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	<title>Arquivo de qualidade de vida - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Humor: maneiras de elevá-lo no dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 23:03:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar em como o humor é importante? Muitas pessoas acreditam que não possuem o controle sobre como se sentem no dia a dia. Acordam de bom humor ou mau humor e assim seguem pelo resto do dia. Na verdade, podemos gerenciar o nosso humor diariamente para nos mantermos em um estado emocional&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar em como o humor é importante? Muitas pessoas acreditam que não possuem o controle sobre como se sentem no dia a dia. Acordam de bom humor ou mau humor e assim seguem pelo resto do dia.</p>
<p>Na verdade, podemos gerenciar o nosso humor diariamente para nos mantermos em um estado emocional agradável.</p>
<p>Quando nos sentimos bem conosco e com nossa condição de vida atual, independente de como ela seja, conseguimos atingir todo o potencial de nossos recursos emocionais e competências. Além disso, temos mais disposição para encontrar os fatores positivos de nossas experiências de vida.</p>
<p>E, foi pensando na importância do humor para a nossa qualidade de vida, neste post separamos algumas dicas para cuidar dele no nosso dia a dia.</p>
<h3><strong>Importância de cuidar do humor</strong></h3>
<p>Nosso humor afeta todas as áreas das nossas vidas: relacionamentos, trabalho/estudo, experiências, saúde mental, motivação e autoestima. O humor tem influência sobre a percepção de todos esses fatores e o modo como interagimos com eles.</p>
<p>Quando estamos de mau humor, não temos vontade de falar com ninguém, certo? <span id="more-2434"></span>Podemos ter pensamentos negativos, não ter motivação para concluir um projeto, dar respostas grosseiras sem perceber ou ter dificuldade para utilizar o nosso potencial máximo no trabalho ou nos estudos.</p>
<p>O mau humor também colabora para a deterioração da saúde mental. Pensamentos negativos, inquietação, irritabilidade, falta de autoconfiança e pânico são alguns desses sintomas que, a longo prazo, podem corroborar para o surgimento da depressão e ansiedade. Sendo assim, é ideal aprender a manejar a qualidade do nosso humor para evitar os seus efeitos negativos em nossas vidas.</p>
<p>O humor pode sofrer influência de fatores externos, como acontecimentos e interações sociais. Às vezes, acordamos de bem com a vida, mas algo inesperado acontece e rouba a nossa alegria. Quando sabemos administrar nossos sentimentos, gerenciar as emoções oriundas de acontecimentos ruins se torna uma tarefa um pouco mais simples.</p>
<h3><strong>Vale a pena lembrar</strong></h3>
<p>Existe uma cobrança silenciosa para sempre nos mantermos de bom humor em nossa sociedade. As pessoas repudiam sinais de tristeza e, quando encontram alguém cabisbaixo, se perguntam como podem ajudá-lo ou optam por ignorá-lo para não afetarem como se sentem.</p>
<p>Sentir tristeza, raiva, frustração, desânimo e arrependimento é inevitável. Quando falamos em “cuidar do humor” não queremos dizer que nunca devemos sentir essas coisas, mas, sim, que é possível tomar certas atitudes para trazer mais alegria e qualidade de vida para o nosso cotidiano.</p>
<p>Se você perdeu um ente querido, foi reprovado em um exame, não conseguiu a vaga de emprego dos seus sonhos ou brigou com alguém próximo, permita-se sentir as emoções negativas provenientes dessas situações. Fingir que elas não existem ou imediatamente partir para o “gerenciamento de crise” pode fazer mais mal do que bem.</p>
<p>Algumas pessoas conseguem entrar em ação para remediar uma situação ruim rapidamente enquanto outras precisam de mais tempo para digerir o ocorrido. Independentemente se você se encaixa na categoria um ou dois, não se force para ser outra pessoa.</p>
<p>Com este post, gostaríamos de ajudá-los a elevar o seu humor para multiplicar as experiências positivas e produtivas do seu dia a dia. Não é um convite para fugir de sentimentos e emoções, principalmente diante de eventos negativos! Você tem todo o direito de ficar triste, irritado ou angustiado de vez em quando. O problema é quando essas emoções se tornam constantes em nossas vidas, pois podem tomar conta do nosso estado de humor e estimular condições de saúde mental.</p>
<h3><strong>Como elevar o humor no dia a dia?</strong></h3>
<p>Aprender a controlar as suas emoções e, consequentemente, gerenciar o seu humor não é apenas a responsabilidade pessoal de cada indivíduo, como também uma estratégia para transitar pela vida da melhor maneira possível.</p>
<p>Quando você possui uma atitude saudável acerca de seus sentimentos e conhece as maneiras mais efetivas de expressá-los, você automaticamente possui as ferramentas necessárias para encarar as mais variadas experiências de vida.</p>
<p>E tudo começa com a compreensão de que é possível tomar atitudes para elevar o humor e fazer a manutenção desse estado emocional positivo. A partir desse ponto de partida, você consegue ter uma percepção positiva acerca dos seus problemas, a qual é essência para a sua resolução.</p>
<p>Em seguida, veja algumas dicas que separamos para elevar seu humor no dia a dia!</p>
<p><strong>Conheça as suas emoções:</strong></p>
<p>Aprenda a observar suas emoções para identificar quando elas são mais intensas e quais são os gatilhos das suas reações emocionais. Todos nós temos ‘pontos fracos’, como ter dificuldade para falar sobre certo assunto, lidar com um tipo específico de personalidade ou encarar uma situação de cabeça erguida.</p>
<p>Preste atenção em você para chegar a esse entendimento para que seja possível desenvolver reações mais saudáveis. Você pode descobrir que possui questões mal resolvidas dentro de si que precisam de atenção para que você consiga manejar seu humor.</p>
<p><strong>Faça coisas divertidas:</strong></p>
<p>Precisamos de momentos de lazer em nosso cotidiano, mesmo que sejam curtos. Pode ser assistir a um filme ou seriado, jogar boliche com amigos, caminhar por uma paisagem bonita ou ler um bom livro. Seja quais forem as atividades de lazer que lhe despertem aquela sensação agradável de bem-estar, encontre tempo para elas em sua agenda.</p>
<p><strong>Defina limites saudáveis:</strong></p>
<p>Você tem o hábito de tomar os problemas dos outros como se fossem seus? Tem dificuldade para reconhecer quais são as suas “dores” e quais são as dos outros?</p>
<p>Pois bem. Para proteger a sua integridade emocional, você precisa definir limites saudáveis. Isto é, não se jogar de cabeça nos impasses alheios e não permitir que as pessoas abusem da sua boa vontade. Você não precisa se recusar a ajudar os outros, mas, sim, saber até onde consegue ir sem sobrecarregar o seu estado emocional.</p>
<p><strong>Descanse quando necessário:</strong></p>
<p>Todos precisamos descansar e recuperar as baterias de vez em quando. Dependendo do seu estilo de vida, você pode precisar de períodos mais longos ou mais curtos de descanso. Não ignore os sinais do seu corpo e mente. Quando eles precisarem de um tempo para se recompor, descanse.</p>
<p><strong>Construa uma rede de apoio:</strong></p>
<p>Uma rede de apoio é formada por pessoas de confiança, como amigos íntimos e familiares. São essas pessoas que vão lhe ajudar quando você tiver algum problema, e prezar pelo seu bem-estar no dia a dia.</p>
<p>Identifique essas características nas pessoas com quem você convive e determine quais delas podem se tornar parte da sua rede de apoio. Lembre-se de incluir somente quem demonstra lhe querer bem. Por vezes, as pessoas dizem se importar com você, mas não demonstram isso em suas ações.</p>
<p><strong>Mantenha o foco em suas qualidades:</strong></p>
<p>Você costuma focar no que você tem de bom ou no que tem de ruim? Mudar o foco dos seus defeitos para as suas qualidades possui um efeito surpreendente no humor! Liste seus pontos fortes e conquistas para sempre ter um lembrete do seu verdadeiro potencial por perto.</p>
<p><strong>Concentre-se no presente:</strong></p>
<p>Pode soar clichê, mas só podemos tomar decisões e agir no momento presente. Ficar preso ao passado pode lhe levar à um perpétuo estado de angústia, e pensar demasiadamente no futuro pode estimular a ansiedade.</p>
