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	<title>Arquivo de julgamento - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de julgamento - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como lidar com uma traição?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 02:17:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A descoberta de uma traição é capaz de transformar qualquer relacionamento amoroso, seja namoro ou casamento. A vida do casal pode mudar para melhor ou piorar consideravelmente, mas, com certeza, nunca mais será a mesma. Por isso, é importante não cair em estado de negação e encarar os fatos de frente para conseguir resolver a situação. A&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A descoberta de uma traição é capaz de transformar qualquer relacionamento amoroso, seja namoro ou casamento. A vida do casal pode mudar para melhor ou piorar consideravelmente, mas, com certeza, nunca mais será a mesma.</p>
<p>Por isso, é importante não cair em estado de negação e encarar os fatos de frente para conseguir resolver a situação. A descoberta da traição é um processo doloroso e que pode trazer diversas consequências, desde o término do relacionamento até a queda da autoestima.</p>
<p>Em razão do amor sentido pelo cônjuge ou da zona de conforto que aquela relação proporciona, é comum que a pessoa traída procure perdoar e superar a traição, dando uma nova chance para o amor.</p>
<p>Se você ou alguém que você conheça está passando por esse momento tão delicado, este artigo poderá ajuda-lo(a).</p>
<p>Sabemos que não é fácil. Portanto, não tome qualquer tipo de decisão drástica após descobrir uma traição. Com o máximo de calma possível, junte as evidências e chame o seu parceiro (a) para uma conversa particular.</p>
<p>Caso ele ou ela negue o fato, apresente as evidências, mostrando que essa conversa não é à toa. Aqui, é importante avaliar se ele (a) continua tentando enganar você mesmo após a descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 &#8211; Não se deixe levar pela raiva</strong></p>
<p>Raiva, mágoa ou desejo de vingança são sentimentos comuns após a descoberta de uma traição, mas é importante não se deixar levar por eles – para cada ação ou decisão que tomamos em nossa vida, há uma consequência.</p>
<p>Por isso, evite agressões verbais e físicas, tanto com o seu(a) parceiro(a) quanto com a terceira pessoa envolvida na relação.</p>
<p>Lembre-se de que é o(a) seu(a) parceiro(a) que tem um compromisso com você e que ele(a) não foi forçado(a) a ter outro relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 &#8211; O que fazer depois de descobrir uma traição?</strong></p>
<p>Se você acabou de descobrir uma traição, então vai precisar acalmar as emoções. Sabemos que não é algo simples, mas é preciso ter inteligência emocional nesse momento para conseguir se preservar e tomar as ações mais assertivas.</p>
<p>Por isso, listamos algumas dicas que você pode seguir assim que descobrir uma traição!</p>
<p><strong>2.1. Converse com o cônjuge</strong></p>
<p>O primeiro passo é conversar com o cônjuge para compreender as razões que o levaram a trair, que podem ser:</p>
<p>&#8211; Traumas do passado;</p>
<p>&#8211; Vingança;</p>
<p>&#8211; Carência;</p>
<p>&#8211; Desespero;</p>
<p>&#8211; Fantasia, etc.</p>
<p>Ou seja, como são várias possibilidades, é preciso que você ouça o parceiro para não ficar especulando possíveis causas da traição.</p>
<p>Além disso, por meio desse diálogo, será possível começar a pensar se há uma possibilidade de perdoar a traição e se existem caminhos para a reconciliação.</p>
<p>Portanto, por mais que a sua vontade inicial seja de brigar, procure ouvir o outro.</p>
<p><strong>2.2. Leve em consideração a fase do relacionamento</strong></p>
<p>Traição é traição em qualquer fase do relacionamento, porém ela pode ter pesos diferentes de acordo com o momento, se essa ocorre no início do namoro ou em um casamento consolidado, por exemplo. Esse é um ponto que deve ser levado em consideração na hora de ponderar se vale a pena ou não tentar perdoar.</p>
<p><strong>2.3. Preserve a sua autoestima</strong></p>
<p>Assim que você descobrir que foi traído, é muito importante iniciar um trabalho para preservar a sua autoestima. Isso porque, é muito comum, diante dessa situação, achar que a outra pessoa é mais bonita ou superior a você.</p>
<p>No entanto, essa é uma questão que não deve ser cogitada e nem pensada, pois pode afetar a sua autoestima e desencadear até mesmo processos depressivos.</p>
<p>Por isso, evite se comparar e, se necessário, já inicie uma terapia para evitar que o quadro de depreciação se agrave.</p>
<p><strong>2.4. Dê tempo ao tempo</strong></p>
<p>Não se pressione para tomar decisões rápidas, seja para terminar ou continuar o relacionamento. Isso pode ser angustiante e ainda te fazer tomar alguma decisão com a qual você se arrependa futuramente.</p>
<p>Nesse sentido, assim que descobrir a traição, procure refletir com calma, levar em consideração o histórico do seu relacionamento e o sentimento pelo cônjuge e perceber se você tem estrutura emocional para retomar a relação.</p>
<p>Ou seja, dê tempo ao tempo e não se cobre!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 &#8211; Como superar uma traição e continuar o relacionamento?</strong></p>
<p>Se depois de refletir, você decidiu que realmente quer seguir com o relacionamento, então precisa adotar algumas estratégias para de fato superar a traição e permitir que a relação retome de forma saudável. Listamos algumas delas para te ajudar!</p>
<p><strong>3.1. Vivencie o luto</strong></p>
<p>Sim, você não leu errado! A traição pode desencadear um luto, uma vez que há um sentimento de perda envolvido no processo – ainda que você continue com o cônjuge.</p>
<p>Por isso, é preciso entender que, durante um período, você vivenciará o luto e as suas fases. É importante não pular nenhuma das etapas!</p>
<p>E vale dizer que é muito importante que o seu parceiro esteja ao seu lado, com calma e paciência, para passar pelas fases com você.</p>
<p>Essa união será importante para que vocês saiam ainda mais fortes dessa fase turbulenta e com uma relação mais madura.</p>
<p><strong>3.2. Pense nos momentos bons que você já vivenciou com o cônjuge</strong></p>
<p>Um bom ponto de partida para superar a traição e manter o relacionamento é focar nos momentos bons vividos com o cônjuge.</p>
<p>Pense em tudo o que de bom vocês construíram e vivenciaram até então.</p>
<p>Do contrário, isto é, se você focar apenas nas coisas ruins, inclusive no ato da traição, dificilmente vocês conseguirão sustentar esse relacionamento por muito tempo. Ou, caso ele se mantenha, há grandes chances de ser tóxico.</p>
<p>Por isso, procure sempre focar em coisas boas!</p>
<p><strong>3.3. Distancie-se das pessoas que te julgam</strong></p>
<p>Pessoas que julgam a sua decisão de dar uma nova chance para o cônjuge podem atrapalhar muito o processo de superação. Afinal, elas vão te colocar em dúvida sobre a sua decisão e ainda fazer com que você relembre o evento o tempo todo. Convém destacar que essas são pessoas egoístas e que não sabem exercer a empatia.</p>
<p>Portanto, cerque-se apenas de pessoas empáticas que, quando emitem suas opiniões, fazem isso de forma respeitosa e sem ultrapassar os limites.</p>
<p><strong>3.4. Utilize a traição como um ponto para amadurecer</strong></p>
<p>O casal que passa pela traição não deve simplesmente esquecer o ocorrido. Na realidade, é importante utilizá-lo como um ponto de melhora e crescimento pessoal.</p>
<p>Assim, ao compreender o que desencadeou a traição, é possível criar estratégias para melhorar o relacionamento, tornando-o mais saudável.</p>
<p><strong>3.5. Faça terapia </strong></p>
