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	<title>Arquivo de respeito - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de respeito - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Meu filho não me obedece: o que devo fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2020 17:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa. Definição&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa.</p>
<h2><strong>Definição de obedecer: </strong></h2>
<p>“Verbo transitivo indireto. Submeter-se a vontade de outra pessoa. Estar sob influência de, servir ou trabalhar em favor de. Comportar-se de acordo com. Acatar um sentimento, um pedido, um estímulo. Estar subordinado a uma força de grande intensidade.”</p>
<p>Ainda são apresentados os sinônimos de obedecer: cumprir, acatar. Perceba que em todos os significados de obedecer estamos falando de alguém abrir mão de algo para atender a necessidade de outra pessoa. É por isso que, muitas crianças, resistem a obedecer. Porque crianças são autênticas, estão descobrindo o mundo ainda. Estão dispostas a expressar a sua forma de ver o outro e o mundo ao seu redor.</p>
<p>Quando tento convencer o outro a fazer algo que é bom apenas para mim ou, quando<span id="more-1840"></span> o outro percebe que está sendo manipulado, a resistência é, instintivamente, acionada. Porque quando ajo dessa maneira estou ameaçando uma das necessidades mais importantes dos seres humanos: autonomia.</p>
<h2><strong>Então, como posso comunicar o que desejo ao meu filho sem ele se sentir ameaçado?</strong></h2>
<p>Quando uma criança deixa de fazer algo que gosta, por exemplo, para obedecer a uma ordem dos pais, é possível que ela esteja fazendo isso para suprir a sua necessidade de ser amada, de ser aceita, de pertencer. Se isso acontece, estou me comunicando com ela no campo da culpa. “Se você fizer isso, a mamãe fica feliz, se você fizer aquilo o papai fica triste”.</p>
<h2><strong>As crianças nem sempre entendem o que é importante para suas vidas</strong></h2>
<p>Sim, nem sempre elas entendem. Por exemplo, as vezes é difícil entender que tomar banho, escovar os dentes, dormir cedo, não ficar tantas horas diante das telas de TV e celulares são coisas importantes. Por isso, somos consideramos não apenas pais, mas também educadores. Acredito muito em uma forma de educar que respeite as necessidades da mãe de prover uma vida saudável e ensinar valores os filhos. Mas que também respeite as necessidades dos filhos (autonomia, pertencer, sentir-se amado) sem precisar gerar culpa, ameaçar, recompensar ou punir. A maior parte de nós foi educado nesse cenário, mas é possível construir novos modelos.</p>
<h2><strong>Existe uma diferença entre obter o que queremos e o que todos querem</strong></h2>
<p>Marshall Rosenberg, psicólogo fundador da comunicação não violenta, fala que “para resolvermos conflitos temos de abandonar totalmente a meta de levar os outros a fazerem o que queremos. Em vez disso, nos concentramos em criar condições para que a necessidade de todos seja atendida.” Existe uma grande diferença em obter o que queremos e obter o que todos querem.</p>
<p>Quando as crianças não fazem o que pedimos é preciso parar e observar o que está por trás daquele não. Crianças cooperam por natureza. Quando os filhos não obedecem é porque nós estamos estimulando nelas a resistência e não a cooperação. O resultado mais triste de conseguir que nossos filhos façam o que queremos, ao invés do que todos querem, é que, em algum momento, tudo o que pedirmos lhes parecerá uma exigência.</p>
<p>Estimule a criança a respeitar ao invés de obedecer. Investigue quais necessidades dela não estão sendo ouvidas quando ela diz não. É possível estimular a cooperação dessa criança de outro jeito? Quando utilizamos a criatividade fica mais fácil obter a colaboração.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Você já ouviu o termo &#8216;Mind Positive&#8217;?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 18:55:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixe-me explicar do que se trata&#8230; Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é &#8216;Mind Positive&#8217;. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer Bruna Said, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias! Em complemento ao movimento já bastante conhecido, &#8216;Body&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Deixe-me explicar do que se trata&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é <strong>&#8216;Mind Positive&#8217;</strong>. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer <strong>Bruna Said</strong>, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias!</p>