<p>O que já passou não pode ser modificado e, enquanto podemos fazer planos para o que ainda não chegou, é impossível saber se eles se concretizarão da maneira desejada. Sendo assim, o mais importante é fazer o seu melhor hoje.</p>
<p><strong>Resolva conflitos assim que surgirem:</strong></p>
<p>Algumas pessoas possuem o hábito de deixar os conflitos ganharem proporções grandiosas antes de tomarem uma atitude para resolvê-los. Essa postura não é a mais adequada. Procure resolver impasses assim que eles surgirem, sempre com base no diálogo e respeito. Não há razão para temer conflitos quando se tem paciência e uma atitude positiva para lidar com eles, não é mesmo?</p>
<p><strong>Faça técnicas de relaxamento:</strong></p>
<p>Yoga, meditação, visualizações positivas, gratidão, respiração profunda e escrita dos sentimentos são algumas técnicas de relaxamento que você pode inserir em seu cotidiano. Como elas têm a capacidade de acalmar a mente e o coração, prolongam a sensação de bem-estar emocional.</p>
<p>Você pode praticá-las todos os dias. Somente cinco minutos (com exceção da Yoga) são suficientes para você sentir seus efeitos positivos. Quando situações ruins ameaçarem tirar você do eixo, lidar com elas será muito mais fácil dessa forma.</p>
<p>São pequenas atitudes que, quando somadas, ajudam a construir uma rotina mais saudável e satisfatória, além de preservar a saúde mental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Terapia online: quais as vantagens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Sep 2018 18:03:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tecnologia já possibilitou grandes mudanças em diversos setores profissionais, inclusive no da psicologia. Graças aos chats, e-mails e também às chamadas de vídeo, agora existe a opção da sessão de terapia online. Apesar de ainda ser visto com certa desconfiança, esse tipo de sessão pode trazer ótimos resultados aos pacientes, além de algumas vantagens&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A tecnologia já possibilitou grandes mudanças em diversos setores profissionais, inclusive no da psicologia. Graças aos chats, e-mails e também às chamadas de vídeo, agora existe a opção da sessão de terapia online. Apesar de ainda ser visto com certa desconfiança, esse tipo de sessão pode trazer ótimos resultados aos pacientes, além de algumas vantagens para o profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Indicaremos 5 dessas vantagens no artigo de hoje. Confira!<span id="more-1049"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Evita o deslocamento do profissional e do paciente</h3>
<p style="text-align: justify;">Um dos problemas das grandes cidades é justamente a dificuldade de locomoção, que faz com que horas sejam perdidas durante o trajeto, além do tempo necessário para estacionar o carro. Em uma sessão de terapia online isso não será uma preocupação, já que o paciente precisará apenas de um dispositivo com acesso à internet, seja em sua casa ou em outro lugar em que se sinta à vontade para que o atendimento seja realizado.</p>
<p style="text-align: justify;">A ausência da necessidade de locomoção também pode abrir grandes possibilidades, como o atendimento de pessoas de outras localidades e até de quem more no exterior.</p>
<h3 style="line-height: 125%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;"></h3>
<h3 style="line-height: 125%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;">2. Há uma flexibilidade maior de horários</h3>
<p style="line-height: 150%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;">Algumas pessoas deixam de fazer terapia por conta da rotina agitada, viagens ou outros compromissos que impedem o comparecimento às sessões. Quando todo o processo é feito online isso não é um problema, já que a sessão de terapia pode ser feita em horários mais flexíveis, basta que paciente e profissional entrem em comum acordo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Os custos são reduzidos</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao analisar os custos de oferecer sessões presenciais, é possível perceber que gastos, como aluguel, água, luz, limpeza, entre outros acabam encarecendo as consultas. Já nas terapias online o profissional pode oferecê-las de qualquer lugar, cortando os custos, o que influenciará na hora de definir o preço da sessão de psicoterapia.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Promove a acessibilidade</h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com deficiência, infelizmente, ainda têm muita dificuldade para se locomover nas ruas. São muitos os obstáculos e empecilhos que podem provocar o desânimo e a desistência de um tratamento. Como nas sessões de terapia online não é necessário que elas enfrentem esses contratempos, pode-se dizer que esse tipo de atendimento promove a acessibilidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5. O paciente se sente mais confortável</h3>
<p style="text-align: justify;">O conforto é uma das principais vantagens, tanto para o paciente quanto para o psicocólogo. Em casos como síndrome do pânico e agorafobia, em que existe uma dificuldade maior em sair de casa, as sessões feitas por meio da internet permitem que esse paciente consiga dar prosseguimento na terapia mais facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, existem muitos meios para que as sessões aconteçam, como os chats, as mensagens instantâneas, as videoconferências e o psicólogo precisa sugerir a abordagem que proporcionará o conhecimento sobre o paciente e a maior abertura emocional possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que os jovens estão acostumados a relacionar-se por meio de mensagens, utilizar esse método pode fazer com que eles se sintam mais seguros para compartilhar suas emoções. No entanto, é importante ressaltar que as terapias feitas por chamadas de vídeo, em programas como o Skype, são as que mais se assemelham a presencial. Isso porque nelas o psicólogo consegue ver o paciente e analisar sua expressão corporal para conduzir o tratamento da melhor forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, uma boa maneira de conseguir ótimos resultados é combinar diferentes métodos, incluindo o vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o profissional verificar que o caso é mais complexo e precisa realmente ser feito de modo presencial, ele pode conversar com o paciente e alterar a forma como as sessões serão realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>Mindfulness – Adaptado e resumido da Revista Superinteressante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 21:47:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*Por Letícia Gonzales Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">*Por Letícia Gonzales</p>
<p style="text-align: justify;">Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado. Tudo com a ajuda da respiração.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje nos EUA há mais de 500 instituições dedicadas a ensinar e praticar o Mindfulness. No Brasil, <span id="more-1040"></span>a secretaria da Educação do Espírito Santo já adotou treinamento para professores e em grandes cidades são oferecidos cursos por centros como o School of Life (‘Escola da Vida’), di suíço Alain de Botton. Os adeptos vão desde a apresentadora americana Oprah Winfrey e de jogadores da NBA como Kobe Bryant, Michael Jordan e James Lebron, até crianças de bairros pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">O leque de benefícios que adquiri com a prática é bastante amplo: o Mindfulness é capaz de diminuir dores crônicas e pressão arterial, manter o cérebro jovem (a ponto da ciência estar pesquisando sua eficácia na prevenção do Alzheimer), evitar crises de ansiedade, e depressão e aumentar a criatividade, os resultados nas escolas e no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Também auxilia na diminuição do fumo, mesmo quando a pessoa não está tentando parar, e é eficaz para tratar a síndrome do stress pós-traumático, comum a quem viveu episódios de violência (como assaltos, abusos, acidentes etc). Além de amenizar tais quadros, o Mindfulness também está associado a um efeito muito falado, contudo difícil de medir, por ser muito particular e subjetivo: o bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos entender melhor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se faz calor, você tem consciência do quão quente está. Se percebe uma música tocando no andar de baixo, registra que ouve. Se está com fome, repara no desconforto. E só. Isso seria a atenção plena. Você já sabe onde está, por exemplo, mesmo assim mapeia o ambiente e tudo que acontece à sua volta. Enquanto faz isso, não julga nada nem ninguém, ou seja, você sente o calor,mas não faz planos imediatos de ligar o ar-condicionado, ouve a música ruim do vizinho, mas não o amaldiçoa. É ter consciência e atenção ao que se passa, contudo, não necessariamente se envolver emocionalmente com cada atividade percebida, ou pensamento. Apenas observa e absorve o que se passa ao redor (principalmente dentro da sua cabeça!). Nada fácil certo? Todavia muito possível e ‘alcançável’.</p>
