inspirar na vida, no trabalho e em outras pessoas, principalmente em quem admiramos, é uma ótima maneira de nos mantermos motivados. Podemos encontrar respostas para nossos problemas ao analisarmos a postura que essas pessoas adotaram para encarar a vida. Do mesmo modo, podemos encontrar a inspiração necessária para iniciar aquele projeto que tanto desejamos, mas não possuímos a motivação para colocar a mão na massa.</p>
<p>Busquem por inspirações com frequência, não apenas quando se sentirem desmotivados. Uma dica legal é fazer uma pasta no computador ou um mural com ideias e conquistas de pessoas inspiradoras. Dessa maneira, sempre teremos uma fonte para elevar nossa energia e vontade de produzir.</p>
<p><strong>5. Relaxe</strong></p>
<p>Essa dica pode não parecer muito coerente, mas ela é muito importante! A dificuldade para manter a motivação pode ser um sinal de que estamos sobrecarregados com a quantidade de obrigações e compromissos e a&nbsp;solução para recuperar a motivação pode ser descansar!</p>
<p>Podemos tirar um final de semana para não pensar em nada além de nosso próprio bem-estar, ou planejar uma viagem bem legal para as férias ou feriados. Durante a semana, também podemos reservar uma hora após o expediente para cuidarmos da nossa saúde mental.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Procrastinação: saiba as causas e como vencer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas. Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas. Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas.</p>
<p>Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas.</p>
<p>Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções para quem tem o hábito de deixar tudo para a última hora.<span id="more-2473"></span></p>
<p><strong>1. O que é procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação é o ato de adiar a realização de tarefas até o último minuto ou de buscar distrações durante a execução delas. Alguns pesquisadores a definem como uma forma irracional de ‘autorregulação do fracasso’, apesar das potenciais consequências negativas.</p>
<p>Todas as pessoas procrastinam de vez em quando. Esse comportamento é especialmente comum quando se faz uma tarefa maçante ou indesejada. Para tentar buscar um pouco de prazer durante a execução ou evitar mergulhar no tédio, procuramos pequenas pitadas de entretenimento em outros lugares.</p>
<p>Engajar nesse comportamento ocasionalmente não causa grandes problemas, embora possa trazer consequências desagradáveis dependendo da urgência da tarefa. A procrastinação se torna um problema quando vira um hábito e passa a interferir na qualidade do nosso trabalho, estudos, organização pessoal e vida como um todo.</p>
<p><strong>2. Por que as pessoas procrastinam?</strong></p>
<p>Se a procrastinação é tão ruim, por que as pessoas evitam iniciar ou concluir as obrigações?</p>
<p>Ao contrário do que se pensa, esse comportamento não tem a ver com a preguiça. As suas raízes tendem a ser mais complexas do que a má vontade.</p>
<p>Nos casos leves, a procrastinação pode ser originada do julgamento equivocado de uma tarefa. Por exemplo, um estudante universitário pode acreditar que um trabalho não é tão complexo assim e deixar para iniciá-lo nos dias mais próximos do prazo de entrega. Quando percebe que a tarefa é sim complicada, é tarde demais.</p>
<p>Já em casos graves, o comportamento procrastinador pode ter raízes em condições de saúde mental, crenças limitantes ou incômodos emocionais. O indivíduo acredita que não merece as ‘recompensas’ que acompanham a finalização da tarefa, como reconhecimento, sucesso ou elogios. Ele procrastina para se distanciar dessa realidade ou para se autossabotar e entregar um trabalho de baixa qualidade. A crença de desmerecimento pode estar tão enraizada que ele procura se punir com o estresse provocado pelo prazo apertado.</p>
<p>A procrastinação também pode ser o resultado da insatisfação com a carreira profissional ou acadêmica e como o individuo não sabe administrar esse sentimento de maneira saudável, procrastina e espera que os seus problemas se resolvam magicamente.</p>
<p><strong>3. A procrastinação tem a ver com a saúde mental?</strong></p>
<p>A procrastinação, como já dito, pode ser um sintoma de condições de saúde mental. A depressão, a ansiedade generalizada, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) têm a procrastinação como sintoma em comum.</p>
<ul>
