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	<title>Arquivo de segurança - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Glossofobia: como é o medo de falar em público?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 21:43:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A glossofobia, ou simplesmente o medo de falar em público, é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Embora falar diante de uma plateia seja uma habilidade valorizada na vida profissional e pessoal, para quem sofre com esse tipo de fobia, a simples ideia de se expor verbalmente pode gerar ansiedade intensa e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A glossofobia, ou simplesmente o medo de falar em público, é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Embora falar diante de uma plateia seja uma habilidade valorizada na vida profissional e pessoal, para quem sofre com esse tipo de fobia, a simples ideia de se expor verbalmente pode gerar ansiedade intensa e até crises de pânico.</p>
<p>Então, neste artigo, você vai entender o que é a glossofobia, como ela se diferencia da fobia social, suas principais causas e sintomas, além de descobrir estratégias eficazes para superar esse bloqueio e se comunicar com mais segurança e confiança. Confira!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é a glossofobia?</strong><span id="more-2938"></span></p>
<p>A glossofobia é o nome dado ao medo intenso e persistente de falar em público. Trata-se de uma fobia específica, caracterizada por uma reação de ansiedade desproporcional diante da perspectiva de se expressar verbalmente diante de outras pessoas.</p>
<p>Assim, diferente do nervosismo ocasional que muitas pessoas sentem antes de falar em público, a glossofobia envolve sintomas físicos e emocionais significativos, que podem interferir na rotina, nas relações interpessoais e no desempenho profissional.</p>
<p>Além disso, quem sofre com esse tipo de fobia pode evitar conscientemente qualquer situação que envolva exposição verbal, mesmo quando isso compromete suas oportunidades pessoais e profissionais.</p>
<p>No entanto, essa condição não está necessariamente ligada à falta de preparo ou de habilidades de comunicação. Muitas vezes, mesmo pessoas bem capacitadas tecnicamente evitam falar em público por conta do medo paralisante que sentem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diferença entre glossofobia e fobia social</strong></p>
<p>A glossofobia é o medo específico de falar em público. O desconforto surge principalmente em situações em que a pessoa precisa se expressar verbalmente diante de uma plateia, como em palestras, reuniões ou apresentações.</p>
<p>Já a fobia social, ou transtorno de ansiedade social, é mais abrangente. Nesse caso, o medo envolve diversas situações de interação, como conversar com desconhecidos, participar de eventos ou até realizar tarefas simples em público.</p>
<p>Enquanto a glossofobia está restrita à fala pública, a fobia social afeta uma gama maior de contextos sociais. Mas, apesar das diferenças, as duas condições podem coexistir, e é comum que pessoas com fobia social também apresentem sintomas de glossofobia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que pode causar o medo de falar em público?</strong></p>
<p>A glossofobia pode surgir por diversos fatores, que variam de pessoa para pessoa.</p>
<p>Em muitos casos, o medo está relacionado a experiências passadas, como situações em que a pessoa foi criticada, interrompida ou ridicularizada ao falar em público. Esses episódios podem deixar marcas emocionais profundas e gerar insegurança.</p>
<p>Além disso, traços de personalidade, como timidez, perfeccionismo ou baixa autoestima, também contribuem para o desenvolvimento desse medo. A pressão para ter um bom desempenho e o receio de errar diante dos outros aumentam a ansiedade.</p>
<p>Fatores biológicos, como predisposição à ansiedade, e a falta de prática ou preparo em situações de exposição verbal completam o quadro, sendo a combinação desses elementos um reforço da sensação de ameaça, tornando falar em público um grande desafio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sintomas da glossofobia</strong></p>
<p>Os sintomas da glossofobia podem variar em intensidade, mas geralmente envolvem reações físicas e emocionais que se manifestam antes, durante ou até mesmo dias antes de uma situação de fala em público.</p>
<p>Abaixo, listamos os principais sinais divididos em dois grupos:</p>
<p><strong>Sintomas físicos:</strong></p>
<ul>
<li>Aceleração dos batimentos cardíacos</li>
<li>Sudorese excessiva</li>
<li>Tremores nas mãos ou na voz</li>
<li>Respiração ofegante ou falta de ar</li>
<li>Tensão muscular</li>
<li>Dor de estômago ou náuseas</li>
<li>Boca seca</li>
<li>Sensação de calor ou rubor facial</li>
<li>Vertigem ou tontura</li>
<li>Sensação de desmaio iminente</li>
</ul>
<p><strong>Sintomas psicológicos e comportamentais:</strong></p>
<ul>
<li>Medo intenso ou antecipatório antes da apresentação</li>
<li>Pensamentos negativos recorrentes, como “vou falhar” ou “vão rir de mim”</li>
