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	<title>Arquivo de estresse - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de estresse - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Pensamentos obsessivos: por quê surgem e como controlá-los?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 02:43:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pensamentos obsessivos são ideias, imagens ou impulsos repetitivos e intrusivos que invadem a mente com intensidade e frequência. Para muitas pessoas, eles geram desconforto emocional, ansiedade ou culpa. Por isso, compreender suas origens, identificar seus tipos e aprender estratégias práticas para lidar com eles é fundamental para restabelecer o bem‑estar mental. Neste artigo, vamos explorar o que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensamentos obsessivos são ideias, imagens ou impulsos repetitivos e intrusivos que invadem a mente com intensidade e frequência. Para muitas pessoas, eles geram desconforto emocional, ansiedade ou culpa.</p>
<p>Por isso, compreender suas origens, identificar seus tipos e aprender estratégias práticas para lidar com eles é fundamental para restabelecer o bem‑estar mental.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar o que são os pensamentos obsessivos, suas causas, os sintomas mais frequentes, as opções de tratamento e dicas práticas para enfrentá-los no dia a dia. Boa leitura!</p>
<h4></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que são os pensamentos obsessivos?</strong><span id="more-2920"></span></p>
<p>São ideias, imagens ou impulsos que surgem de forma repetitiva e indesejada, gerando desconforto e ansiedade. Assim, eles invadem a mente involuntariamente, mesmo quando a pessoa tenta ignorá-los ou afastá-los.</p>
<p>Esses pensamentos costumam ser percebidos como irracionais ou exagerados, mas ainda assim causam angústia. É comum que envolvam temas como medo de causar mal, preocupações com limpeza, culpa ou dúvidas constantes.</p>
<p>Embora possam ocorrer em situações de estresse, quando se tornam frequentes e incapacitantes, estão frequentemente associados a transtornos como o Transtorno Obsessivo‑compulsivo (TOC).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que causa pensamentos obsessivos?</strong></p>
<p>Os pensamentos obsessivos podem surgir por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Mesmo que qualquer pessoa possa tê-los ocasionalmente, eles se tornam preocupantes quando são frequentes, intensos e interferem na vida diária.</p>
<p>Então, a seguir, destacamos as principais causas:</p>
<ul>
<li>Alterações em neurotransmissores, como a serotonina;</li>
<li>Histórico familiar de transtornos mentais, especialmente ansiedade e TOC;</li>
<li>Traços de personalidade, como perfeccionismo e necessidade de controle;</li>
<li>Dificuldade em lidar com incertezas ou pensamentos negativos;</li>
<li>Experiências de estresse intenso ou eventos traumáticos.</li>
<li>Condições como depressão e transtornos de ansiedade.</li>
</ul>
<p>Além desses fatores, uma das causas mais frequentes é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Nesse caso, os pensamentos obsessivos são recorrentes, intensos e seguidos de comportamentos repetitivos, como checagens ou rituais mentais. Esses comportamentos têm a função de aliviar a angústia provocada pelas obsessões, mas acabam mantendo o ciclo do transtorno.</p>
<p>Portanto, quando os sintomas interferem na rotina ou causam sofrimento ao indivíduo, é fundamental buscar ajuda especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os tipos de pensamentos obsessivos mais comuns?</strong></p>
<p>Os pensamentos obsessivos podem assumir diferentes formas, variando de pessoa para pessoa. No entanto, alguns dos tipos mais frequentes incluem:</p>
<ul>
<li>Medo excessivo de contaminação, germes ou sujeira;</li>
<li>Dúvidas constantes sobre ações do cotidiano, como trancar portas ou desligar aparelhos;</li>
<li>Pensamentos agressivos ou violentos, mesmo sem intenção de agir sobre eles;</li>
<li>Ideias de cunho sexual indesejado, muitas vezes acompanhadas de culpa ou vergonha;</li>
<li>Preocupações exageradas com temas religiosos ou morais;</li>
<li>Necessidade intensa de simetria, ordem ou perfeição;</li>
<li>Medo de causar acidentes ou prejuízos, mesmo sem evidência real;</li>
<li>Pensamentos repetitivos ligados à culpa, arrependimento ou remorso.</li>
</ul>
<p>Esses pensamentos costumam ser acompanhados por um alto nível de ansiedade e, em muitos casos, por comportamentos repetitivos que visam neutralizá-los.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais sintomas relacionados aos pensamentos obsessivos</strong></p>
<p>Quando os pensamentos obsessivos se tornam frequentes e intensos, eles costumam provocar uma série de reações emocionais e comportamentais. Esses sintomas variam de pessoa para pessoa, mas alguns sinais são bastante comuns, como:</p>
<ul>
<li>Presença frequente de pensamentos indesejados, repetitivos e angustiantes;</li>
<li>Dificuldade em controlar ou interromper esses pensamentos;</li>
<li>Sensação de que os pensamentos não condizem com a própria vontade ou valores;</li>
<li>Tentativas de neutralizar ou compensar os pensamentos com comportamentos repetitivos;</li>
<li>Ansiedade, culpa ou medo provocados pelas obsessões;</li>
<li>Prejuízo na concentração, no sono ou em atividades cotidianas;</li>
<li>Comprometimento das relações pessoais, profissionais ou acadêmicas;</li>
<li>Isolamento social por vergonha ou medo de julgamento;</li>
<li>Evitação de situações, lugares ou pessoas que possam desencadear os pensamentos;</li>
<li>Cansaço mental por lutar constantemente contra os próprios pensamentos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os tratamentos para isso?</strong></p>
<p>O tratamento dos pensamentos obsessivos pode envolver diferentes abordagens, dependendo da intensidade dos sintomas e da causa associada. Portanto, o acompanhamento profissional é essencial para definir a estratégia mais adequada.</p>
<p>Entretanto, abaixo, separamos os principais tratamentos utilizados:</p>
<p><strong>1 &#8211; Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong></p>
<p>A TCC é a abordagem mais eficaz para pensamentos obsessivos, pois trabalha a identificação de padrões mentais disfuncionais e a exposição gradual a pensamentos temidos, sem recorrer a comportamentos compulsivos.</p>
<p>Assim, ela ensina o paciente a responder de forma mais saudável às obsessões, promovendo autonomia e redução da ansiedade associada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)</strong></p>
<p>A ACT ajuda o paciente a aceitar a presença dos pensamentos obsessivos sem se prender a eles, o que enfatiza o foco em ações baseadas em valores pessoais, mesmo com desconforto emocional.</p>
<p>Além disso, utiliza técnicas de mindfulness para criar uma relação mais flexível com os pensamentos, reduzindo seu impacto na rotina.</p>
<p><strong>3 &#8211; Medicamentos psiquiátricos</strong></p>
<p>Antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), são frequentemente indicados para tratar pensamentos obsessivos e TOC, pois eles atuam na regulação de neurotransmissores ligados à ansiedade.</p>
<p>No entanto, o uso deve ser sempre orientado por um psiquiatra.</p>
<p><strong>4 &#8211; Terapia psicodinâmica</strong></p>
<p>Essa abordagem busca compreender os conflitos emocionais e inconscientes que podem dar origem aos pensamentos obsessivos. Isso ajuda o paciente a elaborar experiências passadas e padrões emocionais repetitivos.</p>
<p>Embora não seja a primeira linha para tratar os pensamentos obsessivos, pode ser útil em casos específicos, com benefícios a longo prazo.</p>
<p><strong>5 &#8211; Técnicas complementares</strong></p>
<p>Práticas como meditação, exercícios físicos, atenção plena e respiração consciente auxiliam no controle da ansiedade e na redução do estresse diário.</p>
<p>São estratégias que não substituem o tratamento principal, mas funcionam como apoio, fortalecendo o bem-estar emocional e ajudando na convivência com pensamentos recorrentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como lidar com os pensamentos obsessivos no dia a dia?</strong></p>
<p>Enfrentar pensamentos obsessivos exige prática e estratégias consistentes. Embora o acompanhamento profissional seja fundamental, algumas atitudes no cotidiano podem ajudar a reduzir o impacto dessas obsessões e a retomar o equilíbrio emocional:</p>
<p><strong>1 &#8211; Reconheça o pensamento sem tentar controlá-lo</strong></p>
<p>Tentar eliminar o pensamento obsessivo costuma piorar a ansiedade. Em vez disso, reconheça que ele está presente e permita que exista sem reagir de forma imediata.</p>
<p>Essa aceitação reduz o impulso de realizar rituais mentais ou evitar situações.</p>
<p><strong>2 &#8211; Evite buscar segurança constante</strong></p>
<p>Pedir garantias ou repetir ações para ter certeza reforça o ciclo obsessivo. Portanto, esforce-se para tolerar a incerteza e resistir à necessidade de confirmar, mesmo que pareça desconfortável no início.</p>
<p><strong>3 &#8211; Pratique atenção plena (mindfulness)</strong></p>
<p>A prática de mindfulness ajuda a observar os pensamentos sem se envolver com eles. Técnicas simples de respiração e meditação guiada treinam a mente a voltar ao presente, sem se prender a conteúdos mentais repetitivos.</p>
<p><strong>4 &#8211; Mantenha uma rotina estruturada</strong></p>
<p>Ter uma rotina previsível e equilibrada ajuda a reduzir a sobrecarga mental. Por isso, reserve tempo para atividades significativas, lazer, sono regular e autocuidado, isso diminui o espaço que os pensamentos obsessivos ocupam.</p>
<p><strong>5 &#8211; Evite evitar</strong></p>
<p>Evitar lugares, pessoas ou situações por medo de ter pensamentos obsessivos apenas os reforça. Assim, a exposição gradual, com apoio terapêutico se necessário, ajuda a dessensibilizar o cérebro e a ganhar confiança.</p>
<p><strong>6 &#8211; Registre os pensamentos</strong></p>
<p>Escrever os pensamentos obsessivos em um caderno ou aplicativo pode ajudar a colocá-los em perspectiva. Isso permite identificar padrões, gatilhos e reações, facilitando o controle consciente sobre eles.</p>
<p><strong>7 &#8211; Exercite o autodiálogo compassivo</strong></p>
<p>Fale consigo mesmo com gentileza, reconhecendo que pensamentos não definem quem você é. Além disso, troque frases como “Isso é horrível” por “Isso é só um pensamento, vai passar”. Tenha em mente que a autocompaixão fortalece a resiliência emocional.</p>
<p><strong>8 &#8211; Busque apoio profissional</strong></p>
<p>Se os pensamentos forem persistentes e causarem sofrimento, a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra é essencial, pois o tratamento adequado faz toda a diferença na forma como a mente lida com essas obsessões.</p>
<p>Os pensamentos obsessivos podem causar grande sofrimento, mas é possível aprender a lidar com eles e retomar o controle da própria mente.</p>
<p>Com tratamento adequado, estratégias no dia a dia e apoio profissional, é possível reduzir a intensidade dessas obsessões e viver com mais equilíbrio e tranquilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 01:28:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem. Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem.</p>
<p>Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12, por exemplo.</p>
