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	<title>hormônios &#8211; Bem Viver Mais</title>
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		<title>10 impactos que o amor causa em você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 03:14:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O amor não influencia apenas seus sentimentos, como também altera seus hormônios e se manifesta fisicamente em quem está apaixonado! Poucas coisas comparam-se ao fato de estar apaixonado e iniciar um relacionamento. As sensações são as mais variadas: O coração acelerado ao ver a pessoa que ama, o frio na barriga ao encontrar-se, os planos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O amor não influencia apenas seus sentimentos, como também altera seus hormônios e se manifesta fisicamente em quem está apaixonado!</p>
<p style="text-align: justify;">Poucas coisas comparam-se ao fato de estar apaixonado e iniciar um relacionamento. As sensações são as mais variadas: O coração acelerado ao ver a pessoa que ama, o frio na barriga ao encontrar-se, os planos que fazemos em nossas cabeças, o tempo que parece voar ao estarmos na companhia de alguém especial. É uma fase marcante, e o corpo se manifesta das mais variadas maneiras a esse sentimento. Alguns sinais, em conjunto, podem indicar que você está apaixonado. Veja a seguir, maneiras que seu corpo e mente encontram para manifestar o surgimento de um novo amor:<span id="more-1186"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1 &#8211; Apaixonar-se pode atrapalhar o sono</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo, ao nos apaixonarmos, podemos passar noites em claro pensando em quem amamos. Isto normalmente ocorre no início de uma relação, e este estado de euforia, faz com que nos tornemos mais ativos e despertos durante a noite e a madrugada, o que pode desregular nosso relógio biológico.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2 &#8211; O olfato torna-se ainda mais importante</h3>
<p style="text-align: justify;">Feromônios desempenham o papel de fazer com que espécies se reconheçam pelo cheiro, provocando reações sexuais em cada indivíduo. E ao se apaixonar por alguém, o cheiro do parceiro fica gravado em sua mente, tendo grande poder sobre você.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3 &#8211; Você tem diversas respostas físicas ao amor</h3>
<p style="text-align: justify;">Estar apaixonado não implica apenas em mudanças relacionadas ao seu emocional. De acordo com estudos publicados pelo site Health.com, o amor também traz algumas manifestações físicas, veja algumas abaixo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Suas pupilas dilatam-se no momento em que você vê alguém por quem sente atração;</li>
<li>Você pode se sentir um pouco tenso, e até mesmo perder seu apetite, já que todos seus pensamentos estão voltados para uma só pessoa;</li>
<li>Você tende a aumentar sua voz perto de quem ama;</li>
<li>Você ganha uma força até então desconhecida, já que a ocitocina liberada em seu organismo ao se apaixonar pode aumentar sua tolerância à dor.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; Olhar para seu parceiro gera benefícios para a mente</h3>
<p style="text-align: justify;">Um estudo publicado pela Newswise aponta que o simples fato de olhar fotos de seu namorado(a) no celular pode causar uma sensação de recompensa e felicidade em seu cérebro, já que ele libera dopamina ao entrar em contato com algo que lhe traga prazer.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5 &#8211; Amar causa frios na barriga</h3>
<p style="text-align: justify;">O hormônio norepinefrina está presente ao apaixonar-se. Por estar ligado ao estresse, ele aumenta o ritmo cardíaco, consequentemente lhe fazendo ficar mais agitado quando está com alguém especial. É como estar em uma montanha russa, onde suas mãos ficam suadas, sua boca fica seca e a adrenalina decola, e isto causa a sensação de frio na barriga.</p>
<h3 style="text-align: justify;">6 &#8211; Estar apaixonado causa uma grande alteração hormonal</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo publicado em 2004 pelo periódico Psychoneuroendocrinology, no início de um relacionamento, onde as emoções estão intensas e existe o senso de novidade, os níveis de cortisol aumentam em ambos os sexos, e a testosterona, hormônio sexual masculino, diminui nos homens e aumenta nas mulheres.</p>
<h3 style="text-align: justify;">7 &#8211; O amor pode levar à morte</h3>
<p style="text-align: justify;">Parece exagero, mas muitas vezes ao terminarmos um relacionamento, estávamos tão conectados à ele, que se torna uma tarefa difícil desapegar-se da antiga realidade, o que pode trazer diversos problemas como ansiedade e a depressão, de acordo com o Instituto Americano do Coração. E em casos extremos, ocorre a síndrome do coração partido, que simula os sintomas de um ataque cardíaco, como dificuldades para respirar, surgimento de batimentos cardíacos irregulares e dores no peito. A síndrome pode trazer danos irreversíveis ao coração e até mesmo causar a morte.</p>
