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	<title>Arquivo de solidao - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de solidao - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Medo de Morrer (Tanatofobia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 01:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia. A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia.</p>
<p>A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação com a própria morte ou com a de entes queridos, por exemplo.</p>
<p>Embora seja natural ter algum nível de apreensão neste sentido, a tanatofobia pode se tornar debilitante, interferindo significativamente na qualidade de vida de uma pessoa. A boa notícia é que ela pode ser tratada com auxílio profissional. Continue a leitura e saiba mais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o medo de morrer?</strong></p>
<p>A tanatofobia é uma condição psicológica caracterizada por uma ansiedade intensa e irracional em relação à morte ou ao processo de morrer.</p>
<p>O medo de morrer pode ser desencadeado por causas variadas, como experiências traumáticas, doenças graves ou a perda de entes queridos, afetando significativamente a vida diária.</p>
<p>Em alguns casos, a cultura e as crenças religiosas também podem influenciar esse medo.</p>
<p>Por isso, vale dizer que pessoas com tanatofobia frequentemente experimentam uma ansiedade extrema, ataques de pânico e, até mesmo, evitam situações que os façam pensar na morte.</p>
<p>Apesar disso, cabe destacar que a tanatofobia possui tratamento e que este geralmente envolve a realização de terapia e outras técnicas úteis para aliviar a ansiedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sentir medo de morrer é normal?</strong></p>
<p>Sim, sentir medo de morrer é uma experiência humana natural e comum, já que se trata de um fato inevitável na vida das pessoas. Logo, até um certo ponto, é perfeitamente normal passar por momentos de medo com relação à morte.</p>
<p>Então, esse medo pode servir como um mecanismo de proteção, nos alertando sobre perigos e nos incentivando a adotar comportamentos que preservem nossa vida. No entanto, quando o medo se torna excessivo e interfere na vida cotidiana e nas atividades mais comuns do dia a dia, pode ser um sinal de tanatofobia, uma condição que requer atenção e tratamento adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os principais sintomas da tanatofobia?</strong></p>
<p>Geralmente, pessoas acometidas pelo medo de morrer possuem alguns sintomas frequentemente verificados.</p>
<p>Os sintomas psicológicos (mentais/emocionais) podem ser os seguintes:</p>
<ul>
<li>Crises de ansiedade intensa ao pensar na própria morte ou na de entes queridos;</li>
<li>Ataques de pânico;</li>
<li>Esquivar-se de situações ou conversas sobre a morte;</li>
<li>Pensamentos obsessivos sobre a morte;</li>
<li>Crises de humor ou de depressão.</li>
</ul>
<p>Já os sintomas físicos podem se manifestar com:</p>
<ul>
<li>Palpitações cardíacas;</li>
<li>Sudorese;</li>
<li>Calafrios;</li>
<li>Tremores;</li>
<li>Dificuldade em dormir devido ao medo da morte.</li>
</ul>
<p>Essas são, portanto, as manifestações físicas e emocionais mais comuns entre as pessoas com tanatofobia, de modo que, a ocorrência dos episódios de fobia pode até mesmo prejudicar as atividades de rotina dos indivíduos, seja social ou profissionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que causa o medo de morrer?</strong></p>
<p>Da mesma maneira que outras espécies de fobias, as situações de medo de morrer podem ser causadas por diferentes fatores marcantes, por isso, frequentemente, decorrem de experiências vividas ainda na infância.</p>
<p>Portanto, a tanatofobia pode estar relacionada com:</p>
<p><strong>1 &#8211; Experiências de traumas</strong></p>
<p>Episódios traumáticos relacionados à morte, tais como acidentes graves, ameaças de morte ou a perda de entes queridos, podem desencadear um medo intenso da morte.</p>
<p><strong>2 &#8211; Doenças graves</strong></p>
<p>O diagnóstico de doenças graves ou, em alguns casos, de doenças crônicas, podem aumentar a consciência de uma possível morte e, por consequência, gerar um medo intenso da ocorrência de morte.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultura e crenças religiosas</strong></p>
<p>Crenças culturais e religiosas a respeito da morte e do “além” podem influenciar a intensidade do medo da morte em algumas pessoas, sobretudo em virtude de conceitos como céu e inferno, punições e até mesmo purgatório.</p>