<p>Por isso, neste artigo, falaremos sobre os problemas de memória e explicaremos como a psicoterapia pode ajudar a resolver essa condição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Qual a relação entre saúde mental e problemas de memória?</strong></h4>
<p>Quando há uma interferência no armazenamento e na recordação de informações pelo cérebro, estamos diante de um problema de memória.</p>
<p>Em certa medida, quando nos referimos às pessoas idosas, o declínio da memória é uma condição considerada como normal. No entanto, há casos mais severos que precisam ser acompanhados pelo médico para descartar algumas patologias, como o Alzheimer.</p>
<p>Contudo, os problemas de memória também podem estar presentes em pessoas mais jovens, como adolescentes e adultos. Nesses casos, é comum que eles estejam relacionados a alguma questão de saúde mental.</p>
<p>Isso significa que algumas condições psicológicas podem provocar a dificuldade de lembranças no indivíduo, como:</p>
<p><strong>1 &#8211; Ansiedade:</strong> Devido aos pensamentos acelerados, a pessoa ansiosa pode ter dificuldade para se concentrar em tarefas, lembrar de conversas e de eventos passados, por exemplo.</p>
<p><strong>2 &#8211; Depressão:</strong> Pessoas que sofrem de depressão apresentam o declínio da memória, uma vez que perdem a capacidade de reter informações e de se concentrar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade</strong>: O TDAH tem como algumas de suas características a inquietação e a dificuldade de concentração. Isso, consequentemente, pode afetar a capacidade de memória do indivíduo.</p>
<p><strong>4 &#8211; Estresse:</strong> O estresse crônico, a <strong>Síndrome de Burnout</strong> e o <strong>Transtorno de</strong> <strong>Estresse Pós-Traumático (TEPT)</strong> também são condições que afetam a memória de alguma forma.</p>
<p><strong>5 &#8211; Transtorno de bipolaridade</strong>: Esse transtorno é caracterizado pela oscilação entre duas fases – mania e depressão. Nesta segunda, o indivíduo fica inquieto e com dificuldade para prestar atenção no que está acontecendo, o que desencadeia problemas de memória.</p>
<p><strong>Outras causas dos problemas de memória </strong></p>
<p>Além das questões de saúde mental apresentadas anteriormente, outros fatores podem desencadear problemas de memória, como:</p>
<p>1 &#8211; Aneurisma cerebral</p>
<p>2 &#8211; Desequilíbrio hormonal</p>
<p>3 &#8211; Deficiência de vitamina B12</p>
<p>4 &#8211; Acidente Vascular Cerebral (AVC)</p>
<p>5 &#8211; Lesões e/ou infecções no cérebro</p>
<p>6 &#8211; Privação do sono</p>
<p>7 &#8211; Abuso de álcool e drogas</p>
<p>8 &#8211; Ingestão de certos medicamentos</p>
<p>Diante de tantos fatores, é imprescindível buscar a ajuda de um profissional da saúde quando apresentar alguma interferência na capacidade de memória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</strong></h4>
<p>Como vimos, a perda da capacidade do cérebro de reter informações pode estar relacionada com questões de saúde mental. Isso significa que, se esse for o seu caso (ou de alguém conhecido), será preciso tratar essa questão por meio da psicoterapia.</p>
<p>Sim, a ajuda de um psicólogo para quem tem problemas de memória relacionados a questões como ansiedade, depressão, estresse, etc., é o melhor tratamento, uma vez que esse profissional auxiliará na resolução do problema de saúde mental de origem.</p>
<p>Por exemplo: se uma pessoa sofre com a Síndrome de Burnout e, consequentemente, com o esquecimento, o psicólogo a ajudará a encontrar caminhos para mudar sua relação com o trabalho de forma que o estresse e a estafa sejam controlados.</p>
<p>Além disso, na psicoterapia, é trabalhada a autoestima, a execução de hábitos saudáveis (incluindo meditação, técnicas de respiração e hobbies) e o planejamento de vida, questões essenciais para que o paciente possa melhorar a sua saúde mental (e física). Assim, à medida que essas questões internas vão sendo tratadas, os problemas de memória se tornam menos intensos – até serem solucionados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como melhorar e preservar a memória?</strong></h4>
<p>Além da terapia, existem outras formas de melhorar – e até mesmo preservar – a memória.</p>
<p>Sim, mesmo quem não possui essa capacidade afetada, deve pensar em formas de trabalhá-la todos os dias para manter a saúde desta função cerebral, garantindo um envelhecimento bem mais saudável.</p>
<p>Sendo assim, listamos algumas ações que você pode (e deve) fazer para melhorar a sua capacidade de armazenamento de informações.</p>
<p><strong>1 &#8211; Exercite a memória </strong></p>
<p>Treinar a memória diariamente é uma forma de prevenir essa função do cérebro, sobretudo durante o envelhecimento. Sendo assim, existem várias formas de exercitar a sua memória e estimulá-la, como:</p>
<ul>
<li>Ler;</li>
<li>Fazer palavras cruzadas;</li>
<li>Fazer cálculos mentais;</li>
<li>Tentar se lembrar dos acontecimentos do dia antes de se deitar;</li>
<li>Jogar jogos de memorização.</li>
</ul>
<p>Conforme recomendação médica, esses exercícios também podem ser feitos durante o tratamento de alguma condição de saúde mental que tenha a perda temporária de memória como um sintoma.</p>
<p><strong>2 &#8211; Tenha uma boa alimentação</strong></p>
<p>Manter uma alimentação equilibrada e nutritiva também é essencial para o bom funcionamento do corpo e da mente.</p>
<p>Para isso, é necessário consumir alimentos ricos em ômega 3 e óleos graxos – que ajudam os neurônios a cumprirem com suas funções – e reduzir o consumo de carboidratos e açúcar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Garanta a qualidade do seu sono</strong></p>
<p>Uma boa noite de sono é fundamental para a preservação da memória. Por outro lado, poucas horas de sono ou uma noite de má qualidade podem prejudicar o registro de memórias de curto prazo.</p>
<p>Sendo assim, é imprescindível buscar fazer uma higienização do sono, que significa criar hábitos que favoreçam o sono duradouro e de qualidade. Dentre as principais ações, estão:</p>
<ul>
<li>Evitar consumir bebidas estimulantes no final do dia;</li>
<li>Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de se deitar;</li>
<li>Manter o quarto escuro e com som ambiente.</li>
</ul>
<p><strong>4 &#8211; Mantenha o seu peso controlado </strong></p>
<p>Um aspecto inimaginável para muitas pessoas, o controle adequado do peso pode prevenir o surgimento de problemas de memória. Sim, estar muito acima ou muito abaixo do peso pode trazer riscos para essa área do cérebro.</p>
<p>Por isso, tenha em mente que o controle do peso vai muito além de questões estéticas. Ele tem a ver com saúde física e mental também.</p>
<p class="wp-block-heading" data-beyondwords-marker="831adec4-81de-4fe0-9988-1af2137fc1b3"><strong>5. Pratique o autocuidado </strong></p>
<p data-beyondwords-marker="b1cdae70-d098-414f-8341-4e730480deb2">Por fim, pratique o autocuidado para preservar a sua saúde mental, sua memória e ter qualidade de vida. Isso envolve, dentre outras ações:</p>
<ul class="wp-block-list" data-beyondwords-marker="83e35f07-62ab-4417-8900-8f288f485ca9">
<li data-beyondwords-marker="0ba3b70b-d8dd-40b5-a9f0-d87a8a74f0f0">Tirar um tempo para praticar um hobby;</li>
<li data-beyondwords-marker="8d7e1099-2604-4525-aff4-6933b530191d">Reservar momentos para estar com a família e amigos;</li>
<li data-beyondwords-marker="b6e3ec51-2628-465e-9b5e-49e70be8327a">Colocar limites para se preservar, inclusive no trabalho;</li>
<li data-beyondwords-marker="a06240ee-8bb0-4558-bf3a-0c0db2230c8b">Praticar atividade física para liberar hormônios que reduzem o estresse;</li>
<li data-beyondwords-marker="dcb874de-f2ef-4b1f-aa22-f26eef84b84a">Fazer terapia para trabalhar o autoconhecimento.</li>
</ul>
<p data-beyondwords-marker="027d827c-5d1c-4f2b-bdb8-dab15fa19aa8">Dessa maneira, é possível ter uma vida mais saudável e com as funções cognitivas preservadas. A curto, médio e longo prazo os benefícios são incalculáveis. Portanto, cuide de si e da sua memória!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como os traumas infantis impactam na vida adulta?</title>
		<link>https://bemvivermais.com/como-os-traumas-infantis-impactam-na-vida-adulta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 01:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Impacto que traumas infantis não tratados causam na vida adulta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros anos de vida de uma pessoa são fundamentais para o seu desenvolvimento emocional, cognitivo e social. Infelizmente, para muitos, esses anos preciosos são marcados por traumas infantis que podem ter efeitos duradouros ao longo da vida adulta.</p>
<p>Sim, a negligência e eventos traumáticos, como o divórcio dos pais ou a perda de um ente querido, podem deixar cicatrizes profundas na psique da criança, muitas vezes moldando sua jornada emocional e comportamental no futuro.</p>
<p>Continue lendo este artigo para entender melhor como os traumas infantis podem impactar a vida adulta e como lidar com eles. Boa leitura!</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como os traumas na infância impactam na vida adulta?</strong></h4>
<p><span id="more-2839"></span></p>
<p>Sendo uma das fases mais importantes do desenvolvimento humano, a infância possui grandes impactos na formação de um adulto.</p>
<p>Para entender melhor, separamos alguns dos principais impactos dos traumas da infância na vida adulta:</p>
<p>1 &#8211; <strong>Ansiedade e estresse crônico</strong></p>
<p>Traumas na infância podem deixar uma marca profunda no sistema nervoso, tornando-o mais sensível ao estresse na vida adulta. Isso pode levar a uma resposta exagerada a situações estressantes, resultando em ansiedade crônica e estresse persistente na vida adulta.</p>
<p>Muitos que experimentaram traumas na infância podem encontrar dificuldades em regular suas emoções, e situações cotidianas podem desencadear episódios de ansiedade intensa.</p>
<p>Portanto, essa ansiedade crônica pode impactar negativamente a qualidade de vida, interferindo nas relações interpessoais, no desempenho no trabalho e na saúde geral.</p>
<p><strong>2 &#8211; Relacionamentos interpessoais problemáticos</strong></p>
<p>Os traumas infantis podem comprometer a capacidade de estabelecer e manter relacionamentos saudáveis na vida adulta.</p>
<p>Pessoas que vivenciaram traumas podem ter dificuldades em confiar nos outros, em expressar suas necessidades emocionais e em estabelecer limites saudáveis. Além disso, podem enfrentar padrões de relacionamento disfuncionais, como dependência excessiva, evitamento emocional ou comportamentos destrutivos, o que dificulta a construção de conexões íntimas e satisfatórias, resultando em solidão e isolamento emocional.</p>
<p><strong>3- Baixa autoestima e autoimagem negativa</strong></p>
<p>Traumas na infância também podem abalar profundamente a autoestima e gerar uma autoimagem negativa.</p>
<p>Isso porque as experiências traumáticas podem levar a sentimentos de desvalorização pessoal, culpa e vergonha. Essas emoções podem persistir na vida adulta, levando a uma falta de confiança em si mesmo e em suas habilidades. Assim, as pessoas que vivenciam isso podem se ver como indignas de amor, respeito e cuidado, o que pode afetar sua capacidade de buscar relacionamentos saudáveis e oportunidades de crescimento pessoal.</p>
<p><strong>4 &#8211; Dificuldades de regulação emocional</strong></p>
