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	<title>Hábitos &#8211; Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Hábitos &#8211; Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como combater o hábito de comer por estresse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 18:50:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces. Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces.</p>
<p>Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um problema e praticamente todos nós já passamos por essa experiência. Você provavelmente já se viu na frente da geladeira, analisando o seu conteúdo, por estar entediado ou inquieto e acabou pegando um lanchinho rápido ou ficou tentado a pegar.</p>
<p>O hábito de comer quando se está estressado se transforma em um problema (tanto para a saúde mental quanto física) quando o indivíduo acredita que essa é a única maneira de lidar com as suas emoções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é comer por estresse?</strong></h4>
<p><span id="more-2628"></span></p>
<p>Pessoas estressadas ou ansiosas comem exageradamente na esperança de sentir algum alívio emocional e isso, não costuma ter nada a ver com a fome em si, mas com o desejo de suprimir sentimentos negativos e enfrentar situações desagradáveis. Tentar se distrair do fator estressor também pode ser um motivador.</p>
<p>Quando estamos com um problema pendente, podemos ter dificuldade para nos desligarmos desse impasse, prologando pensamentos e sentimentos ruins. Algumas pessoas utilizam a comida como distração das dores emocionais e pode ser difícil ter a percepção de que você está comendo demais por conta do estresse.</p>
<p>A “fome emocional” normalmente aparece rapidamente e desperta uma urgência, fazendo o indivíduo comer algo para saciá-la. Pessoas que comem por estresse costumam ter um lanche favorito e deixá-lo por perto para essas ocasiões e depois de comer, é normal sentir vergonha.</p>
<p>Alguns estudos apontam que mulheres tendem a recorrer à comida quando estressadas ou ansiosas enquanto os homens preferem beber ou fumar.</p>
<p>Com o tempo, esse hábito pode desencadear consequências negativas para a saúde física, como sobrepeso, diabetes, obesidade, hipertensão e doenças cardíacas. Desse modo, além de sofrer com o estresse na vida diária, o indivíduo que come por estresse precisa lidar com os sintomas de outras patologias.</p>
<p>Já para a saúde mental, a principal consequência é não aprender a lidar com sentimentos negativos e estresse de maneira saudável. Ao invés de enfrentar as situações, o indivíduo desconta esse estresse na comida. O mal-estar não desaparece, apenas se fortalece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que comemos por estresse?</strong></h4>
<p>Estudos sugerem que as pessoas descontam o sofrimento emocional na comida por questões psicológicas e fisiológicas. Comer um lanche gostoso ou a sua refeição favorita promove uma sensação momentânea de alívio e se o indivíduo não possui outros meios de buscar o bem-estar, ele acaba buscando essa solução fácil, porém efêmera. Quanto mais ele se alimentar com o objetivo de se sentir bem consigo mesmo, mais rapidamente as sensações prazerosas se extinguirão e precisarão ser repostas.</p>
<p>Já do ponto de vista fisiológico, a necessidade de comer alimentos salgados, doces ou gordurosos vem de um comando do cérebro. O estresse é um resultado da liberação excessiva do hormônio cortisol, o qual desencadeia o instinto de “lutar ou fugir”. Tanto o corpo quanto a mente sentem que estão prestes a enfrentar uma ameaça. Então, o cérebro envia um comando para ingerir mais comida e preparar o organismo para enfrentar uma situação potencialmente perigosa. Quando o indivíduo come, essa necessidade é sanada e o estresse tende a diminuir.</p>
<p>Outras razões pelas quais as pessoas comem excessivamente quando estressadas são:</p>
<ul>
<li>Tédio: sentir-se entediado é um gatilho comum para comer excessivamente. Pessoas com vidas menos ativas são mais suscetíveis a aliviar o estresse com comida por precisarem ter algo para manter as mentes ocupadas;</li>
<li>Hábitos: em algum momento da vida, você pode ter associado comer algo gostoso com uma recompensa de uma conquista ou como um conforto após vivenciar um acontecimento ruim. Por conta disso, comer por estresse virou um hábito;</li>
