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	<title>Arquivo de psicologos - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de psicologos - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Será que você é hipersensível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 11:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível. Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial de TV te faz chorar? Costuma sentir em si mesmo o que o outro está sentindo? Facilmente se comove com a dor alheia? <span id="more-2492"></span>Grandes catástrofes e desgraças do mundo te afetam além do que seria visto como normal? Se a maioria ou todas suas respostas foram positivas, então você faz parte dos Humanos Hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O que se pode entender sobre este tipo de pessoas? Até que ponto é bom e saudável ser deste modo e até que ponto sensíveis demais podem prejudicar a si mesmos? O que fazer ao se identificar hipersensível? E como ajudar pessoas neste padrão de funcionamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Se não formos uma pessoa hipersensível, com certeza, estaremos cercados por algum. As pesquisas mostarm que 20% da populacão o é. Para um hipersensível, diagnosticar-se como tal é algo muito importante. Na verdade, um divisor de águas. Enfim, começamos a nos entender. Não somos exagerados, mimados ou dramáticos, como quase nos fizeram acreditar. Somos dotados de uma característica peculiar e determinante, a qual, por não podermos abrir mão, é necessário que aprendamos a manejar da melhor forma possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com o passar do tempo, é difícil chegarmos a uma conclusão exata de quanto da hipersensibilidade é “defeito” (negativo) e do quanto é “qualidade” (positivo). Mas, é o que nos adjetiva, nos compõe, nos impulsiona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em razão da sensibilidade exacerbada, a dor, para nós, é &#8211; de fato &#8211; muito mais intensa. Tanto a física, quanto a emocional. A recuperação de uma cirurgia é muito mais penosa e demorada, por exemplo. Os exercícios físicos nos desgastam mais que aos demais. Uma gripe tem o poder de nos incapacitar. Entendemos, então, que não podemos servir de parâmetro para muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sentimentos, da mesma forma, são elevados ao cubo. Indiferenças nos entristecem bastante. Grosserias nos destroem. Barulhos excessivos afetam bastante os que sentem demais. Podemos ficar desconcertados com músicas muito altas, máquinas trabalhando ou pessoas gritando.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas que podem não ter grande relevância para a maioria das pessoas, para os hipersensíveis são essenciais, e seria interessante que os que conosco convivem soubessem medir as palavras usadas, lembrar datas marcantes, atentar ao tom de voz, repetir elogios e evitar estressores desnecessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hipersensíveis evitam conflitos ao máximo. Não apenas os que os envolvem, mas qualquer conflito. Presenciar uma agressão entre estranhos, por exemplo, pode os fazer sentir muito mal. Sentindo os golpes quase como se fossem dados neles.</p>
<p style="text-align: justify;">Presenciar injustiças os faz estremecer. Podem não ter nenhuma relação com a situação, mas não conseguem se manter neutros. Se, por alguma razão, não se envolvem &#8211; de fato &#8211; no ocorrido, certamente ficarão com aquilo na cabeça durante muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Empatia também é uma palavra que os define. Moradores de rua, crianças carentes e pessoas doentes os fazem murchar. Ver um animalzinho morrer pode acabar com o dia deles. Até mesmo as tristes e violentas histórias passadas cotidianamente nos noticiários os fazem muito mal. Melhor manter distância.</p>
<p style="text-align: justify;">O sofrimento alheio os atinge diretamente. Faz doer o coração. Querem ajudar a todos que vêem em necessidade. Não entendem como podem viver leve e alegremente em um mundo onde muitos estão passando por grandes dificuldades, das mais diversas ordens. A compaixão, desta forma, é imensa. Às vezes, pode até causar transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas hipersensíveis podem buscar alívio no álcool ou nas drogas, no sentido de anestesiarem o excesso de percepção e dor causado pela sensibilidade também excessiva. Muitos entram em depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles tem a vantagem, por outro lado, de ficarem bem quando sozinhos. Na verdade, um pouco de solidão é essencial para um hipersensível. Precisam acalmar a mente, colocar a casa em ordem, dar uma aliviada. O silêncio, nesse ponto, é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Expressam os sentimentos com mais facilidade do que os demais. Se estão tristes ou emocionados, chorar não é problema. Aliás, choram bastante, às vezes até sem saber exatamente o por quê. Talvez, excesso de informação. É um alívio, uma forma de extravasar o que não cabe mais dentro deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da sempre excelente dica de se fazer terapia, é bom ter alguém de confiança para os acompanhar e ajudar nas dificuldades e êxitos. Existem dicas pessoais para lidar com o dia-a-dia e principalmente para diminuir a tensão e ansiedade em relações afetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, também riem sem fazer cerimônia. Quando algo é engraçado, divertido ou excitante, ora, não há porque reprimir o