<p><strong>4 &#8211; Ansiedade generalizada</strong></p>
<p>Pessoas com quadros frequentes de ansiedade podem ter uma predisposição a desenvolver medos intensos e irracionais, incluindo o medo da morte, despertando, assim, a tanatofobia.</p>
<p><strong>5 &#8211; Incerteza quanto ao pós-morte</strong></p>
<p>A falta de certeza sobre o que acontece após a morte pode causar ansiedade e medo excessivo em algumas pessoas, especialmente porque, em muitos casos, a própria família evita falar a respeito do assunto, o que pode desencadear a fobia.</p>
<p><strong>6 &#8211; Medo da solidão</strong></p>
<p>No geral, indivíduos que temem a solidão, ou seja, o medo de ficarem sós, apresentam maiores chances de serem acometidos pela tanatofobia, já que a morte, por consequência inevitável, separa pessoas umas das outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico da tanatofobia?</strong></p>
<p>O diagnóstico da tanatofobia é realizado por profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras.</p>
<p>O processo geralmente envolve uma avaliação clínica completa do histórico médico e psicológico do paciente, incluindo entrevistas detalhadas para entender os sintomas e seus impactos na vida cotidiana.</p>
<p>Questionários e escalas de avaliação de ansiedade são utilizados para medir a intensidade do medo da morte, identificando se o medo é desproporcional e se interfere nas atividades do dia a dia, diferenciando-o de um medo normal e natural.</p>
<p>Então, vale dizer que é importante distinguir a tanatofobia de outras condições de saúde mental, tais como quadros de ansiedade generalizada ou depressão, para garantir um tratamento mais adequado possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as formas de tratar o medo de morrer?</strong></p>
<p>O tratamento do medo de morrer pode ser abordado de diversas maneiras, algo que vai depender das necessidades de cada paciente.</p>
<p>Por isso, buscar ajuda profissional é fundamental para encontrar o tratamento mais adequado para cada caso.</p>
<p>No entanto, pode-se dizer que uma das principais formas de tratamento é a terapia, que se combinada com técnicas de relaxamento, meditação e respiração profunda são eficazes para aliviar a ansiedade e promover um estado de calma. Além disso, participar de grupos de apoio permite compartilhar experiências e técnicas de enfrentamento com outras pessoas.</p>
<p>Por isso, outro ponto importante é que a educação acerca da morte também ajuda a reduzir o medo, proporcionando uma compreensão mais profunda e racional do tema.</p>
<p>O mais importante é saber que, com tratamento e apoio adequado, incluindo terapias e técnicas de enfrentamento, além de educação sobre o assunto, é possível diminuir o medo excessivo da morte e recuperar o equilíbrio emocional, permitindo uma vida mais plena e tranquila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>Desafios de brasileiros que vivem no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 21:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais. Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais.</p>
<p>Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a uma nova cultura e a um novo ambiente. Abordaremos aqui alguns dos desafios dos brasileiros no exterior, e daremos algumas estratégias sobre como passar por tudo isso de uma forma mais equilibrada.</p>
<p>Abaixo listamos os desafios psicológicos mais comuns dos brasileiros que vivem no exterior:<span id="more-2822"></span></p>
<p>1 &#8211; Saudade e Nostalgia:</p>
<p>A saudade da família, amigos, cultura e do ambiente familiar é um dos maiores desafios. Esse sentimento pode ser intenso e impactar o bem-estar emocional.</p>
<p>2 &#8211; Adaptação Cultural:</p>
<p>A adaptação a uma nova cultura pode ser difícil. Diferenças nos valores, costumes, língua e modo de vida podem causar um choque cultural, levando a sentimentos de alienação e frustração.</p>
<p>3 &#8211; Barreira Linguística:</p>
<p>Mesmo para aqueles que dominam o idioma do país de destino, a comunicação em um segundo idioma pode ser exaustiva e gerar ansiedade, especialmente em situações sociais ou profissionais.</p>
<p>4 &#8211; Solidão e Isolamento Social:</p>
<p>A falta de uma rede de apoio pode levar à solidão. Fazer novas amizades e construir uma nova rede de apoio pode ser desafiador, especialmente em culturas diferentes.</p>
<p>5 &#8211; Questões de Identidade:</p>