<li>Fadiga: é mais fácil extrapolar na quantidade de comida ingerida quando se está cansado demais para pensar no que você está fazendo; e</li>
<li>Influências sociais: convites para sair para jantar ou beber depois de um dia difícil ou para comemorar um grande feito são comuns. Você pode ter dificuldade para recusá-los para não magoar quem o convidou ou para não exagerar na alimentação durante eventos sociais.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como acabar com o hábito de comer por estresse?</strong></h4>
<p>Como vivemos hoje em uma sociedade com diversos estímulos e responsabilidades, grande parte da população brasileira convive com algum nível de estresse. Segundo a International Stress Management Association do Brasil, a ISMA-BR, 30% dos profissionais brasileiros sofrem de burnout, ou esgotamento profissional. Essa condição é causada pelo estresse crônico resultante de condições de trabalho ruins.</p>
<p>É impossível fugir do estresse na atualidade. Você o encontrará de alguma forma ou de outra no dia a dia. Sendo assim, é importante aprender a lidar com ele e os seus efeitos negativos da melhor maneira possível.</p>
<p>Comer excessivamente, especialmente alimentos pouco saudáveis, não é a melhor solução para combater o estresse. Além de trazer mais problemas para a saúde, não ajuda a reduzir o desconforto emocional, o principal objetivo de quem come por estresse.</p>
<p>Veja abaixo algumas maneiras de lidar com o estresse de um jeito saudável.</p>
<p><strong>1- Conheça os seus estressores:</strong></p>
<p>O que lhe estressa no dia a dia? Faça uma breve análise da sua vida e procure identificar quais elementos presente nela geram desconforto emocional. Os fatores estressores mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Excesso de trabalho;</li>
<li>Conflitos conjugais;</li>
<li>Pressões e cobranças tanto internas quanto externas;</li>
<li>Acontecimentos traumáticos, como acidentes, roubos ou brigas;</li>
<li>Colegas de trabalho e chefes desagradáveis;</li>
<li>Ambiente familiar opressor; e</li>
<li>Morar em um local perigoso.</li>
</ul>
<p>Após identificar quais fatores desencadeiam estresse em sua vida, você conseguirá bolar estratégias para lidar com eles. Talvez seja melhor evitá-los por completo ou, se não for necessário, reduzir o contato com eles.</p>
<p>Se a razão do seu estresse é o convívio com uma pessoa, você pode pensar em maneiras de não deixar ela lhe afetar, como não responder a provocações, tentar se colocar no lugar dela ou pedir diretamente para que ela cesse um comportamento desagradável.</p>
<p><strong>2- Evite comprar certos alimentos:</strong></p>
<p>Deixe de comprar alimentos que você normalmente consome quando está estressado. Não é preciso parar de consumi-los de uma vez. Fazer isso pode até ser prejudicial dado que o seu corpo e mente já estão acostumados com aquele conforto. Deixe de comprá-los aos poucos ou os substitua por alternativas saudáveis, como frutas.</p>
<p>Da mesma forma, desinstale aplicativos de entrega de comida para não cair na tentação de pedir um lanche rápido. A facilidade de pedir comida pronta acaba incentivando as pessoas a comerem alimentos menos saudáveis e podem ser um facilitador para quem tem hábito de comer por estresse.</p>
<p><strong>3- Substitua o hábito ruim por um bom</strong></p>
<p>Pense consigo mesmo: o que você gosta de fazer normalmente? O que você poderia fazer para reduzir o estresse além de comer? Existem múltiplas atividades relaxantes que ajudam a elevar a sensação de bem-estar, como meditação, caminhada ou corrida e praticar exercícios de respiração profunda. Você pode tentar fazer alguma delas quando se sentir estressado e avaliar como você se sente depois.</p>
<p>Buscar a distração do estresse em algo produtivo, como um passatempo, é outra opção para quebrar o hábito de comer por estresse. Você pode ler um livro ou artigos enriquecedores de uma plataforma na internet, assistir a um filme ou a vídeos engraçados, ou desenvolver uma habilidade criativa.</p>
<p><strong>4- Visite um psicólogo</strong></p>
<p>Está com dificuldade para quebrar o hábito de comer por estresse? Visitar um psicólogo pode ser uma solução.</p>