<h3 style="text-align: justify;">8 &#8211; Você tende a ganhar peso</h3>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente você já ouviu falar que, ao namorarmos, começamos a ganhar peso. E há uma verdade neste dito popular. Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, comprovou que mulheres engordam 10 quilos em média, após assumirem compromisso estável. Já a média entre os homens é de 7,5 quilos. Para a nutricionista da Nutryup, Lidiane Martins, quando estamos mais felizes em relações estáveis, nosso apetite pode aumentar. &#8220;Queremos partilhar o prazer, aí saímos mais para jantares, cinema &#8211; sem perceber o peso aumenta&#8221;, disse em matéria sobre ciladas do namoro que te fazem engordar.</p>
<h3 style="text-align: justify;">9 &#8211; Amar é como usar drogas ou ingerir álcool</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com pesquisas, ao se apaixonar por alguém, seu cérebro produz ocitocina, adrenalina e a dopamina, o mesmo hormônio liberado pelo uso de drogas, sendo responsável pela sensação de grande energia e euforia, o que faz você se tornar viciado em quem ama. E ao estarmos perto de quem amamos, temos uma sensação parecida com a de estar bêbado, onde falamos e fazemos coisas que normalmente não teríamos coragem.</p>
<h3 style="text-align: justify;">10 &#8211; O amor gera impactos positivos no sexo</h3>
<p style="text-align: justify;">Segundo estudos publicados pelo Sciencedaily, no início de um relacionamento, o desejo sexual está em seus níveis máximos por conta de hormônios como a testosterona. Além disso, estar apaixonado faz com que você se torne mais ousado e aventureiro com suas escolhas sexuais. A segurança de um relacionamento sério, faz com que as pessoas se sintam mais à vontade para experienciar coisas novas.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Como os hormônios influenciam em nosso comportamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 05:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Nossos hormônios são, majoritariamente, os condutores e comandantes das nossas sensações e vontades. Pode esquecer: não é você quem controla e decide 100% das coisas em sua vida! Os diferentes tipos de hormônios fabricados pelo nosso corpo não desempenham somente funções vitais para controlar determinados processos biológicos. Queiramos ou não, eles condicionam o nosso comportamento e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nossos hormônios são, majoritariamente, os condutores e comandantes das nossas sensações e vontades. Pode esquecer: não é você quem controla e decide 100% das coisas em sua vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Os diferentes tipos de hormônios fabricados pelo nosso corpo não desempenham somente funções vitais para controlar determinados processos biológicos. Queiramos ou não, <strong>eles condicionam o nosso comportamento e até mesmo o nosso humor.</strong> Além disso, qualquer desequilíbrio hormonal pode nos levar a uma depressão ou a ver e sentir a nossa realidade de uma maneira muito diferente.<span id="more-1071"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós gostamos de pensar que temos controle total sobre o nosso comportamento, nossos pensamentos e sobre cada uma das ações que realizamos. No entanto, <strong>estamos completamente subordinados a esse pequeno universo, poderoso e muitas vezes caótico, que são os nossos hormônios.</strong> Esses mensageiros proteicos responsáveis ​​pela regulação de uma infinidade de processos metabólicos também permeiam o nosso cérebro, controlando o nosso comportamento e até mesmo o tipo de pensamentos que podemos ter.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Os hormônios são os mensageiros químicos do corpo. Eles viajam através da corrente sanguínea para todos os tecidos e órgãos para controlar o nosso desenvolvimento, o nosso equilíbrio interno e o nosso bem-estar. No entanto, qualquer pequena alteração pode causar um forte impacto sobre a nossa saúde e o nosso comportamento.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Até agora, contam-se duas cen­tenas de hormônios e, graças a eles, nossas células são abastecidas de energia, nosso coração bate, nossas artérias pulsam, temos fome e nos saciamos, dormimos, acordamos e nos emocionamos. Tão poderosos são que, caso fossem agrupados, to­dos os hormônios circulantes em nosso organismo somariam apenas dez gotas. Ao longo do século XX, a compreensão sobre eles avançou extraordinariamente, mas as pes­quisas estão em constante ebulição.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é importante ressaltar que, diante de qualquer desconforto, mudança de humor ou alguma irregularidade, seja no nosso corpo ou no nosso comportamento (fadiga, apatia, perda súbita de energia…), é importante procurar o nosso médico. <strong>Os problemas hormonais podem ser tratados e, dessa forma, podemos recuperar o comando da nossa vida.</strong></p>
<p class="ad-desktop" style="text-align: justify;"> Se esse conteúdo lhe foi útil de alguma maneira, compartilhe-o com seus amigos e familiares, assim outros poderão se beneficiar também. Siga nos acompanhando, pois a cada quinzena há um novo artigo interessante por aqui!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- https://amenteemaravilhosa.com.br/6-tipos-de-hormonios-influencia-humor/</p>
