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	<title>Arquivo de TDA - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de TDA - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Hiperatividade: conheça alguns sinais e fique atento!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 03:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento. Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento.</p>
<p>Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim e a hiperatividade na vida adulta traz consequências, sobretudo, para a vida profissional e social. No post de hoje, compartilhamos alguns sinais comuns de hiperatividade em todas as idades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que é hiperatividade?</strong></h3>
<p><span id="more-2696"></span></p>
<p>A hiperatividade é um estado de intensa agitação ligado à ansiedade. Ele pode se manifestar por meio de desordem motora ou mental. Por conta disso, a pessoa hiperativa tem dificuldade de ficar quieta, principalmente as crianças.</p>
<p>Crianças hiperativas não são apenas “agitadas”, mas, sim, possuem dificuldade para conter a inquietação crescente, ainda que ela apareça em situações corriqueiras que ‘não deveriam’ causar inquietação.</p>
<p>Por isso, a hiperatividade é, ainda, um sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), condição do neuro desenvolvimento caracterizada pela falta de atenção e inquietação extrema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que pode ser confundido com hiperatividade?</strong></h3>
<p>Normalmente, o TDAH é diagnosticado em crianças consideradas “muito agitadas”, mas é cada vez mais comum que jovens e adultos recebam esse diagnóstico após perceberem certas dificuldades.</p>
<p>Por exemplo, percebem que sempre tiveram problemas para prestar atenção nas aulas e, por isso, iam mal na escola ou na faculdade. Não era uma questão de “má vontade”, “indisciplina” ou “preguiça”, mas de dificuldade de concentração e memorização.</p>
<p>O diagnóstico tardio tende a acontecer porque essa condição é muitas vezes confundida com outras, como o transtorno de bipolaridade, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e até o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p>
<p>Nem todo comportamento que parece hiperativo tem ligação com a hiperatividade. Se alguém já apresentou um ou dois sintomas muitos anos atrás ou recentemente, é provável que eles não tenham ligação com o TDAH ou a hiperatividade. Ainda assim, vale investigar a situação com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como diagnosticar a hiperatividade?</strong></h3>
<p>Assim que os primeiros sinais de hiperatividade forem notados em crianças, os pais já podem levar os pequenos ao médico ou ao psicólogo para fazer uma avaliação.</p>
<p>Já no caso de adultos, eles mesmos podem procurar um profissional ao analisar quais comportamentos hiperativos estão presentes em suas vidas. Para um adolescente ou adulto receber o diagnóstico de TDAH, os sintomas precisam estar presentes desde antes dos 12 anos.</p>
<p>Na consulta com o médico psiquiatra, é normalmente feito um questionário para identificar quais sintomas estão presentes e a sua severidade. Após a avaliação, o médico monta um plano de tratamento e pode encaminhar o paciente para um psicólogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Qual a idade para diagnosticar hiperatividade?</strong></h3>
<p>Não existe uma idade certa para o diagnóstico da hiperatividade, mas ele costuma acontecer na infância devido à familiaridade de como os sintomas se manifestam nesta faixa etária. Além da família, professores podem identificar comportamentos hiperativos nos pequenos e apontá-los para os pais.</p>
<p>A hiperatividade se manifesta de modo diferente em jovens e adultos, por isso, entender que os sintomas são, de fato, sinais de hiperatividade tende a levar mais tempo.</p>
<p>Não raro essas pessoas internalizam crenças negativas sobre si mesmas em razão do que é dito por terceiros. Por exemplo, se acham preguiçosas, burras ou incompetentes. Assim, essas pessoas não procuram ajuda profissional para tentar entender o seu próprio comportamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de hiperatividade</strong></h3>
<p>Como dito, a hiperatividade pode se manifestar de diversas formas, tais como:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Impulsividade</strong></p>
<p>A impulsividade é um dos sinais mais comuns de hiperatividade. Pessoas hiperativas tomam decisões precipitadas das quais normalmente se arrependem depois. Na vida adulta, a dificuldade para controlar impulsos pode refletir negativamente na sua vida financeira. O indivíduo pode desenvolver o hábito de adquirir objetos ou serviços desnecessários para satisfazer uma necessidade momentânea, endividando-se no processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Desorganização</strong></p>