<p>A terapia é o lugar onde você pode falar tudo o que pensa e desabafar sobre problemas, até sobre aqueles que você tem vergonha ou receio de falar. Em troca, o psicólogo o ajuda a encontrar soluções para esses impasses. Não importa se a causa do seu estresse é passageira ou permanente. Você pode falar sobre qualquer coisa que o incomoda na terapia.</p>
<p>Talvez o seu mal-estar atual seja o resultado de um problema do passado que você ainda não conseguiu resolver e nem sequer sabe. Além de ajudar a solucionar os problemas, a terapia promove o autoconhecimento, necessário para que você consiga tomar decisões mais certeiras. Ao saber quem você e o deseja, além do gosta e não gosta, consegue evitar situações desnecessárias e aproveitar oportunidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até o próximo post!</p>
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		<title>Hábitos para adotar a cada novo ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 14:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?</p>
<p>Segundo psicólogos, mudar um hábito não significa apenas mudar a maneira como você faz as coisas no cotidiano, mas também suas crenças e aspectos da sua personalidade. Em outras palavras, é uma forma de desenvolvimento pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que devemos repensar os nossos hábitos?</strong></h3>
<p>Os hábitos nascem da repetição e do costume. Quanto mais fazemos alguma coisa, mais fácil fica reproduzi-la, seja uma atitude, um pensamento ou até um modo de falar.</p>
<p>Enquanto alguns hábitos são bons e nos ajudam a ter um melhor desempenho no dia a dia, como praticar exercícios físicos regularmente, seguir uma rotina do sono ou limpar os cômodos da casa de uma maneira que faz sentido para você, outros possuem o efeito oposto.</p>
<p>Muitas vezes, não percebemos que determinado hábito está nos causando mal, como, por exemplo, reclamar constantemente, usar o celular antes de dormir ou procrastinar até o último minuto. Isso acontece justamente por conta do costume. Temos dificuldade para identificar exatamente o que está causando a desorganização e o mal-estar emocional.</p>
<p>E, quando identificamos, é comum haver uma resistência à mudança do hábito nocivo. Afinal, é mais fácil fazer as coisas sempre do mesmo jeito. Acostumado com o passo a passo, o cérebro não precisa pensar para ‘mudar a rota’.</p>
<p>Sendo assim, é importante refletir sobre os nossos hábitos para que hábitos prejudiciais que passaram despercebidos sejam, enfim, identificados e eventualmente modificados. Alguns hábitos são passados de geração em geração enquanto outros são adotados pela convivência com pessoas fora do seio familiar, como amigos e colegas de trabalho. Nesses casos, a mudança é um pouco mais difícil.</p>
<p>Mas todos nós podemos fazer o esforço necessário para mudar as nossas condutas e desenvolver hábitos melhores, ainda que leve tempo para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como os hábitos são consolidados?</strong></h3>
<p>Como dito, os hábitos são formados a partir da repetição no dia-a-dia, por isso, é preciso ter disciplina para consolidar um novo hábito.</p>
<p>O primeiro passo é ter um objetivo, algo que te faça querer perseguir a ideia da mudança e persistir até alcançá-lo. A partir dele, você consegue definir pequenas metas para ajudá-lo a chegar mais perto da sua realização.</p>
<p>O segundo é a rotina. Após definir as suas metas, é hora de entrar em ação! Por exemplo, se você quer adquirir o hábito de leitura, você pode ler entre cinco e 10 páginas no seu intervalo de almoço ou ler durante 20 minutos todos os dias. Essa rotina eventualmente vai formar o hábito da leitura. Não tem problema se você se esquecer de ler por um ou dois dias. O importante é retomar a leitura para não quebrar o ritmo.</p>
<p>Já o terceiro passo é a recompensa, a qual consiste na consolidação do hábito e dos benefícios que vem com ele. No caso do exemplo anterior, a leitura diária que, com o tempo, resulta em um maior número de livros lidos.</p>
<p>Essa mesma fórmula pode ser aplicada para qualquer tipo de hábito que você deseja formar. É preciso ter em mente, contudo, que esse processo não acontece em uma semana. Estima-se que demore cerca de três semanas para que um hábito seja consolidado, mas esse período pode variar de acordo com a personalidade e os objetivos do indivíduo. Algumas pessoas possuem maior resistência à mudança por serem muito apegadas à rotina, então elas tendem a demorar mais para consolidar um novo hábito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Hábitos para adotar a cada ano novo:</strong></h3>
