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	<title>Arquivo de Síndrome do Pânico - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Arquivo de Síndrome do Pânico - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Conheça gatilhos emocionais do pânico e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 01:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.</p>
<p>Quando temos consciência dos fatores que possuem capacidade de perturbar o nosso bem-estar emocional, conseguimos desenvolver estratégias para lidar com eles e, assim, evitar desconfortos físicos e psicológicos. Muitos gatilhos podem desencadear o pânico no nosso dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é ataque de pânico?</strong><span id="more-2659"></span></h4>
<p>O ataque de pânico pode ser descrito como uma reação do corpo à ansiedade incontrolável. Então, quando uma pessoa se depara com uma situação que desencadeia medo, estresse ou preocupação e não sabe como reagir, ela pode ter uma reação física.</p>
<p>Nem sempre essa situação representa uma ameaça real à sua vida ou saúde mental, mas, por ter dificuldade de gerenciar essas emoções, a pessoa acaba tendo um ataque de pânico.</p>
<p>Apesar de qualquer pessoa poder ter um ataque de pânico, episódios frequentes e em situações que não apresentam perigo são motivos de preocupação. Eles podem evidenciar a existência de uma condição de saúde mental, como a síndrome do pânico e a ansiedade generalizada.</p>
<p>Tipicamente, o ataque de pânico acontece subitamente. Quando já passamos por essa experiência, às vezes é possível prevê-lo ao identificar os primeiros sintomas e tomar atitudes para suavizar a sua intensidade. Embora os sintomas possam variar de pessoa para pessoa, eles tipicamente incluem:</p>
<ul>
<li>Crescente sensação de ameaça;</li>
<li>Medo irracional de morrer ou de perder o controle;</li>
<li>Náusea ou vômito;</li>
<li>Dor de cabeça;</li>
<li>Aperto no peito;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Sensação de desmaio;</li>
<li>Dormência nos membros;</li>
<li>Dificuldade para respirar;</li>
<li>Sensação de não pertencimento ao corpo; e</li>
<li>Suor excessivo.</li>
</ul>
<p>Algumas pessoas são mais sensíveis aos sintomas físicos enquanto outras sentem mais sintomas emocionais e psicológicos. Em alguns casos, os sintomas são semelhantes ao de um ataque cardíaco, o que leva as pessoas a visitarem um médico de imediato. Mas, na verdade, o mal-estar foi resultado do pânico crescente.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Gatilhos emocionais comuns do pânico</strong></h4>
<p>Existem vários gatilhos emocionais que desencadeiam um ataque de pânico. Grande parte das pessoas não têm ciência deles, então se colocam em contato com eles repetidamente sem ter a intenção.</p>
<p>Como os sintomas do ataque de pânico são intensos, eles podem levar ao medo de continuar tendo crises, especialmente em lugares públicos. O próprio medo de passar pela experiência novamente se transforma em um gatilho de novos episódios. Por conseguinte, indivíduos escolhem se isolar.</p>
<p>Em seguida, veja alguns dos gatilhos emocionais mais comuns do pânico e como lidar com eles.</p>
<p><strong>1.  Estresse</strong></p>
<p>O estresse é um dos principais gatilhos do pânico, além de ser um agravante para muitas condições de saúde mental. Diversas situações do dia a dia podem desencadear o estresse, como engarrafamentos, longas esperas em filas, interações sociais e múltiplos compromissos profissionais. Sendo assim, é muito fácil encontrar fatores estressores que resultam em desconforto emocional e físico.</p>
<p>Como lidar? É imprescindível praticar o autocuidado para conservar o bem-estar emocional e desenvolver métodos para responder bem ao estresse, como respirar profundamente ou deixar o ambiente por alguns instantes para colocar os pensamentos em ordem.</p>
<p><strong>2. Abuso de substâncias</strong></p>
<p>Quem sofre de ataques de pânico recorrentes costuma apresentar um desequilíbrio da química cerebral. Então, a produção irregular de neurotransmissores, responsáveis pela comunicação das células no sistema nervoso, resulta em uma comunicação ineficiente, a qual, por sua vez, traz uma série de consequências para o organismo. Substâncias como drogas e álcool interferem ainda mais nessa comunicação. A longo prazo, o seu uso pode causar problemas irreversíveis para a saúde mental e física.</p>
<p>Como lidar? Cortar o uso dessas substâncias e seguir o tratamento psiquiátrico e psicológico para a síndrome do pânico. Pode ser necessário buscar a ajuda de instituições especializadas em abuso de substâncias para cessar a ingestão, desenvolver bons hábitos e evitar recaídas.</p>
<p><strong>3. Situações sociais</strong></p>
<p>Situações sociais estressantes podem gerar ansiedade e preocupação. Enquanto algumas pessoas se sentem ligeiramente desconfortáveis em certas ocasiões, outras sofrem de fobia social e transtornos ansiosos que tornam se socializar em um grande desafio. Frequentar lugares movimentados, como shoppings e supermercados, pode se tornar insustentável ao depender da gravidade dos sintomas. Para evitar o desencadeamento de um ataque de pânico, indivíduos podem passar a evitar sair de casa.</p>