<li>Sensação de bloqueio mental ou “branco”</li>
<li>Evitação de situações que envolvam falar em público</li>
<li>Autocrítica exagerada após a fala</li>
<li>Dificuldade de concentração</li>
<li>Necessidade de fugir ou abandonar a situação</li>
<li>Baixa autoconfiança e vergonha</li>
</ul>
<p>Esses sintomas impactam diretamente a qualidade de vida e, quando frequentes, indicam a necessidade de atenção psicológica especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como superar o medo de falar em público?</strong></p>
<p>Superar a glossofobia exige prática, autoconhecimento e, em muitos casos, apoio profissional. Então, a seguir separamos estratégias eficazes que ajudam a desenvolver mais segurança ao se comunicar diante de outras pessoas.</p>
<p><strong>1 &#8211; Prepare-se com antecedência:</strong></p>
<p>Um dos fatores que mais reduzem a ansiedade é o preparo, pois conhecer bem o conteúdo da apresentação, estruturar o roteiro e ensaiar com antecedência trazem segurança.</p>
<p>Dessa forma, praticar em voz alta, cronometrar o tempo e simular situações reais (como falar diante de amigos ou no espelho) ajuda a tornar o processo mais natural.</p>
<p>Quanto mais familiarizado você estiver com o que precisa dizer, menor será a chance de bloqueios e maior será sua confiança na hora de falar em público.</p>
<p><strong>2 &#8211; Treine em ambientes controlados:</strong></p>
<p>Comece enfrentando o medo em contextos seguros e controlados, como grupos pequenos, rodas de conversa ou encontros entre amigos. Treinar a exposição gradualmente, sem a pressão de um grande público, ajuda a dessensibilizar a ansiedade associada à fala.</p>
<p>Além disso, plataformas como clubes de oratória ou cursos de comunicação também são ótimos espaços para desenvolver habilidades e lidar com o medo. O progresso acontece aos poucos, e cada experiência bem-sucedida reforça sua autoconfiança para situações futuras.</p>
<p><strong>3 &#8211; Use técnicas de respiração e relaxamento:</strong></p>
<p>Controlar os sintomas físicos é essencial para reduzir a ansiedade antes e durante uma apresentação, sendo as técnicas de respiração profunda – como inspirar lentamente pelo nariz e expirar pela boca – uma forma de acalmar o corpo e a mente. Práticas como relaxamento meditação guiada ou até alongamentos leves também são úteis.</p>
<p>Portanto, incluir esses hábitos na sua rotina pode diminuir a intensidade dos sintomas físicos da glossofobia e tornar mais fácil manter o controle emocional ao se expressar publicamente.</p>
<p><strong>4 &#8211; Reestruture seus pensamentos:</strong></p>
<p>A mente de quem sofre de glossofobia costuma alimentar crenças negativas, como “vou passar vergonha” ou “não sou bom o bastante”.</p>
<p>Assim, a técnica da reestruturação cognitiva consiste em identificar esses pensamentos automáticos e substituí-los por interpretações mais realistas e equilibradas. Por exemplo, trocar “vou errar tudo” por “posso cometer erros, mas isso não invalida meu valor”.</p>
<p>Com prática, você reduz a autocrítica, aumenta a confiança e constrói uma relação mais saudável com a exposição verbal.</p>
<p><strong>5 &#8211; Visualize situações positivas:</strong></p>
<p>A visualização é uma técnica poderosa para treinar a mente antes de um desafio. Então, imagine-se falando com tranquilidade, sendo bem recebido pelo público e transmitindo sua mensagem com clareza.</p>
<p>Visualizar resultados positivos ajuda a criar familiaridade com a situação e reduz o medo antecipatório. Essa prática também contribui para reforçar a autoconfiança e melhorar o desempenho real.</p>
<p>Dessa forma, quanto mais você “vê” mentalmente o sucesso, mais preparado seu cérebro estará para transformar esse cenário em realidade.</p>
<p><strong>6 &#8211; Busque apoio terapêutico:</strong></p>
<p>Quando o medo de falar em público começa a limitar sua vida, a terapia é o caminho mais indicado. Um psicólogo pode ajudar a identificar as causas do bloqueio, trabalhar traumas passados e desenvolver estratégias específicas para lidar com a ansiedade.</p>
<p>É importante ter em mente que investir em saúde mental é essencial para recuperar a liberdade de se expressar. Portanto, superar a glossofobia é possível! Com preparo, prática e apoio profissional, falar em público pode se tornar uma conquista real!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p>Grande abraço!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ausência Parental: como isso afeta as crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 23:31:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ausência parental se trata de uma situação na qual um ou ambos os pais não estão presentes da vida de uma criança ou adolescente devido a motivos diversos. Sendo temporária ou permanente, ela pode afetar diferentes aspectos da vida dos filhos, incluindo seu desenvolvimento emocional, social e acadêmico. É um cenário bastante desafiador, uma vez que,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ausência parental se trata de uma situação na qual um ou ambos os pais não estão presentes da vida de uma criança ou adolescente devido a motivos diversos.</p>