<li>Depressão: o depressivo perde o interesse pelo trabalho, relacionamentos, hobbies e afazeres domésticos. Ele não se importa em manter a sua casa arrumada, cuidar da higiene pessoal ou entregar trabalhos no prazo. As consequências negativas, para ele, são indiferentes.</li>
<li>Ansiedade generalizada: a ansiedade pode tanto levar a pessoa a atender os seus compromissos com afobação quanto evitá-los por temer o pior. Ela se preocupa com a reação das pessoas antes mesmo de começar e procrastina para não sofrer com isso.</li>
<li>TOC: muitas pessoas com TOC têm uma relação negativa com o perfeccionismo. Elas temem cometer erros, nutrem dúvidas sobre o que estão fazendo com as suas vidas, e se preocupam com as expectativas criados pelos outros.</li>
<li>TDAH: da mesma forma, muitos adultos com TDAH têm hábitos procrastinadores. Eles se distraem com pensamentos acelerados e estímulos do ambiente, além de também sofrerem com sintomas ansiosos.</li>
</ul>
<p><strong>4. Quais são as consequências negativas da procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação pode causar muitos problemas para quem perpetua esse hábito. A produtividade no dia a dia profissional diminui consideravelmente. Chefes e colegas de trabalho podem se incomodar com a falta de organização do profissional, desencadeando conflitos e até uma demissão.</p>
<p>No meio acadêmico, as consequências são semelhantes. O estudante vive com prazos apertados, disciplinas e trabalhos atrasados, notas abaixo da média e problemas com professores que exigem o cumprimento de deadlines. Em outras palavras, ele sabota a sua própria experiência acadêmica.</p>
<p>Os hábitos procrastinadores também podem incomodar cônjuges e familiares que convivem com o procrastinador. Afazeres domésticos, embora possam ser maçantes, são fundamentais para deixar a residência limpa e organizada. Quem atrapalha o fluxo de trabalho doméstico acaba irritando quem se dedica a criar um ambiente doméstico agradável.</p>
<p>Quem procrastina normalmente compreende que o seu comportamento não é apropriado e, de fato, causa problemas para sua vida, mas tem dificuldade para mudá-lo.</p>
<p><strong>5. Como combater os hábitos procrastinadores?</strong></p>
<p>É possível minimizar hábitos procrastinadores para que eles deixem de interferir na sua produtividade. Compreenda, sobretudo, que não é possível acabar com eles totalmente uma vez que são parte do comportamento humano.</p>
<p>Tem dias que você simplesmente não está com vontade de fazer as coisas, não é mesmo? E, essa vontade pode ser maior durante vivências estressantes, como problemas familiares, conjugais ou profissionais.</p>
<p>Não há problema em se permitir desfrutar de momentos procrastinadores de vez em quando. Você só não pode deixar que eles se tornem frequentes. Com isso em mente, confira algumas atitudes que você pode adotar para combater a procrastinação na sua vida.</p>
<ul>
<li><strong>Faça uma lista de tarefas:</strong></li>
</ul>
<p>Uma dica simples é fazer uma lista de tarefas a serem concluídas no dia. Você também pode fazer listas maiores voltadas para os afazeres semanais e mensais e revisitá-los quando chegar o dia de concluí-los. À medida que você risca itens da lista, se sente um pouco mais realizado. Esse é um ótimo estímulo para prosseguir com a produção ao longo do dia.</p>
<ul>
<li><strong>Comece devagar:</strong></li>
</ul>
<p>Em vez de se jogar de cabeça em uma tarefa longa ou complexa, comece devagar. Crie metas para quebrar o longo processo em pequenas fases. Dessa maneira, a tarefa não vai parecer tão duradoura, complicada ou assustadora. Muitas vezes, nos assustamos com a quantidade de trabalho necessário para chegar ao resultado, mas nos esquecemos de que não precisamos fazer tudo de uma vez só.</p>
<ul>
<li><strong>Elimine distrações:</strong></li>
</ul>
<p>Pergunte a si mesmo o que chama a sua atenção quando você está prestes a iniciar um afazer importante. São as redes sociais? As conversas incompletas no WhatsApp? As notícias locais? Um jogo instalado no computador? Ou o ato de pensar em outras obrigações obsessivamente?</p>
<p>Desenvolva estratégias para lidar com essas distrações, como seguir um timer para produzir sem checar as redes sociais ou outros sites, deixar o celular no modo avião, organizar os seus horários para dar tempo de fazer tudo o que deseja no dia ou durante a semana, ou simplesmente mover o objeto da distração do seu campo de visão.</p>
<ul>
<li><strong>Identifique pensamentos procrastinadores:</strong></li>
</ul>
