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	<title>Arquivo de frustração - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de frustração - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Hiperatividade: conheça alguns sinais e fique atento!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 03:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento. Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento.</p>
<p>Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim e a hiperatividade na vida adulta traz consequências, sobretudo, para a vida profissional e social. No post de hoje, compartilhamos alguns sinais comuns de hiperatividade em todas as idades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que é hiperatividade?</strong></h3>
<p><span id="more-2696"></span></p>
<p>A hiperatividade é um estado de intensa agitação ligado à ansiedade. Ele pode se manifestar por meio de desordem motora ou mental. Por conta disso, a pessoa hiperativa tem dificuldade de ficar quieta, principalmente as crianças.</p>
<p>Crianças hiperativas não são apenas “agitadas”, mas, sim, possuem dificuldade para conter a inquietação crescente, ainda que ela apareça em situações corriqueiras que ‘não deveriam’ causar inquietação.</p>
<p>Por isso, a hiperatividade é, ainda, um sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), condição do neuro desenvolvimento caracterizada pela falta de atenção e inquietação extrema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que pode ser confundido com hiperatividade?</strong></h3>
<p>Normalmente, o TDAH é diagnosticado em crianças consideradas “muito agitadas”, mas é cada vez mais comum que jovens e adultos recebam esse diagnóstico após perceberem certas dificuldades.</p>
<p>Por exemplo, percebem que sempre tiveram problemas para prestar atenção nas aulas e, por isso, iam mal na escola ou na faculdade. Não era uma questão de “má vontade”, “indisciplina” ou “preguiça”, mas de dificuldade de concentração e memorização.</p>
<p>O diagnóstico tardio tende a acontecer porque essa condição é muitas vezes confundida com outras, como o transtorno de bipolaridade, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e até o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p>
<p>Nem todo comportamento que parece hiperativo tem ligação com a hiperatividade. Se alguém já apresentou um ou dois sintomas muitos anos atrás ou recentemente, é provável que eles não tenham ligação com o TDAH ou a hiperatividade. Ainda assim, vale investigar a situação com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como diagnosticar a hiperatividade?</strong></h3>
<p>Assim que os primeiros sinais de hiperatividade forem notados em crianças, os pais já podem levar os pequenos ao médico ou ao psicólogo para fazer uma avaliação.</p>
<p>Já no caso de adultos, eles mesmos podem procurar um profissional ao analisar quais comportamentos hiperativos estão presentes em suas vidas. Para um adolescente ou adulto receber o diagnóstico de TDAH, os sintomas precisam estar presentes desde antes dos 12 anos.</p>
<p>Na consulta com o médico psiquiatra, é normalmente feito um questionário para identificar quais sintomas estão presentes e a sua severidade. Após a avaliação, o médico monta um plano de tratamento e pode encaminhar o paciente para um psicólogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Qual a idade para diagnosticar hiperatividade?</strong></h3>
<p>Não existe uma idade certa para o diagnóstico da hiperatividade, mas ele costuma acontecer na infância devido à familiaridade de como os sintomas se manifestam nesta faixa etária. Além da família, professores podem identificar comportamentos hiperativos nos pequenos e apontá-los para os pais.</p>
<p>A hiperatividade se manifesta de modo diferente em jovens e adultos, por isso, entender que os sintomas são, de fato, sinais de hiperatividade tende a levar mais tempo.</p>
<p>Não raro essas pessoas internalizam crenças negativas sobre si mesmas em razão do que é dito por terceiros. Por exemplo, se acham preguiçosas, burras ou incompetentes. Assim, essas pessoas não procuram ajuda profissional para tentar entender o seu próprio comportamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de hiperatividade</strong></h3>
