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	<title>Arquivo de panico - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de panico - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Medo de Morrer (Tanatofobia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 01:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia. A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia.</p>
<p>A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação com a própria morte ou com a de entes queridos, por exemplo.</p>
<p>Embora seja natural ter algum nível de apreensão neste sentido, a tanatofobia pode se tornar debilitante, interferindo significativamente na qualidade de vida de uma pessoa. A boa notícia é que ela pode ser tratada com auxílio profissional. Continue a leitura e saiba mais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o medo de morrer?</strong></p>
<p>A tanatofobia é uma condição psicológica caracterizada por uma ansiedade intensa e irracional em relação à morte ou ao processo de morrer.</p>
<p>O medo de morrer pode ser desencadeado por causas variadas, como experiências traumáticas, doenças graves ou a perda de entes queridos, afetando significativamente a vida diária.</p>
<p>Em alguns casos, a cultura e as crenças religiosas também podem influenciar esse medo.</p>
<p>Por isso, vale dizer que pessoas com tanatofobia frequentemente experimentam uma ansiedade extrema, ataques de pânico e, até mesmo, evitam situações que os façam pensar na morte.</p>
<p>Apesar disso, cabe destacar que a tanatofobia possui tratamento e que este geralmente envolve a realização de terapia e outras técnicas úteis para aliviar a ansiedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sentir medo de morrer é normal?</strong></p>
<p>Sim, sentir medo de morrer é uma experiência humana natural e comum, já que se trata de um fato inevitável na vida das pessoas. Logo, até um certo ponto, é perfeitamente normal passar por momentos de medo com relação à morte.</p>
<p>Então, esse medo pode servir como um mecanismo de proteção, nos alertando sobre perigos e nos incentivando a adotar comportamentos que preservem nossa vida. No entanto, quando o medo se torna excessivo e interfere na vida cotidiana e nas atividades mais comuns do dia a dia, pode ser um sinal de tanatofobia, uma condição que requer atenção e tratamento adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os principais sintomas da tanatofobia?</strong></p>
<p>Geralmente, pessoas acometidas pelo medo de morrer possuem alguns sintomas frequentemente verificados.</p>
<p>Os sintomas psicológicos (mentais/emocionais) podem ser os seguintes:</p>
<ul>
<li>Crises de ansiedade intensa ao pensar na própria morte ou na de entes queridos;</li>
<li>Ataques de pânico;</li>
<li>Esquivar-se de situações ou conversas sobre a morte;</li>
<li>Pensamentos obsessivos sobre a morte;</li>
<li>Crises de humor ou de depressão.</li>
</ul>
<p>Já os sintomas físicos podem se manifestar com:</p>
<ul>
<li>Palpitações cardíacas;</li>
<li>Sudorese;</li>
<li>Calafrios;</li>
<li>Tremores;</li>
<li>Dificuldade em dormir devido ao medo da morte.</li>
</ul>
<p>Essas são, portanto, as manifestações físicas e emocionais mais comuns entre as pessoas com tanatofobia, de modo que, a ocorrência dos episódios de fobia pode até mesmo prejudicar as atividades de rotina dos indivíduos, seja social ou profissionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que causa o medo de morrer?</strong></p>
<p>Da mesma maneira que outras espécies de fobias, as situações de medo de morrer podem ser causadas por diferentes fatores marcantes, por isso, frequentemente, decorrem de experiências vividas ainda na infância.</p>
<p>Portanto, a tanatofobia pode estar relacionada com:</p>
<p><strong>1 &#8211; Experiências de traumas</strong></p>
<p>Episódios traumáticos relacionados à morte, tais como acidentes graves, ameaças de morte ou a perda de entes queridos, podem desencadear um medo intenso da morte.</p>
<p><strong>2 &#8211; Doenças graves</strong></p>
