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	<title>Arquivo de Instabilidade - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de Instabilidade - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Suicídio: oito sinais indicativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 23:58:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio e relacionados]]></category>
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					<description><![CDATA[Ações de prevenção ao suicídio são importantes para enfrentar a escalada de registros dos casos no mundo todo e exigem conhecimento prévio dos oito sinais indicativos para a psicanálise. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que o número de suicídio cresceu 12% em quatro anos, entre 2014 e 2018, no país. Mas é possível&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ações de prevenção ao suicídio são importantes para enfrentar a escalada de registros dos casos no mundo todo e exigem conhecimento prévio dos<strong> </strong>oito sinais indicativos para a psicanálise. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que o número de suicídio cresceu 12% em quatro anos, entre 2014 e 2018, no país. Mas é possível diminuir esse índice alarmante e você vai saber como.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante identificar os sinais indicativos do suicídio, pois isso poderá refletir na queda do número de casos e salvar vidas. Para ter uma ideia, em 2011, no Brasil, 10.490 ocorrências de suicídio foram registradas pelo Ministério da Saúde. Em 2015, o número saltou para mais de 11 mil, conforme os dados oficiais. A quantidade exata deve ser bem maior, já que existem casos subnotificados.</p>
<p style="text-align: justify;">A existência desses sinais isolados não é, via de regra, um sinal de comportamento tendente ao suicídio. Agora, a constância, o volume e a combinação de sinais devem servir de alerta a familiares próximos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conheça os grandes sinais indicativos do suicídio</strong></h3>
<p><span id="more-1423"></span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><em><strong>1. Tristeza excessiva, alegria camuflada</strong></em></h4>
<p style="text-align: justify;">São reflexos da depressão, considerada a principal causa de suicídio. Depressão e suicídio, no entanto, não são irmãos siameses, felizmente. Se a pessoa com a doença for tratada, também haverá grandes chances de a tragédia ser evitada. Por outro lado, nem todo mundo com tendência ao suicídio se afunda em uma tristeza excessiva e contínua. Alguns até carregam um sorriso no rosto e outros não demonstram muita alteração de humor. Suicídio e depressão podem ter várias faces.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em><strong>2. Isolamento, a vida perde o sentido</strong></em></h4>
<p style="text-align: justify;">É uma consequência da tristeza excessiva e contínua. O principal alerta é em relação às pessoas que rompem contatos e se trancam dentro do seu mundo, sozinhas, sem querer ninguém por perto. É o desapego de tudo e de todos. Para elas, a vida não tem mais razão. Quem não vê sentido em algo não alimenta qualquer tipo de sentimento por ele. Isso sufoca as <strong>e</strong>moções e expectativas humanas, essenciais para a vida em sociedade.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em>3. Comentários agressivos despropositados</em></h4>
<p style="text-align: justify;">A pessoa pode aproveitar qualquer oportunidade para demonstrar um ódio cada vez mais crescente, contra si, contra familiares ou contra outras pessoas da sociedade.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em><strong>4. Roupas diferentes</strong></em></h4>
<p style="text-align: justify;">Como a vida perde o sentido para as pessoas com ideias suicidas, elas acabam refletindo isso na forma de se vestir e de se cuidar. Não se preocupam como as outras pessoas vão enxergá-la também pela roupa que vestem, hábito que, infelizmente, é característica da sociedade.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em><strong>5. Resolver pendências</strong></em></h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas com tendência ao suicídio têm o hábito de concluir várias tarefas e compromissos antes de praticá-lo. Evitam que seus familiares assumam dívidas deixadas por elas e, para isso, organizam melhor a contabilidade.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em><strong>6. Sem perspectivas</strong></em></h4>
<p style="text-align: justify;">A falta de expectativas e de planos para a vida talvez seja um dos sinais que possam ser identificados mais facilmente em pessoas com tendência ao suicídio. Elas se entregam a uma nostalgia profunda, que apaga todas as perspectivas.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em><strong>7. Atitudes de despedida</strong></em></h4>