<p>Como dito, a hiperatividade pode se manifestar de diversas formas, tais como:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Impulsividade</strong></p>
<p>A impulsividade é um dos sinais mais comuns de hiperatividade. Pessoas hiperativas tomam decisões precipitadas das quais normalmente se arrependem depois. Na vida adulta, a dificuldade para controlar impulsos pode refletir negativamente na sua vida financeira. O indivíduo pode desenvolver o hábito de adquirir objetos ou serviços desnecessários para satisfazer uma necessidade momentânea, endividando-se no processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Desorganização</strong></p>
<p>A agitação da hiperatividade se manifesta tanto na inquietação corporal quanto de pensamento. Sendo assim, pessoas hiperativas costumam ser desorganizadas. Elas deixam os cômodos desarrumados e objetos fora do lugar e não se lembram onde os colocaram durante o momento de distração. Da mesma forma, perdem objetos importantes, como chaves ou documentos, com frequência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Dificuldade de gerir o tempo</strong></p>
<p>A desorganização também se estende para a capacidade de gerenciar o tempo. Pessoas hiperativas podem se esquecer e se atrasar para compromissos com mais frequência. Não quer dizer que elas não os consideram importantes. Há estudos que apontam que a percepção do tempo é diferente para alguns indivíduos diagnósticos com TDAH, especialmente em crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Inquietação</strong></p>
<p>A inquietação é um dos sintomas centrais da hiperatividade. Ela pode ser percebida nos seguintes comportamentos:</p>
<ul>
<li>Movimentar os pés e as mãos;</li>
<li>Falar demais ou rapidamente;</li>
<li>Andar pelos cômodos;</li>
<li>Distrair-se facilmente durante uma aula ou atividade que requer atenção prolongada;</li>
<li>Sempre estar mexendo em objetos;</li>
<li>Ter dificuldade para esperar a sua vez; e</li>
<li>Sensação de inquietude, como se algo precisasse ser feito para contê-la.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Alterações no humor</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a alteração no humor. Pessoas hiperativas tendem a sentir emoções intensas, como raiva, frustração e decepção. A impressão passada para os demais é que a pessoa muda de humor rapidamente sem razão ou por motivos demasiadamente simples, como não ter o produto que ela gosta no supermercado. O que acontece, na verdade, é que ela tem dificuldade para controlar as suas emoções e impulsos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Dificuldade para lidar com o estresse</strong></p>
<p>A resposta ao estresse também costuma ser elevada. Assim, quem tem hiperatividade sente os efeitos do estresse, como irritabilidade, falta de energia, dificuldade para dormir e alterações nos hábitos alimentares, mais intensamente. Do mesmo modo, têm dificuldade para controlá-los, sofrendo com os efeitos do estresse por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7- Problemas para completar tarefas</strong></p>
<p>A falta de organização e a percepção diferenciada do tempo acaba prejudicando a conclusão de tarefas dentro de determinados prazos. Pessoas hiperativas conseguem executar e concluir tudo o que se sujeitam a fazer, mas podem se atrapalhar durante a atividade.</p>
<p>A ansiedade para terminar no prazo e seguir o ritmo dos outros pode conduzir a erros e elevar os níveis de estresse. Então, é preciso compreender que pessoas hiperativas simplesmente possuem outras maneiras de fazer as coisas, as quais podem exigir mais tempo. E não há nada de errado nisso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8- Baixa tolerância à frustração</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a baixa tolerância à frustração. Como pessoas hiperativas possuem dificuldade de regular as suas emoções, é comum que não respondam bem à frustração. Por isso, desistem mais rapidamente de atividades que consideram frustrantes ou possuem reações mais exageradas à frustração do que quem não tem hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como a terapia pode ajudar com a hiperatividade?</strong></h3>
