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	<title>psicoterapia &#8211; Bem Viver Mais</title>
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		<title>Terapia de casal: o que esperar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 00:53:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares. Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão. Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares.</p>
<p>Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão.</p>
<p>Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo para que possam entender um pouco mais sobre o assunto.</p>
<h3></h3>
<h4><strong>O que é a terapia de casal?</strong></h4>
<p><span id="more-2852"></span></p>
<p>A terapia de casal é uma modalidade de psicoterapia na qual um casal é acolhido por um psicólogo. Ou seja, diferentemente da terapia individual, aqui, os parceiros participam da consulta ao mesmo tempo.</p>
<p>Sua finalidade é permitir que o casal se comunique de maneira assertiva, algo muitas vezes difícil no dia a dia.</p>
<p>Assim, eles podem se abrir e relatar suas queixas para encontrar soluções para o conflito por meio da ajuda do psicólogo, que atua como um mediador.</p>
<p>Convém mencionar que o especialista não atua como um juiz. Jamais! Na realidade, ele apresenta direcionamentos ao casal e os ajuda a entender comportamentos individuais que estejam afetando a relação.</p>
<p>Apesar de não ser individual, essa terapia também contribui para o autoconhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Quando procurar um psicólogo para iniciar a terapia de casal?</strong></h4>
<p>Não é novidade pra ninguém que os conflitos são normais em todos os relacionamentos, não é mesmo?</p>
<p>No entanto, a terapia de casal é recomendada quando os parceiros não conseguem administrar sozinhos os problemas conjugais e percebem que isso interfere na qualidade de vida enquanto seres individuais e casal.</p>
<p>Assim, o ideal é que a ajuda psicológica seja procurada ainda no início do conflito para evitar que os ressentimentos se agravem dentro da relação.</p>
<h4><strong>O que acontece na primeira sessão da terapia de casal?</strong></h4>
<p>Depois que um casal chega à conclusão de que é necessário iniciar a terapia de casal, algumas dúvidas surgem, como “o que acontece na primeira sessão?”.</p>
<p>É muito comum se encher de expectativas e perguntas, afinal, é um passo de grande mudança e relevância para a vida a dois.</p>
<p>Sendo assim, listamos alguns pontos para você e o seu parceiro saberem o que esperar desse primeiro encontro com o psicólogo.</p>
<h4><strong>Apresentações</strong></h4>
<p>No início da primeira sessão, o psicólogo costuma se apresentar para o casal e explicar um pouco sobre sua abordagem terapêutica (Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicanálise, entre outras) e sua filosofia de trabalho.</p>
<p>Do mesmo modo, o casal também se apresenta ao psicólogo, fornecendo algumas informações importantes, como idade, profissão, entre outras.</p>
<h4><strong>História do relacionamento e desafios </strong></h4>
<p>Após a apresentação básica inicial, então o psicólogo procurará entender sobre a história do relacionamento. Para isso, vocês deverão contar um pouco sobre como se conheceram e falar sobre alguns marcos importantes na relação.</p>
<p>Esse momento da terapia é muito importante para que o especialista consiga compreender alguns pontos que desencadearam a dinâmica atual.</p>
<p>Além disso, o psicólogo também poderá questionar sobre os desafios e problemas que vocês têm vivenciado no momento e como isso tem atrapalhado o bem-estar de ambos.</p>
<h4><strong>Objetivos da terapia </strong></h4>
<p>Você e o seu parceiro devem relatar ao psicólogo o que motivou a procura pela terapia. Pode ser que isso não esteja muito claro para algum dos dois. Nesse caso, o especialista os ajudará a refletir para que consigam estabelecer objetivos claros.</p>
<p>É muito importante que a finalidade esteja definida para o direcionamento das próximas sessões e também para que seja possível avaliar os resultados no futuro.</p>
<p>Além disso, é importante alinhar as expectativas, isto é, o que cada um espera conquistar ao final do acompanhamento.</p>
<h4><strong>Expressão das emoções </strong></h4>
<p>O psicólogo criará um ambiente confortável para que os parceiros possam se sentir confortáveis para expressarem suas emoções e preocupações.</p>
<p>Pode ser que haja algum desconforto no início, e isso é normal. Afinal, à medida que vocês forem criando vínculos com o especialista, se sentirão mais à vontade.</p>
<p>No entanto, logo nessa primeira sessão, o psicólogo incentivará a expressão de ambos para que seja possível identificar padrões de pensamento e comportamento que estejam prejudicando o relacionamento.</p>
<p>Atuando como um mediador, o especialista incentivará um diálogo aberto e respeitoso. Caso ele perceba que vocês não têm conseguido se abrir, é muito provável que nas próximas consultas ele ajude-os a desenvolver habilidades de comunicação mais eficazes.</p>
<h4><strong>Psicólogo como mediador </strong></h4>
<p>Como mencionamos, desde a primeira sessão o psicólogo atuará como mediador. Assim, não existe a possibilidade de o especialista ficar do lado de um ou de outro.</p>
<p>Além disso, ele vai agir de forma a tentar controlar e acalmar os ânimos que podem se exaltar e conduzir cada um a refletir sobre suas próprias atitudes no relacionamento.</p>
<h4><strong>Estabelecimento de regras</strong></h4>
<p>Ainda na primeira sessão, o psicólogo definirá algumas regras junto ao casal para garantir a fluidez da terapia. Nesse sentido, o especialista deve definir com vocês alguns pontos, como o respeito à falta do outro, sem interrupções, por exemplo.</p>
<h4><strong>Não busque por soluções na primeira sessão </strong></h4>
<p>É isso mesmo que você leu! Você não deve buscar soluções na primeira sessão, porque não as encontrará.</p>
<p>O acompanhamento psicológico é um processo contínuo, que exige o comprometimento do casal e que leva tempo para solucionar todos os conflitos.</p>
<p>Portanto, entenda que é ao longo das sessões de terapia que você e seu parceiro identificarão de fato todas as questões por trás dos conflitos existentes e encontrarão meios eficazes para resolvê-los, partindo da mudança de comportamento de cada um.</p>
<h4><strong>6 dicas para a terapia de casal ter o efeito desejado </strong></h4>
<p>Os resultados da terapia dependem de diversos fatores, inclusive do comprometimento do casal. Desse modo, confira algumas dicas que podem ser muito úteis para que você e o seu parceiro consigam encontrar na terapia aquilo que desejam!</p>
<p>1 &#8211; Se comprometam: é preciso se comprometer diariamente com o processo. Isso significa não apenas frequentar todas as sessões, mas também seguir as atividades propostas pelo psicólogo no dia a dia.</p>
<p>2- Estejam abertos a mudanças: sempre haverá pontos de mudanças propostos para ambos os indivíduos em seus padrões de pensamento e comportamento. Portanto, estejam dispostos a mudarem e evoluírem.</p>
<p>3- Sejam pacientes: como mencionamos, os resultados não virão imediatamente. Portanto, tenham paciência para visualizarem as melhorias gradativamente e ao longo do acompanhamento.</p>
<p>4- Sejam empáticos: é preciso exercer a empatia durante as sessões de terapia, procurando se colocar no lugar do outro e, sobretudo, ouvi-lo em suas queixas. Ou seja, pratique a escuta ativa.</p>
<p>5- Sejam honestos: é importante que nesse processo de autoconhecimento, ambos sejam honestos consigo mesmo e com o outro. Apenas dessa forma será possível encontrar soluções para os conflitos.</p>
<p>6- Se sentirem vontade, mudem de psicólogo: pode acontecer de vocês não se identificarem com o especialista ou com a abordagem dele. Nesse caso, saiba que não há problema nenhum em trocar de psicólogo e começar do zero.</p>
