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	<title>Arquivo de sentimentos - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de sentimentos - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como deixar de se importar com o que os outros pensam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 17:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos. Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos.</p>
<p>Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos e, ao modificar a sua conduta para se encaixar nos requisitos, a sua carreira pode avançar consideravelmente. Essa mudança de comportamento, no entanto, não é permanente. Ela serve para ajudá-lo a aproveitar uma oportunidade ou alcançar objetivos. Segundo psicólogos, o problema nasce quando modificamos nosso comportamento e fazemos coisas, ou deixamos de fazer, devido à opinião dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos importamos tanto com opiniões alheias?</strong></h4>
<p>Você já sentiu que deveria tomar determinada atitude para agradar terceiros? Ou teve medo de fazer algo para você (mudar o visual, trocar de emprego, começar ou terminar um relacionamento) por causa do que os outros vão pensar?</p>
<p>A sensação de estar sendo vigiado é mais forte na adolescência. É nessa fase que começamos a nos importar com as opiniões de amigos e pretendentes, pois é quando compreendermos o significado de “viver em sociedade”. O adolescente tem horror em ser visto de forma negativa e geralmente tem um desejo ardente de provar a sua capacidade para os outros.</p>
<p>Adolescentes tímidos ou pouco autoconfiantes, em especial, tendem a ligar excessivamente para o que terceiros pensam a seu respeito. Em sua busca para agradar os colegas e pertencer a um grupo, podem fazer coisas contra sua vontade. Quando não conseguem impressionar, passam a temer o julgamento alheio.</p>
<p>Algumas pessoas entram na vida adulta com esse medo. Assim, sofrem com uma série de preocupações: são ansiosas, temem o que os demais vão falar sobre as suas escolhas, não conseguem expressar a sua verdadeira identidade, têm dificuldades para fazerem escolhas sozinhas, temem o fracasso acima de tudo e sentem-se frustradas consigo mesmas. Essa repressão auto imposta é a fórmula certeira para a depressão, a ansiedade e o estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como deixar de se importar com o que os outros pensam?</strong></h4>
<p>Parar de se importar com as opiniões alheias requer esforço e prática diária.</p>
<p>Toda vez que decidimos modificar um comportamento, precisamos levar em consideração que ele já está profundamente acomodado dentro de nós. Passamos anos e anos reforçando-o através de nossas escolhas, pensamentos, emoções e experiências de vida.</p>
<p>Por isso, costuma-se se dizer que é preciso “desconstruir” um comportamento, retirando as crenças que utilizamos para construí-lo em primeiro lugar.</p>
<p>Por exemplo, a preocupação excessiva com o que os outros pensam costuma se originar do medo de julgamentos. Este, por sua vez, pode ter raízes em um pensamento (“se acharem que eu sou uma pessoa X ou Y, algo ruim vai acontecer”) ou uma emoção (vergonha, ansiedade, hesitação, falta de confiança).</p>
<p>Em vez de confrontar esse medo ou ressignificá-lo, você o alimentou inconscientemente, reforçando sentimentos e pensamentos negativos. Como encontra-se consolidado em seu interior, você basicamente precisa “destruir” as crenças ruins que o fortalecem e construir crenças boas.</p>
<p>Pode parecer complicado, mas não é!</p>
<p>Esse processo ocorre naturalmente. A princípio, ele não é muito agradável tampouco fácil. Você vai sentir vontade de desistir e ignorar incômodos emocionais significativos. É uma reação totalmente normal, a qual deve ser combatida. Abaixo, separamos alguns passos para ajudá-lo a chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1)     Identifique o porquê:</strong></p>
<p>Por que você se importa tanto com o que os outros vão dizer sobre você? Quais são as suas preocupações? Você tem medo de ser julgado, ser ridicularizado, ser rejeitado, ser visto como um fracasso? Questione-se sobre a sua necessidade da validação alheia para encontrar a origem dela.</p>
<p>Ela pode ter nascido de uma experiência ruim na infância ou na adolescência, ou ser consequência da sua criação (pais muito rígidos, por exemplo). Como você não tinha muito conhecimento sobre os seus próprios sentimentos, passou a alimentar essa necessidade, fugindo de si mesmo para não ser desaprovado pelos demais.</p>
<p>Você pode vasculhar as suas memórias em busca de uma resposta e responder perguntas de autoconhecimento diariamente para compreender como se sente. Fazer terapia também pode ajudá-lo a obter insights sobre por que você se importa com o que os outros pensam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2)     Modifique a sua forma de pensar:</strong></p>
<p>Quando o medo da opinião alheia aparecer, confronte-o. Em vez de pensar “O que será que vão pensar de mim?” ou “Todo mundo vai olhar para mim e ficar comentando”, pense “Eu quero fazer isso porque…” e “Se alguém tiver algo para dizer, não importa. A minha felicidade é mais importante”. Se precisar, repreenda-se usando o seu nome da mesma forma que faria para chamar a atenção de uma criança.</p>
<p>Mesmo que pareça estranho conversar com si mesmo, faça-o. Esse diálogo interno vai facilitar a modificação das crenças construídas e fortalecidas ao longo dos anos. Com a prática, você conseguirá pensar mais positivo sobre se expor para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3)     Compreenda algumas coisas:</strong></p>
<p>É muito provável que ninguém esteja prestando atenção em você. As pessoas vivem saturadas por seus próprios problemas e preocupações. Elas não têm tempo de se preocupar com terceiros. Quando a sensação de que múltiplos olhares estão acompanhando os seus movimentos aparecer, 99.9% das vezes é apenas isso: uma sensação.</p>
<p>Se você não fala a sua opinião ou expressa suas necessidades em voz alta por medo de desagradar alguém, saiba que é impossível agradar todo mundo. Milhares de pessoas já tentaram, inclusive personalidades célebres conhecidas mundialmente, e todas falharam.</p>
<p>Cada um possui o seu jeito de pensar e ver a vida, portanto, raramente você encontrará alguém com opiniões praticamente idênticas às suas. Caso alguém reaja com agressividade verbal ou grosseria ao ouvir o que você tem a dizer, lembre-se disso. A vivência daquela pessoa é completamente diferente da sua e isso gera divergência de pensamentos.</p>
<p>Responda à atitude rude com cordialidade e siga em frente. Afinal, por que é tão importante que todos concordem com você ou aprovem as suas considerações? A única pessoa que deve fazê-lo é você mesmo, pois o único a sofrer as consequências de seus atos é você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4)     Valorize-se!</strong></p>
<p>Pessoas que se preocupam demais com o que os outros têm a dizer não costumam ter uma visão concreta de seus atributos positivos. Se este for o seu caso, faça uma lista de qualidades, conquistas e elogios já recebidos. Assim, você terá uma noção de quais características merecem atenção.</p>
<p>Não tenha medo de mostrar o que há de melhor em você para o mundo! Neste momento, você pode pensar que não faz sentido compartilhar os seus talentos. É a sua insegurança falando. Ela costuma manter os dons adormecidos.</p>
<p>Quando alguém decide partilhar o que há de melhor em si, o mundo fica um pouco melhor, sabia? Além de ajudar outras pessoas com os seus talentos, você se sente bem por estar sendo útil. Essa postura de doação também fortalece o seu amor-próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5)     Cultive boas amizades:</strong></p>
<p>Pessoas negativas, tóxicas, aproveitadoras ou invejosas são como um veneno para a sua autoestima. Não raro indivíduos ligam excessivamente para a opinião de pessoas com quem mantém uma relação nada saudável. Esse tipo de relacionamento é capaz de levá-los a uma depressão profunda e impedir que aproveitem a vida.</p>
<p>Dê ouvidos somente às pessoas que lhe querem bem. Aceite elogios, conselhos e recomendações de quem demonstrar amá-lo, e não de quem quer vê-lo sofrer. Mantenha-se afastado de pessoas tóxicas. É comum demorar um pouco para perceber o quão abusivo alguém está sendo com você. Assim que tomar essa consciência, distancie-se do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6)     Saia da zona de conforto:</strong></p>
<p>O melhor remédio para livrar-se de um medo é enfrentá-lo! Se você teme julgamentos e não sabe como lidar com opiniões alheias, coloque-se em ocasiões em que deverá fazer exatamente isso.</p>
<p>Você pode fazer as seguintes atividades apenas em sua própria companhia para sair da zona de conforto:</p>
<ul>
<li>Viajar;</li>
<li>Ir a um show;</li>
<li>Fazer uma refeição em um restaurante;</li>
<li>Desfrutar de uma bebida em um bar;</li>