<p>A experiência de viver em um país estrangeiro pode afetar a identidade pessoal e cultural. Sentimentos de &#8220;não pertencer&#8221; a nenhum dos dois lugares (Brasil e o país de residência) são comuns.</p>
<p>6 &#8211; Estresse e Ansiedade:</p>
<p>A adaptação a um novo ambiente, lidar com a burocracia local, encontrar trabalho, e estabelecer uma vida estável no exterior são fontes significativas de estresse e ansiedade.</p>
<p>7 &#8211; Preconceito e Discriminação:</p>
<p>Muitos brasileiros podem enfrentar preconceito ou discriminação com base na nacionalidade, aparência, ou sotaque, o que pode impactar a autoestima e o bem-estar psicológico.</p>
<p>8 &#8211; Pressão para o Sucesso:</p>
<p>Há uma pressão adicional para ter sucesso e justificar a decisão de emigrar, tanto para si mesmo quanto para a família e amigos no Brasil. Esse sentimento pode gerar estresse adicional e autocrítica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Estratégias para Lidar com Esses Desafios:</strong></h4>
<p>1 &#8211; Manter Contato com a Família e Amigos:</p>
<p>Utilize a tecnologia para manter contato regular com seus entes queridos no Brasil, o que pode ajudar a reduzir a saudade e o isolamento.</p>
<p>2 &#8211; Participar de Comunidades Locais:</p>
<p>Procure grupos de brasileiros ou comunidades locais que possam oferecer suporte emocional e prático.</p>
<p>3 &#8211; Aprender a Língua e a Cultura Local:</p>
<p>Esforçar-se para aprender e entender a língua e a cultura do país de acolhimento pode facilitar a adaptação e reduzir o choque cultural.</p>
<p>4 &#8211; Cuidar da Saúde Mental:</p>
<p>Não hesite em procurar apoio psicológico se sentir que está enfrentando dificuldades. Profissionais especializados podem ajudar a lidar com questões de adaptação e saúde mental.</p>
<p>5 &#8211; Manter uma Atitude Positiva e Flexível:</p>
<p>Ser aberto a novas experiências e ter uma atitude positiva pode ajudar a enfrentar os desafios de viver no exterior de maneira mais eficaz. Reconhecer e entender esses desafios é o primeiro passo para lidar com eles de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>A importância de estar com a saúde mental em dia:</strong></h4>
<p>Segundo o relatório &#8220;Brasileiros no Exterior&#8221;, divulgado em agosto de 2023 pelo Ministério de Relações Exteriores do Brasil, destaca que cerca de 4,5 milhões de cidadãos brasileiros atualmente residem em outros países, como Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Reino Unido, Japão entre outros.</p>
<p>Muitas vezes, quando tomamos a decisão de emigrar, o preparo psicológico é colocado em segundo plano. Normalmente, no topo da lista de prioridades está o planejamento financeiro e as incontáveis questões burocráticas que a mudança exige. No entanto, a atenção à saúde mental é importante até mesmo para que essas etapas do planejamento sejam concluídas de forma saudável. Embora os problemas e as frustrações se apresentem, aquele que tem um bom nível de autoconhecimento e uma rede de apoio irá vivenciar cada etapa com mais leveza, conseguindo tirar proveito do que de melhor a experiência internacional poderá oferecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a terapia pode ajudar nesse processo?</strong></h4>
<p>A terapia é uma grande aliada nesse processo de mudança para outro país. Inicialmente, ela ajudará a compreender as razões que fazem o brasileiro querer sair de seu próprio país, e depois, trazer clareza sobre os objetivos que se deseja alcançar com esta experiência internacional. Quando estas questões estão identificadas, a terapia continua oportunizando suporte emocional e orientação para que a adaptação à nova realidade ocorra da melhor maneira possível.<br />
Para suprir essa necessidade de brasileiros que muitas vezes preferem ser atendidos por profissionais de sua terra natal, que falem sua língua materna nos utilizamos da terapia online que se mostrado muito eficaz, com a vantagem de ser realizada em ambiente seguro, horários flexíveis, redução de custos de locomoção e realizada na língua do paciente.</p>
<p>Precisamos nos lembrar que a saúde mental influencia nossas vidas de várias formas, por ser parte inerente e vital do nosso bem-estar geral. Ela nos permite funcionar e prosperar como indivíduos, além de nos ajudar a lidar com o estresse e as adaptações da mudança. Uma saúde mental de qualidade é essencial para a construção de relacionamentos saudáveis, novos aprendizados e trabalhar de forma produtiva.</p>
