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	<title>insegurança &#8211; Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como deixar de se importar com o que os outros pensam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 17:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos. Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos.</p>
<p>Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos e, ao modificar a sua conduta para se encaixar nos requisitos, a sua carreira pode avançar consideravelmente. Essa mudança de comportamento, no entanto, não é permanente. Ela serve para ajudá-lo a aproveitar uma oportunidade ou alcançar objetivos. Segundo psicólogos, o problema nasce quando modificamos nosso comportamento e fazemos coisas, ou deixamos de fazer, devido à opinião dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos importamos tanto com opiniões alheias?</strong></h4>
<p>Você já sentiu que deveria tomar determinada atitude para agradar terceiros? Ou teve medo de fazer algo para você (mudar o visual, trocar de emprego, começar ou terminar um relacionamento) por causa do que os outros vão pensar?</p>
<p>A sensação de estar sendo vigiado é mais forte na adolescência. É nessa fase que começamos a nos importar com as opiniões de amigos e pretendentes, pois é quando compreendermos o significado de “viver em sociedade”. O adolescente tem horror em ser visto de forma negativa e geralmente tem um desejo ardente de provar a sua capacidade para os outros.</p>
<p>Adolescentes tímidos ou pouco autoconfiantes, em especial, tendem a ligar excessivamente para o que terceiros pensam a seu respeito. Em sua busca para agradar os colegas e pertencer a um grupo, podem fazer coisas contra sua vontade. Quando não conseguem impressionar, passam a temer o julgamento alheio.</p>
<p>Algumas pessoas entram na vida adulta com esse medo. Assim, sofrem com uma série de preocupações: são ansiosas, temem o que os demais vão falar sobre as suas escolhas, não conseguem expressar a sua verdadeira identidade, têm dificuldades para fazerem escolhas sozinhas, temem o fracasso acima de tudo e sentem-se frustradas consigo mesmas. Essa repressão auto imposta é a fórmula certeira para a depressão, a ansiedade e o estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como deixar de se importar com o que os outros pensam?</strong></h4>
<p>Parar de se importar com as opiniões alheias requer esforço e prática diária.</p>
<p>Toda vez que decidimos modificar um comportamento, precisamos levar em consideração que ele já está profundamente acomodado dentro de nós. Passamos anos e anos reforçando-o através de nossas escolhas, pensamentos, emoções e experiências de vida.</p>
<p>Por isso, costuma-se se dizer que é preciso “desconstruir” um comportamento, retirando as crenças que utilizamos para construí-lo em primeiro lugar.</p>
<p>Por exemplo, a preocupação excessiva com o que os outros pensam costuma se originar do medo de julgamentos. Este, por sua vez, pode ter raízes em um pensamento (“se acharem que eu sou uma pessoa X ou Y, algo ruim vai acontecer”) ou uma emoção (vergonha, ansiedade, hesitação, falta de confiança).</p>
<p>Em vez de confrontar esse medo ou ressignificá-lo, você o alimentou inconscientemente, reforçando sentimentos e pensamentos negativos. Como encontra-se consolidado em seu interior, você basicamente precisa “destruir” as crenças ruins que o fortalecem e construir crenças boas.</p>
<p>Pode parecer complicado, mas não é!</p>
<p>Esse processo ocorre naturalmente. A princípio, ele não é muito agradável tampouco fácil. Você vai sentir vontade de desistir e ignorar incômodos emocionais significativos. É uma reação totalmente normal, a qual deve ser combatida. Abaixo, separamos alguns passos para ajudá-lo a chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1)     Identifique o porquê:</strong></p>
<p>Por que você se importa tanto com o que os outros vão dizer sobre você? Quais são as suas preocupações? Você tem medo de ser julgado, ser ridicularizado, ser rejeitado, ser visto como um fracasso? Questione-se sobre a sua necessidade da validação alheia para encontrar a origem dela.</p>
<p>Ela pode ter nascido de uma experiência ruim na infância ou na adolescência, ou ser consequência da sua criação (pais muito rígidos, por exemplo). Como você não tinha muito conhecimento sobre os seus próprios sentimentos, passou a alimentar essa necessidade, fugindo de si mesmo para não ser desaprovado pelos demais.</p>
<p>Você pode vasculhar as suas memórias em busca de uma resposta e responder perguntas de autoconhecimento diariamente para compreender como se sente. Fazer terapia também pode ajudá-lo a obter insights sobre por que você se importa com o que os outros pensam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2)     Modifique a sua forma de pensar:</strong></p>
<p>Quando o medo da opinião alheia aparecer, confronte-o. Em vez de pensar “O que será que vão pensar de mim?” ou “Todo mundo vai olhar para mim e ficar comentando”, pense “Eu quero fazer isso porque…” e “Se alguém tiver algo para dizer, não importa. A minha felicidade é mais importante”. Se precisar, repreenda-se usando o seu nome da mesma forma que faria para chamar a atenção de uma criança.</p>
<p>Mesmo que pareça estranho conversar com si mesmo, faça-o. Esse diálogo interno vai facilitar a modificação das crenças construídas e fortalecidas ao longo dos anos. Com a prática, você conseguirá pensar mais positivo sobre se expor para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3)     Compreenda algumas coisas:</strong></p>
<p>É muito provável que ninguém esteja prestando atenção em você. As pessoas vivem saturadas por seus próprios problemas e preocupações. Elas não têm tempo de se preocupar com terceiros. Quando a sensação de que múltiplos olhares estão acompanhando os seus movimentos aparecer, 99.9% das vezes é apenas isso: uma sensação.</p>
<p>Se você não fala a sua opinião ou expressa suas necessidades em voz alta por medo de desagradar alguém, saiba que é impossível agradar todo mundo. Milhares de pessoas já tentaram, inclusive personalidades célebres conhecidas mundialmente, e todas falharam.</p>
<p>Cada um possui o seu jeito de pensar e ver a vida, portanto, raramente você encontrará alguém com opiniões praticamente idênticas às suas. Caso alguém reaja com agressividade verbal ou grosseria ao ouvir o que você tem a dizer, lembre-se disso. A vivência daquela pessoa é completamente diferente da sua e isso gera divergência de pensamentos.</p>
<p>Responda à atitude rude com cordialidade e siga em frente. Afinal, por que é tão importante que todos concordem com você ou aprovem as suas considerações? A única pessoa que deve fazê-lo é você mesmo, pois o único a sofrer as consequências de seus atos é você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4)     Valorize-se!</strong></p>