<li>Passear em um parque;</li>
<li>Fazer compras;</li>
<li>Ir à academia; e</li>
<li>Comparecer aos eventos locais da sua cidade.</li>
</ul>
<p>Assim que sentir o medo de ser julgado chegando, diga a si mesmo que está tudo bem e eduque a sua mente para pensar positivo. O incômodo de fazer algo novo é passageiro e, se você ceder a ele e desistir, poderá se arrepender mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Os arrependimentos mais comuns e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 16:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As pessoas frequentemente dizem “vivam sem arrependimentos!”, mas é realmente possível seguir esse conselho à risca? Esse sentimento complexo possui a capacidade de estimular reflexões interessantes para nossas vidas, nos ajudando a crescer como pessoas. Entretanto, o arrependimento também está envolto em muitas emoções negativas que podem nos levar para o caminho contrário. Quando não conseguimos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas frequentemente dizem “vivam sem arrependimentos!”, mas é realmente possível seguir esse conselho à risca? Esse sentimento complexo possui a capacidade de estimular reflexões interessantes para nossas vidas, nos ajudando a crescer como pessoas.</p>
<p>Entretanto, o arrependimento também está envolto em muitas emoções negativas que podem nos levar para o caminho contrário. Quando não conseguimos lidar com nossos arrependimentos, ficamos estagnados. Algumas pessoas até se punem por tempo indeterminado por terem tido atitudes que hoje consideram ruins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos arrependemos?</strong><span id="more-2670"></span></h4>
<p><strong> </strong>O arrependimento surge após fazermos algo que não aprovamos (ainda que tenha parecido o certo no momento) ou deixamos de tomar uma atitude quando queríamos muito. Ele pode surgir logo após o ocorrido ou depois de percebermos as consequências de nossas ações, principalmente quando afetam outras pessoas de modo negativo.</p>
<p>Esse sentimento também pode incomodar quando percebemos que poderíamos ter nos beneficiado de uma atitude que não tomamos. Ou seja, acabamos contribuindo para a situação ruim em que nos encontramos, ou nos impedimos de alcançar a tão desejada felicidade.</p>
<p>O arrependimento está quase sempre acompanhado pela culpa. “Por que eu fiz isso?” ou “por que eu não fiz isso?” são reflexões comuns quando a consciência está pesada. Como a culpa também é um sentimento intenso, a tendência é ficar preso em uma espiral de arrependimento, culpa, raiva e tristeza até que a situação seja resolvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>5 arrependimentos comuns:</strong></h4>
<p><strong> </strong>A autora australiana Bronnie Ware escreveu o livro “Os 5 principais arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer” com base em suas experiências como cuidadora paliativa. Embora este artigo não seja especificamente sobre arrependimentos que as pessoas têm no leito de morte, as descobertas da autora podem incentivar reflexões.</p>
<p>Estudos mostram que a tomada de decisão produz mais arrependimento a curto e médio prazo. Por exemplo, você pode se arrepender de ter dito algo que não foi bem recebido pelo outro ou ter dito ‘sim’ para uma atividade da qual, na verdade, você não queria participar. Os arrependimentos mais profundos são aqueles que nascem do que deixamos de fazer. São esses que costumam causar sentimentos negativos no fim da vida, além de sofrimento a longo prazo. Por exemplo, você pode passar anos se repreendendo por não ter feito uma escolha que queria muito quando jovem.</p>
<p>Segundo Bronnie Ware, os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas são:</p>
<ul>
<li>Não ser autêntico: o principal arrependimento é não viver de acordo com a sua essência e verdade, deixando com que outras pessoas ou fatores ditem a sua vida.</li>
<li>Trabalhar excessivamente: o excesso de trabalho, que rouba a atenção de outros fatores importantes, como família e bem-estar, é o segundo mais comum.</li>
<li>Não expressar sentimentos: não viver os seus sentimentos, reprimindo vontades e optando pelo silêncio, é outra postura da qual as pessoas se arrependem.</li>
<li>Não manter contato com pessoas queridas: a conexão com familiares, amigos e cônjuge é fonte de grande felicidade. Afinal, são poucas as coisas na vida que causam impacto duradouro como os nossos relacionamentos interpessoais.</li>
<li>Não se permitir ser feliz: priorizar a felicidade alheia, punir-se sem necessidade e reprimir os seus desejos não traz nenhuma alegria, mesmo que, na hora, essas decisões pareçam ser as certas.</li>
</ul>
<p>Outros arrependimentos comuns, mas de caráter mais corriqueiro, são:</p>
<ul>
<li>Perder oportunidades profissionais: não arriscar e deixar outra pessoa levar aquela oportunidade de ouro, ou não mudar de carreira ou de local de trabalho no momento desejado.</li>
<li>Perder oportunidades de relacionamento: não arriscar no amor, deixando de iniciar relacionamentos com pessoas amadas ou optando por sabotá-los por medo.</li>
<li>Tomar decisões precipitadas: não refletir antes de tomar uma decisão, principalmente quando impacta diversas áreas da sua vida, como mudança de cidade ou término de relacionamento.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como lidar com arrependimentos?</strong></h4>
<p>Os arrependimentos apresentam um dilema para nós, por isso, costuma ser tão complicado lidar com eles. Todos nós construímos uma imagem de nós mesmos, seja positiva ou negativa. O mais comum é acreditar que, apesar de todos os defeitos, somos boas pessoas.</p>
<p>Quando algo ou alguém ameaça destruir essa autoimagem construída ao longo de anos, entramos na defensiva. Começamos a questionar a nossa índole e competência, ou negamos a possibilidade de ter cometido algo que julgamos ser ruim, o que nos iguala com pessoas cujos comportamentos desaprovamos. Por que não fomos pessoas melhores, quando sabemos o que é certo ou errado?</p>
<p>As nossas crenças entram em conflito com o erro cometido, gerando dúvidas e medos que antes não tínhamos. Em meio a esse turbilhão de emoções e pensamentos de caráter negativo, fica difícil encontrar maneiras de gerenciar o arrependimento de modo saudável. De fato, você pode se afundar mais nesse sentimento em vez de encontrar uma saída.</p>
<p>Com o objetivo de ajuda-los a lidar com os seus arrependimentos, separamos algumas dicas. Confiram abaixo:</p>
<h5></h5>
<h5><strong>1- Reavalie os seus medos</strong></h5>
<p>Quais preocupações vêm à sua mente quando você decide não fazer algo? É o medo do julgamento, de decepcionar alguém, de passar vergonha ou de não ter os recursos necessários para garantir a sua sobrevivência?</p>
<p>Embora alguns de nossos medos sejam compreensíveis, grande parte deles não costuma ter pé na realidade. Isso porque são temores do que pode acontecer no futuro e, geralmente, não possuem como base o que está acontecendo no presente. Logo, a possibilidade de nossos piores medos se concretizarem é quase nula.</p>
<p>Esses medos pesam no momento de tomar uma decisão. Escolhemos reprimir uma vontade ou temos uma atitude contrária aos nossos valores pelo medo das possíveis consequências. Mas, será que eles fazem sentido? Reavalie os medos que você carrega dentro de si mesmo e se pergunte se eles, de fato, fazem sentido ou são alimentados pela ansiedade ou crenças limitantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>2- Aceite a sua imperfeição</strong></h5>
<p>Aceite que você, assim como todos nós, estamos suscetíveis a cometer erros. Às vezes, esses erros terão um grande impacto na vida de outras pessoas e o sofrimento delas te deixará triste ou envergonhado. Em vez de se lamentar eternamente por isso, procure tomar uma atitude para consertar a situação.</p>
<p>Essa é uma maneira positiva de lidar com o arrependimento, mas, para chegar nela, você precisa se aceitar e aceitar suas atitudes. Tenha compaixão por si mesmo para conseguir abraçar os seus defeitos e equívocos. Caso contrário, você terá dificuldade de se desapegar do arrependimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>3- Aprenda com as suas vivências</strong></h5>
<p>A decisão que você tomou ou não ficou no passado. Modificar essa realidade é impossível, não é mesmo? Sendo assim, opte por avaliar a situação como um todo, destacando o que você fez e o que poderia ter feito, mas não com o objetivo de se culpar. Faça isso com intenção de aprender com essa vivência para, no futuro, não tomar a mesma decisão que te causou sofrimento.</p>
<p>Uma escolha errada, independentemente da situação, foi o melhor que você pode fazer naquele momento. Então, tente vê-las como ‘boas o suficiente’ e procure trabalhar as suas competências socioemocionais para fazer escolhas melhores no futuro. Não é uma garantia que você sempre fará a escolha certa, mas, ao menos, você estará tentando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>4- Faça terapia</strong></h5>