sentimento. São espontâneos. Se envolvem e se empolgam com facilidade. Às vezes passam por inocentes demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também são intuitivos e, não raro, captam as emoções e sensações dos ambientes. Sentem quando não são bem vindos, quando a situação é forçada, quando a intenção não é tão boa assim. Deveriam dar mais crédito aos <em>insights</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">São pensadores profundos. A mente, efetivamente, borbulha (ainda que saibam que isso os consome). Procuram explicações, soluções, inovações. O comportamento humano os fascina. A dinâmica da vida – e da morte -, igualmente. Vivem tentando entender o mundo. Buscam o sentido das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">É trabalhoso. É sofrído. E muitas vezes, exaustivo. Mas é gostoso. É encantador. Na verdade, essencial. Não saberiam viver de outra forma, com outra intensidade. O tom é esse. A hipersensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque ajuda sempre, pois somente se conhecendo ao máximo, você poderá ter um nível maior de qualidade de vida, enxergar maior sentido no que faz e com quem se relaciona, além de estabelecer uma relação mais saudável com o mundo e seu papel nele. E volte sempre ao nosso Blog, pois a cada 10 dias temos novos e interessantes conteúdos ligados à sua saúde emocional! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- Você é um hipersensível?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html">http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">2- Nós, os hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html">http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>ESQUIZOFRENIA: 1% da população mundial é vítima da doença!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2016 16:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos Neurológicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um jovem de classe média abandona a casa dos pais para viver pelas ruas. Depois, troca o jeans de grife por cobertores fedorentos e as aulas de medicina por longas conversas com mendigos. Parece até chantagem emocional, típica de um rebelde sem causa desesperado por atenção. Este caso, no entanto, saiu de uma das gavetas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um jovem de classe média abandona a casa dos pais para viver pelas ruas. Depois, troca o jeans de grife por cobertores fedorentos e as aulas de medicina por longas conversas com mendigos. Parece até chantagem emocional, típica de um rebelde sem causa desesperado por atenção. Este caso, no entanto, saiu de uma das gavetas do psiquiatra Rodrigo Bressan, coordenador do programa de esquizofrenia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). &#8220;Há uma tendência em associar a esquizofrenia com demência. Na verdade, tratava-se de um rapaz com muito potencial. Hoje, após tratamento, cursa pós-graduação em economia na PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)&#8221;, relata o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia é uma doença mental crônica<span id="more-478"></span> que se manifesta na adolescência ou início da idade adulta. Sua frequência na população em geral é da ordem de 1 para cada 100 pessoas, havendo cerca de 40 casos novos para cada 100.000 habitantes por ano. No Brasil estima-se que há cerca de 1,6 milhão de esquizofrênicos; a cada ano cerca de 50.000 pessoas manifestam a doença pela primeira vez. Ela atinge em igual proporção homens e mulheres, em geral inicia-se mais cedo no homem, por volta dos 20-25 anos de idade, e na mulher, por volta dos 25-30 anos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia apresenta várias manifestações, afetando diversas áreas do funcionamento psíquico.  Os principais sintomas são:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>delírios: são ideias falsas, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, ele se acha perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal.</li>
<li>alucinações: são percepções falsas dos órgãos dos sentidos. As alucinações mais comuns na esquizofrenia são as auditivas, em forma de vozes. O paciente ouve vozes que falam sobre ele, ou que acompanham suas atividades com comentários. Muitas vezes essas vozes dão ordens de como agir em determinada circunstância. Outras formas de alucinação, como visuais, táteis ou olfativas podem ocorrer também na esquizofrenia.</li>
<li>alterações do pensamento: as ideias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. Muitas vezes o paciente tem a convicção de que seus pensamentos podem ser lidos por outras pessoas, ou que pensamentos são roubados de sua mente ou inseridos nela.</li>
<li>alterações da afetividade: muitos pacientes tem uma perda da capacidade de reagir emocionalmente às circunstancias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são incongruentes, inadequadas em relação ao contexto em que se encontra. Torna-se pueril e se comporta de modo excêntrico ou indiferente ao ambiente que o cerca.</li>
