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	<title>Arquivo de saude mental - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Arquivo de saude mental - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 01:28:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem. Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem.</p>
<p>Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12, por exemplo.</p>
<p>Por isso, neste artigo, falaremos sobre os problemas de memória e explicaremos como a psicoterapia pode ajudar a resolver essa condição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Qual a relação entre saúde mental e problemas de memória?</strong></h4>
<p>Quando há uma interferência no armazenamento e na recordação de informações pelo cérebro, estamos diante de um problema de memória.</p>
<p>Em certa medida, quando nos referimos às pessoas idosas, o declínio da memória é uma condição considerada como normal. No entanto, há casos mais severos que precisam ser acompanhados pelo médico para descartar algumas patologias, como o Alzheimer.</p>
<p>Contudo, os problemas de memória também podem estar presentes em pessoas mais jovens, como adolescentes e adultos. Nesses casos, é comum que eles estejam relacionados a alguma questão de saúde mental.</p>
<p>Isso significa que algumas condições psicológicas podem provocar a dificuldade de lembranças no indivíduo, como:</p>
<p><strong>1 &#8211; Ansiedade:</strong> Devido aos pensamentos acelerados, a pessoa ansiosa pode ter dificuldade para se concentrar em tarefas, lembrar de conversas e de eventos passados, por exemplo.</p>
<p><strong>2 &#8211; Depressão:</strong> Pessoas que sofrem de depressão apresentam o declínio da memória, uma vez que perdem a capacidade de reter informações e de se concentrar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade</strong>: O TDAH tem como algumas de suas características a inquietação e a dificuldade de concentração. Isso, consequentemente, pode afetar a capacidade de memória do indivíduo.</p>
<p><strong>4 &#8211; Estresse:</strong> O estresse crônico, a <strong>Síndrome de Burnout</strong> e o <strong>Transtorno de</strong> <strong>Estresse Pós-Traumático (TEPT)</strong> também são condições que afetam a memória de alguma forma.</p>
<p><strong>5 &#8211; Transtorno de bipolaridade</strong>: Esse transtorno é caracterizado pela oscilação entre duas fases – mania e depressão. Nesta segunda, o indivíduo fica inquieto e com dificuldade para prestar atenção no que está acontecendo, o que desencadeia problemas de memória.</p>
<p><strong>Outras causas dos problemas de memória </strong></p>
<p>Além das questões de saúde mental apresentadas anteriormente, outros fatores podem desencadear problemas de memória, como:</p>
<p>1 &#8211; Aneurisma cerebral</p>
<p>2 &#8211; Desequilíbrio hormonal</p>
<p>3 &#8211; Deficiência de vitamina B12</p>
<p>4 &#8211; Acidente Vascular Cerebral (AVC)</p>
<p>5 &#8211; Lesões e/ou infecções no cérebro</p>
<p>6 &#8211; Privação do sono</p>
<p>7 &#8211; Abuso de álcool e drogas</p>
<p>8 &#8211; Ingestão de certos medicamentos</p>
<p>Diante de tantos fatores, é imprescindível buscar a ajuda de um profissional da saúde quando apresentar alguma interferência na capacidade de memória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</strong></h4>
<p>Como vimos, a perda da capacidade do cérebro de reter informações pode estar relacionada com questões de saúde mental. Isso significa que, se esse for o seu caso (ou de alguém conhecido), será preciso tratar essa questão por meio da psicoterapia.</p>
<p>Sim, a ajuda de um psicólogo para quem tem problemas de memória relacionados a questões como ansiedade, depressão, estresse, etc., é o melhor tratamento, uma vez que esse profissional auxiliará na resolução do problema de saúde mental de origem.</p>
<p>Por exemplo: se uma pessoa sofre com a Síndrome de Burnout e, consequentemente, com o esquecimento, o psicólogo a ajudará a encontrar caminhos para mudar sua relação com o trabalho de forma que o estresse e a estafa sejam controlados.</p>
<p>Além disso, na psicoterapia, é trabalhada a autoestima, a execução de hábitos saudáveis (incluindo meditação, técnicas de respiração e hobbies) e o planejamento de vida, questões essenciais para que o paciente possa melhorar a sua saúde mental (e física). Assim, à medida que essas questões internas vão sendo tratadas, os problemas de memória se tornam menos intensos – até serem solucionados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como melhorar e preservar a memória?</strong></h4>
<p>Além da terapia, existem outras formas de melhorar – e até mesmo preservar – a memória.</p>
<p>Sim, mesmo quem não possui essa capacidade afetada, deve pensar em formas de trabalhá-la todos os dias para manter a saúde desta função cerebral, garantindo um envelhecimento bem mais saudável.</p>
<p>Sendo assim, listamos algumas ações que você pode (e deve) fazer para melhorar a sua capacidade de armazenamento de informações.</p>
<p><strong>1 &#8211; Exercite a memória </strong></p>
<p>Treinar a memória diariamente é uma forma de prevenir essa função do cérebro, sobretudo durante o envelhecimento. Sendo assim, existem várias formas de exercitar a sua memória e estimulá-la, como:</p>
<ul>
<li>Ler;</li>
<li>Fazer palavras cruzadas;</li>
<li>Fazer cálculos mentais;</li>
<li>Tentar se lembrar dos acontecimentos do dia antes de se deitar;</li>
<li>Jogar jogos de memorização.</li>
</ul>
<p>Conforme recomendação médica, esses exercícios também podem ser feitos durante o tratamento de alguma condição de saúde mental que tenha a perda temporária de memória como um sintoma.</p>
<p><strong>2 &#8211; Tenha uma boa alimentação</strong></p>
<p>Manter uma alimentação equilibrada e nutritiva também é essencial para o bom funcionamento do corpo e da mente.</p>
<p>Para isso, é necessário consumir alimentos ricos em ômega 3 e óleos graxos – que ajudam os neurônios a cumprirem com suas funções – e reduzir o consumo de carboidratos e açúcar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Garanta a qualidade do seu sono</strong></p>
<p>Uma boa noite de sono é fundamental para a preservação da memória. Por outro lado, poucas horas de sono ou uma noite de má qualidade podem prejudicar o registro de memórias de curto prazo.</p>
<p>Sendo assim, é imprescindível buscar fazer uma higienização do sono, que significa criar hábitos que favoreçam o sono duradouro e de qualidade. Dentre as principais ações, estão:</p>
<ul>
<li>Evitar consumir bebidas estimulantes no final do dia;</li>
<li>Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de se deitar;</li>
<li>Manter o quarto escuro e com som ambiente.</li>
</ul>
<p><strong>4 &#8211; Mantenha o seu peso controlado </strong></p>
<p>Um aspecto inimaginável para muitas pessoas, o controle adequado do peso pode prevenir o surgimento de problemas de memória. Sim, estar muito acima ou muito abaixo do peso pode trazer riscos para essa área do cérebro.</p>
<p>Por isso, tenha em mente que o controle do peso vai muito além de questões estéticas. Ele tem a ver com saúde física e mental também.</p>
<p class="wp-block-heading" data-beyondwords-marker="831adec4-81de-4fe0-9988-1af2137fc1b3"><strong>5. Pratique o autocuidado </strong></p>
<p data-beyondwords-marker="b1cdae70-d098-414f-8341-4e730480deb2">Por fim, pratique o autocuidado para preservar a sua saúde mental, sua memória e ter qualidade de vida. Isso envolve, dentre outras ações:</p>
<ul class="wp-block-list" data-beyondwords-marker="83e35f07-62ab-4417-8900-8f288f485ca9">
<li data-beyondwords-marker="0ba3b70b-d8dd-40b5-a9f0-d87a8a74f0f0">Tirar um tempo para praticar um hobby;</li>
<li data-beyondwords-marker="8d7e1099-2604-4525-aff4-6933b530191d">Reservar momentos para estar com a família e amigos;</li>
<li data-beyondwords-marker="b6e3ec51-2628-465e-9b5e-49e70be8327a">Colocar limites para se preservar, inclusive no trabalho;</li>
<li data-beyondwords-marker="a06240ee-8bb0-4558-bf3a-0c0db2230c8b">Praticar atividade física para liberar hormônios que reduzem o estresse;</li>
<li data-beyondwords-marker="dcb874de-f2ef-4b1f-aa22-f26eef84b84a">Fazer terapia para trabalhar o autoconhecimento.</li>
</ul>
<p data-beyondwords-marker="027d827c-5d1c-4f2b-bdb8-dab15fa19aa8">Dessa maneira, é possível ter uma vida mais saudável e com as funções cognitivas preservadas. A curto, médio e longo prazo os benefícios são incalculáveis. Portanto, cuide de si e da sua memória!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafios de brasileiros que vivem no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 21:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais. Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais.</p>
<p>Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a uma nova cultura e a um novo ambiente. Abordaremos aqui alguns dos desafios dos brasileiros no exterior, e daremos algumas estratégias sobre como passar por tudo isso de uma forma mais equilibrada.</p>
<p>Abaixo listamos os desafios psicológicos mais comuns dos brasileiros que vivem no exterior:<span id="more-2822"></span></p>
<p>1 &#8211; Saudade e Nostalgia:</p>
<p>A saudade da família, amigos, cultura e do ambiente familiar é um dos maiores desafios. Esse sentimento pode ser intenso e impactar o bem-estar emocional.</p>
<p>2 &#8211; Adaptação Cultural:</p>
<p>A adaptação a uma nova cultura pode ser difícil. Diferenças nos valores, costumes, língua e modo de vida podem causar um choque cultural, levando a sentimentos de alienação e frustração.</p>
<p>3 &#8211; Barreira Linguística:</p>
<p>Mesmo para aqueles que dominam o idioma do país de destino, a comunicação em um segundo idioma pode ser exaustiva e gerar ansiedade, especialmente em situações sociais ou profissionais.</p>
<p>4 &#8211; Solidão e Isolamento Social:</p>
<p>A falta de uma rede de apoio pode levar à solidão. Fazer novas amizades e construir uma nova rede de apoio pode ser desafiador, especialmente em culturas diferentes.</p>
<p>5 &#8211; Questões de Identidade:</p>
<p>A experiência de viver em um país estrangeiro pode afetar a identidade pessoal e cultural. Sentimentos de &#8220;não pertencer&#8221; a nenhum dos dois lugares (Brasil e o país de residência) são comuns.</p>
<p>6 &#8211; Estresse e Ansiedade:</p>
<p>A adaptação a um novo ambiente, lidar com a burocracia local, encontrar trabalho, e estabelecer uma vida estável no exterior são fontes significativas de estresse e ansiedade.</p>
<p>7 &#8211; Preconceito e Discriminação:</p>
<p>Muitos brasileiros podem enfrentar preconceito ou discriminação com base na nacionalidade, aparência, ou sotaque, o que pode impactar a autoestima e o bem-estar psicológico.</p>
<p>8 &#8211; Pressão para o Sucesso:</p>
<p>Há uma pressão adicional para ter sucesso e justificar a decisão de emigrar, tanto para si mesmo quanto para a família e amigos no Brasil. Esse sentimento pode gerar estresse adicional e autocrítica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Estratégias para Lidar com Esses Desafios:</strong></h4>