<p>O peso do arrependimento pode ser grande demais para você carregar sozinho. Além disso, pode desencadear emoções e pensamentos desagradáveis e difíceis de lidar. Para recobrar o seu bem-estar emocional e entender a fonte do seu arrependimento, bem como o que te impede de superá-lo, você pode procurar um psicólogo.</p>
<p>A terapia é um espaço seguro onde as pessoas podem compartilhar as suas angústias, desejos e aflições. Se você acredita que ninguém é capaz de entender como você se sente, saiba que o psicólogo é um profissional capacitado para não apenas compreender o funcionamento da psique humana, como também para ter empatia com realidades bem diferentes da dele. Não tenha medo ou vergonha de conversar com o psicólogo sobre os seus arrependimentos. Falar sobre eles em voz alta pode ser o que falta para você conseguir aceita-los digeri-los da maneira correta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>5- Questione-se</strong></h5>
<p>Um exercício simples que você pode fazer antes de tomar uma decisão (lembrando que a inação também é uma escolha) é se perguntar “eu vou me arrepender disso?”. Faça uma breve reflexão sobre isso e, se você chegar a uma resposta positiva após avaliar todos os fatores entrelaçados na situação, escolha agir. Dessa forma, você reduz a possibilidade de ter arrependimentos de longo prazo. E, se no fim das contas você acabar se arrependendo da sua decisão, já saberá como lidar com esse sentimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?!?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Humor: maneiras de elevá-lo no dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 23:03:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar em como o humor é importante? Muitas pessoas acreditam que não possuem o controle sobre como se sentem no dia a dia. Acordam de bom humor ou mau humor e assim seguem pelo resto do dia. Na verdade, podemos gerenciar o nosso humor diariamente para nos mantermos em um estado emocional&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar em como o humor é importante? Muitas pessoas acreditam que não possuem o controle sobre como se sentem no dia a dia. Acordam de bom humor ou mau humor e assim seguem pelo resto do dia.</p>
<p>Na verdade, podemos gerenciar o nosso humor diariamente para nos mantermos em um estado emocional agradável.</p>
<p>Quando nos sentimos bem conosco e com nossa condição de vida atual, independente de como ela seja, conseguimos atingir todo o potencial de nossos recursos emocionais e competências. Além disso, temos mais disposição para encontrar os fatores positivos de nossas experiências de vida.</p>
<p>E, foi pensando na importância do humor para a nossa qualidade de vida, neste post separamos algumas dicas para cuidar dele no nosso dia a dia.</p>
<h3><strong>Importância de cuidar do humor</strong></h3>
<p>Nosso humor afeta todas as áreas das nossas vidas: relacionamentos, trabalho/estudo, experiências, saúde mental, motivação e autoestima. O humor tem influência sobre a percepção de todos esses fatores e o modo como interagimos com eles.</p>
<p>Quando estamos de mau humor, não temos vontade de falar com ninguém, certo? <span id="more-2434"></span>Podemos ter pensamentos negativos, não ter motivação para concluir um projeto, dar respostas grosseiras sem perceber ou ter dificuldade para utilizar o nosso potencial máximo no trabalho ou nos estudos.</p>
<p>O mau humor também colabora para a deterioração da saúde mental. Pensamentos negativos, inquietação, irritabilidade, falta de autoconfiança e pânico são alguns desses sintomas que, a longo prazo, podem corroborar para o surgimento da depressão e ansiedade. Sendo assim, é ideal aprender a manejar a qualidade do nosso humor para evitar os seus efeitos negativos em nossas vidas.</p>
<p>O humor pode sofrer influência de fatores externos, como acontecimentos e interações sociais. Às vezes, acordamos de bem com a vida, mas algo inesperado acontece e rouba a nossa alegria. Quando sabemos administrar nossos sentimentos, gerenciar as emoções oriundas de acontecimentos ruins se torna uma tarefa um pouco mais simples.</p>
<h3><strong>Vale a pena lembrar</strong></h3>
<p>Existe uma cobrança silenciosa para sempre nos mantermos de bom humor em nossa sociedade. As pessoas repudiam sinais de tristeza e, quando encontram alguém cabisbaixo, se perguntam como podem ajudá-lo ou optam por ignorá-lo para não afetarem como se sentem.</p>
<p>Sentir tristeza, raiva, frustração, desânimo e arrependimento é inevitável. Quando falamos em “cuidar do humor” não queremos dizer que nunca devemos sentir essas coisas, mas, sim, que é possível tomar certas atitudes para trazer mais alegria e qualidade de vida para o nosso cotidiano.</p>
<p>Se você perdeu um ente querido, foi reprovado em um exame, não conseguiu a vaga de emprego dos seus sonhos ou brigou com alguém próximo, permita-se sentir as emoções negativas provenientes dessas situações. Fingir que elas não existem ou imediatamente partir para o “gerenciamento de crise” pode fazer mais mal do que bem.</p>
<p>Algumas pessoas conseguem entrar em ação para remediar uma situação ruim rapidamente enquanto outras precisam de mais tempo para digerir o ocorrido. Independentemente se você se encaixa na categoria um ou dois, não se force para ser outra pessoa.</p>
<p>Com este post, gostaríamos de ajudá-los a elevar o seu humor para multiplicar as experiências positivas e produtivas do seu dia a dia. Não é um convite para fugir de sentimentos e emoções, principalmente diante de eventos negativos! Você tem todo o direito de ficar triste, irritado ou angustiado de vez em quando. O problema é quando essas emoções se tornam constantes em nossas vidas, pois podem tomar conta do nosso estado de humor e estimular condições de saúde mental.</p>
<h3><strong>Como elevar o humor no dia a dia?</strong></h3>
<p>Aprender a controlar as suas emoções e, consequentemente, gerenciar o seu humor não é apenas a responsabilidade pessoal de cada indivíduo, como também uma estratégia para transitar pela vida da melhor maneira possível.</p>
<p>Quando você possui uma atitude saudável acerca de seus sentimentos e conhece as maneiras mais efetivas de expressá-los, você automaticamente possui as ferramentas necessárias para encarar as mais variadas experiências de vida.</p>
<p>E tudo começa com a compreensão de que é possível tomar atitudes para elevar o humor e fazer a manutenção desse estado emocional positivo. A partir desse ponto de partida, você consegue ter uma percepção positiva acerca dos seus problemas, a qual é essência para a sua resolução.</p>
<p>Em seguida, veja algumas dicas que separamos para elevar seu humor no dia a dia!</p>
<p><strong>Conheça as suas emoções:</strong></p>
<p>Aprenda a observar suas emoções para identificar quando elas são mais intensas e quais são os gatilhos das suas reações emocionais. Todos nós temos ‘pontos fracos’, como ter dificuldade para falar sobre certo assunto, lidar com um tipo específico de personalidade ou encarar uma situação de cabeça erguida.</p>
<p>Preste atenção em você para chegar a esse entendimento para que seja possível desenvolver reações mais saudáveis. Você pode descobrir que possui questões mal resolvidas dentro de si que precisam de atenção para que você consiga manejar seu humor.</p>
<p><strong>Faça coisas divertidas:</strong></p>
<p>Precisamos de momentos de lazer em nosso cotidiano, mesmo que sejam curtos. Pode ser assistir a um filme ou seriado, jogar boliche com amigos, caminhar por uma paisagem bonita ou ler um bom livro. Seja quais forem as atividades de lazer que lhe despertem aquela sensação agradável de bem-estar, encontre tempo para elas em sua agenda.</p>
<p><strong>Defina limites saudáveis:</strong></p>
<p>Você tem o hábito de tomar os problemas dos outros como se fossem seus? Tem dificuldade para reconhecer quais são as suas “dores” e quais são as dos outros?</p>
<p>Pois bem. Para proteger a sua integridade emocional, você precisa definir limites saudáveis. Isto é, não se jogar de cabeça nos impasses alheios e não permitir que as pessoas abusem da sua boa vontade. Você não precisa se recusar a ajudar os outros, mas, sim, saber até onde consegue ir sem sobrecarregar o seu estado emocional.</p>
<p><strong>Descanse quando necessário:</strong></p>
<p>Todos precisamos descansar e recuperar as baterias de vez em quando. Dependendo do seu estilo de vida, você pode precisar de períodos mais longos ou mais curtos de descanso. Não ignore os sinais do seu corpo e mente. Quando eles precisarem de um tempo para se recompor, descanse.</p>
<p><strong>Construa uma rede de apoio:</strong></p>
<p>Uma rede de apoio é formada por pessoas de confiança, como amigos íntimos e familiares. São essas pessoas que vão lhe ajudar quando você tiver algum problema, e prezar pelo seu bem-estar no dia a dia.</p>