<p>Seguindo todas essas dicas, será possível aproveitar melhor não apenas a primeira sessão de terapia, mas todas elas e, assim, enxergar resultados positivos e satisfatórios ao longo do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p>Grande abraço a todos!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça os principais tipos de terapia e decida qual é a ideal para você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 23:40:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados. A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados.</p>
<p>A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas, adaptadas para atender às necessidades individuais dos clientes.Além disso, a terapia desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar emocional e no tratamento de questões de saúde mental.</p>
<p>Por meio do apoio de um profissional qualificado, ela oferece um espaço seguro e confidencial para explorar emoções, desafios pessoais e encontrar soluções.</p>
<p>Então, se você quer conhecer os tipos de terapia e descobrir qual é a ideal para você, continue lendo nosso artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que fazer terapia?</strong></h3>
<p><span id="more-2724"></span></p>
<p>Fazer terapia pode ser extremamente estimulante por uma variedade de razões.</p>
<p>Assim, ao trabalhar com psicólogos qualificados, você terá apoio para enfrentar desafios, superar traumas e encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com o estresse e as dificuldades da vida.</p>
<p>A terapia também promove o crescimento pessoal, fortalece a autoestima e auxilia na construção de relacionamentos mais saudáveis ​​e gratificantes.</p>
<p>Portanto, é um investimento na sua saúde mental e emocional.</p>
<p>Mas não é só isso! Existem outros motivos para a busca do acompanhamento profissional:</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> <strong>Saúde mental:</strong> a terapia é uma ferramenta eficaz para tratar e gerenciar condições de saúde mental, como ansiedade, depressão, estresse e traumas. Assim, ela oferece um espaço seguro para explorar essas questões, compreender suas causas e desenvolver estratégias de enfrentamento.</p>
<p><strong>2 &#8211; Autocuidado:</strong> fazer terapia é um ato de autocuidado. É uma oportunidade para dedicar tempo e atenção às suas necessidades emocionais, garantindo um equilíbrio saudável em sua vida.</p>
<p><strong>3 &#8211; Autoconhecimento:</strong> a psicoterapia ajuda no processo de autoconhecimento, permitindo que você entenda melhor seus pensamentos, emoções, padrões de comportamento e crenças. Isso proporciona uma base sólida para o crescimento pessoal e a tomada de decisões mais conscientes.</p>
<p><strong>4 &#8211; Resolução de problemas:</strong> a prática também fornece suporte e orientação para lidar com problemas e desafios em diferentes áreas da vida, como relacionamentos, trabalho e família. Portanto, ela oferece estratégias e habilidades para resolver problemas de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong>5 &#8211; Melhoria dos relacionamentos:</strong> ela pode ajudar a melhorar os relacionamentos interpessoais, fornecendo dicas sobre dinâmicas familiares e padrões de comunicação.</p>
<p><strong>6 &#8211; Trauma e superação:</strong> a terapia é eficaz no tratamento de traumas passados, permitindo que você processe e supere experiências dolorosas. O psicólogo pode ajudá-lo a encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com as consequências do trauma e desenvolver resiliência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quais são os principais tipos de terapia?</strong></h3>
<p>Existem diferentes tipos de terapia, cada uma com um campo de estudo e buscando fornecer apoio em assuntos e temas diversos.</p>
<p>Vamos explicar e falar um pouco sobre os principais tipos para você saber qual é a melhor para você. Confira!</p>
<p><strong>1- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong></p>
<p>A TCC é uma abordagem terapêutica que se concentra na relação entre pensamentos, emoções e comportamentos.</p>
<p>Ela faz parte da linha de pensamento de que nossos padrões de pensamento podem influenciar nossa maneira de sentir e agir.</p>
<p>Assim, durante a terapia, o terapeuta ajuda o paciente a identificar pensamentos negativos e padrões de comportamento prejudiciais.</p>
<p>Em seguida, trabalha-se na substituição desses padrões por pensamentos e comportamentos mais saudáveis.</p>
<p>A TCC é geralmente um tratamento de curta duração, com foco em objetivos específicos a serem alcançados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Terapia Psicodinâmica</strong></p>
<p>A terapia Psicodinâmica é baseada nas teorias de Freud e explora os processos inconscientes e as experiências passadas do indivíduo.</p>
<p>Portanto, o terapeuta ajuda o paciente a analisar como eventos do passado influenciam seus pensamentos, sentimentos e comportamentos atuais.</p>
<p>Então, o objetivo é aumentar a compreensão de si mesmo, identificar padrões de comportamento repetitivos e promover mudanças duradouras.</p>
<p>A terapia Psicodinâmica geralmente ocorre em sessões semanais de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Terapia Humanista</strong></p>
<p>A terapia humanista enfatiza a importância do crescimento pessoal, da autoaceitação e da confiança.</p>
<p>Assim, nesse tipo de terapia, o terapeuta cria um ambiente de apoio, empático e não julgador para ajudar o paciente a explorar seus sentimentos e experiências.</p>
<p>A terapia humanista valoriza a relação terapêutica, na qual o terapeuta mostra genuíno interesse e respeito pelo paciente.</p>
<p>Portanto, o objetivo é capacitar o indivíduo a buscar seu potencial máximo, encontrar significado em sua vida e promover o autodesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Terapia Familiar</strong></p>
<p>A terapia familiar se concentra nas dinâmicas e no conforto entre os membros de uma família.</p>
<p>O terapeuta trabalha com a família como um todo, em vez de focar apenas em um indivíduo.</p>
<p>Então, o objetivo é melhorar a comunicação, resolver conflitos e fortalecer os relacionamentos familiares.</p>
<p>Durante as sessões, são discutidos problemas específicos, como questões conjugais, problemas de comunicação, dificuldades na educação dos filhos ou situações de mudança.</p>
<p>Entre os tipos de terapia, a terapia familiar é a que mais visa promover a compreensão mútua, o apoio emocional e criar um ambiente saudável para todos os membros da família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Terapia de Grupo</strong></p>
<p>Uma terapia de grupo envolve a participação de várias pessoas que enfrentam desafios ou problemas semelhantes.</p>
<p>O terapeuta facilita as sessões, proporcionando um ambiente seguro e confidencial para que os membros do grupo compartilhem suas experiências.</p>
<p>A terapia de grupo pode ser uma fonte de suporte emocional, validação e feedback dos outros participantes.</p>
<p>Os membros do grupo podem aprender com as experiências uns dos outros, obter diferentes perspectivas e desenvolver habilidades de relacionamento.</p>
<p>Convém destacar que a terapia de Grupo é especialmente útil para problemas como ansiedade social, dependência química, transtornos alimentares, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como escolher a terapia ideal para você?</strong></h3>
<p>Escolher entre os tipos de terapia qual é a ideal para você é uma decisão pessoal e dependerá das suas necessidades, influências e circunstâncias individuais.</p>
<p>No entanto, aqui estão algumas considerações para ajudá-lo a escolher a terapia adequada:</p>
<p><strong>1 &#8211; Identifique suas necessidades:</strong> reflita sobre quais são as principais questões ou desafios que você está enfrentando. Por exemplo, você está lidando com ansiedade, depressão, conflitos familiares ou problemas de relacionamento? Identificar suas necessidades ajuda a direcionar a escolha da terapia mais apropriada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Analise a relação terapêutica:</strong> a relação entre terapeuta e cliente é fundamental para o sucesso da terapia. Procure um terapeuta com o qual você se sinta confortável e em quem confie.</p>