<p style="text-align: justify;">Também da sabedoria antiga chinesa, se chamava a atenção para os males que se enfrenta com a mania de criar expectativas. Chuang-Tzu argumentava: “Quando você participa de uma competição de arco e flecha, se o prêmio é insignificante, atira com perícia. Se o prêmio aumenta, você se atrapalha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1979 Jon Kabat-Zinn, biólogo americano, após um retiro teve a ideia de abrir uma clínica experimental com outros dois colegas e passou a ensinar técnicas budistas a pacientes com dores crônicas. Ele coloca: “as reações vieram rapidamente. Os pacientes nos diziam que aquilo havia mudado suas vidas”. Os voluntários passaram não só a relatar níveis menores de dor, como também conseguiram manter uma distância maior em relação à doença, identificando-se menos com os sintomas e mais com as pessoas que realmente eram. Do Brasil à China, bulimia, vício em drogas, ansiedade e até esquizofrenia são tratadas com a técnica.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1042" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png" alt="c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz" width="923" height="423" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png 923w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-300x137.png 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-768x352.png 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-600x275.png 600w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Drama interno:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se a calma faz tão bem, por que temos tanta dificuldade em alcançá-la? A culpa é do nosso cérebro altamente desenvolvido. Ele adora inventar.problemas onde eles não existem. Em uma crise, por menor que seja, nossa mente detecta uma situação de risco e se apronta para matar ou morrer.Acontece que, na maioria das vezes, o perigo não é iminente.</p>
<p style="text-align: justify;">São nossos cérebros racionais e criativos que imaginam a ameaça imediata. “Para o bem e para o mal, temos a capacidade de representar mentalmente as ameaças”, explica a psicóloga Érika Leonardo de Souza, que recebe muitos pacientes bipolares em seu consultório. Esse poder imaginativo nos faz reagir antes da hora e, em demasia, libera mais cortisol, o hormônio do stress.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se eu pudesse dizer ao meu cachorro que um rato vai entrar na cozinha daqui a meia hora, ele continuaria a ae lamber. Iria pular ou fugir só quando visse o roedor. Mas, se digo o mesmo a uma amiga, o sofrimento dela começa imediatamente”, afirma. Aplicar o mindfulness ajuda a distinguir pensamentos de realidade e descer os pés da cadeira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fatos comprovados:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, uma equipe liderada pela neurocientista Sara Lazar fez testes de ressonância magnética em um grupo dividido entre meditadores e não meditadores. Pela primeira vez, encontraram diferenças marcantes na estrutura física do cérebro dos dois perfis. Nos meditadores, o córtex pré-frontal tinha mais massa cinzenta, o que indica mais capacidade de memória e tomada de decisão. Além disso, os cinquentenários desse grupo pareciam ter 25 anos  de acordo com suas imagens cerebrais. Mas, ficou a dúvida, e se essas pessoas já tivessem nascido assim?</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010 seu laboratório fez uma nova pesquisa, dessa vez com apenas com pessoas que nunca haviam meditado. Ao longo de 2 meses, metade seguiu sua rotina e a outra iniciou sessões de 40 minutos diários de técnicas de respiração e visualização. Ao final das 8 semanas, o hipocampo de quem meditou havia crescido. Essa área do cérebro é uma das principais estruturas responsáveis pelo aprendizado, memória e regulação das emoções. A equipe de Lazar, que mantém laboratório em Harvard, reparou em outro resultado: a amígdala, responsável pela reação de sobrevivência, o clássico “luta ou fuga”, havia perdido tamanho. Mais um bom resultado, afinal o acionamento excessivo dessa região gera ansiedade e pode levar à ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os anos 2000, psiquiatras tratam pacientes com depressão refratária (que aparece várias vezes ao longo da vida), com o mindfulness. O médico Mark Williams, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford, na Inglaterra, foi um dos responsáveis por mesclar meditação com terapia cognitiva. A MBCT (em inglês: “terapia cognitiva baseada em mindfulness), uma sigla de sucesso. Estudos mostraram que ela tem resultados tão bons quanto o uso de remédios. Hoje o governo do Reino Unido a recomenda como primeira opção na prevenção de novas crises.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1043" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5.jpg" alt="226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5" width="552" height="414" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BÔNUS:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos exercitar?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos exercícios sugeridos na matéria da revista é este abaixo, que deixaremos para vocês como um presente para praticarem sempre que quiserem e quando estiverem com dificuldades para dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que gostem e que consigam bons resultados! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meditação/relaxamento para a hora de dormir:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Embaixo das cobertas, de barriga para cima e olhos fechados, repare em como o corpo se sente: leve ou agitado? Tenso ou relaxado? Agora, relembre cada momento do seu dia , como num filme: levantou, tomou café, saiu de casa etc.</li>
<li>Não é preciso mais do que 30 segundos para percorrer o dia todo e chegar no momento presente. Respire profundamente e, ao exalar, sinta o corpo afundando um pouco mais na cama, como se estivesse sendo anestesiado, ficando solto.</li>
<li>Então, começando pelos pés, imagine “desligar” músculo por músculo, parte por parte, desde os dedos até a testa. Se ainda não estiver dormindo quando terminar, comece a contar, lentamente, de mil até zero (1000, 999, 998, 997&#8230;).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência bibliográfica: </strong>SUPERINTERESSANTE, edição nº 365, de setembro de 2016. (ISSN 0104-1789), ano 30, nº 11. É uma publicação da Editora Abril.</p>
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		<title>Transtorno de ansiedade social: o que é isso e como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 20:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade social]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[fobia social]]></category>
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		<category><![CDATA[sociofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público? É o caso de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público?</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de quem sofre do transtorno de ansiedade social, também chamada de fobia social ou sociofobia. Trata-se de medo, preocupação e <span id="more-1029"></span>ansiedade excessivos relacionados às interações e situações sociais. Só o fato de estar em um ambiente com outras pessoas já provoca incômodo e aflição.</p>