<p>1 &#8211; Manter Contato com a Família e Amigos:</p>
<p>Utilize a tecnologia para manter contato regular com seus entes queridos no Brasil, o que pode ajudar a reduzir a saudade e o isolamento.</p>
<p>2 &#8211; Participar de Comunidades Locais:</p>
<p>Procure grupos de brasileiros ou comunidades locais que possam oferecer suporte emocional e prático.</p>
<p>3 &#8211; Aprender a Língua e a Cultura Local:</p>
<p>Esforçar-se para aprender e entender a língua e a cultura do país de acolhimento pode facilitar a adaptação e reduzir o choque cultural.</p>
<p>4 &#8211; Cuidar da Saúde Mental:</p>
<p>Não hesite em procurar apoio psicológico se sentir que está enfrentando dificuldades. Profissionais especializados podem ajudar a lidar com questões de adaptação e saúde mental.</p>
<p>5 &#8211; Manter uma Atitude Positiva e Flexível:</p>
<p>Ser aberto a novas experiências e ter uma atitude positiva pode ajudar a enfrentar os desafios de viver no exterior de maneira mais eficaz. Reconhecer e entender esses desafios é o primeiro passo para lidar com eles de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>A importância de estar com a saúde mental em dia:</strong></h4>
<p>Segundo o relatório &#8220;Brasileiros no Exterior&#8221;, divulgado em agosto de 2023 pelo Ministério de Relações Exteriores do Brasil, destaca que cerca de 4,5 milhões de cidadãos brasileiros atualmente residem em outros países, como Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Reino Unido, Japão entre outros.</p>
<p>Muitas vezes, quando tomamos a decisão de emigrar, o preparo psicológico é colocado em segundo plano. Normalmente, no topo da lista de prioridades está o planejamento financeiro e as incontáveis questões burocráticas que a mudança exige. No entanto, a atenção à saúde mental é importante até mesmo para que essas etapas do planejamento sejam concluídas de forma saudável. Embora os problemas e as frustrações se apresentem, aquele que tem um bom nível de autoconhecimento e uma rede de apoio irá vivenciar cada etapa com mais leveza, conseguindo tirar proveito do que de melhor a experiência internacional poderá oferecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a terapia pode ajudar nesse processo?</strong></h4>
<p>A terapia é uma grande aliada nesse processo de mudança para outro país. Inicialmente, ela ajudará a compreender as razões que fazem o brasileiro querer sair de seu próprio país, e depois, trazer clareza sobre os objetivos que se deseja alcançar com esta experiência internacional. Quando estas questões estão identificadas, a terapia continua oportunizando suporte emocional e orientação para que a adaptação à nova realidade ocorra da melhor maneira possível.<br />
Para suprir essa necessidade de brasileiros que muitas vezes preferem ser atendidos por profissionais de sua terra natal, que falem sua língua materna nos utilizamos da terapia online que se mostrado muito eficaz, com a vantagem de ser realizada em ambiente seguro, horários flexíveis, redução de custos de locomoção e realizada na língua do paciente.</p>
<p>Precisamos nos lembrar que a saúde mental influencia nossas vidas de várias formas, por ser parte inerente e vital do nosso bem-estar geral. Ela nos permite funcionar e prosperar como indivíduos, além de nos ajudar a lidar com o estresse e as adaptações da mudança. Uma saúde mental de qualidade é essencial para a construção de relacionamentos saudáveis, novos aprendizados e trabalhar de forma produtiva.</p>
<p>As psicólogas e psicanalistas da Bem Viver Mais – Terapias Integradas, são profissionais altamente experientes no atendimento de brasileiros que vivem no exterior. Com um compromisso sério e responsável, nossa equipe garante total sigilo sobre tudo o que é tratado durante as sessões. Estamos aqui para apoiá-lo na sua jornada de mudança. Conte conosco para te acompanhar em seus desafios!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Conheça os principais tipos de terapia e decida qual é a ideal para você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 23:40:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados. A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados.</p>
<p>A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas, adaptadas para atender às necessidades individuais dos clientes.Além disso, a terapia desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar emocional e no tratamento de questões de saúde mental.</p>
<p>Por meio do apoio de um profissional qualificado, ela oferece um espaço seguro e confidencial para explorar emoções, desafios pessoais e encontrar soluções.</p>
<p>Então, se você quer conhecer os tipos de terapia e descobrir qual é a ideal para você, continue lendo nosso artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que fazer terapia?</strong></h3>
<p><span id="more-2724"></span></p>
<p>Fazer terapia pode ser extremamente estimulante por uma variedade de razões.</p>
<p>Assim, ao trabalhar com psicólogos qualificados, você terá apoio para enfrentar desafios, superar traumas e encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com o estresse e as dificuldades da vida.</p>
<p>A terapia também promove o crescimento pessoal, fortalece a autoestima e auxilia na construção de relacionamentos mais saudáveis ​​e gratificantes.</p>
<p>Portanto, é um investimento na sua saúde mental e emocional.</p>
<p>Mas não é só isso! Existem outros motivos para a busca do acompanhamento profissional:</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> <strong>Saúde mental:</strong> a terapia é uma ferramenta eficaz para tratar e gerenciar condições de saúde mental, como ansiedade, depressão, estresse e traumas. Assim, ela oferece um espaço seguro para explorar essas questões, compreender suas causas e desenvolver estratégias de enfrentamento.</p>
<p><strong>2 &#8211; Autocuidado:</strong> fazer terapia é um ato de autocuidado. É uma oportunidade para dedicar tempo e atenção às suas necessidades emocionais, garantindo um equilíbrio saudável em sua vida.</p>
<p><strong>3 &#8211; Autoconhecimento:</strong> a psicoterapia ajuda no processo de autoconhecimento, permitindo que você entenda melhor seus pensamentos, emoções, padrões de comportamento e crenças. Isso proporciona uma base sólida para o crescimento pessoal e a tomada de decisões mais conscientes.</p>
<p><strong>4 &#8211; Resolução de problemas:</strong> a prática também fornece suporte e orientação para lidar com problemas e desafios em diferentes áreas da vida, como relacionamentos, trabalho e família. Portanto, ela oferece estratégias e habilidades para resolver problemas de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong>5 &#8211; Melhoria dos relacionamentos:</strong> ela pode ajudar a melhorar os relacionamentos interpessoais, fornecendo dicas sobre dinâmicas familiares e padrões de comunicação.</p>
<p><strong>6 &#8211; Trauma e superação:</strong> a terapia é eficaz no tratamento de traumas passados, permitindo que você processe e supere experiências dolorosas. O psicólogo pode ajudá-lo a encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com as consequências do trauma e desenvolver resiliência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quais são os principais tipos de terapia?</strong></h3>
<p>Existem diferentes tipos de terapia, cada uma com um campo de estudo e buscando fornecer apoio em assuntos e temas diversos.</p>
<p>Vamos explicar e falar um pouco sobre os principais tipos para você saber qual é a melhor para você. Confira!</p>
<p><strong>1- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong></p>
<p>A TCC é uma abordagem terapêutica que se concentra na relação entre pensamentos, emoções e comportamentos.</p>
<p>Ela faz parte da linha de pensamento de que nossos padrões de pensamento podem influenciar nossa maneira de sentir e agir.</p>
<p>Assim, durante a terapia, o terapeuta ajuda o paciente a identificar pensamentos negativos e padrões de comportamento prejudiciais.</p>
<p>Em seguida, trabalha-se na substituição desses padrões por pensamentos e comportamentos mais saudáveis.</p>
<p>A TCC é geralmente um tratamento de curta duração, com foco em objetivos específicos a serem alcançados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Terapia Psicodinâmica</strong></p>
<p>A terapia Psicodinâmica é baseada nas teorias de Freud e explora os processos inconscientes e as experiências passadas do indivíduo.</p>
<p>Portanto, o terapeuta ajuda o paciente a analisar como eventos do passado influenciam seus pensamentos, sentimentos e comportamentos atuais.</p>
<p>Então, o objetivo é aumentar a compreensão de si mesmo, identificar padrões de comportamento repetitivos e promover mudanças duradouras.</p>
<p>A terapia Psicodinâmica geralmente ocorre em sessões semanais de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Terapia Humanista</strong></p>
<p>A terapia humanista enfatiza a importância do crescimento pessoal, da autoaceitação e da confiança.</p>
<p>Assim, nesse tipo de terapia, o terapeuta cria um ambiente de apoio, empático e não julgador para ajudar o paciente a explorar seus sentimentos e experiências.</p>
<p>A terapia humanista valoriza a relação terapêutica, na qual o terapeuta mostra genuíno interesse e respeito pelo paciente.</p>
<p>Portanto, o objetivo é capacitar o indivíduo a buscar seu potencial máximo, encontrar significado em sua vida e promover o autodesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Terapia Familiar</strong></p>
<p>A terapia familiar se concentra nas dinâmicas e no conforto entre os membros de uma família.</p>
<p>O terapeuta trabalha com a família como um todo, em vez de focar apenas em um indivíduo.</p>
<p>Então, o objetivo é melhorar a comunicação, resolver conflitos e fortalecer os relacionamentos familiares.</p>
<p>Durante as sessões, são discutidos problemas específicos, como questões conjugais, problemas de comunicação, dificuldades na educação dos filhos ou situações de mudança.</p>
<p>Entre os tipos de terapia, a terapia familiar é a que mais visa promover a compreensão mútua, o apoio emocional e criar um ambiente saudável para todos os membros da família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Terapia de Grupo</strong></p>
<p>Uma terapia de grupo envolve a participação de várias pessoas que enfrentam desafios ou problemas semelhantes.</p>
<p>O terapeuta facilita as sessões, proporcionando um ambiente seguro e confidencial para que os membros do grupo compartilhem suas experiências.</p>
<p>A terapia de grupo pode ser uma fonte de suporte emocional, validação e feedback dos outros participantes.</p>
<p>Os membros do grupo podem aprender com as experiências uns dos outros, obter diferentes perspectivas e desenvolver habilidades de relacionamento.</p>
<p>Convém destacar que a terapia de Grupo é especialmente útil para problemas como ansiedade social, dependência química, transtornos alimentares, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como escolher a terapia ideal para você?</strong></h3>