<p style="text-align: justify;">É comum, também, a busca por despedidas de pessoas que elas consideram importantes. Parte delas faz questão de dar o adeus a amigos de infância, da escola ou da faculdade. Algumas delas também visitam lugares marcantes, que signifiquem algo para elas.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em><strong>8. Mudança de comportamento, a instabilidade ganha força</strong></em></h4>
<p style="text-align: justify;">Não é regra, mas pessoas com ideias suicidas têm uma tendência a mudarem o comportamento habitual. Às vezes, elas mudam até o tom da própria voz, ficando mais furiosas diante das atitudes dos outros, as quais até há pouco tempo viam como normal. Com isso, elas perdem o senso de humor. Não é só a agressividade que é um sinal: por vezes o silêncio e a clausura também indicam uma situação de angústia que pode se agravar até o suicídio.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Saiba agir diante de alguém com ideias suicidas</strong></h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não julgue, nunca! Os julgamentos de condutas alheias não fazem bem a ninguém, nem a você mesmo. Cada pessoa tem a sua própria subjetividade, que precisa ser respeitada.</li>
<li>Converse de forma direta e objetiva! Esteja pronto para ouvir e estimule a pessoa a conversar, naturalmente, sem pressão, sobre o que se passa na consciência dela em relação ao suicídio.</li>
<li>Não interrompa a conversa! Esteja com disposição para ouvir a pessoa que tem ideias suicidas. O diálogo pode salvar a vida dela, já que, de fato, perceberá que existe alguém se importando com o que está acontecendo.</li>
<li>Evite demonstrar emoções! Não deixe transparecer, no seu comportamento, atitudes e expressões que demonstrem negação e recriminação, enquanto conversa com uma pessoa com ideias suicidas.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Procure ajuda de profissional especializado</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não há uma receita pronta para evitar o suicídio. Existem, sim, ações contínuas e que devem ser tomadas, conjuntamente, com profissionais habilitados. O psicanalista/psicólogo exerce um papel fundamental, já que estimulam a pessoa a compreender os seus próprios processos psíquicos.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos quais são alguns dos sinais indicativos do suicídio. Além disso, como agir diante de alguém com ideias suicidas. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Transtorno de Personalidade Borderline: uma tempestade de emoções!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2016 16:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos de Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Borderline]]></category>
		<category><![CDATA[Impulsividade]]></category>
		<category><![CDATA[Instabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sensação de abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é Transtorno de personalidade borderline? O Transtorno de Personalidade Borderline é uma condição mental grave e complexa cujos sintomas instáveis e pungentes podem invadir o indivíduo de modo súbito, caótico, avassalador e desenfreado. Os critérios diagnósticos de Transtorno de Personalidade Borderline segundo o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª Ed.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<h3><strong>O que é Transtorno de personalidade borderline?</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>O Transtorno de Personalidade Borderline é uma condição mental grave e complexa cujos sintomas instáveis e pungentes podem invadir o indivíduo de modo súbito, caótico, avassalador e desenfreado. Os critérios diagnósticos de Transtorno de Personalidade Borderline segundo o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª Ed. 2013) compreendem um padrão de instabilidade das relações interpessoais, da autoimagem e dos afetos e de impulsividade acentuada que surge no começo da vida adulta e está presente em vários contextos.</p>
<p>O termo Transtorno de Personalidade Borderline foi usado pela primeira vez em 1884 e desde então passou por diversos conceitos ao longo dos anos. Originalmente designava um grupo de pacientes que vivia no limite da sanidade (daí o termo limítrofe), ou seja, na fronteira (borda, borderline) entre a neurose e a psicose. Alguns autores da época usavam esse diagnóstico quando havia sintomas neuróticos graves. Foi só na década de 1980 que o diagnóstico da doença se tornou mais preciso. Até então, muitos médicos acreditavam, equivocadamente, que a personalidade de uma pessoa era imutável.</p>