<p style="text-align: justify;">Em complemento ao movimento já bastante conhecido, <strong>&#8216;Body Positive&#8217;</strong>, o <strong><em>Mind Positive</em></strong> traz em sua raiz <span id="more-1261"></span>algo que a sociedade deveria se lembrar de cuidar SEMPRE, no decorrer de toda a vida (desde a infância!), que é a <strong>AUTOESTIMA e também a habilidade em manter (sempre que possível) a mente positiva!</strong> Capacidades estas que, infelizmente, não tivemos o costume e não fomos educados o suficiente (AINDA!) para todos os dias cultivar e trabalhar tudo isso dentro de cada um de nós!</p>
<p style="text-align: justify;">A positividade e a aceitação com relação ao nosso corpo, que é a proposta do <strong>Body Positive</strong> (além do amor próprio e respeito às escolhas das pessoas), é algo realmente FUNDAMENTAL, porém, como todo tipo de informação e de opinião na internet flui muito desordenadamente, algumas pessoas passaram a tomar apenas uma postura de ódio, pregando a liberdade pela liberdade, sem levar em consideração o processo e o ritmo que cada pessoa tem para entender tudo isso, internalizar os conceitos e, se quiser (por que não?), discordar também.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que todo movimento em prol da saúde do Ser Humano de forma geral deve ser respeitado. O que busco expor para pensarmos por aqui é em suas ramificações que ganham tamanho também muito rápido, contudo, acabam fugindo de seu conceito original e maior: o &#8220;APRENDER A SE CONHECER, SE RESPEITAR E SE AMAR COMO REALMENTE É!&#8221;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como se posicionar então? Em que exatamente devemos focar?</h3>
<p style="text-align: justify;">É necessário que nos concentremos na <strong>saúde emocional</strong> das pessoas, e, para cada um, isso pode ser diferente, por isso a enorme incompatibilidade em se ter padrões de beleza (ou de saúde física também!) estabelecidos como métricas em que todos devemos nos encaixar. Todo tipo de exigência, se pensarmos bem, é absurda, quando já sabemos que cada um tem sua genética, seu biotipo, sua criação cultural, suas preferências e seu bem estar baseado em coisas distintas de seu próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então podemos dizer, com 100% de certeza, que será impossível uma pessoa se aceitar e se amar sem que, antes e, em paralelo a isso, sua autoestima e seu autoconhecimento sejam incentivados a trabalhados. Além disso, é imprescindível que tenhamos a positividade como norte, antes de dirigir nossa atenção e esforço apenas aos formatos e liberdade de expressão dos corpos. <strong>É como se o &#8216;Mind Positive&#8217; fosse um caminho para se chegar ao &#8216;Body Positive&#8217;. Um não anda sem o outro!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como muito dizemos aqui no Blog da Bem Viver+,<strong> saúde física e emocional/mental caminham JUNTAS!</strong> Não há meio de separá-las. Estarão sempre e constantemente influenciando uma a outra.</p>
<h3 style="text-align: justify;">E o que mais é importante, na verdade fundamental, que você saiba:</h3>
<p style="text-align: justify;">Pela visão holística, que há nas terapias complementares atualmente, devemos inclusive considerar a <strong>saúde espiritual</strong> também. Algo que, infelizmente nossa medicina ocidental, tradicional e cartesiana não reconhece. Ou seja, jamais devemos colocar no topo apenas um &#8220;ator principal&#8221;, mas sim todo o elenco que nos forma como somos: <strong>seres humanos que comportam diversas dimensões, existindo no mundo de diversas maneiras que não somente um corpo no espaço físico.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Concluindo&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Essa não é uma discussão nova, contudo, os movimentos e a disseminação desses conceitos e suas repercussões pela internet e Redes Sociais, são sim, algo bastante novo, que permite que tudo e todos possam se expressar (o que é ótimo, porém exige cautela de quem está lendo e assistindo aos conteúdos!).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, temos de tomar cuidado com as posturas radicais adotadas por aí, com seus discursos de ódio contra padrões (quaisquer que sejam), e também não cair nos discursos de sempre da indústria e da mídia do emagrecimento, que segue pregando as mesmas métricas e velhas receitas, como se todos fossem ser felizes e realizados daquela determinada forma, quando sabemos, há tempos, que <strong>NÃO SÃO.