<p>O impacto dos traumas no início da vida pode dificultar a capacidade de regular as emoções na fase adulta.</p>
<p>Traumas na infância podem deixar uma pessoa com dificuldades em identificar e expressar suas emoções de maneira saudável. Isso pode resultar em explosões emocionais, dificuldades em lidar com o estresse e até mesmo em reprimir emoções para evitar confrontar lembranças dolorosas.</p>
<p>Além disso, a incapacidade de regular as emoções pode interferir nos relacionamentos interpessoais, no desempenho profissional, nos estudos e na saúde mental.</p>
<p><strong>5 &#8211; Problemas de saúde física</strong></p>
<p>Traumas na infância estão associados a uma série de problemas de saúde física na vida adulta.Estudos sugerem que o estresse crônico causado por essas experiências pode ter efeitos adversos no sistema imunológico, cardiovascular e endócrino, podendo aumentar o risco de desenvolvimento de doenças crônicas.</p>
<p>Dessa forma, indivíduos que passaram por traumas no início de sua vida podem acabar desenvolvendo doenças cardíacas, diabetes, distúrbios gastrointestinais e outras condições de saúde.</p>
<p>Além disso, o impacto dos traumas na saúde mental pode afetar o comportamento de busca de cuidados de saúde, levando a uma maior probabilidade de negligenciar a própria saúde física.</p>
<p>Em suma, como vimos, os traumas na infância têm um impacto profundo e duradouro na vida adulta de um indivíduo, afetando sua saúde mental, emocional e física, bem como em seus relacionamentos interpessoais.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>Como superar os traumas infantis?</strong></h4>
<p>Superar traumas infantis é um processo complexo e desafiador que requer tempo, esforço e apoio adequado. Isso porque os traumas vivenciados durante a infância podem deixar uma marca profunda na psique de uma pessoa.</p>
<p>No entanto, com as estratégias certas e o suporte adequado, é possível encontrar caminhos para a cura e a recuperação.</p>
<p>Então, separamos a seguir algumas estratégias para superar traumas infantis:</p>
<p><strong>1 &#8211; Autoconhecimento e aceitação</strong></p>
<p>Superar traumas infantis começa com o autoconhecimento e a aceitação da experiência vivida. Assim, reconhecer e aceitar os eventos traumáticos como parte da própria história é fundamental para iniciar o processo de cura.</p>
<p>Isso envolve reconhecer e validar as emoções associadas ao trauma, como raiva, tristeza e medo, e compreender que esses sentimentos são legítimos e compreensíveis dadas as circunstâncias.</p>
<p>Dessa forma, ao se permitir sentir e processar essas emoções, é possível começar a liberar o peso emocional do trauma e avançar em direção à cura.</p>
<p><strong>2 &#8211; Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis</strong></p>
<p>Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis é essencial para lidar com os efeitos dos traumas infantis. Isso pode incluir a prática regular de técnicas de relaxamento, meditação ou ioga, que ajudam a acalmar o sistema nervoso e reduzir a ansiedade.</p>
<p>Além disso, engajar-se em atividades criativas, como arte, música ou escrita, pode oferecer uma saída positiva.</p>
<p>Também é importante identificar e desafiar padrões de pensamento negativos que surgem como resultado do trauma, substituindo-os por pensamentos mais realistas e compassivos.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultivar relacionamentos de apoio</strong></p>
<p>Buscar apoio em relacionamentos significativos é uma parte crucial do processo de cura dos traumas infantis. Isso pode envolver compartilhar sua história com amigos de confiança, familiares ou participar de grupos de apoio.</p>
<p>Ter pessoas em quem você confia e que oferecem apoio emocional pode ajudar a diminuir o isolamento e a solidão que muitas vezes acompanham os traumas.</p>
<p><strong>4 &#8211; Fazer terapia</strong></p>
<p>Buscar ajuda profissional por meio da terapia é uma etapa fundamental no caminho para superar os traumas infantis.</p>
<p>Um psicólogo qualificado pode oferecer um ambiente seguro e confidencial onde você pode explorar suas experiências, processar emoções difíceis e desenvolver estratégias eficazes para lidar com os efeitos duradouros do trauma.</p>
<p>A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento e comportamento que estão contribuindo para o sofrimento emocional e fornecer ferramentas e técnicas específicas para promover a cura e o crescimento pessoal.</p>
<p>Portanto, ao trabalhar com um psicólogo, você não estará apenas recebendo apoio emocional, mas também dando a si mesmo a oportunidade de construir uma vida mais saudável, significativa e gratificante.</p>
<p>Superar traumas infantis é um processo transformador que exige coragem, persistência e suporte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafios de brasileiros que vivem no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 21:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais. Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais.</p>
<p>Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a uma nova cultura e a um novo ambiente. Abordaremos aqui alguns dos desafios dos brasileiros no exterior, e daremos algumas estratégias sobre como passar por tudo isso de uma forma mais equilibrada.</p>
<p>Abaixo listamos os desafios psicológicos mais comuns dos brasileiros que vivem no exterior:<span id="more-2822"></span></p>
<p>1 &#8211; Saudade e Nostalgia:</p>
<p>A saudade da família, amigos, cultura e do ambiente familiar é um dos maiores desafios. Esse sentimento pode ser intenso e impactar o bem-estar emocional.</p>
<p>2 &#8211; Adaptação Cultural:</p>
<p>A adaptação a uma nova cultura pode ser difícil. Diferenças nos valores, costumes, língua e modo de vida podem causar um choque cultural, levando a sentimentos de alienação e frustração.</p>
<p>3 &#8211; Barreira Linguística:</p>
<p>Mesmo para aqueles que dominam o idioma do país de destino, a comunicação em um segundo idioma pode ser exaustiva e gerar ansiedade, especialmente em situações sociais ou profissionais.</p>
<p>4 &#8211; Solidão e Isolamento Social:</p>
<p>A falta de uma rede de apoio pode levar à solidão. Fazer novas amizades e construir uma nova rede de apoio pode ser desafiador, especialmente em culturas diferentes.</p>
<p>5 &#8211; Questões de Identidade:</p>
<p>A experiência de viver em um país estrangeiro pode afetar a identidade pessoal e cultural. Sentimentos de &#8220;não pertencer&#8221; a nenhum dos dois lugares (Brasil e o país de residência) são comuns.</p>
<p>6 &#8211; Estresse e Ansiedade:</p>
<p>A adaptação a um novo ambiente, lidar com a burocracia local, encontrar trabalho, e estabelecer uma vida estável no exterior são fontes significativas de estresse e ansiedade.</p>
<p>7 &#8211; Preconceito e Discriminação:</p>
<p>Muitos brasileiros podem enfrentar preconceito ou discriminação com base na nacionalidade, aparência, ou sotaque, o que pode impactar a autoestima e o bem-estar psicológico.</p>
<p>8 &#8211; Pressão para o Sucesso:</p>
<p>Há uma pressão adicional para ter sucesso e justificar a decisão de emigrar, tanto para si mesmo quanto para a família e amigos no Brasil. Esse sentimento pode gerar estresse adicional e autocrítica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Estratégias para Lidar com Esses Desafios:</strong></h4>
<p>1 &#8211; Manter Contato com a Família e Amigos:</p>
<p>Utilize a tecnologia para manter contato regular com seus entes queridos no Brasil, o que pode ajudar a reduzir a saudade e o isolamento.</p>
<p>2 &#8211; Participar de Comunidades Locais:</p>
<p>Procure grupos de brasileiros ou comunidades locais que possam oferecer suporte emocional e prático.</p>
<p>3 &#8211; Aprender a Língua e a Cultura Local:</p>
<p>Esforçar-se para aprender e entender a língua e a cultura do país de acolhimento pode facilitar a adaptação e reduzir o choque cultural.</p>
<p>4 &#8211; Cuidar da Saúde Mental:</p>
<p>Não hesite em procurar apoio psicológico se sentir que está enfrentando dificuldades. Profissionais especializados podem ajudar a lidar com questões de adaptação e saúde mental.</p>
<p>5 &#8211; Manter uma Atitude Positiva e Flexível:</p>
<p>Ser aberto a novas experiências e ter uma atitude positiva pode ajudar a enfrentar os desafios de viver no exterior de maneira mais eficaz. Reconhecer e entender esses desafios é o primeiro passo para lidar com eles de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>A importância de estar com a saúde mental em dia:</strong></h4>
<p>Segundo o relatório &#8220;Brasileiros no Exterior&#8221;, divulgado em agosto de 2023 pelo Ministério de Relações Exteriores do Brasil, destaca que cerca de 4,5 milhões de cidadãos brasileiros atualmente residem em outros países, como Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Reino Unido, Japão entre outros.</p>
<p>Muitas vezes, quando tomamos a decisão de emigrar, o preparo psicológico é colocado em segundo plano. Normalmente, no topo da lista de prioridades está o planejamento financeiro e as incontáveis questões burocráticas que a mudança exige. No entanto, a atenção à saúde mental é importante até mesmo para que essas etapas do planejamento sejam concluídas de forma saudável. Embora os problemas e as frustrações se apresentem, aquele que tem um bom nível de autoconhecimento e uma rede de apoio irá vivenciar cada etapa com mais leveza, conseguindo tirar proveito do que de melhor a experiência internacional poderá oferecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a terapia pode ajudar nesse processo?</strong></h4>
<p>A terapia é uma grande aliada nesse processo de mudança para outro país. Inicialmente, ela ajudará a compreender as razões que fazem o brasileiro querer sair de seu próprio país, e depois, trazer clareza sobre os objetivos que se deseja alcançar com esta experiência internacional. Quando estas questões estão identificadas, a terapia continua oportunizando suporte emocional e orientação para que a adaptação à nova realidade ocorra da melhor maneira possível.<br />
Para suprir essa necessidade de brasileiros que muitas vezes preferem ser atendidos por profissionais de sua terra natal, que falem sua língua materna nos utilizamos da terapia online que se mostrado muito eficaz, com a vantagem de ser realizada em ambiente seguro, horários flexíveis, redução de custos de locomoção e realizada na língua do paciente.</p>
<p>Precisamos nos lembrar que a saúde mental influencia nossas vidas de várias formas, por ser parte inerente e vital do nosso bem-estar geral. Ela nos permite funcionar e prosperar como indivíduos, além de nos ajudar a lidar com o estresse e as adaptações da mudança. Uma saúde mental de qualidade é essencial para a construção de relacionamentos saudáveis, novos aprendizados e trabalhar de forma produtiva.</p>
<p>As psicólogas e psicanalistas da Bem Viver Mais – Terapias Integradas, são profissionais altamente experientes no atendimento de brasileiros que vivem no exterior. Com um compromisso sério e responsável, nossa equipe garante total sigilo sobre tudo o que é tratado durante as sessões. Estamos aqui para apoiá-lo na sua jornada de mudança. Conte conosco para te acompanhar em seus desafios!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Como deixar de se importar com o que os outros pensam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 17:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos. Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos.</p>