<p><strong>3 &#8211; Pesquise as abordagens terapêuticas:</strong> leia sobre suas características, métodos e resultados típicos. Considere como cada abordagem pode se adequar às suas necessidades e objetivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se estiver em dúvida ou sentir dificuldade em escolher a terapia adequada, é recomendável procurar a ajuda de um profissional de saúde mental.</p>
<p>O psicólogo vai avaliar sua situação e recomendar a abordagem terapêutica com base nas suas necessidades individuais.</p>
<p>Lembre-se de que a terapia é uma jornada pessoal e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.</p>
<p>Portanto, é importante encontrar uma terapia que combine com você e que atenda às suas necessidades específicas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ciúme pode provocar dor física: como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 13:36:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar  O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar</em></p>
<p><em> </em>O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com os impactos emocionais e até físicos que ele gera.</p>
<h3>Por que sentimos ciúme?</h3>
<p>A explicação para os muitos efeitos causados pelo ciúme vem da neurociência e da reação que ele provoca em nosso cérebro. O ciúme tem origem na sensação de insegurança, de inferioridade e do medo que a outra pessoa encontre alguém mais interessante.</p>
<p>Existem vários fatores que fazem com que esse sentimento apareça, principalmente o que a pessoa pensa de si mesma. Na maioria das vezes, ela não se sente suficiente e pode<span id="more-2407"></span> enxergar o seu companheiro como uma ameaça, acha que ele não é fiel, gerando, assim, uma desconfiança dentro do relacionamento.</p>
<p>O ciúme, entretanto, é um<strong> </strong>sentimento normal em uma relação, é como um cuidado no relacionamento. O ciúme normal é transitório e surge por um motivo real, por exemplo: medo de perder a pessoa amada. O problema está quando esse ciúme se torna algo patológico, que faz mal de verdade. É o caso do <strong>ciúme doentio</strong>. Nesse caso, ele desencadeia distúrbios emocionais, como a ansiedade e a depressão, e a pessoa tende a ter um comportamento autodestrutivo.</p>
<h3>Ciúme provoca dores</h3>
<p>Outro aspecto curioso do ciúme é que ele tem a capacidade de provocar dor física &#8211; geralmente uma dor no peito. A neurociência diz que o ciúme ativa uma parte do cérebro com mais intensidade, que é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa é uma área também correlacionada às dores físicas do corpo.</p>
<p>Por sinal, essa região cerebral é a mesma ativada quando estamos com inveja, outro sentimento que também provoca impactos concretos no corpo, segundo revista científica. Por isso, é muito importante aprender a lidar com essas sensações, de forma a evitar consequências que comprometam nosso bem-estar.</p>
<h3>Como controlar o ciúme</h3>
<p>Para controlar o ciúme e não torná-lo um empecilho no relacionamento, aqui estão algumas dicas para quem deseja lidar melhor com o sentimento: o primeiro ponto é compreender que, ao se sentir sob ameaça, nem todo medo é real. Tem muitas coisas em volta que podem despertar seu ciúme, mas nem tudo está de fato está acontecendo.</p>
<p>Não se trata de enxergar a pessoa ciumenta como alguém descontrolado, mas, sim, partir do pressuposto que o medo e a insegurança devem ser investigados e entender se o sentimento tem realmente sentido. Antes de qualquer coisa, pergunte: isso que estou sentindo está baseado na realidade? É uma ameaça real? Ou é só uma sensação comigo mesmo? Quando chegamos à conclusão de que não tem a ver com o outro, o próximo passo é trabalhar essas questões de insegurança.</p>
<p>Entretanto, se algo no relacionamento for detectado, o melhor é demonstrar o que te faz mal na relação &#8211; mas nunca com ataques. Quando o ciúme é normal, um bom diálogo entre o casal consegue resgatar e manter a confiança e a harmonia.</p>
<p>Em uma relação, quando um dos lados sempre está desconfiando de tudo, e o outro lado não está fazendo nada para desencadear isso, essa situação desgasta o relacionamento, diminuindo o valor da pessoa diante do(a) parceiro(a).</p>
<p>Quando a frequência e a intensidade desse ciúme são incontroláveis, é fundamental buscar ajuda especializada para se tratar. Caso a situação não seja resolvida entre o casal, existe a possibilidade de investir na psicoterapia &#8211; tanto a individual, quanto a terapia de casal.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Relacionamentos tóxicos: aprenda a identificá-los</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 01:43:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando nos envolvemos com alguém, nem sempre nos damos conta de algumas características nocivas desta pessoa. Estamos tão envolvidos emocionalmente que ignoramos os sinais que são dados desde o início. E depois de um tempo, quando o encantamento diminui, e faz parecer que as lentes dos nossos óculos da vida começam a desembaraçar, nos damos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando nos envolvemos com alguém, nem sempre nos damos conta de algumas características nocivas desta pessoa. Estamos tão envolvidos emocionalmente que ignoramos os sinais que são dados desde o início.</p>
<p>E depois de um tempo, quando o encantamento diminui, e faz parecer que as lentes dos nossos óculos da vida começam a desembaraçar, nos damos conta que estamos em um relacionamento recheado de brigas, discussões e ao nosso lado está alguém que não nos completa, nem mesmo nos faz feliz.</p>
<p>Mas mesmo assim, sentimos que há algo que nos prende a esta pessoa.</p>
<p><strong>Sinais do relacionamento tóxico:</strong><span id="more-2240"></span></p>
<p><strong>Acúmulo de chateações:</strong></p>
<p>Ao invés de conversarem sobre algum incômodo na relação, vocês guardam as informações, deixando isso virar uma grande bola de neve, e optam por revelar esses incômodos em um momento oportuno, quando outra discussão vem à tona.</p>
<p>Se na hora que acontecer a situação desconfortável você não se sentir confortável para falar, deixe a poeira baixar e converse. Ficar acumulando todos os vacilos e soltar de uma vez só, não vai resolver nada.</p>
<p><strong>Crítica desmedida:</strong></p>
<p>No início do relacionamento até achamos que encontramos a pessoa perfeita. Mas na verdade esta perfeição não existe. As críticas são naturais e acontecem, porém, quando feitas de maneira desmedida tornam a relação tóxica.</p>
<p>Já parou para refletir se as críticas que você recebe são para lhe diminuir? Se sim, não permita que isso aconteça.</p>
<p><strong>Energia negativa:</strong></p>
<p>Se você, ao estar com seu parceiro ou sua parceira sente um certo desconforto, um clima tenso, se você está em constante estado de ansiedade e não consegue fazer nada direito, estes são sinais de que a energia entre vocês é pesada e negativa. Ou seja, estás vivendo um relacionamento tóxico.</p>
<p><strong>Você fica “pisando em ovos” quando estão juntos:</strong></p>
<p>Quando vocês passam muito tempo juntos, você começa a sentir-se ansiosa(o) querendo ir embora, porque pensa que a qualquer momento pode começar uma briga entre vocês? Você fica “pisando em ovos” porque ele/ela pode explodir por qualquer motivo?</p>
<p>O parceiro(a) deve ser alguém que gostamos de estar junto. Mesmo com momentos de estresse e divergências não deve ser cercado pela angústia. É fundamental a confiança e o respeito, mesmo que vocês pensem diferente.</p>
<p><strong>Você não é você mesma:</strong></p>
<p>Mudar faz parte do ser humano, e na maioria das vezes é muito positivo. Em um relacionamento não é diferente, mudar para a mesma direção é ótimo. Porém quando a mudança é para direção que você não quer, e que você acaba não se reconhecendo como pessoa, é um sinal de alerta.</p>