<p>O diagnóstico de doenças graves ou, em alguns casos, de doenças crônicas, podem aumentar a consciência de uma possível morte e, por consequência, gerar um medo intenso da ocorrência de morte.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultura e crenças religiosas</strong></p>
<p>Crenças culturais e religiosas a respeito da morte e do “além” podem influenciar a intensidade do medo da morte em algumas pessoas, sobretudo em virtude de conceitos como céu e inferno, punições e até mesmo purgatório.</p>
<p><strong>4 &#8211; Ansiedade generalizada</strong></p>
<p>Pessoas com quadros frequentes de ansiedade podem ter uma predisposição a desenvolver medos intensos e irracionais, incluindo o medo da morte, despertando, assim, a tanatofobia.</p>
<p><strong>5 &#8211; Incerteza quanto ao pós-morte</strong></p>
<p>A falta de certeza sobre o que acontece após a morte pode causar ansiedade e medo excessivo em algumas pessoas, especialmente porque, em muitos casos, a própria família evita falar a respeito do assunto, o que pode desencadear a fobia.</p>
<p><strong>6 &#8211; Medo da solidão</strong></p>
<p>No geral, indivíduos que temem a solidão, ou seja, o medo de ficarem sós, apresentam maiores chances de serem acometidos pela tanatofobia, já que a morte, por consequência inevitável, separa pessoas umas das outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico da tanatofobia?</strong></p>
<p>O diagnóstico da tanatofobia é realizado por profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras.</p>
<p>O processo geralmente envolve uma avaliação clínica completa do histórico médico e psicológico do paciente, incluindo entrevistas detalhadas para entender os sintomas e seus impactos na vida cotidiana.</p>
<p>Questionários e escalas de avaliação de ansiedade são utilizados para medir a intensidade do medo da morte, identificando se o medo é desproporcional e se interfere nas atividades do dia a dia, diferenciando-o de um medo normal e natural.</p>
<p>Então, vale dizer que é importante distinguir a tanatofobia de outras condições de saúde mental, tais como quadros de ansiedade generalizada ou depressão, para garantir um tratamento mais adequado possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as formas de tratar o medo de morrer?</strong></p>
<p>O tratamento do medo de morrer pode ser abordado de diversas maneiras, algo que vai depender das necessidades de cada paciente.</p>
<p>Por isso, buscar ajuda profissional é fundamental para encontrar o tratamento mais adequado para cada caso.</p>
<p>No entanto, pode-se dizer que uma das principais formas de tratamento é a terapia, que se combinada com técnicas de relaxamento, meditação e respiração profunda são eficazes para aliviar a ansiedade e promover um estado de calma. Além disso, participar de grupos de apoio permite compartilhar experiências e técnicas de enfrentamento com outras pessoas.</p>
<p>Por isso, outro ponto importante é que a educação acerca da morte também ajuda a reduzir o medo, proporcionando uma compreensão mais profunda e racional do tema.</p>
<p>O mais importante é saber que, com tratamento e apoio adequado, incluindo terapias e técnicas de enfrentamento, além de educação sobre o assunto, é possível diminuir o medo excessivo da morte e recuperar o equilíbrio emocional, permitindo uma vida mais plena e tranquila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>Conheça gatilhos emocionais do pânico e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 01:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.</p>
<p>Quando temos consciência dos fatores que possuem capacidade de perturbar o nosso bem-estar emocional, conseguimos desenvolver estratégias para lidar com eles e, assim, evitar desconfortos físicos e psicológicos. Muitos gatilhos podem desencadear o pânico no nosso dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é ataque de pânico?</strong><span id="more-2659"></span></h4>
<p>O ataque de pânico pode ser descrito como uma reação do corpo à ansiedade incontrolável. Então, quando uma pessoa se depara com uma situação que desencadeia medo, estresse ou preocupação e não sabe como reagir, ela pode ter uma reação física.</p>