<p>Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos e, ao modificar a sua conduta para se encaixar nos requisitos, a sua carreira pode avançar consideravelmente. Essa mudança de comportamento, no entanto, não é permanente. Ela serve para ajudá-lo a aproveitar uma oportunidade ou alcançar objetivos. Segundo psicólogos, o problema nasce quando modificamos nosso comportamento e fazemos coisas, ou deixamos de fazer, devido à opinião dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos importamos tanto com opiniões alheias?</strong></h4>
<p>Você já sentiu que deveria tomar determinada atitude para agradar terceiros? Ou teve medo de fazer algo para você (mudar o visual, trocar de emprego, começar ou terminar um relacionamento) por causa do que os outros vão pensar?</p>
<p>A sensação de estar sendo vigiado é mais forte na adolescência. É nessa fase que começamos a nos importar com as opiniões de amigos e pretendentes, pois é quando compreendermos o significado de “viver em sociedade”. O adolescente tem horror em ser visto de forma negativa e geralmente tem um desejo ardente de provar a sua capacidade para os outros.</p>
<p>Adolescentes tímidos ou pouco autoconfiantes, em especial, tendem a ligar excessivamente para o que terceiros pensam a seu respeito. Em sua busca para agradar os colegas e pertencer a um grupo, podem fazer coisas contra sua vontade. Quando não conseguem impressionar, passam a temer o julgamento alheio.</p>
<p>Algumas pessoas entram na vida adulta com esse medo. Assim, sofrem com uma série de preocupações: são ansiosas, temem o que os demais vão falar sobre as suas escolhas, não conseguem expressar a sua verdadeira identidade, têm dificuldades para fazerem escolhas sozinhas, temem o fracasso acima de tudo e sentem-se frustradas consigo mesmas. Essa repressão auto imposta é a fórmula certeira para a depressão, a ansiedade e o estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como deixar de se importar com o que os outros pensam?</strong></h4>
<p>Parar de se importar com as opiniões alheias requer esforço e prática diária.</p>
<p>Toda vez que decidimos modificar um comportamento, precisamos levar em consideração que ele já está profundamente acomodado dentro de nós. Passamos anos e anos reforçando-o através de nossas escolhas, pensamentos, emoções e experiências de vida.</p>
<p>Por isso, costuma-se se dizer que é preciso “desconstruir” um comportamento, retirando as crenças que utilizamos para construí-lo em primeiro lugar.</p>
<p>Por exemplo, a preocupação excessiva com o que os outros pensam costuma se originar do medo de julgamentos. Este, por sua vez, pode ter raízes em um pensamento (“se acharem que eu sou uma pessoa X ou Y, algo ruim vai acontecer”) ou uma emoção (vergonha, ansiedade, hesitação, falta de confiança).</p>
<p>Em vez de confrontar esse medo ou ressignificá-lo, você o alimentou inconscientemente, reforçando sentimentos e pensamentos negativos. Como encontra-se consolidado em seu interior, você basicamente precisa “destruir” as crenças ruins que o fortalecem e construir crenças boas.</p>
<p>Pode parecer complicado, mas não é!</p>
<p>Esse processo ocorre naturalmente. A princípio, ele não é muito agradável tampouco fácil. Você vai sentir vontade de desistir e ignorar incômodos emocionais significativos. É uma reação totalmente normal, a qual deve ser combatida. Abaixo, separamos alguns passos para ajudá-lo a chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1)     Identifique o porquê:</strong></p>
<p>Por que você se importa tanto com o que os outros vão dizer sobre você? Quais são as suas preocupações? Você tem medo de ser julgado, ser ridicularizado, ser rejeitado, ser visto como um fracasso? Questione-se sobre a sua necessidade da validação alheia para encontrar a origem dela.</p>
<p>Ela pode ter nascido de uma experiência ruim na infância ou na adolescência, ou ser consequência da sua criação (pais muito rígidos, por exemplo). Como você não tinha muito conhecimento sobre os seus próprios sentimentos, passou a alimentar essa necessidade, fugindo de si mesmo para não ser desaprovado pelos demais.</p>
<p>Você pode vasculhar as suas memórias em busca de uma resposta e responder perguntas de autoconhecimento diariamente para compreender como se sente. Fazer terapia também pode ajudá-lo a obter insights sobre por que você se importa com o que os outros pensam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2)     Modifique a sua forma de pensar:</strong></p>
<p>Quando o medo da opinião alheia aparecer, confronte-o. Em vez de pensar “O que será que vão pensar de mim?” ou “Todo mundo vai olhar para mim e ficar comentando”, pense “Eu quero fazer isso porque…” e “Se alguém tiver algo para dizer, não importa. A minha felicidade é mais importante”. Se precisar, repreenda-se usando o seu nome da mesma forma que faria para chamar a atenção de uma criança.</p>
<p>Mesmo que pareça estranho conversar com si mesmo, faça-o. Esse diálogo interno vai facilitar a modificação das crenças construídas e fortalecidas ao longo dos anos. Com a prática, você conseguirá pensar mais positivo sobre se expor para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3)     Compreenda algumas coisas:</strong></p>
<p>É muito provável que ninguém esteja prestando atenção em você. As pessoas vivem saturadas por seus próprios problemas e preocupações. Elas não têm tempo de se preocupar com terceiros. Quando a sensação de que múltiplos olhares estão acompanhando os seus movimentos aparecer, 99.9% das vezes é apenas isso: uma sensação.</p>
<p>Se você não fala a sua opinião ou expressa suas necessidades em voz alta por medo de desagradar alguém, saiba que é impossível agradar todo mundo. Milhares de pessoas já tentaram, inclusive personalidades célebres conhecidas mundialmente, e todas falharam.</p>
<p>Cada um possui o seu jeito de pensar e ver a vida, portanto, raramente você encontrará alguém com opiniões praticamente idênticas às suas. Caso alguém reaja com agressividade verbal ou grosseria ao ouvir o que você tem a dizer, lembre-se disso. A vivência daquela pessoa é completamente diferente da sua e isso gera divergência de pensamentos.</p>
<p>Responda à atitude rude com cordialidade e siga em frente. Afinal, por que é tão importante que todos concordem com você ou aprovem as suas considerações? A única pessoa que deve fazê-lo é você mesmo, pois o único a sofrer as consequências de seus atos é você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4)     Valorize-se!</strong></p>
<p>Pessoas que se preocupam demais com o que os outros têm a dizer não costumam ter uma visão concreta de seus atributos positivos. Se este for o seu caso, faça uma lista de qualidades, conquistas e elogios já recebidos. Assim, você terá uma noção de quais características merecem atenção.</p>
<p>Não tenha medo de mostrar o que há de melhor em você para o mundo! Neste momento, você pode pensar que não faz sentido compartilhar os seus talentos. É a sua insegurança falando. Ela costuma manter os dons adormecidos.</p>
<p>Quando alguém decide partilhar o que há de melhor em si, o mundo fica um pouco melhor, sabia? Além de ajudar outras pessoas com os seus talentos, você se sente bem por estar sendo útil. Essa postura de doação também fortalece o seu amor-próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5)     Cultive boas amizades:</strong></p>
<p>Pessoas negativas, tóxicas, aproveitadoras ou invejosas são como um veneno para a sua autoestima. Não raro indivíduos ligam excessivamente para a opinião de pessoas com quem mantém uma relação nada saudável. Esse tipo de relacionamento é capaz de levá-los a uma depressão profunda e impedir que aproveitem a vida.</p>
<p>Dê ouvidos somente às pessoas que lhe querem bem. Aceite elogios, conselhos e recomendações de quem demonstrar amá-lo, e não de quem quer vê-lo sofrer. Mantenha-se afastado de pessoas tóxicas. É comum demorar um pouco para perceber o quão abusivo alguém está sendo com você. Assim que tomar essa consciência, distancie-se do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6)     Saia da zona de conforto:</strong></p>
<p>O melhor remédio para livrar-se de um medo é enfrentá-lo! Se você teme julgamentos e não sabe como lidar com opiniões alheias, coloque-se em ocasiões em que deverá fazer exatamente isso.</p>
<p>Você pode fazer as seguintes atividades apenas em sua própria companhia para sair da zona de conforto:</p>
<ul>
<li>Viajar;</li>
<li>Ir a um show;</li>
<li>Fazer uma refeição em um restaurante;</li>
<li>Desfrutar de uma bebida em um bar;</li>
<li>Passear em um parque;</li>
<li>Fazer compras;</li>
<li>Ir à academia; e</li>
<li>Comparecer aos eventos locais da sua cidade.</li>
</ul>
<p>Assim que sentir o medo de ser julgado chegando, diga a si mesmo que está tudo bem e eduque a sua mente para pensar positivo. O incômodo de fazer algo novo é passageiro e, se você ceder a ele e desistir, poderá se arrepender mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Hiperatividade: conheça alguns sinais e fique atento!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 03:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento. Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento.</p>
<p>Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim e a hiperatividade na vida adulta traz consequências, sobretudo, para a vida profissional e social. No post de hoje, compartilhamos alguns sinais comuns de hiperatividade em todas as idades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que é hiperatividade?</strong></h3>
<p><span id="more-2696"></span></p>
<p>A hiperatividade é um estado de intensa agitação ligado à ansiedade. Ele pode se manifestar por meio de desordem motora ou mental. Por conta disso, a pessoa hiperativa tem dificuldade de ficar quieta, principalmente as crianças.</p>
<p>Crianças hiperativas não são apenas “agitadas”, mas, sim, possuem dificuldade para conter a inquietação crescente, ainda que ela apareça em situações corriqueiras que ‘não deveriam’ causar inquietação.</p>
<p>Por isso, a hiperatividade é, ainda, um sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), condição do neuro desenvolvimento caracterizada pela falta de atenção e inquietação extrema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que pode ser confundido com hiperatividade?</strong></h3>
<p>Normalmente, o TDAH é diagnosticado em crianças consideradas “muito agitadas”, mas é cada vez mais comum que jovens e adultos recebam esse diagnóstico após perceberem certas dificuldades.</p>
<p>Por exemplo, percebem que sempre tiveram problemas para prestar atenção nas aulas e, por isso, iam mal na escola ou na faculdade. Não era uma questão de “má vontade”, “indisciplina” ou “preguiça”, mas de dificuldade de concentração e memorização.</p>
<p>O diagnóstico tardio tende a acontecer porque essa condição é muitas vezes confundida com outras, como o transtorno de bipolaridade, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e até o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p>
<p>Nem todo comportamento que parece hiperativo tem ligação com a hiperatividade. Se alguém já apresentou um ou dois sintomas muitos anos atrás ou recentemente, é provável que eles não tenham ligação com o TDAH ou a hiperatividade. Ainda assim, vale investigar a situação com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como diagnosticar a hiperatividade?</strong></h3>