<p>Identifique essas características nas pessoas com quem você convive e determine quais delas podem se tornar parte da sua rede de apoio. Lembre-se de incluir somente quem demonstra lhe querer bem. Por vezes, as pessoas dizem se importar com você, mas não demonstram isso em suas ações.</p>
<p><strong>Mantenha o foco em suas qualidades:</strong></p>
<p>Você costuma focar no que você tem de bom ou no que tem de ruim? Mudar o foco dos seus defeitos para as suas qualidades possui um efeito surpreendente no humor! Liste seus pontos fortes e conquistas para sempre ter um lembrete do seu verdadeiro potencial por perto.</p>
<p><strong>Concentre-se no presente:</strong></p>
<p>Pode soar clichê, mas só podemos tomar decisões e agir no momento presente. Ficar preso ao passado pode lhe levar à um perpétuo estado de angústia, e pensar demasiadamente no futuro pode estimular a ansiedade.</p>
<p>O que já passou não pode ser modificado e, enquanto podemos fazer planos para o que ainda não chegou, é impossível saber se eles se concretizarão da maneira desejada. Sendo assim, o mais importante é fazer o seu melhor hoje.</p>
<p><strong>Resolva conflitos assim que surgirem:</strong></p>
<p>Algumas pessoas possuem o hábito de deixar os conflitos ganharem proporções grandiosas antes de tomarem uma atitude para resolvê-los. Essa postura não é a mais adequada. Procure resolver impasses assim que eles surgirem, sempre com base no diálogo e respeito. Não há razão para temer conflitos quando se tem paciência e uma atitude positiva para lidar com eles, não é mesmo?</p>
<p><strong>Faça técnicas de relaxamento:</strong></p>
<p>Yoga, meditação, visualizações positivas, gratidão, respiração profunda e escrita dos sentimentos são algumas técnicas de relaxamento que você pode inserir em seu cotidiano. Como elas têm a capacidade de acalmar a mente e o coração, prolongam a sensação de bem-estar emocional.</p>
<p>Você pode praticá-las todos os dias. Somente cinco minutos (com exceção da Yoga) são suficientes para você sentir seus efeitos positivos. Quando situações ruins ameaçarem tirar você do eixo, lidar com elas será muito mais fácil dessa forma.</p>
<p>São pequenas atitudes que, quando somadas, ajudam a construir uma rotina mais saudável e satisfatória, além de preservar a saúde mental.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Ciúme pode provocar dor física: como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 13:36:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar  O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar</em></p>
<p><em> </em>O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com os impactos emocionais e até físicos que ele gera.</p>
<h3>Por que sentimos ciúme?</h3>
<p>A explicação para os muitos efeitos causados pelo ciúme vem da neurociência e da reação que ele provoca em nosso cérebro. O ciúme tem origem na sensação de insegurança, de inferioridade e do medo que a outra pessoa encontre alguém mais interessante.</p>
<p>Existem vários fatores que fazem com que esse sentimento apareça, principalmente o que a pessoa pensa de si mesma. Na maioria das vezes, ela não se sente suficiente e pode<span id="more-2407"></span> enxergar o seu companheiro como uma ameaça, acha que ele não é fiel, gerando, assim, uma desconfiança dentro do relacionamento.</p>
<p>O ciúme, entretanto, é um<strong> </strong>sentimento normal em uma relação, é como um cuidado no relacionamento. O ciúme normal é transitório e surge por um motivo real, por exemplo: medo de perder a pessoa amada. O problema está quando esse ciúme se torna algo patológico, que faz mal de verdade. É o caso do <strong>ciúme doentio</strong>. Nesse caso, ele desencadeia distúrbios emocionais, como a ansiedade e a depressão, e a pessoa tende a ter um comportamento autodestrutivo.</p>
<h3>Ciúme provoca dores</h3>
<p>Outro aspecto curioso do ciúme é que ele tem a capacidade de provocar dor física &#8211; geralmente uma dor no peito. A neurociência diz que o ciúme ativa uma parte do cérebro com mais intensidade, que é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa é uma área também correlacionada às dores físicas do corpo.</p>
<p>Por sinal, essa região cerebral é a mesma ativada quando estamos com inveja, outro sentimento que também provoca impactos concretos no corpo, segundo revista científica. Por isso, é muito importante aprender a lidar com essas sensações, de forma a evitar consequências que comprometam nosso bem-estar.</p>
<h3>Como controlar o ciúme</h3>
<p>Para controlar o ciúme e não torná-lo um empecilho no relacionamento, aqui estão algumas dicas para quem deseja lidar melhor com o sentimento: o primeiro ponto é compreender que, ao se sentir sob ameaça, nem todo medo é real. Tem muitas coisas em volta que podem despertar seu ciúme, mas nem tudo está de fato está acontecendo.</p>
<p>Não se trata de enxergar a pessoa ciumenta como alguém descontrolado, mas, sim, partir do pressuposto que o medo e a insegurança devem ser investigados e entender se o sentimento tem realmente sentido. Antes de qualquer coisa, pergunte: isso que estou sentindo está baseado na realidade? É uma ameaça real? Ou é só uma sensação comigo mesmo? Quando chegamos à conclusão de que não tem a ver com o outro, o próximo passo é trabalhar essas questões de insegurança.</p>
<p>Entretanto, se algo no relacionamento for detectado, o melhor é demonstrar o que te faz mal na relação &#8211; mas nunca com ataques. Quando o ciúme é normal, um bom diálogo entre o casal consegue resgatar e manter a confiança e a harmonia.</p>
<p>Em uma relação, quando um dos lados sempre está desconfiando de tudo, e o outro lado não está fazendo nada para desencadear isso, essa situação desgasta o relacionamento, diminuindo o valor da pessoa diante do(a) parceiro(a).</p>
<p>Quando a frequência e a intensidade desse ciúme são incontroláveis, é fundamental buscar ajuda especializada para se tratar. Caso a situação não seja resolvida entre o casal, existe a possibilidade de investir na psicoterapia &#8211; tanto a individual, quanto a terapia de casal.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Perdoar é preciso: conheça a importância do perdão!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 19:26:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;Uma das coisas mais importantes para a vida de uma pessoa que quer ser feliz é o perdão, pois proporciona paz ao coração e dá um real sentido à existência. Muitos sofrem de depressão e de outros problemas emocionais por não perdoarem ou por não se sentirem perdoados&#8221;.  A passagem do ano sempre nos faz&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Uma das coisas mais importantes para a vida de uma pessoa que quer ser feliz </em><em>é o perdão, pois proporciona paz ao coração e dá um real sentido à existência. Muitos sofrem de depressão e de outros problemas emocionais por não perdoarem ou por não se sentirem perdoados&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em>A passagem do ano sempre nos faz refletir, não é mesmo? É comum pensarmos nos nossos erros, nas relações que construímos ou que se romperam. Algumas pessoas se ressentem e ficam guardando uma mágoa por anos, impedindo a sua própria vida de seguir adiante.</p>
<p>Hoje, gostaríamos de falar sobre a importância do perdão para a pessoa ser feliz. O perdão é importante porque ele é libertador, além de ser uma questão de inteligência.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Se você quer seguir adiante, se quer se libertar do passado, fazer novas escolhas, aprender a fazer escolhas positivas para você, é importante que você libere o passado e só o perdão liberta. Enquanto você ficar sentindo e ressentindo aquela mágoa do passado, você está preso (a) ao </em><em>passado&#8221;.</em><span id="more-2382"></span></p>
<h2><strong>Qual é a importância do perdão?</strong></h2>
<p>Sentimentos ruins acumulados podem causar problemas tanto físicos quanto mentais em quem os carrega. E é por isso que é muito necessário discutir sobre a importância que o perdão tem em nossas vidas.</p>
<p>Perdoar é muito importante porque nos livra da raiva, rancor, tristeza e outros sentimentos desagradáveis.</p>
<p>Ao realizar o ato de perdoar, tem-se uma oportunidade de se libertar das amarras que trazem peso negativo para nossas vidas. É um símbolo de inteligência emocional e, em muitos momentos, de amadurecimento pessoal.</p>
<h2><strong>Como o cérebro reage quando você não perdoa?</strong></h2>
<p>O cérebro humano não sabe se você está vivendo mesmo aquela situação ou se é uma lembrança, por isso o perdão é uma questão de necessidade de liberar espaço neurológico para novos aprendizados. A falta de perdão nos impede de viver novas possibilidades e de ter satisfação pessoal.</p>
<p>O perdão é uma forma de<strong> autoconhecimento</strong>, caminho pelo qual podemos nos apropriar dessa capacidade que, às vezes, não sabemos que temos. O perdão é uma questão de inteligência, porque você vai se libertar das mágoas do passado.</p>
<p>A neurociência, atualmente, tem explicado muitos mistérios até então desconhecidos sobre nós mesmos. Ela descobriu que, quando as células nervosas ficam doentes, geram consequências físicas no nosso corpo, algo que a falta de perdão pode provocar.</p>