<p>Nem sempre essa situação representa uma ameaça real à sua vida ou saúde mental, mas, por ter dificuldade de gerenciar essas emoções, a pessoa acaba tendo um ataque de pânico.</p>
<p>Apesar de qualquer pessoa poder ter um ataque de pânico, episódios frequentes e em situações que não apresentam perigo são motivos de preocupação. Eles podem evidenciar a existência de uma condição de saúde mental, como a síndrome do pânico e a ansiedade generalizada.</p>
<p>Tipicamente, o ataque de pânico acontece subitamente. Quando já passamos por essa experiência, às vezes é possível prevê-lo ao identificar os primeiros sintomas e tomar atitudes para suavizar a sua intensidade. Embora os sintomas possam variar de pessoa para pessoa, eles tipicamente incluem:</p>
<ul>
<li>Crescente sensação de ameaça;</li>
<li>Medo irracional de morrer ou de perder o controle;</li>
<li>Náusea ou vômito;</li>
<li>Dor de cabeça;</li>
<li>Aperto no peito;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Sensação de desmaio;</li>
<li>Dormência nos membros;</li>
<li>Dificuldade para respirar;</li>
<li>Sensação de não pertencimento ao corpo; e</li>
<li>Suor excessivo.</li>
</ul>
<p>Algumas pessoas são mais sensíveis aos sintomas físicos enquanto outras sentem mais sintomas emocionais e psicológicos. Em alguns casos, os sintomas são semelhantes ao de um ataque cardíaco, o que leva as pessoas a visitarem um médico de imediato. Mas, na verdade, o mal-estar foi resultado do pânico crescente.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Gatilhos emocionais comuns do pânico</strong></h4>
<p>Existem vários gatilhos emocionais que desencadeiam um ataque de pânico. Grande parte das pessoas não têm ciência deles, então se colocam em contato com eles repetidamente sem ter a intenção.</p>
<p>Como os sintomas do ataque de pânico são intensos, eles podem levar ao medo de continuar tendo crises, especialmente em lugares públicos. O próprio medo de passar pela experiência novamente se transforma em um gatilho de novos episódios. Por conseguinte, indivíduos escolhem se isolar.</p>
<p>Em seguida, veja alguns dos gatilhos emocionais mais comuns do pânico e como lidar com eles.</p>
<p><strong>1.  Estresse</strong></p>
<p>O estresse é um dos principais gatilhos do pânico, além de ser um agravante para muitas condições de saúde mental. Diversas situações do dia a dia podem desencadear o estresse, como engarrafamentos, longas esperas em filas, interações sociais e múltiplos compromissos profissionais. Sendo assim, é muito fácil encontrar fatores estressores que resultam em desconforto emocional e físico.</p>
<p>Como lidar? É imprescindível praticar o autocuidado para conservar o bem-estar emocional e desenvolver métodos para responder bem ao estresse, como respirar profundamente ou deixar o ambiente por alguns instantes para colocar os pensamentos em ordem.</p>
<p><strong>2. Abuso de substâncias</strong></p>
<p>Quem sofre de ataques de pânico recorrentes costuma apresentar um desequilíbrio da química cerebral. Então, a produção irregular de neurotransmissores, responsáveis pela comunicação das células no sistema nervoso, resulta em uma comunicação ineficiente, a qual, por sua vez, traz uma série de consequências para o organismo. Substâncias como drogas e álcool interferem ainda mais nessa comunicação. A longo prazo, o seu uso pode causar problemas irreversíveis para a saúde mental e física.</p>
<p>Como lidar? Cortar o uso dessas substâncias e seguir o tratamento psiquiátrico e psicológico para a síndrome do pânico. Pode ser necessário buscar a ajuda de instituições especializadas em abuso de substâncias para cessar a ingestão, desenvolver bons hábitos e evitar recaídas.</p>
<p><strong>3. Situações sociais</strong></p>
<p>Situações sociais estressantes podem gerar ansiedade e preocupação. Enquanto algumas pessoas se sentem ligeiramente desconfortáveis em certas ocasiões, outras sofrem de fobia social e transtornos ansiosos que tornam se socializar em um grande desafio. Frequentar lugares movimentados, como shoppings e supermercados, pode se tornar insustentável ao depender da gravidade dos sintomas. Para evitar o desencadeamento de um ataque de pânico, indivíduos podem passar a evitar sair de casa.</p>