<p style="text-align: justify;">A fobia social é mais comum do que se imagina. Aprofunde seus conhecimentos sobre a ansiedade social com as informações a seguir.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são os sintomas?</h3>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas se dividem entre físicos, comportamentais e emocionais. O indivíduo pode se sentir vigiado e muito desconfortável ao compartilhar o mesmo ambiente ou interagir, temendo ser julgado e vivenciar situações constrangedoras; pode evitar até mesmo comer e trabalhar na presença de outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça os sintomas mais comuns!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Físicos</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Apresentar tremedeira e náuseas;</li>
<li>sensação de desmaio;</li>
<li>diarreia e dor abdominal;</li>
<li>dor de cabeça;</li>
<li>tensão muscular;</li>
<li>batimentos cardíacos acelerados;</li>
<li>mãos suadas e frias;</li>
<li>garganta e boca secas;</li>
<li>suor em excesso;</li>
<li>rubor na face.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Comportamentais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar contato visual;</li>
<li>evitar a todo custo ser o centro das atenções, seja deixando de ir a certos eventos sociais ou evitando falar sobre qualquer coisa;</li>
<li>ficar confuso e atrapalhado;</li>
<li>hesitar e gaguejar ao falar, soar trêmulo;</li>
<li>locomover-se ou gesticular de forma pouco natural;</li>
<li>evitar lugares cheios onde, geralmente, há interações sociais.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Emocionais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sentir um medo irracional ao pensar que vai interagir com outras pessoas, especialmente desconhecidos ou indivíduos que ocupem posições superiores à ele;</li>
<li>perceber que está ansioso e ficar ainda mais ansioso e apavorado por não conseguir conter o medo e a preocupação;</li>
<li>medo excessivo de ser julgado, criticado, analisado, humilhado, passar vergonha e ser expor ao ridículo;</li>
<li>enfrentar um ciclo vicioso em que se sente extremamente ansioso e preocupado antes das situações sociais e libera uma onda de pensamentos negativos direcionados a si mesmo que são reforçados durante e após as interações sociais;</li>
<li>baixa autoestima e relacionamento intra e interpessoais deficientes.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são as causas?</h3>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de ansiedade social se manifesta com mais frequência durante a adolescência, mas pode aparecer em qualquer fase da vida. Caso não seja tratada, tende a piorar com o tempo e levar ao isolamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns fatores podem contribuir para que uma pessoa desenvolva a fobia social. Entre eles: pais que sofrem do mesmo problema, vivenciar situações de humilhação, rejeição e bullying durante a infância, traumas relacionados a abusos sexuais e emocionais, entre outras experiências negativas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como é feito o diagnóstico?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Para realizar o diagnóstico, o médico pode pedir ao paciente que responda a um questionário que aborde os sintomas e frequência com que se repetem. Os sintomas físicos que o paciente apresenta, fazem com que o profissional da saúde em questão solicite outros tipos de exames para excluir problemas de saúde de ordem física e comprovar se os sintomas apresentados realmente derivam de fenômenos psicológicos e emocionais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como a fobia social é tratada?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Os tratamentos disponíveis podem aumentar consideravelmente a qualidade de vida do paciente. A psicoterapia é uma possibilidade, mas há também os medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na psicoterapia há diferentes técnicas que tem por objetivo reeducar a percepção que o paciente tem de si e dos outros e treinar a exposição e interação social. Entre elas podemos citar a terapia cognitiva comportamental, dissolução gradual das distorções cognitivas e o treinamento de habilidades sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos medicamentos, podem ser receitados ansiolíticos e antidepressivos; em situações mais severas também se pode fazer uso de anticonvulsivantes e betabloqueadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Como recuperar sua autoestima em 10 passos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2018 00:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos na era do photoshop, do culto aos padrões de beleza, e ver modelos em revistas ou artistas na tv costumam deixar, pessoas comuns, como nós, com a sensação de sermos a última bolacha do pacote, só que não aquela disputada, mas sim a bolacha que virou farelo. Mas acontece que as “deusas” que vemos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vivemos na era do photoshop, do culto aos padrões de beleza, e ver modelos em revistas ou artistas na tv costumam deixar, pessoas comuns, como nós, com a sensação de sermos a última bolacha do pacote, só que não aquela disputada, mas sim a bolacha que virou farelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas acontece que as “deusas” que vemos na tv e nas revistas, longe dos holofotes e antes do photoshop, também são simples mortais como nós, com suas “imperfeições”, umas com celulites e estrias, outras com o corpo flácido, há aquelas com um nariz um pouquinho maior, linhas de expressão, dentes desalinhados e, ainda assim,<span id="more-961"></span>são desejadas, bem-sucedidas e lindas, porque quem inventou que precisa ser perfeito para ser bonito, não entende nada de beleza, e vamos combinar que, antes de mais nada, perfeição é um desejo utópico, portanto, buscar por ela o tempo todo a ponto de não se aceitar é estar fadado a ser uma pessoa eternamente frustrada.</p>
<p style="text-align: justify;">A autoaceitação é um processo pelo qual quem tem uma <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://osegredo.com.br/5-atitudes-de-pessoas-com-baixa-autoestima-no-facebook/">autoestima baixa</a></span> deve passar e há alguns passos para recuperá-la.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1 – Deixar de se comparar com os outros</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Comparar-se com outra pessoa é o mesmo que tentar descobrir se um copo é mais útil que um prato. Somos diferentes, com realidades e histórias de vida distintas. Cada um desempenha um papel importante no universo. Fomos criados pelo Pai e somos amados por ele da mesma forma, embora cada um esteja em um estágio diferente de evolução. Não precisa querer ter o corpo, o cabelo, o emprego ou o relacionamento de outra pessoa, porque nada disso é perfeito para ela, você só vê o palco da vida dela, desconhece os bastidores, as suas dores. Cultive seus sonhos, busque uma vida inteiramente sua, sem desejar o que é do outro, encontre seu caminho e descubra o quão fascinante é ter uma vida única, exclusiva e incomparável. Cheia de dores, mas transbordando intensidade. Você é especial do jeitinho que você é. Basta parar de olhar para o outro achando que tudo o que ele faz e tem é maravilhoso e que tudo que acontece com você é injusto. Acontece que você só vê a superficialidade da vida do outro, enquanto está mergulhado na densidade da sua vida, portanto valorize-a e faça dela o seu maior patrimônio.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2 – Abandone o vitimismo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não há vida fácil para ninguém. Mesmo os ricos, viajados e cobiçados passam por problemas inimagináveis. Pare de achar que sua vida foi contemplada com todos os problemas do mundo, enquanto o outro alça voos em céu de brigadeiro, pois nada disso é verdade. Você pode fazer muita coisa para viver a vida que deseja, a primeira delas é parar de reclamar e tomar medidas que o aproximem da realização dos seus sonhos. Vai ser difícil? Com certeza, mas é a sua forma de ver e agir que vai tirá-lo do limbo da murmuração e trazer mais sucesso e alegria para você. Vire a chave e tome atitudes, em vez de destilar pessimismo por aí.