<p>Pessoas que se preocupam demais com o que os outros têm a dizer não costumam ter uma visão concreta de seus atributos positivos. Se este for o seu caso, faça uma lista de qualidades, conquistas e elogios já recebidos. Assim, você terá uma noção de quais características merecem atenção.</p>
<p>Não tenha medo de mostrar o que há de melhor em você para o mundo! Neste momento, você pode pensar que não faz sentido compartilhar os seus talentos. É a sua insegurança falando. Ela costuma manter os dons adormecidos.</p>
<p>Quando alguém decide partilhar o que há de melhor em si, o mundo fica um pouco melhor, sabia? Além de ajudar outras pessoas com os seus talentos, você se sente bem por estar sendo útil. Essa postura de doação também fortalece o seu amor-próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5)     Cultive boas amizades:</strong></p>
<p>Pessoas negativas, tóxicas, aproveitadoras ou invejosas são como um veneno para a sua autoestima. Não raro indivíduos ligam excessivamente para a opinião de pessoas com quem mantém uma relação nada saudável. Esse tipo de relacionamento é capaz de levá-los a uma depressão profunda e impedir que aproveitem a vida.</p>
<p>Dê ouvidos somente às pessoas que lhe querem bem. Aceite elogios, conselhos e recomendações de quem demonstrar amá-lo, e não de quem quer vê-lo sofrer. Mantenha-se afastado de pessoas tóxicas. É comum demorar um pouco para perceber o quão abusivo alguém está sendo com você. Assim que tomar essa consciência, distancie-se do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6)     Saia da zona de conforto:</strong></p>
<p>O melhor remédio para livrar-se de um medo é enfrentá-lo! Se você teme julgamentos e não sabe como lidar com opiniões alheias, coloque-se em ocasiões em que deverá fazer exatamente isso.</p>
<p>Você pode fazer as seguintes atividades apenas em sua própria companhia para sair da zona de conforto:</p>
<ul>
<li>Viajar;</li>
<li>Ir a um show;</li>
<li>Fazer uma refeição em um restaurante;</li>
<li>Desfrutar de uma bebida em um bar;</li>
<li>Passear em um parque;</li>
<li>Fazer compras;</li>
<li>Ir à academia; e</li>
<li>Comparecer aos eventos locais da sua cidade.</li>
</ul>
<p>Assim que sentir o medo de ser julgado chegando, diga a si mesmo que está tudo bem e eduque a sua mente para pensar positivo. O incômodo de fazer algo novo é passageiro e, se você ceder a ele e desistir, poderá se arrepender mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amizade toxica: você tem uma? Como identificar e o que fazer!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 03:09:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma amizade tóxica pode ser definida como uma amizade que mantemos com alguém que não nos faz bem. Em vez de sentirmos prazer em passar o tempo com esse amigo, ficamos irritados, tristes ou cansados, como se ele tivesse sugado a nossa energia. Mas como agem as pessoas tóxicas e como se proteger delas? &#160; Como saber&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma amizade tóxica pode ser definida como uma amizade que mantemos com alguém que não nos faz bem. Em vez de sentirmos prazer em passar o tempo com esse amigo, ficamos irritados, tristes ou cansados, como se ele tivesse sugado a nossa energia.</p>
<p>Mas como agem as pessoas tóxicas e como se proteger delas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como saber se é uma amizade tóxica?</strong></h4>
<p><span id="more-2650"></span></p>
<p>Você já teve ou tem um amigo que te faz sentir mal? Não importa o que você faça ou diga, ele dá um jeito de te colocar para baixo. Amizades que fazem mal são difíceis de identificar porque, até certo ponto, temos carinho pelo amigo tóxico. O sentimento positivo às vezes nos cega para as atitudes negativas.</p>
<p>As amizades que cultivamos possuem um grande impacto nas nossas vidas. Elas nos ajudam a superar momentos difíceis, oferecem apoio emocional, elevam o nosso humor, nos divertem quando precisamos de uma distração, entre outros. Normalmente, quando não se pode contar com a família, as pessoas se apoiam nas amizades.</p>
<p>Sendo assim, é preciso aprender a identificar sinais de uma amizade tóxica para se distanciar de ‘amigos’ que causam e agravam sentimentos ruins em vez de ajudar a superá-los. Caso contrário, você pode ficar à mercê de pessoas que não querem, de fato, o seu bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como agem e quais são os tipos de pessoas tóxicas?</strong></h4>
<p>Na maioria dos casos de amizade tóxica, a presença do amigo não é sempre ruim. Às vezes, ele é agradável, engraçado e compreensivo. As suas atitudes legais se contrastam com seus comportamentos tóxicos, e essa dicotomia se torna motivo de confusão. Ele gosta ou não gosta de você?</p>
<p>Os comportamentos tóxicos se manifestam nas entrelinhas, de maneira sutil. Para facilitar a sua identificação, confira aqui algumas atitudes tóxicas:</p>
<p><strong>1 &#8211; Agem por interesse:</strong></p>
<p>A característica principal desse tipo de amizade é o interesse e um dos motivos pelos quais devemos ficar longe de pessoas tóxicas. Elas tomam suas decisões com base em interesses pessoais, visando apenas seu bem-estar, desejos e necessidades.</p>
<p><strong>2 &#8211; Não são confiáveis:</strong></p>
<p>Amigos tóxicos mentem, omitem a verdade para criar discórdia e contam os seus segredos. Eles também quebram promessas, falam mal de você pelas costas e voltam atrás em suas palavras. Sendo assim, é impossível confiar em um amigo tóxico.</p>
<p><strong>3 &#8211; Sugam sua energia e positividade:</strong></p>
<p>Pessoas tóxicas parecem drenar a energia de quem está perto. A negatividade que irradia delas é tanta que você fica abatido e cansado após uma interação. Por isso, a convivência diária com elas pode ser muito estressante.</p>
<p><strong>4 &#8211; Te colocam em situações desconfortáveis:</strong></p>
<p>Um amigo tóxico vai dar um jeito de te convencer a fazer algo que você não quer, seja por chantagem emocional ou insistência. Em outras palavras, ele tenta vencer “no cansaço”. Como não respeita suas vontades, te coloca com frequência em situações desconfortáveis.</p>
<p><strong>5 &#8211; Fazem pressão:</strong></p>
<p>Pressão emocional e cobrança são atitudes tóxicas comuns neste tipo de amizade. Pessoas tóxicas querem as coisas do seu jeito, por isso, atormentam os demais para se adequarem às suas maneiras. Quando se tem um amigo tóxico, é comum se sentir pressionado por ele frequentemente.</p>
<p><strong>6 &#8211; Tentam mudar o seu jeito de ser:</strong></p>
<p>A persistência em mudar seu jeito de ser, de se vestir, de falar e de interagir beira a amizade obsessiva. A amizade tóxica não aceita o outro como ele é por ser invejosa, competitiva ou controladora. Deste modo, você não consegue se sentir à vontade ao lado do amigo tóxico por muito tempo.</p>
<p><strong>7 &#8211; Mexem com a sua autoestima:</strong></p>