<p>O começo de um novo ano geralmente é um período que desperta a vontade de mudar em grande parte das pessoas. A ideia de renovação envolta na data inspira a reflexão sobre o próprio comportamento, bem como a realização de um saldo de como foi o ano que se passou. O que eu aproveitei? O que posso mudar? O que posso deixar como está?</p>
<p>Sendo assim, é uma época interessante para planejar uma mudança de hábitos. Como muitas pessoas estão com uma disposição semelhante, é mais fácil encontrar alguém para passar por esse processo com você. Deste modo, um incentiva o outro a continuar!</p>
<p>Neste contexto, separamos, a seguir, alguns hábitos cuja adoção é interessante para ter mais qualidade de vida e saúde. Não desanime se você não conseguir consolidá-los logo no começo do próximo ano. A intenção é continuar tentando até que grande parte dos seus hábitos seja de qualidade e traga apenas benefícios para a sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Organização pessoal:</strong></p>
<p>Se você não é uma pessoa organizada ou gostaria de melhorar a sua organização pessoal, por que não trabalhar nisso no próximo ano? A organização pessoal é essencial para conseguirmos funcionar bem no dia a dia. Repense em como você se organizou ao longo do ano para encontrar pontos que podem ser melhorados.</p>
<p>Entre os benefícios que a organização pessoal traz estão:</p>
<ol>
<li>Executar cada função em um determinado período, sem correria e sem estresse;</li>
<li>Não atrasar compromissos;</li>
<li>Encontrar tempo para o autocuidado, como fazer terapia ou praticar exercícios físicos;</li>
<li>Entregar trabalhos acadêmicos e demandas profissionais no tempo certo;</li>
<li>Encontrar tempo para pessoas queridas;</li>
<li>Encontrar tempo para praticar hobbies; e</li>
<li>Trabalhar com produtividade máxima.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Autocuidado:</strong></p>
<p>O autocuidado é a prática de cuidar de si mesmo, colocando-se como prioridade na sua vida. Muitas pessoas colocam as necessidades dos outros acima das suas próprias, deixando de cuidar de sua saúde mental e física. Essa é a receita certa para o desgaste emocional e físico.</p>
<p>A cada novo ano, se pergunte se você tem cuidado de você da forma como deveria. Sem perceber, você pode ter pego os problemas de outras pessoas para resolver. Mesmo que a sua intenção seja a melhor possível (de ajudar alguém querido), é preciso traçar um limite entre o que é seu e o que é do outro.</p>
<p>O autocuidado engloba várias esferas das nossas vidas e, embora não seja possível estar 100% bem em todas elas, podemos trabalhar para encontrar um equilíbrio favorável para o nosso bem-estar emocional. Entre os pilares do autocuidado estão: vida profissional, vida social, vida acadêmica, saúde mental, saúde física, espiritualidade, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Exercícios físicos:</strong></p>
<p>Adotar o hábito de praticar exercícios físicos é sempre uma boa ideia. Por que não começar o ano exercitando-se na academia ou praticando uma atividade física? Além de cuidar da saúde física, os exercícios físicos liberam hormônios que estimulam o bem-estar emocional e dão mais vitalidade para encarar os desafios do dia a dia, como a endorfina e serotonina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Hobby:</strong></p>
<p>Ter um hobby ou passatempo pode não parecer tão importante neste mundo em que a produtividade é supervalorizada. Entretanto, precisamos ter um tempo só para nós, sem envolver ganhos ou perdas ou pressão de terceiros para conquistar alguma coisa. Se existe competição neste caso, é apenas com você mesmo à medida que as suas próprias habilidades se aperfeiçoam com o tempo.</p>
<p>Escolha uma atividade para fazer de hobby e se dedique a ela periodicamente, como, por exemplo, cozinhar, fazer trabalhos manuais, pintar, pedalar, montar quebra-cabeças, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Vida social:</strong></p>
<p>O tempo, ou a falta de tempo, naturalmente afasta as pessoas. Amigos começam a se envolver com os seus próprios compromissos, como trabalho, vida social, casamento, filhos, entre outros. Deste modo, é normal haver um afastamento.</p>