<p>A prevalência média do Transtorno de Personalidade Borderline na população é estimada em 1,6%, embora possa chegar a 5,9%. Essa prevalência é de aproximadamente 6% em contextos de atenção primária, de cerca de 10% entre pacientes de consultórios psiquiátricos e de ambulatórios de saúde mental e por volta de 20% em pacientes psiquiátricos internados. A prevalência do Transtorno de Personalidade Borderline pode diminuir nas faixas etárias mais altas (DSM-5). O Transtorno de Personalidade Borderline é diagnosticado principalmente em pessoas do sexo feminino.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Causas:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p><span id="more-446"></span></p>
<p>As causas e ou fatores envolvidos no surgimento de Transtornos de Personalidade, como o Transtorno de Personalidade Borderline, são vários e abrangem desde a predisposição genética até experiências emocionais precoces e fatores ambientais, com destaque para as situações traumáticas e situações de abuso e negligência. Entenda melhor cada uma delas.</p>
<ul>
<li>Fatores genéticos:</li>
</ul>
<p>Fatores genéticos têm um papel importante. O Transtorno de Personalidade Borderline é cinco vezes mais frequente em parentes biológicos de 1º grau de pessoas com o transtorno do que na população em geral. É relevante a presença de pais borderlines (um ou ambos) na história clínica desses pacientes</p>
<ul>
<li>Instabilidade familiar:</li>
</ul>
<p>Impacto do ambiente familiar no desenvolvimento da criança pode ser um fator causal importante. Cerca de 80% dos pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline veem o casamento de seus pais como muito conflituoso. Muitos desses pacientes passaram por negligência e abusos físicos e sexuais dentro da família. Porém, há pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline com familiares absolutamente comuns, sem nada de anormal.</p>
<p>Também há aumento do risco de Transtorno de Personalidade Borderline quando existe na família, o pai e ou mãe com transtorno por uso de substância, Transtorno de personalidade antissocial e transtorno depressivo ou <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/transtorno-bipolar">transtorno bipolar</a>.</p>
<p>O Transtorno de Personalidade Borderline seria também a consequência de uma educação muito autoritária, onde pais rígidos sempre imporiam seus desejos. Com o tempo as tentativas   de autoafirmação da criança sucumbiriam aos desejos dos pais e ela se habituaria a se submeter sempre aos pais, desenvolvendo dúvidas sobre a própria capacidade e vergonha pelos seus fracassos. Aos poucos a criança iria parando de tentar expressar as suas vontades podendo levar a falhas na clarificação psíquica de si e do outro.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Sintomas:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline se caracterizam especialmente por sofrerem grande instabilidade emocional, desregulação afetiva excessiva, sentimentos intensos e polarizados do tipo “tudo ótimo e tudo péssimo” ou “eu te adoro e eu te odeio”, angústia de abandono, percepção de invasão do self, entre outros, que não raro geram comportamentos impulsivos perigosos sendo comum a presença recorrente de atos autolesivos, tentativas de suicídio e sentimentos profundos de vazio e tédio. O início do transtorno pode ocorrer na adolescência ou na idade adulta e o uso dos recursos de saúde e saúde mental é expressivo nesses pacientes.</p>
<p>Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline são verdadeiros vulcões prontos a explodir a qualquer instante. Elas apresentam alterações súbitas e expressivas de humor e suas relações interpessoais são intensas e instáveis sendo muito difícil o convívio próximo com elas.</p>
<p>Elas temem o abandono real ou temido, com frequência vivenciam sentimento crônico de vazio e reação pungente ao estresse, protagonizando sucessivas ameaças (ou tentativas) de suicídio e automutilação. O modus operandis desses pacientes traz um sofrimento enorme tanto para si próprios como para os que com eles convivem. Uma só palavra mal colocada, uma situação inesperada sem relevância ou uma leve frustração pode levar o borderline a um acesso de raiva e ódio que duram em média poucas horas. Outra característica importante é que o borderline nem sempre sabe lidar com o êxito. É comum que eles abandonem ou destruam seus alvos e metas justo quando a perspectiva de consegui-las é real e próxima.</p>
<p>Veja abaixo os critérios do Manual de Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais (DSM-V, na sigla inglesa) para que um paciente seja diagnosticado com Transtorno de Personalidade Borderline:</p>
<ul>