<p>Outro comportamento tóxico comum é tentar diminuir os outros para se sentir superior. Se um amigo tenta te diminuir a todo instante, falando de características físicas das quais você não gosta ou de seus defeitos, é sinal de que ele está tentando diminuir a sua autoestima.</p>
<p><strong>8 &#8211; Fazem humilhações públicas:</strong></p>
<p>Pessoas tóxicas podem fazer humilhações tanto públicas quanto privadas. Elas te insultam na frente de familiares, amigos ou cônjuge e disfarçam com uma risada, tentando fazer a ofensa parecer uma brincadeira. São, ainda, vitimistas. Quando alguém as chama a atenção, se colocam no papel de vítimas, como se estivessem sendo atacadas sem razão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Amizade tóxica: frases que amigos tóxicos costumam dizer</strong></h4>
<p>Outro sinal de alerta de falsa amizade são as frases proferidas por amigos tóxicos. Elas tendem a passar despercebidas ou ser recebidas com panos quentes. Muitas vezes, as pessoas se indignam com elas, mas em silêncio para preservar a amizade ou por ter medo de confrontos.</p>
<p>Entre as frases que amigos tóxicos costumam dizer estão:</p>
<ul>
<li>“Você sempre estraga as coisas!”</li>
<li>“Você não pensa direito.”</li>
<li>“Você engordou/ficou mais velho/parece horrível hoje.”</li>
<li>“Você nunca vai conseguir isso” ou “Eu sou muito melhor nisso do que você.”</li>
<li>“Você não faz isso por mim porque não gosta de mim de verdade!”</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Efeitos negativos de uma amizade tóxica</strong></h4>
<p>A amizade tóxica acarreta muito sofrimento. Quem tem um amigo assim normalmente tem mais sentimentos de insegurança e solidão, vive sob pressão e sofre mais com o estresse no dia a dia.</p>
<p>O mal-estar emocional provocado pelas atitudes tóxicas é gradativo. À medida que as palavras e comportamentos do amigo tóxico começam a lhe afetar, você começa a ter mais sentimentos e pensamentos negativos do que positivos na sua vida. De repente, sem você ter consciência disso, a tristeza, o cansaço e a irritabilidade se tornam pilares do seu dia a dia. Eles são especialmente intensos após as interações com esse amigo tóxico. É neste momento que você precisa se questionar se essa amizade está te fazendo mal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que fazer quando temos uma amizade tóxica?</strong></h4>
<p>Quando descobrimos uma amizade tóxica, temos duas opções: tentar consertar o laço com esse amigo ou se afastar dele.</p>
<p>Se nutrimos carinho e afeição por ele, o ideal seria chama-lo para conversar e dizer como temos nos sentido. O diálogo é o principal caminho para a resolução de conflitos. Entretanto, em vez de dizer “você fez X ou Y” podemos adotar a estratégia da comunicação não-violenta e dizer “eu me sinto X perante atitude Y”. Dessa forma, mudamos o foco para as divergências no relacionamento em vez de culpar o outro por suas atitudes. É claro que devemos responsabilizar o amigo tóxico por elas, mas, na hora de conversar, é melhor tentarmos usar essa estratégia para que ele nos escute.</p>
<p>Também devemos avaliar se a pessoa é assim ou se está passando por uma situação difícil. Os comportamentos inadequados podem ser reflexo de seus problemas. Neste caso, podemos oferecer ajuda e, após o problema ter sido solucionado, prestar atenção em como a pessoa se comporta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Quando se deve desistir de uma amizade?</strong></h4>
<p>Mas e se a única opção for sair da relação tóxica? As amizades que fazem mal são formadas a partir do interesse de uma das partes. Ela pode ser motivada por ganho financeiro, status, popularidade ou dependência emocional.</p>
<p>A reparação do relacionamento é difícil, dado que o amigo tóxico não vê valor na amizade em si, mas no que ganha com ela. Ao expressar os seus sentimentos, ele pode se sentir acuado e negar ter lhe magoado de alguma forma ou se afastar de você por conta própria.</p>
<p>Assim, a reflexão se faz necessária. Vale a pena manter uma amizade assim? Não é melhor procurar relações saudáveis em vez de investir em uma ruim?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Devemos ficar longe das pessoas tóxicas?</strong></h4>
<p>Pessoas tóxicas pensam somente em seus próprios interesses e sentem dificuldade ou não querem enxergar a dor emocional que causam no outro. Logo, se você possui contato com indivíduos que te diminuam e te deixem tristes, o ideal é procurar se proteger dessas pessoas tóxicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Padrão abusivo recorrente nas amizades</strong></h4>
<p>Se costuma ter amigos tóxicos e não sabe por que as suas amizades seguem esse padrão, você pode procurar respostas na terapia. As pessoas costumam procurar o que é familiar para elas, mesmo que não se beneficiem disso.</p>
<p>Por exemplo, quem cresceu observando os pais brigarem dentro de casa, pode engatar um relacionamento em que brigas são comuns. Apesar de o indivíduo não ser feliz nesta relação, pelo menos ele já sabe lidar com ela. A terapia investiga a raiz do sofrimento e busca soluções que amenizem as dores emocionais. Como visto, as nossas amizades podem causar danos à nossa saúde mental. Então, para evitar reincidência futura, se recuperar dos efeitos da amizade tóxica ou se autoconhecer, você pode buscar a terapia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça comportamentos de pessoas narcisistas￼</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 00:46:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas? Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas?</p>
<p>Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares frequentados são comportamentos de pessoas narcisistas. Essas concepções, contudo, foram difundidas pela mídia e pelas conversas casuais, que confundem egocentrismo, amor-próprio e autoconfiança com narcisismo. Cada um desses conceitos possui características próprias e são bem distintos uns dos outros.</p>
<p>Segundo a psicanálise, todos nós possuímos um traço narcisista e ele é fundamental para a consolidação do nosso amor-próprio e autoestima. Afinal, se não gostarmos de nós mesmos, como poderemos fazer boas escolhas para as nossas vidas e nos defender de injustiças?</p>
<p>O excesso de narcisismo, assim como qualquer outro excesso em nossas vidas, é prejudicial e está associado a uma condição de saúde mental.</p>
<h4><strong>O que são pessoas narcisistas?</strong><span id="more-2599"></span></h4>
<p>Pessoas narcisistas são aquelas que possuem “mania de superioridade”. Elas cultuam a crença de que são melhores do que as outras pessoas, portanto, merecedoras de atenção e sucesso. Elas se rodeiam de indivíduos que consideram importantes, como quem possui um cargo alto em uma empresa, empresários e socialites, e menosprezam quem consideram ser menos importante.</p>
<p>Dessa maneira, pesam a atmosfera do ambiente de trabalho ou familiar na busca eterna para se sentirem “por cima” dos outros. Por conta dessas características, as pessoas narcisistas costumam ser difíceis de lidar e podem até afetar a saúde mental dos indivíduos com quem convivem.</p>