<p>Como lidar? Embora o auto isolamento pareça uma boa solução a princípio por cessar a ansiedade e o pânico, ele não ajuda na recuperação da síndrome do pânico. Indivíduos deixam de aprender a lidar com o estresse provocado por situações sociais quando escolhem se afastar do convívio social, o que acaba trazendo problemas para os seus relacionamentos interpessoais. Para reverter essa situação, você pode procurar a ajuda de um psicólogo e convidar pessoas de confiança para participar de ocasiões sociais com você.</p>
<p><strong>4. Estimulantes</strong></p>
<p>Cafeína, bebidas açucaradas, chá preto e farinha branca são alguns alimentos estimulantes da ansiedade que, quando ocupam espaço significativo em uma dieta, ajudam a estimular ataques de pânico. A ingestão excessiva de álcool e o cigarro também intensificam os sintomas da ansiedade.</p>
<p>Como lidar? Modificar os hábitos alimentares para ter uma alimentação mais saudável e balanceada. Por exemplo, a inclusão de fibras, ômega-3 e vitaminas C e B pode ajudar a combater a ansiedade. Para saber exatamente quais alimentos evitar e quais ingerir, visite um nutricionista.</p>
<p><strong>5. Memórias de traumas</strong></p>
<p><strong> </strong>A súbita lembrança de memórias de eventos traumáticos é outro gatilho emocional extremamente comum. Na tentativa de preservar a saúde mental e emocional do indivíduo, o cérebro reprime as memórias do trauma, mas, com o tempo, elas podem começar a vir à tona. Flashbacks de experiências traumáticas são um sintoma comum do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que também é caracterizado pela frequência de ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Pessoas que sofrem de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático podem se beneficiar de tratamento para essas condições. Por isso, na grande maioria dos casos, ele consiste em terapia e ingestão de medicamentos prescritos pelo psiquiatra. Além de diminuir a intensidade dos sintomas, pacientes podem digerir as emoções negativas atreladas ao trauma e seguir em frente com as suas vidas.</p>
<p><strong>6. Relacionamentos tóxicos</strong></p>
<p>Relacionamentos tóxicos podem ser especialmente estressantes para quem tem ataques de pânicos recorrentes. Eles não se limitam a relações afetivas. Amigos, colegas de trabalho, chefes e familiares também podem ser tóxicos e interagir com eles no dia a dia agrava a ansiedade e o estresse. Brigas, chantagem emocional, cobranças, manipulação e insultos são alguns aspectos comuns de relacionamentos tóxicos.</p>
<p>Como lidar? Muitas vezes, não podemos simplesmente cortar o contato com essas pessoas. No trabalho, por exemplo, precisamos conviver com todo o tipo de personalidade para concluir o nosso trabalho. Então, precisamos aprender a não sucumbir as influências negativas de indivíduos tóxicos. Já quando podemos limitar o contato, como é o caso de relacionamentos amorosos e amizades, é preferível manter a distância e buscar laços afetivos mais saudáveis.</p>
<p><strong>7. Uso de certos medicamentos</strong></p>
<p>Alguns medicamentos possuem efeitos colaterais que despertam a ansiedade e, consequentemente, geram ataques de pânico. Cada organismo reage a ingestão de medicamentos, especialmente os contínuos, de modo diferente. Enquanto algumas pessoas não sentem nenhum efeito colateral, outras não conseguem continuar tomando o medicamento.</p>
<p>Como lidar? Se você percebeu um aumento da ansiedade após começar a tomar um medicamento, converse com o seu médico.</p>
<p><strong>8. Condições de saúde</strong></p>
<p>Receber o diagnóstico de uma condição de saúde pode ser estressante. Dependendo da gravidade da patologia, preocupações sobre o funcionamento da vida diária e o que o futuro reserva podem começar a atormentá-lo. Você pode sentir uma necessidade quase incontrolável de fazer o que sempre quis, mas não fez por falta de tempo ou medo, e de prover para a sua família para deixá-los confortáveis no futuro. Essa afobação, aliada aos pensamentos negativos, pode facilmente causar ansiedade e ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Converse com o seu médico para esclarecer todas as dúvidas acerca da doença e como ela afeta o seu corpo. Do mesmo modo, visite um psicólogo para ajudá-lo a lidar com as emoções e o estresse de maneira saudável. Evite, ainda, alimentar pensamentos de cenários trágicos e mantenha o foco no que você pode fazer hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Sindrome do Pânico e 7 dicas para quem convive com ela:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2016 17:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é? E uma crise de ansiedade aguda e intensa, com duração de 15 a 30 minutos e manifestações físicas. Pode ocorrer em qualquer lugar, contexto ou hora; Situações de desafio e de dificuldade para “dominar”o ambiente favorecem os ataques. Ex: metro lotado, multidões, engarrafamento, fobias, acidentes, catástrofes etc&#8230; Problemas como TOC e hipertiroidismo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E uma crise de ansiedade aguda e intensa, com duração de 15 a 30 minutos e manifestações físicas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pode ocorrer em qualquer lugar, contexto ou hora;</li>
