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	<title>prevenção &#8211; Bem Viver Mais</title>
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	<title>prevenção &#8211; Bem Viver Mais</title>
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		<title>Cyberbullying: a internet é uma terra sem lei?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2020 01:15:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem nunca recebeu um apelido que não gostou? Sentiu-se humilhado? Excluído? Ou até ridicularizado? É verdade, o bullying sempre existiu e insiste, persiste até os dias de hoje. No entanto, com a internet, ele ganhou ainda mais força, é o denominado cyberbullying. Mais forte ficou a dor, mais forte ficou a sensação de impotência, mais&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem nunca recebeu um apelido que não gostou? Sentiu-se humilhado? Excluído? Ou até ridicularizado? É verdade, o bullying sempre existiu e insiste, persiste até os dias de hoje. No entanto, com a internet, ele ganhou ainda mais força, é o denominado <strong>cyberbullying</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais forte ficou a dor, mais forte ficou a sensação de impotência, mais forte ficou a incerteza e a falta de compreensão da vítima acerca das motivações que levaram o agressor a agir de tal forma. Agressor este que também ficou mais corajoso por trás das telas de um celular ou computador. Um corajoso que dificilmente falaria olhando nos olhos o que seus dedos são capazes de digitar, um corajoso que se esconde por trás de um perfil falso para ofender, magoar e por vezes prejudicar a reputação e o sossego alheio.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Mas seria a internet uma terra sem lei? </strong></h2>
<p><span id="more-1364"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A resposta é não. Tanto que a mesma Constituição Federal que vale para a vida off-line, vale para a online. Isso estabelece claramente que <strong>a liberdade de expressão não constitui um direito absoluto</strong>, que o anonimato não é permitido (nem nos aplicativos que se dizem anônimos) e que ao ofendido é garantido o direito de resposta e de pedir justa compensação por eventual prejuízo sofrido.</p>
<p style="text-align: justify;">Não fosse o suficiente, a Legislação Civil ainda estabelece que aquele que por ação, omissão ou negligência causar prejuízo a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito e tem, portanto, o dever de repará-lo. Logo, pensando nesses atos quando praticados por crianças, é sabido que são responsáveis pela reparação civil, os pais pelos filhos menores de 18 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a pergunta que não quer calar é: o recebimento de uma indenização seria o suficiente para cicatrizar a dor de uma exposição do tamanho que o poder de disseminação da internet é capaz de gerar?</p>
<p style="text-align: justify;">Dinheiro traria de volta a dignidade que foi roubada ao se ver circular pelas redes sociais uma foto ou um vídeo constrangedor? Não, definitivamente, <strong>o melhor caminho está longe de ser o da judicialização quando o assunto é criança e internet.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É preciso prevenir e se necessário, agir, tendo eu uma suposta vítima ou um suposto agressor dentro de casa. A frase “o tempo cura tudo”, quando a ofensa se dá na ou por meio da internet, não funciona. Assim, quanto a vítima: é preciso acolher, ouvir, não subestimar e agir. Já com relação ao agressor, é preciso acolher, ouvir, não subestimar e agir. Sim, <strong>ambos precisam de ajuda</strong>, mas o agressor também precisa compreender e refletir sobre os possíveis desdobramentos, não somente legais, mas, sobretudo morais que sua atitude é capaz de desencadear.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O combate ao bullying e ao cyberbullying é dever de todos!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"> A melhor maneira de prevenir e combater o bullying e o cyberbullying é quebrando o silêncio, abordando o tema com pais, alunos, professores e sociedade, a fim de conscientizar, evitar e conter a prática lesiva. Por isso, <strong>a prevenção e rápido diagnóstico do problema são fatores essenciais para mitigar os riscos de prejuízos maiores.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se a criança sofrer ou presenciar o bullying, deve buscar ajuda junto aos seus pais e/ou educadores. Os quais, por sua vez, devem agir tempestivamente, acolhendo e orientando vítima e agressor, para cessar a prática e reduzir os danos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que, em tempos de internet, a responsabilidade da escola extrapola seus limites físicos. Isso porque os prejuízos morais causados, seja pelo bullying ou cyberbullying, refletem diretamente no rendimento escolar de seus alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, sempre que os direitos reconhecidos por nossa Carta Magna e neste caso, em especial, os também previstos no Estatuto da Criança e Adolescente, forem ameaçados ou violados, medidas de proteção devem, prioritariamente, serem adotadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos juntos combater o (cyber) bullying. Brincadeira é quando todo mundo se diverte!