<p style="text-align: justify;">2-https://www.methodus.com.br/artigo/926/hormonios%3A-eles-comandam-tudo-do-humor-ao-emagrecimento.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Relação entre alimentos e emoções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 17:24:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Já abordamos anteriormente por aqui a questão da compulsão alimentar, como ocorre, seus maiores danos e como interpretá-la no âmbito emocional e mental. Contudo, esse novo artigo busca abordar a questão Comida x Emoção em outra de suas facetas: já imaginou que um determinado alimento pode lhe deixar mais feliz e pleno(a)? Ou então, mais&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já abordamos anteriormente por aqui a questão da <strong><a href="https://bemvivermais.com/2016/07/29/lidando-com-a-compulsao-alimentar-e-sua-consequencia-mais-danosa-a-obesidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">compulsão alimentar</a></strong>, como ocorre, seus maiores danos e como interpretá-la no âmbito emocional e mental. Contudo, esse novo artigo busca abordar a questão Comida x Emoção em outra de suas facetas: já imaginou que um determinado alimento pode lhe deixar mais feliz e pleno(a)? Ou então, mais atento(a) e com a memória mais afiada?!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-818"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, será a partir desse outro tipo de relacionamento entre o comer e o sentir que vamos conversar agora. Por mais que o título e boa parte do artigo remeta a nossa análise ao termo &#8216;emoção&#8217;, como você já pôde perceber, também está incluso nesse contexto habilidades não emocionais, tal como memória, atenção, concentração etc. Então vamos lá&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Embora a relação entre a comida e as emoções seja amplamente discutida, podemos defini-la como uma associação bidirecional. Os alimentos que você consome afetam as emoções e o comportamento, e estes afetam sua relação com a comida.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">É com esse parágrafo acima que se inicia um artigo da Discovery (nesse caso no site UOL &#8211; Discovery Mulher), que trata desse mesmo assunto que estou buscando aprofundar. Ou seja, esse relacionamento (alimento x emoções) é recíproco, tem uma &#8220;via dupla&#8221; de atuação: tanto de nós para com os alimentos, quanto dos alimentos conosco. Os efeitos (sensações, emoções etc) que eles nos geram, &#8220;alimentam&#8221; nossa necessidade e vontade em voltar a consumi-los Eles causam determinados efeitos que nos modificam e nos instigam/apetecem a repetir sua ingestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Como muito tem se visto na mídia em geral, alimentos que aumentam a produção do neurotransmissor (hormônio) chamado <strong><a href="https://bemvivermais.com/2017/09/10/voce-sabe-o-que-e-serotonina-e-quais-sao-seus-efeitos-em-nosso-corpo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">serotonina</a>,</strong> são muito procurados, pois proporcionam a sensação de satisfação, plenitude, alegria dentre outras. O que poucos sabem, é que não é somente o chocolate que aumenta a serotonina em nosso organismo&#8230;A banana, por exemplo, tem o mesmo efeito. Por que então a tendência é que as pessoas acabem optando pelo chocolate?!</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência do seu humano com a comida não é apenas sensorial (a degustação, o sabor, o paladar que os alimentos proporcionam). Sua textura, formato, apresentação, temperatura, dentre outras características, também é levada em conta por nosso estado emocional do momento, mesmo que não se tenha consciência disso. Se alimentar consiste numa mistura de experiência sensorial (paladar, tato, olfato), mas também comportamental e emocional (o que vai se sentir comendo aquilo, qual o prazer que irá trazer, a sensação, a satisfação etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Até mesmo o local (restaurante, festas) onde se ingere determinados alimentos faz toda a diferença para algumas pessoas, afinal o contexto precisa estar afinado, em sintonia com a experiência de se ingerir aquele alimento. Ou seja, quando tudo combina, faz mais sentido, mais há mais razões em nosso cérebro que justificam comer aquilo naquele momento. Entendemos ser apropriado.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas docerias, cafeterias, entre outros estabelecimentos, já comercializam certos alimentos (geralmente sobremesas e doces) colocando-os numa categoria nomeada &#8220;<em>confort food</em>&#8220;, justificando a ingestão de um bolo ou brownie, por exemplo, para sentir-se reconfortado. Aquela experiência será aconchegante. Será que tudo isso realmente traz às pessoas uma sensação de acolhimento e bem-estar? Bem, pelo menos essa é a intenção, e acredito que ela seja alcançada, mesmo que suas consequências sejam muito mais amplas que a alegria sentida no momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, e os outros alimentos? Conforme colocado no início do texto, será que existem alimentos que podem nos ajudar com outras habilidades mentais?</p>