<p>Faça um teste: se você se comporta diferente quando está com seus amigos e sem seu companheiro(a) e eles percebem isso, é sinal de que a relação está intoxicada.</p>
<p><strong>Sua relação traz à tona suas piores qualidades:</strong></p>
<p>Você vive em estado de tensão, a ponto de as pessoas não te reconhecerem mais, inclusive se afastarem de você. Provavelmente seu companheiro(a) está eliciando em você suas piores qualidades, aquelas que você as mantinha guardadas e raramente utilizava.</p>
<p>Se seus amigos estão te relatando que você está diferente de forma negativa, fique atento(a)!</p>
<p><strong>Há uma constante luta pelo poder:</strong></p>
<p>É normal discutir em uma relação, porém, quando essa discussão parece estar focada em quem vai ganhar a briga ao invés de resolver o conflito.</p>
<p>Se a preocupação de um dos dois é estar no controle mais do que resolver a situação, para que caminho esta relação está indo? Relacionamento é como gangorra, para os dois se darem bem é preciso que ela esteja equilibrada.</p>
<p><strong>Frequentes crises de ciúme:</strong></p>
<p>Para algumas pessoas o ciúme é sinal de proteção e amor. Mas existem outras formas mais saudáveis de cuidar, proteger e amar.</p>
<p>O ciúme indica falta de confiança. E como manter relação saudável sem confiança? Em uma relação saudável você deve ter a liberdade de ser quem você é e confiar na pessoa. Vale lembrar que o ciúme obsessivo é uma doença e há tratamento para isso.</p>
<p><strong>Você não enxerga o futuro da relação:</strong></p>
<p>Não estou falando em ter planejamento a dois até o final dos seus dias. Mas é natural, em um relacionamento, que haja planos para curto e médio prazo, como por exemplo: a viagem das próximas férias.</p>
<p>Se você não consegue visualizar nada a dois, por que desperdiçar o seu tempo?</p>
<p><strong>Você simplesmente não está feliz:</strong></p>
<p>Se o seu relacionamento está tão pesado quanto aquele projeto difícil, ou aquela matéria que você precisa passar na faculdade, então, talvez, seja a hora de deixá-lo de lado.</p>
<p>Muitas vezes as coisas que planejamos não saem conforme o pensado. Porém para estarmos em um relacionamento é preciso que tenhamos mais momentos de felicidade do que de ansiedade, preocupação, etc. Se você doa tudo de si e não recebe nada em troca, qual o sentido de ter alguém ao seu lado?</p>
<p><strong>Não há apoio nas suas escolhas de vida ou metas:</strong></p>
<p>Se você já ouviu comentários que seus sonhos e metas são estúpidos ou que você nunca vai alcançar seus objetivos, talvez tenha que rever sua relação.</p>
<p>Alguém que te quer bem, apoia suas decisões mesmo que não concorde com elas. Inclusive, a sua felicidade é importante para quem te ama.</p>
<p><strong>Tudo é culpa sua:</strong></p>
<p>Você é a raiz de todo mal. Qualquer coisa que dê errado é culpa sua. Ele/ela culpa você por todas as suas inseguranças, e é incapaz de pedir desculpas caso perceba que seu comportamento está errado. Isso é um grande sinal de alerta para o relacionamento tóxico.</p>
<p><strong>Frequentes ameaças de término do relacionamento:</strong></p>
<p>Esse é clássico! Esse jogo é cruel, sempre que o outro está insatisfeito ameaça romper o relacionamento. Isso pode acontecer principalmente se ele/ela sabe que você vai implorar para que ele não vá embora. Pessoas assim se alimentam da carência e inconscientemente procuram parceiros(as) que possam controlar.</p>
<p><strong>Suspeitas acontecem o tempo todo:</strong></p>
<p>Todo relacionamento precisa de um nível de privacidade. E para isso é fundamental confiar um no outro. Se ele/ela quer saber constantemente o que está rolando no seu espaço de privacidade, isto mostra um nível tóxico de controle.</p>
<p>É humilhante. O relacionamento é entre adultos, e não é necessário supervisão constante. E caso venha o sentimento de culpa depois que você disse a ele/ela que não o deixaria acessar suas coisas, este é um ponto crucial para que busque ajuda e saia desta relação.</p>
<p><strong>Dependência:</strong></p>
<p>Em um relacionamento tóxico há dependência do outro, tanto financeira, emocional ou física. Quando você dá sinais de que vai cuidar de si, o outro detesta e tentar manter você sob controle.</p>
<p>E por vezes, o outro faz você acreditar que não tem capacidade para realizar seus planos. Além de não dar atenção para seus sentimentos que não tenham relação com ele/ela.</p>
<p>Se você identificou alguns dos sinais acima no seu relacionamento, talvez esteja na hora de deixar ir, seguir o seu caminho sem esta pessoa.</p>
<p><strong>Como se curar de um relacionamento tóxico?</strong></p>
<p>De fato, não é tarefa simples. Na maioria das vezes as pessoas negam a situação, e não enxergam o quão doentio é insistir em algo que prejudica tanto a saúde emocional, mental e física.</p>
<p>O primeiro passo para sair do relacionamento tóxico é aceitar que está dentro de um. O segundo passo é construir um sistema de apoio, deixando as pessoas se aproximarem e ajudarem.</p>
<p>É fundamental também o investimento no autoconhecimento, para conseguir enxergar o que te fez escolher se manter em um relacionamento assim.</p>
<p>Alguns exercícios que ajudam é desabafar escrevendo, ler livros de autoajuda, e o principal, procurar um psicólogo para ressignificar o que foi vivido e construir um futuro melhor para as próximas relações.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhá-lho  com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Fobia Social: o que é e como tratá—la!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Ansiedade social]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é fobia social e técnicas de tratamento Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é fobia social e técnicas de tratamento</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com familiarização da situação, então isso pode ser um sinal de <strong>f</strong><strong>obia social</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Também conhecida como transtorno ansioso social, trata-se de um dos distúrbios de ansiedade mais comuns no mundo, afetando entre 3,5% a 16% da população mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de sua pluralidade, esse transtorno precisa ser tratado o quanto antes, principalmente por sua dificuldade em se diferenciar de uma timidez excessiva. A falta de tratamento da fobia social pode fazer com que o paciente, no ápice da doença, chegue ao ponto de cortar qualquer tipo de relacionamento social, prejudicando sua vida pessoal e profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Causas da sociofobia</strong></h2>
<p><span id="more-1403"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse distúrbio mental geralmente se inicia na adolescência, mas nada o impede de também ocorrer durante a infância eu até na vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a grande maioria dos transtornos mentais, a fobia social é iniciada devido a inúmeros fatores, que mesclam questões internas, relacionadas ao emocional do paciente, com temas externos, relacionadas aos desafios propostos por um ambiente desconhecido do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais causas e fatores são:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Hereditariedade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É muito comum que pessoas de uma mesma família apresentem sinais de qualquer tipo de transtorno de ansiedade. Mesmo assim, ainda não há nada comprovado sobre essa relação direta entre os distúrbios e a genética.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Estrutura cerebral</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que possuem a amígdala cerebelosa, responsável pelo controle de nossas emoções, mais hiperativa apresentam maiores chances de sentirem ansiedade e insegurança em situações sociais.