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	<title>Arquivo de mindfulness - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Arquivo de mindfulness - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Mindfulness – Adaptado e resumido da Revista Superinteressante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 21:47:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*Por Letícia Gonzales Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">*Por Letícia Gonzales</p>
<p style="text-align: justify;">Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado. Tudo com a ajuda da respiração.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje nos EUA há mais de 500 instituições dedicadas a ensinar e praticar o Mindfulness. No Brasil, <span id="more-1040"></span>a secretaria da Educação do Espírito Santo já adotou treinamento para professores e em grandes cidades são oferecidos cursos por centros como o School of Life (‘Escola da Vida’), di suíço Alain de Botton. Os adeptos vão desde a apresentadora americana Oprah Winfrey e de jogadores da NBA como Kobe Bryant, Michael Jordan e James Lebron, até crianças de bairros pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">O leque de benefícios que adquiri com a prática é bastante amplo: o Mindfulness é capaz de diminuir dores crônicas e pressão arterial, manter o cérebro jovem (a ponto da ciência estar pesquisando sua eficácia na prevenção do Alzheimer), evitar crises de ansiedade, e depressão e aumentar a criatividade, os resultados nas escolas e no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Também auxilia na diminuição do fumo, mesmo quando a pessoa não está tentando parar, e é eficaz para tratar a síndrome do stress pós-traumático, comum a quem viveu episódios de violência (como assaltos, abusos, acidentes etc). Além de amenizar tais quadros, o Mindfulness também está associado a um efeito muito falado, contudo difícil de medir, por ser muito particular e subjetivo: o bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos entender melhor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se faz calor, você tem consciência do quão quente está. Se percebe uma música tocando no andar de baixo, registra que ouve. Se está com fome, repara no desconforto. E só. Isso seria a atenção plena. Você já sabe onde está, por exemplo, mesmo assim mapeia o ambiente e tudo que acontece à sua volta. Enquanto faz isso, não julga nada nem ninguém, ou seja, você sente o calor,mas não faz planos imediatos de ligar o ar-condicionado, ouve a música ruim do vizinho, mas não o amaldiçoa. É ter consciência e atenção ao que se passa, contudo, não necessariamente se envolver emocionalmente com cada atividade percebida, ou pensamento. Apenas observa e absorve o que se passa ao redor (principalmente dentro da sua cabeça!). Nada fácil certo? Todavia muito possível e ‘alcançável’.</p>
<p style="text-align: justify;">Também da sabedoria antiga chinesa, se chamava a atenção para os males que se enfrenta com a mania de criar expectativas. Chuang-Tzu argumentava: “Quando você participa de uma competição de arco e flecha, se o prêmio é insignificante, atira com perícia. Se o prêmio aumenta, você se atrapalha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1979 Jon Kabat-Zinn, biólogo americano, após um retiro teve a ideia de abrir uma clínica experimental com outros dois colegas e passou a ensinar técnicas budistas a pacientes com dores crônicas. Ele coloca: “as reações vieram rapidamente. Os pacientes nos diziam que aquilo havia mudado suas vidas”. Os voluntários passaram não só a relatar níveis menores de dor, como também conseguiram manter uma distância maior em relação à doença, identificando-se menos com os sintomas e mais com as pessoas que realmente eram. Do Brasil à China, bulimia, vício em drogas, ansiedade e até esquizofrenia são tratadas com a técnica.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1042" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png" alt="c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz" width="923" height="423" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png 923w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-300x137.png 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-768x352.png 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-600x275.png 600w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Drama interno:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se a calma faz tão bem, por que temos tanta dificuldade em alcançá-la? A culpa é do nosso cérebro altamente desenvolvido. Ele adora inventar.problemas onde eles não existem. Em uma crise, por menor que seja, nossa mente detecta uma situação de risco e se apronta para matar ou morrer.Acontece que, na maioria das vezes, o perigo não é iminente.</p>