<p>Que tipo de pensamento passa por sua mente quando a vontade de procrastinar surge? Por exemplo, “você pode fazer isso depois”, “ainda tem muito tempo para terminar essa tarefa”, “você precisa se preparar mais”, entre outros. Esses devaneios buscam mudar a sua atenção das obrigações para coisas menos importantes.</p>
<p>As pessoas tendem a valorizar mais as recompensas imediatas do que as conquistas a longo prazo. Sendo assim, elas tentam dizer a si mesmas que precisam terminar algo mais importante antes de iniciar aquela tarefa maçante e demorada. Então, procure combater pensamentos que tentam mudar o foco para afazeres menos urgentes.</p>
<ul>
<li><strong>Se parabenize:</strong></li>
</ul>
<p>Lembre-se de celebrar as suas conquistas! Dê parabéns a si mesmo quando completar etapas de um longo processo e finalizar tarefas, independente do seu grau de complexidade. Gratifique comportamentos positivos, como proatividade e responsabilidade, para diminuir a vontade de procrastinar.</p>
<p><strong>6. A terapia pode ajudar a combater a procrastinação?</strong></p>
<p>Sim, a terapia pode ajudar indivíduos a modificar hábitos procrastinadores e crenças limitantes, substituindo-os por alternativas saudáveis.</p>
<p>O acompanhamento psicoterapêutico também auxilia no controle dos sintomas de condições de saúde mental, principalmente as que não têm cura, como o TOC e o TDAH.</p>
<p>Se você luta consigo mesmo há muito tempo para parar de procrastinar e não obteve sucesso até o momento, considere consultar um psicólogo. Você pode estar sofrendo com sintomas de uma condição sem saber.</p>
<p>Muitos adultos recebem diagnósticos errôneos na juventude, por isso, acreditam ser preguiçosos ou incompetentes. Na verdade, o seu comportamento ‘atípico’ é o resultado de uma condição não diagnosticada, a qual pode ser tratada visando melhorar a sua qualidade de vida.</p>
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<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Sinais que seu filho possa estar precisando de um Psicólogo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 01:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mudanças na vida da criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo e a mudança de escola podem desencadear alterações de comportamento. Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que o pequeno enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um profissional. O acompanhamento de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mudanças na vida da criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo e a mudança de escola podem desencadear alterações de comportamento. <strong>Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que o pequeno enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um profissional</strong>. O acompanhamento de um <strong>psicólogo infantil</strong> colabora para que as crianças consigam lidar melhor com seus sentimentos, seja raiva, medo, ciúme, insegurança ou ansiedade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6 sinais de que é hora de procurar um psicólogo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É importante que os pais estejam atentos a comportamentos dos filhos que indiquem que é necessário a ajuda de um psicólogo, <strong>tristeza, apatia, perda de interesse, agressividade ou choro excessivo… podem ser sinais de que algo não vai bem com seu pequeno.</strong> Para ajudar você a perceber se é preciso procurar um acompanhamento profissional, elencamos os principais <strong>sinais de que o seu filho possa precisa de um psicólogo</strong>. Confira: <span id="more-1232"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Alteração brusca ou exagerada de comportamento</h3>
<p style="text-align: justify;">Pode acontecer de a criança mudar exageradamente seu modo de se comportar, sem que isso necessariamente signifique um problema. No entanto, por vezes, essas mudanças podem prejudicar a saúde ou os relacionamentos do pequeno, gerando sofrimento a ele. Essas alterações no comportamento, normalmente, ocorrem no sono (quando faz xixi ou se recusa a dormir sozinho, quando antes o fazia); na alimentação (comendo exageradamente ou deixando de ter apetite) ou na escola (por problemas comportamentais ou de aprendizagem), que se torna uma grande aliada dos pais por ter a oportunidade de observar a criança ao longo do dia, quando os pais não estão presentes.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Comportamentos agressivos</h3>