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3 – Autoconhecimento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Conhecer-se é primordial no processo de recuperação da autoestima, por dois motivos principais: o primeiro é que, só se conhecendo bem, você  vai descobrir suas fraquezas e trabalhá-las. Por exemplo, se um jogador de futebol se reconhece como um mau batedor de pênalti, treinar intensamente, vai transformá-lo em um “franco-atirador”. Só conhecendo nossas limitações é que teremos chances de alargar nossas fronteiras e ir além. O segundo motivo é que o autoconhecimento nos proporciona reconhecer nossas qualidades.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4 – Valorizar os pontos fortes</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Todos, sem exceção, temos pontos fortes, qualidades, físicas e de personalidade, que devem ser valorizadas. Potencialize tudo o que há de bom e especial em você. Olhe com mais carinho para as suas qualidades e perceberá que é uma pessoa digna de amor, de sucesso e felicidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5 – Manter o bom humor</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Tente sempre olhar o lado bom da vida, das circunstâncias. Sorria! Nem sempre você vai sorrir porque está tudo bem, mas sim para ficar tudo bem.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6 – Cultivar amizades verdadeiras</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Tenha sempre ao seu lado bons amigos. Pessoas com quem pode ser você mesmo, sem reservas. Pessoas que o amam do jeitinho que você é, mostram para você que ninguém precisa ser perfeito para ser amado.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>7 – Encontrar suas distorções cognitivas e trabalhá-las</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Distorções cognitivas mostram uma realidade negativa em relação a você, aos outros e à vida. Uma realidade distorcida, que faz você pensar que tudo com você é pior, mais difícil, quando na verdade é sua forma de pensar e ver a vida é que o está inserindo em uma realidade cheia de negativismo. É uma maneira errada de interpretar os acontecimentos e processar informações.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>8 – Pedir ajuda </strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Reconhecer que, muitas vezes, para resolver um problema, a gente precisa de ajuda. Não hesite em orar, conversar com uma pessoa de confiança ou procurar um profissional.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>9 – Presentear-se</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A gente costuma presentear a quem ama, então cultive seu amor-próprio dando a si um presente. Pode ser um objeto, um novo corte de cabelo, uma ida ao cinema, um passeio ao ar livre. Faça algo por você, algo prazeroso, que o faça feliz, que seja um presente, de fato.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>10 – Não tente agradar a todos<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Um dos maiores erros que cometemos é carregar o peso de ser unanimidade, de agradar a todos e fazer todo mundo feliz. Não, essa não é sua responsabilidade. Seja amável, gentil, generoso, faça sua parte, mas deixe que cada um tenha sua própria percepção de você. Você nunca vai conseguir fazer com que todos que lhe conhecem gostem de você e está tudo bem por isso. Só se preocupe com sua consciência, o amor alheio é consequência e um dia acaba chegando.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha valido a pena para você ou talvez para alguém que você conheça! Não se esqueça de deixar seu comentário! Sinta-se à vontade caso queira compartilhar esse conteúdo em suas redes sociais!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>O que é o Luto e como lidar com ele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 23:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[fases do luto]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[perdas]]></category>
		<category><![CDATA[processo natual]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[O Luto é um processo natural que ocorre sempre que há uma perda significativa na vida de uma pessoa. Essa perda pode ser de natureza diversa, como por exemplo, um ente querido, um relacionamento, um emprego, uma modificação corporal, uma alteração importante das condições de vida, etc. É um processo individual vivido e sentido. Mesmo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Luto é um processo natural que ocorre sempre que há uma perda significativa na vida de uma pessoa. Essa perda pode ser de natureza diversa, como por exemplo, um ente querido, um relacionamento, um emprego, uma modificação corporal, uma alteração importante das condições de vida, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">É um processo individual vivido e sentido. Mesmo que haja um grupo ou família ou mais de uma pessoa passando pela mesma perda ao mesmo tempo, cada indivíduo expressará seus sentimentos, assim como reagirá com mais ou menos intensidade conforme sua particularidade (choro, raiva, tristeza, questionamentos, interferências na vida social ou emocional) para lidar com perdas diversas ou com aquela perda específica. O momento de vida que esteja passando também terá influencia sobre o luto a ser vivenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de luto não precisa ser marcado<span id="more-844"></span> necessariamente por uma desestrutura emocional, como por choros compulsivos, crises de ansiedade e etc. O luto é particular e por vezes pode ser vivenciado em silêncio, com a rotina de vida mantida, como trabalho, estudo, amigos, passeios&#8230; E isso não significa que a pessoa não esteja carregando e elaborando o sofrimento desta perda. Não há um estereótipo a seguir e nem deve-se esperar por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">O luto não é doença ou síndrome, nem mesmo sinônimo de vida desestruturada e sua evolução saudável visa a transferência, na esfera emocional, da vinculação em relação a um objecto perdido para memórias amenas das expressões dessa mesma vinculação. Este processo é transitório, podendo ser conceptualizado de acordo com quatro fases:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>Fase de Entorpecimento</strong>: período em que a pessoa poderá se sentir como se estivesse desligada da realidade, atordoada, desamparada, imobilizada ou perdida. Nesta fase ocorre uma negação da perda que poderá surgir como uma forma de defesa contra um evento de difícil aceitação;</p>
<p>&#8211; <strong>Fase de Anseio e Protesto</strong>: período de emoções fortes, sofrimento psicológico e agitação física. Frequente manifestação de sentimentos de raiva dirigidos tanto a si próprio como a pessoas significativas;</p>
<p>&#8211; <strong>Fase de Desespero</strong>: fase igualmente complexa que surge frequentemente associada a momentos de apatia e depressão, sendo que o processo de supressão destas reações é muito lento. Por vezes verifica-se um afastamento das pessoas e actividades, falta de interesse, assim como dificuldades de concentração na execução de tarefas rotineiras. Os sintomas somáticos, tais como, insónias, perda de peso e de apetite, são recorrentes;</p>
<p>&#8211; <strong>Fase da Recuperação e Restituição</strong>: nesta fase deverá emergir uma nova identidade que permite ao indivíduo abandonar a ideia de recuperar aquilo que perdeu e adaptar-se ao significado que essa perda tem na sua vida. Verifica-se, então, o retorno da independência e da iniciativa. Apesar de a instabilidade ainda se encontrar presente nos relacionamentos sociais, nesta fase poderá haver investimentos em novas amizades e o reatar de laços antigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem situações em que o processo de luto não segue a evolução acima descrita, podendo ocorrer fixação numa das etapas e, consequentemente, a não resolução do luto.<br />
Nestas circunstâncias, o luto permanece não resolvido ao longo do tempo, durante vários anos, por vezes, para o resto da vida da pessoa, interferindo no estado emocional da pessoa e impactando significativamente a sua vida. Nestes casos, estamos perante uma situação de Luto Patológico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que podemos fazer para processar o luto?</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Aceitar</strong> <strong>e compreender que o luto é um</strong> <strong>processo natural:</strong> que leva o seu tempo, sem tentar apressá-lo. Poder enfrentar a perda e atravessá-la de uma forma adaptativa nos gera maior confiança, desenvolvendo novos aspectos e mecanismos.</li>