<p>Escolher entre os tipos de terapia qual é a ideal para você é uma decisão pessoal e dependerá das suas necessidades, influências e circunstâncias individuais.</p>
<p>No entanto, aqui estão algumas considerações para ajudá-lo a escolher a terapia adequada:</p>
<p><strong>1 &#8211; Identifique suas necessidades:</strong> reflita sobre quais são as principais questões ou desafios que você está enfrentando. Por exemplo, você está lidando com ansiedade, depressão, conflitos familiares ou problemas de relacionamento? Identificar suas necessidades ajuda a direcionar a escolha da terapia mais apropriada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Analise a relação terapêutica:</strong> a relação entre terapeuta e cliente é fundamental para o sucesso da terapia. Procure um terapeuta com o qual você se sinta confortável e em quem confie.</p>
<p><strong>3 &#8211; Pesquise as abordagens terapêuticas:</strong> leia sobre suas características, métodos e resultados típicos. Considere como cada abordagem pode se adequar às suas necessidades e objetivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se estiver em dúvida ou sentir dificuldade em escolher a terapia adequada, é recomendável procurar a ajuda de um profissional de saúde mental.</p>
<p>O psicólogo vai avaliar sua situação e recomendar a abordagem terapêutica com base nas suas necessidades individuais.</p>
<p>Lembre-se de que a terapia é uma jornada pessoal e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.</p>
<p>Portanto, é importante encontrar uma terapia que combine com você e que atenda às suas necessidades específicas.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Conheça gatilhos emocionais do pânico e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 01:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamentos tóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.</p>
<p>Quando temos consciência dos fatores que possuem capacidade de perturbar o nosso bem-estar emocional, conseguimos desenvolver estratégias para lidar com eles e, assim, evitar desconfortos físicos e psicológicos. Muitos gatilhos podem desencadear o pânico no nosso dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é ataque de pânico?</strong><span id="more-2659"></span></h4>
<p>O ataque de pânico pode ser descrito como uma reação do corpo à ansiedade incontrolável. Então, quando uma pessoa se depara com uma situação que desencadeia medo, estresse ou preocupação e não sabe como reagir, ela pode ter uma reação física.</p>
<p>Nem sempre essa situação representa uma ameaça real à sua vida ou saúde mental, mas, por ter dificuldade de gerenciar essas emoções, a pessoa acaba tendo um ataque de pânico.</p>
<p>Apesar de qualquer pessoa poder ter um ataque de pânico, episódios frequentes e em situações que não apresentam perigo são motivos de preocupação. Eles podem evidenciar a existência de uma condição de saúde mental, como a síndrome do pânico e a ansiedade generalizada.</p>
<p>Tipicamente, o ataque de pânico acontece subitamente. Quando já passamos por essa experiência, às vezes é possível prevê-lo ao identificar os primeiros sintomas e tomar atitudes para suavizar a sua intensidade. Embora os sintomas possam variar de pessoa para pessoa, eles tipicamente incluem:</p>
<ul>
<li>Crescente sensação de ameaça;</li>
<li>Medo irracional de morrer ou de perder o controle;</li>
<li>Náusea ou vômito;</li>
<li>Dor de cabeça;</li>
<li>Aperto no peito;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Sensação de desmaio;</li>
<li>Dormência nos membros;</li>
<li>Dificuldade para respirar;</li>
<li>Sensação de não pertencimento ao corpo; e</li>
<li>Suor excessivo.</li>
</ul>
<p>Algumas pessoas são mais sensíveis aos sintomas físicos enquanto outras sentem mais sintomas emocionais e psicológicos. Em alguns casos, os sintomas são semelhantes ao de um ataque cardíaco, o que leva as pessoas a visitarem um médico de imediato. Mas, na verdade, o mal-estar foi resultado do pânico crescente.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Gatilhos emocionais comuns do pânico</strong></h4>
<p>Existem vários gatilhos emocionais que desencadeiam um ataque de pânico. Grande parte das pessoas não têm ciência deles, então se colocam em contato com eles repetidamente sem ter a intenção.</p>
<p>Como os sintomas do ataque de pânico são intensos, eles podem levar ao medo de continuar tendo crises, especialmente em lugares públicos. O próprio medo de passar pela experiência novamente se transforma em um gatilho de novos episódios. Por conseguinte, indivíduos escolhem se isolar.</p>
<p>Em seguida, veja alguns dos gatilhos emocionais mais comuns do pânico e como lidar com eles.</p>
<p><strong>1.  Estresse</strong></p>
<p>O estresse é um dos principais gatilhos do pânico, além de ser um agravante para muitas condições de saúde mental. Diversas situações do dia a dia podem desencadear o estresse, como engarrafamentos, longas esperas em filas, interações sociais e múltiplos compromissos profissionais. Sendo assim, é muito fácil encontrar fatores estressores que resultam em desconforto emocional e físico.</p>
<p>Como lidar? É imprescindível praticar o autocuidado para conservar o bem-estar emocional e desenvolver métodos para responder bem ao estresse, como respirar profundamente ou deixar o ambiente por alguns instantes para colocar os pensamentos em ordem.</p>
<p><strong>2. Abuso de substâncias</strong></p>
<p>Quem sofre de ataques de pânico recorrentes costuma apresentar um desequilíbrio da química cerebral. Então, a produção irregular de neurotransmissores, responsáveis pela comunicação das células no sistema nervoso, resulta em uma comunicação ineficiente, a qual, por sua vez, traz uma série de consequências para o organismo. Substâncias como drogas e álcool interferem ainda mais nessa comunicação. A longo prazo, o seu uso pode causar problemas irreversíveis para a saúde mental e física.</p>
<p>Como lidar? Cortar o uso dessas substâncias e seguir o tratamento psiquiátrico e psicológico para a síndrome do pânico. Pode ser necessário buscar a ajuda de instituições especializadas em abuso de substâncias para cessar a ingestão, desenvolver bons hábitos e evitar recaídas.</p>
<p><strong>3. Situações sociais</strong></p>
<p>Situações sociais estressantes podem gerar ansiedade e preocupação. Enquanto algumas pessoas se sentem ligeiramente desconfortáveis em certas ocasiões, outras sofrem de fobia social e transtornos ansiosos que tornam se socializar em um grande desafio. Frequentar lugares movimentados, como shoppings e supermercados, pode se tornar insustentável ao depender da gravidade dos sintomas. Para evitar o desencadeamento de um ataque de pânico, indivíduos podem passar a evitar sair de casa.</p>
<p>Como lidar? Embora o auto isolamento pareça uma boa solução a princípio por cessar a ansiedade e o pânico, ele não ajuda na recuperação da síndrome do pânico. Indivíduos deixam de aprender a lidar com o estresse provocado por situações sociais quando escolhem se afastar do convívio social, o que acaba trazendo problemas para os seus relacionamentos interpessoais. Para reverter essa situação, você pode procurar a ajuda de um psicólogo e convidar pessoas de confiança para participar de ocasiões sociais com você.</p>
<p><strong>4. Estimulantes</strong></p>
<p>Cafeína, bebidas açucaradas, chá preto e farinha branca são alguns alimentos estimulantes da ansiedade que, quando ocupam espaço significativo em uma dieta, ajudam a estimular ataques de pânico. A ingestão excessiva de álcool e o cigarro também intensificam os sintomas da ansiedade.</p>
<p>Como lidar? Modificar os hábitos alimentares para ter uma alimentação mais saudável e balanceada. Por exemplo, a inclusão de fibras, ômega-3 e vitaminas C e B pode ajudar a combater a ansiedade. Para saber exatamente quais alimentos evitar e quais ingerir, visite um nutricionista.</p>
<p><strong>5. Memórias de traumas</strong></p>
<p><strong> </strong>A súbita lembrança de memórias de eventos traumáticos é outro gatilho emocional extremamente comum. Na tentativa de preservar a saúde mental e emocional do indivíduo, o cérebro reprime as memórias do trauma, mas, com o tempo, elas podem começar a vir à tona. Flashbacks de experiências traumáticas são um sintoma comum do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que também é caracterizado pela frequência de ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Pessoas que sofrem de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático podem se beneficiar de tratamento para essas condições. Por isso, na grande maioria dos casos, ele consiste em terapia e ingestão de medicamentos prescritos pelo psiquiatra. Além de diminuir a intensidade dos sintomas, pacientes podem digerir as emoções negativas atreladas ao trauma e seguir em frente com as suas vidas.</p>
<p><strong>6. Relacionamentos tóxicos</strong></p>
<p>Relacionamentos tóxicos podem ser especialmente estressantes para quem tem ataques de pânicos recorrentes. Eles não se limitam a relações afetivas. Amigos, colegas de trabalho, chefes e familiares também podem ser tóxicos e interagir com eles no dia a dia agrava a ansiedade e o estresse. Brigas, chantagem emocional, cobranças, manipulação e insultos são alguns aspectos comuns de relacionamentos tóxicos.</p>
<p>Como lidar? Muitas vezes, não podemos simplesmente cortar o contato com essas pessoas. No trabalho, por exemplo, precisamos conviver com todo o tipo de personalidade para concluir o nosso trabalho. Então, precisamos aprender a não sucumbir as influências negativas de indivíduos tóxicos. Já quando podemos limitar o contato, como é o caso de relacionamentos amorosos e amizades, é preferível manter a distância e buscar laços afetivos mais saudáveis.</p>
<p><strong>7. Uso de certos medicamentos</strong></p>
<p>Alguns medicamentos possuem efeitos colaterais que despertam a ansiedade e, consequentemente, geram ataques de pânico. Cada organismo reage a ingestão de medicamentos, especialmente os contínuos, de modo diferente. Enquanto algumas pessoas não sentem nenhum efeito colateral, outras não conseguem continuar tomando o medicamento.</p>
<p>Como lidar? Se você percebeu um aumento da ansiedade após começar a tomar um medicamento, converse com o seu médico.</p>
<p><strong>8. Condições de saúde</strong></p>
<p>Receber o diagnóstico de uma condição de saúde pode ser estressante. Dependendo da gravidade da patologia, preocupações sobre o funcionamento da vida diária e o que o futuro reserva podem começar a atormentá-lo. Você pode sentir uma necessidade quase incontrolável de fazer o que sempre quis, mas não fez por falta de tempo ou medo, e de prover para a sua família para deixá-los confortáveis no futuro. Essa afobação, aliada aos pensamentos negativos, pode facilmente causar ansiedade e ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Converse com o seu médico para esclarecer todas as dúvidas acerca da doença e como ela afeta o seu corpo. Do mesmo modo, visite um psicólogo para ajudá-lo a lidar com as emoções e o estresse de maneira saudável. Evite, ainda, alimentar pensamentos de cenários trágicos e mantenha o foco no que você pode fazer hoje.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Como combater o hábito de comer por estresse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 18:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde fisica]]></category>
