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	<title>Arquivo de inquietude - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de inquietude - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Entendendo a angústia: principais sintomas e tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 02:38:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[A angústia é uma sensação psicológica conhecida por seus sentimentos de nó na garganta, aperto no peito, inquietude e nervosismo. Trata-se de uma experiência complexa que pode afetar o nosso comportamento, humor e pensamento, podendo gerar futuros problemas psicossomáticos. É certo que todas as pessoas a possuem, mas não em alto nível. Nesse estado, ela&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A angústia é uma sensação psicológica conhecida por seus sentimentos de nó na garganta, aperto no peito, inquietude e nervosismo. Trata-se de uma experiência complexa que pode afetar o nosso comportamento, humor e pensamento, podendo gerar futuros problemas psicossomáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que todas as pessoas a possuem, mas não em alto nível. Nesse estado, ela se manifesta motivada por um dos Transtornos de Ansiedade (pânico, fobias, obsessões), por reações no corpo e manifestações que envolvem, ou não, uma doença orgânica.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os sintomas mais decorrentes da angústia, temos:<span id="more-1551"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ansiedade acompanhada de falta de ar, aperto no peito;</li>
<li>Sentimento de caos interior;</li>
<li>Batimentos cardíacos desacelerados;</li>
<li>Pensamentos negativos e sentimento de preocupação;</li>
<li>Dores de cabeça e enxaquecas frequentes;</li>
<li>Dores musculares;</li>
<li>Insônia;</li>
<li>Alterações do apetite;</li>
<li>Desânimo e abatimento mental;</li>
<li>Dificuldade de concentração em tarefas;</li>
<li>Falta de ar e crises de pânico e medo;</li>
<li>Tremores, calafrios, suor à noite e ataques de diarreia.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Quais os motivos de causa da angústia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos casos de angústia estão relacionados a um estilo de vida com situações que favorecem o sentimento de culpa, arrependimento, insegurança e frustração. Mesmo assim, existem situações em que a dor surge sem um motivo aparente, variando de acordo com cada pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de angústia também pode ser um sinal íntimo de um estado de depressão. O que pode intensificar ainda mais a dor sentida. Estudos apontam que ambas essas doenças aumentam em três vezes o risco dos pacientes em desenvolvê-las simultaneamente. Por isso, a primeiro sinal de frequência dos sintomas é recomendada a procura de um psicólogo ou psiquiatra.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como a angústia atua em nosso cérebro?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Ela atua nos circuitos nervosos de nosso sistema. O cérebro costuma desviar os sinais físicos desconfortantes para que o corpo possa se concentrar. Essas vias de recepção de dores e emoções utilizam-se de neurotransmissores para regular o humor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando essa regulamentação é falha, a angústia toma formato e se intensifica, junto à tristeza e desesperança. Com essa alteração do sistema nervoso, as dores passam a ser o centro de atenções, perpetuando-se essa condição psicológica.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Medicamentos e tratamentos para angústia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A dor causada pela angústia pode receber tratamento através de praticamente todas drogas utilizadas pela psiquiatria. Estabilizadores de humor, anticonvulsivantes e benzodiazepínicos geralmente são indicados para aliviar a ansiedade, fadiga e insônia. Já, os dois principais antidepressivos, tricíclicos e ISRS, também podem ser utilizados, mas em doses menores.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Pensamentos para auxiliar na luta contra a angústia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de fortalecer o tratamento químico é através de um trabalho que foque no emocional e nos pensamentos ativos do paciente. Assim, o tratamento terapêutico, realizado com psicólogos e psicanalistas, é essencial para melhores resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nele, o paciente irá trabalhar para que consiga superar a força de seus inquietos pensamentos, a fim de reduzir seus sintomas físicos em diversas situações. E é durante esse tratamento que o paciente precisará encarar seus conflitos mentais internos. Nesse processo, precisará reconhecer os problemas e situações que o perturbam e trabalhá-las. Essa reflexão é mais do que necessária, afinal a não definição de um problema intensifica a angústia, tornando-a perturbadora e infringente em questões sociais cotidianas. Encarar o problema e passar a tratá-lo é um importante processo. Assim como aceitar resoluções que estão fora do seu alcance e a impotência para questões que não dependem de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, o paciente com angústia precisa realizar determinados exercícios mentais, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A dor da angústia só existe devido há um conflito interno;</li>
<li>Identificar qual é o problema que mais gera esse sentimento dentro de si;</li>
<li>Listar ações que podem alterar a situação e realizá-las sempre que possível;</li>
<li>Parar de adiar questões e realizá-las imediatamente;</li>
<li>Aceitar situações em que não é possível alterá-las independentemente de sua pessoa, principalmente perdas de pessoas, empregos, etc.;</li>