<p>Como lidar? Embora o auto isolamento pareça uma boa solução a princípio por cessar a ansiedade e o pânico, ele não ajuda na recuperação da síndrome do pânico. Indivíduos deixam de aprender a lidar com o estresse provocado por situações sociais quando escolhem se afastar do convívio social, o que acaba trazendo problemas para os seus relacionamentos interpessoais. Para reverter essa situação, você pode procurar a ajuda de um psicólogo e convidar pessoas de confiança para participar de ocasiões sociais com você.</p>
<p><strong>4. Estimulantes</strong></p>
<p>Cafeína, bebidas açucaradas, chá preto e farinha branca são alguns alimentos estimulantes da ansiedade que, quando ocupam espaço significativo em uma dieta, ajudam a estimular ataques de pânico. A ingestão excessiva de álcool e o cigarro também intensificam os sintomas da ansiedade.</p>
<p>Como lidar? Modificar os hábitos alimentares para ter uma alimentação mais saudável e balanceada. Por exemplo, a inclusão de fibras, ômega-3 e vitaminas C e B pode ajudar a combater a ansiedade. Para saber exatamente quais alimentos evitar e quais ingerir, visite um nutricionista.</p>
<p><strong>5. Memórias de traumas</strong></p>
<p><strong> </strong>A súbita lembrança de memórias de eventos traumáticos é outro gatilho emocional extremamente comum. Na tentativa de preservar a saúde mental e emocional do indivíduo, o cérebro reprime as memórias do trauma, mas, com o tempo, elas podem começar a vir à tona. Flashbacks de experiências traumáticas são um sintoma comum do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que também é caracterizado pela frequência de ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Pessoas que sofrem de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático podem se beneficiar de tratamento para essas condições. Por isso, na grande maioria dos casos, ele consiste em terapia e ingestão de medicamentos prescritos pelo psiquiatra. Além de diminuir a intensidade dos sintomas, pacientes podem digerir as emoções negativas atreladas ao trauma e seguir em frente com as suas vidas.</p>
<p><strong>6. Relacionamentos tóxicos</strong></p>
<p>Relacionamentos tóxicos podem ser especialmente estressantes para quem tem ataques de pânicos recorrentes. Eles não se limitam a relações afetivas. Amigos, colegas de trabalho, chefes e familiares também podem ser tóxicos e interagir com eles no dia a dia agrava a ansiedade e o estresse. Brigas, chantagem emocional, cobranças, manipulação e insultos são alguns aspectos comuns de relacionamentos tóxicos.</p>
<p>Como lidar? Muitas vezes, não podemos simplesmente cortar o contato com essas pessoas. No trabalho, por exemplo, precisamos conviver com todo o tipo de personalidade para concluir o nosso trabalho. Então, precisamos aprender a não sucumbir as influências negativas de indivíduos tóxicos. Já quando podemos limitar o contato, como é o caso de relacionamentos amorosos e amizades, é preferível manter a distância e buscar laços afetivos mais saudáveis.</p>
<p><strong>7. Uso de certos medicamentos</strong></p>
<p>Alguns medicamentos possuem efeitos colaterais que despertam a ansiedade e, consequentemente, geram ataques de pânico. Cada organismo reage a ingestão de medicamentos, especialmente os contínuos, de modo diferente. Enquanto algumas pessoas não sentem nenhum efeito colateral, outras não conseguem continuar tomando o medicamento.</p>
<p>Como lidar? Se você percebeu um aumento da ansiedade após começar a tomar um medicamento, converse com o seu médico.</p>
<p><strong>8. Condições de saúde</strong></p>