<li><strong> Não resistir à mudança: </strong>acontece uma transformação frente à perda de pessoas e papéis que ocupam um lugar central em nossas vidas. O melhor é abraçar essas mudanças, aproveitando as oportunidades que se apresentam para o crescimento, ao mesmo tempo em que reconhecemos os aspectos nos quais nos sentimos empobrecidos.</li>
<li><strong> Expressar nossas emoções e sentimentos</strong>: comunicá-las, não reprimi-las e, se for necessário, procurar ajuda de um profissional.</li>
<li><strong> Estar rodeado de vida</strong>: ativar nossas relações sociais, aprender algo novo ou fazer atividade física por exemplo, de acordo com a nossa idade e condição de saúde.</li>
<li><strong> Procurar</strong> <strong>novos sentidos</strong> <strong>para a vida</strong>: criar e desenvolver projetos.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando procurar ajuda?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A dor, o sofrimento e os transtornos que acompanham o luto não têm nada de “anormal”, mas existem certos sintomas que indicam que deveríamos consultar um profissional, ainda que a decisão final seja de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo, Robert A. Neimeyer, você deve considerar seriamente a ideia de falar com alguém sobre o seu luto se apresentar algum dos seguintes sintomas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Intensos sentimentos de culpa,<br />
– Pensamentos de suicídio,<strong><br />
</strong>– Desespero exacerbado,<br />
– Inquietude ou depressão prolongada,<br />
<strong>– </strong>Sintomas físicos (perda substancial de peso, sensação de ter uma faca cravada no peito, etc.)<br />
– Ira descontrolada,<br />
– Dificuldades contínuas de funcionamento,<br />
– Abuso de substâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que qualquer um destes sintomas possa ser característico de um processo normal de luto, a sua continuidade por tempo prolongado deve ser motivo de preocupação e atenção para consultar um profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>A elaboração do luto significa se colocar em contato com o vazio deixado pela perda do que não existe mais, valorizar a sua importância e suportar o sofrimento e a frustração que comporta a sua ausência</strong></em><strong>.</strong> (Jorge Bucay)</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essa leitura tenha lhe trazido, de alguma maneira, um novo pensamento, conhecimento ou despertado seu interesse em entender melhor o luto e como lidar com ele. Se lhe ajudou, pode ser que ajude mais pessoas, então compartilhe-o com seus amigos e familiares! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Referências:</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <a href="http://www.clinicadesaudementaldoporto.pt/002.aspx?dqa=0:0:0:25:0:0:-1:0:0&amp;ct=30">http://www.clinicadesaudementaldoporto.pt/002.aspx?dqa=0:0:0:25:0:0:-1:0:0&amp;ct=3</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/luto">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/luto</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/experiencia-do-luto">https://amenteemaravilhosa.com.br/experiencia-do-luto</a></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>Cortisol o hormônio do stress: problemas, tratamentos e importância!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2017 15:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cortisol]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio do stress]]></category>
		<category><![CDATA[importância]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O hormônio conhecido como cortisol é produzido pelas glândulas suprarrenais, que estão localizadas acima dos rins, A função primeira do cortisol é ajudar o organismo a reduzir inflamações, controlar o estresse, ajudar no funcionamento do sistema imunológico, e manter os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial constantes. Porém, o cortisol é alvo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O hormônio conhecido como cortisol é produzido pelas glândulas suprarrenais, que estão localizadas acima dos rins, A função primeira do cortisol é ajudar o organismo a reduzir inflamações, controlar o estresse, ajudar no funcionamento do sistema imunológico, e manter os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o cortisol é alvo de muitas preocupações <span id="more-810"></span>uma vez que quando ele se encontra em altos níveis ele pode trazer muitos malefícios, e quando se encontra muito baixo também. Nesse sentido, os níveis de cortisol no sangue podem variar até mesmo durante o dia, pois estão diretamente relacionados com as atividades do dia a dia e com a serotonina.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, os níveis de cortisol são maiores pela manhã e vão diminuindo ao longo de dia caso você seja uma pessoa diurna. Se você for o tipo de pessoas noturna esses papéis se invertem, tendo maiores níveis a noite e menores durante o dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>cortisol alto</strong> no sangue pode originar sintomas como perda de massa muscular, aumento de peso ou diminuição de testosterona ou ser indicativo de problemas, como a Síndrome de Cushing, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o <strong>cortisol baixo</strong> pode originar sintomas de depressão, cansaço ou fraqueza ou ser indicativo de problemas, como a Doença de Addison, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cortisol Alto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O cortisol alto pode originar sinais e sintomas como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda de massa muscular;</li>
<li>Aumento do peso;</li>
<li>Aumento das chances de osteoporose;</li>
<li>Dificuldade na aprendizagem;</li>
<li>Baixo crescimento;</li>
<li>Diminuição da testosterona;</li>
<li>Lapsos de memória;</li>
<li>Aumento da sede e da frequência em urinar;</li>
<li>Diminuição da libido;</li>
<li>Menstruação irregular.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O cortisol alto também pode indicar uma doença chamada Síndrome de Cushing, que gera sintomas como aumento rápido do peso, com acúmulo de gordura na região abdominal, queda de cabelo e pele oleosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento para o Cortisol Alto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento para o cortisol alto pode ser feito com remédios prescritos pelo médico, mas o consumo do inhame constitui um ótimo remédio caseiro. Outras formas de controlar naturalmente os níveis de cortisol no sangue é fazendo exercício físico regularmente, ter uma alimentação saudável aumentando o consumo de vitamina C e diminuindo o consumo de cafeína.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cortisol Baixo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O cortisol baixo pode causar sinais e sintomas de:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Depressão;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Cansaço;</li>
<li>Fraqueza;</li>
<li>Desejo repentino de comer doces.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O cortisol baixo também pode indicar que o paciente tem Doença de Addison, que gera sintomas como dor abdominal, fraqueza, emagrecimento, manchas na pele e tonturas, principalmente ao levantar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exame de Cortisol</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saber como andam seus níveis de cortisol pode ser bastante fácil, uma vez que o exame é simples e pode ser feito através de uma amostra de sangue, saliva ou urina.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso o seu exame possua alterações nos níveis de cortisol, procure um médico especializado, no caso, um endocrinologista que possa ajudar você com o tratamento, e com a descoberta das causas, investigando inclusive se existe a possibilidade de uma doença mais grave, ou se essa é apenas uma alteração normal que precisará de um pequeno tratamento para ser corrigida.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que esse conteúdo possa ter sido útil de alguma maneira. Volte sempre pois nossos artigos e vídeos estão sempre chegando por aqui. E fique à vontade para compartilhar nossos artigos em suas redes sociais. Grande abraço!</p>