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não somente não são todos felizes com esses padrões como também acabam adoecendo. Se não entram para a triste estatística que só cresce do número de pessoas com Depressão no mundo, entram nas estatísticas das outras doenças mentais e transtornos relacionados à essa vida de &#8220;tentar se encaixar e se emoldurar&#8221; aos modelos, podendo ir de um transtorno do espectro da Ansiedade (como pânico, crises de ansiedade ou compulsões), até Transtornos Alimentares como Bulimia, Anorexia e os demais já bastante conhecidos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Proposta Final:</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de nos posicionarmos apenas para ir de encontro e confrontar os movimentos criados, por que não começamos, cada um consigo mesmo, a nos conhecermos, valorizando, honrando e respeitando nossa história, aprendendo aos poucos a entender e aceitar nossas características como são, sem olhar pra si com crítica, com ódio, mas sim, buscando entender que não temos defeitos ou problemas, apenas diferentes características e, após isso, iniciar um auto cuidado e preservação, fazendo tudo que estiver ao nosso alcance por nossa saúde, para termos, principalmente, alegria e qualidade de vida, para podermos viver mais e melhor. Somente assim para aceitarmos  nosso próprio padrão, evitando doenças emocionais (e físicas também). Comece com você!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que tenha usufruído e gostado desse conteúdo! Aproveite a passe na aba &#8216;VÍDEOS&#8217; lá em cima, pois também será publicado o vídeo da criadora do &#8216;Mind Positive&#8217;, Bruna Said. Até breve!</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Para verificar o texto da Bruna que lançou o Mind Positive, é só clicar <a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/movimento-que-visa-positividade-com-a-mente-e-criado-em-campinas,1f91737c6d3cee7cca60e92db51c0775isn2m7s1.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AQUI!</a></li>
<li style="text-align: justify;">Caso queira conhecer melhor a criadora desse movimento, acesse seu site: <a href="http://brunasaid.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://brunasaid.com.br/</a></li>
</ul>
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		<title>A Verdadeira Solidariedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2019 14:42:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aquele sentimento que bate quando entendemos que o outro merece e precisa que façamos algo ou digamos algo e não interessa exatamente quem seja. Solidariedade não depende de condição financeira, mas sim de altruísmo, de empatia e de percepção do outro como importante, muitas vezes mais do que você em determinados momentos. Pode ser um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aquele sentimento que bate quando entendemos que o outro merece e precisa que façamos algo ou digamos algo e não interessa exatamente quem seja.</p>
<p style="text-align: justify;">Solidariedade não depende de condição financeira, mas sim de <span id="more-1105"></span>altruísmo, de empatia e de percepção do outro como importante, muitas vezes mais do que você em determinados momentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser um favor que você percebe que deve a sua mãe (e ela não pediu ou exigiu nada), ou pra um irmão, amigo, cunhado ou sogra, enfim qualquer pessoa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mas como identificar oportunidades de ser solidário(a)?!</h4>
<p style="text-align: justify;">Um ato solidário pode ser pequeno, desde um simples gesto, um &#8220;bom dia&#8221;, elogio ou sorriso inesperados, até os grandes feitos já muito conhecidos para grandes grupos ou comunidades/instituições carentes, em formato beneficente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser solidário é perceber, em certos momentos da vida, que <strong>você pode fazer mais do que geralmente faz, e que esse feito trará bem estar e conforto para outra (ou outras) pessoas, grupos, animais ou até lugares. E isso pode ocorrer praticamente a qualquer hora do seu dia, semana, mês ou ano!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo de solidariedade (e nele também se inclui respeito e educação), é deixar as roupas após passar pelo provador da loja, nos devidos cabides, ao invés de tudo revirado para arrumarem depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Também pode ocorrer no trânsito, quando se deixa um carro entrar ou passar em sua frente quando este pede ou avisando o motorista sobre uma porta aberta ou um pneu murcho.</p>