<p>As psicólogas e psicanalistas da Bem Viver Mais – Terapias Integradas, são profissionais altamente experientes no atendimento de brasileiros que vivem no exterior. Com um compromisso sério e responsável, nossa equipe garante total sigilo sobre tudo o que é tratado durante as sessões. Estamos aqui para apoiá-lo na sua jornada de mudança. Conte conosco para te acompanhar em seus desafios!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Amizade toxica: você tem uma? Como identificar e o que fazer!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 03:09:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma amizade tóxica pode ser definida como uma amizade que mantemos com alguém que não nos faz bem. Em vez de sentirmos prazer em passar o tempo com esse amigo, ficamos irritados, tristes ou cansados, como se ele tivesse sugado a nossa energia. Mas como agem as pessoas tóxicas e como se proteger delas? &#160; Como saber&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma amizade tóxica pode ser definida como uma amizade que mantemos com alguém que não nos faz bem. Em vez de sentirmos prazer em passar o tempo com esse amigo, ficamos irritados, tristes ou cansados, como se ele tivesse sugado a nossa energia.</p>
<p>Mas como agem as pessoas tóxicas e como se proteger delas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como saber se é uma amizade tóxica?</strong></h4>
<p><span id="more-2650"></span></p>
<p>Você já teve ou tem um amigo que te faz sentir mal? Não importa o que você faça ou diga, ele dá um jeito de te colocar para baixo. Amizades que fazem mal são difíceis de identificar porque, até certo ponto, temos carinho pelo amigo tóxico. O sentimento positivo às vezes nos cega para as atitudes negativas.</p>
<p>As amizades que cultivamos possuem um grande impacto nas nossas vidas. Elas nos ajudam a superar momentos difíceis, oferecem apoio emocional, elevam o nosso humor, nos divertem quando precisamos de uma distração, entre outros. Normalmente, quando não se pode contar com a família, as pessoas se apoiam nas amizades.</p>
<p>Sendo assim, é preciso aprender a identificar sinais de uma amizade tóxica para se distanciar de ‘amigos’ que causam e agravam sentimentos ruins em vez de ajudar a superá-los. Caso contrário, você pode ficar à mercê de pessoas que não querem, de fato, o seu bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como agem e quais são os tipos de pessoas tóxicas?</strong></h4>
<p>Na maioria dos casos de amizade tóxica, a presença do amigo não é sempre ruim. Às vezes, ele é agradável, engraçado e compreensivo. As suas atitudes legais se contrastam com seus comportamentos tóxicos, e essa dicotomia se torna motivo de confusão. Ele gosta ou não gosta de você?</p>
<p>Os comportamentos tóxicos se manifestam nas entrelinhas, de maneira sutil. Para facilitar a sua identificação, confira aqui algumas atitudes tóxicas:</p>
<p><strong>1 &#8211; Agem por interesse:</strong></p>
<p>A característica principal desse tipo de amizade é o interesse e um dos motivos pelos quais devemos ficar longe de pessoas tóxicas. Elas tomam suas decisões com base em interesses pessoais, visando apenas seu bem-estar, desejos e necessidades.</p>
<p><strong>2 &#8211; Não são confiáveis:</strong></p>
<p>Amigos tóxicos mentem, omitem a verdade para criar discórdia e contam os seus segredos. Eles também quebram promessas, falam mal de você pelas costas e voltam atrás em suas palavras. Sendo assim, é impossível confiar em um amigo tóxico.</p>
<p><strong>3 &#8211; Sugam sua energia e positividade:</strong></p>
<p>Pessoas tóxicas parecem drenar a energia de quem está perto. A negatividade que irradia delas é tanta que você fica abatido e cansado após uma interação. Por isso, a convivência diária com elas pode ser muito estressante.</p>
<p><strong>4 &#8211; Te colocam em situações desconfortáveis:</strong></p>
<p>Um amigo tóxico vai dar um jeito de te convencer a fazer algo que você não quer, seja por chantagem emocional ou insistência. Em outras palavras, ele tenta vencer “no cansaço”. Como não respeita suas vontades, te coloca com frequência em situações desconfortáveis.</p>
<p><strong>5 &#8211; Fazem pressão:</strong></p>
<p>Pressão emocional e cobrança são atitudes tóxicas comuns neste tipo de amizade. Pessoas tóxicas querem as coisas do seu jeito, por isso, atormentam os demais para se adequarem às suas maneiras. Quando se tem um amigo tóxico, é comum se sentir pressionado por ele frequentemente.</p>