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		<title>Será que você é hipersensível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 11:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[hipersensível]]></category>
		<category><![CDATA[psicologos]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível. Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial de TV te faz chorar? Costuma sentir em si mesmo o que o outro está sentindo? Facilmente se comove com a dor alheia? <span id="more-2492"></span>Grandes catástrofes e desgraças do mundo te afetam além do que seria visto como normal? Se a maioria ou todas suas respostas foram positivas, então você faz parte dos Humanos Hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O que se pode entender sobre este tipo de pessoas? Até que ponto é bom e saudável ser deste modo e até que ponto sensíveis demais podem prejudicar a si mesmos? O que fazer ao se identificar hipersensível? E como ajudar pessoas neste padrão de funcionamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Se não formos uma pessoa hipersensível, com certeza, estaremos cercados por algum. As pesquisas mostarm que 20% da populacão o é. Para um hipersensível, diagnosticar-se como tal é algo muito importante. Na verdade, um divisor de águas. Enfim, começamos a nos entender. Não somos exagerados, mimados ou dramáticos, como quase nos fizeram acreditar. Somos dotados de uma característica peculiar e determinante, a qual, por não podermos abrir mão, é necessário que aprendamos a manejar da melhor forma possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com o passar do tempo, é difícil chegarmos a uma conclusão exata de quanto da hipersensibilidade é “defeito” (negativo) e do quanto é “qualidade” (positivo). Mas, é o que nos adjetiva, nos compõe, nos impulsiona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em razão da sensibilidade exacerbada, a dor, para nós, é &#8211; de fato &#8211; muito mais intensa. Tanto a física, quanto a emocional. A recuperação de uma cirurgia é muito mais penosa e demorada, por exemplo. Os exercícios físicos nos desgastam mais que aos demais. Uma gripe tem o poder de nos incapacitar. Entendemos, então, que não podemos servir de parâmetro para muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sentimentos, da mesma forma, são elevados ao cubo. Indiferenças nos entristecem bastante. Grosserias nos destroem. Barulhos excessivos afetam bastante os que sentem demais. Podemos ficar desconcertados com músicas muito altas, máquinas trabalhando ou pessoas gritando.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas que podem não ter grande relevância para a maioria das pessoas, para os hipersensíveis são essenciais, e seria interessante que os que conosco convivem soubessem medir as palavras usadas, lembrar datas marcantes, atentar ao tom de voz, repetir elogios e evitar estressores desnecessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hipersensíveis evitam conflitos ao máximo. Não apenas os que os envolvem, mas qualquer conflito. Presenciar uma agressão entre estranhos, por exemplo, pode os fazer sentir muito mal. Sentindo os golpes quase como se fossem dados neles.</p>
<p style="text-align: justify;">Presenciar injustiças os faz estremecer. Podem não ter nenhuma relação com a situação, mas não conseguem se manter neutros. Se, por alguma razão, não se envolvem &#8211; de fato &#8211; no ocorrido, certamente ficarão com aquilo na cabeça durante muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Empatia também é uma palavra que os define. Moradores de rua, crianças carentes e pessoas doentes os fazem murchar. Ver um animalzinho morrer pode acabar com o dia deles. Até mesmo as tristes e violentas histórias passadas cotidianamente nos noticiários os fazem muito mal. Melhor manter distância.</p>
<p style="text-align: justify;">O sofrimento alheio os atinge diretamente. Faz doer o coração. Querem ajudar a todos que vêem em necessidade. Não entendem como podem viver leve e alegremente em um mundo onde muitos estão passando por grandes dificuldades, das mais diversas ordens. A compaixão, desta forma, é imensa. Às vezes, pode até causar transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas hipersensíveis podem buscar alívio no álcool ou nas drogas, no sentido de anestesiarem o excesso de percepção e dor causado pela sensibilidade também excessiva. Muitos entram em depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles tem a vantagem, por outro lado, de ficarem bem quando sozinhos. Na verdade, um pouco de solidão é essencial para um hipersensível. Precisam acalmar a mente, colocar a casa em ordem, dar uma aliviada. O silêncio, nesse ponto, é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Expressam os sentimentos com mais facilidade do que os demais. Se estão tristes ou emocionados, chorar não é problema. Aliás, choram bastante, às vezes até sem saber exatamente o por quê. Talvez, excesso de informação. É um alívio, uma forma de extravasar o que não cabe mais dentro deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da sempre excelente dica de se fazer terapia, é bom ter alguém de confiança para os acompanhar e ajudar nas dificuldades e êxitos. Existem dicas pessoais para lidar com o dia-a-dia e principalmente para diminuir a tensão e ansiedade em relações afetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, também riem sem fazer cerimônia. Quando algo é engraçado, divertido ou excitante, ora, não há porque reprimir o sentimento. São espontâneos. Se envolvem e se empolgam com facilidade. Às vezes passam por inocentes demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também são intuitivos e, não raro, captam as emoções e sensações dos ambientes. Sentem quando não são bem vindos, quando a situação é forçada, quando a intenção não é tão boa assim. Deveriam dar mais crédito aos <em>insights</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">São pensadores profundos. A mente, efetivamente, borbulha (ainda que saibam que isso os consome). Procuram explicações, soluções, inovações. O comportamento humano os fascina. A dinâmica da vida – e da morte -, igualmente. Vivem tentando entender o mundo. Buscam o sentido das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">É trabalhoso. É sofrído. E muitas vezes, exaustivo. Mas é gostoso. É encantador. Na verdade, essencial. Não saberiam viver de outra forma, com outra intensidade. O tom é esse. A hipersensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque ajuda sempre, pois somente se conhecendo ao máximo, você poderá ter um nível maior de qualidade de vida, enxergar maior sentido no que faz e com quem se relaciona, além de estabelecer uma relação mais saudável com o mundo e seu papel nele. E volte sempre ao nosso Blog, pois a cada 10 dias temos novos e interessantes conteúdos ligados à sua saúde emocional! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- Você é um hipersensível?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html">http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">2- Nós, os hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html">http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Síndrome de Burnout: A doença do esgotamento profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 May 2017 22:33:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa. Afinal, traduzindo do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Em geral, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas. É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.</span></span></span><span id="more-666"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: small;"><b><span style="font-family: Calibri, serif;"><span style="font-size: medium;">SINTOMAS</span></span></b></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Essa soma de mal-estares pode levar ao alcoolismo, ao uso de drogas e até mesmo ao suicídio. No dia-a-dia, a pessoa fica ainda arredia, isolada, passa a ser irônica, cínica e a produtividade cai. Muitas vezes, o profissional acredita que a melhor opção seja tirar férias; entretanto, quando volta, descansado, retoma a postura anterior.