<p style="text-align: justify;">A agressividade exagerada, quando não resolvida por conversas em família, pode ser um sinal de que o pequeno não está lidando bem com algum sentimento ou situação, sendo indicado procurar ajuda profissional.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3. Muita agitação, inquietude ou dificuldade em manter a atenção</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, muitas crianças são diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e acabam sendo medicadas, por vezes sem real necessidade. Em casos de agitação, inquietude e falta de atenção, a terapia pode ser uma grande aliada, ajudando não só a criança, como também os pais e familiares a lidar com a situação. Na maioria das vezes, uma mudança de comportamento e atitude dos pais pode até mesmo resolver o problema da criança, uma vez que eles exercem grande influência sobre o que os filhos sentem, pensam e como se comportam.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Problemas escolares</h3>
<p style="text-align: justify;">Seja por problemas comportamentais, seja por alguma dificuldade de aprendizagem, a psicoterapia infantil tem muito a contribuir nestes casos, orientando os pais e a escola.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5. Regressão de alguma fase do desenvolvimento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Isso é comum quando há a chegada de um irmãozinho, por exemplo, ou em situações em que a criança se sente insegura por algum outro motivo. Nesse caso, é importante ficar atento e observar a criança. O acompanhamento de um profissional pode ajudar bastante.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6. Saúde prejudicada, principalmente quando não há uma causa biológica</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as crianças ficam doentes sem que os pais encontrem uma causa biológica ou física. É preciso estar sempre atento aos sintomas, pois, muitas vezes, o que as crianças não conseguem verbalizar, aparece como sintoma, seja comportamental ou físico.<strong> É o corpo falando pela criança.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Como é o trabalho do psicólogo infantil?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Outra dúvida que muitos pais podem ter é: o que meu filho vai fazer na consulta com um psicólogo infantil? Afinal, a sessão de terapia de crianças e adultos possui dinâmicas e abordagens diferentes. Se você está em dúvida se deve ou não consultar um profissional para seu filho, resolvemos esclarecer alguns pontos sobre como funciona o trabalho do psicólogo infantil, que podem ajudar:</p>
<p style="text-align: justify;">O psicólogo infantil trabalha basicamente a partir do lúdico. Assim, a criança vai às sessões e brinca, com o terapeuta ou sozinha e, enquanto isso, <strong>suas questões são abordadas de forma indireta</strong>. Dessa forma, os conteúdos são mais facilmente acessados pelo psicólogo, pois <strong>a criança os expressa por meio do brincar</strong>. A participação dos pais nesse processo é fundamental, pois o trabalho realizado pelo profissional (seja pediatra, psiquiatra, neuro ou psicólogo) depende muito do envolvimento ativo da família no tratamento da criança. É importante que os pais conheçam os filhos minuciosamente, os observando em casa, para que possam contribuir com o trabalho do terapeuta. Além disso, em alguns casos, os próprios pais são instruídos a frequentar a terapia, pois seu comportamento e modo de pensar precisam ser trabalhados para que os comportamentos/situação da criança melhorem.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite para compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
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		<title>TDA/TDAH em 5 tópicos: O que você realmente precisa entender!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 17:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos Neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDA]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[Procure ler este texto até o fim&#8230;Há uma mensagem muito importante ao final dele que vale para todos! 1. O que é o TDAH? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas predominantemente genéticas, que aparece na infância e, frequentemente, acompanha o indivíduo por toda a sua vida.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Procure ler este texto até o fim&#8230;Há uma mensagem muito importante ao final dele que vale para todos!</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1. O que é o TDAH?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas predominantemente genéticas, que aparece na infância e, frequentemente, acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de instabilidade de atenção, inquietude e impulsividade, questões que são facilmente notadas, contudo, que precisam de análise médica e psicológica através de exames, avaliações e testes, para comprovar se há realmente disfunção neurológica. É reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, crianças com TDAH recebem tratamento diferenciado na escola, uma questão apoiada pela legislação do país.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2. Por que o TDAH gera tanta confusão?</strong></h3>