<p>Muitas vezes, a pessoa que nos magoou já seguiu a sua vida e não está nem mais conectada com a nossa<strong>.</strong> Às vezes, ela nem sabe que nos magoou, porque não foi intencional. E nós ficamos parados naquele momento, remoendo-o. A vingança, a vontade de não perdoar, faz com que as pessoas fiquem compromissadas com o sofrimento.</p>
<h2><strong>O perdão tem a ver apenas com desculpar o próximo?</strong></h2>
<p><strong> </strong>A verdade é que não. Perdoar não tem a ver apenas com as outras pessoas, mas principalmente com você.</p>
<p>É comum termos a mania de nos prendermos às partes negativas de nossos atos e isso faz com que acumulemos culpa dentro de nós. Mas é preciso entender que somos todos falhos e estamos sempre sujeitos a errar.</p>
<p>Perdoar a si mesmo é o primeiro passo rumo a ser alguém melhor e mais feliz.</p>
<p>É necessário deixar de se autoflagelar e trabalhar em um processo de auto cura e perdão.</p>
<p>Se você não entende a importância do perdão a si mesmo, como poderá estender isso a outras pessoas?</p>
<h2><strong>Perdoar a si mesmo:</strong></h2>
<p><strong>Você também merece o perdão</strong>. Ele é totalmente subjetivo, porque você é quem dá o perdão e sente os benefícios dele.</p>
<p>O fato de você perdoar alguém não quer dizer que você tenha que conviver com a pessoa que lhe causou algum sofrimento. Essa pessoa nem precisa ficar sabendo do seu gesto de perdão. O perdão é algo que você elabora para si mesmo.</p>
<p>Quem pensa o mal ou deseja o mal anda em círculos, porque a vida “empaca”, não anda, não vai para frente.</p>
<p>Para perdoar profundamente, é preciso o autoconhecimento. Para se conhecer, você deve construir um trajeto para viver melhor, que passa pelo aprendizado de quem você é e de quem você se tornou.</p>
<p>O que sabemos de nós é muito pouco, então esteja aberto para se conhecer. Um passo em direção a esse aprendizado é o ato de perdoar. Liberte-se e pratique-o.</p>
<p><strong style="font-style: inherit;">Assim como nós, as demais pessoas também estão aprendendo a viver e a se conhecer.</strong></p>
<h2><strong>Perdoar os pais:</strong></h2>
<p>É importante saber perdoar os pais. Eles não são perfeitos e cometem erros, como todo mundo. Há filhos que guardam mágoas por toda a vida e atribuem a sua infelicidade aos seus pais. Olhe o lado bom dos seus pais, as coisas boas que eles fizeram para você. Se você não teve uma relação afetiva com os seus pais, perdoe-os também por eles não terem sabido ser melhores. Talvez eles, não tendo recebido afeto dos seus pais, não souberam como dar afeto aos seus filhos.</p>
<h2><strong>Como perdoar?</strong></h2>
<p>Não existe uma fórmula mágica ou receita de bolo que ensine a como perdoar. Esse é um processo muito individual. Cada ser humano tem suas peculiaridades e procedimentos internos que são trazidos para o exterior de forma diferente.</p>
<p>Mas é possível trabalhar alguns pontos que podem auxiliar nesse desenvolvimento. Vejam algumas dicas!</p>
<p><strong>1. Invista na meditação:</strong></p>
<p>Segundo o Instituto Federal de Caxias do Sul, a meditação é uma prática que traz diversos benefícios. Entre eles, o controle da ansiedade, autoconhecimento e melhora da autoestima, além do aumento das boas emoções.</p>
<p>Em outras palavras, a meditação apresenta valores e resultados positivos que podem ajudar na missão de entender a importância do perdão e como exercê-lo.</p>
<p><strong>2. Ponha para fora as suas emoções:</strong></p>
<p>Entender e expressar seus sentimentos de forma saudável é fundamental para a sua qualidade de vida como um todo. Afinal, o nosso corpo registra todas as nossas emoções. O que sentimos afeta diretamente nosso equilíbrio hormonal e o cérebro.</p>
<p>Aprender a não descontar a raiva em outras pessoas, nas coisas e em si mesmo vai melhorar a sua vida.</p>
<p>Além disso, não tenha medo ou vergonha de mostrar a tristeza e a vulnerabilidade. Como já dissemos, somos todos humanos e suscetíveis a erros e emoções.</p>
<p>Colocar para fora é o passo inicial para se desprender da mágoa e finalmente deixá-la ir.</p>
<h2><strong>Quais os benefícios do perdão em nossas vidas?</strong></h2>
<p>Você já deve ter ouvido a frase “perdoar faz bem”, não é? E ela é verdadeira. O ato de perdoar traz vários benefícios para o corpo como:</p>
<ul>
<li>Aumenta a expectativa de vida: Journal of Behavioural Medicine, publicou em 2011 estudo que indicava que pessoas que praticam o perdão, tinham uma vida maior quando comparadas a quem não perdoa e nem pede desculpas;</li>
<li>Melhora o sistema imunológico: como já dissemos, o organismo detecta todas as nossas emoções. Logo, guardar ressentimentos não faz bem para o corpo e para a mente;</li>
<li>Diminui o estresse: acumular mágoa tende a nos deixar nervosos e isso pode causar alterações no sistema cardiovascular, enquanto o perdão, tende a fazer o contrário, liberando substâncias.</li>
</ul>
<h2><strong>Como a terapia pode ajudar no processo do perdão?</strong></h2>
<p>Ao discutirmos sobre a importância do perdão, também é preciso falar sobre o papel da terapia nele.</p>
<p>A terapia é um ambiente em que praticamos o autoconhecimento e trabalhamos traumas e amarras, sejam do presente ou do passado. É um processo de descoberta e cura constante.</p>
<p>Tudo isso colabora para que desenvolvamos a habilidade de perdoar aos outros e a nós mesmos pelos erros cometidos.</p>
<p>Assim como a terapia, perdoar também é um processo por vezes doloroso, mas extremamente necessário.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>Grande abraço, um próspero 2022, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura! </strong></p>
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<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Responsabilidade afetiva: o que é e como reconhecer a falta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:16:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não. O que é responsabilidade afetiva: A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja. A&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não.</p>
<h3><strong>O que é responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja.</p>
<p>A pessoa responsável afetivamente deve ser ética, agir de acordo com a sua real intenção, sem manobras de poder deliberadas. Assim, responsabilidade afetiva nada mais é que ter consideração tanto com os próprios sentimentos e intenções quanto com os da outra pessoa, além de ter a capacidade de agir com clareza conforme esses sentimentos e intenções emergem.</p>
<p>Colocar-se no lugar da outra pessoa, ou seja, ter empatia, está conectado com a responsabilidade afetiva. <span id="more-2369"></span>isso é importante para não alimentar sentimentos na outra pessoa somente para sentir-se bem quando você sabe que suas intenções não são as mesmas que as do outro.</p>
<p>A capacidade de se colocar no lugar do outro já aciona cuidados com as ações. E ser empático é isso, pensar no impacto que o que eu falo e faço causa na outra pessoa.</p>
<p>Embora a associação mais comum da responsabilidade afetiva seja com relacionamentos amorosos, essa não é a única esfera que na qual ela é importante. É interessante trazer esse conceito para todas as nossas relações: namoro, amizade, família, entre outros.</p>
<h3><strong>Como reconhecer a falta de responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Onde não houver empatia e respeito é o lugar que se reconhece a falta de responsabilidade afetiva. Se alguém te diminui dentro de uma relação apenas para se sentir melhor, este também é um lugar de falta de responsabilidade afetiva.</p>
<h3><strong>Responsabilidade afetiva e reciprocidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva e a reciprocidade são conceitos diferentes que não devem ser confundidos. Na responsabilidade afetiva, você mostra seu real interesse e age em coerência com seus sentimentos. Comunica suas intenções e expectativas claramente, de forma responsável &#8211; daí o termo.</p>
<p>Já na reciprocidade, você corresponde ao sentimento de outra pessoa. Muitas vezes, a expressão é utilizada para descrever a situação em que duas (ou mais pessoas) partilham do mesmo sentimento, na mesma intensidade.</p>
<p>É possível tratar as pessoas com quem se relaciona de uma boa maneira, sem ter o mesmo sentimento ou a mesma intensidade recebida. Não somos obrigados a sentir a mesma coisa, mas devemos respeitar os sentimentos, tanto os seus quanto os do outro.</p>
<p>É importante frisar a cautela para que não se tome qualquer &#8220;não correspondência&#8221; em uma relação como falta de responsabilidade afetiva. A idealização do outro não deve ser responsabilidade da pessoa.</p>