<p>Receber o diagnóstico de uma condição de saúde pode ser estressante. Dependendo da gravidade da patologia, preocupações sobre o funcionamento da vida diária e o que o futuro reserva podem começar a atormentá-lo. Você pode sentir uma necessidade quase incontrolável de fazer o que sempre quis, mas não fez por falta de tempo ou medo, e de prover para a sua família para deixá-los confortáveis no futuro. Essa afobação, aliada aos pensamentos negativos, pode facilmente causar ansiedade e ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Converse com o seu médico para esclarecer todas as dúvidas acerca da doença e como ela afeta o seu corpo. Do mesmo modo, visite um psicólogo para ajudá-lo a lidar com as emoções e o estresse de maneira saudável. Evite, ainda, alimentar pensamentos de cenários trágicos e mantenha o foco no que você pode fazer hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Saúde Emocional nas EMPRESAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 06:51:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já não é de hoje a necessidade em se trabalhar a carga emocional e suas influências nos profissionais dentro das empresas, contudo, somente nos últimos anos é que algumas empresas (e muito poucas ainda, por sinal) caíram em si com relação às suas altíssimas despesas com afastamentos por Depressão, Ansiedade, Pânico, Burnout etc, e, o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já não é de hoje a necessidade em se trabalhar a carga emocional e suas influências nos profissionais dentro das empresas, contudo, somente nos últimos anos é que algumas empresas (e muito poucas ainda, por sinal) caíram em si com relação às suas altíssimas despesas com afastamentos por <strong>Depressão, Ansiedade, Pânico, <em>Burnout</em></strong> etc, e, o quanto tais licenças, atestados, tratamentos estavam onerando e prejudicando imensamente em seus resultados, assim como na qualidade de vida dos profissionais, nos relacionamentos intra e inter-equipes, nas carreiras e no próprio avanço na organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixarei abaixo alguns dados alarmantes e suas fontes, para que possam entender o tamanho da gravidade desse problema:<span id="more-1608"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Estimativas preveem que a ANSIEDADE e a DEPRESSÃO custam à economia mundial <strong>U$1 trilhão</strong> ao ano em perda de produtividade para empresas. – <strong>Organização Mundial da Saúde.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segundo pesquisa sobre estresse no ambiente de trabalho, realizada no Brasil e em outros 11 países pela <a href="http://www.ismabrasil.com.br/" target="_blank" rel="follow external noopener noreferrer" data-wpel-link="external">International Stress Management Association</a> (ISMA-BR), 89% dos profissionais consultados apresentam ansiedade, 83% angústia e 78% preocupação. <strong>São quase 9 ansiosos em cada 10 profissionais.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>82% das empresas não investem programas eficazes de saúde emocional</strong> que contribuam de maneira preventiva com seus resultados, algo que pode reduzir custos com sinistralidade de convênios médicos, desengajamento, absenteísmo, acidentes de trabalho (incluindo fatalidades) e turnover. – <strong>Mesmo estudo acima.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Depressão e ansiedade são a segunda maior <b>causa</b> de adoecimento relacionado ao trabalho no <b>Brasil</b> – perdem apenas para os casos de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo/Distúrbio Osteo Muscular Relacionado ao Trabalho) – <strong>Ministério da Economia e </strong><b>Ministério da Previdência Social.</b></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em todo o mundo, os gastos relacionados a transtornos emocionais e psicológicos podem chegar a <strong>6 trilhões de dólares</strong> até 2030, mais do que a soma dos custos com diabetes, doenças respiratórias e câncer, apontam estimativas do <strong>Fórum Econômico Mundial.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Cada <strong>US$ 1 investido</strong> na ampliação do tratamento para transtornos mentais comuns, como depressão e ansiedade, resulta em um <strong>retorno de US$ 4</strong> em melhores condições de saúde e capacidade de trabalho. – <strong>OPAS (Organização Pan Americana de Saúde).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estatísticas brasileiras recentes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>46%</strong> das empresas do país têm alguma iniciativa focada em bem-estar mental de seus funcionários.