<p>A agitação da hiperatividade se manifesta tanto na inquietação corporal quanto de pensamento. Sendo assim, pessoas hiperativas costumam ser desorganizadas. Elas deixam os cômodos desarrumados e objetos fora do lugar e não se lembram onde os colocaram durante o momento de distração. Da mesma forma, perdem objetos importantes, como chaves ou documentos, com frequência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Dificuldade de gerir o tempo</strong></p>
<p>A desorganização também se estende para a capacidade de gerenciar o tempo. Pessoas hiperativas podem se esquecer e se atrasar para compromissos com mais frequência. Não quer dizer que elas não os consideram importantes. Há estudos que apontam que a percepção do tempo é diferente para alguns indivíduos diagnósticos com TDAH, especialmente em crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Inquietação</strong></p>
<p>A inquietação é um dos sintomas centrais da hiperatividade. Ela pode ser percebida nos seguintes comportamentos:</p>
<ul>
<li>Movimentar os pés e as mãos;</li>
<li>Falar demais ou rapidamente;</li>
<li>Andar pelos cômodos;</li>
<li>Distrair-se facilmente durante uma aula ou atividade que requer atenção prolongada;</li>
<li>Sempre estar mexendo em objetos;</li>
<li>Ter dificuldade para esperar a sua vez; e</li>
<li>Sensação de inquietude, como se algo precisasse ser feito para contê-la.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Alterações no humor</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a alteração no humor. Pessoas hiperativas tendem a sentir emoções intensas, como raiva, frustração e decepção. A impressão passada para os demais é que a pessoa muda de humor rapidamente sem razão ou por motivos demasiadamente simples, como não ter o produto que ela gosta no supermercado. O que acontece, na verdade, é que ela tem dificuldade para controlar as suas emoções e impulsos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Dificuldade para lidar com o estresse</strong></p>
<p>A resposta ao estresse também costuma ser elevada. Assim, quem tem hiperatividade sente os efeitos do estresse, como irritabilidade, falta de energia, dificuldade para dormir e alterações nos hábitos alimentares, mais intensamente. Do mesmo modo, têm dificuldade para controlá-los, sofrendo com os efeitos do estresse por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7- Problemas para completar tarefas</strong></p>
<p>A falta de organização e a percepção diferenciada do tempo acaba prejudicando a conclusão de tarefas dentro de determinados prazos. Pessoas hiperativas conseguem executar e concluir tudo o que se sujeitam a fazer, mas podem se atrapalhar durante a atividade.</p>
<p>A ansiedade para terminar no prazo e seguir o ritmo dos outros pode conduzir a erros e elevar os níveis de estresse. Então, é preciso compreender que pessoas hiperativas simplesmente possuem outras maneiras de fazer as coisas, as quais podem exigir mais tempo. E não há nada de errado nisso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8- Baixa tolerância à frustração</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a baixa tolerância à frustração. Como pessoas hiperativas possuem dificuldade de regular as suas emoções, é comum que não respondam bem à frustração. Por isso, desistem mais rapidamente de atividades que consideram frustrantes ou possuem reações mais exageradas à frustração do que quem não tem hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como a terapia pode ajudar com a hiperatividade?</strong></h3>
<p>O tratamento para a hiperatividade ou o TDAH em crianças tende a ser composto por vários profissionais, como o médico, o psicólogo, o fonoaudiólogo, entre outros.</p>
<p>Tanto os pais quanto a escola são agentes ativos durante o tratamento, sobretudo, na terapia. O psicólogo precisa conversar com os pais e com o psicólogo da escola ou professores para compreender o quadro da criança e acompanhar a sua evolução. Desta forma, o profissional consegue fazer uma avaliação completa.</p>
<p>No caso dos adultos, a terapia possui várias funções: ajudar na organização pessoal, profissional ou acadêmica, trabalhar a autoestima, ensinar a gerenciar a ansiedade, promover o controle da impulsividade, entre outros.</p>
<p>Através de um conjunto de hábitos e técnicas, pacientes adultos encontram a sua fórmula ideal para lidar com a hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a hiperatividade no dia a dia?</strong></h3>
<p>Além do tratamento com especialistas, pessoas hiperativas podem seguir as seguintes dicas para minimizar o impacto da inquietação no dia a dia:</p>
<ul>
<li>Diminuir o consumo de alimentos estimulantes, como café, chá preto, energéticos, refrigerantes, entre outros;</li>
<li>Praticar meditação para promover um estado mental de tranquilidade;</li>
<li>Simplificar tarefas, quebrando-as em metas pequenas para evitar a sobrecarga;</li>
<li>Praticar técnicas relaxantes, como respiração profunda e visualização, para clarear os pensamentos;</li>
<li>Ter uma agenda, seja física ou digital, para conferir os compromissos do dia e semana;</li>
<li>Praticar exercícios físicos;</li>
<li>Fazer caminhadas; e</li>
<li>Procurar analisar um desejo antes de ceder à impulsividade.</li>
</ul>