<p><strong>6 &#8211; Tentam mudar o seu jeito de ser:</strong></p>
<p>A persistência em mudar seu jeito de ser, de se vestir, de falar e de interagir beira a amizade obsessiva. A amizade tóxica não aceita o outro como ele é por ser invejosa, competitiva ou controladora. Deste modo, você não consegue se sentir à vontade ao lado do amigo tóxico por muito tempo.</p>
<p><strong>7 &#8211; Mexem com a sua autoestima:</strong></p>
<p>Outro comportamento tóxico comum é tentar diminuir os outros para se sentir superior. Se um amigo tenta te diminuir a todo instante, falando de características físicas das quais você não gosta ou de seus defeitos, é sinal de que ele está tentando diminuir a sua autoestima.</p>
<p><strong>8 &#8211; Fazem humilhações públicas:</strong></p>
<p>Pessoas tóxicas podem fazer humilhações tanto públicas quanto privadas. Elas te insultam na frente de familiares, amigos ou cônjuge e disfarçam com uma risada, tentando fazer a ofensa parecer uma brincadeira. São, ainda, vitimistas. Quando alguém as chama a atenção, se colocam no papel de vítimas, como se estivessem sendo atacadas sem razão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Amizade tóxica: frases que amigos tóxicos costumam dizer</strong></h4>
<p>Outro sinal de alerta de falsa amizade são as frases proferidas por amigos tóxicos. Elas tendem a passar despercebidas ou ser recebidas com panos quentes. Muitas vezes, as pessoas se indignam com elas, mas em silêncio para preservar a amizade ou por ter medo de confrontos.</p>
<p>Entre as frases que amigos tóxicos costumam dizer estão:</p>
<ul>
<li>“Você sempre estraga as coisas!”</li>
<li>“Você não pensa direito.”</li>
<li>“Você engordou/ficou mais velho/parece horrível hoje.”</li>
<li>“Você nunca vai conseguir isso” ou “Eu sou muito melhor nisso do que você.”</li>
<li>“Você não faz isso por mim porque não gosta de mim de verdade!”</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Efeitos negativos de uma amizade tóxica</strong></h4>
<p>A amizade tóxica acarreta muito sofrimento. Quem tem um amigo assim normalmente tem mais sentimentos de insegurança e solidão, vive sob pressão e sofre mais com o estresse no dia a dia.</p>
<p>O mal-estar emocional provocado pelas atitudes tóxicas é gradativo. À medida que as palavras e comportamentos do amigo tóxico começam a lhe afetar, você começa a ter mais sentimentos e pensamentos negativos do que positivos na sua vida. De repente, sem você ter consciência disso, a tristeza, o cansaço e a irritabilidade se tornam pilares do seu dia a dia. Eles são especialmente intensos após as interações com esse amigo tóxico. É neste momento que você precisa se questionar se essa amizade está te fazendo mal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que fazer quando temos uma amizade tóxica?</strong></h4>
<p>Quando descobrimos uma amizade tóxica, temos duas opções: tentar consertar o laço com esse amigo ou se afastar dele.</p>
<p>Se nutrimos carinho e afeição por ele, o ideal seria chama-lo para conversar e dizer como temos nos sentido. O diálogo é o principal caminho para a resolução de conflitos. Entretanto, em vez de dizer “você fez X ou Y” podemos adotar a estratégia da comunicação não-violenta e dizer “eu me sinto X perante atitude Y”. Dessa forma, mudamos o foco para as divergências no relacionamento em vez de culpar o outro por suas atitudes. É claro que devemos responsabilizar o amigo tóxico por elas, mas, na hora de conversar, é melhor tentarmos usar essa estratégia para que ele nos escute.</p>
<p>Também devemos avaliar se a pessoa é assim ou se está passando por uma situação difícil. Os comportamentos inadequados podem ser reflexo de seus problemas. Neste caso, podemos oferecer ajuda e, após o problema ter sido solucionado, prestar atenção em como a pessoa se comporta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Quando se deve desistir de uma amizade?</strong></h4>
<p>Mas e se a única opção for sair da relação tóxica? As amizades que fazem mal são formadas a partir do interesse de uma das partes. Ela pode ser motivada por ganho financeiro, status, popularidade ou dependência emocional.</p>
<p>A reparação do relacionamento é difícil, dado que o amigo tóxico não vê valor na amizade em si, mas no que ganha com ela. Ao expressar os seus sentimentos, ele pode se sentir acuado e negar ter lhe magoado de alguma forma ou se afastar de você por conta própria.</p>