<p>As feridas podem atrapalhar a retomada da relação de uma forma saudável. Por isso, pode ser interessante investir na terapia, seja individual e/ou de casal, para conseguir realmente superar o acontecimento e encontrar caminhos para fazer com que a retomada do relacionamento realmente valha a pena!</p>
<p>Além disso, o acompanhamento com o psicólogo pode ajudar a tratar questões que podem ser desencadeadas após a traição, como crise de ansiedade, falta de confiança e redução da autoestima.</p>
<p>Portanto, não hesite em procurar ajuda profissional caso você perceba que não consegue lidar sozinho com essa adversidade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong><strong>Como saber se traição tem perdão para você?</strong></p>
<p>Como mencionamos no início deste conteúdo, não existe uma resposta concreta para a pergunta: “Traição tem perdão?”. Isso vai depender do seu relacionamento, do seu cônjuge e do quão disposto você está a passar pela situação. Portanto, perdoar ou não a traição é algo muito pessoal!</p>
<p>Se você está em dúvida, então procure responder com sinceridade às perguntas abaixo:</p>
<p>&#8211; Durante a conversa, vocês chegaram à conclusão sobre o que motivou a traição?</p>
<p>&#8211; Antes da traição, a relação era saudável?</p>
<p>&#8211; Se você perdoar e retomar o relacionamento, acredita que vai conseguir realmente superar, sem ficar o tempo todo mencionando a situação e culpando o outro?</p>
<p>&#8211; Você acha que vai conseguir passar uma borracha no passado e viver sem medo de que uma nova traição ocorra?</p>
<p>&#8211; O que te motivaria a perdoar?</p>
<p>&#8211; Os julgamentos de terceiros sobre a sua decisão de perdoar vão te incomodar?</p>
<p>&#8211; Vocês aceitariam fazer uma terapia de casal?</p>
<p>Essas são algumas perguntas que você deve se fazer a fim de identificar se a traição tem perdão para você. Faça essa reflexão com calma e, de preferência, sozinho. Assim, você conseguirá encontrar respostas realmente sinceras.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 &#8211; Se foi você quem traiu… O que fazer?</strong></p>
<p>Todo relacionamento tem o início perfeito: há amor, entusiasmo, paixão e curiosidade. Porém, com o passar do tempo, pode ser que a fonte de toda aquela felicidade comece a secar.</p>
<p>Os beijos não têm mais aquele gosto de antes, o sexo se torna menos frequente, surgem as brigas, os desentendimentos, o tédio. E, de repente, aquele colega de trabalho, ou a vizinha da casa do lado, sorri para você. Por uns instantes, você acha que ali está a chave da felicidade que se perdeu. E a traição acontece.</p>
<p>Só que, ao invés de deixar você feliz e satisfeito, ela deixa um gosto amargo na boca. E o pior de tudo: você percebe que ainda ama – e muito – o seu parceiro ou parceira.</p>
<p>O que fazer em uma situação dessas? O desespero não é a solução: agora, mais do que nunca, é uma oportunidade para repensar suas atitudes e tomar uma decisão que pode mudar sua vida.</p>
<p><strong>5.1. Você não é a pior pessoa do mundo</strong></p>
<p>É muito comum, nessa situação, aquele que trai se sentir um canalha, a pior das criaturas. Isso tem justificativa: trair a confiança de alguém, quebrar as promessas feitas, fingir que está tudo bem quando na verdade não está, mentir e enganar a pessoa com quem se viveu tantas coisas, é realmente uma atitude terrível.</p>
<p>Porém, na maioria das vezes, a traição não foi um caso planejado.</p>
<p>O arrependimento de quem trai pode ser realmente sincero. A verdade é que todos nós temos nossos defeitos e fraquezas, mas elas não definem nosso caráter. O que o estabelece é a capacidade de admitir nossos defeitos e lutar para mudar alguns comportamentos.</p>
<p><strong>5.2. Contar ou não contar?</strong></p>
<p>Em geral, mulheres perdoam mais facilmente do que homens; porém, se você decidir contar, prepare-se para uma mudança radical em seu relacionamento. Mesmo que seu parceiro perdoe a traição, a confiança pode ser quebrada a ponto de nunca mais voltar a ser o que era.</p>
<p>Na maioria das vezes, nós nos sentimos impelidos a admitir nossos erros, mas para nos livrar do remorso, não tanto pelo desejo de sinceridade com a outra pessoa. Já parou para pensar nisso?</p>
<p>Assim, só você pode decidir se deve ou não revelar a traição. Às vezes, mais vale calar e simplesmente procurar não repetir o erro. A questão é se você conseguirá conviver com isso.</p>
<p><strong>5.3. E se a pessoa descobrir?</strong></p>
<p>Tentar se justificar ou usar a clássica frase “não é isso que você está pensando” é a pior coisa que você pode fazer. Já que a traição foi descoberta, use a sinceridade. Assuma o que fez e procure manter um diálogo aberto e transparente.</p>
<p>Se possível, não converse com a pessoa logo após a descoberta da traição: afaste-se um pouco e deixe que ela se acalme, antes de vocês sentarem para conversar.</p>
<p>Então, com a cabeça fria, os dois podem avaliar o rumo do relacionamento, se vale a pena continuar ou é melhor vocês se separarem.<strong> </strong></p>
<p><strong>5.4. Procurando ajuda</strong></p>
<p>Há muitos motivos para uma pessoa cometer uma traição. A busca de novas emoções, a incapacidade de resistir aos instintos, o tédio e a insatisfação no casamento ou uma paixão sincera por outra pessoa – como lidamos com isso tudo?</p>
<p>Você não precisa passar por isso sozinho(a). Ajuda psicológica pode ser uma solução nessas horas. Quando vivemos esses conflitos internos, tudo parece confuso, e um bom psicólogo pode ajudar a enxergar as coisas com maior clareza e encontrar a melhor solução para o relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>Transtorno de Acumulação: o que é, causas e tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 17:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem. Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem.</p>
<p>Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para o desencadeamento de outras questões emocionais, como o sofrimento, a angústia e os conflitos (internos e externos).</p>
<p>Neste artigo, vamos falar tudo sobre o Transtorno de Acumulação para que você o conheça e possa perceber se há chances de alguém ao seu redor tê-lo. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o Transtorno de Acumulação?</strong><span id="more-2754"></span></p>
<p>O Transtorno de Acumulação consiste no acúmulo de objetos de pouco ou nenhum valor. O portador dessa condição possui muita dificuldade, e até mesmo uma angústia profunda, para se desapegar de tais itens, o que faz com que ele os acumule.</p>
<p>É muito importante diferenciar esse transtorno das coleções. Isso porque o colecionador acumula itens de uma mesma categoria e de forma ordenada.</p>
<p>Enquanto isso, a pessoa acumuladora não tem organização para guardar os objetos e acumula itens que não apresentam valor sentimental ou material.</p>
<p>Além disso, a ansiedade costuma ser uma condição muito forte e presente no Transtorno de Acumulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as causas desse transtorno?</strong></p>
<p>As causas do Transtorno de Acumulação são variadas, mas geralmente estão associadas a fatores emocionais.</p>
<p>Assim, a pessoa acometida por esse transtorno pode já apresentar algum outro problema de saúde mental, como: Depressão, Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), entre outros.</p>
<p>Além disso, muitos indivíduos desenvolvem essa condição para suprir uma necessidade e carência emocional. Outros, acumulam itens por acreditarem que esses podem fazer com que eles se tornem mais importantes para a sociedade.</p>
<p>Cabe mencionar que, além da pré-existência de outras condições mentais e emocionais, existem ainda outros fatores de risco para o Transtorno de Acumulação, como: histórico familiar de acumulação, traumas mal resolvidos,</p>
<p>personalidade indecisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Principais sintomas do Transtorno de Acumulação</strong></p>