<p>O tratamento para a hiperatividade ou o TDAH em crianças tende a ser composto por vários profissionais, como o médico, o psicólogo, o fonoaudiólogo, entre outros.</p>
<p>Tanto os pais quanto a escola são agentes ativos durante o tratamento, sobretudo, na terapia. O psicólogo precisa conversar com os pais e com o psicólogo da escola ou professores para compreender o quadro da criança e acompanhar a sua evolução. Desta forma, o profissional consegue fazer uma avaliação completa.</p>
<p>No caso dos adultos, a terapia possui várias funções: ajudar na organização pessoal, profissional ou acadêmica, trabalhar a autoestima, ensinar a gerenciar a ansiedade, promover o controle da impulsividade, entre outros.</p>
<p>Através de um conjunto de hábitos e técnicas, pacientes adultos encontram a sua fórmula ideal para lidar com a hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a hiperatividade no dia a dia?</strong></h3>
<p>Além do tratamento com especialistas, pessoas hiperativas podem seguir as seguintes dicas para minimizar o impacto da inquietação no dia a dia:</p>
<ul>
<li>Diminuir o consumo de alimentos estimulantes, como café, chá preto, energéticos, refrigerantes, entre outros;</li>
<li>Praticar meditação para promover um estado mental de tranquilidade;</li>
<li>Simplificar tarefas, quebrando-as em metas pequenas para evitar a sobrecarga;</li>
<li>Praticar técnicas relaxantes, como respiração profunda e visualização, para clarear os pensamentos;</li>
<li>Ter uma agenda, seja física ou digital, para conferir os compromissos do dia e semana;</li>
<li>Praticar exercícios físicos;</li>
<li>Fazer caminhadas; e</li>
<li>Procurar analisar um desejo antes de ceder à impulsividade.</li>
</ul>
<p>A ausência de tratamento da hiperatividade na infância pode fazer com que, na vida adulta, as pessoas tenham dificuldade de regular emoções, gerenciar a frustração, desenvolver habilidades sociais para a convivência profissional e aprender a controlar impulsividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Frustração: 5 maneiras de lidar com ela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 14:32:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre os muitos elementos que compõem a nossa vivência, está o equilíbrio entre as realizações e as frustrações. Essas emoções costumam andar juntas dado que o caminho para a autorrealização raramente é livre de obstáculos, decepções e mudanças de planos. Em algum momento ficamos frustrados com a forma que as situações ao nosso redor se desenrolam,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os muitos elementos que compõem a nossa vivência, está o equilíbrio entre as realizações e as frustrações. Essas emoções costumam andar juntas dado que o caminho para a autorrealização raramente é livre de obstáculos, decepções e mudanças de planos.</p>
<p>Em algum momento ficamos frustrados com a forma que as situações ao nosso redor se desenrolam, com os inevitáveis contratempos, com as nossas próprias limitações e com a necessidade de modificar os nossos planos para poder seguir adiante.</p>
<p>Além disso, uma das maiores fontes de frustração na atualidade é a percepção da perda de tempo. As pessoas ficam irritadas quando se encontram presas em uma fila ou no trânsito por alguns minutos, ou quando não conseguem concluir as suas tarefas profissionais até o fim do expediente. Elas se frustram mesmo sabendo que não podem fazer nada para mudar a situação.</p>
<p>Você já parou para pensar nas consequências dessa maneira de pensar para a saúde mental? Segundo psicólogos, é imprescindível aprender a lidar com a frustração da melhor maneira possível e evitar sofrimentos desnecessários dado que é impossível fugir dela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que sentimos frustração?</strong></h3>
<p><span id="more-2643"></span></p>
<p>Ficamos frustrados quando algo não acontece conforme o planejado, quebrando as nossas expectativas, ou quando nossos esforços não são recompensados da maneira desejada, então desgostamos do resultado.</p>
<p>Por exemplo, você se esforça para concluir um projeto impecável (ao seu ver) no trabalho, mas ele não é recebido da maneira esperada. Ou, ainda, descobre que as suas habilidades não estão desenvolvidas o suficiente para chegar ao resultado idealizado em sua mente.</p>