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Traumas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas, principalmente crianças, que sofrem bullying, ridicularização ou humilhação pública são mais propensas a sofrerem desse distúrbio. Assim, como vítimas de traumas e acontecimentos negativos (problemas familiares ou abuso sexual) durante a infância e adolescência.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Temperamento do indivíduo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Crianças e adolescentes que sempre se mostraram mais tímidos são mais propensos a sofrerem desse transtorno. A certeza pode ser tida quando eles tiveram dificuldade em encarar novos desafios ou interagir com novas pessoas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Novas demandas sociais ou profissionais</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Atividades como interagir com desconhecidos, ter que falar em público ou até mesmo apresentar um trabalho são demandas que podem desencadear os sintomas da fobia social no indivíduo.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><strong> Sentimento de não aceitação de si mesmo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A não aceitação de si mesmo, principalmente fisicamente, devido a um problema no rosto, no corpo ou na pele, gagueira e outras doenças visíveis aumentam as chances de a pessoa desenvolver o transtorno.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de desconforto em momentos sociais e a timidez, principalmente em crianças, não são sintomas que necessariamente apontam para a fobia social. É importante lembrar que cada pessoa se comporta socialmente de forma diferente, devido à sua personalidade. É muito comum existirem pessoas mais reservadas e outras que são bem mais extrovertidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os sintomas do transtorno de ansiedade social são muitos outros e bem mais complexos do que esses. Eles podem ser divididos em sintomas emocionais, físicos e de atitude.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. Sintomas emocionais</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">São os sintomas da fobia social que mesclam o emocional com o comportamento do indivíduo. Geralmente, são sensações muito acentuadas, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação por passar momentos constrangedores ou humilhantes;</li>
<li>Medo de situações em que poderá ser julgado ou que tenha que interagir com quem não conheça;</li>
<li>Ansiedade alta ao esperar por um evento ou por algo;</li>
<li>Medo de demonstrar sintomas físicos que podem lhe constranger, como voz ou mãos trêmulas, excesso de suor ou rubor facial;</li>
<li>Esquiva por medo de constrangimento em fazer coisas em público, falar com pessoas ou onde possa ser considerarado o centro das atenções.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Assim, quem sofre dessa fobia sente-se incapacitado de realizar atividades bem comuns do dia a dia, como: fazer contato visual, iniciar conversas, namorar, frequentar festas e eventos sociais, ir ao trabalho ou à escola, usar banheiros públicos, entrar em uma sala onde todos já estão sentados, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Sintomas físicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já, os sintomas físicos mais comuns dessa fobia e que acompanham os emocionais, são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dor no estômago ou náuseas;</li>
<li>Tontura ou vertigem;</li>
<li>Batimento do coração acelerado;</li>
<li>Diarreia;</li>
<li>Tensão muscular</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos para fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os mais tratamentos mais comuns para a fobia social são a psicoterapia e o uso de medicamentos. Como de costume, esses dois tipos de tratamentos devem ser utilizados juntos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Psicoterapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as diversas opções de psicoterapia a que apresenta os melhores resultados para o tratamento de fobia social é a psicoterapia cognitiva comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente aprende a compreender seus pensamentos de cunho negativo, a ponto de obter uma disposição para alterá-los, graças ao desenvolvimento de habilidade para adquirir confiança em si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ramo se encontra a terapia cognitivo-comportamental, geralmente a mais comum para esse transtorno. O paciente é exposto com frequência a situações que lhe causam medo e ansiedade, a fim de adquirir maior confiança para encará-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Uma nova terapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, vale destacar um novo tipo de tratamento da ansiedade social que se utiliza de uma novíssima tecnologia. É a terapia de exposição à realidade virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente vivencia, em cenário controlável e fictício, as principais situações que lhe causam pavor. Ela é realizada com imagens 3D, graças ao uso dos óculos estereoscópicos e fones de ouvido de altíssima tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de recente, essa técnica de tratamento já vem apresentando resultados muitos satisfatórios, inclusive aqui no Brasil. Onde, em estudo realizado pelo Instituto de Psiquiatria da USP com 21 pacientes, obteve 70% de redução dos sintomas da ansiedade social.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>f</strong>obia social é fácil de ser diagnosticada e, o mais importante, tratada. Assim, ao verificar qualquer um desses sintomas ou situações que foram apresentadas aqui, busque ajuda. As chances de sucesso são ainda maiores quando o diagnóstico é precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos o que é a Fobia Social. Além disso, quais são os sintomas e formas de tratamento. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada. mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>Terapia online: quais as vantagens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Sep 2018 18:03:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tecnologia já possibilitou grandes mudanças em diversos setores profissionais, inclusive no da psicologia. Graças aos chats, e-mails e também às chamadas de vídeo, agora existe a opção da sessão de terapia online. Apesar de ainda ser visto com certa desconfiança, esse tipo de sessão pode trazer ótimos resultados aos pacientes, além de algumas vantagens&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A tecnologia já possibilitou grandes mudanças em diversos setores profissionais, inclusive no da psicologia. Graças aos chats, e-mails e também às chamadas de vídeo, agora existe a opção da sessão de terapia online. Apesar de ainda ser visto com certa desconfiança, esse tipo de sessão pode trazer ótimos resultados aos pacientes, além de algumas vantagens para o profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Indicaremos 5 dessas vantagens no artigo de hoje. Confira!<span id="more-1049"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Evita o deslocamento do profissional e do paciente</h3>
<p style="text-align: justify;">Um dos problemas das grandes cidades é justamente a dificuldade de locomoção, que faz com que horas sejam perdidas durante o trajeto, além do tempo necessário para estacionar o carro. Em uma sessão de terapia online isso não será uma preocupação, já que o paciente precisará apenas de um dispositivo com acesso à internet, seja em sua casa ou em outro lugar em que se sinta à vontade para que o atendimento seja realizado.</p>
<p style="text-align: justify;">A ausência da necessidade de locomoção também pode abrir grandes possibilidades, como o atendimento de pessoas de outras localidades e até de quem more no exterior.</p>
<h3 style="line-height: 125%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;"></h3>
<h3 style="line-height: 125%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;">2. Há uma flexibilidade maior de horários</h3>
