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	<title>Arquivo de fobia social - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de fobia social - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Glossofobia: como é o medo de falar em público?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 21:43:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A glossofobia, ou simplesmente o medo de falar em público, é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Embora falar diante de uma plateia seja uma habilidade valorizada na vida profissional e pessoal, para quem sofre com esse tipo de fobia, a simples ideia de se expor verbalmente pode gerar ansiedade intensa e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A glossofobia, ou simplesmente o medo de falar em público, é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Embora falar diante de uma plateia seja uma habilidade valorizada na vida profissional e pessoal, para quem sofre com esse tipo de fobia, a simples ideia de se expor verbalmente pode gerar ansiedade intensa e até crises de pânico.</p>
<p>Então, neste artigo, você vai entender o que é a glossofobia, como ela se diferencia da fobia social, suas principais causas e sintomas, além de descobrir estratégias eficazes para superar esse bloqueio e se comunicar com mais segurança e confiança. Confira!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é a glossofobia?</strong><span id="more-2938"></span></p>
<p>A glossofobia é o nome dado ao medo intenso e persistente de falar em público. Trata-se de uma fobia específica, caracterizada por uma reação de ansiedade desproporcional diante da perspectiva de se expressar verbalmente diante de outras pessoas.</p>
<p>Assim, diferente do nervosismo ocasional que muitas pessoas sentem antes de falar em público, a glossofobia envolve sintomas físicos e emocionais significativos, que podem interferir na rotina, nas relações interpessoais e no desempenho profissional.</p>
<p>Além disso, quem sofre com esse tipo de fobia pode evitar conscientemente qualquer situação que envolva exposição verbal, mesmo quando isso compromete suas oportunidades pessoais e profissionais.</p>
<p>No entanto, essa condição não está necessariamente ligada à falta de preparo ou de habilidades de comunicação. Muitas vezes, mesmo pessoas bem capacitadas tecnicamente evitam falar em público por conta do medo paralisante que sentem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diferença entre glossofobia e fobia social</strong></p>
<p>A glossofobia é o medo específico de falar em público. O desconforto surge principalmente em situações em que a pessoa precisa se expressar verbalmente diante de uma plateia, como em palestras, reuniões ou apresentações.</p>
<p>Já a fobia social, ou transtorno de ansiedade social, é mais abrangente. Nesse caso, o medo envolve diversas situações de interação, como conversar com desconhecidos, participar de eventos ou até realizar tarefas simples em público.</p>
<p>Enquanto a glossofobia está restrita à fala pública, a fobia social afeta uma gama maior de contextos sociais. Mas, apesar das diferenças, as duas condições podem coexistir, e é comum que pessoas com fobia social também apresentem sintomas de glossofobia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que pode causar o medo de falar em público?</strong></p>
<p>A glossofobia pode surgir por diversos fatores, que variam de pessoa para pessoa.</p>
<p>Em muitos casos, o medo está relacionado a experiências passadas, como situações em que a pessoa foi criticada, interrompida ou ridicularizada ao falar em público. Esses episódios podem deixar marcas emocionais profundas e gerar insegurança.</p>
<p>Além disso, traços de personalidade, como timidez, perfeccionismo ou baixa autoestima, também contribuem para o desenvolvimento desse medo. A pressão para ter um bom desempenho e o receio de errar diante dos outros aumentam a ansiedade.</p>
<p>Fatores biológicos, como predisposição à ansiedade, e a falta de prática ou preparo em situações de exposição verbal completam o quadro, sendo a combinação desses elementos um reforço da sensação de ameaça, tornando falar em público um grande desafio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sintomas da glossofobia</strong></p>
<p>Os sintomas da glossofobia podem variar em intensidade, mas geralmente envolvem reações físicas e emocionais que se manifestam antes, durante ou até mesmo dias antes de uma situação de fala em público.</p>
<p>Abaixo, listamos os principais sinais divididos em dois grupos:</p>
<p><strong>Sintomas físicos:</strong></p>
<ul>