<p>Esse caminho natural da vida pode gerar muito sofrimento e solidão. Afinal, os laços de amizade construídos com o tempo são valiosos e fazem falta. Quando uma amizade ‘enfraquece’, é normal ficar com a sensação de que algo foi perdido e se perguntar o porquê de isso ter acontecido.</p>
<p>Então, procure marcar mais encontros com seus amigos no próximo ano ou, pelo menos, os chame para conversar em aplicativos de conversa. Fique perto de pessoas que importam e lhe querem bem!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Terapia:</strong></p>
<p>Você pode procurar a terapia nos seguintes casos: suspeita de alguma condição de saúde mental, como depressão ou ansiedade; tratar dores emocionais, como conflitos pessoais e traumas; ou para buscar autoconhecimento.</p>
<p>A terapia como ferramenta para o crescimento pessoal ajuda pacientes a traçar um plano de carreira satisfatório, ter relacionamentos amorosos mais saudáveis e elevar a autoestima. Além disso, o acompanhamento psicoterapeutico promove o desenvolvimento da inteligência emocional, essencial para transitar pela vida com mais leveza e menos estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>Grande abraço, um próspero 2023, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura! </strong></p>
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<p><strong> </strong></p>
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		<title>6 Hábitos que Limitam nosso Raciocínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 01:51:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O nosso cérebro é um órgão que investe energia em suas funções executivas assim como qualquer outro, e caso exista algum processo utilizando parte de sua energia enquanto tentamos nos concentrar em outra tarefa a capacidade de focar em qualquer uma das duas torna-se limitada. As distrações nos dias de hoje estão completamente acessíveis, é&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O nosso cérebro é um órgão que investe energia em suas funções executivas assim como qualquer outro, e caso exista algum processo utilizando parte de sua energia enquanto tentamos nos concentrar em outra tarefa a capacidade de focar em qualquer uma das duas torna-se limitada.</p>
<p style="text-align: justify;">As distrações nos dias de hoje estão completamente acessíveis, é um <em>smartphone </em>que está em cima <span id="more-1076"></span>da mesa de trabalho/estudo, o toque do telefone, um <em>pop-up </em>dizendo que acabou de lançar um episódio da nossa série favorita, dentre outros concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gestalt-Terapia</strong> dá uma vasta fundamentação teórica que pode nos ajudar a entender o fenômeno da distração, consiste na teoria da <strong>Psicologia da Gestalt</strong> de <em>figura/fundo</em>. Quando priorizamos uma atividade ela torna-se figura para nosso organismo (pode-se entender figura como uma prioridade de execução), porém caso outros elementos ofereçam alternativas diversas nosso organismo fica justapondo a nossa prioridade com outras atividades. Vamos para um exemplo de forma que fique mais didático: No momento estou escrevendo esse estudo, tive o cuidado de tirar o <em>smartphone </em>da mesa no intuito de focar apenas na execução dessa tarefa. Caso meu celular tocasse escrever esse artigo viraria fundo e atender a ligação seria a figura – a necessidade mais emergente no momento presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns de nós conseguem estudar e ouvir música sem a confusão da justaposição de prioridades e atividades secundárias, porém nem todos têm essa habilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">E se tratando de atividades que limitam nosso raciocínio fiz um compilado de 6 hábitos que geralmente limitam o nosso poder de raciocinar na execução da atividade que priorizamos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">1.  Ruminação</h2>
<p style="text-align: justify;">O hábito de repetir eventos ou pensamentos perturbadores, frustrantes e angustiantes pode estimular a consecução de emoções negativas, e potencializar atitudes autodestrutivas. O ciclo vicioso provocado pela ruminação prende nossa psique em uma armadilha perigosa. Essas desordens psicológicas consecutivas afetam severamente os recursos intelectuais, bem como nossa saúde mental e física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2. Culpa não resolvida</h2>