<p style="line-height: 150%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;">Algumas pessoas deixam de fazer terapia por conta da rotina agitada, viagens ou outros compromissos que impedem o comparecimento às sessões. Quando todo o processo é feito online isso não é um problema, já que a sessão de terapia pode ser feita em horários mais flexíveis, basta que paciente e profissional entrem em comum acordo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Os custos são reduzidos</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao analisar os custos de oferecer sessões presenciais, é possível perceber que gastos, como aluguel, água, luz, limpeza, entre outros acabam encarecendo as consultas. Já nas terapias online o profissional pode oferecê-las de qualquer lugar, cortando os custos, o que influenciará na hora de definir o preço da sessão de psicoterapia.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Promove a acessibilidade</h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com deficiência, infelizmente, ainda têm muita dificuldade para se locomover nas ruas. São muitos os obstáculos e empecilhos que podem provocar o desânimo e a desistência de um tratamento. Como nas sessões de terapia online não é necessário que elas enfrentem esses contratempos, pode-se dizer que esse tipo de atendimento promove a acessibilidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5. O paciente se sente mais confortável</h3>
<p style="text-align: justify;">O conforto é uma das principais vantagens, tanto para o paciente quanto para o psicocólogo. Em casos como síndrome do pânico e agorafobia, em que existe uma dificuldade maior em sair de casa, as sessões feitas por meio da internet permitem que esse paciente consiga dar prosseguimento na terapia mais facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, existem muitos meios para que as sessões aconteçam, como os chats, as mensagens instantâneas, as videoconferências e o psicólogo precisa sugerir a abordagem que proporcionará o conhecimento sobre o paciente e a maior abertura emocional possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que os jovens estão acostumados a relacionar-se por meio de mensagens, utilizar esse método pode fazer com que eles se sintam mais seguros para compartilhar suas emoções. No entanto, é importante ressaltar que as terapias feitas por chamadas de vídeo, em programas como o Skype, são as que mais se assemelham a presencial. Isso porque nelas o psicólogo consegue ver o paciente e analisar sua expressão corporal para conduzir o tratamento da melhor forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, uma boa maneira de conseguir ótimos resultados é combinar diferentes métodos, incluindo o vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o profissional verificar que o caso é mais complexo e precisa realmente ser feito de modo presencial, ele pode conversar com o paciente e alterar a forma como as sessões serão realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Transtorno de ansiedade social: o que é isso e como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 20:30:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público? É o caso de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público?</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de quem sofre do transtorno de ansiedade social, também chamada de fobia social ou sociofobia. Trata-se de medo, preocupação e <span id="more-1029"></span>ansiedade excessivos relacionados às interações e situações sociais. Só o fato de estar em um ambiente com outras pessoas já provoca incômodo e aflição.</p>
<p style="text-align: justify;">A fobia social é mais comum do que se imagina. Aprofunde seus conhecimentos sobre a ansiedade social com as informações a seguir.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são os sintomas?</h3>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas se dividem entre físicos, comportamentais e emocionais. O indivíduo pode se sentir vigiado e muito desconfortável ao compartilhar o mesmo ambiente ou interagir, temendo ser julgado e vivenciar situações constrangedoras; pode evitar até mesmo comer e trabalhar na presença de outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça os sintomas mais comuns!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Físicos</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Apresentar tremedeira e náuseas;</li>
<li>sensação de desmaio;</li>
<li>diarreia e dor abdominal;</li>
<li>dor de cabeça;</li>
<li>tensão muscular;</li>
<li>batimentos cardíacos acelerados;</li>
<li>mãos suadas e frias;</li>
<li>garganta e boca secas;</li>
<li>suor em excesso;</li>
<li>rubor na face.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Comportamentais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar contato visual;</li>
<li>evitar a todo custo ser o centro das atenções, seja deixando de ir a certos eventos sociais ou evitando falar sobre qualquer coisa;</li>
<li>ficar confuso e atrapalhado;</li>
<li>hesitar e gaguejar ao falar, soar trêmulo;</li>
<li>locomover-se ou gesticular de forma pouco natural;</li>
<li>evitar lugares cheios onde, geralmente, há interações sociais.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Emocionais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sentir um medo irracional ao pensar que vai interagir com outras pessoas, especialmente desconhecidos ou indivíduos que ocupem posições superiores à ele;</li>
<li>perceber que está ansioso e ficar ainda mais ansioso e apavorado por não conseguir conter o medo e a preocupação;</li>
<li>medo excessivo de ser julgado, criticado, analisado, humilhado, passar vergonha e ser expor ao ridículo;</li>
<li>enfrentar um ciclo vicioso em que se sente extremamente ansioso e preocupado antes das situações sociais e libera uma onda de pensamentos negativos direcionados a si mesmo que são reforçados durante e após as interações sociais;</li>
<li>baixa autoestima e relacionamento intra e interpessoais deficientes.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são as causas?</h3>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de ansiedade social se manifesta com mais frequência durante a adolescência, mas pode aparecer em qualquer fase da vida. Caso não seja tratada, tende a piorar com o tempo e levar ao isolamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns fatores podem contribuir para que uma pessoa desenvolva a fobia social. Entre eles: pais que sofrem do mesmo problema, vivenciar situações de humilhação, rejeição e bullying durante a infância, traumas relacionados a abusos sexuais e emocionais, entre outras experiências negativas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como é feito o diagnóstico?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Para realizar o diagnóstico, o médico pode pedir ao paciente que responda a um questionário que aborde os sintomas e frequência com que se repetem. Os sintomas físicos que o paciente apresenta, fazem com que o profissional da saúde em questão solicite outros tipos de exames para excluir problemas de saúde de ordem física e comprovar se os sintomas apresentados realmente derivam de fenômenos psicológicos e emocionais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como a fobia social é tratada?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Os tratamentos disponíveis podem aumentar consideravelmente a qualidade de vida do paciente. A psicoterapia é uma possibilidade, mas há também os medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na psicoterapia há diferentes técnicas que tem por objetivo reeducar a percepção que o paciente tem de si e dos outros e treinar a exposição e interação social. Entre elas podemos citar a terapia cognitiva comportamental, dissolução gradual das distorções cognitivas e o treinamento de habilidades sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos medicamentos, podem ser receitados ansiolíticos e antidepressivos; em situações mais severas também se pode fazer uso de anticonvulsivantes e betabloqueadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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		<title>5 passos para superar uma lembrança traumática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 15:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda profissional]]></category>