<p>Assim que os primeiros sinais de hiperatividade forem notados em crianças, os pais já podem levar os pequenos ao médico ou ao psicólogo para fazer uma avaliação.</p>
<p>Já no caso de adultos, eles mesmos podem procurar um profissional ao analisar quais comportamentos hiperativos estão presentes em suas vidas. Para um adolescente ou adulto receber o diagnóstico de TDAH, os sintomas precisam estar presentes desde antes dos 12 anos.</p>
<p>Na consulta com o médico psiquiatra, é normalmente feito um questionário para identificar quais sintomas estão presentes e a sua severidade. Após a avaliação, o médico monta um plano de tratamento e pode encaminhar o paciente para um psicólogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Qual a idade para diagnosticar hiperatividade?</strong></h3>
<p>Não existe uma idade certa para o diagnóstico da hiperatividade, mas ele costuma acontecer na infância devido à familiaridade de como os sintomas se manifestam nesta faixa etária. Além da família, professores podem identificar comportamentos hiperativos nos pequenos e apontá-los para os pais.</p>
<p>A hiperatividade se manifesta de modo diferente em jovens e adultos, por isso, entender que os sintomas são, de fato, sinais de hiperatividade tende a levar mais tempo.</p>
<p>Não raro essas pessoas internalizam crenças negativas sobre si mesmas em razão do que é dito por terceiros. Por exemplo, se acham preguiçosas, burras ou incompetentes. Assim, essas pessoas não procuram ajuda profissional para tentar entender o seu próprio comportamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de hiperatividade</strong></h3>
<p>Como dito, a hiperatividade pode se manifestar de diversas formas, tais como:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Impulsividade</strong></p>
<p>A impulsividade é um dos sinais mais comuns de hiperatividade. Pessoas hiperativas tomam decisões precipitadas das quais normalmente se arrependem depois. Na vida adulta, a dificuldade para controlar impulsos pode refletir negativamente na sua vida financeira. O indivíduo pode desenvolver o hábito de adquirir objetos ou serviços desnecessários para satisfazer uma necessidade momentânea, endividando-se no processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Desorganização</strong></p>
<p>A agitação da hiperatividade se manifesta tanto na inquietação corporal quanto de pensamento. Sendo assim, pessoas hiperativas costumam ser desorganizadas. Elas deixam os cômodos desarrumados e objetos fora do lugar e não se lembram onde os colocaram durante o momento de distração. Da mesma forma, perdem objetos importantes, como chaves ou documentos, com frequência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Dificuldade de gerir o tempo</strong></p>
<p>A desorganização também se estende para a capacidade de gerenciar o tempo. Pessoas hiperativas podem se esquecer e se atrasar para compromissos com mais frequência. Não quer dizer que elas não os consideram importantes. Há estudos que apontam que a percepção do tempo é diferente para alguns indivíduos diagnósticos com TDAH, especialmente em crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Inquietação</strong></p>
<p>A inquietação é um dos sintomas centrais da hiperatividade. Ela pode ser percebida nos seguintes comportamentos:</p>
<ul>
<li>Movimentar os pés e as mãos;</li>
<li>Falar demais ou rapidamente;</li>
<li>Andar pelos cômodos;</li>
<li>Distrair-se facilmente durante uma aula ou atividade que requer atenção prolongada;</li>
<li>Sempre estar mexendo em objetos;</li>
<li>Ter dificuldade para esperar a sua vez; e</li>
<li>Sensação de inquietude, como se algo precisasse ser feito para contê-la.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Alterações no humor</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a alteração no humor. Pessoas hiperativas tendem a sentir emoções intensas, como raiva, frustração e decepção. A impressão passada para os demais é que a pessoa muda de humor rapidamente sem razão ou por motivos demasiadamente simples, como não ter o produto que ela gosta no supermercado. O que acontece, na verdade, é que ela tem dificuldade para controlar as suas emoções e impulsos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Dificuldade para lidar com o estresse</strong></p>
<p>A resposta ao estresse também costuma ser elevada. Assim, quem tem hiperatividade sente os efeitos do estresse, como irritabilidade, falta de energia, dificuldade para dormir e alterações nos hábitos alimentares, mais intensamente. Do mesmo modo, têm dificuldade para controlá-los, sofrendo com os efeitos do estresse por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7- Problemas para completar tarefas</strong></p>
<p>A falta de organização e a percepção diferenciada do tempo acaba prejudicando a conclusão de tarefas dentro de determinados prazos. Pessoas hiperativas conseguem executar e concluir tudo o que se sujeitam a fazer, mas podem se atrapalhar durante a atividade.</p>
<p>A ansiedade para terminar no prazo e seguir o ritmo dos outros pode conduzir a erros e elevar os níveis de estresse. Então, é preciso compreender que pessoas hiperativas simplesmente possuem outras maneiras de fazer as coisas, as quais podem exigir mais tempo. E não há nada de errado nisso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8- Baixa tolerância à frustração</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a baixa tolerância à frustração. Como pessoas hiperativas possuem dificuldade de regular as suas emoções, é comum que não respondam bem à frustração. Por isso, desistem mais rapidamente de atividades que consideram frustrantes ou possuem reações mais exageradas à frustração do que quem não tem hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como a terapia pode ajudar com a hiperatividade?</strong></h3>
<p>O tratamento para a hiperatividade ou o TDAH em crianças tende a ser composto por vários profissionais, como o médico, o psicólogo, o fonoaudiólogo, entre outros.</p>
<p>Tanto os pais quanto a escola são agentes ativos durante o tratamento, sobretudo, na terapia. O psicólogo precisa conversar com os pais e com o psicólogo da escola ou professores para compreender o quadro da criança e acompanhar a sua evolução. Desta forma, o profissional consegue fazer uma avaliação completa.</p>
<p>No caso dos adultos, a terapia possui várias funções: ajudar na organização pessoal, profissional ou acadêmica, trabalhar a autoestima, ensinar a gerenciar a ansiedade, promover o controle da impulsividade, entre outros.</p>
<p>Através de um conjunto de hábitos e técnicas, pacientes adultos encontram a sua fórmula ideal para lidar com a hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a hiperatividade no dia a dia?</strong></h3>
<p>Além do tratamento com especialistas, pessoas hiperativas podem seguir as seguintes dicas para minimizar o impacto da inquietação no dia a dia:</p>
<ul>
<li>Diminuir o consumo de alimentos estimulantes, como café, chá preto, energéticos, refrigerantes, entre outros;</li>
<li>Praticar meditação para promover um estado mental de tranquilidade;</li>
<li>Simplificar tarefas, quebrando-as em metas pequenas para evitar a sobrecarga;</li>
<li>Praticar técnicas relaxantes, como respiração profunda e visualização, para clarear os pensamentos;</li>
<li>Ter uma agenda, seja física ou digital, para conferir os compromissos do dia e semana;</li>
<li>Praticar exercícios físicos;</li>
<li>Fazer caminhadas; e</li>
<li>Procurar analisar um desejo antes de ceder à impulsividade.</li>
</ul>
<p>A ausência de tratamento da hiperatividade na infância pode fazer com que, na vida adulta, as pessoas tenham dificuldade de regular emoções, gerenciar a frustração, desenvolver habilidades sociais para a convivência profissional e aprender a controlar impulsividade.</p>
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		<title>Conheça gatilhos emocionais do pânico e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 01:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[ataque do pânico]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[panico]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos tóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[taquicardia]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.</p>
<p>Quando temos consciência dos fatores que possuem capacidade de perturbar o nosso bem-estar emocional, conseguimos desenvolver estratégias para lidar com eles e, assim, evitar desconfortos físicos e psicológicos. Muitos gatilhos podem desencadear o pânico no nosso dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é ataque de pânico?</strong><span id="more-2659"></span></h4>
<p>O ataque de pânico pode ser descrito como uma reação do corpo à ansiedade incontrolável. Então, quando uma pessoa se depara com uma situação que desencadeia medo, estresse ou preocupação e não sabe como reagir, ela pode ter uma reação física.</p>
<p>Nem sempre essa situação representa uma ameaça real à sua vida ou saúde mental, mas, por ter dificuldade de gerenciar essas emoções, a pessoa acaba tendo um ataque de pânico.</p>
<p>Apesar de qualquer pessoa poder ter um ataque de pânico, episódios frequentes e em situações que não apresentam perigo são motivos de preocupação. Eles podem evidenciar a existência de uma condição de saúde mental, como a síndrome do pânico e a ansiedade generalizada.</p>
<p>Tipicamente, o ataque de pânico acontece subitamente. Quando já passamos por essa experiência, às vezes é possível prevê-lo ao identificar os primeiros sintomas e tomar atitudes para suavizar a sua intensidade. Embora os sintomas possam variar de pessoa para pessoa, eles tipicamente incluem:</p>
<ul>
<li>Crescente sensação de ameaça;</li>
<li>Medo irracional de morrer ou de perder o controle;</li>
<li>Náusea ou vômito;</li>
<li>Dor de cabeça;</li>
<li>Aperto no peito;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Sensação de desmaio;</li>
<li>Dormência nos membros;</li>
<li>Dificuldade para respirar;</li>
<li>Sensação de não pertencimento ao corpo; e</li>
<li>Suor excessivo.</li>
</ul>
<p>Algumas pessoas são mais sensíveis aos sintomas físicos enquanto outras sentem mais sintomas emocionais e psicológicos. Em alguns casos, os sintomas são semelhantes ao de um ataque cardíaco, o que leva as pessoas a visitarem um médico de imediato. Mas, na verdade, o mal-estar foi resultado do pânico crescente.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Gatilhos emocionais comuns do pânico</strong></h4>
<p>Existem vários gatilhos emocionais que desencadeiam um ataque de pânico. Grande parte das pessoas não têm ciência deles, então se colocam em contato com eles repetidamente sem ter a intenção.</p>
<p>Como os sintomas do ataque de pânico são intensos, eles podem levar ao medo de continuar tendo crises, especialmente em lugares públicos. O próprio medo de passar pela experiência novamente se transforma em um gatilho de novos episódios. Por conseguinte, indivíduos escolhem se isolar.</p>
<p>Em seguida, veja alguns dos gatilhos emocionais mais comuns do pânico e como lidar com eles.</p>
<p><strong>1.  Estresse</strong></p>
<p>O estresse é um dos principais gatilhos do pânico, além de ser um agravante para muitas condições de saúde mental. Diversas situações do dia a dia podem desencadear o estresse, como engarrafamentos, longas esperas em filas, interações sociais e múltiplos compromissos profissionais. Sendo assim, é muito fácil encontrar fatores estressores que resultam em desconforto emocional e físico.</p>