<p>Assim, a reflexão se faz necessária. Vale a pena manter uma amizade assim? Não é melhor procurar relações saudáveis em vez de investir em uma ruim?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Devemos ficar longe das pessoas tóxicas?</strong></h4>
<p>Pessoas tóxicas pensam somente em seus próprios interesses e sentem dificuldade ou não querem enxergar a dor emocional que causam no outro. Logo, se você possui contato com indivíduos que te diminuam e te deixem tristes, o ideal é procurar se proteger dessas pessoas tóxicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Padrão abusivo recorrente nas amizades</strong></h4>
<p>Se costuma ter amigos tóxicos e não sabe por que as suas amizades seguem esse padrão, você pode procurar respostas na terapia. As pessoas costumam procurar o que é familiar para elas, mesmo que não se beneficiem disso.</p>
<p>Por exemplo, quem cresceu observando os pais brigarem dentro de casa, pode engatar um relacionamento em que brigas são comuns. Apesar de o indivíduo não ser feliz nesta relação, pelo menos ele já sabe lidar com ela. A terapia investiga a raiz do sofrimento e busca soluções que amenizem as dores emocionais. Como visto, as nossas amizades podem causar danos à nossa saúde mental. Então, para evitar reincidência futura, se recuperar dos efeitos da amizade tóxica ou se autoconhecer, você pode buscar a terapia.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>TOC – entenda como funciona esse transtorno!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2019 14:28:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pensamentos que não saem da mente acompanhados de rituais complexos e rígidos comprometem a qualidade de vida de quem tem transtorno obsessivo compulsivo. Jennifer checa a escova de dentes diversas vezes no banheiro para ter certeza de que não engoliu o objeto. Caio passou três horas em idas e voltas pela mesma ponte da Marginal&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Pensamentos que não saem da mente acompanhados de rituais complexos e rígidos comprometem a qualidade de vida de quem tem transtorno obsessivo compulsivo.</h3>
<p style="text-align: justify;">Jennifer checa a escova de dentes diversas vezes no banheiro para ter certeza de que não engoliu o objeto. Caio passou três horas em idas e voltas pela mesma ponte da Marginal Tietê, em São Paulo, sem conseguir chegar ao seu destino. Gleyce teve um ataque de choro ao ver uma panela suja na pia de sua casa. Esses são exemplos reais de pessoas com <strong>transtorno obsessivo compulsivo</strong>  (TOC), uma condição psiquiátrica que atinge ao redor de 8 milhões de brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>O ponto que une os relatos dessas pessoas é a frustração e o  preconceito que existe sobre o TOC. Muitos ainda se incomodam com o senso comum, que encara o assunto como piada ou uma coisa fácil de ser superada. Não é, não.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Trata-se de um quadro de difícil manejo, <span id="more-1293"></span>marcado por pensamentos inconvenientes que invadem a cabeça sem aviso prévio. Eles são seguidos por um rito ou um comportamento repetido, que serve de escape para acalmar a mente. É o caso, por exemplo, de um sujeito com um pavor irracional de bactérias que deixa de tocar em maçanetas e lava as mãos compulsivamente para não se contaminar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de afetar tanta gente, pouco se sabe sobre as origens do problema. Acredita-se que seja o resultado da interação de uma falha genética com fatores ambientais. Situações como traumas no parto, abuso nos primeiros anos de vida e até infecções estão associadas à gênese do transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;">A infância e a adolescência, aliás, são os períodos-chave para o aparecimento dos sintomas iniciais em mais da metade das vezes. Outras fases e momentos, como o nascimento de um filho, também contribuem: pais e mães predispostos podem desenvolver uma preocupação doentia com o bebê que acabou de vir ao mundo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O TOC no Brasil</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma boa notícia é que o Brasil está na vanguarda científica e obteve avanços memoráveis no que se sabe sobre o transtorno. Em 2003, experts de diversas universidades se reuniram para formar um time voltado exclusivamente a pesquisar o TOC. Eles entrevistaram 1 001 portadores espalhados pelos quatro cantos do país.