<p>A frustração também resulta da interferência de causas externas, como obstáculos incapazes de serem controlados. Por exemplo, você planeja um evento para o fim de semana e, durante o processo de preparação, diversos contratempos forçam você a prestar atenção em outros fatores ou recalcular a sua rota. A empresa contratada para fornecer os aperitivos atrasa, alguém esquece de fazer o pedido da decoração ou os objetos decorativos apresentam erros, uma forte chuva alaga o a salão alugado para o evento, entre outros imprevistos…é normal reagir com frustração a todos esses inconvenientes.</p>
<p>Essa emoção não é necessariamente ruim, pois pode ser um indicador útil dos problemas presentes em nossa vida e, consequentemente, um motivador para mudanças. Por outro lado, a frustração pode desencadear muitos sentimentos negativos. Se essa emoção não for administrada de modo adequado, pode até mesmo estimular o aparecimento de condições de saúde mental, como a depressão, e elevar o nível de estresse até causar esgotamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Respostas negativas à frustração</strong></h3>
<p>As pessoas respondem de formas diferentes à frustração e dependendo da personalidade, experiências de vida e inteligência emocional de cada um, as reações podem causar muito sofrimento emocional.</p>
<p>Algumas condições de saúde mental, como transtornos de personalidade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e ansiedade generalizada (TAG), amplificam as consequências negativas provenientes dessa emoção. Dessa maneira, a sua gestão é consideravelmente mais difícil.</p>
<p>Entre as reações mais comuns à frustração estão:</p>
<h4><strong>1- Raiva</strong></h4>
<p>A frustração é considerada uma emoção derivada da raiva, ou seja, ela pode sair fora de controle e motivar ações e palavras equivocadas. A emoção pode ser forte a ponto de provocar reações violentas.</p>
<p>Por exemplo, você provavelmente já bateu ou chutou uma máquina por ela não funcionar apropriadamente, não é mesmo? Essa reação costuma ocorrer quando a frustração atinge o seu ápice e você deixa de pensar racionalmente por alguns instantes.</p>
<h4><strong>2- Perda de autoconfiança</strong></h4>
<p>A frustração também pode causar perda de autoconfiança.</p>
<p>Quando você percebe que não consegue atingir os resultados esperados de um projeto com as suas habilidades ou conhecimento, a sensação de não ser bom o suficiente pode facilmente desmotivá-lo.</p>
<p>Também é comum acreditar que você não saberá como contornar situações complexas futuras por não ter a competência necessária.</p>
<h4><strong>3- Estresse</strong></h4>
<p>Sentir-se frustrado é estressante, principalmente quando ocorre mais de uma vez. Como você precisa modificar os seus planos e tentar novamente até conseguir o que quer (às vezes repetidamente), os níveis de estresse crescem e podem estimular sintomas emocionais e físicos.</p>
<h4><strong>4- Vontade de desistir</strong></h4>
<p>A vontade de desistir é um resultado muito comum do estresse e da perda de autoconfiança. O indivíduo frustrado, desacreditado em suas competências e estressado com tantos imprevistos, sente que não vale a pena continuar. Assim, opta por desistir, mesmo que essa decisão atrase o seu encontro com a tão almejada autorrealização.</p>
<h4><strong>5- Busca por alívios imediatos</strong></h4>
<p>A dificuldade de lidar com a frustração pode fazer com que indivíduos busquem maneiras inadequadas de aliviar essa emoção, como ingerir grandes quantidades de álcool, apostar dinheiro em jogos e comer desenfreadamente.</p>
<p>Assim que a sensação de prazer imediato desaparece, os indivíduos precisam engajar nos mesmos comportamentos para sentirem o alívio novamente. Desse modo, se viciam em substâncias ou desenvolvem compulsões prejudiciais à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a frustração?</strong></h3>
<p>A incapacidade de lidar com a frustração de maneira saudável pode nos deixar cegos, impedindo-nos de enxergar soluções simples para os nossos problemas.</p>
<p>Como cada pessoa sente a frustração de maneira diferente, é importante observar como essa emoção se manifesta e quais reações você costuma ter para descobrir maneiras efetivas de controlá-la.</p>