<p style="text-align: justify;">São nossos cérebros racionais e criativos que imaginam a ameaça imediata. “Para o bem e para o mal, temos a capacidade de representar mentalmente as ameaças”, explica a psicóloga Érika Leonardo de Souza, que recebe muitos pacientes bipolares em seu consultório. Esse poder imaginativo nos faz reagir antes da hora e, em demasia, libera mais cortisol, o hormônio do stress.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se eu pudesse dizer ao meu cachorro que um rato vai entrar na cozinha daqui a meia hora, ele continuaria a ae lamber. Iria pular ou fugir só quando visse o roedor. Mas, se digo o mesmo a uma amiga, o sofrimento dela começa imediatamente”, afirma. Aplicar o mindfulness ajuda a distinguir pensamentos de realidade e descer os pés da cadeira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fatos comprovados:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, uma equipe liderada pela neurocientista Sara Lazar fez testes de ressonância magnética em um grupo dividido entre meditadores e não meditadores. Pela primeira vez, encontraram diferenças marcantes na estrutura física do cérebro dos dois perfis. Nos meditadores, o córtex pré-frontal tinha mais massa cinzenta, o que indica mais capacidade de memória e tomada de decisão. Além disso, os cinquentenários desse grupo pareciam ter 25 anos  de acordo com suas imagens cerebrais. Mas, ficou a dúvida, e se essas pessoas já tivessem nascido assim?</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010 seu laboratório fez uma nova pesquisa, dessa vez com apenas com pessoas que nunca haviam meditado. Ao longo de 2 meses, metade seguiu sua rotina e a outra iniciou sessões de 40 minutos diários de técnicas de respiração e visualização. Ao final das 8 semanas, o hipocampo de quem meditou havia crescido. Essa área do cérebro é uma das principais estruturas responsáveis pelo aprendizado, memória e regulação das emoções. A equipe de Lazar, que mantém laboratório em Harvard, reparou em outro resultado: a amígdala, responsável pela reação de sobrevivência, o clássico “luta ou fuga”, havia perdido tamanho. Mais um bom resultado, afinal o acionamento excessivo dessa região gera ansiedade e pode levar à ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os anos 2000, psiquiatras tratam pacientes com depressão refratária (que aparece várias vezes ao longo da vida), com o mindfulness. O médico Mark Williams, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford, na Inglaterra, foi um dos responsáveis por mesclar meditação com terapia cognitiva. A MBCT (em inglês: “terapia cognitiva baseada em mindfulness), uma sigla de sucesso. Estudos mostraram que ela tem resultados tão bons quanto o uso de remédios. Hoje o governo do Reino Unido a recomenda como primeira opção na prevenção de novas crises.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1043" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5.jpg" alt="226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5" width="552" height="414" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BÔNUS:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos exercitar?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos exercícios sugeridos na matéria da revista é este abaixo, que deixaremos para vocês como um presente para praticarem sempre que quiserem e quando estiverem com dificuldades para dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que gostem e que consigam bons resultados! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meditação/relaxamento para a hora de dormir:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Embaixo das cobertas, de barriga para cima e olhos fechados, repare em como o corpo se sente: leve ou agitado? Tenso ou relaxado? Agora, relembre cada momento do seu dia , como num filme: levantou, tomou café, saiu de casa etc.</li>
<li>Não é preciso mais do que 30 segundos para percorrer o dia todo e chegar no momento presente. Respire profundamente e, ao exalar, sinta o corpo afundando um pouco mais na cama, como se estivesse sendo anestesiado, ficando solto.</li>
<li>Então, começando pelos pés, imagine “desligar” músculo por músculo, parte por parte, desde os dedos até a testa. Se ainda não estiver dormindo quando terminar, comece a contar, lentamente, de mil até zero (1000, 999, 998, 997&#8230;).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência bibliográfica: </strong>SUPERINTERESSANTE, edição nº 365, de setembro de 2016. (ISSN 0104-1789), ano 30, nº 11. É uma publicação da Editora Abril.</p>
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		<title>Será que você vive no piloto automático?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 21:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se perguntou se no seu dia a dia, suas escolhas, ações ou pensamentos são realmente algo que você, espontaneamente escolhe ou se, na realidade, seu cérebro já tem tudo registrado e apenas dá comandos sobre o que sentir, como fazer e agir, de maneira automática?! Pois é, quando estamos sendo 100% autênticos e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou se no seu dia a dia, suas escolhas, ações ou pensamentos são realmente algo que você, espontaneamente escolhe ou se, na realidade, seu cérebro já tem tudo registrado e apenas dá comandos sobre o que sentir, como fazer e agir, de maneira automática?!</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, quando estamos sendo 100% autênticos e espontâneos, agimos com <span id="more-833"></span>certa ansiedade (uma ansiedade saudável), pois estamos resolvendo aquela determinada situação através de um mecanismo, de um caminho diferente, ainda não registrado por nós anteriormente, exigindo muito foco, atenção, concentração, ou seja, ficamos imersos sem tanto esforço no presente, como se aquele momento estivesse durando muito mais tempo do que de fato está! Você já se sentiu assim? Pense quando teve que enfrentar algo totalmente novo em sua vida&#8230;tenho certeza que você vai se recordar.