</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>Como nos proteger do câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 12:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[substâncias cancerígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o desenvolvimento do câncer em nosso corpo, são necessário determinados fatores que, aliados a agentes externos e ao nosso comportamento, resultam nessa doença tão ingrata e danosa. Um desses fatores é o genético, ou seja, algo que não temos como evitar. Mas, e aqueles fatores que podemos evitar? Será que realmente fazemos nosso máximo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para o desenvolvimento do câncer em nosso corpo, são necessário determinados fatores que, aliados a agentes externos e ao nosso comportamento, resultam nessa doença tão ingrata e danosa. Um desses fatores é o genético, ou seja, algo que não temos como evitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, e aqueles fatores que podemos evitar? Será que realmente fazemos nosso máximo para não nos expor à situações e substâncias de risco cancerígeno? <span id="more-768"></span>Já alertamos aqui em nosso Blog a respeito de um importantíssimo fator que pode fazer toda a diferença em determinados casos, que é <strong><a href="https://bemvivermais.com/2017/03/01/o-fator-emocional-no-cancer/">O Fator Emocional do Câncer</a></strong> (não perca essa leitura!).</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, dessa vez resolvemos esclarecer de uma maneira mais didática, a respeito do que precisamos buscar evitar ou ao menos consumir com cautela e consciência e que podem vir a ser agentes causadores de câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto a <a href="http://www.bbc.com/portuguese"><strong>BBC do Brasil</strong></a>, em 28 de outubro de 2015, publicou um resumo simplificado e objetivo de quais são essas principais substâncias e serem evitadas ou consumidas com cuidado:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Por Marina Wentzel.</strong> Da Basileia para a BBC Brasil:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Os elementos do seu dia a dia que causam câncer</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Na semana em que a OMS (Organização Mundial de Saúde) classificou linguiça, bacon, presunto e outras carnes processadas como substâncias causadoras de câncer, a BBC Brasil pediu à IARC (Agência Internacional de Pesquisa de Câncer), um dos braços da organização, para elaborar uma lista das substâncias cancerígenas, ou situações de risco, mais comumente presentes no dia a dia das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não é que essas substâncias sejam altamente tóxicas por si só, mas elas são amplamente usadas nas nossas vidas e é por isso que precisamos estar atentos aos danos que causam&#8221;, disse o porta-voz Nicolas Godin.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia, segundo Godin, é que muitos fatores de vulnerabilidade podem ser evitados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Desenvolver a doença é, até certo ponto, também uma questão de estilo de vida&#8221;, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na prática, há dois grandes grupos de agentes cancerígenos, os que não podemos evitar e os que podemos. Basta fazer escolhas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A OMS categoriza em quatro classes o perigo que substâncias ou situações representam à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">São considerados &#8220;<strong>comprovadamente cancerígenos aos humanos</strong>&#8221; os 118 agentes contidos na categoria &#8220;1&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os 363 itens da categoria &#8220;2A&#8221; e &#8220;2B&#8221; são avaliados como &#8220;provável&#8221; e &#8220;possivelmente&#8221; cancerígenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Itens do grupo &#8220;3&#8221; são &#8220;não classificáveis quanto a sua carcinogenicidade a humanos&#8221; e a categoria &#8220;4&#8221; só possui uma substância considerada &#8220;provavelmente não cancerígena aos humanos&#8221;, o composto orgânico caprolactam.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja abaixo a lista das substâncias do grupo 1 mais comuns no nosso dia a dia, preparada pela IARC.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Tabaco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com estimativas da OMS, o tabaco mata até metade dos usuários da substância &#8211; que pode ser fumada ou mascada. A cada ano, mais de 5 milhões de pessoas morrem em decorrência do fumo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O cigarro é de longe o maior cancerígeno do mundo moderno. Imagine uma pessoa que fumou quatro cigarros ao dia ao longo de 40 anos? Não há como calcular. A toxidade disso é enorme&#8221;, disse à BBC Brasil Christoph Rochlitz, chefe do departamento de oncologia do Hospital da Universidade da Basileia, na Suíça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Fumo passivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estar ao lado de uma pessoa fumando pode ser tão mortal quanto fumar, segundo a OMS.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados estimam que o fumo passivo mata mais de 600 mil pessoas ao ano. Desse total, 28% são crianças. Em adultos, a exposição à fumaça do tabaco gera sérias doenças cardiorrespiratórias, além, de câncer de pulmão.</p>