<p style="text-align: justify;">A culpa tem sua origem eventual em questões mal resolvidas do passado. Mágoa e ressentimento acumulados são como o câncer: crescem a cada dia e podem nos destruir física e emocionalmente. É claro que todos nós nos sentimos culpados de tempos em tempos e, quando o fazemos, pedimos desculpas ou agimos para resolver uma situação e sanar esse tipo de sentimento. Porém, a culpa não abordada que retorna periodicamente cria uma distração cognitiva prejudicial ao nosso raciocínio, já que a sensação de remorso aprisiona a mente ao invés de libertá-la.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3. Reclamação ineficaz​</h2>
<p style="text-align: justify;">Todos nós precisamos botar para fora frustrações e discordâncias em relação ao mundo e sobre o que acontece em nosso entorno, e fazemos isso na forma de reclamações. Mas muitas delas são ineficazes praticamente, e não levam a nada além de um alívio emocional periódico. É comum externarmos nossas histórias tristes com a intenção de liberar raiva, mágoa, ódio e ressentimento, mas é incomum que façamos esses relatos de forma a encarar os fatos sob uma perspectiva não pessoal, que talvez elucidasse o problema. Raiva e frustração exigem muita energia mental, desgastam, e isso acaba drenando nossa capacidade intelectual, no fim das contas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4. Rejeição e autocrítica severas​</h2>
<p style="text-align: justify;">A rejeição cria um impacto emocional tamanho que essa tribulação afeta diretamente nosso humor. Lidar com a rejeição, no sentido de entender que ela é factual, corriqueira, é uma vantagem estratégica sobre a frustração ou tristeza. Às vezes, a rejeição pode acarretar em autocrítica demasiada, tão ou mais severa que a própria rejeição. Julgamentos precipitados e falsas atribuições são comuns ao enfrentar uma rejeição, principalmente quando ela vem das pessoas que creditamos as maiores expectativas. Querer eliminar a injustiça no mundo ou suplicar por reconhecimento de todas as pessoas que nos importamos toma muito tempo e esforço mental, o que faz nublar algumas habilidades cognitivas relacionadas ao potencial de raciocínio.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5. Pessimismo exagerado​</h2>
<p style="text-align: justify;">Assim como remoer o passado (e não aprender com ele) nos impede de raciocinar de maneira íntegra, imaginar futuros catastróficos (hábito comum de pessimistas) é algo degradante para efeitos intelectuais práticos. Resgates mentais malsucedidos não salvam nosso presente, assim como predições negativas facilmente se tornam profecias autorrealizáveis. O poder de raciocínio se intensifica quando nossa concentração está livre de reminiscências vazias e profecias desastrosas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">6. Obsessão contínua</h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria das pessoas não considera uma preocupação como sendo prejudicial, pois associam-na a qualquer responsabilidade que se possa assumir. Entretanto, uma simples preocupação pode virar obsessão, e não é um exagero admitir que toda obsessão é corrosiva, de uma forma ou outra. Se estamos preocupados, priorizamos a preocupação em nossas mentes, e mais facilmente a controlamos. Mas se estamos sendo obsessivos, a obsessão é que nos controla. Esse é um problema grave e incapacitante, pois oblitera nosso senso de raciocínio e pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora já sabemos quais comportamentos evitar para potencializar o nosso raciocínio e executar as tarefas que priorizamos.</p>
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<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Referências:</h3>
<p style="text-align: justify;">FERRARI J., TICE D. 2000. Procrastination as a self-handicap for men and w omen: a task-avoidance strategy in a laboratory setting. Journal of Research in Personality, 34:73-83.</p>
<p style="text-align: justify;">FREEDMAN L., EDWARDS D. 1988. Time pressure, task performance, and enjoyment. In: McGrath J. ( ed ). The social psychology of time. 11-133. Beverly Hills, Sauge .</p>
<p style="text-align: justify;">
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