<p>O narcisismo exacerbado é uma característica do Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-V e essa condição é marcada pela dificuldade de regular a autoestima. Sendo assim, pessoas com esse diagnóstico precisam da validação alheia para se sentirem apreciadas. Elas associam a sua autoimagem à admiração de terceiros, por isso, podem tomar atitudes questionáveis para chamar atenção.</p>
<p>Esse transtorno de personalidade costuma existir em concomitância com outras condições, como a depressão, ansiedade e outros transtornos de personalidade. É igualmente comum que pessoas narcisistas desenvolvam dependência química em algum momento de suas vidas.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo qual é a causa exata desse transtorno de personalidade. Diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, como componentes hereditários e experiências traumáticas nos primeiros anos de vida.</p>
<p>A terapia é o principal tratamento para a condição. Entretanto, as pessoas narcisistas não costumam buscar atendimento psicológico por acreditarem não haver nada de errado com elas. Elas não conseguem compreender o porquê de outros indivíduos reagirem mal aos seus comportamentos.</p>
<div class="wp-block-column" style="flex-basis: 100%;">
<h4><strong>Quais são os comportamentos de pessoas narcisistas?</strong></h4>
<p>Os comportamentos narcisistas são variados e normalmente difíceis de lidar. Quem convive com pessoas com transtorno de personalidade narcisista percebe essas atitudes, mas podem não saber o que dizer ou como reagir.</p>
<p>Veja alguns dos principais comportamentos de pessoas narcisistas:</p>
<p><strong>1 – Mania de grandeza:</strong></p>
<p>A mania de grandeza se manifesta de múltiplas formas, como gabar-se de posses e sucessos, tratar os outros com rispidez, dar ordens aos outros constantemente, não dividir créditos de projetos coletivos, tomar decisões visando somente o próprio bem-estar e destratar quem não lhe bajula.</p>
<p>No ambiente de trabalho, chefes com mania de grandeza podem exigir muito dos profissionais, tratá-los com rudez quando não correspondem às suas expectativas e colocá-los em situações difíceis para que eles se sintam bem consigo mesmos.</p>
</div>
<p><strong>2 – Necessidade de chamar atenção:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas precisam se colocar sempre no centro das atenções. Elas comentam com frequência sobre as suas conquistas profissionais, experiências memoráveis e qualidades, bem como o que compraram recentemente e seus respectivos valores. Durante essas conversas, elas demonstram pouco interesse na vida dos outros, a menos que seja alguém importante e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>3 – Falta de empatia:</strong></p>
<p>A dificuldade para ter empatia é uma das principais características do transtorno de personalidade narcisista. Por não conseguirem se colocar no lugar do outro, pessoas narcisistas não conseguem entender as críticas feitas ao seu comportamento ou determinadas atitudes ou palavras ditas. Assim, elas magoam os outros sem perceber, tendo dificuldade para formar relacionamentos duradouros.</p>
<p><strong>4 – Insegurança:</strong></p>
<p>O comportamento que esbanja imponência é normalmente uma fachada para a insegurança. Quando a pessoa narcisista não recebe a atenção necessária para se sentir valorizada ou saber se está no caminho certo, ela fica insegura. Assim, precisa fazer algo para ganhar a admiração dos outros, e as suas atitudes podem parecer forçadas ou estranhas. Por exemplo, ela pode se convidar para eventos onde acredita que estará entre pessoas de status social elevado.</p>
<p><strong>5 – Manipulação:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas manipulam quem está ao seu redor para que as situações saiam conforme o planejado por elas. Mas, seus esforços, no entanto, nem sempre dão certo. A manipulação tende a ser mais efetiva quando os outros aceitam a posição de inferioridade e, assim, a pessoa narcisista se aproveita da vulnerabilidade alheia.</p>
<p>Entre as táticas usadas para manipular os outros estão: fazer o outro se sentir especial para que ele abaixe a guarda e depois bombardeá-lo de questionamentos sobre o seu potencial; chantagem emocional para incitar culpa; duvidar da capacidade do outro, levando-o a duvidar de si mesmo; e ser passivo-agressivo, demonstrando afeição e depois hostilidade e e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>6 – Se fazer de vítima:</strong></p>
<p>É igualmente comum as pessoas narcisistas se fazerem de vítima para conseguirem o que desejam, ou quando fazem algo errado e recebem críticas por isso. Elas podem fazer teatros emocionais, como forçar o choro, exibir uma postura de derrota para despertar simpatia e reclamar constantemente de como estão sofrendo e de como a vida é injusta.</p>
<p>Quem desconhece os comportamentos narcisistas, acaba ficando com pena e se oferece para ajudar ou para escutar o lado da pessoa narcisista. Como ela discorre sobre os acontecimentos como se os outros estivessem errados e não ela, o indivíduo acredita nela e lhe concede a validação necessária.</p>
<p><strong>7 – Culpar os outros pelo problema:</strong></p>
<p>O narcisista acredita ser incapaz de cometer erros, então os outros são sempre os errados. Mesmo quando outras pessoas apontam a sua responsabilidade nos problemas, ele ignora e encontra um jeito de culpar o outro. Isso pode levá-lo a confrontar os indivíduos que o apontaram como culpado da situação e difamá-los para que a sua narrativa se sobressaia. Quando ele se arrepende de ter tomado uma decisão, a pessoa narcisista também joga a responsabilidade da sua infelicidade no outro.</p>
<p><strong>8 </strong><strong>– Sensibilidade às críticas:</strong></p>
<p>Embora o narcisista pareça ter confiança e autoestima elevada, ele pode estar sempre à espera de repreensões. Não suporta críticas, mas, por temer recebê-las, passa muito tempo pensando na possível reprovação que receberá de terceiros. Deste modo, responde mal a comentários inócuos. Na frente dos críticos, explode de raiva ou entra na defensiva, atacando quem o criticou como se tivesse ouvido uma ofensa. Já no particular, remói as críticas, duvida de si mesmo e pensa no que pode fazer para ser validado.</p>
<p>Familiares e cônjuges de narcisistas aprendem rapidamente a não repreender as pessoas narcisistas por comportamentos inadequados para evitarem serem feridos.</p>
<h4><strong>Como reagir aos comportamentos narcisistas?</strong></h4>
<p>Ao identificar alguns dos comportamentos narcisistas vistos acima em alguém com quem você precisa conviver, você pode tomar as seguintes atitudes:</p>
<ul>
<li>Não leve comentários desagradáveis para o lado pessoal. A pessoa narcisista é assim com todos, então não se sinta menosprezado ou inferior;</li>