<p>Os sintomas do Transtorno de Acumulação podem surgir ainda na adolescência, por volta dos 11 e 15 anos de idade, mas tem uma piora gradativa e significativa à medida que a pessoa envelhece.</p>
<p>Assim, entre os principais sinais dessa condição, estão:</p>
<ul>
<li>Necessidade incontrolável de acumular objetos com pouco ou nenhum valor;</li>
<li>Angústia quando precisa se desfazer desses itens;</li>
<li>As áreas de convívio da casa ficam desorganizadas e cheias com os objetos, impossibilitando o uso delas;</li>
<li>Quando confrontado por pessoas próximas, o acumulador nega ou se constrange, mas não cogita mudar seus hábitos;</li>
<li>Isolamento social, uma vez que a pessoa se sente constrangida;</li>
<li>Pode haver acumulação compulsiva de animais de estimação, mas o indivíduo não consegue suprir as necessidades deles;</li>
<li>Dificuldade para tomar decisões;</li>
<li>Dificuldade para executar tarefas diárias;</li>
<li>Ansiedade, principalmente quando pensa que precisa se desfazer dos objetos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é realizado o diagnóstico dessa condição?</strong></p>
<p>O diagnóstico do Transtorno de Acumulação é realizado a partir de uma avaliação médica e/ou psicológica. Para isso, o especialista leva em consideração alguns critérios bastante específicos, como:</p>
<ul>
<li>paciente sente muita dificuldade para se desfazer de bens;</li>
<li>Ele realmente acredita que precisa guardar determinados objetos, independente do seu valor;</li>
<li>Os itens acumulados causam desorganização nas áreas de convívio da casa e interferem na forma como elas são utilizadas;</li>
<li>O indivíduo se sente angustiado diante da possibilidade de ter que se desfazer de algum dos seus bens.</li>
<li>Há uma redução da sua capacidade funcional por causa do acúmulo compulsivo, isto é, a pessoa não consegue realizar tarefas simples.</li>
</ul>
<p>Vale dizer que dificilmente a pessoa que sofre com esse problema o reconhece. Por isso, muitas vezes, a sinalização da possível condição é realizada por alguém próximo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Existe tratamento para o Transtorno de Acumulação?</strong></p>
<p>Sim, existe tratamento para o Transtorno de Acumulação, sendo que o principal meio é a psicoterapia.</p>
<p>Ao encorajar o paciente a refletir, as sessões de terapia conseguem auxiliá-lo a modificar a forma como pensa e age. Assim, gradativamente, ele conseguirá reduzir essa carência emocional e, consequentemente, o apego pelos itens acumulados.</p>
<p>Além disso, para que não haja recaídas, o acompanhamento psicológico trabalha a tomada de decisões – considerando que o indivíduo costuma ser indeciso – e a ansiedade – que é uma das molas propulsoras para o acúmulo compulsivo.</p>
<p>No entanto, convém mencionar que a implementação do tratamento costuma ser difícil, uma vez que o acumulador compulsivo não costuma enxergar a sua situação como um problema. Por isso, é tão importante que familiares e amigos auxiliem-no nessa jornada, mostrando a importância de ele se cuidar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como ajudar um acumulador compulsivo?</strong></p>
<p>Como mencionado anteriormente, é indispensável o apoio de pessoas próximas, uma vez que a pessoa acumuladora pode resistir ao tratamento.</p>
<p>Por isso, se você tem alguém do seu convívio que passa por esse problema, aqui vão algumas dicas para ajudá-lo e orientá-lo:</p>
<p><strong>1- Não julgue</strong></p>
<p>A sua ajuda começa em não julgar a pessoa acumuladora. Isso significa que é muito importante ser empático, mostrando a ela que você entende o seu lado.</p>
<p>O julgamento, além de constranger o indivíduo, pode fazer com que ele se feche ainda mais para receber qualquer tipo de ajuda. Portanto, é muito importante ter essa leveza e cordialidade.</p>
<p><strong> 2- </strong><strong>Tenha paciência</strong></p>
<p>Também é importante ter muita paciência, principalmente se você convive na mesma casa que essa pessoa. Afinal, pode ser bastante desafiador estar em um ambiente cheio de itens acumulados, que podem até mesmo impedir o fluxo de pessoas.</p>
<p>Acontece que a falta de paciência com o acumulador pode desencadear nele ainda mais ansiedade e estresse, o que não contribui em nada para a melhora do seu estado.</p>
<p><strong> 3- </strong><strong>Pontue os riscos da prática de acumulação</strong></p>
<p>De forma objetiva, clara e educada, pontue os riscos aos quais a pessoa está exposta ao acumular itens, como:</p>
<ul>
<li>Isolamento social;</li>
<li>Condições insalubres;</li>
<li>Risco de incêndio;</li>
<li>Conflitos familiares;</li>
<li>Desempenho precário no trabalho;</li>
<li>Aparecimento de outras condições mentais, etc.</li>
</ul>
<p><strong>4- Proponha a busca de uma ajuda especializada:</strong></p>
<p>Incentive a pessoa a buscar a ajuda especializada de um psicólogo, caso ela ainda não tenha procurado um. Aponte todos os benefícios que ela terá ao investir na psicoterapia. Você também pode se propor a ajudá-la a procurar um bom profissional e até mesmo acompanhá-la ao consultório, caso as sessões sejam presenciais. Dessa forma, você contribuirá para que ela se sinta mais segura para modificar a sua realidade, que é tão dolorosa e causa tanto sofrimento.</p>
<p>Persista e não a desampare, pois assim como outros transtornos, esse também demanda acompanhamento para o resgate da saúde mental do paciente!</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como deixar de se importar com o que os outros pensam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 17:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos. Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos.</p>
<p>Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos e, ao modificar a sua conduta para se encaixar nos requisitos, a sua carreira pode avançar consideravelmente. Essa mudança de comportamento, no entanto, não é permanente. Ela serve para ajudá-lo a aproveitar uma oportunidade ou alcançar objetivos. Segundo psicólogos, o problema nasce quando modificamos nosso comportamento e fazemos coisas, ou deixamos de fazer, devido à opinião dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos importamos tanto com opiniões alheias?</strong></h4>
<p>Você já sentiu que deveria tomar determinada atitude para agradar terceiros? Ou teve medo de fazer algo para você (mudar o visual, trocar de emprego, começar ou terminar um relacionamento) por causa do que os outros vão pensar?</p>
<p>A sensação de estar sendo vigiado é mais forte na adolescência. É nessa fase que começamos a nos importar com as opiniões de amigos e pretendentes, pois é quando compreendermos o significado de “viver em sociedade”. O adolescente tem horror em ser visto de forma negativa e geralmente tem um desejo ardente de provar a sua capacidade para os outros.</p>
<p>Adolescentes tímidos ou pouco autoconfiantes, em especial, tendem a ligar excessivamente para o que terceiros pensam a seu respeito. Em sua busca para agradar os colegas e pertencer a um grupo, podem fazer coisas contra sua vontade. Quando não conseguem impressionar, passam a temer o julgamento alheio.</p>
<p>Algumas pessoas entram na vida adulta com esse medo. Assim, sofrem com uma série de preocupações: são ansiosas, temem o que os demais vão falar sobre as suas escolhas, não conseguem expressar a sua verdadeira identidade, têm dificuldades para fazerem escolhas sozinhas, temem o fracasso acima de tudo e sentem-se frustradas consigo mesmas. Essa repressão auto imposta é a fórmula certeira para a depressão, a ansiedade e o estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como deixar de se importar com o que os outros pensam?</strong></h4>
<p>Parar de se importar com as opiniões alheias requer esforço e prática diária.</p>