<h3><strong>Situações que pedem por responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Nas relações de amizade, a responsabilidade afetiva pode ser aplicada de diversas formas, algumas até mesmo complexas. Demonstrar um tipo de carinho, interesse, presença ou se tornar um porto seguro para a pessoa sem que deseje ser de fato, pode vir a causar dificuldades para o outro &#8211; configurando uma irresponsabilidade afetiva.</p>
<p>Também é possível ter responsabilidade afetiva no sexo casual, por exemplo. Nele, você pode realizar seu desejo de sexo sem compromisso, mas com consentimento da outra pessoa e sem ferir ou tolher os desejos dela.</p>
<p>Outro exemplo seria uma relação em que você não tem interesse de namorar e percebe as expectativas da outra pessoa. Sabendo que o sentimento e desejo não são recíprocos, é importante comunicar isto de forma empática, para não criar falsas esperanças no outro apenas para alimentar sua autoestima de alguma forma.</p>
<p>Se eu sei que a minha intenção é, exclusivamente, transar com uma pessoa, eu não devo prometer coisas que não intuo cumprir. Não pergunto nada do tipo &#8216;onde iremos passar o Ano Novo?&#8217;, sendo que passar esse período com a pessoa não é minha real intenção.</p>
<p>De maneira geral, é fundamental desenvolver uma comunicação assertiva dentro de qualquer relação afetiva, assim como ter consciência sobre onde você se encontra na relação e o que você deseja dela.</p>
<h3><strong>Como ter mais responsabilidade afetiva</strong></h3>
<p>Não existem formas de racionalizar a responsabilidade afetiva em tópicos, porém trouxemos algumas reflexões essenciais para quem deseja ser responsável afetivamente. Confira os pontos a seguir:</p>
<p><strong>1 &#8211; Comunique-se bem:</strong></p>
<p>Seja claro naquilo que deseja ou sente pelo outro. Apenas dessa forma é possível entender onde os sentimentos de cada um se encontra e refletir se a forma como se age deve ser modificada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Verbalize suas insatisfações:</strong></p>
<p>Falar sobre aquilo que você discorda também compõe a responsabilidade afetiva, porque, uma vez que a pessoa não se faz entender, o incômodo pode afetar o status da relação. O distanciamento que, muitas vezes, ocorre pode não ser compreendido pela outra pessoa, que sente uma mudança repentina no comportamento.</p>
<p><strong>3 &#8211; Tenha autoconhecimento</strong></p>
<p>Ter consciência de si mesmo é a primeira prática a ser seguida por quem deseja se responsabilizar por qualquer coisa na vida. Quanto mais a pessoa se doa e tem um relacionamento saudável consigo mesma, mais ela consegue levar isso para fora, compreendendo seus processos, suas ações e, claro, aquilo que deseja.</p>
<p><strong>4 &#8211; Cuidado com o individualismo excessivo</strong></p>
<p>Um dos principais pontos para ter responsabilidade afetiva é evitar o individualismo em excesso (ou pensar exclusivamente em si o tempo todo), sem conseguir estabelecer empatia o suficiente pela situação do outro.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Adulto também é rejeitado: como lidar com isso sem sofrer tanto!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 23:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação. A rejeição é uma experiência que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação.</p>
<p>A rejeição é uma experiência que causa fissuras na nossa autoestima, como se o entorno sinalizasse que não somos importantes e internalizamos esse sentimento como se fosse uma verdade sobre nós.</p>
<p>Por isso, a rejeição tende a machucar tanto. Temos a necessidade de aprovação e de acolhimento e, <span id="more-2356"></span>apesar de a rejeição não ocorrer, necessariamente, por algo intrínseco de quem a sofre, pois ela pode ser uma questão do outro, alimentamos uma tendência à culpa. Não é simples atribuir importância a si próprio, e se essa rejeição se repete, vamos ficando frágeis emocionalmente.</p>
<p><strong>Quais os impactos de uma rejeição?</strong></p>
<p>As rejeições fazem parte da construção de nossa identidade, comportando elementos conscientes e inconscientes. Suas marcas podem ser agravadas, elaboradas ou ressignificadas, dependendo de seu grau de intensidade e duração e das nossas experiências reais e simbólicas.</p>
<p>A forma como somos aceitos ou rejeitados interfere nos sentimentos que temos em relação a nós mesmos como valorização, depreciação ou descrédito. Por isso, sentir-se rejeitado pode causar muitos danos emocionais. Sofrer rejeição em diferentes fases do desenvolvimento podem ocasionar problemas sérios na autoimagem e autoestima.</p>
<p>Quanto mais precoce e intensa a percepção de rejeição, maiores são os danos emocionais. Afinal, ser rejeitado causa sempre uma sensação de desconforto, mas se isso acontece na infância os danos tendem a ser mais profundos, influindo até mesmo na maneira como o indivíduo irá lidar com a rejeição ao longo de sua vida. Uma criança rejeitada tende a se tornar um adulto inseguro, com pouca consciência sobre si mesmo e mais dependente. Podendo, muitas vezes, se sujeitar a relacionamentos abusivos ou mesmo relações cotidianas de subserviência.</p>
<p><strong>O cancelamento é uma forma de rejeição</strong></p>
<p>É esperado que o adulto tenha uma forma mais positiva de lidar com a rejeição. Porém, boa parte das pessoas possui lacunas no desenvolvimento de alguns processos como auto aceitação e autonomia, podendo levar a um sofrimento extremo em função da rejeição. Na atualidade, lidar com a rejeição tem sido mais complicado, pois ela ocorre de maneira rápida, direta e instantânea. E este é um sentimento que precisa ser elaborado. A questão da rejeição acaba provocando o medo de ser &#8216;cancelado&#8217;, situação em que o sujeito passa por uma espécie de linchamento (rejeição virtual), em função de seus posicionamentos, conferindo ao &#8216;cancelador&#8217; o crivo da superioridade.</p>
<p>Em suma, a rejeição interfere em todos os âmbitos de vida, mostrando que a pessoa não atingiu uma maturidade emocional e podendo potencializar a experiência de negação do seu ser, de seu modo de pensar e agir. É comum pessoas renunciarem, mesmo que por um tempo, características pessoais para se confirmarem em um grupo social. Cada indivíduo possui um limiar do que pode conceder em nome da aceitação e conformação social, mas se ceder muito isso será convertido em sofrimento, perda de identidade, distanciamento e outros estados emocionais negativos.</p>
<p><strong>Como lidar com a rejeição sem sofrer tanto?</strong></p>
<p>Para aprender a lidar com o sentimento de rejeição é necessário, antes de mais nada, passar por um processo de autoaceitação. Quem teve relações mais seguras e acolhedoras na infância parte melhor para seu desenvolvimento até a idade adulta. Falhas nessas relações e no desenvolvimento da autorregulação emocional levam a formas menos adaptadas de lidar com a rejeição. Por isso, listamos algumas dicas essenciais para reverter isso e enfrentar este tipo de situação sem tanto sofrimento.</p>
<p><strong>1. Autoconhecimento:</strong></p>
<p>Conhecer-se leva a uma aceitação realista de si, dos aspectos positivos e negativos de sua personalidade;</p>
<p><strong>2. Observação:</strong></p>
<p>Analisar os gatilhos que reatualizam situações de abandono e que podem gerar no presente situações de dependência emocional;</p>
<p><strong>3. Avaliação:</strong></p>
<p>Perceber se essa dificuldade é tolerável, pois se provoca sofrimento e torna o sujeito disfuncional, é imprescindível buscar ajuda profissional;</p>
<p><strong>4. Auto compaixão:</strong></p>
<p>Sem excesso, ajuda o indivíduo a ter uma visão mais realista sobre si, sem tantas críticas e sentimento de culpa;</p>
<p><strong>5. Auto aceitação:</strong></p>
<p>Ajuda na aceitação da forma como a pessoa é e enfrenta seus próprios critérios e experiências pessoais para encarar a vida, deixando-a mais autocentrada e confiante;</p>
<p><strong>6. Autonomia:</strong></p>
<p>Surge a partir do desenvolvimento da autocompaixão e auto aceitação. Tais processos auxiliam a lidar de uma forma mais positiva com a rejeição, com a chance de cada vez menos responder às expectativas dos outros e à conformidade social;</p>
<p><strong>7. Controle:</strong></p>
<p>Colocar-se numa posição de inferioridade de forma recorrente pode fortalecer as distorções cognitivas que contribuem para interferir na forma como encara os fatos. Por isso, é importante manter pensamentos negativos e que o jogam para baixo sob controle;</p>
<p><strong>8. Crie oportunidades</strong>:</p>
<p>A dor da rejeição pode ser superada ao criar novas conexões que priorizam a valorização e aceitação da pessoa como ela é. Não fique preso ao que o faz mal, sempre é importante avançar para novas conquistas</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 01:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química. Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</em></p>
<p>Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química.</p>
<p>Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que não cause sofrimento.</p>