<p style="text-align: justify;">O fumo passivo é apontado como causa de morte súbita em bebês. Em mulheres grávidas, ele pode ter o efeito de causar nascimento de bebês com baixo peso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Poluição</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A poluição do ar é um problema de saúde pública que independe do estilo de vida dos indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">A qualidade do ar nas 1,6 mil cidades monitoradas pela OMS avança rumo à deterioração. Entre os 91 países estudados, os níveis de poluição apresentaram significante piora na última avaliação, divulgada em maio de 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização estima que, em 2012, cerca de 3,7 milhões de pessoas com menos de 60 anos morreram em decorrência da exposição à poluição.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um fator externo que não se pode controlar e isso depende das políticas públicas ambientais de cada país infelizmente&#8221;, avalia Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) Exposição a raios ultravioleta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Melanoma maligno é o tipo de câncer de pele mais letal resultante da exposição excessiva aos raios ultravioleta emitidos pelo Sol.</p>
<p style="text-align: justify;">É a principal causa de morte por câncer de pele. Evitar queimaduras solares, principalmente a superexposição repetida durante a infância, é recomendado.</p>
<p style="text-align: justify;">Indivíduos de pele branca são mais suscetíveis à doença.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mas aí também vai da pessoa querer se proteger. A Austrália, que era campeã em incidência da doença, hoje já apresenta em alguns estudos índices menores de câncer de pele do que os países nórdicos da Europa. Isso se deve à tomada de consciência da população que passou a utilizar protetor solar e mudou seus hábitos&#8221;, explica Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5) Fumaça de motores a diesel</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fumaça emitida por motores alimentados a diesel é considerada um agente cancerígeno categoria &#8220;1&#8221; desde a década de 80, por conter nitroarenos, compostos resultantes da combustão incompleta do combustível.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em termos de toxidade, estamos falando de um elemento muito danoso, mas não há como especificar o impacto específico dessa substância, porque as pessoas estão expostas a ela em ambiente abertos&#8221;, diz Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo de 2012 em parceria do Instituto Nacional de Câncer e do Instituto Nacional de Saúde e Segurança do Trabalho dos Estados Unidos constatou aumento no risco de mortes por câncer de pulmão entre mineiros que trabalhavam no subsolo expostos à fumaça de diesel.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6) Contato com químicos formaldeídos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O formaldeído é um químico bastante comum, amplamente utilizado na fabricação de resinas e presente em produtos como solvente de cola.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um gás oriundo da oxidação do metanol, mas também pode ser encontrado na forma líquida, o formol.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal risco vem da inalação, que pode resultar em câncer da região do nariz e da faringe, e em leucemia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mas se você não está diretamente exposto ao produto por meio do seu ambiente de trabalho, não deveria se preocupar muito com isso. É uma causa de câncer, mas pode ser evitada&#8221;, avalia Godin.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um risco ocupacional para pintores. Tintas são complexas e variam muito. Algumas são cancerígenas, mas não é possível apontar um único agente específico&#8221;, pondera o pesquisador da IACR, Robert Baan.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7) Uso de hormônios progesterona e estrogênio em reposição hormonal, ou em pílulas anticoncepcionais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tema de muita polêmica entre as mulheres, tratamentos de reposição hormonal e métodos anticoncepcionais são apontados como comprovados fatores do aumento de risco de câncer quando há uso de hormônios combinados.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos da OMS de 2007 concluíram que o uso associado de progesterona e estrogênio em mulheres após a menopausa aumentavam as chances de desenvolver câncer de mama.</p>