<p>Toda vez que decidimos modificar um comportamento, precisamos levar em consideração que ele já está profundamente acomodado dentro de nós. Passamos anos e anos reforçando-o através de nossas escolhas, pensamentos, emoções e experiências de vida.</p>
<p>Por isso, costuma-se se dizer que é preciso “desconstruir” um comportamento, retirando as crenças que utilizamos para construí-lo em primeiro lugar.</p>
<p>Por exemplo, a preocupação excessiva com o que os outros pensam costuma se originar do medo de julgamentos. Este, por sua vez, pode ter raízes em um pensamento (“se acharem que eu sou uma pessoa X ou Y, algo ruim vai acontecer”) ou uma emoção (vergonha, ansiedade, hesitação, falta de confiança).</p>
<p>Em vez de confrontar esse medo ou ressignificá-lo, você o alimentou inconscientemente, reforçando sentimentos e pensamentos negativos. Como encontra-se consolidado em seu interior, você basicamente precisa “destruir” as crenças ruins que o fortalecem e construir crenças boas.</p>
<p>Pode parecer complicado, mas não é!</p>
<p>Esse processo ocorre naturalmente. A princípio, ele não é muito agradável tampouco fácil. Você vai sentir vontade de desistir e ignorar incômodos emocionais significativos. É uma reação totalmente normal, a qual deve ser combatida. Abaixo, separamos alguns passos para ajudá-lo a chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1)     Identifique o porquê:</strong></p>
<p>Por que você se importa tanto com o que os outros vão dizer sobre você? Quais são as suas preocupações? Você tem medo de ser julgado, ser ridicularizado, ser rejeitado, ser visto como um fracasso? Questione-se sobre a sua necessidade da validação alheia para encontrar a origem dela.</p>
<p>Ela pode ter nascido de uma experiência ruim na infância ou na adolescência, ou ser consequência da sua criação (pais muito rígidos, por exemplo). Como você não tinha muito conhecimento sobre os seus próprios sentimentos, passou a alimentar essa necessidade, fugindo de si mesmo para não ser desaprovado pelos demais.</p>
<p>Você pode vasculhar as suas memórias em busca de uma resposta e responder perguntas de autoconhecimento diariamente para compreender como se sente. Fazer terapia também pode ajudá-lo a obter insights sobre por que você se importa com o que os outros pensam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2)     Modifique a sua forma de pensar:</strong></p>
<p>Quando o medo da opinião alheia aparecer, confronte-o. Em vez de pensar “O que será que vão pensar de mim?” ou “Todo mundo vai olhar para mim e ficar comentando”, pense “Eu quero fazer isso porque…” e “Se alguém tiver algo para dizer, não importa. A minha felicidade é mais importante”. Se precisar, repreenda-se usando o seu nome da mesma forma que faria para chamar a atenção de uma criança.</p>
<p>Mesmo que pareça estranho conversar com si mesmo, faça-o. Esse diálogo interno vai facilitar a modificação das crenças construídas e fortalecidas ao longo dos anos. Com a prática, você conseguirá pensar mais positivo sobre se expor para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3)     Compreenda algumas coisas:</strong></p>
<p>É muito provável que ninguém esteja prestando atenção em você. As pessoas vivem saturadas por seus próprios problemas e preocupações. Elas não têm tempo de se preocupar com terceiros. Quando a sensação de que múltiplos olhares estão acompanhando os seus movimentos aparecer, 99.9% das vezes é apenas isso: uma sensação.</p>
<p>Se você não fala a sua opinião ou expressa suas necessidades em voz alta por medo de desagradar alguém, saiba que é impossível agradar todo mundo. Milhares de pessoas já tentaram, inclusive personalidades célebres conhecidas mundialmente, e todas falharam.</p>
<p>Cada um possui o seu jeito de pensar e ver a vida, portanto, raramente você encontrará alguém com opiniões praticamente idênticas às suas. Caso alguém reaja com agressividade verbal ou grosseria ao ouvir o que você tem a dizer, lembre-se disso. A vivência daquela pessoa é completamente diferente da sua e isso gera divergência de pensamentos.</p>
<p>Responda à atitude rude com cordialidade e siga em frente. Afinal, por que é tão importante que todos concordem com você ou aprovem as suas considerações? A única pessoa que deve fazê-lo é você mesmo, pois o único a sofrer as consequências de seus atos é você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4)     Valorize-se!</strong></p>
<p>Pessoas que se preocupam demais com o que os outros têm a dizer não costumam ter uma visão concreta de seus atributos positivos. Se este for o seu caso, faça uma lista de qualidades, conquistas e elogios já recebidos. Assim, você terá uma noção de quais características merecem atenção.</p>
<p>Não tenha medo de mostrar o que há de melhor em você para o mundo! Neste momento, você pode pensar que não faz sentido compartilhar os seus talentos. É a sua insegurança falando. Ela costuma manter os dons adormecidos.</p>
<p>Quando alguém decide partilhar o que há de melhor em si, o mundo fica um pouco melhor, sabia? Além de ajudar outras pessoas com os seus talentos, você se sente bem por estar sendo útil. Essa postura de doação também fortalece o seu amor-próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5)     Cultive boas amizades:</strong></p>
<p>Pessoas negativas, tóxicas, aproveitadoras ou invejosas são como um veneno para a sua autoestima. Não raro indivíduos ligam excessivamente para a opinião de pessoas com quem mantém uma relação nada saudável. Esse tipo de relacionamento é capaz de levá-los a uma depressão profunda e impedir que aproveitem a vida.</p>
<p>Dê ouvidos somente às pessoas que lhe querem bem. Aceite elogios, conselhos e recomendações de quem demonstrar amá-lo, e não de quem quer vê-lo sofrer. Mantenha-se afastado de pessoas tóxicas. É comum demorar um pouco para perceber o quão abusivo alguém está sendo com você. Assim que tomar essa consciência, distancie-se do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6)     Saia da zona de conforto:</strong></p>
<p>O melhor remédio para livrar-se de um medo é enfrentá-lo! Se você teme julgamentos e não sabe como lidar com opiniões alheias, coloque-se em ocasiões em que deverá fazer exatamente isso.</p>
<p>Você pode fazer as seguintes atividades apenas em sua própria companhia para sair da zona de conforto:</p>
<ul>
<li>Viajar;</li>
<li>Ir a um show;</li>
<li>Fazer uma refeição em um restaurante;</li>
<li>Desfrutar de uma bebida em um bar;</li>
<li>Passear em um parque;</li>
<li>Fazer compras;</li>
<li>Ir à academia; e</li>
<li>Comparecer aos eventos locais da sua cidade.</li>
</ul>
<p>Assim que sentir o medo de ser julgado chegando, diga a si mesmo que está tudo bem e eduque a sua mente para pensar positivo. O incômodo de fazer algo novo é passageiro e, se você ceder a ele e desistir, poderá se arrepender mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