<p>Separamos algumas dicas as quais você pode implementar em seu dia a dia para ajudá-lo a fazer isso</p>
<h4><strong>1- Meditar</strong></h4>
<p>A meditação traz muitos benefícios para a saúde da mente e do corpo. Ela acalma a ansiedade, reduz o estresse, melhora o foco e a concentração nas tarefas, promove boas noites de sono e estimula um estado emocional de tranquilidade, propício para o controle das emoções.</p>
<p>Conseguimos manter a mente clara por um longo período e ter reações alinhadas com a nossa verdadeira essência em vez de deixar que os acontecimentos e as pessoas influenciem as nossas atitudes.</p>
<p>Você pode começar a meditar por apenas cinco minutos para sentir os benefícios da prática. Escolha um momento do dia que você não precisará atender a compromissos logo em seguida, como após o expediente, durante o intervalo de almoço ou antes de dormir. Feche os olhos e preste atenção no padrão da sua respiração por alguns minutos ou escute um áudio de meditação guiada.</p>
<h4><strong>2- Caminhar</strong></h4>
<p>Fazer uma caminhada também é uma ótima maneira de administrar a frustração, principalmente quando feita em um ambiente que você gosta.</p>
<p>Você pode tornar a caminhada um hábito para cuidar da saúde física quanto fazer uma breve caminhada sempre que se sentir frustrado, independente do lugar. Além de estimular a produção de hormônios do bem-estar e da felicidade, a caminhada ajuda a clarear a mente de pensamentos negativos. Você se sentirá renovado para enfrentar os próximos desafios.</p>
<h4><strong>3- Buscar uma distração</strong></h4>
<p>Buscar distrações não significa fugir da frustração e ignorar os seus problemas. Encontrar algo para distraí-lo o ajuda a se desprender de emoções e pensamentos negativos que o impedem de encontrar soluções efetivas para o problema.</p>
<p>Às vezes, a única coisa que podemos fazer em uma situação é esperar. Preencher esse tempo de ócio, o qual é normalmente dedicado à preocupação exaustiva com o que não se pode controlar, é uma forma de cuidar da sua saúde mental.</p>
<h4><strong>4- Procurar soluções</strong></h4>
<p>Quando a frustração toma conta, pode ser difícil retornar o pensamento para o que é realmente importante: encontrar soluções para os nossos problemas.</p>
<p>A tendência é se fixar em devaneios como ‘isso é tão injusto’ ou ‘por que isso tem que acontecer comigo?’ Além de não o ajudarem a deixar a posição desagradável na qual você se encontra, esses pensamentos estimulam sentimentos de autopiedade. Em vez disso, pense no que você pode fazer para transformar o desagradável em agradável.</p>
<p>Mantenha os pés no chão enquanto reflete para não elevar as suas expectativas e se decepcionar outra vez. Pense em soluções que tenham como base as suas habilidades e os recursos disponíveis no momento.</p>
<h4><strong> 5- </strong><strong>Gerenciar as suas expectativas</strong></h4>
<p>Quando as coisas não saem conforme o planejado, não significa que o mundo está prestes a acabar, não é mesmo?</p>
<p>A explicação mais provável para isso é a falta de expectativas realistas. Sempre que a frustração bater à sua porta, se questione se você não criou expectativas irreais sobre a situação em primeiro lugar. Costumamos fazer isso sem perceber, tomados pelo desejo de satisfazer nossas necessidades e de sempre viver boas experiências.</p>
<p>Para aprender a gerenciar as suas expectativas, você pode perguntar a si mesmo: “o que posso realisticamente esperar dessa situação?” e incluir as variáveis que podem interferir no alcance dos resultados desejados.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Você dizer ouvir NÃO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 17:27:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não! Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”. Você é uma delas? Anda&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não!</p>
<p>Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”.</p>
<div>
<p>Você é uma delas?</p>