<p><span id="more-364"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas afirmam que o TDAH não existe ou que é uma invenção médica ou da indústria farmacêutica, pois estes visam lucros com o seu tratamento. Também existem profissionais que nunca pesquisaram de fato algo sobre o tema mas fazem afirmações contraditórias  e pessoais com relação ao transtorno, gerando dúvidas e alarmando pessoas sem necessidade. Além disso, o erro que ocorre com maior frequência, sem a menor sombra de dúvida, são os diagnósticos mal realizados, rotulando muitas pessoas (entre crianças e adolescentes) que, na verdade, podem não ter problema algum no aprendizado, sendo apenas agitadas por sua natureza e personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é ressaltar que o transtorno <strong>exige um diagnóstico preciso</strong>, realizado por profissionais especializados (como neurologistas e psiquiatras).</p>
<p style="text-align: justify;">Caso o diagnóstico seja confirmado, o tratamento deve ser iniciado combinando-se essas três frentes simultaneamente:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; Farmacológica:</strong> medicamentos adequados que serão administrados por tempo determinado, adaptando as dosagens para as necessidades de cada criança/adolescente/adulto);</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; Psicopedagógica (no caso das crianças e adolescentes)</strong>: atividades psicopedagógicas para desenvolver funções importantes como memória, raciocínio lógico, tomada de decisão, entre outras, aprimorando o potencial de aprendizado dessas crianças;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; Psicoterapêutica:</strong> Tanto na infância como na vida adulta a psicoterapia poderá ajudar bastante no fortalecimento da autoestima, nos relacionamentos diários, ao enfrentar problemas na escola (como o bullying por exemplo), na empresa etc, para que o indivíduo possa lidar melhor e mais facilmente com sua maneira de agir e pensar, agitação mental/física e dificuldades na concentração.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3. O TDAH é comum?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É o transtorno mais comum entre crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes <strong>do mundo</strong> em que já foi pesquisado. Em mais de 50% dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4. Quais são os principais sintomas de TDAH?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instabilidade na atenção: </strong>Dificuldade de concentrar-se ou de manter-se concentrado por certo período de tempo em uma determinada atividade/tarefa. Dispersa com muita facilidade e o grau de atenção geralmente não é o suficiente, parecendo sempre estar com outros pensamentos que competem com aquela atividade atual. Com exceção de atividades que despertam paixão e muito interesse nesses indivíduos, podendo passar muitas horas focadas numa mesma tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hiperatividade (mental e física) e impulsividade: </strong>Os pensamentos e o raciocínio são sempre acelerados e mais rápidos do que das outras pessoas (hiperatividade mental).<strong> </strong>Em alguns casos, percebe-se também uma<strong> </strong>dificuldade em ficar parado no mesmo local, por certo tempo, fazendo uma mesma atividade ou aguardando por qualquer coisa ou pessoa (hiperatividade física), o que reflete bastante em sua comunicação e relacionamento interpessoal, pois apresenta uma euforia aumentada e descontextualizada, além de frequentemente “cortar” a fala das pessoas, não dando o espaço necessário para a correta interpretação dos fatos e falas ao seu redor.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também uma parcial ou total ausência de planejamento ou análise antes de falar, optar por algo ou tomar uma atitude (impulsividade). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade física e impulsividade que as meninas, contudo, <strong>todos sempre apresentarão os sinais da instabilidade da atenção e a hiperatividade mental</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em adultos há a dificuldade de concentração ou a instabilidade da atenção, como já explicado acima, bem como alguns problemas de memória recente e no planejamento das atividades bem como na administração do tempo. São pessoas predominantemente inquietas e têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e o quanto este afeta os demais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5. O que causa o TDAH?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Estudos científicos mostram que os indivíduos com TDAH têm alterações na região frontal do cérebro e também nas suas conexões. A região frontal  do cérebro é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela regulação do nosso comportamento (isto é, controlar ou frear comportamentos), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A alteração que existe nesta região cerebral do indivíduo com TDAH é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores. Nesses casos há rebaixamento na produção de alguns deles, principalmente da dopamina e noradrenalina, que passam informação entre as células nervosas (neurônios), gerando nossos pensamentos, memórias e comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros estudos sugerem que o fator genético (hereditariedade) pode ser uma das causas, já que a maioria dos casos estudados apresentavam histórico do transtorno em familiares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Substâncias ingeridas na gravidez:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tem-se observado que a nicotina e o álcool, quando ingeridos durante a gravidez, podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se a região frontal citada acima. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma <strong>associação/relação</strong> entre estes fatores, mas não uma relação direta de causa e efeito.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Recado de suma importância:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos com TDAH precisam ser aceitos e muito amados, pois eles são simplesmente o fruto de um funcionamento diferente de seu cérebro (uma questão orgânica e neurológica), onde seu raciocínio e seus pensamentos não ocorrem com os mesmos filtros e na mesma velocidade que das outras pessoas, mas sim, muito mais acelerados. E eles já nascem assim, não tiveram escolha e não têm consciência de como funcionam, apenas agem e fazem as coisas, esperando a compreensão alheia, o amor e a aceitação, <strong>como qualquer outra pessoa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Déficit” torna-se até um termo cruel para designá-los, visto que, nos assuntos em que o TDA/TDAH domina e tem paixão, ele poderá ficar focado quase que um dia todo, realizando uma mesma tarefa (chama-se hiper-foco, veja mais no vídeo da nossa <strong><a href="http://bemvivermais.com/videos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">galeria</a>,</strong> intitulado “Entrevista com a psiquiatra Ana Beatriz Silva”). Ou seja, ainda bem que somos todos bem diferentes! Uns especialistas nisso, outros naquilo, uns tem facilidade em estudar, outros em tocar guitarra, porém, todos merecemos respeito e aceitação! Afinal, juntos formamos o quebra-cabeça imenso e complexo chamado humanidade!</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-366 size-full" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade.jpg" alt="oficina-temas-transversais-e-diversidade" width="1024" height="768" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade.jpg 1024w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade-300x225.jpg 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade-768x576.jpg 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenha gostado do texto e do recado que tentei repassar! Volte sempre, pois temos conteúdo novo toda sexta! Aproveite para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejar! Muito obrigada! Abraço forte!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dados do Transtorno: </strong><a href="http://www.tdah.org.br/sobre-tdah/o-que-e-o-tdah.html">http://www.tdah.org.br/sobre-tdah/o-que-e-o-tdah.html</a> &#8211; Texto adaptado e resumido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
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