<li>Responda com firmeza, mas evite hostilidade. Não levante a voz ou faça xingamentos. Simplesmente seja assertivo, mostrando que suas necessidades também precisam ser respeitadas;</li>
<li>Não tenha medo de dizer quando o narcisista estiver errado;</li>
<li>Se o narcisista colocou uma dúvida em sua cabeça, busque informação para encontrar a resposta certa e confronte-o com suas descobertas;</li>
<li>Ignore atitudes que busquem chamar atenção; e</li>
<li>Evite confrontos. O narcisista raramente admite estar errado e pode tomar atitudes inesperadas para mostrar que você é o vilão da história. Poupe-se desse estresse e viva a sua vida.</li>
</ul>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Ciúme pode provocar dor física: como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 13:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar  O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar</em></p>
<p><em> </em>O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com os impactos emocionais e até físicos que ele gera.</p>
<h3>Por que sentimos ciúme?</h3>
<p>A explicação para os muitos efeitos causados pelo ciúme vem da neurociência e da reação que ele provoca em nosso cérebro. O ciúme tem origem na sensação de insegurança, de inferioridade e do medo que a outra pessoa encontre alguém mais interessante.</p>
<p>Existem vários fatores que fazem com que esse sentimento apareça, principalmente o que a pessoa pensa de si mesma. Na maioria das vezes, ela não se sente suficiente e pode<span id="more-2407"></span> enxergar o seu companheiro como uma ameaça, acha que ele não é fiel, gerando, assim, uma desconfiança dentro do relacionamento.</p>
<p>O ciúme, entretanto, é um<strong> </strong>sentimento normal em uma relação, é como um cuidado no relacionamento. O ciúme normal é transitório e surge por um motivo real, por exemplo: medo de perder a pessoa amada. O problema está quando esse ciúme se torna algo patológico, que faz mal de verdade. É o caso do <strong>ciúme doentio</strong>. Nesse caso, ele desencadeia distúrbios emocionais, como a ansiedade e a depressão, e a pessoa tende a ter um comportamento autodestrutivo.</p>
<h3>Ciúme provoca dores</h3>
<p>Outro aspecto curioso do ciúme é que ele tem a capacidade de provocar dor física &#8211; geralmente uma dor no peito. A neurociência diz que o ciúme ativa uma parte do cérebro com mais intensidade, que é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa é uma área também correlacionada às dores físicas do corpo.</p>
<p>Por sinal, essa região cerebral é a mesma ativada quando estamos com inveja, outro sentimento que também provoca impactos concretos no corpo, segundo revista científica. Por isso, é muito importante aprender a lidar com essas sensações, de forma a evitar consequências que comprometam nosso bem-estar.</p>
<h3>Como controlar o ciúme</h3>
<p>Para controlar o ciúme e não torná-lo um empecilho no relacionamento, aqui estão algumas dicas para quem deseja lidar melhor com o sentimento: o primeiro ponto é compreender que, ao se sentir sob ameaça, nem todo medo é real. Tem muitas coisas em volta que podem despertar seu ciúme, mas nem tudo está de fato está acontecendo.</p>
<p>Não se trata de enxergar a pessoa ciumenta como alguém descontrolado, mas, sim, partir do pressuposto que o medo e a insegurança devem ser investigados e entender se o sentimento tem realmente sentido. Antes de qualquer coisa, pergunte: isso que estou sentindo está baseado na realidade? É uma ameaça real? Ou é só uma sensação comigo mesmo? Quando chegamos à conclusão de que não tem a ver com o outro, o próximo passo é trabalhar essas questões de insegurança.</p>
<p>Entretanto, se algo no relacionamento for detectado, o melhor é demonstrar o que te faz mal na relação &#8211; mas nunca com ataques. Quando o ciúme é normal, um bom diálogo entre o casal consegue resgatar e manter a confiança e a harmonia.</p>
<p>Em uma relação, quando um dos lados sempre está desconfiando de tudo, e o outro lado não está fazendo nada para desencadear isso, essa situação desgasta o relacionamento, diminuindo o valor da pessoa diante do(a) parceiro(a).</p>
<p>Quando a frequência e a intensidade desse ciúme são incontroláveis, é fundamental buscar ajuda especializada para se tratar. Caso a situação não seja resolvida entre o casal, existe a possibilidade de investir na psicoterapia &#8211; tanto a individual, quanto a terapia de casal.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Adulto também é rejeitado: como lidar com isso sem sofrer tanto!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 23:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação. A rejeição é uma experiência que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação.</p>
<p>A rejeição é uma experiência que causa fissuras na nossa autoestima, como se o entorno sinalizasse que não somos importantes e internalizamos esse sentimento como se fosse uma verdade sobre nós.</p>
<p>Por isso, a rejeição tende a machucar tanto. Temos a necessidade de aprovação e de acolhimento e, <span id="more-2356"></span>apesar de a rejeição não ocorrer, necessariamente, por algo intrínseco de quem a sofre, pois ela pode ser uma questão do outro, alimentamos uma tendência à culpa. Não é simples atribuir importância a si próprio, e se essa rejeição se repete, vamos ficando frágeis emocionalmente.</p>
<p><strong>Quais os impactos de uma rejeição?</strong></p>
<p>As rejeições fazem parte da construção de nossa identidade, comportando elementos conscientes e inconscientes. Suas marcas podem ser agravadas, elaboradas ou ressignificadas, dependendo de seu grau de intensidade e duração e das nossas experiências reais e simbólicas.</p>
<p>A forma como somos aceitos ou rejeitados interfere nos sentimentos que temos em relação a nós mesmos como valorização, depreciação ou descrédito. Por isso, sentir-se rejeitado pode causar muitos danos emocionais. Sofrer rejeição em diferentes fases do desenvolvimento podem ocasionar problemas sérios na autoimagem e autoestima.</p>
<p>Quanto mais precoce e intensa a percepção de rejeição, maiores são os danos emocionais. Afinal, ser rejeitado causa sempre uma sensação de desconforto, mas se isso acontece na infância os danos tendem a ser mais profundos, influindo até mesmo na maneira como o indivíduo irá lidar com a rejeição ao longo de sua vida. Uma criança rejeitada tende a se tornar um adulto inseguro, com pouca consciência sobre si mesmo e mais dependente. Podendo, muitas vezes, se sujeitar a relacionamentos abusivos ou mesmo relações cotidianas de subserviência.</p>
<p><strong>O cancelamento é uma forma de rejeição</strong></p>
<p>É esperado que o adulto tenha uma forma mais positiva de lidar com a rejeição. Porém, boa parte das pessoas possui lacunas no desenvolvimento de alguns processos como auto aceitação e autonomia, podendo levar a um sofrimento extremo em função da rejeição. Na atualidade, lidar com a rejeição tem sido mais complicado, pois ela ocorre de maneira rápida, direta e instantânea. E este é um sentimento que precisa ser elaborado. A questão da rejeição acaba provocando o medo de ser &#8216;cancelado&#8217;, situação em que o sujeito passa por uma espécie de linchamento (rejeição virtual), em função de seus posicionamentos, conferindo ao &#8216;cancelador&#8217; o crivo da superioridade.</p>