<li>diminuição da motivação: o paciente perde a vontade, fica desanimado e apático, não sendo mais capaz de enfrentar as tarefas do dia a dia. Quase não conversa, fica isolado e retraído socialmente.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Outros sintomas, como dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença, podem aparecer na esquizofrenia. Dependendo da maneira como os sintomas se agrupam, é possível caracterizar os diferentes subtipos da doença. A esquizofrenia evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas acima descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas manifestos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Causas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Ainda não se conhecem as causas exatas da esquizofrenia. Sabe-se que a hereditariedade é um fator importante, pois pessoas que têm um familiar com esquizofrenia têm maior chance de desenvolver a doença, mas ainda não se conhecem os genes envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pesquisadores acreditam que a esquizofrenia é resultado de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Certas pessoas nascem com essa tendência, mas o problema só aparece se forem expostas a determinados fatores ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe um consenso sobre quais seriam os fatores ambientais envolvidos, mas estudos sugerem que infecções durante a gravidez e complicações no parto podem contribuir para que uma criança nasça com uma vulnerabilidade para a esquizofrenia e venha a desenvolver a doença em um estágio posterior do desenvolvimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Diagnostico:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não há exames médicos disponíveis capazes de diagnosticar a esquizofrenia. Para que o paciente seja diagnosticado com esquizofrenia, um psiquiatra deve examinar o paciente para confirmar se é um caso da doença ou não. O diagnóstico é feito com base em uma entrevista minuciosa com a pessoa e seus familiares e após descartar outras doenças que também podem cursar com os mesmos sintomas psicóticos da esquizofrenia, mas que decorrem de outras doenças que atingem o cérebro.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tratamento:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da esquizofrenia visa ao controle dos sintomas e a reintegração do paciente. O tratamento da esquizofrenia requer duas abordagens: medicamentosa e psicossocial. O tratamento medicamentoso é feito com remédios chamados antipsicóticos ou neurolépticos. Eles são utilizados na fase aguda da doença para aliviar os sintomas psicóticos, e também nos períodos entre as crises, para prevenir novas recaídas. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação ininterruptamente para não ter novas crises. Assim o paciente deve submeter-se a avaliações médicas periódicas; o médico procura manter a medicação na menor dose possível para evitar recaídas e evitar eventuais efeitos colaterais. As abordagens psicossociais são necessárias para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade. Devido ao fato de que alguns sintomas (principalmente apatia, desinteresse, isolamento social e outros) podem persistir mesmo após as crises, é necessário um planejamento individualizado de reabilitação do paciente. Os pacientes necessitam em geral de psicoterapia, terapia ocupacional, e outros procedimentos que visem ajudá-lo a lidar com mais facilidade com as dificuldades do dia a dia.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Como os familiares podem colaborar com o paciente?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os familiares são aliados importantíssimos no tratamento e na reintegração do paciente. é importante que estejam orientados quanto à doença esquizofrenia para que possam compreender os sintomas e as atitudes do paciente, evitando interpretações errôneas. As atitudes inadequadas dos familiares podem muitas vezes colaborar para a piora clínica do mesmo. O impacto inicial da notícia de que alguém da família tem esquizofrenia é bastante doloroso. Como a esquizofrenia é uma doença pouco conhecida e sujeita a muita desinformação as pessoas se sentem perplexas e confusas. Frequentemente, diante das atitudes excêntricas dos pacientes, os familiares reagem também com atitudes inadequadas, perpetuando um círculo vicioso difícil de ser rompido. Atitudes hostis, críticas e superproteção prejudicam o paciente, apoio e compreensão são necessários para que ele possa ter uma vida independente e conviva satisfatoriamente com a doença.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Excentricidade genial:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Van Gogh passou por muitos sanatórios durante suas crises de alucinação. Chegou a mutilar a própria orelha para oferecê-la a uma prostituta. O pintor tentou o suicídio várias vezes, até dar um tiro no próprio peito em 1890. Além de esquizofrenia, sofria de epilepsia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Syd Barrett era mais do que um músico movido por LSD. Era poeta, pintor e performer da banda Pink Floyd. A droga agravou sua esquizofrenia, doença que o afastou do rock. Atormentado por alucinações, tornou-se jardineiro.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; As grandes depressões de Abraham Lincoln, presidente dos EUA no século 19, estão documentadas em seus escritos. Há neles indícios de esquizofrenia, embora não exista diagnóstico preciso sobre seus distúrbios psíquicos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Dotado de uma técnica primorosa, o bailarino russo Vaclav Nijinsky era chamado de &#8220;o deus da dança&#8221; e &#8220;a oitava maravilha do mundo&#8221;. Após duas décadas de palco, abandou a dança aos 29 anos, por causa de um colapso mental diagnosticado como esquizofrenia. A história está documentada em seu famoso diário.</p>
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<p style="text-align: justify;">
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