<p>Sendo temporária ou permanente, ela pode afetar diferentes aspectos da vida dos filhos, incluindo seu desenvolvimento emocional, social e acadêmico.</p>
<p>É um cenário bastante desafiador, uma vez que, dependendo da razão pela qual os pais estão ausentes, isso acaba gerando sequelas que se arrastam para a vida adulta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Consequências da ausência parental na primeira infância</strong><span id="more-2739"></span></h4>
<p>A primeira infância é a fase dos primeiros cinco anos do indivíduo e considerada a mais importante para o desenvolvimento da criança, já que é nela que se formam os sistemas cognitivos, emocionais, personalidade, entre outros aspectos. Ou seja: durante esse período crucial de crescimento e aprendizado, a presença e o envolvimento dos pais desempenham um papel fundamental no estabelecimento de vínculos seguros e no desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e cognitivas.</p>
<p>É por conta disso que a ausência parental acaba trazendo consequências negativas na primeira infância. Algumas delas são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Vinculo afetivo:</strong><strong><br />
</strong>A presença dos pais na primeira infância é essencial para a formação de um vínculo seguro entre a criança e seus cuidadores. Assim, esse laço saudável é crucial para o desenvolvimento emocional e social da criança.</p>
<p>Então, a ausência de afetos nesse estágio pode levar a problemas de apego, dificuldades em regular emoções e relacionamentos instáveis mais tarde na vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Desenvolvimento cognitivo: </strong></p>
<p>Durante a primeira infância, o cérebro da criança está em um período sensível.<br />
Assim, a interação com os pais desempenha um papel vital na estimulação cognitiva e no desenvolvimento das habilidades linguísticas e motoras.</p>
<p>Assim, não ter a presença dos pais nessa fase acaba resultando em falta de estímulos adequados, além de afetar o desenvolvimento cognitivo da criança.</p>
<p>Isso geraria atrasos no aprendizado, habilidades acadêmicas mais baixas e dificuldades de atenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Habilidades sociais e emocionais:</strong><br />
Nos primeiros cinco anos de vida, as interações com os pais fornecem às crianças oportunidades de aprendizado social, como compartilhar, cooperar e resolver conflitos.</p>
<p>Então, sem esse tipo de experiência, o resultado é dificuldade no desenvolvimento de habilidades sociais, como empatia, autocontrole emocional e habilidades de comunicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 – Regulação emocional:</strong><br />
Os pais desempenham um papel importante no ensino das crianças a regular suas emoções e a lidar com o estresse, frustrações e outros tipos de sentimentos que os pequenos ainda não sabem nomear.</p>
<p>A ausência parental, então, pode afetar a capacidade da criança de regular suas emoções, levando a problemas como dificuldade em lidar com o estresse, ansiedade e comportamento impulsivo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 – Autoestima e segurança:</strong></p>
<p>Ter os pais de maneira presente em sua vida fornece uma sensação de segurança e apoio emocional para a criança, além de causar mais confiança em seus pensamentos e ações.</p>
<p>É por conta disso, por exemplo, que a sua autoestima pode acabar não se desenvolvendo, levando a sentimentos de insegurança, baixa autoconfiança e falta de resiliência emocional.</p>
<p>Estão relacionados a essa etapa os sentimentos de solidão, tristeza e frustração devido à falta de interação e apoio emocional dos pais, já que eles não se sentem amados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a ausência parental afeta a segunda infância</strong></h4>
<p>Essa fase ocorre entre os 6 e 12 anos de idade, e as consequências da ausência parental já começam a se manifestar de outras formas.</p>
<p>Assim, nessa etapa, as crianças estão em um estágio de crescimento e aprendizado importantes, e a presença e o envolvimento dos pais e a administração de conflitos e relações familiares continuam sendo essenciais para o seu bem-estar.<br />
Aqui estão alguns dos efeitos da ausência parental durante a segunda infância:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Desenvolvimento acadêmico:</strong><br />
Quando os pais estão ausentes, as crianças podem enfrentar dificuldades em se concentrar nos estudos, falta de apoio nas tarefas escolares e menos estímulo para o aprendizado. Então, isso resulta em um desempenho acadêmico inferior e menor motivação para alcançar o sucesso escolar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Habilidades sociais e relacionamentos:</strong></p>
<p>Durante a segunda infância, as crianças estão desenvolvendo habilidades sociais, como a capacidade de fazer amigos, colaborar e resolver conflitos.</p>