<p>Como lidar? É imprescindível praticar o autocuidado para conservar o bem-estar emocional e desenvolver métodos para responder bem ao estresse, como respirar profundamente ou deixar o ambiente por alguns instantes para colocar os pensamentos em ordem.</p>
<p><strong>2. Abuso de substâncias</strong></p>
<p>Quem sofre de ataques de pânico recorrentes costuma apresentar um desequilíbrio da química cerebral. Então, a produção irregular de neurotransmissores, responsáveis pela comunicação das células no sistema nervoso, resulta em uma comunicação ineficiente, a qual, por sua vez, traz uma série de consequências para o organismo. Substâncias como drogas e álcool interferem ainda mais nessa comunicação. A longo prazo, o seu uso pode causar problemas irreversíveis para a saúde mental e física.</p>
<p>Como lidar? Cortar o uso dessas substâncias e seguir o tratamento psiquiátrico e psicológico para a síndrome do pânico. Pode ser necessário buscar a ajuda de instituições especializadas em abuso de substâncias para cessar a ingestão, desenvolver bons hábitos e evitar recaídas.</p>
<p><strong>3. Situações sociais</strong></p>
<p>Situações sociais estressantes podem gerar ansiedade e preocupação. Enquanto algumas pessoas se sentem ligeiramente desconfortáveis em certas ocasiões, outras sofrem de fobia social e transtornos ansiosos que tornam se socializar em um grande desafio. Frequentar lugares movimentados, como shoppings e supermercados, pode se tornar insustentável ao depender da gravidade dos sintomas. Para evitar o desencadeamento de um ataque de pânico, indivíduos podem passar a evitar sair de casa.</p>
<p>Como lidar? Embora o auto isolamento pareça uma boa solução a princípio por cessar a ansiedade e o pânico, ele não ajuda na recuperação da síndrome do pânico. Indivíduos deixam de aprender a lidar com o estresse provocado por situações sociais quando escolhem se afastar do convívio social, o que acaba trazendo problemas para os seus relacionamentos interpessoais. Para reverter essa situação, você pode procurar a ajuda de um psicólogo e convidar pessoas de confiança para participar de ocasiões sociais com você.</p>
<p><strong>4. Estimulantes</strong></p>
<p>Cafeína, bebidas açucaradas, chá preto e farinha branca são alguns alimentos estimulantes da ansiedade que, quando ocupam espaço significativo em uma dieta, ajudam a estimular ataques de pânico. A ingestão excessiva de álcool e o cigarro também intensificam os sintomas da ansiedade.</p>
<p>Como lidar? Modificar os hábitos alimentares para ter uma alimentação mais saudável e balanceada. Por exemplo, a inclusão de fibras, ômega-3 e vitaminas C e B pode ajudar a combater a ansiedade. Para saber exatamente quais alimentos evitar e quais ingerir, visite um nutricionista.</p>
<p><strong>5. Memórias de traumas</strong></p>
<p><strong> </strong>A súbita lembrança de memórias de eventos traumáticos é outro gatilho emocional extremamente comum. Na tentativa de preservar a saúde mental e emocional do indivíduo, o cérebro reprime as memórias do trauma, mas, com o tempo, elas podem começar a vir à tona. Flashbacks de experiências traumáticas são um sintoma comum do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que também é caracterizado pela frequência de ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Pessoas que sofrem de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático podem se beneficiar de tratamento para essas condições. Por isso, na grande maioria dos casos, ele consiste em terapia e ingestão de medicamentos prescritos pelo psiquiatra. Além de diminuir a intensidade dos sintomas, pacientes podem digerir as emoções negativas atreladas ao trauma e seguir em frente com as suas vidas.</p>
<p><strong>6. Relacionamentos tóxicos</strong></p>
<p>Relacionamentos tóxicos podem ser especialmente estressantes para quem tem ataques de pânicos recorrentes. Eles não se limitam a relações afetivas. Amigos, colegas de trabalho, chefes e familiares também podem ser tóxicos e interagir com eles no dia a dia agrava a ansiedade e o estresse. Brigas, chantagem emocional, cobranças, manipulação e insultos são alguns aspectos comuns de relacionamentos tóxicos.</p>
<p>Como lidar? Muitas vezes, não podemos simplesmente cortar o contato com essas pessoas. No trabalho, por exemplo, precisamos conviver com todo o tipo de personalidade para concluir o nosso trabalho. Então, precisamos aprender a não sucumbir as influências negativas de indivíduos tóxicos. Já quando podemos limitar o contato, como é o caso de relacionamentos amorosos e amizades, é preferível manter a distância e buscar laços afetivos mais saudáveis.</p>
<p><strong>7. Uso de certos medicamentos</strong></p>
<p>Alguns medicamentos possuem efeitos colaterais que despertam a ansiedade e, consequentemente, geram ataques de pânico. Cada organismo reage a ingestão de medicamentos, especialmente os contínuos, de modo diferente. Enquanto algumas pessoas não sentem nenhum efeito colateral, outras não conseguem continuar tomando o medicamento.</p>
<p>Como lidar? Se você percebeu um aumento da ansiedade após começar a tomar um medicamento, converse com o seu médico.</p>
<p><strong>8. Condições de saúde</strong></p>
<p>Receber o diagnóstico de uma condição de saúde pode ser estressante. Dependendo da gravidade da patologia, preocupações sobre o funcionamento da vida diária e o que o futuro reserva podem começar a atormentá-lo. Você pode sentir uma necessidade quase incontrolável de fazer o que sempre quis, mas não fez por falta de tempo ou medo, e de prover para a sua família para deixá-los confortáveis no futuro. Essa afobação, aliada aos pensamentos negativos, pode facilmente causar ansiedade e ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Converse com o seu médico para esclarecer todas as dúvidas acerca da doença e como ela afeta o seu corpo. Do mesmo modo, visite um psicólogo para ajudá-lo a lidar com as emoções e o estresse de maneira saudável. Evite, ainda, alimentar pensamentos de cenários trágicos e mantenha o foco no que você pode fazer hoje.</p>
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		<title>Frustração: 5 maneiras de lidar com ela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 14:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Inteligência Emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[soluções]]></category>
		<category><![CDATA[TAG]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os muitos elementos que compõem a nossa vivência, está o equilíbrio entre as realizações e as frustrações. Essas emoções costumam andar juntas dado que o caminho para a autorrealização raramente é livre de obstáculos, decepções e mudanças de planos. Em algum momento ficamos frustrados com a forma que as situações ao nosso redor se desenrolam,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os muitos elementos que compõem a nossa vivência, está o equilíbrio entre as realizações e as frustrações. Essas emoções costumam andar juntas dado que o caminho para a autorrealização raramente é livre de obstáculos, decepções e mudanças de planos.</p>
<p>Em algum momento ficamos frustrados com a forma que as situações ao nosso redor se desenrolam, com os inevitáveis contratempos, com as nossas próprias limitações e com a necessidade de modificar os nossos planos para poder seguir adiante.</p>
<p>Além disso, uma das maiores fontes de frustração na atualidade é a percepção da perda de tempo. As pessoas ficam irritadas quando se encontram presas em uma fila ou no trânsito por alguns minutos, ou quando não conseguem concluir as suas tarefas profissionais até o fim do expediente. Elas se frustram mesmo sabendo que não podem fazer nada para mudar a situação.</p>
<p>Você já parou para pensar nas consequências dessa maneira de pensar para a saúde mental? Segundo psicólogos, é imprescindível aprender a lidar com a frustração da melhor maneira possível e evitar sofrimentos desnecessários dado que é impossível fugir dela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que sentimos frustração?</strong></h3>
<p><span id="more-2643"></span></p>
<p>Ficamos frustrados quando algo não acontece conforme o planejado, quebrando as nossas expectativas, ou quando nossos esforços não são recompensados da maneira desejada, então desgostamos do resultado.</p>
<p>Por exemplo, você se esforça para concluir um projeto impecável (ao seu ver) no trabalho, mas ele não é recebido da maneira esperada. Ou, ainda, descobre que as suas habilidades não estão desenvolvidas o suficiente para chegar ao resultado idealizado em sua mente.</p>
<p>A frustração também resulta da interferência de causas externas, como obstáculos incapazes de serem controlados. Por exemplo, você planeja um evento para o fim de semana e, durante o processo de preparação, diversos contratempos forçam você a prestar atenção em outros fatores ou recalcular a sua rota. A empresa contratada para fornecer os aperitivos atrasa, alguém esquece de fazer o pedido da decoração ou os objetos decorativos apresentam erros, uma forte chuva alaga o a salão alugado para o evento, entre outros imprevistos…é normal reagir com frustração a todos esses inconvenientes.</p>
<p>Essa emoção não é necessariamente ruim, pois pode ser um indicador útil dos problemas presentes em nossa vida e, consequentemente, um motivador para mudanças. Por outro lado, a frustração pode desencadear muitos sentimentos negativos. Se essa emoção não for administrada de modo adequado, pode até mesmo estimular o aparecimento de condições de saúde mental, como a depressão, e elevar o nível de estresse até causar esgotamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Respostas negativas à frustração</strong></h3>
<p>As pessoas respondem de formas diferentes à frustração e dependendo da personalidade, experiências de vida e inteligência emocional de cada um, as reações podem causar muito sofrimento emocional.</p>
<p>Algumas condições de saúde mental, como transtornos de personalidade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e ansiedade generalizada (TAG), amplificam as consequências negativas provenientes dessa emoção. Dessa maneira, a sua gestão é consideravelmente mais difícil.</p>
<p>Entre as reações mais comuns à frustração estão:</p>
<h4><strong>1- Raiva</strong></h4>
<p>A frustração é considerada uma emoção derivada da raiva, ou seja, ela pode sair fora de controle e motivar ações e palavras equivocadas. A emoção pode ser forte a ponto de provocar reações violentas.</p>
<p>Por exemplo, você provavelmente já bateu ou chutou uma máquina por ela não funcionar apropriadamente, não é mesmo? Essa reação costuma ocorrer quando a frustração atinge o seu ápice e você deixa de pensar racionalmente por alguns instantes.</p>
<h4><strong>2- Perda de autoconfiança</strong></h4>
<p>A frustração também pode causar perda de autoconfiança.</p>
<p>Quando você percebe que não consegue atingir os resultados esperados de um projeto com as suas habilidades ou conhecimento, a sensação de não ser bom o suficiente pode facilmente desmotivá-lo.</p>
<p>Também é comum acreditar que você não saberá como contornar situações complexas futuras por não ter a competência necessária.</p>
<h4><strong>3- Estresse</strong></h4>