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		<title>Nosso Eu Crítico e o Julgamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2019 19:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Para que nossa mente funcione adequadamente (isto é, de forma mais completa e saudável), desenvolvemos ao longo da vida e das experiências vividas, estruturas que funcionam separada e complementarmente. Na Psicanálise, por exemplo, chamamos de ID, EGO e SUPEREGO. Contudo, hoje a intenção é explicar apenas uma parte disso, de forma mais simples e compreensível!&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para que nossa mente funcione adequadamente (isto é, de forma mais completa e saudável), desenvolvemos ao longo da vida e das experiências vividas, estruturas que funcionam separada e complementarmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Psicanálise, por exemplo, chamamos de <strong>ID, EGO e SUPEREGO.</strong> Contudo, hoje a intenção é explicar apenas uma parte disso, de forma <span style="text-decoration: underline;"><strong>mais simples e compreensível!</strong></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">Comecemos pelo básico: <span id="more-1239"></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Nós temos a nossa mente primitiva, que comporta nossos instintos de sobrevivência e as funções corporais mais básicas comandadas pelo cérebro e pelo SNC (sistema nervoso central), tais como fome, sede, sono etc, que regulam nossa sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos passamos a desenvolver estruturas mais complexas, como nossa personalidade, nossos gostos, entendendo, a cada ano que passa, aquilo que mais faz sentido para nós, que nos deixa mais satisfeitos, felizes e o que faz o efeito oposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso que passa a fazer parte e compor nossa identidade, é afetado diretamente e profundamente pelas relações familiares, entre outras. E é nesse caminho de descoberta de nós mesmos, que vamos ampliando, a cada nova vivência, o nosso próprio código de valores, tentando interpretar, no máximo de nossas habilidades (e isso varia muito de pessoa para pessoa), o que é <strong>CERTO E ERRADO</strong>, o que é <strong>MELHOR E PIOR</strong> para nós e aqueles à nossa volta. E você deve saber&#8230;.Esses conceitos são extremamente voláteis! Ou seja, variam muito, são subjetivos (se formam de acordo com a experiência e opiniões individuais). Portanto estamos vivendo sempre a mercê dessas múltiplas possibilidades de agir e, o que transforma o ponto de vista de cada ser humano em algo relativo à sua existência até aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">E aqui entra o miolo, a principal ideia que gostaria de expor aqui à vocês:</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o tempo passa, tendemos a ser cada vez menos versáteis e flexíveis, pois esse nosso &#8216;código de valores&#8217; e a ética exigida na sociedade, cada vez mais se solidificam em nossas mentes, e, as vezes sem querer, deixamos de exercitar a &#8216;mente aberta&#8217;, e empatia, pois percebemos e sentimos muito com tudo que já nos fez muito mal e que nos prejudicou e queremos, é claro, evitar tudo isso o máximo possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Okay, contudo, o movimento que fazemos em paralelo a isso tudo (e que muitas vezes nem percebemos), é o crescimento e solidificação também do nosso <strong>EU CRÍTICO!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O nosso <span style="text-decoration: underline;"><strong>Crítico Interno</strong></span> amadurece a cada dia e vivência e, assim como peneiramos todas as situações e atitudes das pessoas alheias em nosso <strong>código de valores (</strong>através do julgamento que fazemos 24 horas de tudo a nossa volta), passamos também a julgar, criticar e moldar, nossos próprios comportamentos escolhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tudo bem, mas, qual o problema disso até aqui?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O grande problema começa, quando, ao invés de passar nossas atitudes e escolhas por essa &#8220;peneira&#8221; através do autoconhecimento, possibilitando a auto-empatia, a compreensão de que posso modificar e flexibilizar o que me torna mais sábio(a) e saudável, fazemos apenas uma parte do processo:</p>
<p style="text-align: justify;">A DE APENAS NOS CRITICAR, NOS JULGAR, NOS COBRAR, NOS EXIGIR A SERMOS CADA DIA MAIS CONDIZENTE COM O QUE A PENEIRA (CRÍTICO INTERNO) ESTABELECE COMO LEI, COMO VERDADE. Como se viver fora disso ou tentar fazer as mesmas coisas de outra maneira, com outro ritmo e olhar, com outros sentimentos não vividos ainda, fosse um crime!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando isso passa a ocorrer, os julgamentos são cada vez mais fatais e rígidos, além de mais rápidos e e implacáveis. Não permitindo que nossa autoestima, o amor próprio, a e autoconfiança e a autoaceitação possam crescer. Afinal, se o crítico é rígido e não permite pontos fora de sua curva, ao tentar pensar diferente, fazer diferente, se amar diferente, se relacionar consigo e com os outros de forma diferente, a peneira vai &#8220;bugar&#8221;, vai entrar em contradição, e frear tais comportamentos que poderiam ser libertadores!</p>
<p style="text-align: justify;">Toda vez que nos criticamos com muita frequência e força, que não nos permitimos fazer, ser, falar, o que nosso coração está de fato sentindo, quer dizer que estamos muito apegados ao nosso código, ao Eu Crítico. E por isso devemos tomar cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nosso crítico interno, nosso código de valores </strong>serviram e sempre servirão para nos manter fora de encrenca, para sabermos diferenciar o que nos faz bem do que não faz, e está tudo certo até aqui! Afinal vivemos em sociedade e, mesmo não aprovando o comportamento e escolhas alheias, temos que aprender à, ao menos, respeitar tal diversidade e aceitar que, certas diferenças, até nos complementam e nos fazem muito bem!</p>
<p style="text-align: justify;">O alerta que gostaria de deixar à todos é com relação à esse processo do crítico quando ele ocorre de nós para nós mesmos. Será que seu crítico interno está te preservando e precavendo, ou está na verdade te impedindo e te afastando de tantas descobertas bacanas, atitudes novas ou apenas diferentes que te levariam a um próximo nível de maturidade emocional? De evolução humana?!</p>
<p style="text-align: justify;">Repense seu código de valores! Todo código merece ser revisto e reescrito de tempos em tempos, para possamos ABRIR ESPAÇO PARA O NOVO, O DIFERENTE E PARA O QUE MUITAS VEZES JÁ EM NOSSO CORAÇÃO, E QUE NOS FARÁ UM SER HUMANO MELHOR E MAIS FELIZ!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que seu crítico interno vem impedindo você de dizer, de fazer, de decidir, de se permitir, que caso você fizesse, apesar de parecer perigoso, apenas te libertaria, te faria mais leve e satisfeito(a)?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>E lembre-se sempre: não adianta libertar-se de um certo hábito, de um código de atitudes e comportamentos, adquirindo outros sem assertividade, sem inteligência emocional, sem empatia ao próximo. Todos nós temos a possibilidade de nos melhorar e evoluirmos sem que, para isso, precisemos destruir o outro, passar por cima de algum sentimento alheio ou desrespeitando as pessoas à nossa volta!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Espero de coração que esse conteúdo possa ter lhe feito refletir e chegar em conclusões que tragam mais amor próprio, mais autoconhecimento e alegria à sua vida! Se gostou, compartilhe com quem você acredita que também se beneficiará de artigo! Deixe também seu comentário para sabermos que você passou por aqui!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Artigos relacionados que também podem lhe interessar:</h3>
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<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>Quando O QUE SOMOS Não nos Representa&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 03:23:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E por que não nos representaria? Vamos aprofundar isso?! Você já deve ter passado por alguma situação em que você mesmo(a) não se viu como gostaria de ser vista(o), ou foi julgado(a) de maneira muito diferente do que se apresentou ou quis transpassar, muitas vezes até de forma oposta ao que você buscava repassar aos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E por que não nos representaria? Vamos aprofundar isso?!</p>