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, para a maior parte de nós,  a maneira de enfrentar nosso momento presente é caracterizada por uma espécie de nevoeiro de preocupações acerca de acontecimentos futuros, ou de ruminações acerca de acontecimentos passados, ou mesmo de formulações acerca de si, dos outros e dos acontecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas correntes de estudo, assim como em certas filosofias de vida, o foco no presente é empregado como fator primordial para vivenciar a vida de forma plena. Uma das práticas atualmente mais difundidas em todo o mundo, que busca inclusive exercitar nossa mente e corpo para estarmos focados no presente, é o Mindfulness, meditação que vida tanto o aspecto tranquilizante e energizante (para quem acredita), quanto o alinhamento da atenção e concentração através da respiração principalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">É como se, ao exercitar nosso foco, estivéssemos desligando nosso &#8220;piloto automático&#8221;, e aumentando a potência de nossa consciência e criatividade, para que cada gesto, pensamento, ação, fosse pensado, trabalhado internamente por cada um de nós, em sua totalidade, fazendo com que pensemos em cada detalhe destes, revendo e ressignificando esses fenômenos, atribuindo importância e peso à eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando fazemos essa reflexão e percebemos com mais atenção cada palavra, gesto e pensamento, passamos a notar e entender questões antes &#8220;invisíveis&#8221; ou insignificantes para nós. Afinal, estamos extremamente condicionados e acostumados a fazer, falar, pensar tudo em nosso dia a dia há muitos anos. Talvez por isso seja tão comum a sensação de que o dia, a semana e até mesmo o ano passa tão depressa&#8230;Pense bem&#8230;.não estamos de fato inovando em QUASE nada, certo?!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um &#8220;acidente de percurso&#8221;, algo que interrompe nossa rotina, um imprevisto ocorre, a maioria das pessoas tende a se estressar muito e se incomodar além do que deveria com esses &#8220;desvios&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, são esses acontecimentos que nos forçam a repensar nossa rotina, nossos hábitos, nos tirando totalmente do automático&#8230;Que nada mais é do que a nossa velha e grande ZONA DE CONFORTO! Aquelas velhas manias e métodos que temos salvado no nosso &#8220;HD&#8221; com o passar dos anos, aos quais nos acomodamos, sem nem sequer aprimorá-los de vez em quando. Ficam ali, intocados, como uma velha legislação que dita as regras do jogo por muito tempo, sem aceitar aperfeiçoamentos, adequações, preferindo a rigidez e a certeza de que daquela forma sempre funcionou e, &#8220;em time que está ganhando (se é que se pode afirmar que está ganhando mesmo), não se mexe&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente tudo isso ocorre sem que tenhamos consciência ou percepção crítica desses &#8220;moldes limitados&#8221; ou receitas que internalizamos e repetimos todos os dias. Aliás, eu citaria até uma ideia oposta: conforme vamos conseguindo concretizar aquela velha rotina, em todos os seus nuances, aparentemente nos sentimos melhores e mais produtivos, pois fomos capazes de realizar tudo aquilo mais uma vez e do mesmo jeito&#8230;.Oba! Então tivemos sucesso! Sim, bem sucedido em repetir tudo outra vez&#8230;Contudo, não aprendendo nada novo, nada foi inovado nem aperfeiçoado nem adicionado.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim gostaria de deixar as seguintes reflexões, além de convidar-te para ler e estudar mais sobre o mindfulness e a meditação no geral:</p>
<p>QUAL FOI A ULTIMA VEZ QUE VOCÊ FEZ ALGO PELA PRIMEIRA VEZ?</p>
<p style="text-align: justify;">QUANDO FOI QUE VOCÊ SE PERMITIU, DE VERDADE, EXPERIMENTAR ALGO TOTALMENTE NOVO PARA VOCÊ (FORA DA SUA ZONA DE CONFORTO)?</p>
<p style="text-align: justify;">O QUE VOCÊ PODERIA FAZER QUE NUNCA FEZ, QUE TRARIA BENEFÍCIOS OU ALEGRIA PARA SUA VIDA?!</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignright wp-image-837 size-medium" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-300x300.jpg" alt="liberdade-1" width="300" height="300" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-300x300.jpg 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-1024x1024.jpg 1024w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-150x150.jpg 150w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-768x768.jpg 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-600x600.jpg 600w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-200x200.jpg 200w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1.jpg 1066w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Espero que essa leitura tenha valido seu tempo! Se estava distraído(a) ou pensando em outras coisas, volte e leia novamente, tentando estar imerso nas ideias que foram repassadas aqui. Tenho certeza que despertarão outras coisas!</p>
<p><strong>Grande abraço!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
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<h3>Referência:</h3>
<p>1) Artigo &#8220;Viver em Piloto Automático&#8221; &#8211; Por Pedro Albuquerque (Psicólogo clínico). 2010. Link: http://oficinadepsicologia.blogs.sapo.pt/4267.html</p>
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