		<category><![CDATA[lembrança traumática]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismo de defesa]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[superação]]></category>
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					<description><![CDATA[Superar uma lembrança traumática é, na maioria dos casos, uma tarefa difícil que precisa ser enfrentada antes que prejudique as pessoas ao longo da vida e mude sua personalidade e seu modo de ser. O trauma é definido como uma ferida psíquica que as pessoas sofrem como consequência de um evento negativo em sua vida&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Superar uma lembrança traumática é, na maioria dos casos, uma tarefa difícil que precisa ser enfrentada antes que prejudique as pessoas ao longo da vida e mude sua personalidade e seu modo de ser.</p>
<p style="text-align: justify;">O trauma é definido como uma ferida psíquica que as pessoas sofrem como consequência de um evento negativo em sua vida que as afeta dramaticamente, causando dor e sofrimento emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos mudar o passado, a experiência que nos causou tanta dor (a morte de um ente querido, <span id="more-1002"></span>um relacionamento complicado ou ter sofrido abusos na infância) faz parte de nossa existência e, por vezes, tem um grande valor como experiência educacional vital, embora não tenhamos consciência disso: nos ensina e nos prepara para enfrentar situações semelhantes no futuro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Resiliência: a evolução da lembrança traumática</h2>
<p style="text-align: justify;">É curioso como, diante de uma experiência traumática, há pessoas que saem fortalecidas. Os traumas e nossas fraquezas podem ser transformados em uma prática positiva, desde que sejamos capazes de integrá-los em nossas vidas e nos adaptarmos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Extrair uma experiência positiva de um evento traumático não depende apenas da capacidade de uma pessoa, mas de uma realização de eventos em que várias pessoas e elementos intervêm para conseguir sair dessa situação fortalecidos e, portanto, aprender com ela.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Bloqueio de lembranças como mecanismo de defesa</h2>
<p style="text-align: justify;">Nossa memória funciona de maneira seletiva com as lembranças que mantém e em situações traumáticas; isto é, nesses casos, nossa memória ativa um mecanismo de defesa para ignorar o passado e poder continuar em frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Este mecanismo de defesa, em um esforço para nos proteger das situações traumáticas vivenciadas, bloqueia as lembranças negativas para evitar o sofrimento de ter que reviver aqueles momentos. A amnésia atua como um escudo de proteção contra o que não podemos assimilar por causa da dor que nos causa.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum evitar os pensamentos associados à lembrança traumática e até mesmo evitar aquelas situações, atividades, objetos ou pessoas que nos levam a lembrar o ocorrido. No entanto, a conjuntura de não lembrar essas situações traumáticas não elimina o efeito negativo que os eventos nos causaram. A dor, o pesar, o medo ou a raiva continuam presentes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como superar uma lembrança traumática</h2>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1- Confie nos que estão ao seu redor</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Tente se cercar de pessoas que possam ouvi-lo e apoiá-lo. Fale sobre o que acontece com você, externalize seus sentimentos em relação às lembranças que o atormentam e não o deixam aproveitar a vida. As pessoas de confiança irão apoiá-lo e sentirão empatia por você.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode acontecer que o trauma seja o resultado do que foi percebido, e não realmente do que aconteceu. Por exemplo, uma pessoa pode ter se sentido rejeitada ou não desejada na infância, mas isso não significa que, de fato, isso tenha acontecido. No entanto, ao viver como se este fosse o caso, sofrerá todas as consequências que derivam de um trauma emocional.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2- Tome seu tempo para se recuperar</h3>
<p style="text-align: justify;">Depois de qualquer evento traumático, há sempre um processo de recuperação até que voltamos a nos fortalecer emocionalmente. Se você vivenciou uma experiência tão negativa, seu corpo e sua mente serão afetados. Esta situação implica mudanças a nível físico, comportamental, e na maneira como você encara sua vida a partir daquele momento.</p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão do processo de recuperação dependerá de cada pessoa; é difícil estabelecer um limite, já que falamos de emoções. Um momento crucial é quando somos capazes de olhar para o passado e recordá-lo sem sentir uma dor intensa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3- Busque ajuda profissional</h3>
<p style="text-align: justify;">Em determinados casos, a causa do trauma não é clara. O principal, neste caso, é descobri-la para entender o porquê do problema e, a partir daí, tentar resolver. É aconselhável procurar um profissional para que, através do trabalho terapêutico, seja possível encontrar a origem desse caos emocional.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; Dedique tempo a si mesmo</h3>
<p style="text-align: justify;">Tente redirecionar sua vida refletindo sobre como vai encarar o futuro. Procure grupos de apoio que falem de experiências semelhantes para expressar suas dúvidas, medos e emoções, em um ambiente acolhedor onde irão entendê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Retome sua vida social, fique com seu grupo de amigos. O importante é que você permaneça ativo. Procurar algum curso ou centro de reunião lhe servirá de distração e aumentará sua autoestima. Pratique exercício físico. Força, flexibilidade e equilíbrio são os três pilares sobre os quais se ergue nossa saúde, especialmente quando a lembrança traumática nos envolve.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5- Dê um sentido à sua vida</h3>
<p style="text-align: justify;">Se você procurar um significado em sua vida, sua valorização pessoal aumentará e você encontrará uma justificativa para seus atos. Isso impedirá que a angústia enfraqueça seu estado de espírito e, além de fortalecer sua resiliência, impedirá que a lembrança traumática invada seu dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha valido a pena para você ou talvez para alguém que você conheça! Não se esqueça de deixar seu comentário! Sinta-se à vontade caso queira compartilhar esse conteúdo em suas redes sociais!