<p>Anda chateado por ter de engolir sapo e não consegue pedir que as pessoas mudem o comportamento delas? Não consegue dizer “não” quando pedem algum objeto emprestado, e fica aborrecido por isso? Essa<span> </span>atitude<span> </span>passiva poderá torná-lo cada vez mais infeliz e não contribuirá para que desenvolva uma personalidade segura e confiante.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não perca esse podcast! Reunimos algumas dicas interessantes sobre esse tema para vocês!</p>
<p><span id="more-2417"></span></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Feedback:</strong> contato@bemvivermais.com</p>
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		<title>Aceita que acabou: dicas para não arrastar amores capengas para 2021!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 17:37:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com o ano de 2020 que se encerrou, foi quase impossível não pensar: mais um ano que não consegui realizar metade das minhas metas&#8230; Não tem jeito, dia 31 acabou, finito! Tudo que tínhamos prometido fazer ano passado, teve que ficar para esse. Tudo bem que 2020 não conta muito porque teve a pandemia&#8230;, Mas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o ano de 2020 que se encerrou, foi quase impossível não pensar: mais um ano que não consegui realizar metade das minhas metas&#8230; Não tem jeito, dia 31 acabou, finito! Tudo que tínhamos prometido fazer ano passado, teve que ficar para esse.</p>
<p>Tudo bem que 2020 não conta muito porque teve a pandemia&#8230;, Mas a frustração é inevitável. Esse final tão marcado traz uma dor e um luto do tempo que passou. Mas quando a gente olha para as relações em tempos de likes, muitas delas não têm um fim definido. Aí a gente vai acumulando um bando de amores de reticências, que talvez um dia, quem sabe, vão finalmente rolar. A má notícia é: muito provavelmente eles nunca vão rolar e você vai ficar entulhando seu celular e seu coração.<span id="more-1959"></span></p>
<p>Aposto que no Natal, um bando desses crushes te mandaram meme ou uma mensagenzinha fofa (#listadetransmissão) e você cogitou: &#8220;quem sabe ano que vem pode ser que role?&#8221; NADA DISSO, bora sair desse autoengano que só gera indigestão afetiva.</p>
<p>Então, para te ajudar a fazer uma limpeza nesse seu porão sentimental, decidimos dar algumas dicas para colocar os pontos finais por conta própria e começar esse ano de uma forma mais leve.</p>
<ul>
<li>Desapegue do tempo investido: um dos maiores motivos que nos deixam presos nessas histórias é o tempo e a energia investidos. Não queremos &#8220;jogar todo esse esforço fora&#8221;. Pense que todos esses aprendizados que você teve com esse rolo (principalmente o que não fazer mais?) continuam dentro de você. Não existe tempo perdido, existe experiência de vida.</li>
</ul>
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<ul>
<li>Se permita lidar com o vazio: muita gente tem medo de desapegar dos crushes e ficar sem ninguém para pensar. Vamos relembrar o que vovó dizia: antes só do que mal acompanhado. É quase um rehab a gente se permitir focar a nossa energia mental em outras coisas além da vida amorosa.</li>
</ul>
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<li>Troque o ator, mas mantenha o papel: é inevitável a gente ter expectativas em relação ao rolo. Ficamos pensando naquela viagem que ele mencionou ou em como seria legal um fim de semana na serra com o cachorro dele. Aí colocar um fim nesse rolo parece que estamos matando o tal labrador. Calma, você pode continuar com os planos, mas sem personificar. Ele não é o único que pode te levar para Cabo Frio, desista do crush mas não desista dos sonhos.</li>
</ul>
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<ul>
<li>Aceite o tamanho das coisas: aqui de novo as malditas expectativas. Foi um rolo legal que durou um mês e você queria que tivesse durado um ano? Sim. Mas o que a gente gostaria está no campo do desejo. Desse jeito todas as histórias foram ruins porque não atingiram o nosso objetivo. Quando a gente olha o copo meio cheio, o que teve de bom nesse mês, rola um sentimento positivo. Você de alguma forma foi transformado por essa pessoa. E lembrando que valorizar o lado bom não é se apegar a ele.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Relembre das mancadas: eu não sei vocês, mas eu tenho uma memória seletiva que se apega só aos momentos bons. De fato, acho isso muito positivo, mas quando o assunto é crush, rola um perigo da gente não conseguir desapegar, por que afinal de contas &#8220;ele é tão bom!&#8221; Relembre e coloque no papel todas as mancadas, as brigas, as faltas de respeito. Você vai ver que relembrar esse outro lado faz o desapego ser mais leve.</li>