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					<description><![CDATA[O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces. Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces.</p>
<p>Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um problema e praticamente todos nós já passamos por essa experiência. Você provavelmente já se viu na frente da geladeira, analisando o seu conteúdo, por estar entediado ou inquieto e acabou pegando um lanchinho rápido ou ficou tentado a pegar.</p>
<p>O hábito de comer quando se está estressado se transforma em um problema (tanto para a saúde mental quanto física) quando o indivíduo acredita que essa é a única maneira de lidar com as suas emoções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é comer por estresse?</strong></h4>
<p><span id="more-2628"></span></p>
<p>Pessoas estressadas ou ansiosas comem exageradamente na esperança de sentir algum alívio emocional e isso, não costuma ter nada a ver com a fome em si, mas com o desejo de suprimir sentimentos negativos e enfrentar situações desagradáveis. Tentar se distrair do fator estressor também pode ser um motivador.</p>
<p>Quando estamos com um problema pendente, podemos ter dificuldade para nos desligarmos desse impasse, prologando pensamentos e sentimentos ruins. Algumas pessoas utilizam a comida como distração das dores emocionais e pode ser difícil ter a percepção de que você está comendo demais por conta do estresse.</p>
<p>A “fome emocional” normalmente aparece rapidamente e desperta uma urgência, fazendo o indivíduo comer algo para saciá-la. Pessoas que comem por estresse costumam ter um lanche favorito e deixá-lo por perto para essas ocasiões e depois de comer, é normal sentir vergonha.</p>
<p>Alguns estudos apontam que mulheres tendem a recorrer à comida quando estressadas ou ansiosas enquanto os homens preferem beber ou fumar.</p>
<p>Com o tempo, esse hábito pode desencadear consequências negativas para a saúde física, como sobrepeso, diabetes, obesidade, hipertensão e doenças cardíacas. Desse modo, além de sofrer com o estresse na vida diária, o indivíduo que come por estresse precisa lidar com os sintomas de outras patologias.</p>
<p>Já para a saúde mental, a principal consequência é não aprender a lidar com sentimentos negativos e estresse de maneira saudável. Ao invés de enfrentar as situações, o indivíduo desconta esse estresse na comida. O mal-estar não desaparece, apenas se fortalece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que comemos por estresse?</strong></h4>
<p>Estudos sugerem que as pessoas descontam o sofrimento emocional na comida por questões psicológicas e fisiológicas. Comer um lanche gostoso ou a sua refeição favorita promove uma sensação momentânea de alívio e se o indivíduo não possui outros meios de buscar o bem-estar, ele acaba buscando essa solução fácil, porém efêmera. Quanto mais ele se alimentar com o objetivo de se sentir bem consigo mesmo, mais rapidamente as sensações prazerosas se extinguirão e precisarão ser repostas.</p>
<p>Já do ponto de vista fisiológico, a necessidade de comer alimentos salgados, doces ou gordurosos vem de um comando do cérebro. O estresse é um resultado da liberação excessiva do hormônio cortisol, o qual desencadeia o instinto de “lutar ou fugir”. Tanto o corpo quanto a mente sentem que estão prestes a enfrentar uma ameaça. Então, o cérebro envia um comando para ingerir mais comida e preparar o organismo para enfrentar uma situação potencialmente perigosa. Quando o indivíduo come, essa necessidade é sanada e o estresse tende a diminuir.</p>
<p>Outras razões pelas quais as pessoas comem excessivamente quando estressadas são:</p>
<ul>
<li>Tédio: sentir-se entediado é um gatilho comum para comer excessivamente. Pessoas com vidas menos ativas são mais suscetíveis a aliviar o estresse com comida por precisarem ter algo para manter as mentes ocupadas;</li>
<li>Hábitos: em algum momento da vida, você pode ter associado comer algo gostoso com uma recompensa de uma conquista ou como um conforto após vivenciar um acontecimento ruim. Por conta disso, comer por estresse virou um hábito;</li>
<li>Fadiga: é mais fácil extrapolar na quantidade de comida ingerida quando se está cansado demais para pensar no que você está fazendo; e</li>
<li>Influências sociais: convites para sair para jantar ou beber depois de um dia difícil ou para comemorar um grande feito são comuns. Você pode ter dificuldade para recusá-los para não magoar quem o convidou ou para não exagerar na alimentação durante eventos sociais.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como acabar com o hábito de comer por estresse?</strong></h4>
<p>Como vivemos hoje em uma sociedade com diversos estímulos e responsabilidades, grande parte da população brasileira convive com algum nível de estresse. Segundo a International Stress Management Association do Brasil, a ISMA-BR, 30% dos profissionais brasileiros sofrem de burnout, ou esgotamento profissional. Essa condição é causada pelo estresse crônico resultante de condições de trabalho ruins.</p>
<p>É impossível fugir do estresse na atualidade. Você o encontrará de alguma forma ou de outra no dia a dia. Sendo assim, é importante aprender a lidar com ele e os seus efeitos negativos da melhor maneira possível.</p>
<p>Comer excessivamente, especialmente alimentos pouco saudáveis, não é a melhor solução para combater o estresse. Além de trazer mais problemas para a saúde, não ajuda a reduzir o desconforto emocional, o principal objetivo de quem come por estresse.</p>
<p>Veja abaixo algumas maneiras de lidar com o estresse de um jeito saudável.</p>
<p><strong>1- Conheça os seus estressores:</strong></p>
<p>O que lhe estressa no dia a dia? Faça uma breve análise da sua vida e procure identificar quais elementos presente nela geram desconforto emocional. Os fatores estressores mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Excesso de trabalho;</li>
<li>Conflitos conjugais;</li>
<li>Pressões e cobranças tanto internas quanto externas;</li>
<li>Acontecimentos traumáticos, como acidentes, roubos ou brigas;</li>
<li>Colegas de trabalho e chefes desagradáveis;</li>
<li>Ambiente familiar opressor; e</li>
<li>Morar em um local perigoso.</li>
</ul>
<p>Após identificar quais fatores desencadeiam estresse em sua vida, você conseguirá bolar estratégias para lidar com eles. Talvez seja melhor evitá-los por completo ou, se não for necessário, reduzir o contato com eles.</p>
<p>Se a razão do seu estresse é o convívio com uma pessoa, você pode pensar em maneiras de não deixar ela lhe afetar, como não responder a provocações, tentar se colocar no lugar dela ou pedir diretamente para que ela cesse um comportamento desagradável.</p>
<p><strong>2- Evite comprar certos alimentos:</strong></p>
<p>Deixe de comprar alimentos que você normalmente consome quando está estressado. Não é preciso parar de consumi-los de uma vez. Fazer isso pode até ser prejudicial dado que o seu corpo e mente já estão acostumados com aquele conforto. Deixe de comprá-los aos poucos ou os substitua por alternativas saudáveis, como frutas.</p>
<p>Da mesma forma, desinstale aplicativos de entrega de comida para não cair na tentação de pedir um lanche rápido. A facilidade de pedir comida pronta acaba incentivando as pessoas a comerem alimentos menos saudáveis e podem ser um facilitador para quem tem hábito de comer por estresse.</p>
<p><strong>3- Substitua o hábito ruim por um bom</strong></p>
<p>Pense consigo mesmo: o que você gosta de fazer normalmente? O que você poderia fazer para reduzir o estresse além de comer? Existem múltiplas atividades relaxantes que ajudam a elevar a sensação de bem-estar, como meditação, caminhada ou corrida e praticar exercícios de respiração profunda. Você pode tentar fazer alguma delas quando se sentir estressado e avaliar como você se sente depois.</p>
<p>Buscar a distração do estresse em algo produtivo, como um passatempo, é outra opção para quebrar o hábito de comer por estresse. Você pode ler um livro ou artigos enriquecedores de uma plataforma na internet, assistir a um filme ou a vídeos engraçados, ou desenvolver uma habilidade criativa.</p>
<p><strong>4- Visite um psicólogo</strong></p>
<p>Está com dificuldade para quebrar o hábito de comer por estresse? Visitar um psicólogo pode ser uma solução.</p>
<p>A terapia é o lugar onde você pode falar tudo o que pensa e desabafar sobre problemas, até sobre aqueles que você tem vergonha ou receio de falar. Em troca, o psicólogo o ajuda a encontrar soluções para esses impasses. Não importa se a causa do seu estresse é passageira ou permanente. Você pode falar sobre qualquer coisa que o incomoda na terapia.</p>
<p>Talvez o seu mal-estar atual seja o resultado de um problema do passado que você ainda não conseguiu resolver e nem sequer sabe. Além de ajudar a solucionar os problemas, a terapia promove o autoconhecimento, necessário para que você consiga tomar decisões mais certeiras. Ao saber quem você e o deseja, além do gosta e não gosta, consegue evitar situações desnecessárias e aproveitar oportunidades.</p>
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<p>Grande abraço e até o próximo post!</p>
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		<title>Conheça comportamentos de pessoas narcisistas￼</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 00:46:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas? Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas?</p>
<p>Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares frequentados são comportamentos de pessoas narcisistas. Essas concepções, contudo, foram difundidas pela mídia e pelas conversas casuais, que confundem egocentrismo, amor-próprio e autoconfiança com narcisismo. Cada um desses conceitos possui características próprias e são bem distintos uns dos outros.</p>
<p>Segundo a psicanálise, todos nós possuímos um traço narcisista e ele é fundamental para a consolidação do nosso amor-próprio e autoestima. Afinal, se não gostarmos de nós mesmos, como poderemos fazer boas escolhas para as nossas vidas e nos defender de injustiças?</p>
<p>O excesso de narcisismo, assim como qualquer outro excesso em nossas vidas, é prejudicial e está associado a uma condição de saúde mental.</p>
<h4><strong>O que são pessoas narcisistas?</strong><span id="more-2599"></span></h4>
<p>Pessoas narcisistas são aquelas que possuem “mania de superioridade”. Elas cultuam a crença de que são melhores do que as outras pessoas, portanto, merecedoras de atenção e sucesso. Elas se rodeiam de indivíduos que consideram importantes, como quem possui um cargo alto em uma empresa, empresários e socialites, e menosprezam quem consideram ser menos importante.</p>