<p>O <strong>amor patológico</strong>, ou &#8220;love addiction&#8221; é um transtorno de dependência emocional intensa e pode ser comparado a quadros de dependência de álcool e drogas e neste caso, a pessoa torna-se dependente de seu parceiro.</p>
<p>Entenda melhor sobre dependência do amor, os sintomas e como é possível tratar esse amor patológico.</p>
<h2>Dependência de amor: como acontece</h2>
<p><span id="more-2334"></span></p>
<p>A comparação da sensação do amor com drogas não é rara de ser feita &#8211; ainda que de modo jocoso. Porém, ela não está errada. O estado de euforia despertado pelo amor é muito semelhante ao uso de substâncias viciantes.</p>
<p>Um estudo realizado na década de 1980, por cientistas do New York State Psychiatric Institute, constatou que o amor excessivo pode provocar um estado de euforia no Sistema Nervoso Central similar ao induzido por uma grande quantidade de anfetamina. Segundo os pesquisadores, o amor produziria sua própria substância intoxicante: a feniletilamina, algo que poderia explicar a dependência.</p>
<p>O amor, em seus estágios iniciais, age no corpo de forma similar ao uso experimental da cocaína e outros estimulantes. Uma das substâncias liberadas pelo uso de cocaína é a dopamina que, por sinal, está relacionada à paixão amorosa. Altas doses de dopamina produzem outras sensações associadas à paixão, como aumento de energia, hiperatividade, falta de sono, tremor, respiração acelerada, coração pulsante, além de ser responsável pelo êxtase, que é sentido pelos apaixonados como um êxtase amoroso. Soma-se a isso o efeito de aumentar a persistência: quando a recompensa é postergada, a dopamina aumenta a energia do cérebro para que esse tenha uma maior atenção e leva o amante a lutar mais e mais para conseguir a reciprocidade do amado.</p>
<p>Por outro lado, a dopamina traz efeitos negativos ligados à dependência e esses aspectos podem incluir a &#8216;dependência do amado&#8217;, como num comportamento aditivo. Elevados níveis de dopamina produzem uma atenção concentrada num objeto, bem como uma motivação e comportamento direcionado a um fim. Então, a dependência do amor ocorre, dessa forma, pela mesma lógica que o organismo se torna dependente de outras substâncias químicas. Principalmente quando há algum sintoma psíquico (depressão ou ansiedade, por exemplo) que traz angústia, para se &#8216;livrar&#8217; dele, a pessoa faz uso da substância. Porém, o sintoma volta e ela faz uso novamente e assim vai. Por exemplo: alguém que está deprimido e se sente melhor ao usar cocaína, ao passar o efeito e voltarem os sintomas, acaba precisando usar mais cocaína.</p>
<h2>Amor como transtorno obsessivo-compulsivo</h2>
<p>Pessoas que vivem esse amor problemático experimentam sintomas parecidos com os encontrados em pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Uma alteração de comportamento que faz com que a pessoa tenha pensamentos persistentes de medo e ansiedade. Para aliviar o mal-estar, ela costuma realizar tarefas ou gestos repetitivos, como se desdobrar em cuidados dirigidos à pessoa amada.</p>
<p>Outro ponto é o medo de perder a pessoa amada que torna o amor uma patologia. Em termos psicológicos, a essência dessa patologia parece não ser amor e sim medo de estar só, de não ter valor, de não merecer amor, de ser abandonado. Quem sofre do amor patológico convive com o medo diário de ser rejeitado ou de perder o companheiro. A pessoa se desgasta emocionalmente, perde sua autenticidade, seu próprio jeito de ser e de gostar, até chegar a um momento em que ela própria percebe sua descaracterização e despersonalização como pessoa.</p>
<h2>Sintomas da dependência de amor</h2>
<p>O amor patológico apresenta sintomas que envolvem o comportamento da pessoa com o sujeito amado, seu cotidiano, vida social e quadros de abstinência (emocional).</p>
<ul>
<li>Abstinência (emocional) na ausência do parceiro: a pessoa pode sofrer de insônia, alterações de apetite, irritação e tensão quando o parceiro está fisicamente ou emocionalmente distante;</li>
<li>A pessoa se ocupa do parceiro mais do que gostaria: costuma negligenciar atividades diárias e o trabalho;</li>
<li>Medo intenso e constante de sofrer rejeição ou de perder o companheiro;</li>
<li>Frustração ao controlar o impulso de cuidar do parceiro não funciona: mesmo que a pessoa tenha consciência de seu sofrimento intenso e tente controlar seus comportamentos, sente-se impotente em relação às suas emoções e atos;</li>
<li>Dedicação total ao companheiro, com a sensação de que seus cuidados e gentilezas nunca são suficientes para suprir as necessidades do outro;</li>
<li>Impulso irresistível de agradar o tempo todo, praticamente abrindo mão de si mesmo;</li>
<li>Insistência em manter o relacionamento mesmo que seja insatisfatório ou abusivo;</li>
<li>Dedicação excessiva em controlar as atividades do parceiro, com quadros de desconfiança, ciúmes excessivos, vigilância (telefonemas, e-mails, redes sociais), perseguição</li>
<li>Possibilidade de agressão física;</li>
<li>Abandono de atividades antes valorizadas e afastamento da família e dos amigos.</li>
</ul>
<h2>Amor saudável x amor patológico</h2>
<p>Há maneiras de diferenciar o amor patológico do amor saudável. Enquanto o amor saudável se caracteriza pelo comportamento de cuidar do parceiro com controle e duração limitada, tendo o desenvolvimento e a realização pessoal preservados, no amor patológico há falta de controle e de liberdade de escolha sobre essas condutas.</p>
<p>O componente central do amor patológico é a caracterização do comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção ao objeto de amor com a intenção (nem sempre revelada) de receber o seu afeto e evitar sentimentos negativos. Para a avaliação diagnóstica do amor patológico é importante, também, constatarmos que essa atitude excessiva é mantida pelo indivíduo mesmo após concretas evidências de que está sendo prejudicial para a sua vida e/ou para a vida de seus familiares.</p>
<h2>Como é um relacionamento com dependência de amor</h2>
<p>Quando uma pessoa desenvolve um quadro de amor patológico existe a possibilidade de que seus relacionamentos amorosos carreguem esse tipo de padrão estabelecido. Como são questões estruturais, como personalidade, autoestima, história de vida, se a pessoa não buscar tratamento tende a repetir esses mesmos padrões em todos seus relacionamentos.</p>
<h2>Pessoas vulneráveis ao amor patológico</h2>
<p>Normalmente o amor patológico atinge pessoas que são vulneráveis psicologicamente, com baixas autoestima e autoconfiança, crises de raiva, privação de afeto, estresse emocional e baixa tolerância à</p>
<p>rejeição. São pessoas, também, que lidam com medos da solidão, de temas sobre merecimento e abandono.</p>
<p>Da mesma forma, alguns fatores familiares podem estar associados, como abuso de substâncias e histórico de negligência (física e/ou emocional)na infância. Essas pessoas vivenciaram relações conflituosas em seu núcleo familiar desde a infância; lares desajustados, em que conviveram e sofreram com situações de violência doméstica, pais distantes, dependentes químicos ou foram vítimas de abuso sexual infantil.</p>
<p>Em muitos casos, por terem pais que necessitavam de cuidados, essas pessoas assumiram responsabilidades quando crianças temendo o abandono e, na fase adulta, tendem a repetir esse padrão, buscando inconscientemente parceiros instáveis e, muitas vezes, dependentes (para destinar seus cuidados).</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>Não existe um sintoma chave para o amor patológico que ajude em seu diagnóstico. Como outras dependências, o quadro começa a trazer prejuízos nas áreas da vida da pessoa, como os sintomas descritos acima, sem que ela se dê conta.</p>
<p>O tratamento, dessa forma, costuma ser procurado apenas quando o relacionamento acaba, quando já não é mais possível aceitar ou aguentar a forte angústia pelo rompimento.</p>
<p>Para tratar o amor patológico, a psicoterapia é a forma mais indicada. No início, o tratamento é bem difícil, pois como em casos de dependência a substâncias, a pessoa não tem crítica em relação a sua situação e acha que não precisa de suporte ou acompanhamento. Também indicamos grupos de apoio, como o Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA). Já o tratamento psiquiátrico é necessário apenas em casos de sintomas associados e patologias de base, como depressão, ansiedade, entre outros.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Entendendo a angústia: principais sintomas e tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 02:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[A angústia é uma sensação psicológica conhecida por seus sentimentos de nó na garganta, aperto no peito, inquietude e nervosismo. Trata-se de uma experiência complexa que pode afetar o nosso comportamento, humor e pensamento, podendo gerar futuros problemas psicossomáticos. É certo que todas as pessoas a possuem, mas não em alto nível. Nesse estado, ela&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A angústia é uma sensação psicológica conhecida por seus sentimentos de nó na garganta, aperto no peito, inquietude e nervosismo. Trata-se de uma experiência complexa que pode afetar o nosso comportamento, humor e pensamento, podendo gerar futuros problemas psicossomáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que todas as pessoas a possuem, mas não em alto nível. Nesse estado, ela se manifesta motivada por um dos Transtornos de Ansiedade (pânico, fobias, obsessões), por reações no corpo e manifestações que envolvem, ou não, uma doença orgânica.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os sintomas mais decorrentes da angústia, temos:<span id="more-1551"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ansiedade acompanhada de falta de ar, aperto no peito;</li>