<p style="text-align: justify;">Pílulas contraceptivas contendo os dois ingredientes também são consideradas carcinogênicas da categoria &#8220;1&#8221;. &#8220;Sim, é comprovado que a combinação desses hormônios é cancerígena&#8221;, assinala Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;">A IARC faz a ressalva, porém, de que esses agentes servem para proteger contra câncer de ovário e da mucosa uterina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8) Álcool</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O álcool é uma substância que pode ser boa ou má, dependendo da quantidade e qualidade que você ingere&#8221;, avalia Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;">Consta na lista IARC que álcool etanol e álcool metil presentes em bebidas alcoólicas são substâncias comprovadamente cancerígenas do tipo &#8220;1&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Rochlitz ressalta, porém, que o consumo moderado de vinho pode ajudar o sistema cardiovascular, segundo pesquisas recentes. Existem 2 bilhões de consumidores de álcool no mundo e, desse total, 76,3 milhões sofrem de alcoolismo, segundo números da OMS.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9) Carne processada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Adicionado recentemente à lista das substâncias cancerígenas, a carne vermelha processada é amplamente consumida no mundo industrializado.</p>
<p style="text-align: justify;">Bacon, linguiça e presunto fazem parte do café da manhã da maioria das famílias e abandonar esses ingredientes é a nova recomendação da OMS.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um aumento no consumo de 50 gramas ao dia de carne processada representa 18% a mais de chances de desenvolver câncer da região do colo e reto. Eu mesmo vou passar a moderar a dieta&#8221;, exemplifica Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10) Exposição ao gás radônio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pouco conhecido fora da tabela periódica, o radônio é um gás radioativo &#8211; resíduo da desintegração de urânio e tório presente em rochas &#8211; que sobe do solo à superfície. O gás em geral se dilui no ambiente, mas pode ter concentrações perigosas em ambientes fechados. Alguns materiais de construção também são fonte de radônio.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele é incolor, inodoro e é a principal causa específica de mortes por câncer de pulmão após o tabaco.</p>
<p style="text-align: justify;">A epidemiologista Lene Veiga, do Conselho Nacional de Energia Nuclear, é a representante brasileira nos encontros da OMS sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela explica que no Brasil ainda não há um levantamento específico sobre a extensão do problema, mas países desenvolvidos de clima temperado ─ onde as casas têm calefação e isolamento térmico ─ já buscam desenvolver políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O gás está presente no material de construção. É um fator que não podemos controlar, mas precisamos entender. As pessoas estão expostas a isso inevitavelmente&#8221;, conclui Veiga.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;">Este artigo não possui o objetivo de alarmar ou assustar, pois, como bem escrito pela autora e pelos especialistas, infelizmente não temos como evitar 100%, por enquanto, nossa exposição a diversos desses entre outros fatores. Porém, em posse desse conhecimento, poderemos sempre fazer tudo que estiver ao nosso alcance para evitá-los, além de educar outras pessoas que, muitas vezes se colocam em risco e não tem ciência disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre há alternativas que podemos optar para contornar esses fatores e muito vem se estudando e pesquisando para que possamos ter cada vez mais qualidade de vida. O primeiro passo para isso acontecer é cada um de nós tomarmos consciência e nos educarmos, cada dia um pouco mais, sobre como nos proteger dessa doença tão temida e prejudicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que a matéria que selecionamos tenha lhe auxiliado em sua educação a cerca dessa doença e, se realmente gostou, compartilhe o link com seus amigos, familiares e em suas redes sociais! Todos merecem conhecer mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Forte abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
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<p style="text-align: justify;"><strong>Link da matéria:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151028_elementos_cancerigenos_mw_lgb</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>Sindrome do Pânico e 7 dicas para quem convive com ela:</title>
		<link>https://bemvivermais.com/sindrome-do-panico-e-7-dicas-para-quem-convive-com-ela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2016 17:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é? E uma crise de ansiedade aguda e intensa, com duração de 15 a 30 minutos e manifestações físicas. Pode ocorrer em qualquer lugar, contexto ou hora; Situações de desafio e de dificuldade para “dominar”o ambiente favorecem os ataques. Ex: metro lotado, multidões, engarrafamento, fobias, acidentes, catástrofes etc&#8230; Problemas como TOC e hipertiroidismo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E uma crise de ansiedade aguda e intensa, com duração de 15 a 30 minutos e manifestações físicas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pode ocorrer em qualquer lugar, contexto ou hora;</li>