<p style="text-align: justify;">Você já deve ter passado por alguma situação em que você mesmo(a) não se viu como gostaria de ser vista(o), ou foi julgado(a) de maneira muito diferente do que se apresentou ou quis transpassar, muitas vezes até de forma oposta ao que você buscava repassar aos outros com seu jeito, sua forma de se vestir, de falar, com suas opiniões etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos numa época em que rótulos têm caído por terra, contudo, há ainda muitos julgamentos, como por exemplo:<span id="more-1024"></span> ser gordo significa que a pessoa não é saudável, come mau e é sedentária. Ser magra representa saúde e beleza (menos quando se trata de alguém com anorexia/bulimia). Se você se veste de preto, de maneira mais &#8220;largada&#8221;,  com certeza é revoltado com a vida e só gosta de Rock, se dança e gosta de funk, então deve ser uma mulher burra, e se não gosta é &#8220;do contra&#8221; ou chata. Se tem um rosto com traços delicados, com certeza é meiga e calma, e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">Estereótipos vem limitando a capacidade de se relacionar há muito tempo e é preciso se livrar dos pré-conceitos e &#8220;achismos&#8221; que nos foram impostos ou que se é aprendido desde pequeno em casa, pelas famílias ou até mesmo com professores, demais cuidadores, religiões etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas são muito mais que suas aparências, que seus gostos, suas opiniões, e bem mais complexas do que podem aparentar. É uma pena que, mesmo no século em que nos encontramos, sabendo que somos seres de muitas facetas, ainda seja tão relevante as breves impressões que somos capazes de detectar e que não representam, obviamente, quase nada da completude de uma pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONSEQUÊNCIAS DESVANTAJOSAS DESSE MODELO DE SOCIEDADE:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de confusão ou &#8220;desvio&#8221; que ocorre entre nossas reais intenções e o COMO o outro nos interpreta, pode afetar, em determinado grau, a força de uma identidade e personalidade, resultando em questionamentos, desafetos, desequilíbrio emocional, enfim, nos colocando em dúvida se realmente temos sido autênticos, espontâneos e verdadeiros. Afinal, em nossa tola inocência, também aprendemos a sempre buscar fazer sentido para os outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade no geral e nossa cultura lida com o óbvio, com que é fácil de interpretar, mas nós, seres humanos, nunca fomos nem seremos simples nem fáceis ou comuns.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ESCLARECENDO:</strong> Uma coisa é quando distorcem propositalmente o que falamos ou fazemos, ou seja, houve uma interpretação correta, mas resolveram se utilizar de nós para chegar a outro fim, de interesse do interlocutor ou de outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, outra situação (também muito frequente), é quando há uma limitação na conexão, simplesmente pois não se quer ter o trabalho de analisar os fatos e as pessoas com maior riqueza de possibilidades, ou seja, acaba-se tendo um entendimento errôneo do que transmitimos ou do que nos foi transmitido. E isso ocorre em demasia, a todo instante, justamente por estarmos há séculos acostumados a pré-julgar, interpretar as pessoas e situações de maneira superficial e incompleta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ONDE QUERO CHEGAR COM ESSA REFLEXÃO?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O recado que pretende-se deixar com esse texto é: não se fixe nos primeiros pensamentos que surgirem acerca de de alguém ou de alguma coisa/situação. Esgote possibilidades, comunique-se melhor com as pessoas, repense seus ideais, seus posicionamentos, posturas e opiniões!</p>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre a impressão que queremos deixar é verdadeiramente repassada ou comunicada com êxito, pois as pessoas raramente esforçam-se para captar de fato o que está havendo (e com a velocidade e pressa que a vida tem ocorrido nos últimos tempos, isso só tem piorado).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto nossos ouvidos e mentes precisam trabalhar mais, estarem mais atentos, mais calmos, mais focados, menos atarefados, menos comprometidos com mil pensamentos e decisões diferentes. Há que se acalmar as mentes, para poder-se contemplar e compreender melhor cada momento e relação.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas nunca foram tão reativas, apressadas, impacientes e, ao mesmo tempo, descontentes, irritadas, fechadas e doentes emocionalmente (seja pela ansiedade com que se vive, ou pela depressão, dentre outras doenças, resultantes desse modelo de vida atual).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FICA A DICA E O CONVITE:</strong> Vamos praticar mais nossa observação e curiosidade e evitar o quanto pudermos o julgamento e a pressa em entender e configurar as pessoas à nosso modo? Tenho certeza que você também gostaria que fizessem o mesmo contigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Feminismo: uma breve análise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 08:28:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O movimento que mais cresce no mundo nas últimas décadas, ainda pode ser muito mal-entendido e confundido pelas pessoas, tanto em seu propósito, quanto em seu significado e suas ações. Portanto, nesse presente artigo, pretendo simplificar e desmistificar certas questões desse movimento fundamental para que a humanidade comece a abrir os olhos e modifique seus&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O movimento que mais cresce no mundo nas últimas décadas, ainda pode ser muito mal-entendido e confundido pelas pessoas, tanto em seu propósito, quanto em seu significado e suas ações. Portanto, nesse presente artigo, pretendo simplificar e desmistificar certas questões desse movimento fundamental para que a humanidade comece a abrir os olhos e modifique seus hábitos. Vamos lá:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como algumas pessoas entendem o feminismo (tanto homens quanto mulheres!):</strong><span id="more-932"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos verbalizam falas como esta (diariamente): &#8220;Se machismo não é bom, o feminismo tampouco será! Se não podemos ser radicais de um lado, não faz sentido ser no outro!&#8221; Essas pessoas, em sua ignorância, acabam se enganando, pensando que o feminismo é o oposto do machismo, ou seja, as mulheres então querem passar a ser superiores aos homens, subestimam os mesmos etc. Esse conceito está TODO ERRADO&#8230;.Leia até o fim para entender!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como alguns homens veem o feminismo (&#8220;guerra de sexos&#8221;):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já estes costumam questionar o seguinte: &#8220;Quer ser igual ao homem, vem pegar um saco de cimento nas costas e fazer tudo que vocês nos pedem porque não têm força suficiente!&#8221;. Estes acabam fazendo também diversas outras comparações, pensando que o feminismo se trata de um movimento em que as mulheres querem é ser biologicamente e geneticamente igual aos homens. Melhor não comentar nada ainda&#8230;.Sigamos em frente na análise&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como algumas mulheres entendem (erroneamente) o feminismo (aqui a coisa pega um pouco mais):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É isso aí&#8230;.vou fazer tudo que eu quiser, do jeito que eu quiser, com quantas pessoas eu quiser, onde eu quiser, e se alguém criticar ou se ofender é porque tem preconceito e está sendo machista!&#8221; Ou seja, elas acreditam que o movimento feminista se trata apenas da questão de liberdade sexual e que está aí para servir de alicerce, para<strong> justificar escolhas individuais. Isso tem sido um erro muito comum!