<li>Aceleração dos batimentos cardíacos</li>
<li>Sudorese excessiva</li>
<li>Tremores nas mãos ou na voz</li>
<li>Respiração ofegante ou falta de ar</li>
<li>Tensão muscular</li>
<li>Dor de estômago ou náuseas</li>
<li>Boca seca</li>
<li>Sensação de calor ou rubor facial</li>
<li>Vertigem ou tontura</li>
<li>Sensação de desmaio iminente</li>
</ul>
<p><strong>Sintomas psicológicos e comportamentais:</strong></p>
<ul>
<li>Medo intenso ou antecipatório antes da apresentação</li>
<li>Pensamentos negativos recorrentes, como “vou falhar” ou “vão rir de mim”</li>
<li>Sensação de bloqueio mental ou “branco”</li>
<li>Evitação de situações que envolvam falar em público</li>
<li>Autocrítica exagerada após a fala</li>
<li>Dificuldade de concentração</li>
<li>Necessidade de fugir ou abandonar a situação</li>
<li>Baixa autoconfiança e vergonha</li>
</ul>
<p>Esses sintomas impactam diretamente a qualidade de vida e, quando frequentes, indicam a necessidade de atenção psicológica especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como superar o medo de falar em público?</strong></p>
<p>Superar a glossofobia exige prática, autoconhecimento e, em muitos casos, apoio profissional. Então, a seguir separamos estratégias eficazes que ajudam a desenvolver mais segurança ao se comunicar diante de outras pessoas.</p>
<p><strong>1 &#8211; Prepare-se com antecedência:</strong></p>
<p>Um dos fatores que mais reduzem a ansiedade é o preparo, pois conhecer bem o conteúdo da apresentação, estruturar o roteiro e ensaiar com antecedência trazem segurança.</p>
<p>Dessa forma, praticar em voz alta, cronometrar o tempo e simular situações reais (como falar diante de amigos ou no espelho) ajuda a tornar o processo mais natural.</p>
<p>Quanto mais familiarizado você estiver com o que precisa dizer, menor será a chance de bloqueios e maior será sua confiança na hora de falar em público.</p>
<p><strong>2 &#8211; Treine em ambientes controlados:</strong></p>
<p>Comece enfrentando o medo em contextos seguros e controlados, como grupos pequenos, rodas de conversa ou encontros entre amigos. Treinar a exposição gradualmente, sem a pressão de um grande público, ajuda a dessensibilizar a ansiedade associada à fala.</p>
<p>Além disso, plataformas como clubes de oratória ou cursos de comunicação também são ótimos espaços para desenvolver habilidades e lidar com o medo. O progresso acontece aos poucos, e cada experiência bem-sucedida reforça sua autoconfiança para situações futuras.</p>
<p><strong>3 &#8211; Use técnicas de respiração e relaxamento:</strong></p>
<p>Controlar os sintomas físicos é essencial para reduzir a ansiedade antes e durante uma apresentação, sendo as técnicas de respiração profunda – como inspirar lentamente pelo nariz e expirar pela boca – uma forma de acalmar o corpo e a mente. Práticas como relaxamento meditação guiada ou até alongamentos leves também são úteis.</p>
<p>Portanto, incluir esses hábitos na sua rotina pode diminuir a intensidade dos sintomas físicos da glossofobia e tornar mais fácil manter o controle emocional ao se expressar publicamente.</p>
<p><strong>4 &#8211; Reestruture seus pensamentos:</strong></p>
<p>A mente de quem sofre de glossofobia costuma alimentar crenças negativas, como “vou passar vergonha” ou “não sou bom o bastante”.</p>
<p>Assim, a técnica da reestruturação cognitiva consiste em identificar esses pensamentos automáticos e substituí-los por interpretações mais realistas e equilibradas. Por exemplo, trocar “vou errar tudo” por “posso cometer erros, mas isso não invalida meu valor”.</p>
<p>Com prática, você reduz a autocrítica, aumenta a confiança e constrói uma relação mais saudável com a exposição verbal.</p>
<p><strong>5 &#8211; Visualize situações positivas:</strong></p>
<p>A visualização é uma técnica poderosa para treinar a mente antes de um desafio. Então, imagine-se falando com tranquilidade, sendo bem recebido pelo público e transmitindo sua mensagem com clareza.</p>
<p>Visualizar resultados positivos ajuda a criar familiaridade com a situação e reduz o medo antecipatório. Essa prática também contribui para reforçar a autoconfiança e melhorar o desempenho real.</p>
<p>Dessa forma, quanto mais você “vê” mentalmente o sucesso, mais preparado seu cérebro estará para transformar esse cenário em realidade.</p>
<p><strong>6 &#8211; Busque apoio terapêutico:</strong></p>
<p>Quando o medo de falar em público começa a limitar sua vida, a terapia é o caminho mais indicado. Um psicólogo pode ajudar a identificar as causas do bloqueio, trabalhar traumas passados e desenvolver estratégias específicas para lidar com a ansiedade.</p>