<li>Situações de desafio e de dificuldade para “dominar”o ambiente favorecem os ataques. Ex: metro lotado, multidões, engarrafamento, fobias, acidentes, catástrofes etc&#8230;</li>
<li>Problemas como TOC e hipertiroidismo também podem causar crises.<br />
<h3><strong>Causas:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">As causas exatas da síndrome do pânico são desconhecidas, embora a Ciência acredite que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como:<span id="more-345"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Genética</li>
<li>Estresse</li>
<li>Temperamento forte e suscetível ao estresse</li>
<li>Mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações (como por exemplo estar num lugar cheio de gente, falar em publico, entre outras situações que até então eram consideradas normais pelo paciente, contudo o cérebro de repente passa a reagir diferentemente nessas situações</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos indicam que a resposta natural do corpo a situações de perigo esteja diretamente envolvida nas crises de pânico. Apesar disso, ainda não está claro por que esses ataques acontecem em situações nas quais não há qualquer evidência de perigo iminente.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Fatores de Risco:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A síndrome do pânico costuma afetar mais mulheres do que homens e pode ser desencadeada por alguns fatores considerados de risco, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Situações de estresse extremo</li>
<li>Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima</li>
<li>Mudanças radicais ocorridas na vida</li>
<li>Histórico de abuso sexual durante a infância</li>
<li>Ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Sintomas:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Ataques de pânico geralmente acontecem de repente e sem aviso prévio, em qualquer período do dia e também em qualquer situação, como enquanto a pessoa está dirigindo, fazendo compras no shopping, em meio a uma reunião de trabalho ou até mesmo dormindo.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de perigo iminente</li>
<li>Aumento da pressão e da frequência respiratória e cardíaca;</li>
<li>Falta de ar e sensação de asfixia;</li>
<li>Tontura</li>
<li>Náusea</li>
<li>Suor frio</li>
<li>Pernas bambas</li>
<li>Tremedeira</li>
<li>Calafrios ou ondas de calor</li>
<li>Desconforto no peito</li>
<li>Medo de morrer ou ficar louco</li>
<li>Desmaio ou vomito</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas portadoras da síndrome muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico e podem, até mesmo, despertar problemas mais graves, como alcoolismo<strong>, </strong>depressão e abuso de drogas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Tratamentos:</strong></h3>
</li>
<li>Terapia: a opção mais viável é uma terapia cognitiva e comportamental. Este método utiliza a visualização, técnicas de respiração e relaxamento para evitar e lutar contra os sintomas da síndrome de pânico.</li>
<li>Antidepressivos: visam reduzir a intensidade e a freqüência de ataques de pânico.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h3><strong>Dicas: </strong></h3>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Seis dicas para quem convive com a Sindrome do Pânico::</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Incomoda mas não mata: </strong>sintomas de pânico são bem desagradáveis, mas não levam a morte.</li>
<li><strong>Respire: </strong>durante as crises de pânico a respiração fica alterada, o que piora muito o quadro. Inspire lentamente pelo nariz, retenha por pouquíssimo tempo o ar nos pulmões e exale também lentamente pelo nariz. É muito importante que o tempo que o ar sai, a expiração, dure o dobro do tempo que levou para entrar. Se você inspirou, por exemplo, por 2 segundos, a expiração deve durar 4 segundos. Mantenha essa respiração controlada por 30 a 60 segundos.</li>
<li><strong>Mude o foco da atenção</strong>: não fique focado nos sintomas, procure desviar sua atenção para alguma outra coisa, um cenário, uma foto, ou alguma imagem relaxante que você tenha de algum lugar que conheceu.</li>
<li><strong>Evite ficar muito tempo sem comer: </strong>3 ou 4 horas sem se alimentar pode provocar queda dos níveis de açúcar no sangue e provocar uma crise de pânico. Coma periodicamente, não fique em jejum prolongado.</li>
<li><strong>Restrinja cafeína</strong><strong>: </strong>café no máximo 4x ao dia, sendo que o último até as 17 horas. Excesso de cafeína pode, isoladamente, provocar crises de pânico.</li>
<li><strong>Seja seletivo com as notícias e informações que procura: </strong>não estimule seu cérebro com catástrofes desnecessariamente, por exemplo, com notícias em que você não pode fazer nada a respeito e só servem para colocar seu cérebro em alarme e facilitar crises.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Muito obrigada pela atenção!</strong> Espero que esse texto tenha lhe ajudado e, qualquer dúvida, estamos à disposição! Não se esqueça de conferir nossas postagens semanais e, aproveite para indicar ou compartilhar essa postagem com seus familiares e amigos. Todos merecem estar mais informados!</p>
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