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>Como gerenciar a ansiedade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 18:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[mal da vida moderna]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas ansiosas]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Dificuldade de concentração e irritabilidade estão entre os sintomas; mudanças no estilo de vida podem auxiliar no gerenciamento deste sentimento e apreensão. Considerada como o mal da vida moderna, a ansiedade é uma resposta normal do organismo a cenários de incerteza e a situações que interferem na rotina, como uma entrevista de emprego, problemas financeiros,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dificuldade de concentração e irritabilidade estão entre os sintomas; mudanças no estilo de vida podem auxiliar no gerenciamento deste sentimento e apreensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerada como o mal da vida moderna, a ansiedade é uma resposta normal do organismo a cenários de incerteza e a situações que interferem na rotina, como uma entrevista de emprego, problemas financeiros, apresentação de um trabalho, fim de um relacionamento, morte de uma pessoa querida. Pessoas ansiosas costumam apresentar alguns sintomas<span id="more-919"></span> que podem levar dias, semanas ou meses para desaparecer. Inquietação, cansaço contínuo, dificuldade de concentração, irritabilidade e dificuldade para dormir ou permanecer dormindo são os sintomas mais comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos revelam que a ansiedade pode impactar negativamente no estilo de vida das pessoas. Elas tendem a ficar menos motivadas para o exercício físico e mais propensas a ingestão de bebidas alcóolicas e de alimentos com alta base de gordura e açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia e que e possível administrar de forma mais tranquila a preocupação com situações circunstânciais, incorporando a rotina algumas dicas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Invista em voc</strong><strong>ê</strong><strong>:</strong> reserve tempo para atividades que possam relaxar, como massagem, caminhadas, meditação e yoga.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Deixe seu dia mais produtivo: </strong>liste metas diárias e elimine da listagem sempre que alcançar uma delas. Isso nos traz satisfação.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Aproxime-se de amigos e familiares: </strong>crie oportunidades para colocar o papo em dia e estar próximo de pessoas que lhe façam bem.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Cuide das finanças:</strong> se o salário costuma não ser suficiente para passar o mês, crie estratégias para organizar suas despesas e planejar o futuro.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Aceite que voc</strong><strong>ê</strong> <strong>não pode controlar tudo:</strong> mantenha uma attitude positiva e esforce-se para substituir pensamentos negativos por positivos.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Prefira refei</strong><strong>ções</strong><strong> equilibradas:</strong> escolha vegetais, frutas, grãos integrais, alimentos ricos em fibras e fontes magras de proteína como peixes.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Limite o consumo de álcool:</strong> consumo moderado de álcool equivale a uma dose diária para as mulheres e duas doses para os homens. Uma dose é igual a 90 ml de vinho tinto, uma latinha de cerveja ou 50 ml de destilados.<strong><br />
</strong></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Exercite-se regularmente: </strong>150 minutos semanais de atividade aeróbica moderada ou 75 minutos de atividade aeróbica intensa podem ajudar reduzir estados depressivos.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Faça terapia: </strong>as técnicas de relaxamento podem ajudar a acalmar e encontrar novamente o equilíbrio emocional, por isso, pode ser uma boa ideia procurar um psicoterapeuta quando achar que não consegue vencer seus problemas emocionais sozinho. Este profissional poderá indicar algumas estratégias para se acalmar e irá promover o auto conhecimento, que é de grande ajuda para conseguir determinar o que a pessoa realmente deseja. Assim ela poderá encontrar o caminho para solucionar os problemas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha auxiliado sua aprendizagem em como gerenciar sua ansiedade e, se realmente gostou, compartilhe o link com seus amigos, familiares e em suas redes sociais! Todos merecem saber mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Forte abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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		<title>Autoengano: a arte de mentir para si mesmo</title>
		<link>https://bemvivermais.com/autoengano-a-arte-de-mentir-para-si-mesmo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2017 00:11:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Autoengano]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sabotagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Como pode uma pessoa saber e ao mesmo tempo não saber? Como é que evitamos perceber as coisas? Às vezes, parece que temos a capacidade de anestesiar alguns aspectos ou situações de nossas vidas para não sofrer e seguir em frente.   A definição de autoengano Robert Trivers define autoengano como o ato de mentir&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como pode uma pessoa saber e ao mesmo tempo não saber? Como é que evitamos perceber as coisas? Às vezes, parece que temos a capacidade de anestesiar alguns aspectos ou situações de nossas vidas para não sofrer e seguir em frente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A definição de autoengano</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Robert Trivers define autoengano como o ato de mentir para si mesmo. Ele argumenta que a principal chave para explicar isso é considerar que a informação verdadeira é excluída da nossa consciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele escreveu em muitos dos seus textos que<span id="more-875"></span> <em>“Todo engano é destinado a autopromoção”</em>. É um mecanismo que sobreviveu à evolução do ser humano e faz com que ele aceite uma informação falsa como verdadeira. As mentiras se tornam inconscientes e, de alguma forma, se transformam em verdades confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a verdade é relegada ao subconsciente, a mentira se torna verdade para a pessoa e para todos os seus conhecidos. Acreditamos tanto que a ideia passa a ser verdadeira.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O autoengano</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Enfrentar nossas limitações, medos e dificuldades, é algo desafiador. Por mais que desejemos a transformação, existe uma parte de nos que sempre vai insistir para que nos acomodemos e fiquemos em nossa zona de conforto.</p>
<p style="text-align: justify;">A mente apresenta os mais diversos argumentos, visando evitar o enfrentamento que tanto nos amedronta. Há muitas formas de autoengano: ele pode se expressar através do argumento de que não se tem talento suficiente para uma atividade desejada, ou já se passou da idade para iniciar um processo de mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma muito comum de autoengano são as pessoas que, numa relação, acreditam ter o poder de mudar o outro. Elas podem permanecer durante muito tempo sendo vítimas de desrespeito e até mesmo de violência, justificando sua dificuldade de reagir, com a esperança de que a situação mudará milagrosamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a verdade e muito dolorosa para o ego, ela é relegada ao inconsciente, e a mentira se torna a verdade. As pessoas acreditam tanto em sua auto-argumentação que aquela ideia passa a ser verdadeira para elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Até mesmo aqueles que buscam uma terapia convencional ou grupos terapêuticos, podem terminar se rendendo aos argumentos da mente, de que não necessitam de ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não e fácil ter a real dimensão do quanto nos boicotamos. Muita coragem é necessária para aceitar com humildade a existência de nossa sombra e abandonar as ilusões que ela alimenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha valido a pena para você ou talvez para alguém que você conheça! Não se esqueça de deixar seu comentário! Sinta-se à vontade caso queira compartilhar esse conteúdo em suas redes sociais!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Referências:</strong></em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>https://somostodosum.ig.com.br/artigos/autoajuda/o-autoengano-15765.html</li>
<li>https://amenteemaravilhosa.com.br/poder-do-autoengano/</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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