<p>É importante ter em mente que investir em saúde mental é essencial para recuperar a liberdade de se expressar. Portanto, superar a glossofobia é possível! Com preparo, prática e apoio profissional, falar em público pode se tornar uma conquista real!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p>Grande abraço!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Fobia Social: o que é e como tratá—la!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:46:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é fobia social e técnicas de tratamento Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é fobia social e técnicas de tratamento</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com familiarização da situação, então isso pode ser um sinal de <strong>f</strong><strong>obia social</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Também conhecida como transtorno ansioso social, trata-se de um dos distúrbios de ansiedade mais comuns no mundo, afetando entre 3,5% a 16% da população mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de sua pluralidade, esse transtorno precisa ser tratado o quanto antes, principalmente por sua dificuldade em se diferenciar de uma timidez excessiva. A falta de tratamento da fobia social pode fazer com que o paciente, no ápice da doença, chegue ao ponto de cortar qualquer tipo de relacionamento social, prejudicando sua vida pessoal e profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Causas da sociofobia</strong></h2>
<p><span id="more-1403"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse distúrbio mental geralmente se inicia na adolescência, mas nada o impede de também ocorrer durante a infância eu até na vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a grande maioria dos transtornos mentais, a fobia social é iniciada devido a inúmeros fatores, que mesclam questões internas, relacionadas ao emocional do paciente, com temas externos, relacionadas aos desafios propostos por um ambiente desconhecido do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais causas e fatores são:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Hereditariedade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É muito comum que pessoas de uma mesma família apresentem sinais de qualquer tipo de transtorno de ansiedade. Mesmo assim, ainda não há nada comprovado sobre essa relação direta entre os distúrbios e a genética.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Estrutura cerebral</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que possuem a amígdala cerebelosa, responsável pelo controle de nossas emoções, mais hiperativa apresentam maiores chances de sentirem ansiedade e insegurança em situações sociais.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Traumas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas, principalmente crianças, que sofrem bullying, ridicularização ou humilhação pública são mais propensas a sofrerem desse distúrbio. Assim, como vítimas de traumas e acontecimentos negativos (problemas familiares ou abuso sexual) durante a infância e adolescência.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Temperamento do indivíduo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Crianças e adolescentes que sempre se mostraram mais tímidos são mais propensos a sofrerem desse transtorno. A certeza pode ser tida quando eles tiveram dificuldade em encarar novos desafios ou interagir com novas pessoas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Novas demandas sociais ou profissionais</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Atividades como interagir com desconhecidos, ter que falar em público ou até mesmo apresentar um trabalho são demandas que podem desencadear os sintomas da fobia social no indivíduo.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><strong> Sentimento de não aceitação de si mesmo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A não aceitação de si mesmo, principalmente fisicamente, devido a um problema no rosto, no corpo ou na pele, gagueira e outras doenças visíveis aumentam as chances de a pessoa desenvolver o transtorno.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de desconforto em momentos sociais e a timidez, principalmente em crianças, não são sintomas que necessariamente apontam para a fobia social. É importante lembrar que cada pessoa se comporta socialmente de forma diferente, devido à sua personalidade. É muito comum existirem pessoas mais reservadas e outras que são bem mais extrovertidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os sintomas do transtorno de ansiedade social são muitos outros e bem mais complexos do que esses. Eles podem ser divididos em sintomas emocionais, físicos e de atitude.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. Sintomas emocionais</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">São os sintomas da fobia social que mesclam o emocional com o comportamento do indivíduo. Geralmente, são sensações muito acentuadas, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação por passar momentos constrangedores ou humilhantes;</li>