<p>A ausência de tratamento da hiperatividade na infância pode fazer com que, na vida adulta, as pessoas tenham dificuldade de regular emoções, gerenciar a frustração, desenvolver habilidades sociais para a convivência profissional e aprender a controlar impulsividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>TDA/TDAH em 5 tópicos: O que você realmente precisa entender!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 17:50:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Procure ler este texto até o fim&#8230;Há uma mensagem muito importante ao final dele que vale para todos! 1. O que é o TDAH? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas predominantemente genéticas, que aparece na infância e, frequentemente, acompanha o indivíduo por toda a sua vida.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Procure ler este texto até o fim&#8230;Há uma mensagem muito importante ao final dele que vale para todos!</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1. O que é o TDAH?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas predominantemente genéticas, que aparece na infância e, frequentemente, acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de instabilidade de atenção, inquietude e impulsividade, questões que são facilmente notadas, contudo, que precisam de análise médica e psicológica através de exames, avaliações e testes, para comprovar se há realmente disfunção neurológica. É reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, crianças com TDAH recebem tratamento diferenciado na escola, uma questão apoiada pela legislação do país.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2. Por que o TDAH gera tanta confusão?</strong></h3>
<p><span id="more-364"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas afirmam que o TDAH não existe ou que é uma invenção médica ou da indústria farmacêutica, pois estes visam lucros com o seu tratamento. Também existem profissionais que nunca pesquisaram de fato algo sobre o tema mas fazem afirmações contraditórias  e pessoais com relação ao transtorno, gerando dúvidas e alarmando pessoas sem necessidade. Além disso, o erro que ocorre com maior frequência, sem a menor sombra de dúvida, são os diagnósticos mal realizados, rotulando muitas pessoas (entre crianças e adolescentes) que, na verdade, podem não ter problema algum no aprendizado, sendo apenas agitadas por sua natureza e personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é ressaltar que o transtorno <strong>exige um diagnóstico preciso</strong>, realizado por profissionais especializados (como neurologistas e psiquiatras).</p>
<p style="text-align: justify;">Caso o diagnóstico seja confirmado, o tratamento deve ser iniciado combinando-se essas três frentes simultaneamente:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; Farmacológica:</strong> medicamentos adequados que serão administrados por tempo determinado, adaptando as dosagens para as necessidades de cada criança/adolescente/adulto);</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; Psicopedagógica (no caso das crianças e adolescentes)</strong>: atividades psicopedagógicas para desenvolver funções importantes como memória, raciocínio lógico, tomada de decisão, entre outras, aprimorando o potencial de aprendizado dessas crianças;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; Psicoterapêutica:</strong> Tanto na infância como na vida adulta a psicoterapia poderá ajudar bastante no fortalecimento da autoestima, nos relacionamentos diários, ao enfrentar problemas na escola (como o bullying por exemplo), na empresa etc, para que o indivíduo possa lidar melhor e mais facilmente com sua maneira de agir e pensar, agitação mental/física e dificuldades na concentração.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3. O TDAH é comum?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É o transtorno mais comum entre crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes <strong>do mundo</strong> em que já foi pesquisado. Em mais de 50% dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4. Quais são os principais sintomas de TDAH?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instabilidade na atenção: </strong>Dificuldade de concentrar-se ou de manter-se concentrado por certo período de tempo em uma determinada atividade/tarefa. Dispersa com muita facilidade e o grau de atenção geralmente não é o suficiente, parecendo sempre estar com outros pensamentos que competem com aquela atividade atual. Com exceção de atividades que despertam paixão e muito interesse nesses indivíduos, podendo passar muitas horas focadas numa mesma tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hiperatividade (mental e física) e impulsividade: </strong>Os pensamentos e o raciocínio são sempre acelerados e mais rápidos do que das outras pessoas (hiperatividade mental).<strong> </strong>Em alguns casos, percebe-se também uma<strong> </strong>dificuldade em ficar parado no mesmo local, por certo tempo, fazendo uma mesma atividade ou aguardando por qualquer coisa ou pessoa (hiperatividade física), o que reflete bastante em sua comunicação e relacionamento interpessoal, pois apresenta uma euforia aumentada e descontextualizada, além de frequentemente “cortar” a fala das pessoas, não dando o espaço necessário para a correta interpretação dos fatos e falas ao seu redor.