<p>Sentir-se frustrado é estressante, principalmente quando ocorre mais de uma vez. Como você precisa modificar os seus planos e tentar novamente até conseguir o que quer (às vezes repetidamente), os níveis de estresse crescem e podem estimular sintomas emocionais e físicos.</p>
<h4><strong>4- Vontade de desistir</strong></h4>
<p>A vontade de desistir é um resultado muito comum do estresse e da perda de autoconfiança. O indivíduo frustrado, desacreditado em suas competências e estressado com tantos imprevistos, sente que não vale a pena continuar. Assim, opta por desistir, mesmo que essa decisão atrase o seu encontro com a tão almejada autorrealização.</p>
<h4><strong>5- Busca por alívios imediatos</strong></h4>
<p>A dificuldade de lidar com a frustração pode fazer com que indivíduos busquem maneiras inadequadas de aliviar essa emoção, como ingerir grandes quantidades de álcool, apostar dinheiro em jogos e comer desenfreadamente.</p>
<p>Assim que a sensação de prazer imediato desaparece, os indivíduos precisam engajar nos mesmos comportamentos para sentirem o alívio novamente. Desse modo, se viciam em substâncias ou desenvolvem compulsões prejudiciais à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a frustração?</strong></h3>
<p>A incapacidade de lidar com a frustração de maneira saudável pode nos deixar cegos, impedindo-nos de enxergar soluções simples para os nossos problemas.</p>
<p>Como cada pessoa sente a frustração de maneira diferente, é importante observar como essa emoção se manifesta e quais reações você costuma ter para descobrir maneiras efetivas de controlá-la.</p>
<p>Separamos algumas dicas as quais você pode implementar em seu dia a dia para ajudá-lo a fazer isso</p>
<h4><strong>1- Meditar</strong></h4>
<p>A meditação traz muitos benefícios para a saúde da mente e do corpo. Ela acalma a ansiedade, reduz o estresse, melhora o foco e a concentração nas tarefas, promove boas noites de sono e estimula um estado emocional de tranquilidade, propício para o controle das emoções.</p>
<p>Conseguimos manter a mente clara por um longo período e ter reações alinhadas com a nossa verdadeira essência em vez de deixar que os acontecimentos e as pessoas influenciem as nossas atitudes.</p>
<p>Você pode começar a meditar por apenas cinco minutos para sentir os benefícios da prática. Escolha um momento do dia que você não precisará atender a compromissos logo em seguida, como após o expediente, durante o intervalo de almoço ou antes de dormir. Feche os olhos e preste atenção no padrão da sua respiração por alguns minutos ou escute um áudio de meditação guiada.</p>
<h4><strong>2- Caminhar</strong></h4>
<p>Fazer uma caminhada também é uma ótima maneira de administrar a frustração, principalmente quando feita em um ambiente que você gosta.</p>
<p>Você pode tornar a caminhada um hábito para cuidar da saúde física quanto fazer uma breve caminhada sempre que se sentir frustrado, independente do lugar. Além de estimular a produção de hormônios do bem-estar e da felicidade, a caminhada ajuda a clarear a mente de pensamentos negativos. Você se sentirá renovado para enfrentar os próximos desafios.</p>
<h4><strong>3- Buscar uma distração</strong></h4>
<p>Buscar distrações não significa fugir da frustração e ignorar os seus problemas. Encontrar algo para distraí-lo o ajuda a se desprender de emoções e pensamentos negativos que o impedem de encontrar soluções efetivas para o problema.</p>
<p>Às vezes, a única coisa que podemos fazer em uma situação é esperar. Preencher esse tempo de ócio, o qual é normalmente dedicado à preocupação exaustiva com o que não se pode controlar, é uma forma de cuidar da sua saúde mental.</p>
<h4><strong>4- Procurar soluções</strong></h4>
<p>Quando a frustração toma conta, pode ser difícil retornar o pensamento para o que é realmente importante: encontrar soluções para os nossos problemas.</p>
<p>A tendência é se fixar em devaneios como ‘isso é tão injusto’ ou ‘por que isso tem que acontecer comigo?’ Além de não o ajudarem a deixar a posição desagradável na qual você se encontra, esses pensamentos estimulam sentimentos de autopiedade. Em vez disso, pense no que você pode fazer para transformar o desagradável em agradável.</p>
<p>Mantenha os pés no chão enquanto reflete para não elevar as suas expectativas e se decepcionar outra vez. Pense em soluções que tenham como base as suas habilidades e os recursos disponíveis no momento.</p>
<h4><strong> 5- </strong><strong>Gerenciar as suas expectativas</strong></h4>
<p>Quando as coisas não saem conforme o planejado, não significa que o mundo está prestes a acabar, não é mesmo?</p>
<p>A explicação mais provável para isso é a falta de expectativas realistas. Sempre que a frustração bater à sua porta, se questione se você não criou expectativas irreais sobre a situação em primeiro lugar. Costumamos fazer isso sem perceber, tomados pelo desejo de satisfazer nossas necessidades e de sempre viver boas experiências.</p>
<p>Para aprender a gerenciar as suas expectativas, você pode perguntar a si mesmo: “o que posso realisticamente esperar dessa situação?” e incluir as variáveis que podem interferir no alcance dos resultados desejados.</p>
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		<title>Como combater o hábito de comer por estresse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 18:50:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces. Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces.</p>
<p>Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um problema e praticamente todos nós já passamos por essa experiência. Você provavelmente já se viu na frente da geladeira, analisando o seu conteúdo, por estar entediado ou inquieto e acabou pegando um lanchinho rápido ou ficou tentado a pegar.</p>
<p>O hábito de comer quando se está estressado se transforma em um problema (tanto para a saúde mental quanto física) quando o indivíduo acredita que essa é a única maneira de lidar com as suas emoções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é comer por estresse?</strong></h4>
<p><span id="more-2628"></span></p>
<p>Pessoas estressadas ou ansiosas comem exageradamente na esperança de sentir algum alívio emocional e isso, não costuma ter nada a ver com a fome em si, mas com o desejo de suprimir sentimentos negativos e enfrentar situações desagradáveis. Tentar se distrair do fator estressor também pode ser um motivador.</p>
<p>Quando estamos com um problema pendente, podemos ter dificuldade para nos desligarmos desse impasse, prologando pensamentos e sentimentos ruins. Algumas pessoas utilizam a comida como distração das dores emocionais e pode ser difícil ter a percepção de que você está comendo demais por conta do estresse.</p>
<p>A “fome emocional” normalmente aparece rapidamente e desperta uma urgência, fazendo o indivíduo comer algo para saciá-la. Pessoas que comem por estresse costumam ter um lanche favorito e deixá-lo por perto para essas ocasiões e depois de comer, é normal sentir vergonha.</p>
<p>Alguns estudos apontam que mulheres tendem a recorrer à comida quando estressadas ou ansiosas enquanto os homens preferem beber ou fumar.</p>
<p>Com o tempo, esse hábito pode desencadear consequências negativas para a saúde física, como sobrepeso, diabetes, obesidade, hipertensão e doenças cardíacas. Desse modo, além de sofrer com o estresse na vida diária, o indivíduo que come por estresse precisa lidar com os sintomas de outras patologias.</p>
<p>Já para a saúde mental, a principal consequência é não aprender a lidar com sentimentos negativos e estresse de maneira saudável. Ao invés de enfrentar as situações, o indivíduo desconta esse estresse na comida. O mal-estar não desaparece, apenas se fortalece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que comemos por estresse?</strong></h4>
<p>Estudos sugerem que as pessoas descontam o sofrimento emocional na comida por questões psicológicas e fisiológicas. Comer um lanche gostoso ou a sua refeição favorita promove uma sensação momentânea de alívio e se o indivíduo não possui outros meios de buscar o bem-estar, ele acaba buscando essa solução fácil, porém efêmera. Quanto mais ele se alimentar com o objetivo de se sentir bem consigo mesmo, mais rapidamente as sensações prazerosas se extinguirão e precisarão ser repostas.</p>
<p>Já do ponto de vista fisiológico, a necessidade de comer alimentos salgados, doces ou gordurosos vem de um comando do cérebro. O estresse é um resultado da liberação excessiva do hormônio cortisol, o qual desencadeia o instinto de “lutar ou fugir”. Tanto o corpo quanto a mente sentem que estão prestes a enfrentar uma ameaça. Então, o cérebro envia um comando para ingerir mais comida e preparar o organismo para enfrentar uma situação potencialmente perigosa. Quando o indivíduo come, essa necessidade é sanada e o estresse tende a diminuir.</p>
<p>Outras razões pelas quais as pessoas comem excessivamente quando estressadas são:</p>
<ul>
<li>Tédio: sentir-se entediado é um gatilho comum para comer excessivamente. Pessoas com vidas menos ativas são mais suscetíveis a aliviar o estresse com comida por precisarem ter algo para manter as mentes ocupadas;</li>
<li>Hábitos: em algum momento da vida, você pode ter associado comer algo gostoso com uma recompensa de uma conquista ou como um conforto após vivenciar um acontecimento ruim. Por conta disso, comer por estresse virou um hábito;</li>
<li>Fadiga: é mais fácil extrapolar na quantidade de comida ingerida quando se está cansado demais para pensar no que você está fazendo; e</li>
<li>Influências sociais: convites para sair para jantar ou beber depois de um dia difícil ou para comemorar um grande feito são comuns. Você pode ter dificuldade para recusá-los para não magoar quem o convidou ou para não exagerar na alimentação durante eventos sociais.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como acabar com o hábito de comer por estresse?</strong></h4>
<p>Como vivemos hoje em uma sociedade com diversos estímulos e responsabilidades, grande parte da população brasileira convive com algum nível de estresse. Segundo a International Stress Management Association do Brasil, a ISMA-BR, 30% dos profissionais brasileiros sofrem de burnout, ou esgotamento profissional. Essa condição é causada pelo estresse crônico resultante de condições de trabalho ruins.</p>
<p>É impossível fugir do estresse na atualidade. Você o encontrará de alguma forma ou de outra no dia a dia. Sendo assim, é importante aprender a lidar com ele e os seus efeitos negativos da melhor maneira possível.</p>
<p>Comer excessivamente, especialmente alimentos pouco saudáveis, não é a melhor solução para combater o estresse. Além de trazer mais problemas para a saúde, não ajuda a reduzir o desconforto emocional, o principal objetivo de quem come por estresse.</p>
<p>Veja abaixo algumas maneiras de lidar com o estresse de um jeito saudável.</p>
<p><strong>1- Conheça os seus estressores:</strong></p>
<p>O que lhe estressa no dia a dia? Faça uma breve análise da sua vida e procure identificar quais elementos presente nela geram desconforto emocional. Os fatores estressores mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Excesso de trabalho;</li>
<li>Conflitos conjugais;</li>
<li>Pressões e cobranças tanto internas quanto externas;</li>
<li>Acontecimentos traumáticos, como acidentes, roubos ou brigas;</li>
<li>Colegas de trabalho e chefes desagradáveis;</li>
<li>Ambiente familiar opressor; e</li>
<li>Morar em um local perigoso.</li>
</ul>