<li>Medo de situações em que poderá ser julgado ou que tenha que interagir com quem não conheça;</li>
<li>Ansiedade alta ao esperar por um evento ou por algo;</li>
<li>Medo de demonstrar sintomas físicos que podem lhe constranger, como voz ou mãos trêmulas, excesso de suor ou rubor facial;</li>
<li>Esquiva por medo de constrangimento em fazer coisas em público, falar com pessoas ou onde possa ser considerarado o centro das atenções.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Assim, quem sofre dessa fobia sente-se incapacitado de realizar atividades bem comuns do dia a dia, como: fazer contato visual, iniciar conversas, namorar, frequentar festas e eventos sociais, ir ao trabalho ou à escola, usar banheiros públicos, entrar em uma sala onde todos já estão sentados, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Sintomas físicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já, os sintomas físicos mais comuns dessa fobia e que acompanham os emocionais, são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dor no estômago ou náuseas;</li>
<li>Tontura ou vertigem;</li>
<li>Batimento do coração acelerado;</li>
<li>Diarreia;</li>
<li>Tensão muscular</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos para fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os mais tratamentos mais comuns para a fobia social são a psicoterapia e o uso de medicamentos. Como de costume, esses dois tipos de tratamentos devem ser utilizados juntos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Psicoterapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as diversas opções de psicoterapia a que apresenta os melhores resultados para o tratamento de fobia social é a psicoterapia cognitiva comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente aprende a compreender seus pensamentos de cunho negativo, a ponto de obter uma disposição para alterá-los, graças ao desenvolvimento de habilidade para adquirir confiança em si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ramo se encontra a terapia cognitivo-comportamental, geralmente a mais comum para esse transtorno. O paciente é exposto com frequência a situações que lhe causam medo e ansiedade, a fim de adquirir maior confiança para encará-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Uma nova terapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, vale destacar um novo tipo de tratamento da ansiedade social que se utiliza de uma novíssima tecnologia. É a terapia de exposição à realidade virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente vivencia, em cenário controlável e fictício, as principais situações que lhe causam pavor. Ela é realizada com imagens 3D, graças ao uso dos óculos estereoscópicos e fones de ouvido de altíssima tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de recente, essa técnica de tratamento já vem apresentando resultados muitos satisfatórios, inclusive aqui no Brasil. Onde, em estudo realizado pelo Instituto de Psiquiatria da USP com 21 pacientes, obteve 70% de redução dos sintomas da ansiedade social.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>f</strong>obia social é fácil de ser diagnosticada e, o mais importante, tratada. Assim, ao verificar qualquer um desses sintomas ou situações que foram apresentadas aqui, busque ajuda. As chances de sucesso são ainda maiores quando o diagnóstico é precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos o que é a Fobia Social. Além disso, quais são os sintomas e formas de tratamento. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada. mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>Transtorno de ansiedade social: o que é isso e como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 20:30:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público? É o caso de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público?</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de quem sofre do transtorno de ansiedade social, também chamada de fobia social ou sociofobia. Trata-se de medo, preocupação e <span id="more-1029"></span>ansiedade excessivos relacionados às interações e situações sociais. Só o fato de estar em um ambiente com outras pessoas já provoca incômodo e aflição.</p>