<p>Dessa maneira, pesam a atmosfera do ambiente de trabalho ou familiar na busca eterna para se sentirem “por cima” dos outros. Por conta dessas características, as pessoas narcisistas costumam ser difíceis de lidar e podem até afetar a saúde mental dos indivíduos com quem convivem.</p>
<p>O narcisismo exacerbado é uma característica do Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-V e essa condição é marcada pela dificuldade de regular a autoestima. Sendo assim, pessoas com esse diagnóstico precisam da validação alheia para se sentirem apreciadas. Elas associam a sua autoimagem à admiração de terceiros, por isso, podem tomar atitudes questionáveis para chamar atenção.</p>
<p>Esse transtorno de personalidade costuma existir em concomitância com outras condições, como a depressão, ansiedade e outros transtornos de personalidade. É igualmente comum que pessoas narcisistas desenvolvam dependência química em algum momento de suas vidas.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo qual é a causa exata desse transtorno de personalidade. Diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, como componentes hereditários e experiências traumáticas nos primeiros anos de vida.</p>
<p>A terapia é o principal tratamento para a condição. Entretanto, as pessoas narcisistas não costumam buscar atendimento psicológico por acreditarem não haver nada de errado com elas. Elas não conseguem compreender o porquê de outros indivíduos reagirem mal aos seus comportamentos.</p>
<div class="wp-block-column" style="flex-basis: 100%;">
<h4><strong>Quais são os comportamentos de pessoas narcisistas?</strong></h4>
<p>Os comportamentos narcisistas são variados e normalmente difíceis de lidar. Quem convive com pessoas com transtorno de personalidade narcisista percebe essas atitudes, mas podem não saber o que dizer ou como reagir.</p>
<p>Veja alguns dos principais comportamentos de pessoas narcisistas:</p>
<p><strong>1 – Mania de grandeza:</strong></p>
<p>A mania de grandeza se manifesta de múltiplas formas, como gabar-se de posses e sucessos, tratar os outros com rispidez, dar ordens aos outros constantemente, não dividir créditos de projetos coletivos, tomar decisões visando somente o próprio bem-estar e destratar quem não lhe bajula.</p>
<p>No ambiente de trabalho, chefes com mania de grandeza podem exigir muito dos profissionais, tratá-los com rudez quando não correspondem às suas expectativas e colocá-los em situações difíceis para que eles se sintam bem consigo mesmos.</p>
</div>
<p><strong>2 – Necessidade de chamar atenção:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas precisam se colocar sempre no centro das atenções. Elas comentam com frequência sobre as suas conquistas profissionais, experiências memoráveis e qualidades, bem como o que compraram recentemente e seus respectivos valores. Durante essas conversas, elas demonstram pouco interesse na vida dos outros, a menos que seja alguém importante e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>3 – Falta de empatia:</strong></p>
<p>A dificuldade para ter empatia é uma das principais características do transtorno de personalidade narcisista. Por não conseguirem se colocar no lugar do outro, pessoas narcisistas não conseguem entender as críticas feitas ao seu comportamento ou determinadas atitudes ou palavras ditas. Assim, elas magoam os outros sem perceber, tendo dificuldade para formar relacionamentos duradouros.</p>
<p><strong>4 – Insegurança:</strong></p>
<p>O comportamento que esbanja imponência é normalmente uma fachada para a insegurança. Quando a pessoa narcisista não recebe a atenção necessária para se sentir valorizada ou saber se está no caminho certo, ela fica insegura. Assim, precisa fazer algo para ganhar a admiração dos outros, e as suas atitudes podem parecer forçadas ou estranhas. Por exemplo, ela pode se convidar para eventos onde acredita que estará entre pessoas de status social elevado.</p>
<p><strong>5 – Manipulação:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas manipulam quem está ao seu redor para que as situações saiam conforme o planejado por elas. Mas, seus esforços, no entanto, nem sempre dão certo. A manipulação tende a ser mais efetiva quando os outros aceitam a posição de inferioridade e, assim, a pessoa narcisista se aproveita da vulnerabilidade alheia.</p>
<p>Entre as táticas usadas para manipular os outros estão: fazer o outro se sentir especial para que ele abaixe a guarda e depois bombardeá-lo de questionamentos sobre o seu potencial; chantagem emocional para incitar culpa; duvidar da capacidade do outro, levando-o a duvidar de si mesmo; e ser passivo-agressivo, demonstrando afeição e depois hostilidade e e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>6 – Se fazer de vítima:</strong></p>
<p>É igualmente comum as pessoas narcisistas se fazerem de vítima para conseguirem o que desejam, ou quando fazem algo errado e recebem críticas por isso. Elas podem fazer teatros emocionais, como forçar o choro, exibir uma postura de derrota para despertar simpatia e reclamar constantemente de como estão sofrendo e de como a vida é injusta.</p>
<p>Quem desconhece os comportamentos narcisistas, acaba ficando com pena e se oferece para ajudar ou para escutar o lado da pessoa narcisista. Como ela discorre sobre os acontecimentos como se os outros estivessem errados e não ela, o indivíduo acredita nela e lhe concede a validação necessária.</p>
<p><strong>7 – Culpar os outros pelo problema:</strong></p>
<p>O narcisista acredita ser incapaz de cometer erros, então os outros são sempre os errados. Mesmo quando outras pessoas apontam a sua responsabilidade nos problemas, ele ignora e encontra um jeito de culpar o outro. Isso pode levá-lo a confrontar os indivíduos que o apontaram como culpado da situação e difamá-los para que a sua narrativa se sobressaia. Quando ele se arrepende de ter tomado uma decisão, a pessoa narcisista também joga a responsabilidade da sua infelicidade no outro.</p>
<p><strong>8 </strong><strong>– Sensibilidade às críticas:</strong></p>
<p>Embora o narcisista pareça ter confiança e autoestima elevada, ele pode estar sempre à espera de repreensões. Não suporta críticas, mas, por temer recebê-las, passa muito tempo pensando na possível reprovação que receberá de terceiros. Deste modo, responde mal a comentários inócuos. Na frente dos críticos, explode de raiva ou entra na defensiva, atacando quem o criticou como se tivesse ouvido uma ofensa. Já no particular, remói as críticas, duvida de si mesmo e pensa no que pode fazer para ser validado.</p>
<p>Familiares e cônjuges de narcisistas aprendem rapidamente a não repreender as pessoas narcisistas por comportamentos inadequados para evitarem serem feridos.</p>
<h4><strong>Como reagir aos comportamentos narcisistas?</strong></h4>
<p>Ao identificar alguns dos comportamentos narcisistas vistos acima em alguém com quem você precisa conviver, você pode tomar as seguintes atitudes:</p>
<ul>
<li>Não leve comentários desagradáveis para o lado pessoal. A pessoa narcisista é assim com todos, então não se sinta menosprezado ou inferior;</li>
<li>Responda com firmeza, mas evite hostilidade. Não levante a voz ou faça xingamentos. Simplesmente seja assertivo, mostrando que suas necessidades também precisam ser respeitadas;</li>
<li>Não tenha medo de dizer quando o narcisista estiver errado;</li>
<li>Se o narcisista colocou uma dúvida em sua cabeça, busque informação para encontrar a resposta certa e confronte-o com suas descobertas;</li>
<li>Ignore atitudes que busquem chamar atenção; e</li>
<li>Evite confrontos. O narcisista raramente admite estar errado e pode tomar atitudes inesperadas para mostrar que você é o vilão da história. Poupe-se desse estresse e viva a sua vida.</li>
</ul>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Procrastinação: saiba as causas e como vencer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas. Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas. Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas.</p>
<p>Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas.</p>
<p>Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções para quem tem o hábito de deixar tudo para a última hora.<span id="more-2473"></span></p>
<p><strong>1. O que é procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação é o ato de adiar a realização de tarefas até o último minuto ou de buscar distrações durante a execução delas. Alguns pesquisadores a definem como uma forma irracional de ‘autorregulação do fracasso’, apesar das potenciais consequências negativas.</p>
<p>Todas as pessoas procrastinam de vez em quando. Esse comportamento é especialmente comum quando se faz uma tarefa maçante ou indesejada. Para tentar buscar um pouco de prazer durante a execução ou evitar mergulhar no tédio, procuramos pequenas pitadas de entretenimento em outros lugares.</p>
<p>Engajar nesse comportamento ocasionalmente não causa grandes problemas, embora possa trazer consequências desagradáveis dependendo da urgência da tarefa. A procrastinação se torna um problema quando vira um hábito e passa a interferir na qualidade do nosso trabalho, estudos, organização pessoal e vida como um todo.</p>
<p><strong>2. Por que as pessoas procrastinam?</strong></p>
<p>Se a procrastinação é tão ruim, por que as pessoas evitam iniciar ou concluir as obrigações?</p>
<p>Ao contrário do que se pensa, esse comportamento não tem a ver com a preguiça. As suas raízes tendem a ser mais complexas do que a má vontade.</p>
<p>Nos casos leves, a procrastinação pode ser originada do julgamento equivocado de uma tarefa. Por exemplo, um estudante universitário pode acreditar que um trabalho não é tão complexo assim e deixar para iniciá-lo nos dias mais próximos do prazo de entrega. Quando percebe que a tarefa é sim complicada, é tarde demais.</p>
<p>Já em casos graves, o comportamento procrastinador pode ter raízes em condições de saúde mental, crenças limitantes ou incômodos emocionais. O indivíduo acredita que não merece as ‘recompensas’ que acompanham a finalização da tarefa, como reconhecimento, sucesso ou elogios. Ele procrastina para se distanciar dessa realidade ou para se autossabotar e entregar um trabalho de baixa qualidade. A crença de desmerecimento pode estar tão enraizada que ele procura se punir com o estresse provocado pelo prazo apertado.</p>
<p>A procrastinação também pode ser o resultado da insatisfação com a carreira profissional ou acadêmica e como o individuo não sabe administrar esse sentimento de maneira saudável, procrastina e espera que os seus problemas se resolvam magicamente.</p>
<p><strong>3. A procrastinação tem a ver com a saúde mental?</strong></p>
<p>A procrastinação, como já dito, pode ser um sintoma de condições de saúde mental. A depressão, a ansiedade generalizada, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) têm a procrastinação como sintoma em comum.</p>