<p style="text-align: justify;">Solidariedade está em muitos atos e atitudes que as pessoas não imaginam. Ser educado e ter respeito é uma necessidade (diria até que é uma obrigação de todos) para uma boa convivência entre todos os seres humanos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contudo, ser solidário deixa tudo ainda melhor, mais leve e alegre, com uma sensação maior de união, de fortalecimento, além melhorar (e muito), o astral, a energia e o meio ambiente para todos!</h4>
<p>Mas não se engane! Fazer algo de bom para se sentir melhor sem perceber a real importância e impacto disso aos outros, apenas para divulgar ou exibir o que fez, não passa de VAIDADE, de egocentrismo, e estamos cercados de muitos que praticam o &#8220;bem&#8221; dessa maneira, para si próprios apenas. Não caia nessa cilada, não acredite e deposite esperanças e esforços em trabalhos como esses, que nem sequer visam as reais necessidades das pessoas envolvidas. Como já diz o antigo provérbio: &#8220;De boas intenções o inferno está cheio&#8221;. E muitas pessoas tentam fazer algo para ajudar mas estão doentes, estão perdidas em seu propósito e com isso acabam mais prejudicando que auxiliando verdadeiramente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Que em 2019, além de termos respeito e educação pelos outros, pelo meio ambiente e pelos animais, possamos também aprender a ser, cada dia mais, SOLIDÁRIOS.</h4>
<p style="text-align: justify;">Desejamos a todos que nos acompanham de alguma maneira e leem nossos artigos, que este seja o melhor ano da vida de vocês, com muito aprendizado, saúde, alegria, amor, compaixão, harmonia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abraços, Bem Viver Mais!</strong></p>
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		<title>Tudo que você deve saber sobre orientação sexual e identidade de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 02:55:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É muito difícil e doloroso olhar no espelho e saber, a cada dia mais, que aquela imagem não representa quem a está encarando, analisando. Sabemos quão complexa é a vida, mesmo quando se sabe perfeitamente do que gosta e de quem se é. Imagine então como se sente a pessoa que não tem certeza de nada, sofre&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É muito difícil e doloroso olhar no espelho e saber, a cada dia mais, que aquela imagem não representa quem a está encarando, analisando.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabemos quão complexa é a vida, mesmo quando se sabe perfeitamente do que gosta e de quem se é. Imagine então como se sente a pessoa que não tem certeza de nada, sofre muita pressão de todos os lados (família, amigos, escola, trabalho etc), percebe o preconceito e a violência aumentando a cada dia e, além de tudo isso, enfrenta sentimentos como insegurança, baixa autoestima e falta de autoconfiança?</p>
<p style="text-align: justify;">Isso mesmo&#8230;a solidão e o medo consomem essa pessoa, tornando a vida um verdadeiro pesadelo (em muitos casos), diminuindo drasticamente o bem estar e a qualidade de vida desse(s) indivíduo(s).</p>
<p style="text-align: justify;">O lado bom, um suspiro de alívio, é que atualmente tem surgido muitas discussões, questionamentos, novidades que estão sendo divulgadas e amplamente analisadas, possibilitando que a maioria de nós<span id="more-2486"></span> possa ter uma compreensão maior do mundo e de como as pessoas tem se relacionado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos começar colocando alguns pingos nos &#8220;is&#8221; que são importantes. Primeiramente precisamos compreender alguns conceitos básicos e como eles se relacionam<strong> (ou não!).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora muita gente os confunda, esses termos definem aspectos bem distintos de uma mesma pessoa. “Gênero” foi usado pela primeira vez para expressar uma diferença social e psicológica entre homens e mulheres em 1955, pelo psicólogo John Money (1921-2006). A filósofa Simone de Beauvoir (1908-1986) ajudou a teorizá-lo e evidenciou os componentes sociais em sua construção (daí sua frase “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, citada no Enem 2015). O avanço dos estudos nos anos 1970 e 1980, especialmente nas ciências sociais, reforçou a dissociação entre gênero e genitais (ou outras características físicas). Um exemplo é a transgeneridade, que vem sendo muito discutida nos últimos anos, mas também não é “novidade”: o termo “transgênero” foi criado pelo psiquiatra John F. Oliven há 50 anos e já foi bem aceito pela ciência desde então.</p>