</ul>
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<ul>
<li>Não procure culpados: volta e meia a coisa desanda e a gente fica achando que fez algo de errado. Aí fica revendo as mensagens para encontrar o momento onde a coisa desandou. Você não é culpado nem o outro. São emoções e sentimentos, você não controla os seus nem o outro controla os dele. Ele pode não ter sido legal com você, mas de que te serve ficar relembrando isso? Bola para frente!</li>
</ul>
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<ul>
<li>Se jogue no faxinão: apague as fotos, as mensagens e jogue fora tudo que te deixa preso a essa pessoa. Aproveite e doe ursinhos de pelúcia, blusinhas e lembrancinhas. Inclusive vale deixar de seguir ou pelo menos silenciar o crush (e os amigos dele) nas redes sociais. O que os olhos não veem, o coração não sente.</li>
</ul>
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<ul>
<li>Faça pra você: o ponto final é interno. Não é necessário envolver o outro nesse fim. É uma decisão interna. Não precisa mandar textão pro outro, fazer barraco, pedir satisfações. Resinifique esse amor dentro de você, até porque muitas vezes, só nós vivemos essa história do jeito que imaginamos. Fica mais fácil quando a gente entende que depende só da gente.</li>
</ul>
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<ul>
<li>Ritualize, à sua maneira: é poderoso ritualizar esse final. Faça do seu jeito, mas pare um tempo para ressignificar esse rolo, amor, casinho&#8230; A vida é feita de rituais: ano novo, natal, aniversário, carnaval. Foi a maneira que encontramos de sedimentar a passagem do tempo na nossa memória. Ritualizar é uma maneira de fazer seu inconsciente entender que acabou.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Respeite o processo: acolha a frustração e a dor de cada fim. Eu sei que hoje queremos tudo para ontem, mas o coração tem um tempo próprio. Não precisa ficar feliz 15 minutos depois de ter apagado o contato e voltar com tudo para os aplicativos. Só a gente sabe o tamanho de cada história dentro da gente. E cada uma delas tem um &#8220;mini luto&#8221; e só passando por ele você vai conseguir desapegar.</li>
</ul>
<p>Extra: mude por fora também! A neurociência diz que mudanças externas estimulam mudanças internas. Trocar o corte de cabelo, mudar os móveis de lugar ou fazer um novo caminho para o trabalho são modos de dar uma mexida dentro também. Comece um 2021 diferente, com novas perspectivas para você e para sua vida amorosa.</p>
<p>FELIZ ANO NOVO! Que venha um 2021 cheio de potenciais e VACINA!</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Geração Checklist: Medo do fracasso e pressa de ser feliz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Dec 2017 18:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[Planejar o tempo e fazer listas para se organizar sempre foi um hábito saudável e muito recomendado. Sabemos que não podemos contar apenas com nossa memória para lembrarmos e contemplarmos tudo que é prioridade em nossa rotina. A tecnologia nesse sentido tem sido amiga, criando diversos aplicativos para organização de tarefas, alarmes e lembretes para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Planejar o tempo e fazer listas para se organizar sempre foi um hábito saudável e muito recomendado. Sabemos que não podemos contar apenas com nossa memória para lembrarmos e contemplarmos tudo que é prioridade em nossa rotina.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia nesse sentido tem sido amiga, criando diversos aplicativos para organização de tarefas, alarmes e lembretes para que não nos percamos no meio de tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, precisamos nos atentar para quando essas listas passam de simples coadjuvantes e auxiliares para<span id="more-882"></span> algo além do prioritário, contendo prazos irreais e itens surreais e desumanos, em que se é praticamente incapaz de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Não raro pessoas começam a se sentir incapazes, frustadas e tristes por acharem que não cumpriram com o que deveriam e esse sofrimento as devora. Se você já se sentiu assim ou conhece alguém que se sente, então o alerta a seguir é importante!