<p>Em suma, a rejeição interfere em todos os âmbitos de vida, mostrando que a pessoa não atingiu uma maturidade emocional e podendo potencializar a experiência de negação do seu ser, de seu modo de pensar e agir. É comum pessoas renunciarem, mesmo que por um tempo, características pessoais para se confirmarem em um grupo social. Cada indivíduo possui um limiar do que pode conceder em nome da aceitação e conformação social, mas se ceder muito isso será convertido em sofrimento, perda de identidade, distanciamento e outros estados emocionais negativos.</p>
<p><strong>Como lidar com a rejeição sem sofrer tanto?</strong></p>
<p>Para aprender a lidar com o sentimento de rejeição é necessário, antes de mais nada, passar por um processo de autoaceitação. Quem teve relações mais seguras e acolhedoras na infância parte melhor para seu desenvolvimento até a idade adulta. Falhas nessas relações e no desenvolvimento da autorregulação emocional levam a formas menos adaptadas de lidar com a rejeição. Por isso, listamos algumas dicas essenciais para reverter isso e enfrentar este tipo de situação sem tanto sofrimento.</p>
<p><strong>1. Autoconhecimento:</strong></p>
<p>Conhecer-se leva a uma aceitação realista de si, dos aspectos positivos e negativos de sua personalidade;</p>
<p><strong>2. Observação:</strong></p>
<p>Analisar os gatilhos que reatualizam situações de abandono e que podem gerar no presente situações de dependência emocional;</p>
<p><strong>3. Avaliação:</strong></p>
<p>Perceber se essa dificuldade é tolerável, pois se provoca sofrimento e torna o sujeito disfuncional, é imprescindível buscar ajuda profissional;</p>
<p><strong>4. Auto compaixão:</strong></p>
<p>Sem excesso, ajuda o indivíduo a ter uma visão mais realista sobre si, sem tantas críticas e sentimento de culpa;</p>
<p><strong>5. Auto aceitação:</strong></p>
<p>Ajuda na aceitação da forma como a pessoa é e enfrenta seus próprios critérios e experiências pessoais para encarar a vida, deixando-a mais autocentrada e confiante;</p>
<p><strong>6. Autonomia:</strong></p>
<p>Surge a partir do desenvolvimento da autocompaixão e auto aceitação. Tais processos auxiliam a lidar de uma forma mais positiva com a rejeição, com a chance de cada vez menos responder às expectativas dos outros e à conformidade social;</p>
<p><strong>7. Controle:</strong></p>
<p>Colocar-se numa posição de inferioridade de forma recorrente pode fortalecer as distorções cognitivas que contribuem para interferir na forma como encara os fatos. Por isso, é importante manter pensamentos negativos e que o jogam para baixo sob controle;</p>
<p><strong>8. Crie oportunidades</strong>:</p>
<p>A dor da rejeição pode ser superada ao criar novas conexões que priorizam a valorização e aceitação da pessoa como ela é. Não fique preso ao que o faz mal, sempre é importante avançar para novas conquistas</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Oportunidades na Carreira: Será que você vem aproveitando da melhor maneira?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2020 02:57:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se questionou se o tipo de oportunidade que você “agarra” é o tipo de oportunidade que é compatível contigo? Ou seja, está realmente alinhada aos seus valores? Ao que você é apaixonado(a) por fazer e faz de melhor? Será que o cargo atual que você ocupa destaca seus melhores talentos ou apenas você&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se questionou se o tipo de oportunidade que você “agarra” é o tipo de oportunidade que é compatível contigo? Ou seja, está realmente alinhada aos seus valores? Ao que você é apaixonado(a) por fazer e faz de melhor? Será que o cargo atual que você ocupa destaca seus melhores talentos ou apenas você se sente bem ali por sem uma “excelente empresa para se trabalhar” e porque seus colegas são ótimos e o clima colaborativo e leve?<span id="more-1346"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As empresas sempre buscarão reter talentos e profissionais que trazem resultados, seja com pacotes de benefícios, eventos, reconhecimentos, promoções etc&#8230;Porém, já parou para pensar que, mesmo você entregando ótimos resultados e se sentindo bem na empresa, ainda assim isso pode não significar que você está alinhado à sua missão e propósito, ou então, nem mesmo estão sendo aproveitados seus talentos e habilidades mais evidentes?</p>
<p style="text-align: justify;">Trago essas perguntas para deixar de propósito uma pulga atrás de sua orelha! Conheci e ainda venho conhecendo pessoas que, por suas crenças e medos de lá do passado, simplesmente seguiram agarrados numa oportunidade que não mais condiz com seu propósito no presente!</p>
<p style="text-align: justify;">Anos se passaram, essas pessoas evoluíram muito, são outras pessoas hoje, porém, presas a um valor grande de segurança, estabilidade, status, tranquilidade, seguiram ocupando a mesma “cadeira”, talvez até mesmo pensando: “se me deram essa oportunidade e precisam de mim, então preciso corresponder as expectativas!”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Preciso&#8230;&#8221; ou &#8220;tenho que&#8230;&#8221; são expressões perigosas quando se trata de carreira. Sim, eu concordo que temos um compromisso quando somos “empregados” de alguém e essa caminhada é muito importante na vida de muita gente, pois permite infinitos aprendizados! Contudo, a partir de certo momento na carreira profissional,  em que você já correspondeu muitas expectativas (dos outros&#8230;), já deu o sangue para manter aquela instituição em pé e funcionando, chega-se geralmente a um ponto em que:</p>
<p style="text-align: justify;">1-Ou você se depara com a falta de evolução e isso te incomoda;</p>
<p style="text-align: justify;">2-Ou você já não é mais você, já se tornou praticamente um tijolo da empresa. Não sabe falar de outros assuntos, não consegue relaxar nem mesmo nas férias, e até mesmo fez daquele local seu lar, mais até do que sua própria casa!</p>
<p style="text-align: justify;">Concorda comigo que NENHUMA dessas situações é saudável nem agradável para a saúde mental e emocional, nem para a carreira de ninguém?!</p>
<p style="text-align: justify;">Já ouvi de mentorados meus e coachees que se sentiam inseguros e descrentes de si mesmos, pois estavam há tanto tempo sendo aquela engrenagem que faz a empresa rodar, que não sabiam mais se seriam capazes ou teriam força e coragem para se tornar outro tipo de peça, que possa encaixar em algum outro tipo de local, equipe, oportunidade enfim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">A insegurança, o medo,a culpa, a vergonha e a falta de autoconfiança drenam a energia que poderia ser investida em agarrar oportunidades que VERDADEIRAMENTE permitem e lhe dão a abertura pra brilhar naquilo que é natural e automático para você, seja em qual área e assunto for!</p>