<p><strong>CADA COISA É UMA COISA: </strong>Estas cinco características não estão necessariamente relacionadas. Veja melhor:</p>
<h3><strong>1) Identidade de gênero</strong></h3>
<p>É o gênero com que a pessoa se identifica. Há quem se perceba como homem, como mulher, como ambos ou mesmo como nenhum dos dois gêneros: são os chamados não binários.</p>
<p><strong>1- Cisgênero: </strong>Identifica-se com o mesmo gênero que lhe foi dado no nascimento.</p>
<p><strong>2-</strong> <strong>Transexual e/ou transgênero: </strong>Identifica-se com um gênero diferente daquele que lhe foi dado no nascimento.</p>
<h3><strong>2) Orientação sexual</strong></h3>
<p>Depende do gênero pelo qual a pessoa desenvolve atração sexual e laços românticos:</p>
<p><strong>1- Heterossexual: </strong>Por alguém de outro gênero</p>
<p><strong>2- Homossexual: </strong>Por alguém do mesmo gênero</p>
<p><strong>3-</strong> <strong>Bissexual: </strong>Por ambos</p>
<p>(A assexualidade é a ausência de atração por todos os gêneros. Mas ainda não há consenso se ela é ou não uma orientação sexual).</p>
<h3><strong>3) Expressão (ou Performance) de Gênero</strong></h3>
<p>Refere-se às maneiras que as pessoas usam para expressar seu gênero em sociedade, desde o uso de roupas e acessórios até detalhes físicos, como os gestos, as atitudes e o timbre da voz.</p>
<h3><strong>4) Genitais</strong></h3>
<p><strong>1- Vagina</strong></p>
<p><strong>2- Pênis</strong></p>
<p><strong>3- Ambos</strong></p>
<h3><strong>5) Gênero</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Conjunto de características sociais e culturais ligadas às percepções de masculino e feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando finalmente se sabe cada um desses fatores &#8211; separadamente &#8211; é que será possível entender que pode existir, por exemplo, uma pessoa que nasceu com <span style="text-decoration: underline;">órgão genital feminino (genital)</span>, sente-se de todas as formas <span style="text-decoration: underline;">como um homem (identidade de gênero -transgênero -)</span> contudo, sente atração por homens <span style="text-decoration: underline;">(orientação sexual &#8211; homossexual -)</span>. Existem todos os tipos de combinações possíveis. Todas merecem respeito e merecem ser aceitas e amadas.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante mencionar que todos nós, independente da &#8220;combinação&#8221; acima que compõe nossa identidade, também precisamos respeitar e aceitar as opções diferentes das nossas.</p>
<h3>Postura em público</h3>
<p style="text-align: justify;">Por último, é fundamental que nos eduquemos e estejamos atentos ao nosso comportamento quando nos expomos em ambientes sociais ou familiares. Sim, qualquer pessoa merece respeito, contudo, continua sendo uma máxima, aquela velha frase que sempre ouvimos: <em>&#8220;não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você!&#8221;.</em> Portanto, não importa se você é heterossexual, homossexual, bissexual, transgênero etc&#8230;Se você não gosta de ver pessoas se agarrando num local público, por exemplo, ou numa fila, num restaurante, na frente de crianças etc, não o faça também. Simples assim!</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba diferenciar quando uma repreensão é por conta de um comportamento inadequado ao ambiente que se frequenta e, quando são comentários preconceituosos pelas escolhas que você fez. Um é bem diferente do outro. Fica a dica! Conviver em sociedade e família nunca foi nem será fácil, mas, se soubermos o que nos incomoda e não praticarmos tais ações, já será um excelente começo!</p>
<p style="text-align: justify;">Pense a respeito! Um abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
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<h3>Referências:</h3>
<ol>
<li>Site Mundo Estranho &#8211; Link para o texto: http://mundoestranho.abril.com.br/saude/qual-a-diferenca-entre-identidade-de-genero-e-orientacao-sexual/</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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