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>53%</strong> dessas cias oferecem massagens aos seus empregados, a ação mais comum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>36,5%</strong> dos casos de invalidez no Brasil são causados por males psiquiátricos ou doenças neurológicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>R$ 1,6 bilhão</strong> foi a previsão orçamentária do governo para gastos com a saúde mental no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong> Consultoria <em>Mercer Marsh</em>, OPAS e Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Link Folha de São Paulo com as estatísticas: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2020/01/mais-empresas-investem-em-programas-de-saude-mental.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLIQUE AQUI PRA ACESSAR A MATÉRIA.</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para que esse cenário possa passar a se transformar e melhorar, muitas iniciativas de conscientização tem ocorrido, principalmente após início da pandemia do COVID-19, que deu um grande &#8220;empurrão&#8221; nessa questão de saúde mental nas empresas, após as mesmas passarem a lidar com a grande ansiedade e tensão geradas, não apenas pela doença em si e a quarentena, mas também com todas as suas consequências: <strong>Luto, perdas, desemprego, inúmeras adaptações, paralisações, medidas provisórias</strong> etc, que tornaram todo o contexto empresarial num cenário de instabilidade, insegurança econômica e de fortes medos relacionados ao futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo dia 11 de agosto, às 18h30, a <strong>Forbes </strong>vai realizar o webinar <strong>“Saúde Mental e sua Importância nas Empresas”</strong>. Durante duas horas, na plataforma <strong>Zoom</strong>, especialistas no assunto vão debater os impactos da pandemia sobre as condições psicológicas das pessoas, o aumento dos casos de ansiedade e depressão e o medo da <strong>Covid-19</strong> e do <strong>desemprego</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar e saber mais clique aqui: <a href="https://forbes.com.br/colunas/2020/07/forbes-promove-webinar-sobre-saude-mental-nas-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://forbes.com.br/colunas/2020/07/forbes-promove-webinar-sobre-saude-mental-nas-empresas/</a></p>
<h3 style="text-align: justify;">Então como ajudar efetivamente para que essa realidade inicie seu processo de mudança tão necessário?!!!</h3>
<p style="text-align: justify;">Psicólogos do mundo todo têm se adaptado e fornecido, cada dia mais, a psicoterapia online como forma de benefício às empresas. Algumas grandes plataformas têm lá seus diferenciais, principalmente em se tratando de clientes como multinacionais e empresas de grande porte, todavia, para que <strong><em>startups</em>, pequenas e médias empresas</strong>, que não possuem um <em>budget</em> tão grande assim para investir nesses atendimentos (apesar da grande vontade de contribuir com a saúde mental de seus colaboradores), possam também oferecer aos seus profissionais esse benefício, é que existe, por exemplo, produtos como o da <strong>Bem Viver +</strong>: o <a href="https://www.bemvivermais.com/paraempresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>ConscienteMente</strong></em></a>. Serviço voltado exclusivamente para micro e pequenas empresas, que só podem investir de acordo com a demanda, que precisam de diferenciais na hora do pagamento, mas que, ainda assim, não querem arriscar serem mais um número nas estatísticas apresentadas acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça essa trabalho, entre em contato para saber dos diferenciais, pois eles existem de fato, e, as grandes plataformas não têm a possibilidade de oferecer o trabalho da mesma maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha lhe sido útil! Compartilhe com seus colegas de trabalho, com o RH ou o EHS de sua empresa, gestores, ou até com amigos e familiares de outras empresas que poderiam passar a enfrentar essa nova realidade de maneira muito mais saudável e com qualidade de vida.</p>
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