<p style="text-align: justify;">O brócolis comprovadamente nos auxilia com nossa memória, por exemplo. Além de possuir outros nutrientes e vitaminas que ajudam de outras maneiras nosso corpo, como o ácido fólico, as fibras ea vitamina A.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o abacate, em algumas pesquisas, mostrou ser um bom aliado à qualidade de sono das pessoas. Portanto, quem sofre com sono agitado, insônia, dentre outros <strong>distúrbios do sono, </strong>pode passar a contar com a ajuda do abacate. Nutricionistas apenas alertam para a quantidade que será ingerida e frequência, pois mesmo com sua gordura boa, o abacate é bastante calórico.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa tal gordura boa, também pode ser consumida ao comermos algumas nozes e castanhas, que também precisam ser ingeridas com bastante moderação, ou por exemplo no azeite extra-virgem. Tudo tem sua melhor maneira de ser ingerido e tudo isso por ser esclarecido por nutricionistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando a nossa heroína, a serotonina, além da sensação de bem-estar e saciedade, ela também tem a função reguladora de apetite, por isso, não só é prazerosa sua ingestão, como também importante. Outros dois exemplos de alimentos que aumentam sua produção, é o salmão e a linhaça, que são ricos também em ômega 3, muito importante para nossa saúde!</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é necessário deixar uma observação fundamental à todos nesse artigo: a serotonina, ao contrário do que pode imaginar, é muito mais produzida em nosso intestino, do que no cérebro. Portanto, há que se prezar, antes de mais nada, por um bom funcionamento do intestino. Ficar constipado(a) (com intestino preso por certo tempo), fará você se sentir muito mal. É daí que vem o termo &#8220;enfezado&#8221;, pois há fezes acumuladas em seu organismo, algo que precisa ser eliminado.</p>
<p style="text-align: justify;">E por falar em irritabilidade, mal humor, outro alimento que pode ajudar muito nesse sentido, é o gérmen de trigo. Em sua composição, ele também conta com nossa amiga e aliada serotonina. Ele é encontrado nos farelos de trigo, ou então nas famosas granolas e cereais que sempre vemos nos mercados e lojas de artigos naturais e saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda busca por outra solução para se sentir mais calmo? A lentilha por exemplo tem efeito tranquilizante, porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo com o artigo da Discovery Mulher, eles colocam: &#8220;(&#8230;) <span lang="PT-BR">as emoções e comportamentos afetam as decisões nutricionais, como a quantidade e o tipo de alimento. Por exemplo, uma pessoa com depressão pode ter falta de apetite e pular refeições, o que aumenta a ansiedade e a irritabilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR">Da mesma forma, certos alimentos afetam nossas emoções e comportamento. Por exemplo, a cafeína induz a um estado de alerta e dificulta o sono. O consumo excessivo provoca insônia, o que pode aumentar a ansiedade e levar a pessoa a comer para aliviar o mal estar.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, aquilo que você sente, o levará a escolher o que quer comer, propositalmente, buscando aliviar suas tensões, seu estresse e tristeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles continuam: &#8220;Brigar com o namorado e tomar um sorvete de chocolate em vez de solucionar o conflito, por exemplo, é uma forma de compensação emocional. Comer quando estamos tristes, deprimidos ou insatisfeitos proporciona uma sensação passageira de bem-estar, mas não resolve o verdadeiro problema: o sofrimento interno.&#8221; E sobre isso abordamos mais em outros artigos já mencionados aqui no Blog.</p>
<p style="text-align: justify;">Esteja atento às suas decisões e saiba diferenciar quando é realmente seu corpo que precisa daquele alimento ou sua mente e seus sentimentos que clamam pela ingestão de um doce. Outro artigo que traz esse ponto de vista e que pode ajudar e discernir e compreender o que de fato você vem fazendo consigo mesmo(a), é este da revista Mente &amp; Cérebro: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_intima_relacao_entre_comida_e_humor.html</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essa leitura tenha lhe trazido, de alguma maneira, um novo pensamento, conhecimento ou despertado seu interesse em entender melhor como e com qual qualidade você realmente tem se alimentado. Se lhe ajudou, pode ser que ajude mais pessoas, então compartilhe-o com seus amigos e familiares! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
Instagram: @natceara<br />
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ol>
<li>Artigo Discovery Mulher: &#8220;A relação entre a comida e as emoções&#8221;. Link: http://discoverymulher.uol.com.br/saude/a-relacao-entre-a-comida-e-as-emocoes/</li>
<li>Artigo Mais Equilíbrio: &#8220;Os alimentos e o controle das emoções&#8221;. Link: http://www.maisequilibrio.com.br/nutricao/os-alimentos-e-o-controle-das-emocoes-1935.html</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">
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