<ul>
<li>Depressão: o depressivo perde o interesse pelo trabalho, relacionamentos, hobbies e afazeres domésticos. Ele não se importa em manter a sua casa arrumada, cuidar da higiene pessoal ou entregar trabalhos no prazo. As consequências negativas, para ele, são indiferentes.</li>
<li>Ansiedade generalizada: a ansiedade pode tanto levar a pessoa a atender os seus compromissos com afobação quanto evitá-los por temer o pior. Ela se preocupa com a reação das pessoas antes mesmo de começar e procrastina para não sofrer com isso.</li>
<li>TOC: muitas pessoas com TOC têm uma relação negativa com o perfeccionismo. Elas temem cometer erros, nutrem dúvidas sobre o que estão fazendo com as suas vidas, e se preocupam com as expectativas criados pelos outros.</li>
<li>TDAH: da mesma forma, muitos adultos com TDAH têm hábitos procrastinadores. Eles se distraem com pensamentos acelerados e estímulos do ambiente, além de também sofrerem com sintomas ansiosos.</li>
</ul>
<p><strong>4. Quais são as consequências negativas da procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação pode causar muitos problemas para quem perpetua esse hábito. A produtividade no dia a dia profissional diminui consideravelmente. Chefes e colegas de trabalho podem se incomodar com a falta de organização do profissional, desencadeando conflitos e até uma demissão.</p>
<p>No meio acadêmico, as consequências são semelhantes. O estudante vive com prazos apertados, disciplinas e trabalhos atrasados, notas abaixo da média e problemas com professores que exigem o cumprimento de deadlines. Em outras palavras, ele sabota a sua própria experiência acadêmica.</p>
<p>Os hábitos procrastinadores também podem incomodar cônjuges e familiares que convivem com o procrastinador. Afazeres domésticos, embora possam ser maçantes, são fundamentais para deixar a residência limpa e organizada. Quem atrapalha o fluxo de trabalho doméstico acaba irritando quem se dedica a criar um ambiente doméstico agradável.</p>
<p>Quem procrastina normalmente compreende que o seu comportamento não é apropriado e, de fato, causa problemas para sua vida, mas tem dificuldade para mudá-lo.</p>
<p><strong>5. Como combater os hábitos procrastinadores?</strong></p>
<p>É possível minimizar hábitos procrastinadores para que eles deixem de interferir na sua produtividade. Compreenda, sobretudo, que não é possível acabar com eles totalmente uma vez que são parte do comportamento humano.</p>
<p>Tem dias que você simplesmente não está com vontade de fazer as coisas, não é mesmo? E, essa vontade pode ser maior durante vivências estressantes, como problemas familiares, conjugais ou profissionais.</p>
<p>Não há problema em se permitir desfrutar de momentos procrastinadores de vez em quando. Você só não pode deixar que eles se tornem frequentes. Com isso em mente, confira algumas atitudes que você pode adotar para combater a procrastinação na sua vida.</p>
<ul>
<li><strong>Faça uma lista de tarefas:</strong></li>
</ul>
<p>Uma dica simples é fazer uma lista de tarefas a serem concluídas no dia. Você também pode fazer listas maiores voltadas para os afazeres semanais e mensais e revisitá-los quando chegar o dia de concluí-los. À medida que você risca itens da lista, se sente um pouco mais realizado. Esse é um ótimo estímulo para prosseguir com a produção ao longo do dia.</p>
<ul>
<li><strong>Comece devagar:</strong></li>
</ul>
<p>Em vez de se jogar de cabeça em uma tarefa longa ou complexa, comece devagar. Crie metas para quebrar o longo processo em pequenas fases. Dessa maneira, a tarefa não vai parecer tão duradoura, complicada ou assustadora. Muitas vezes, nos assustamos com a quantidade de trabalho necessário para chegar ao resultado, mas nos esquecemos de que não precisamos fazer tudo de uma vez só.</p>
<ul>
<li><strong>Elimine distrações:</strong></li>
</ul>
<p>Pergunte a si mesmo o que chama a sua atenção quando você está prestes a iniciar um afazer importante. São as redes sociais? As conversas incompletas no WhatsApp? As notícias locais? Um jogo instalado no computador? Ou o ato de pensar em outras obrigações obsessivamente?</p>
<p>Desenvolva estratégias para lidar com essas distrações, como seguir um timer para produzir sem checar as redes sociais ou outros sites, deixar o celular no modo avião, organizar os seus horários para dar tempo de fazer tudo o que deseja no dia ou durante a semana, ou simplesmente mover o objeto da distração do seu campo de visão.</p>
<ul>
<li><strong>Identifique pensamentos procrastinadores:</strong></li>
</ul>
<p>Que tipo de pensamento passa por sua mente quando a vontade de procrastinar surge? Por exemplo, “você pode fazer isso depois”, “ainda tem muito tempo para terminar essa tarefa”, “você precisa se preparar mais”, entre outros. Esses devaneios buscam mudar a sua atenção das obrigações para coisas menos importantes.</p>
<p>As pessoas tendem a valorizar mais as recompensas imediatas do que as conquistas a longo prazo. Sendo assim, elas tentam dizer a si mesmas que precisam terminar algo mais importante antes de iniciar aquela tarefa maçante e demorada. Então, procure combater pensamentos que tentam mudar o foco para afazeres menos urgentes.</p>
<ul>
<li><strong>Se parabenize:</strong></li>
</ul>
<p>Lembre-se de celebrar as suas conquistas! Dê parabéns a si mesmo quando completar etapas de um longo processo e finalizar tarefas, independente do seu grau de complexidade. Gratifique comportamentos positivos, como proatividade e responsabilidade, para diminuir a vontade de procrastinar.</p>
<p><strong>6. A terapia pode ajudar a combater a procrastinação?</strong></p>
<p>Sim, a terapia pode ajudar indivíduos a modificar hábitos procrastinadores e crenças limitantes, substituindo-os por alternativas saudáveis.</p>
<p>O acompanhamento psicoterapêutico também auxilia no controle dos sintomas de condições de saúde mental, principalmente as que não têm cura, como o TOC e o TDAH.</p>
<p>Se você luta consigo mesmo há muito tempo para parar de procrastinar e não obteve sucesso até o momento, considere consultar um psicólogo. Você pode estar sofrendo com sintomas de uma condição sem saber.</p>
<p>Muitos adultos recebem diagnósticos errôneos na juventude, por isso, acreditam ser preguiçosos ou incompetentes. Na verdade, o seu comportamento ‘atípico’ é o resultado de uma condição não diagnosticada, a qual pode ser tratada visando melhorar a sua qualidade de vida.</p>
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		<title>Sinais de compulsão pelo trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 02:56:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Compulsão pode ser descrita como a dificuldade para controlar desejos, segundo psicólogos. Os comportamentos compulsivos são naturalmente impulsivos e inconsequentes, mas, depois, costumam estimular reflexões acerca do objeto da compulsão. Não raro as pessoas se sentirem envergonhadas, decepcionadas ou frustradas por terem cedido às suas compulsões. Elas prometem para si mesmas que nunca mais farão aquilo,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Compulsão pode ser descrita como a dificuldade para controlar desejos, segundo psicólogos.</p>
<p>Os comportamentos compulsivos são naturalmente impulsivos e inconsequentes, mas, depois, costumam estimular reflexões acerca do objeto da compulsão.</p>
<p>Não raro as pessoas se sentirem envergonhadas, decepcionadas ou frustradas por terem cedido às suas compulsões. Elas prometem para si mesmas que nunca mais farão aquilo, mas, no calor do momento, voltam a alimentar a compulsão.</p>
<p><strong>Por que as pessoas recorrem às compulsões?</strong><span id="more-2454"></span></p>
<p>Compulsões podem ter relação com uma variedade de desejos que, conforme as crenças da pessoa compulsiva, podem tornar a sua vida mais agradável mesmo que por alguns minutos.</p>
<p>Comportamentos compulsivos costumam ser uma resposta a traumas, estresse ou impasses de difícil resolução.</p>
<p>Um dos grandes problemas é a perda (momentânea ou não) do julgamento do que é considerado bom e saudável.A pessoa compulsiva busca incessantemente o prazer e somente depois percebe que tomou decisões precipitadas e prejudiciais para sua vida. Mas, essa reflexão não é o suficiente para ela cessar a compulsão.</p>
<p>Quem tem compulsão por compras, por exemplo, pode maximizar o cartão de crédito e ter uma montanha de dívidas. Mesmo sabendo disso, o indivíduo não consegue parar de comprar.</p>
<p>Outra questão problemática é o prejuízo causado em outras áreas da vida. A pessoa com compulsão por comida, por exemplo, pode desenvolver problemas de saúde no futuro, como obesidade, diabetes e doenças cardíacas. Já a compulsão por trabalho pode interferir nos relacionamentos, principalmente afetivo e familiar.</p>
<p>A compulsão por trabalho também pode ter origem na baixa autoestima. Para provar sua competência a si mesmo e aos outros, o indivíduo busca constante validação através do seu desempenho profissional onde seu valor como indivíduo reside na qualidade do seu trabalho.</p>
<p>Da mesma forma, traumas e situações estressantes em outras esferas da vida podem empurrar a pessoa para um estilo de vida workaholic. A compulsão por trabalhar se torna uma maneira de escapar das memórias ou realidade insatisfatória.</p>
<p><strong>Sinais de compulsão por trabalho</strong></p>
<p>Você está viciado em trabalho? Se suspeita ter compulsão por trabalho, mas tem dificuldade em aceitar isso, confira abaixo alguns comportamentos compulsivos para fins de esclarecimento e caso se identifique com grande parte dos sinais, procure um psicólogo para ajudá-lo a ter uma vida profissional saudável.</p>
<ul>
<li><strong>Preocupação excessiva com o trabalho:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional compulsivo passa muito tempo se preocupando com o próximo dia, semana ou mês no trabalho. As suas preocupações costumam ser exageradas e ilógicas visto que grande parte dos impasses podem ser resolvidos com facilidade no horário do expediente.</p>
<p>Mesmo quando se encontra fora do escritório ou do home office, o profissional não consegue parar de pensar em trabalho. Ele fica grudado ao celular tentando concluir pendências ou adiantar a carga da próxima semana.</p>
<ul>
<li><strong>Problemas de saúde física e mental:</strong></li>
</ul>
<p>A compulsão também traz riscos à saúde uma vez que o profissional trabalha incessantemente. O estresse, ansiedade e preocupação passam a ser constantes em sua vida e podem abrir portas para várias patologias, como AVC, infarto, diabetes, fibromialgia, depressão, obesidade e Síndrome de Burnout.</p>
<ul>
<li><strong>Ausência de hobbies:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional compulsivo não tem tempo para hobbies. A sua vida é voltada somente para o trabalho, então ele não costuma ter outros interesses. Não há nada em sua vida, além das pendências profissionais, que desperte seu entusiasmo.</p>