<p>A ausência parental pode limitar as oportunidades de interação social e aprendizado dessas habilidades, já que existe a dificuldade em estabelecer relacionamentos saudáveis e em lidar com situações sociais desafiadoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Independência e responsabilidade: </strong></p>
<p>Esse é um período em que as crianças estão começando a desenvolver sua independência e responsabilidade e a presença dos pais é fundamental para orientar e apoiar as crianças nesse processo.</p>
<p>Ou seja, sem eles, ocorre uma falta de orientação, supervisão e oportunidades para a criança aprender a tomar decisões independentes e assumir responsabilidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Os efeitos da ausência parental na adolescência:</strong></h4>
<p>Este é um período bastante importante na formação de um indivíduo, uma vez que, durante essa fase, os adolescentes estão se tornando mais independentes, explorando sua identidade e enfrentando desafios emocionais e sociais.</p>
<p>Entre os efeitos da ausência parental para adolescentes estão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Comportamento problemático:</strong><strong><br />
</strong>A falta de supervisão e orientação dos pais durante a adolescência pode aumentar o risco de envolvimento em comportamentos problemáticos.</p>
<p>Os adolescentes, por exemplo, muitas vezes, acabam buscando atenção e validação em grupos de pares negativos e de má influência, envolvimento em comportamentos de risco, como o uso de substâncias, delinquência, iniciação sexual precoce e desempenho acadêmico inferior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Autonomia e tomada de decisões:</strong></p>
<p>Durante a adolescência, os jovens estão desenvolvendo sua autonomia e aprendendo a tomar decisões responsáveis.</p>
<p>Sem os pais e apoio de maiores responsáveis, portanto, eles acabam fazendo escolhas impulsivas, além de possuir falta de habilidades de resolução de problemas e menor capacidade de assumir responsabilidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Saúde Mental:</strong></p>
<p>A ausência parental pode aumentar o risco de problemas de saúde mental na adolescência — o que também acaba impactando na vida adulta.</p>
<p>Assim, as pessoas que experimentaram a falta dos pais são mais propensas a desenvolver depressão, ansiedade, transtornos de estresse pós-traumático e outros problemas de saúde mental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como lidar com a ausência parental:</strong></h4>
<p>Lidar com a ausência parental pode ser desafiador, mas existem estratégias que ajudam a enfrentar essa situação.</p>
<p>Veja como lidar ou orientar crianças para que elas aprendam a viver com essa realidade sem que esses efeitos negativos causem grandes impactos em suas vidas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Construir outras redes de apoio:</strong></p>
<p>Apesar da importância dos pais na vida de uma criança, é perfeitamente possível criar uma rede de apoio e afeto para que ela não sinta que a ausência parental é uma situação determinante em seu dia a dia.</p>
<p>Todos os ensinamentos mencionados sobre desenvolver habilidades emocionais, lidar com sentimentos, habilidades cognitivas, autoestima, orientação moral, entre outras, podem ser tranquilamente ensinadas por outros adultos significativos e queridos. Ou seja, mentores, professores ou conselheiros, além de tios, avós, primos e amigos da família acabam ajudando a mitigar os efeitos negativos.</p>
<p>Estabelecer redes de suporte e fornecer oportunidades para a criança e o adolescente se envolver em atividades construtivas e saudáveis pode ser benéfico para o seu desenvolvimento durante essa fase desafiadora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Buscar suporte profissional:</strong></p>
<p>Se sentir que a criança está enfrentando dificuldades significativas em lidar com a ausência parental, considere buscar suporte profissional.</p>
<p>Um terapeuta, conselheiro ou psicólogo pode ajudá-la a explorar e enfrentar questões emocionais mais profundas relacionadas a esse problema, bem como fornecer ferramentas e estratégias para lidar com essa situação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>Você dizer ouvir NÃO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 17:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não! Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”. Você é uma delas? Anda&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não!</p>
<p>Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”.</p>
<div>
<p>Você é uma delas?</p>
<p>Anda chateado por ter de engolir sapo e não consegue pedir que as pessoas mudem o comportamento delas? Não consegue dizer “não” quando pedem algum objeto emprestado, e fica aborrecido por isso? Essa<span> </span>atitude<span> </span>passiva poderá torná-lo cada vez mais infeliz e não contribuirá para que desenvolva uma personalidade segura e confiante.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não perca esse podcast! Reunimos algumas dicas interessantes sobre esse tema para vocês!</p>
<p><span id="more-2417"></span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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