<li>Situações de desafio e de dificuldade para “dominar”o ambiente favorecem os ataques. Ex: metro lotado, multidões, engarrafamento, fobias, acidentes, catástrofes etc&#8230;</li>
<li>Problemas como TOC e hipertiroidismo também podem causar crises.<br />
<h3><strong>Causas:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">As causas exatas da síndrome do pânico são desconhecidas, embora a Ciência acredite que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como:<span id="more-345"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Genética</li>
<li>Estresse</li>
<li>Temperamento forte e suscetível ao estresse</li>
<li>Mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações (como por exemplo estar num lugar cheio de gente, falar em publico, entre outras situações que até então eram consideradas normais pelo paciente, contudo o cérebro de repente passa a reagir diferentemente nessas situações</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos indicam que a resposta natural do corpo a situações de perigo esteja diretamente envolvida nas crises de pânico. Apesar disso, ainda não está claro por que esses ataques acontecem em situações nas quais não há qualquer evidência de perigo iminente.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Fatores de Risco:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A síndrome do pânico costuma afetar mais mulheres do que homens e pode ser desencadeada por alguns fatores considerados de risco, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Situações de estresse extremo</li>
<li>Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima</li>
<li>Mudanças radicais ocorridas na vida</li>
<li>Histórico de abuso sexual durante a infância</li>
<li>Ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Sintomas:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Ataques de pânico geralmente acontecem de repente e sem aviso prévio, em qualquer período do dia e também em qualquer situação, como enquanto a pessoa está dirigindo, fazendo compras no shopping, em meio a uma reunião de trabalho ou até mesmo dormindo.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de perigo iminente</li>
<li>Aumento da pressão e da frequência respiratória e cardíaca;</li>
<li>Falta de ar e sensação de asfixia;</li>
<li>Tontura</li>
<li>Náusea</li>
<li>Suor frio</li>
<li>Pernas bambas</li>
<li>Tremedeira</li>
<li>Calafrios ou ondas de calor</li>
<li>Desconforto no peito</li>
<li>Medo de morrer ou ficar louco</li>
<li>Desmaio ou vomito</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas portadoras da síndrome muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico e podem, até mesmo, despertar problemas mais graves, como alcoolismo<strong>, </strong>depressão e abuso de drogas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Tratamentos:</strong></h3>
</li>
<li>Terapia: a opção mais viável é uma terapia cognitiva e comportamental. Este método utiliza a visualização, técnicas de respiração e relaxamento para evitar e lutar contra os sintomas da síndrome de pânico.</li>
<li>Antidepressivos: visam reduzir a intensidade e a freqüência de ataques de pânico.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Dicas: </strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Seis dicas para quem convive com a Sindrome do Pânico::</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Incomoda mas não mata: </strong>sintomas de pânico são bem desagradáveis, mas não levam a morte.</li>
<li><strong>Respire: </strong>durante as crises de pânico a respiração fica alterada, o que piora muito o quadro. Inspire lentamente pelo nariz, retenha por pouquíssimo tempo o ar nos pulmões e exale também lentamente pelo nariz. É muito importante que o tempo que o ar sai, a expiração, dure o dobro do tempo que levou para entrar. Se você inspirou, por exemplo, por 2 segundos, a expiração deve durar 4 segundos. Mantenha essa respiração controlada por 30 a 60 segundos.</li>
<li><strong>Mude o foco da atenção</strong>: não fique focado nos sintomas, procure desviar sua atenção para alguma outra coisa, um cenário, uma foto, ou alguma imagem relaxante que você tenha de algum lugar que conheceu.</li>
<li><strong>Evite ficar muito tempo sem comer: </strong>3 ou 4 horas sem se alimentar pode provocar queda dos níveis de açúcar no sangue e provocar uma crise de pânico. Coma periodicamente, não fique em jejum prolongado.</li>
<li><strong>Restrinja cafeína</strong><strong>: </strong>café no máximo 4x ao dia, sendo que o último até as 17 horas. Excesso de cafeína pode, isoladamente, provocar crises de pânico.</li>
<li><strong>Seja seletivo com as notícias e informações que procura: </strong>não estimule seu cérebro com catástrofes desnecessariamente, por exemplo, com notícias em que você não pode fazer nada a respeito e só servem para colocar seu cérebro em alarme e facilitar crises.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Muito obrigada pela atenção!</strong> Espero que esse texto tenha lhe ajudado e, qualquer dúvida, estamos à disposição! Não se esqueça de conferir nossas postagens semanais e, aproveite para indicar ou compartilhar essa postagem com seus familiares e amigos. Todos merecem estar mais informados!</p>
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