<li>Esforços desesperados para evitar abandono real ou imaginário;</li>
<li>Padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização;</li>
<li>Perturbação da identidade: instabilidade acentuada e persistente da autoimagem ou da percepção de si mesmo;</li>
<li>Impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente autodestrutivas (gastos, sexo, abuso de substância, direção irresponsável, compulsão alimentar);</li>
<li>Recorrência de comportamento, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento automutilante;</li>
<li>Instabilidade afetiva devida a uma acentuada reatividade do humor (disforia episódica, irritabilidade ou ansiedade intensa com duração geralmente de poucas horas e apenas raramente de mais de alguns dias);</li>
<li>Sentimentos crônicos de vazio;</li>
<li>Raiva intensa e inapropriada ou dificuldade em controlá-la (mostras frequentes de irritação, raiva constante, brigas físicas recorrentes);</li>
<li>Ideação paranoide transitória associada a estresse ou sintomas dissociativos intensos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Diagnostico:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline é baseado através de uma minuciosa avaliação psiquiátrica feita por profissional de saúde mental qualificado. Muitos profissionais envolvem o paciente no seu próprio diagnóstico na medida em que vão mostrando a ele os critérios diagnósticos e perguntando quais deles os definem plenamente. Este método ajuda o paciente a aceitar melhor o diagnóstico.</p>
<p>É importante lembrar que hoje, o diagnóstico de TBP é feito pela presença de uma coleção de traços e não por um critério isolado. Assim, merece ser destacado no diagnóstico o esforço desesperado que o portador do transtorno faz para evitar o abandono real ou imaginário e a gravidade das alterações das relações interpessoais, na família, escola, trabalho e lazer e, posteriormente, também com os profissionais que se aproximam para oferecer tratamentos.</p>
<p>Mas todo o cuidado é pouco. O psiquiatra que se baseia somente nos sintomas do DSM pode errar. É comum a confusão do Transtorno de Personalidade Borderline com o transtorno bipolar, por exemplo. E além do diagnóstico ser às vezes difícil, o psiquiatra precisa saber lidar com o paciente.</p>
<p>Exame físico e testes de laboratório são recomendáveis para eliminar sintomas possíveis, como problemas de tireoide e abuso de substâncias. Exames de imagem são usados para afastar outras causas.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Tratamento:</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>O tratamento inicial do Transtorno de Personalidade Borderline é a psicoterapia. Ela ajudará o paciente a controlar melhor seus impulsos e entender seu comportamento. Nesse caso, o tratamento foca principalmente as questões do suicídio e da automutilação, além do aprendizado de novas habilidades, como consciência, eficácia interpessoal, cooperação adaptativa nas decepções e crises e na correta identificação e regulação de reações emocionais.</p>
<p>Pode ser feita terapia familiar também, pois em geral a família tende ou a abandonar o paciente ou a se tornar superprotetora. Na maioria dos casos, familiares, amigos e leigos não compreendem como o sofrimento pode levar um indivíduo com Transtorno de Personalidade Borderline a querer se matar. Já os pacientes relatam que a automutilação e o suicídio são maneiras que eles encontraram de extravasar um sofrimento insuportável. Os pais se dizem impotentes e relatam sofrer tanto quanto o paciente.</p>
<p>Os medicamentos têm um papel menor no tratamento de TPB. Mas, em alguns casos, eles podem melhorar a alterações de humor e tratar a depressão ou outros distúrbios que podem ocorrer juntos a esta condição. Deve haver um cuidado especial para que não haja uma confusão entre o borderline e o transtorno bipolar, pois os tratamentos são completamente diferentes.</p>
<p>Gostou do conteúdo? Então compartilhe com seus amigos! Obrigada por sua atenção e volte sempre no site! Temos novos conteúdos focados em saúde emocional e mental toda semana! Aproveite e assista também ao vídeo sobre Transtorno de Personalidade Borderline em nossa galeria de vídeos da <strong>Bem Viver +</strong>!</p>
<p>Uma ótima semana e um grande abraço!</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Referências e Fontes:</strong></h3>
<p>1- Site Minha Vida &#8211; http://www.minhavida.com.br/saude/temas/transtorno-de-personalidade-borderline</p>
<p>2- Site Tua Saúde &#8211; https://www.tuasaude.com/sindrome-de-borderline</p>
<p>3- Site Unidade Intermediária de Crise e Apoio à Vida &#8211; http://www.uniica.com.br/artigo/borderline/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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