<p style="text-align: justify;">A fobia social é mais comum do que se imagina. Aprofunde seus conhecimentos sobre a ansiedade social com as informações a seguir.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são os sintomas?</h3>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas se dividem entre físicos, comportamentais e emocionais. O indivíduo pode se sentir vigiado e muito desconfortável ao compartilhar o mesmo ambiente ou interagir, temendo ser julgado e vivenciar situações constrangedoras; pode evitar até mesmo comer e trabalhar na presença de outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça os sintomas mais comuns!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Físicos</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Apresentar tremedeira e náuseas;</li>
<li>sensação de desmaio;</li>
<li>diarreia e dor abdominal;</li>
<li>dor de cabeça;</li>
<li>tensão muscular;</li>
<li>batimentos cardíacos acelerados;</li>
<li>mãos suadas e frias;</li>
<li>garganta e boca secas;</li>
<li>suor em excesso;</li>
<li>rubor na face.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Comportamentais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar contato visual;</li>
<li>evitar a todo custo ser o centro das atenções, seja deixando de ir a certos eventos sociais ou evitando falar sobre qualquer coisa;</li>
<li>ficar confuso e atrapalhado;</li>
<li>hesitar e gaguejar ao falar, soar trêmulo;</li>
<li>locomover-se ou gesticular de forma pouco natural;</li>
<li>evitar lugares cheios onde, geralmente, há interações sociais.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Emocionais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sentir um medo irracional ao pensar que vai interagir com outras pessoas, especialmente desconhecidos ou indivíduos que ocupem posições superiores à ele;</li>
<li>perceber que está ansioso e ficar ainda mais ansioso e apavorado por não conseguir conter o medo e a preocupação;</li>
<li>medo excessivo de ser julgado, criticado, analisado, humilhado, passar vergonha e ser expor ao ridículo;</li>
<li>enfrentar um ciclo vicioso em que se sente extremamente ansioso e preocupado antes das situações sociais e libera uma onda de pensamentos negativos direcionados a si mesmo que são reforçados durante e após as interações sociais;</li>
<li>baixa autoestima e relacionamento intra e interpessoais deficientes.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são as causas?</h3>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de ansiedade social se manifesta com mais frequência durante a adolescência, mas pode aparecer em qualquer fase da vida. Caso não seja tratada, tende a piorar com o tempo e levar ao isolamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns fatores podem contribuir para que uma pessoa desenvolva a fobia social. Entre eles: pais que sofrem do mesmo problema, vivenciar situações de humilhação, rejeição e bullying durante a infância, traumas relacionados a abusos sexuais e emocionais, entre outras experiências negativas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como é feito o diagnóstico?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Para realizar o diagnóstico, o médico pode pedir ao paciente que responda a um questionário que aborde os sintomas e frequência com que se repetem. Os sintomas físicos que o paciente apresenta, fazem com que o profissional da saúde em questão solicite outros tipos de exames para excluir problemas de saúde de ordem física e comprovar se os sintomas apresentados realmente derivam de fenômenos psicológicos e emocionais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como a fobia social é tratada?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Os tratamentos disponíveis podem aumentar consideravelmente a qualidade de vida do paciente. A psicoterapia é uma possibilidade, mas há também os medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na psicoterapia há diferentes técnicas que tem por objetivo reeducar a percepção que o paciente tem de si e dos outros e treinar a exposição e interação social. Entre elas podemos citar a terapia cognitiva comportamental, dissolução gradual das distorções cognitivas e o treinamento de habilidades sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos medicamentos, podem ser receitados ansiolíticos e antidepressivos; em situações mais severas também se pode fazer uso de anticonvulsivantes e betabloqueadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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