<p>Os hobbies são importantes, embora possam ser vistos como “perda de tempo”. Eles fornecem um descanso necessário tanto ao cérebro quanto ao corpo, além de promover o prazer no dia a dia.</p>
<ul>
<li><strong>Estresse persistente:</strong></li>
</ul>
<p>Como dito anteriormente, o estresse passa a ser uma presença constante na vida de quem possui compulsão por trabalho. O ambiente profissional normalmente já é um local favorável para o aumento do estresse, não é? Prazos curtos, conflitos entre colegas, atendimento ao cliente, imprevistos, erros, briga de egos e funções pouco estimulantes são alguns dos fatores presentes no ambiente de trabalho que causam estresse.</p>
<p>Como a compulsão conduz as pessoas a trabalharem cada vez mais, elas possuem maior contato com esses fatores estressantes.</p>
<ul>
<li><strong>Negligência de períodos de descanso:</strong></li>
</ul>
<p>Por nutrir um estado emocional perturbado, a produtividade e rendimento do profissional compulsivo naturalmente caem. Afinal, estamos na nossa melhor forma física e psicológica somente quando temos saúde, certo?</p>
<p>Frustrado, o profissional compulsivo pode desrespeitar os seus limites, negligenciando períodos de descanso e lazer, para tentar elevar o seu desempenho. Dificilmente, contudo, ele irá se deparar com resultados positivos.</p>
<p>As férias, feriados prolongados e finais de semana existem por uma razão: ajudar as pessoas a recarregarem as energias e aliviarem a tensão acumulada após longos períodos de atividade.</p>
<ul>
<li><strong>Problemas no relacionamento:</strong></li>
</ul>
<p>Os relacionamentos do profissional compulsivo normalmente sofrem. Ele possui dificuldade para encontrar o equilíbrio saudável entre a vida pessoal e profissional. Assim, cônjuges, filhos e outros familiares ficam irritados ou magoados com a sua ausência.</p>
<p>A ausência pode ser física ou emocional. Quando uma pessoa está na presença de entes queridos, mas não consegue se desligar do celular ou parar de pensar em coisas as quais não são importantes naquele momento, ela não está dedicando atenção a eles.</p>
<p>É comum que a intimidade seja abalada ou perdida (ou deixe de ser construída, como costuma acontecer entre pais e filhos), levando ao afastamento de pessoas queridas e de parceiros, amigos ou colegas em potencial.</p>
<ul>
<li><strong>Comportamento impaciente e irritativo:</strong></li>
</ul>
<p>O estresse, insônia, ansiedade, letargia e esgotamento emocional deixam as pessoas irritadas e com pouca paciência. Expressões e atitudes podem ser mal interpretadas e a tolerância para erros pode ser quase nula.</p>
<p>O convívio diário com o profissional compulsivo tende, então, a ser desagradável para os colegas e frequentemente originar conflitos. É comum que os demais se afastem desse profissional aos poucos. Ninguém gosta de conviver com alguém que está sempre irritado, não é?</p>
<ul>
<li><strong>As conversas giram ao redor do trabalho:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional com compulsão por trabalho só sabe falar disso! Embora comentar sobre eventos ocorridos no ambiente de trabalho seja normal entre colegas e familiares, o excesso facilmente se torna cansativo para os ouvidos alheios.</p>
<ul>
<li><strong>Avisos constantes para trabalhar menos:</strong></li>
</ul>
<p>É comum que profissionais compulsivos recebam conselhos de colegas, familiares, cônjuges e até de chefes para reduzirem a carga de trabalho. As pessoas que convivem com eles tendem a perceber os efeitos negativos da compulsão mais facilmente uma vez que não possuem o mesmo apego emocional ao trabalho.</p>
<p>Elas notam o cansaço, a irritabilidade, a mudança na aparência e as ambições que parecem somente estar relacionadas à vida profissional. E, preocupadas, aconselham o profissional a reduzir a carga horária e aproveitar melhor o tempo livre.</p>
<p>Se você já escutou conselhos assim e de pessoas diferentes, considere dar ouvidos a eles e refletir sobre o seu comportamento!</p>
<ul>
<li><strong>Trabalho como forma de aguentar sentimentos de ansiedade, culpa e depressão:</strong></li>
</ul>
<p>O vício em trabalho pode ser um mecanismo de defesa contra sentimentos de ansiedade, culpa, depressão, medo, desespero e outros. Como o indivíduo não consegue lidar com eles de maneira saudável, ele recorre ao trabalho para fugir da negatividade.</p>
<p>O problema é que essa maneira de escapar da realidade não ajuda a reduzir os sentimentos desagradáveis. Pelo contrário, ela pode torná-los insuportáveis com o tempo. O modo mais adequado de lidar com o que consideramos emocionalmente desagradável é encarando nossos problemas de frente.</p>
<p>Como sabemos que fazer isso não é nada fácil (afinal, você pode nem sequer saber por onde começar!), sempre recomendamos buscar a ajuda de um psicólogo.</p>
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		<title>Humor: maneiras de elevá-lo no dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 23:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar em como o humor é importante? Muitas pessoas acreditam que não possuem o controle sobre como se sentem no dia a dia. Acordam de bom humor ou mau humor e assim seguem pelo resto do dia. Na verdade, podemos gerenciar o nosso humor diariamente para nos mantermos em um estado emocional&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar em como o humor é importante? Muitas pessoas acreditam que não possuem o controle sobre como se sentem no dia a dia. Acordam de bom humor ou mau humor e assim seguem pelo resto do dia.</p>
<p>Na verdade, podemos gerenciar o nosso humor diariamente para nos mantermos em um estado emocional agradável.</p>
<p>Quando nos sentimos bem conosco e com nossa condição de vida atual, independente de como ela seja, conseguimos atingir todo o potencial de nossos recursos emocionais e competências. Além disso, temos mais disposição para encontrar os fatores positivos de nossas experiências de vida.</p>
<p>E, foi pensando na importância do humor para a nossa qualidade de vida, neste post separamos algumas dicas para cuidar dele no nosso dia a dia.</p>
<h3><strong>Importância de cuidar do humor</strong></h3>
<p>Nosso humor afeta todas as áreas das nossas vidas: relacionamentos, trabalho/estudo, experiências, saúde mental, motivação e autoestima. O humor tem influência sobre a percepção de todos esses fatores e o modo como interagimos com eles.</p>
<p>Quando estamos de mau humor, não temos vontade de falar com ninguém, certo? <span id="more-2434"></span>Podemos ter pensamentos negativos, não ter motivação para concluir um projeto, dar respostas grosseiras sem perceber ou ter dificuldade para utilizar o nosso potencial máximo no trabalho ou nos estudos.</p>
<p>O mau humor também colabora para a deterioração da saúde mental. Pensamentos negativos, inquietação, irritabilidade, falta de autoconfiança e pânico são alguns desses sintomas que, a longo prazo, podem corroborar para o surgimento da depressão e ansiedade. Sendo assim, é ideal aprender a manejar a qualidade do nosso humor para evitar os seus efeitos negativos em nossas vidas.</p>
<p>O humor pode sofrer influência de fatores externos, como acontecimentos e interações sociais. Às vezes, acordamos de bem com a vida, mas algo inesperado acontece e rouba a nossa alegria. Quando sabemos administrar nossos sentimentos, gerenciar as emoções oriundas de acontecimentos ruins se torna uma tarefa um pouco mais simples.</p>
<h3><strong>Vale a pena lembrar</strong></h3>
<p>Existe uma cobrança silenciosa para sempre nos mantermos de bom humor em nossa sociedade. As pessoas repudiam sinais de tristeza e, quando encontram alguém cabisbaixo, se perguntam como podem ajudá-lo ou optam por ignorá-lo para não afetarem como se sentem.</p>
<p>Sentir tristeza, raiva, frustração, desânimo e arrependimento é inevitável. Quando falamos em “cuidar do humor” não queremos dizer que nunca devemos sentir essas coisas, mas, sim, que é possível tomar certas atitudes para trazer mais alegria e qualidade de vida para o nosso cotidiano.</p>
<p>Se você perdeu um ente querido, foi reprovado em um exame, não conseguiu a vaga de emprego dos seus sonhos ou brigou com alguém próximo, permita-se sentir as emoções negativas provenientes dessas situações. Fingir que elas não existem ou imediatamente partir para o “gerenciamento de crise” pode fazer mais mal do que bem.</p>
<p>Algumas pessoas conseguem entrar em ação para remediar uma situação ruim rapidamente enquanto outras precisam de mais tempo para digerir o ocorrido. Independentemente se você se encaixa na categoria um ou dois, não se force para ser outra pessoa.</p>
<p>Com este post, gostaríamos de ajudá-los a elevar o seu humor para multiplicar as experiências positivas e produtivas do seu dia a dia. Não é um convite para fugir de sentimentos e emoções, principalmente diante de eventos negativos! Você tem todo o direito de ficar triste, irritado ou angustiado de vez em quando. O problema é quando essas emoções se tornam constantes em nossas vidas, pois podem tomar conta do nosso estado de humor e estimular condições de saúde mental.</p>
<h3><strong>Como elevar o humor no dia a dia?</strong></h3>
<p>Aprender a controlar as suas emoções e, consequentemente, gerenciar o seu humor não é apenas a responsabilidade pessoal de cada indivíduo, como também uma estratégia para transitar pela vida da melhor maneira possível.</p>
<p>Quando você possui uma atitude saudável acerca de seus sentimentos e conhece as maneiras mais efetivas de expressá-los, você automaticamente possui as ferramentas necessárias para encarar as mais variadas experiências de vida.</p>
<p>E tudo começa com a compreensão de que é possível tomar atitudes para elevar o humor e fazer a manutenção desse estado emocional positivo. A partir desse ponto de partida, você consegue ter uma percepção positiva acerca dos seus problemas, a qual é essência para a sua resolução.</p>
<p>Em seguida, veja algumas dicas que separamos para elevar seu humor no dia a dia!</p>
<p><strong>Conheça as suas emoções:</strong></p>
<p>Aprenda a observar suas emoções para identificar quando elas são mais intensas e quais são os gatilhos das suas reações emocionais. Todos nós temos ‘pontos fracos’, como ter dificuldade para falar sobre certo assunto, lidar com um tipo específico de personalidade ou encarar uma situação de cabeça erguida.</p>
<p>Preste atenção em você para chegar a esse entendimento para que seja possível desenvolver reações mais saudáveis. Você pode descobrir que possui questões mal resolvidas dentro de si que precisam de atenção para que você consiga manejar seu humor.</p>
<p><strong>Faça coisas divertidas:</strong></p>
<p>Precisamos de momentos de lazer em nosso cotidiano, mesmo que sejam curtos. Pode ser assistir a um filme ou seriado, jogar boliche com amigos, caminhar por uma paisagem bonita ou ler um bom livro. Seja quais forem as atividades de lazer que lhe despertem aquela sensação agradável de bem-estar, encontre tempo para elas em sua agenda.</p>