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Há casos de pessoas que saíram de férias, descansaram e estavam bem, mas, ao voltar ao trabalho, apresentaram os sintomas novamente.</span></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;"><b>DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO</b></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;">​<span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Para detectar a síndrome, deve-se fazer um exame minucioso e analisar se os problemas enfrentados estão relacionados ao ambiente de trabalho ou à profissão. O ideal é procurar um especialista no tema e fazer exames psicológicos. É necessário avaliar se é o ambiente profissional que causa o estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que passam a ser o estopim.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Existem três focos durante o tratamento psicoterápico: a relação com a profissão, o ambiente de trabalho e o trabalho com foco nos sintomas – por exemplo, a dificuldade de concentração.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">Junto à terapia, os especialistas aconselham melhorar a qualidade de vida, prevenir o estresse, garantir boa saúde física, dormir e alimentar-se bem, praticar atividades físicas e manter hobbies e interesse pela vida social.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><b>RECOMENDAÇÕES</b></span></span></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;">* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este conteudo tenha lhe sido util de alguma forma! Se achou esse assunto importante, compartilhe nas suas redes sociais e volte sempre, pois a cada 10 dias temos um novo post recheado de informacoes legais!</p>
<h4 style="text-align: justify;">REFERENCIAS</h4>
<ol>
<li style="text-align: justify;" title="" data-original-title="">Drauzio Varella: https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout/</li>
<li style="text-align: justify;" title="" data-original-title="">Unica: http://www.uniica.com.br/artigo/sindrome-de-burnout-a-doenca-do-esgotamento-profissional/</li>
</ol>
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		<title>Será que o Coaching (ou qualquer programa de desenvolvimento humano) é para mim? 3 condições para responder SIM!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2017 15:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[emocional]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas pessoas pensam que o coaching (ou qualquer programa de desenvolvimento humano &#8211; mentorias, imersões, cursos etc) serve apenas para ajudar profissionais, líderes, gente que está trabalhando em empresas e por aí vai. Sim, todos esses programas de desenvolvimento pessoal e profissional também são direcionados às necessidades de líderes, gestores, contudo, a abrangência destes é&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas pensam que o coaching (ou qualquer programa de desenvolvimento humano &#8211; mentorias, imersões, cursos etc) serve apenas para ajudar profissionais, líderes, gente que está trabalhando em empresas e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, todos esses programas de desenvolvimento pessoal e profissional também são direcionados às necessidades de líderes, gestores, contudo, a abrangência destes é muito mais ampla e versátil!</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar o coaching é um processo que visa mudanças significativas na vida do cliente no AQUI e AGORA, sejam essas mudanças no campo profissional ou pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em posse desse conhecimento, com certeza você já consegue vislumbrar e entender melhor se você está apto ou não a fazer parte de um processo de coaching (ou mentoria&#8230;e por aí vai!. Certo?! Então, sem mais delongas, aí vão as três condições básicas e importantes que farão você ter certeza absoluta de que caminho seguir quando se trata desse &#8220;bicho&#8221; do coaching:<span id="more-2488"></span></p>
<h3>1ª condição &#8211; Saúde psicológica e emocional:</h3>
<p style="text-align: justify;">O coaching tem muito a oferecer para pessoas que se sentem, até certo ponto, desnorteadas e perdidas com relação à certos objetivos, focos e maneiras de caminhar (tanto na vida pessoal, quanto profissional), contudo, caso você esteja enfrentando uma depressão, um transtorno patológico de ansiedade ou alguma questão desse tipo, primeiramente você vai precisar cuidar de sua saúde emocional através de psicoterapia e provavelmente através também de uma medicação para que, em breve, você esteja em condições físicas, psicológicas e emocionais de começar e redesenhar suas expectativas, seus objetivos. Claro que existem outras formas de superar fases como essa como a meditação, exercícios físicos etc, mas estou propondo aqui o caminho que mais conheço e tenho certeza dos resultados&#8230;Por isso citei a psicoterapia e as medicações psiquiátricas, afinal sou psicóloga também! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para começar a entender melhor se você está com depressão ou tem enfrentado alguma patologia relacionada à ansiedade ou outros transtornos emocionais, seguem alguns links que ajudarão com certeza:</p>
<p><strong><a href="http://bemvivermais.com/2016/07/01/sera-que-voce-realmente-sabe-o-que-e-depressao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">-Depressão &#8211; Clique aqui e fique por dentro.</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://bemvivermais.com/2016/07/09/ansiedade-vila-do-mundo-moderno/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">-Ansiedade &#8211; Clique aqui e fique por dentro.</a></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">2ª condição &#8211; Disponibilidade e comprometimento:</h3>
<p style="text-align: justify;">É necessário que você <strong>queira muito</strong> começar esse processo (mentoria, coaching, curso etc) e, após inciá-lo, ser fiel à ele até o fim. Ou seja, no mínimo você vai precisar de 1 hora e meia por semana para cada sessão, ou mais, dependendo do que for desenvolvido e do tempo de deslocamento, caso as sessões não sejam online. E após as sessões, você precisará estar atent@ às suas ações e formas de pensar e decidir suas ações (o que sabemos ser algo exigente), focando nas mudanças necessárias que deseja fazer em sua vida e nas ações que praticará com o coach/mentor/especialista para alcançar tais metas e objetivos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">3ª condição &#8211; Financeira (aquela que ninguém gosta muito de ficar falando a respeito&#8230;):</h3>
<p style="text-align: justify;">Você precisará fazer um investimento, como em qualquer outro tipo de serviço que já contratou (afinal é uma troca como em qualquer outra compra que você faça, porém, você estará recebendo transformação ao invés de um livro que se pega numa prateleira), esse investimento será em você e nos seus resultados daqui em diante.</p>
<p style="text-align: justify;">O profissional facilita e guia o processo, fornecendo ferramentas e reflexões, através de técnicas reconhecidas e do seu know-how, sua expertise consolidada, contudo, os insights, as percepções que você terá a partir disso (e o que elas despertarão em você, seja no sentido do pensar diferentemente ou de fazer algo diferente a partir disso), são questões que muito particulares, que para cada pessoa ocorre de uma determinada maneira, num ritmo pessoal, a partir de sua subjetividade (sua experiência e história de vida e como você a internalizou em cada momento).</p>
<p style="text-align: justify;">A sua ação poderá lhe inspirar a fazer e melhorar cada vez mais, contudo, antes de fazer essa aposta em si mesmo, um investimento financeiro marca a importância desse processo e do início dessa jornada. Cada profissional possui sua forma particular de cobrar por esse serviço, mas tenho certeza que você encontrará o melhor e que se encaixará perfeitamente às suas condições e necessidades!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora sim tenho certeza de que você já pode dizer, sem sombra de dúvida, que&#8230;SIM, o programa é para você!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
Instagram: @natceara<br />
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
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