<li>Sempre voltar sua mente para as questões prioritárias em sua vida.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E o mais importante: a busca por dias melhores, saúde e aceitação deve começar pelo próprio diagnosticado. E ele precisa ter perseverança e esperança de que com ajuda de um especialista, a sua vida irá melhorar.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, entendemos melhor o queé a ang;ustia e como lidar com ela. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sinais que seu filho possa estar precisando de um Psicólogo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 01:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças na vida da criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo e a mudança de escola podem desencadear alterações de comportamento. Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que o pequeno enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um profissional. O acompanhamento de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mudanças na vida da criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo e a mudança de escola podem desencadear alterações de comportamento. <strong>Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que o pequeno enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um profissional</strong>. O acompanhamento de um <strong>psicólogo infantil</strong> colabora para que as crianças consigam lidar melhor com seus sentimentos, seja raiva, medo, ciúme, insegurança ou ansiedade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6 sinais de que é hora de procurar um psicólogo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É importante que os pais estejam atentos a comportamentos dos filhos que indiquem que é necessário a ajuda de um psicólogo, <strong>tristeza, apatia, perda de interesse, agressividade ou choro excessivo… podem ser sinais de que algo não vai bem com seu pequeno.</strong> Para ajudar você a perceber se é preciso procurar um acompanhamento profissional, elencamos os principais <strong>sinais de que o seu filho possa precisa de um psicólogo</strong>. Confira: <span id="more-1232"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Alteração brusca ou exagerada de comportamento</h3>
<p style="text-align: justify;">Pode acontecer de a criança mudar exageradamente seu modo de se comportar, sem que isso necessariamente signifique um problema. No entanto, por vezes, essas mudanças podem prejudicar a saúde ou os relacionamentos do pequeno, gerando sofrimento a ele. Essas alterações no comportamento, normalmente, ocorrem no sono (quando faz xixi ou se recusa a dormir sozinho, quando antes o fazia); na alimentação (comendo exageradamente ou deixando de ter apetite) ou na escola (por problemas comportamentais ou de aprendizagem), que se torna uma grande aliada dos pais por ter a oportunidade de observar a criança ao longo do dia, quando os pais não estão presentes.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Comportamentos agressivos</h3>
<p style="text-align: justify;">A agressividade exagerada, quando não resolvida por conversas em família, pode ser um sinal de que o pequeno não está lidando bem com algum sentimento ou situação, sendo indicado procurar ajuda profissional.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3. Muita agitação, inquietude ou dificuldade em manter a atenção</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, muitas crianças são diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e acabam sendo medicadas, por vezes sem real necessidade. Em casos de agitação, inquietude e falta de atenção, a terapia pode ser uma grande aliada, ajudando não só a criança, como também os pais e familiares a lidar com a situação. Na maioria das vezes, uma mudança de comportamento e atitude dos pais pode até mesmo resolver o problema da criança, uma vez que eles exercem grande influência sobre o que os filhos sentem, pensam e como se comportam.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Problemas escolares</h3>
<p style="text-align: justify;">Seja por problemas comportamentais, seja por alguma dificuldade de aprendizagem, a psicoterapia infantil tem muito a contribuir nestes casos, orientando os pais e a escola.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5. Regressão de alguma fase do desenvolvimento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Isso é comum quando há a chegada de um irmãozinho, por exemplo, ou em situações em que a criança se sente insegura por algum outro motivo. Nesse caso, é importante ficar atento e observar a criança. O acompanhamento de um profissional pode ajudar bastante.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6. Saúde prejudicada, principalmente quando não há uma causa biológica</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as crianças ficam doentes sem que os pais encontrem uma causa biológica ou física. É preciso estar sempre atento aos sintomas, pois, muitas vezes, o que as crianças não conseguem verbalizar, aparece como sintoma, seja comportamental ou físico.<strong> É o corpo falando pela criança.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Como é o trabalho do psicólogo infantil?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Outra dúvida que muitos pais podem ter é: o que meu filho vai fazer na consulta com um psicólogo infantil? Afinal, a sessão de terapia de crianças e adultos possui dinâmicas e abordagens diferentes. Se você está em dúvida se deve ou não consultar um profissional para seu filho, resolvemos esclarecer alguns pontos sobre como funciona o trabalho do psicólogo infantil, que podem ajudar:</p>
<p style="text-align: justify;">O psicólogo infantil trabalha basicamente a partir do lúdico. Assim, a criança vai às sessões e brinca, com o terapeuta ou sozinha e, enquanto isso, <strong>suas questões são abordadas de forma indireta</strong>. Dessa forma, os conteúdos são mais facilmente acessados pelo psicólogo, pois <strong>a criança os expressa por meio do brincar</strong>. A participação dos pais nesse processo é fundamental, pois o trabalho realizado pelo profissional (seja pediatra, psiquiatra, neuro ou psicólogo) depende muito do envolvimento ativo da família no tratamento da criança. É importante que os pais conheçam os filhos minuciosamente, os observando em casa, para que possam contribuir com o trabalho do terapeuta. Além disso, em alguns casos, os próprios pais são instruídos a frequentar a terapia, pois seu comportamento e modo de pensar precisam ser trabalhados para que os comportamentos/situação da criança melhorem.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite para compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
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