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também uma parcial ou total ausência de planejamento ou análise antes de falar, optar por algo ou tomar uma atitude (impulsividade). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade física e impulsividade que as meninas, contudo, <strong>todos sempre apresentarão os sinais da instabilidade da atenção e a hiperatividade mental</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em adultos há a dificuldade de concentração ou a instabilidade da atenção, como já explicado acima, bem como alguns problemas de memória recente e no planejamento das atividades bem como na administração do tempo. São pessoas predominantemente inquietas e têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e o quanto este afeta os demais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5. O que causa o TDAH?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Estudos científicos mostram que os indivíduos com TDAH têm alterações na região frontal do cérebro e também nas suas conexões. A região frontal  do cérebro é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela regulação do nosso comportamento (isto é, controlar ou frear comportamentos), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A alteração que existe nesta região cerebral do indivíduo com TDAH é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores. Nesses casos há rebaixamento na produção de alguns deles, principalmente da dopamina e noradrenalina, que passam informação entre as células nervosas (neurônios), gerando nossos pensamentos, memórias e comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros estudos sugerem que o fator genético (hereditariedade) pode ser uma das causas, já que a maioria dos casos estudados apresentavam histórico do transtorno em familiares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Substâncias ingeridas na gravidez:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tem-se observado que a nicotina e o álcool, quando ingeridos durante a gravidez, podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se a região frontal citada acima. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma <strong>associação/relação</strong> entre estes fatores, mas não uma relação direta de causa e efeito.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Recado de suma importância:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos com TDAH precisam ser aceitos e muito amados, pois eles são simplesmente o fruto de um funcionamento diferente de seu cérebro (uma questão orgânica e neurológica), onde seu raciocínio e seus pensamentos não ocorrem com os mesmos filtros e na mesma velocidade que das outras pessoas, mas sim, muito mais acelerados. E eles já nascem assim, não tiveram escolha e não têm consciência de como funcionam, apenas agem e fazem as coisas, esperando a compreensão alheia, o amor e a aceitação, <strong>como qualquer outra pessoa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Déficit” torna-se até um termo cruel para designá-los, visto que, nos assuntos em que o TDA/TDAH domina e tem paixão, ele poderá ficar focado quase que um dia todo, realizando uma mesma tarefa (chama-se hiper-foco, veja mais no vídeo da nossa <strong><a href="http://bemvivermais.com/videos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">galeria</a>,</strong> intitulado “Entrevista com a psiquiatra Ana Beatriz Silva”). Ou seja, ainda bem que somos todos bem diferentes! Uns especialistas nisso, outros naquilo, uns tem facilidade em estudar, outros em tocar guitarra, porém, todos merecemos respeito e aceitação! Afinal, juntos formamos o quebra-cabeça imenso e complexo chamado humanidade!</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-366 size-full" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade.jpg" alt="oficina-temas-transversais-e-diversidade" width="1024" height="768" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade.jpg 1024w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade-300x225.jpg 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade-768x576.jpg 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/08/oficina-temas-transversais-e-diversidade-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenha gostado do texto e do recado que tentei repassar! Volte sempre, pois temos conteúdo novo toda sexta! Aproveite para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejar! Muito obrigada! Abraço forte!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dados do Transtorno: </strong><a href="http://www.tdah.org.br/sobre-tdah/o-que-e-o-tdah.html">http://www.tdah.org.br/sobre-tdah/o-que-e-o-tdah.html</a> &#8211; Texto adaptado e resumido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
Instagram: @natceara<br />
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
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