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O feminismo não prega que você deve ser uma &#8220;devassa&#8221;, apenas prega que, caso você opte por esse estilo de vida, que não deverá ser julgada, maltratada, abusada, humilhada etc, afinal, com os homens os julgamentos passam bem mais longe, certo?! Você já ouviu alguém chamando um homem de vulgar, de biscate ou vadia por ele vestir roupas sensuais e dançarem ou flertarem com alguém numa balada? Difícil né? Porém, o que quero deixar claro aqui, é que ninguém está imune às consequências de suas próprias escolhas. E tem algo que é muito óbvio nesse exemplo: se o seu intuito é ter um relacionamento mais sério, estável, enfim, a mensagem que você passa (querendo ou não) aos que estão a sua volta, quando a troca de parceiros e inconstância é grande, é de que sua intenção é a oposta. Independente de movimentos e causas!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então vamos lá: O que o Feminismo realmente é?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para começo de conversa, o oposto de machismo, ou seja, o movimento que prega que as mulheres são SUPERIORES aos homens e que, em sua maior parte, é formado por mulheres ou pessoas que subjugam, menosprezam e subestimam homens (principalmente os heterossexuais), chama-se <strong>FEMISMO.</strong> Apesar do nome &#8216;feminismo&#8217; se parecer muito, trata-se de um movimento muito diferente, mais amplo e abrangente de diversas formas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No feminismo a luta é pela igualdade de direitos</strong> (como salários, benefícios, ausência de preconceitos e julgamentos com relação as diferenças ente homem e mulher), pelo respeito ao corpo e pelas escolhas que as mulheres almejam ter sobre seus corpos, e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma luta que invade todos os campos e áreas, desde a família, onde o papel da mulher foi sempre muito engessado, até nos mais diversificados ambientes, como nas ciências, esportes, política, empresas, enfim,  espaços esses em que as mulheres, há séculos, já conquistaram muito espaço e vem provando a cada dia sua imensa capacidade e habilidade para tais posições. Mas ainda falta muito&#8230;Veja só a política&#8230;.o humor&#8230;.são campos altamente dominados pelos homens, infelizmente! E vou colocar propositalmente aqui uma pulga atrás da orelha de vocês: ainda há muita desunião entre as próprias mulheres. Elas mesmas, em muitos casos, ainda sabotam e prejudicam a evolução das companheiras em diversos segmentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando filhas mulheres puderem escolher o tratorzinho e o <em>Max Stheel</em> no lugar da boneca e da vassourinha e não ser olhada como &#8220;aquela menina que tem jeito de menino ou de lésbica&#8221;, quando os filhos meninos forem criados, desde a mais tenra infância, sabendo cuidar de suas coisas, limpar a casa, passar roupas etc, quando um adolescente resolver ter esmalte nas unhas e usar uma saia e nem por isso ser denominado como gay, essas serão pequenas provas de que a real justiça ou &#8220;igualdade entre gêneros&#8221; começou a ser mais respeitada.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que a maior parte de nós mulheres adoramos (e muito) o cavalheirismo, o respeito, a educação etc, jamais deixaremos de achar tudo isso elegante e romântico, mas, se ganharmos um salário maior, se quisermos pagar as contas e viajar a serviço enquanto os maridos limpam a casa (e muitos se sentem bem fazendo isso!), qual o problema? Ainda bem que muitos já se adaptaram a isso e não se sentem de maneira alguma prejudicados ou humilhados. Não é uma &#8220;troca de papéis&#8221;, afinal, porque o &#8220;papel da mulher&#8221; é o de limpar a casa? Onde se estipulou que somente elas devem fazer isso?</p>
<p style="text-align: justify;">E ouso ir um pouco mais além: se alguma mulher for totalmente feliz e realizada dependendo financeiramente de um homem, se ela prefere de fato estar em casa e cuidar dos filhos e da limpeza (o que é muito mais trabalhoso, cansativo e difícil, vamos combinar né?!), é um direito dela, ela não está sendo uma mulher do mundo &#8220;machista&#8221; se escolheu isso para sua vida e está contente e satisfeita com isso. Pensem que: se a luta vale para a mulher sair mais de casa sem culpa e poder conquistar espaços cada vez maiores, ela também é válida para aquelas que quiserem realizar outras escolhas, opostas a isso!</p>
<p style="text-align: justify;">O movimento do feminismo pode ter um nome que ainda entorta muitos narizes por aí, por simples falta de compreensão e clareza, contudo, ele veio pra ficar, é para abraçar TODAS as causas femininas que buscam por justiça, pela ausência de julgamentos, isso inclui muito mais do que já foi feito! Vamos em frente, homens, mulheres, crianças, idosos, adolescentes&#8230;todos por um futuro digno, de respeito e amor à todas as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fica a reflexão (para todos!):</strong> Juntos somos muito mais fortes e vamos bem mais longe! Se podemos combinar nossas diferentes habilidades e fazer tudo ficar maior e melhor, por que ainda competimos e buscamos diminuir os outros?!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>O que sua imagem diz sobre você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 23:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte: O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Poemos dizer aqui que a imagem que alguém transmite é um conjunto de <span id="more-911"></span>itens, uma série de comportamentos que podemos visualizar em uma pessoa, ou seja, não se trata apenas de sua aparência física ou da forma como se veste, mas também, a postura com que se anda, senta, como se porta com seu corpo durante uma conversa, uma entrevista formal ou em um relacionamento íntimo, que estilo adota (nos seus acessórios penteado, cores etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro post poderemos explorar um segundo passo que vai além de nossa imagem, que são os gestos e atitudes que compõe nossa linguagem corporal, mas, hoje vamos começar do começo! Nossa primeira impressão, o que desejamos transmitir e passar aos outros ao nosso redor. Que recado deixamos àqueles que estão nos vendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto você precisará diferenciar algo fundamental&#8230;.que é <strong>sensação de sentimento e vontade de personalidade</strong>. Eu já explico! Contudo, esse é o maior erro das pessoas ao tentar traduzir o que os outros estão tentando passar com sua imagem. Acabam julgando, quando poderiam analisar, tentar compreender melhor o que está por trás de certas escolhas e atitudes, mas ficam presos no conforto do pré-conceito, com preguiça de desvendar, decifrar as nuances e contornos que uma imagem esconde.</p>