<li>Sentimento de caos interior;</li>
<li>Batimentos cardíacos desacelerados;</li>
<li>Pensamentos negativos e sentimento de preocupação;</li>
<li>Dores de cabeça e enxaquecas frequentes;</li>
<li>Dores musculares;</li>
<li>Insônia;</li>
<li>Alterações do apetite;</li>
<li>Desânimo e abatimento mental;</li>
<li>Dificuldade de concentração em tarefas;</li>
<li>Falta de ar e crises de pânico e medo;</li>
<li>Tremores, calafrios, suor à noite e ataques de diarreia.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Quais os motivos de causa da angústia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos casos de angústia estão relacionados a um estilo de vida com situações que favorecem o sentimento de culpa, arrependimento, insegurança e frustração. Mesmo assim, existem situações em que a dor surge sem um motivo aparente, variando de acordo com cada pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de angústia também pode ser um sinal íntimo de um estado de depressão. O que pode intensificar ainda mais a dor sentida. Estudos apontam que ambas essas doenças aumentam em três vezes o risco dos pacientes em desenvolvê-las simultaneamente. Por isso, a primeiro sinal de frequência dos sintomas é recomendada a procura de um psicólogo ou psiquiatra.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como a angústia atua em nosso cérebro?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Ela atua nos circuitos nervosos de nosso sistema. O cérebro costuma desviar os sinais físicos desconfortantes para que o corpo possa se concentrar. Essas vias de recepção de dores e emoções utilizam-se de neurotransmissores para regular o humor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando essa regulamentação é falha, a angústia toma formato e se intensifica, junto à tristeza e desesperança. Com essa alteração do sistema nervoso, as dores passam a ser o centro de atenções, perpetuando-se essa condição psicológica.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Medicamentos e tratamentos para angústia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A dor causada pela angústia pode receber tratamento através de praticamente todas drogas utilizadas pela psiquiatria. Estabilizadores de humor, anticonvulsivantes e benzodiazepínicos geralmente são indicados para aliviar a ansiedade, fadiga e insônia. Já, os dois principais antidepressivos, tricíclicos e ISRS, também podem ser utilizados, mas em doses menores.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Pensamentos para auxiliar na luta contra a angústia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de fortalecer o tratamento químico é através de um trabalho que foque no emocional e nos pensamentos ativos do paciente. Assim, o tratamento terapêutico, realizado com psicólogos e psicanalistas, é essencial para melhores resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nele, o paciente irá trabalhar para que consiga superar a força de seus inquietos pensamentos, a fim de reduzir seus sintomas físicos em diversas situações. E é durante esse tratamento que o paciente precisará encarar seus conflitos mentais internos. Nesse processo, precisará reconhecer os problemas e situações que o perturbam e trabalhá-las. Essa reflexão é mais do que necessária, afinal a não definição de um problema intensifica a angústia, tornando-a perturbadora e infringente em questões sociais cotidianas. Encarar o problema e passar a tratá-lo é um importante processo. Assim como aceitar resoluções que estão fora do seu alcance e a impotência para questões que não dependem de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, o paciente com angústia precisa realizar determinados exercícios mentais, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A dor da angústia só existe devido há um conflito interno;</li>
<li>Identificar qual é o problema que mais gera esse sentimento dentro de si;</li>
<li>Listar ações que podem alterar a situação e realizá-las sempre que possível;</li>
<li>Parar de adiar questões e realizá-las imediatamente;</li>
<li>Aceitar situações em que não é possível alterá-las independentemente de sua pessoa, principalmente perdas de pessoas, empregos, etc.;</li>
<li>Sempre voltar sua mente para as questões prioritárias em sua vida.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E o mais importante: a busca por dias melhores, saúde e aceitação deve começar pelo próprio diagnosticado. E ele precisa ter perseverança e esperança de que com ajuda de um especialista, a sua vida irá melhorar.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, entendemos melhor o queé a ang;ustia e como lidar com ela. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Como os hormônios influenciam em nosso comportamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 05:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[problemas hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nossos hormônios são, majoritariamente, os condutores e comandantes das nossas sensações e vontades. Pode esquecer: não é você quem controla e decide 100% das coisas em sua vida! Os diferentes tipos de hormônios fabricados pelo nosso corpo não desempenham somente funções vitais para controlar determinados processos biológicos. Queiramos ou não, eles condicionam o nosso comportamento e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nossos hormônios são, majoritariamente, os condutores e comandantes das nossas sensações e vontades. Pode esquecer: não é você quem controla e decide 100% das coisas em sua vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Os diferentes tipos de hormônios fabricados pelo nosso corpo não desempenham somente funções vitais para controlar determinados processos biológicos. Queiramos ou não, <strong>eles condicionam o nosso comportamento e até mesmo o nosso humor.</strong> Além disso, qualquer desequilíbrio hormonal pode nos levar a uma depressão ou a ver e sentir a nossa realidade de uma maneira muito diferente.<span id="more-1071"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós gostamos de pensar que temos controle total sobre o nosso comportamento, nossos pensamentos e sobre cada uma das ações que realizamos. No entanto, <strong>estamos completamente subordinados a esse pequeno universo, poderoso e muitas vezes caótico, que são os nossos hormônios.</strong> Esses mensageiros proteicos responsáveis ​​pela regulação de uma infinidade de processos metabólicos também permeiam o nosso cérebro, controlando o nosso comportamento e até mesmo o tipo de pensamentos que podemos ter.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Os hormônios são os mensageiros químicos do corpo. Eles viajam através da corrente sanguínea para todos os tecidos e órgãos para controlar o nosso desenvolvimento, o nosso equilíbrio interno e o nosso bem-estar. No entanto, qualquer pequena alteração pode causar um forte impacto sobre a nossa saúde e o nosso comportamento.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Até agora, contam-se duas cen­tenas de hormônios e, graças a eles, nossas células são abastecidas de energia, nosso coração bate, nossas artérias pulsam, temos fome e nos saciamos, dormimos, acordamos e nos emocionamos. Tão poderosos são que, caso fossem agrupados, to­dos os hormônios circulantes em nosso organismo somariam apenas dez gotas. Ao longo do século XX, a compreensão sobre eles avançou extraordinariamente, mas as pes­quisas estão em constante ebulição.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é importante ressaltar que, diante de qualquer desconforto, mudança de humor ou alguma irregularidade, seja no nosso corpo ou no nosso comportamento (fadiga, apatia, perda súbita de energia…), é importante procurar o nosso médico. <strong>Os problemas hormonais podem ser tratados e, dessa forma, podemos recuperar o comando da nossa vida.</strong></p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- https://amenteemaravilhosa.com.br/6-tipos-de-hormonios-influencia-humor/</p>
<p style="text-align: justify;">2-https://www.methodus.com.br/artigo/926/hormonios%3A-eles-comandam-tudo-do-humor-ao-emagrecimento.html</p>
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