<p><strong>Defina limites saudáveis:</strong></p>
<p>Você tem o hábito de tomar os problemas dos outros como se fossem seus? Tem dificuldade para reconhecer quais são as suas “dores” e quais são as dos outros?</p>
<p>Pois bem. Para proteger a sua integridade emocional, você precisa definir limites saudáveis. Isto é, não se jogar de cabeça nos impasses alheios e não permitir que as pessoas abusem da sua boa vontade. Você não precisa se recusar a ajudar os outros, mas, sim, saber até onde consegue ir sem sobrecarregar o seu estado emocional.</p>
<p><strong>Descanse quando necessário:</strong></p>
<p>Todos precisamos descansar e recuperar as baterias de vez em quando. Dependendo do seu estilo de vida, você pode precisar de períodos mais longos ou mais curtos de descanso. Não ignore os sinais do seu corpo e mente. Quando eles precisarem de um tempo para se recompor, descanse.</p>
<p><strong>Construa uma rede de apoio:</strong></p>
<p>Uma rede de apoio é formada por pessoas de confiança, como amigos íntimos e familiares. São essas pessoas que vão lhe ajudar quando você tiver algum problema, e prezar pelo seu bem-estar no dia a dia.</p>
<p>Identifique essas características nas pessoas com quem você convive e determine quais delas podem se tornar parte da sua rede de apoio. Lembre-se de incluir somente quem demonstra lhe querer bem. Por vezes, as pessoas dizem se importar com você, mas não demonstram isso em suas ações.</p>
<p><strong>Mantenha o foco em suas qualidades:</strong></p>
<p>Você costuma focar no que você tem de bom ou no que tem de ruim? Mudar o foco dos seus defeitos para as suas qualidades possui um efeito surpreendente no humor! Liste seus pontos fortes e conquistas para sempre ter um lembrete do seu verdadeiro potencial por perto.</p>
<p><strong>Concentre-se no presente:</strong></p>
<p>Pode soar clichê, mas só podemos tomar decisões e agir no momento presente. Ficar preso ao passado pode lhe levar à um perpétuo estado de angústia, e pensar demasiadamente no futuro pode estimular a ansiedade.</p>
<p>O que já passou não pode ser modificado e, enquanto podemos fazer planos para o que ainda não chegou, é impossível saber se eles se concretizarão da maneira desejada. Sendo assim, o mais importante é fazer o seu melhor hoje.</p>
<p><strong>Resolva conflitos assim que surgirem:</strong></p>
<p>Algumas pessoas possuem o hábito de deixar os conflitos ganharem proporções grandiosas antes de tomarem uma atitude para resolvê-los. Essa postura não é a mais adequada. Procure resolver impasses assim que eles surgirem, sempre com base no diálogo e respeito. Não há razão para temer conflitos quando se tem paciência e uma atitude positiva para lidar com eles, não é mesmo?</p>
<p><strong>Faça técnicas de relaxamento:</strong></p>
<p>Yoga, meditação, visualizações positivas, gratidão, respiração profunda e escrita dos sentimentos são algumas técnicas de relaxamento que você pode inserir em seu cotidiano. Como elas têm a capacidade de acalmar a mente e o coração, prolongam a sensação de bem-estar emocional.</p>
<p>Você pode praticá-las todos os dias. Somente cinco minutos (com exceção da Yoga) são suficientes para você sentir seus efeitos positivos. Quando situações ruins ameaçarem tirar você do eixo, lidar com elas será muito mais fácil dessa forma.</p>
<p>São pequenas atitudes que, quando somadas, ajudam a construir uma rotina mais saudável e satisfatória, além de preservar a saúde mental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Saúde Emocional nas EMPRESAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 06:51:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já não é de hoje a necessidade em se trabalhar a carga emocional e suas influências nos profissionais dentro das empresas, contudo, somente nos últimos anos é que algumas empresas (e muito poucas ainda, por sinal) caíram em si com relação às suas altíssimas despesas com afastamentos por <strong>Depressão, Ansiedade, Pânico, <em>Burnout</em></strong> etc, e, o quanto tais licenças, atestados, tratamentos estavam onerando e prejudicando imensamente em seus resultados, assim como na qualidade de vida dos profissionais, nos relacionamentos intra e inter-equipes, nas carreiras e no próprio avanço na organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixarei abaixo alguns dados alarmantes e suas fontes, para que possam entender o tamanho da gravidade desse problema:<span id="more-1608"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Estimativas preveem que a ANSIEDADE e a DEPRESSÃO custam à economia mundial <strong>U$1 trilhão</strong> ao ano em perda de produtividade para empresas. – <strong>Organização Mundial da Saúde.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segundo pesquisa sobre estresse no ambiente de trabalho, realizada no Brasil e em outros 11 países pela <a href="http://www.ismabrasil.com.br/" target="_blank" rel="follow external noopener noreferrer" data-wpel-link="external">International Stress Management Association</a> (ISMA-BR), 89% dos profissionais consultados apresentam ansiedade, 83% angústia e 78% preocupação. <strong>São quase 9 ansiosos em cada 10 profissionais.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>82% das empresas não investem programas eficazes de saúde emocional</strong> que contribuam de maneira preventiva com seus resultados, algo que pode reduzir custos com sinistralidade de convênios médicos, desengajamento, absenteísmo, acidentes de trabalho (incluindo fatalidades) e turnover. – <strong>Mesmo estudo acima.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Depressão e ansiedade são a segunda maior <b>causa</b> de adoecimento relacionado ao trabalho no <b>Brasil</b> – perdem apenas para os casos de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo/Distúrbio Osteo Muscular Relacionado ao Trabalho) – <strong>Ministério da Economia e </strong><b>Ministério da Previdência Social.</b></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em todo o mundo, os gastos relacionados a transtornos emocionais e psicológicos podem chegar a <strong>6 trilhões de dólares</strong> até 2030, mais do que a soma dos custos com diabetes, doenças respiratórias e câncer, apontam estimativas do <strong>Fórum Econômico Mundial.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Cada <strong>US$ 1 investido</strong> na ampliação do tratamento para transtornos mentais comuns, como depressão e ansiedade, resulta em um <strong>retorno de US$ 4</strong> em melhores condições de saúde e capacidade de trabalho. – <strong>OPAS (Organização Pan Americana de Saúde).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estatísticas brasileiras recentes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>46%</strong> das empresas do país têm alguma iniciativa focada em bem-estar mental de seus funcionários.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>53%</strong> dessas cias oferecem massagens aos seus empregados, a ação mais comum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>36,5%</strong> dos casos de invalidez no Brasil são causados por males psiquiátricos ou doenças neurológicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>R$ 1,6 bilhão</strong> foi a previsão orçamentária do governo para gastos com a saúde mental no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong> Consultoria <em>Mercer Marsh</em>, OPAS e Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Link Folha de São Paulo com as estatísticas: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2020/01/mais-empresas-investem-em-programas-de-saude-mental.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLIQUE AQUI PRA ACESSAR A MATÉRIA.</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para que esse cenário possa passar a se transformar e melhorar, muitas iniciativas de conscientização tem ocorrido, principalmente após início da pandemia do COVID-19, que deu um grande &#8220;empurrão&#8221; nessa questão de saúde mental nas empresas, após as mesmas passarem a lidar com a grande ansiedade e tensão geradas, não apenas pela doença em si e a quarentena, mas também com todas as suas consequências: <strong>Luto, perdas, desemprego, inúmeras adaptações, paralisações, medidas provisórias</strong> etc, que tornaram todo o contexto empresarial num cenário de instabilidade, insegurança econômica e de fortes medos relacionados ao futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo dia 11 de agosto, às 18h30, a <strong>Forbes </strong>vai realizar o webinar <strong>“Saúde Mental e sua Importância nas Empresas”</strong>. Durante duas horas, na plataforma <strong>Zoom</strong>, especialistas no assunto vão debater os impactos da pandemia sobre as condições psicológicas das pessoas, o aumento dos casos de ansiedade e depressão e o medo da <strong>Covid-19</strong> e do <strong>desemprego</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar e saber mais clique aqui: <a href="https://forbes.com.br/colunas/2020/07/forbes-promove-webinar-sobre-saude-mental-nas-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://forbes.com.br/colunas/2020/07/forbes-promove-webinar-sobre-saude-mental-nas-empresas/</a></p>
<h3 style="text-align: justify;">Então como ajudar efetivamente para que essa realidade inicie seu processo de mudança tão necessário?!!!</h3>
<p style="text-align: justify;">Psicólogos do mundo todo têm se adaptado e fornecido, cada dia mais, a psicoterapia online como forma de benefício às empresas. Algumas grandes plataformas têm lá seus diferenciais, principalmente em se tratando de clientes como multinacionais e empresas de grande porte, todavia, para que <strong><em>startups</em>, pequenas e médias empresas</strong>, que não possuem um <em>budget</em> tão grande assim para investir nesses atendimentos (apesar da grande vontade de contribuir com a saúde mental de seus colaboradores), possam também oferecer aos seus profissionais esse benefício, é que existe, por exemplo, produtos como o da <strong>Bem Viver +</strong>: o <a href="https://www.bemvivermais.com/paraempresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>ConscienteMente</strong></em></a>. Serviço voltado exclusivamente para micro e pequenas empresas, que só podem investir de acordo com a demanda, que precisam de diferenciais na hora do pagamento, mas que, ainda assim, não querem arriscar serem mais um número nas estatísticas apresentadas acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça essa trabalho, entre em contato para saber dos diferenciais, pois eles existem de fato, e, as grandes plataformas não têm a possibilidade de oferecer o trabalho da mesma maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha lhe sido útil! Compartilhe com seus colegas de trabalho, com o RH ou o EHS de sua empresa, gestores, ou até com amigos e familiares de outras empresas que poderiam passar a enfrentar essa nova realidade de maneira muito mais saudável e com qualidade de vida.</p>
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