<p style="text-align: justify;">Então me permita explicar:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sensação =</strong> tato, como você se sente com relação à sua pele, ao toque, se algo é confortável ou desconfortável, apertado ou largo, se penica, se é fofo e quentinho ou um tecido geladinho e refrescante&#8230; e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sentimento =</strong> é como se sente com relação às suas emoções, ou seja, sente-se uma pessoa poderosa, inteligente, sexy, romântica, divertida, irônica, sarcástica ou com raiva, tristeza, medo, raiva&#8230;.acho que deu pra pegar a diferença, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vontade =</strong> aquilo quero passar, que desejo que os outros entendam, como quero ser visto e apreciado(a).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Personalidade =</strong> o conjunto das minhas características, formadas pela minha história e decisões únicas, que mais ninguém poderia sentir ou compartilhar e que formam a minha maneira de ser no mundo, de compreender as coisas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes uma peça de roupa ou acessório que você escolhe, traduz tanto sua emoção do momento, quanto agrada seu corpo, mas isso nem sempre ocorre. As vezes nos sentimos maravilhosos às custas de algo super desconfortável, mas, também podemos nos sentir poderosos e únicos vestindo algo casual e confortável, como uma calça jeans e uma camiseta! Diferente do que se pensa e diz por aí. Por que não?! Mas isso é tarefa para irmos evoluindo conforme nossa sociedade conseguir abrir a mente, cada um no seu ritmo. O que existe, por enquanto, é o velho (e nem sempre tão incorreto assim), julgamento da &#8220;primeira impressão&#8221;. Então vamos à isso!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pergunta que fiz no título segue a partir daqui:</strong> que mensagem você está transmitindo para quem te vê ou se relaciona contigo? Essa imagem tem a ver com quem você realmente é ou com quem você gostaria de ser? Pense bem! Não tem nada de errado em se vestir como alguém que NÃO somos, mas como isso pode nos afetar? Será que isso te distancia, cada dia mais,de sua identidade? Bloqueando seus reais sentimentos?</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: Se você não gosta de nada te apertando, penicando e preza pelo conforto, roupas &#8220;fresquinhas&#8221; e largas, é necessário assumir sua preferência e não se sentir em nenhum momento inferior à nada nem ninguém. <strong>É necessário construir seu estilo junto com sua autoestima e amor próprio</strong>, para não se passar pelo que você <strong>não é, </strong>como também para sair de uma postura muito comum,uma desculpa de que <strong>&#8220;você só não se veste diferente ou melhor porque não pode&#8221;. Melhor que o que? Melhor que quem? O que é melhor de fato?</strong> É vestir-se e construir seu estilo pensando no oposto, ou seja: <strong>mesmo que eu pudesse, não me vestiria diferente disso! Esse(a) SOU EU.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode brincar com seu estilo, mesmo seguindo as <strong>boas práticas</strong> (para não dizer regras, porque não são), que existem na sociedade. Por exemplo: você pode gostar de shorts e regata, mas não vai assim numa empresa fazer entrevista, certo? Mesmo assim, você pode utilizar algo que deixe marcado às pessoas sobre sua personalidade e estilo, como um colar, uma bolsa, um sapato, algo que mostre para os outros quem realmente você gosta de ser.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agora vamos à análise que geralmente é feita por todos e pela sociedade, o famoso julgamento!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você conhece, por exemplo, uma mulher que sempre, em qualquer situação, está vestindo saia curta e decotão (seja frio, calor, jantar de família ou churrasco), muitos diriam, no mínimo, que está sempre querendo sobressair, chamar atenção, seduzir (como muitos ainda criticam), não é isso que acontece?</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, alguém já tentou se perguntar o real motivo, o porquê de verdade, sobre o que a pessoa pensa e sente sobre si mesma para escolher essa ou aquela peça de roupa?! Tudo bem, pode até ser que ela esteja querendo chamar atenção etc, <strong>mas a pergunta a ser feita é outra: Então, o que a faz se sentir assim?</strong> Por que sente que precisa atrair esse tipo de atenção? <strong>Entendeu a diferença?</strong> Isso é trocar o julgamento pela curiosidade! Existe o óbvio e existe aquilo que todos nós tentamos sempre compensar e equilibrar dentro do que sentimos, por isso escolhemos essa ou aquela forma de nos expressar, de nos vestir etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo: aquele que sempre está &#8220;largado&#8221; como se diz por aí, de chinelo, bermuda e regata, ou aquela menina que nunca põe maquiagem, usa sempre as mesmas peças. Você consegue ter <strong>100% de certeza</strong> que eles são assim apenas porque &#8220;não são vaidosos&#8221; ou porque &#8220;são relaxados&#8221;???? Ou você se preocupa mais com o <strong>como eles estão se sentindo (sentimento) e com a real vontade e personalidade deles</strong>, se estão felizes e satisfeitos com a vida desse jeito mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo da mídia existem algumas polêmicas, como por exemplo o caso do Steve Jobs, que sempre se vestiu com calça jeans e camiseta preta. E essa era a identidade dele.  Os grandes conflitos que existem por conta disso, tem a ver com <strong>passar uma mensagem que na realidade não condiz com QUEM você é de fato e com o que você quer transmitir.</strong> Até por que isso varia de acordo com a situação e as pessoas com quem vamos nos encontrar, não é verdade??</p>
<p style="text-align: justify;">O questionamento que eu quero deixar aqui como <strong>principal reflexão de toda questão de imagem e vestuário é seguinte: </strong>O que você veste e usa está alinhado ao que você realmente gosta e à como está se sentindo no presente? Está diretamente ligado a QUEM VOCÊ É NA SUA ESSÊNCIA? Ou você está buscando, na realidade, satisfazer uma expectativa de outra ou outra(s) pessoa(s)? Querendo passar uma imagem de algo que não tem ou não é, apenas para preencher um espaço, um vazio ou uma dor que não sanou ainda em sua mente e seu coração?! Bote os neurônios pra trabalhar!</p>
<p style="text-align: justify;">Busque pela congruência e pelo amor próprio acima de tudo! Vista-se e escolha o que você quer usar com a tranquilidade de aquilo representar você e mais ninguém, e está tudo bem se existem outros estilos para o mesmo tipo de ocasião, afinal, <strong>se você não estiver desrespeitando ninguém, invadindo o espaço ou a liberdade dos que estão à sua volta, você não tem nada a perder por ser quem é!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As boas práticas estão aí para nos guiar, mas elas com certeza não devem definir quem devemos ser, quem é &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221; ser, ou nos impedir de sermos <strong>autênticos, espontâneos e originais!</strong> A moda traz novidades, traz tendências, mas a palavra é essa: TENDÊNCIA, não regra. Ninguém é obrigado e não deveríamos ser julgados por escolhas que nos fazem bem e traduzem quem somos. Todavia, como falei esse dia vai demorar a chegar.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, fique com o desafio de ter a coragem  de passar a imagem de quem você é realmente. Algo que já tem sido muito complexo para muita gente! Ainda há muita insegurança, falta de autoconfiança e de amor próprio. Portanto, conheça-se bem e profundamente, empodere-se, desconstrua-se por inteiro(a) se for necessário, <strong>tudo o que auxiliar na construção de sua melhor versão!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A única REGRA, repito: é <strong>respeitar o espaço e as pessoas ao seu redor! Não invada a liberdade de ninguém, e saiba lidar com as consequências e julgamentos de suas escolhas, da melhor forma possível: sendo autêntico, natural e original NO SEU ESTILO! Acima de todo estilo está a elegância e o charme de uma boa educação, de valores e princípios éticos, a maravilha da simpatia e da empatia!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E quando for olhar para o outro, olhe com os olhos que gostaria de ser visto(a): com amor, fazendo as perguntas corretas para si mesmo: o superficial e aparente nem sempre traduzem a essência de uma determinada pessoa!</p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigada por seu tempo e sua atenção até aqui! Para ler mais sobre sua saúde emocional e mental, continue ligado(a) no nosso Blog! Duas vezes por mês publicamos coisas novas, mas você já deu uma olhada em tudo que tem por aqui?! <strong>Você não perde por explorar!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Forte abraço!</strong></p>
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