</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa se sua lista é apenas para hoje ou para a semana, se é lista de tarefas do mês, do ano, ou até daquelas: &#8220;<em>Antes dos 30 anos eu vou&#8230;&#8221;&#8230;</em> Se ela não for editável, você se sentirá inferior e frustrado(a) em algum ponto do caminho. Essa é uma equação infalível, pode ter certeza disso.</p>
<p style="text-align: justify;">As listas não devem ser um instrumento de escravidão, fazendo com que as pessoas passem a correr contra o tempo e contra si mesmas e sua saúde, apenas para ao final colocar um &#8220;ok&#8221; na frente de seus itens. Elas são sim uma espécie de guia, todavia para nos assistir, não obrigar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja: sim, elas tem um lado positivo, contudo, com a velocidade que nossa vida vem adquirindo, a ambição e pressa que as novas gerações tem de realizar seus sonhos, não condiz com o ritmo que o dia nos impõe, dentro se seus limites.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos pensar: quando é que foi que tudo deu sempre certo?! Nunca, não e mesmo? Sabemos que não são todas as pessoas que cumprem com a parte que lhes cabe, e que a maior parte das coisas não depende só de nós para ocorrer, por isso há tanta ansiedade, depressão e estresse em nossa atualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida orgânica não funciona como a tela do seu smartphone, onde com um toque você resolve muitas coisas em frações de segundo. Nas 24 horas do dia, temos inúmeras necessidades e prioridades, incluindo dormir, tomar banho, comer, passar horas no trânsito etc. O que nos faz levar mais tempo do que gostaríamos ou do que planejamos para concluir nossas tarefas. <strong>Mas está tudo bem! Com todos é assim! O tempo é o mesmo sempre.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, pegue mais leve com você, tenha certeza que você realiza muito mais do que imagina. Não se exija algo tão grandioso em pouco tempo. É perfeitamente possível quebrar suas metas em tarefas mais possíveis de encaixar no dia, na semana, tornando tudo muito mais provável de acontecer e prazeroso de realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já pensou que se fizer tudo que quer até os 30 ou 40 anos, não sobrará muito mais o que fazer de importante no resto de sua vida? Se antes dos 30 ou 40 você for gerente, nível sênior no seu cargo, viajar o mundo, falar 5 idiomas, for casado, ter filhos, formação e pós-graduação, não vão sobrar muitos sonhos para se atingir no restante de toda a sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Não devemos nos esquecer que a longevidade tem alcançado níveis cada vez mais altos. Nunca chegamos tão longe no envelhecimento. E se você pretende viver com saúde até os 80, 90 ou 100 anos, você precisa ter sonhos e coisas para realizar até lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Como já me disseram uma vez: <em>&#8220;Natália, não gasta tudo hoje, deixa um pouco pra amanhã&#8221;</em>. Se nossa energia se esvai e nos sentimos cada vez mais distantes da satisfação, ficando mais infelizes e sobrecarregados, não saberemos entender a beleza da simplicidade, apreciar os momentos breves e significativos que temos com as pessoas, ou mesmo em nossa solidão, tão importante às vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Desejamos que em 2018 suas resoluções e listas sejam mais próximas da sua realidade que você saiba se contentar e ser grato(a) com tudo isso. Todos temos muito a aprender e temos muito a oferecer também. Se você se preocupar e se ocupar apenas com as suas listas, seus sonhos e metas, sua satisfação e realização, pode ser que um dia você olhe pra trás e não tenha sobrado ninguém, e ao olhar pra frente não haja mais nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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