<p style="text-align: justify;">E se essa energia fosse utilizada e investida para buscar esse alinhamento entre seus talentos e as oportunidades afora, contemplando, nesse caminho, seus propósitos maiores e sua missão?!</p>
<p style="text-align: justify;">Siga nos acompanhando! No final do mês que vem, darei uma continuidade nesse assunto, falando sobre posturas em entrevistas, como encarar uma transição de carreira e muito mais!</p>
<p><em>Grande abraço!</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O que há por trás da falta de pontualidade crônica!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2017 16:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[impontualidade crônica]]></category>
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		<category><![CDATA[Narcisismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A falta de pontualidade pode ser desesperadora. Quem já não se deparou com a seguinte situação? Você combina algo com alguém numa determinada hora e logo percebe que os minutos se passam sem que a pessoa apareça. Algumas nem sequer chegam nos minutos seguintes, mas podem levar horas ou inclusive não chegar nunca. O pior&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A falta de pontualidade pode ser desesperadora. Quem já não se deparou com a seguinte situação? Você combina algo com alguém numa determinada hora e logo percebe que os minutos se passam sem que a pessoa apareça. Algumas nem sequer chegam nos minutos seguintes, mas podem levar horas ou inclusive não chegar nunca. O pior é que quase sempre são reincidentes: nunca chegam a tempo a lugar nenhum!</p>
<p style="text-align: justify;">Se já está no horário do encontro e a pessoa ainda não chegou, <span id="more-826"></span>você liga e te dizem “estou a caminho”. Alguns dizem “já estou saindo” quando já deveriam ter chegado. A falta de pontualidade é crônica. Não há o que os faça agir de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que o tempo é algo subjetivo. Os seres humanos inventaram diversas formas de medi-lo. Mesmo assim, cada um o percebe e o administra de acordo com uma série de variáveis subjetivas. Para alguns é uma medida exata à qual é preciso se adequar, enquanto para outros é um limite desconfortável que não lhes representa nada.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A falta de pontualidade e o tempo interior</h3>
<p style="text-align: justify;">Cada um percebe o <span style="color: #000000;">tempo </span>de uma forma diferente. Isto depende em primeiro lugar da idade. Quando você é pequeno, as horas parecem dias e os dias semanas. Por isso as crianças ficam impacientes com tanta facilidade. Quanto mais idade temos, maior parece a velocidade que o relógio tem.</p>
<p style="text-align: justify;">A medida do tempo também depende da quantidade de atividades que você realiza. Se forem muitas, o tempo parece passar mais depressa. Se forem poucas, a sua percepção será de mais lentidão. Obviamente, outro fator que influencia é o seu estado de ânimo. Os momentos felizes passam rápido, enquanto nas etapas de sofrimento ou problemas é como se as horas parassem.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for o caso, o ser humano estabelece um vínculo entre a sua percepção do tempo e a pontualidade ou falta dela. Se para você o tempo é um recurso limitado e valioso, certamente você irá procurar ser muito preciso nos horários. No entanto, se a sua consideração sobre o tempo não é tão elevada, você verá nas horas exatas uma limitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa forma de perceber o tempo, lento ou rápido, interfere em como os eventos são planejados. Muitos indivíduos com falta de pontualidade são, na verdade, maus planejadores. Não querem desprezar ninguém. Simplesmente não calculam bem. Distraem-se facilmente e não possuem essa sensação de urgência que invade os outros. Neste caso, a falta de pontualidade só reflete distração e falta de maturidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Significados ocultos da falta de pontualidade</h3>
<p style="text-align: justify;">Alguns que sofrem desssa impontualidade crônica não pertencem a essa categoria inocente dos distraídos. A sua falta de ajuste ao tempo social adentra outras peculiaridades. A demora crônica implica, às vezes, que por trás dela exista uma personalidade excessivamente narcisista. Em outras palavras, usam a sua falta de pontualidade como um mecanismo de poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Também existem pessoas que chegam tarde o tempo todo por sofrerem de uma grande insegurança. Temem de alguma forma a situação do encontro e por isso tentam postergá-lo ao máximo. Fazem isto de forma inconsciente, não é de propósito. Simplesmente não adotam as medidas necessárias para ser pontuais e desconhecem a razão. No fundo, temem ser rejeitados ou menosprezados.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, há quem use a falta de pontualidade para expressar uma rebeldia não justificada. Resistem à situação que o encontro provoca. A sua chegada atrasada é uma forma de tornar visível essa rejeição, mas ao mesmo tempo uma forma de colocar um desafio.</p>
<p style="text-align: justify;">O comum em todos os casos de falta de pontualidade é a existência de uma ambivalência. Existem duas realidades em jogo: aexplicita, que fixa o horário, e a oculta, que sabota esse acordo. Por trás da falta de pontualidade crônica sempre existe uma mensagem oculta que é preciso desvendar. Não é o trânsito ruim, nem o simples descuido que dá lugar a este hábito sem consideração. Ter o costume de não chegar na hora certa é muitas vezes uma forma disfarçada e desconfortável de transmitir uma mensagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que esse conteúdo possa ter sido útil de alguma maneira. Volte sempre pois nossos artigos e vídeos estão sempre chegando por aqui. E fique à vontade para compartilhar nossos artigos em suas redes sociais. Grande abraço!</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ol>
<li title="" data-original-title="">A Mente é Maravilhosa: https://amenteemaravilhosa.com.br/significados-ocultos-falta-pontualidade</li>
</ol>