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Um dos principais achados foi a relação do TOC com uma série de distúrbios psiquiátricos: 68% dos respondentes sofriam ao mesmo tempo com depressão, 63% conviviam com quadros de ansiedade generalizada e 35% foram diagnosticados com fobia social. Ou seja: aqui ter mais de um transtorno mental é regra, e não exceção, o que modifica o tratamento receitado. Os levantamentos ainda mostraram que um terço dos pacientes já teve desejos de se suicidar e 10% haviam efetivamente tentado se matar, o que reflete a gravidade desses pensamentos e comportamentos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>É TOC ou não?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Mas como diferenciar uma pessoa com TOC daquela que apenas gosta das coisas devidamente organizadas?  Se os rituais começam a tomar tempo, interferem na qualidade de vida, atrapalham a capacidade de estudar e trabalhar ou geram angústia e solidão, é preciso buscar ajuda. A preocupação se inicia quando eles ocupam mais de uma hora por dia e fazem o indivíduo se atrasar ou até desistir de seus compromissos.</p>
<p style="text-align: justify;">E é aí que deparamos com outro dilema: a demora entre o início do transtorno e o seu diagnóstico. A média é de dez a 14 anos para procurar o médico, o que faz do TOC a doença do segredo. Os gargalos são a falta de conhecimento dos próprios profissionais de saúde sobre a enfermidade e, mais uma vez, o estigma de ser tachado de “louco” numa sociedade que não encara as condições psiquiátricas com muito respeito. O paciente compreende que suas atitudes são absurdas e os ritos desnecessários, mas não consegue deixar de segui-los.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O tratamento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>A partir do diagnóstico, feito no consultório por meio de uma conversa e uma avaliação, o médico começa a traçar a rota de recuperação. A primeira coisa a se fazer é a psicoeducação para explicar direitinho o que é o TOC, suas características e seus riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, vêm a terapia cognitivo-comportamental e os remédios da classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina, normalmente prescritos no combate à depressão. A união dessas duas estratégias em um tratamento de longa duração é a que costuma trazer os melhores resultados – cerca de 60% mantêm um bom controle com o esquema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá pra se esquecer da família nesse processo. Muitas vezes, os parentes participam dos rituais, pois sabem que desobedecer às regras do indivíduo desemboca em atritos. O correto seria não ceder a exigências e manias. Ele até pode ficar ansioso ou agressivo, mas isso vai durar pouco. Se compactuar com as compulsões, todos se tornam reféns do TOC para sempre.  O esforço de negar as vontades e agir com firmeza deve ser orientado pelo profissional de saúde. Ao longo das terapias, o paciente é incentivado a questionar seus pensamentos e modificar os comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Manifestações diferentes do TOC</strong></h3>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Tudo precisa ficar estritamente organizado, alinhado, ordenado… Algo que fuja do padrão gera calafrios e irritação. Eis um dos principais subtipos do transtorno.</li>
<li>Há aqueles que criam um medo gigante de contaminação. Isso os impede de tocar em portas e corrimões. Existe uma dificuldade de visitar lugares como hospitais e cemitérios.</li>
<li>Um terceiro grupo não sai de casa sem olhar várias vezes a fechadura, o gás ou as torneiras. Eles cumprem uma maratona de ritos e cultos que demoram desde minutos até algumas horas.</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>E os acumuladores?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por décadas, quem não jogava nada no lixo era classificado de obsessivo compulsivo. Mas o critério mudou, e hoje essa enfermidade é reconhecida como um problema independente. No TOC, esse sintoma até aparece, mas é um fator secundário a outros comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que tenham gostado do artigo e que possam voltar sempre para acompanhar nossas próximas postagens! Muito obrigada por sua presença por aqui e, aproveite para compartilhar esse conteúdo com quem você acredita que possa se beneficiar dele, em suas redes e deixe seu comentário ou dúvida!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
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