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		<title>O que é o ciúme e como lidar com ele!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 07:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[ciume]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerada uma das emoções humanas mais potentes, todos nós ja sentimos ciúmes em algum momento de nossas vidas. Dependendo da nossa personalidade, situação e circunstâncias envolventes, o ciúme pode variar em termos de tipo e de grau de intensidade. Embora existam pessoas com mais e menos tendência para serem ciumentas, a verdade é que ninguém&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considerada uma das emoções humanas mais potentes, todos nós ja sentimos ciúmes em algum momento de nossas vidas. Dependendo da nossa personalidade, situação e circunstâncias envolventes, o ciúme pode variar em termos de tipo e de grau de intensidade. Embora existam pessoas com mais e menos tendência para serem ciumentas, a verdade é que ninguém lhe escapa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Definições comuns:</h3>
<p><span id="more-529"></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>“Inveja de alguém que usufrui de uma situação ou de algo que não se possui ou que se desejaria possuir em exclusividade.”</li>
<li>“Sentimento de possessividade em relação a algo ou alguém.”</li>
<li>“Sentimento gerado pelo desejo de conservar alguém junto de si ou por não conseguir partilhar afectivamente essa pessoa; sentimento gerado pela suspeita da infidelidade de um parceiro.”</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;">Sentimentos à flor da pele:</h3>
<p style="text-align: justify;">O ciúme é sentido por pessoas de todas as idades, inclusive bebes experimentam esta emoção que, no fundo, pode ser representada por um turbilhão de emoções e exteriorizada através de diversos tipos de comportamentos. Quem sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda de algo que possui e que lhe é muito importante e precioso. Juntamente com a própria emoção que é o ciúme, juntam-se várias outras emoções, igualmente poderosas: medo, ansiedade, incerteza, insegurança, desconfiança, humilhação, tristeza, desgosto, raiva, descontrole, vingança, depressão…</p>
<h3 style="text-align: justify;">O amor e o ciúme:</h3>
<p style="text-align: justify;">Se há algum aspecto da vida em que o ciúme é mais dominantes é na esfera amorosa. Aliás, um dos temas mais recorrentes em matéria de ciúmes é, sem dúvida, a existência (real ou não) de uma terceira pessoa que ameaça o relacionamento de um casal. Se um dos elementos de determinado casal se sentir ameaçado por alguma coisa ou alguém que possa retirar-lhe a pessoa amada, é aí que o ciúme fala mais alto. Embora o ciúme seja uma parte integrante e normal da natureza humana e das relações pessoais e profissionais, existem vários tipos de ciúme, a começar pelo ciúme inocente e inofensivo; terminando no ciúme obsessivo e até perigoso. Enquanto algumas pessoas conseguem lidar bem com essa emoção e todas as outras que o ciúme provoca, dificilmente exteriorizando aquilo que sentem; outras não conseguem conter esse ciúme e precisam expressar ao seu companheiro(a), quer em tom de vitimização e protecção, quer em tom acusatório e possessivo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A maneira errada de lidar com o ciúme:</h3>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre os &#8220;ataques&#8221; do parceiro alimenta-o sem saber à medida que concorda em submeter-se ao que o outro pede. Por exemplo: se, ao ser questionado sobre quem lhe enviou e-mails, mesmo no trabalho, ele responder, der satisfações, o outro se sentirá no direito de fazê-lo sempre, agindo dessa forma cada vez mais incisivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">As brigas tornam-se frequentes e o clima de tensão impera na relação, já que qualquer coisa é motivo para reacender o ciúme. Porém, há momentos de total tranquilidade intercalados a estes &#8211; geralmente quando estão juntos, fazendo algo que distraia a atenção do ciumento &#8211; o que deixa a &#8220;vítima&#8221; do ciúme confusa, tirando a vontade de abandonar a relação que muitas vezes é tentadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas afinal quem é a vítima aqui? Aquele que sofre com as cobranças e vive numa verdadeira prisão ao lado de alguém possessivo e controlador ou este, que vive em constante tensão e desconfiança, perdendo por completo sua tranquilidade perante a vida em função de algo que o consome? Diria que ambos são vítimas e necessitam de cuidados, cada um em seu contexto. Aquele que convive com o ciumento deve aprender a colocar limites, não alimentando a dinâmica doentia do parceiro, e não deixando de fazer suas coisas. Muitas vezes, este acaba cedendo às pressões para evitar brigas, o que lhe parece mais fácil, mas o resultado é catastrófico, pois quando menos imaginar perceberá o quanto está agindo em função do outro e anulando-se por completo. E o pior: nada satisfaz ao parceiro, que vai exigir sempre mais, pois, como já foi dito, a sensação da dúvida permanece.</p>
<h3 style="text-align: justify;">A maneira certa de lidar com o ciúme:</h3>
<p style="text-align: justify;">Em terapia procure entender porque se deixa dominar por alguém que lhe cerceia por completo, aceitando abrir mão de seu direito e liberdade de relacionar-se com as pessoas e com o mundo. Já o ciumento deve procurar ajuda psicoterapêutica e medicamentosa, pois o tratamento abrange tanto o lado emocional quanto o físico. É uma doença tratável à base de antidepressivos, que aliviarão e muito os sintomas, devolvendo à pessoa a liberdade de viver. A psicoterapia paralela à medicação é fundamental para que se trabalhem questões profundas ligadas ao aparecimento do ciúme, geralmente envolvendo dinâmicas familiares complicadas, insegurança e autoestima baixa, entre outras. Nunca tome medicação por conta própria, sempre consulte o médico antes de optar pelo tratamento medicamentoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande dificuldade que encontramos ao lidar com essas pessoas é que em muitos casos tal comportamento foi aprendido com o pai ou a mãe, também ciumentos, passando a falsa ideia de que esse jeito de funcionar é o normal. Quando você vive em uma família cujas características principais são o controle, o cuidado excessivo, o zelo e preocupação com os filhos, cresce achando que assim deve ser, pois esse foi o modelo aprendido.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, ao deparar-se com um(a) namorado(a) que não viveu essa dinâmica, o ciúme começa a se manifestar, denunciando a presença da doença. Como convencê-lo a se tratar se a própria família não considera seu comportamento &#8220;fora do padrão&#8221;, muitas vezes boicotando a continuidade do tratamento? Aqui entra a importância de uma terapia familiar acontecendo paralelamente ao tratamento individual, para que cada um possa reconhecer sua parcela de responsabilidade no problema e juntos, se comprometam a resolvê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este conteúdo tenha lhe sido útil de alguma forma! Se achou esse assunto importante, compartilhe nas suas redes sociais, ajudando outros a conviverem melhor e de forma mais saudável com seus semelhantes. E volte sempre, pois a cada 10 dias temos um novo post recheado de informações legais!</p>
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