<p>Após identificar quais fatores desencadeiam estresse em sua vida, você conseguirá bolar estratégias para lidar com eles. Talvez seja melhor evitá-los por completo ou, se não for necessário, reduzir o contato com eles.</p>
<p>Se a razão do seu estresse é o convívio com uma pessoa, você pode pensar em maneiras de não deixar ela lhe afetar, como não responder a provocações, tentar se colocar no lugar dela ou pedir diretamente para que ela cesse um comportamento desagradável.</p>
<p><strong>2- Evite comprar certos alimentos:</strong></p>
<p>Deixe de comprar alimentos que você normalmente consome quando está estressado. Não é preciso parar de consumi-los de uma vez. Fazer isso pode até ser prejudicial dado que o seu corpo e mente já estão acostumados com aquele conforto. Deixe de comprá-los aos poucos ou os substitua por alternativas saudáveis, como frutas.</p>
<p>Da mesma forma, desinstale aplicativos de entrega de comida para não cair na tentação de pedir um lanche rápido. A facilidade de pedir comida pronta acaba incentivando as pessoas a comerem alimentos menos saudáveis e podem ser um facilitador para quem tem hábito de comer por estresse.</p>
<p><strong>3- Substitua o hábito ruim por um bom</strong></p>
<p>Pense consigo mesmo: o que você gosta de fazer normalmente? O que você poderia fazer para reduzir o estresse além de comer? Existem múltiplas atividades relaxantes que ajudam a elevar a sensação de bem-estar, como meditação, caminhada ou corrida e praticar exercícios de respiração profunda. Você pode tentar fazer alguma delas quando se sentir estressado e avaliar como você se sente depois.</p>
<p>Buscar a distração do estresse em algo produtivo, como um passatempo, é outra opção para quebrar o hábito de comer por estresse. Você pode ler um livro ou artigos enriquecedores de uma plataforma na internet, assistir a um filme ou a vídeos engraçados, ou desenvolver uma habilidade criativa.</p>
<p><strong>4- Visite um psicólogo</strong></p>
<p>Está com dificuldade para quebrar o hábito de comer por estresse? Visitar um psicólogo pode ser uma solução.</p>
<p>A terapia é o lugar onde você pode falar tudo o que pensa e desabafar sobre problemas, até sobre aqueles que você tem vergonha ou receio de falar. Em troca, o psicólogo o ajuda a encontrar soluções para esses impasses. Não importa se a causa do seu estresse é passageira ou permanente. Você pode falar sobre qualquer coisa que o incomoda na terapia.</p>
<p>Talvez o seu mal-estar atual seja o resultado de um problema do passado que você ainda não conseguiu resolver e nem sequer sabe. Além de ajudar a solucionar os problemas, a terapia promove o autoconhecimento, necessário para que você consiga tomar decisões mais certeiras. Ao saber quem você e o deseja, além do gosta e não gosta, consegue evitar situações desnecessárias e aproveitar oportunidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo post!</p>
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		<title>Sinais de compulsão pelo trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 02:56:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[Compulsão pode ser descrita como a dificuldade para controlar desejos, segundo psicólogos. Os comportamentos compulsivos são naturalmente impulsivos e inconsequentes, mas, depois, costumam estimular reflexões acerca do objeto da compulsão. Não raro as pessoas se sentirem envergonhadas, decepcionadas ou frustradas por terem cedido às suas compulsões. Elas prometem para si mesmas que nunca mais farão aquilo,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Compulsão pode ser descrita como a dificuldade para controlar desejos, segundo psicólogos.</p>
<p>Os comportamentos compulsivos são naturalmente impulsivos e inconsequentes, mas, depois, costumam estimular reflexões acerca do objeto da compulsão.</p>
<p>Não raro as pessoas se sentirem envergonhadas, decepcionadas ou frustradas por terem cedido às suas compulsões. Elas prometem para si mesmas que nunca mais farão aquilo, mas, no calor do momento, voltam a alimentar a compulsão.</p>
<p><strong>Por que as pessoas recorrem às compulsões?</strong><span id="more-2454"></span></p>
<p>Compulsões podem ter relação com uma variedade de desejos que, conforme as crenças da pessoa compulsiva, podem tornar a sua vida mais agradável mesmo que por alguns minutos.</p>
<p>Comportamentos compulsivos costumam ser uma resposta a traumas, estresse ou impasses de difícil resolução.</p>
<p>Um dos grandes problemas é a perda (momentânea ou não) do julgamento do que é considerado bom e saudável.A pessoa compulsiva busca incessantemente o prazer e somente depois percebe que tomou decisões precipitadas e prejudiciais para sua vida. Mas, essa reflexão não é o suficiente para ela cessar a compulsão.</p>
<p>Quem tem compulsão por compras, por exemplo, pode maximizar o cartão de crédito e ter uma montanha de dívidas. Mesmo sabendo disso, o indivíduo não consegue parar de comprar.</p>
<p>Outra questão problemática é o prejuízo causado em outras áreas da vida. A pessoa com compulsão por comida, por exemplo, pode desenvolver problemas de saúde no futuro, como obesidade, diabetes e doenças cardíacas. Já a compulsão por trabalho pode interferir nos relacionamentos, principalmente afetivo e familiar.</p>
<p>A compulsão por trabalho também pode ter origem na baixa autoestima. Para provar sua competência a si mesmo e aos outros, o indivíduo busca constante validação através do seu desempenho profissional onde seu valor como indivíduo reside na qualidade do seu trabalho.</p>
<p>Da mesma forma, traumas e situações estressantes em outras esferas da vida podem empurrar a pessoa para um estilo de vida workaholic. A compulsão por trabalhar se torna uma maneira de escapar das memórias ou realidade insatisfatória.</p>
<p><strong>Sinais de compulsão por trabalho</strong></p>
<p>Você está viciado em trabalho? Se suspeita ter compulsão por trabalho, mas tem dificuldade em aceitar isso, confira abaixo alguns comportamentos compulsivos para fins de esclarecimento e caso se identifique com grande parte dos sinais, procure um psicólogo para ajudá-lo a ter uma vida profissional saudável.</p>
<ul>
<li><strong>Preocupação excessiva com o trabalho:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional compulsivo passa muito tempo se preocupando com o próximo dia, semana ou mês no trabalho. As suas preocupações costumam ser exageradas e ilógicas visto que grande parte dos impasses podem ser resolvidos com facilidade no horário do expediente.</p>
<p>Mesmo quando se encontra fora do escritório ou do home office, o profissional não consegue parar de pensar em trabalho. Ele fica grudado ao celular tentando concluir pendências ou adiantar a carga da próxima semana.</p>
<ul>
<li><strong>Problemas de saúde física e mental:</strong></li>
</ul>
<p>A compulsão também traz riscos à saúde uma vez que o profissional trabalha incessantemente. O estresse, ansiedade e preocupação passam a ser constantes em sua vida e podem abrir portas para várias patologias, como AVC, infarto, diabetes, fibromialgia, depressão, obesidade e Síndrome de Burnout.</p>
<ul>
<li><strong>Ausência de hobbies:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional compulsivo não tem tempo para hobbies. A sua vida é voltada somente para o trabalho, então ele não costuma ter outros interesses. Não há nada em sua vida, além das pendências profissionais, que desperte seu entusiasmo.</p>
<p>Os hobbies são importantes, embora possam ser vistos como “perda de tempo”. Eles fornecem um descanso necessário tanto ao cérebro quanto ao corpo, além de promover o prazer no dia a dia.</p>
<ul>
<li><strong>Estresse persistente:</strong></li>
</ul>
<p>Como dito anteriormente, o estresse passa a ser uma presença constante na vida de quem possui compulsão por trabalho. O ambiente profissional normalmente já é um local favorável para o aumento do estresse, não é? Prazos curtos, conflitos entre colegas, atendimento ao cliente, imprevistos, erros, briga de egos e funções pouco estimulantes são alguns dos fatores presentes no ambiente de trabalho que causam estresse.</p>
<p>Como a compulsão conduz as pessoas a trabalharem cada vez mais, elas possuem maior contato com esses fatores estressantes.</p>
<ul>
<li><strong>Negligência de períodos de descanso:</strong></li>
</ul>
<p>Por nutrir um estado emocional perturbado, a produtividade e rendimento do profissional compulsivo naturalmente caem. Afinal, estamos na nossa melhor forma física e psicológica somente quando temos saúde, certo?</p>
<p>Frustrado, o profissional compulsivo pode desrespeitar os seus limites, negligenciando períodos de descanso e lazer, para tentar elevar o seu desempenho. Dificilmente, contudo, ele irá se deparar com resultados positivos.</p>
<p>As férias, feriados prolongados e finais de semana existem por uma razão: ajudar as pessoas a recarregarem as energias e aliviarem a tensão acumulada após longos períodos de atividade.</p>
<ul>
<li><strong>Problemas no relacionamento:</strong></li>
</ul>
<p>Os relacionamentos do profissional compulsivo normalmente sofrem. Ele possui dificuldade para encontrar o equilíbrio saudável entre a vida pessoal e profissional. Assim, cônjuges, filhos e outros familiares ficam irritados ou magoados com a sua ausência.</p>
<p>A ausência pode ser física ou emocional. Quando uma pessoa está na presença de entes queridos, mas não consegue se desligar do celular ou parar de pensar em coisas as quais não são importantes naquele momento, ela não está dedicando atenção a eles.</p>
<p>É comum que a intimidade seja abalada ou perdida (ou deixe de ser construída, como costuma acontecer entre pais e filhos), levando ao afastamento de pessoas queridas e de parceiros, amigos ou colegas em potencial.</p>
<ul>
<li><strong>Comportamento impaciente e irritativo:</strong></li>
</ul>
<p>O estresse, insônia, ansiedade, letargia e esgotamento emocional deixam as pessoas irritadas e com pouca paciência. Expressões e atitudes podem ser mal interpretadas e a tolerância para erros pode ser quase nula.</p>
<p>O convívio diário com o profissional compulsivo tende, então, a ser desagradável para os colegas e frequentemente originar conflitos. É comum que os demais se afastem desse profissional aos poucos. Ninguém gosta de conviver com alguém que está sempre irritado, não é?</p>
<ul>
<li><strong>As conversas giram ao redor do trabalho:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional com compulsão por trabalho só sabe falar disso! Embora comentar sobre eventos ocorridos no ambiente de trabalho seja normal entre colegas e familiares, o excesso facilmente se torna cansativo para os ouvidos alheios.</p>
<ul>
<li><strong>Avisos constantes para trabalhar menos:</strong></li>
</ul>
<p>É comum que profissionais compulsivos recebam conselhos de colegas, familiares, cônjuges e até de chefes para reduzirem a carga de trabalho. As pessoas que convivem com eles tendem a perceber os efeitos negativos da compulsão mais facilmente uma vez que não possuem o mesmo apego emocional ao trabalho.</p>
<p>Elas notam o cansaço, a irritabilidade, a mudança na aparência e as ambições que parecem somente estar relacionadas à vida profissional. E, preocupadas, aconselham o profissional a reduzir a carga horária e aproveitar melhor o tempo livre.</p>
<p>Se você já escutou conselhos assim e de pessoas diferentes, considere dar ouvidos a eles e refletir sobre o seu comportamento!</p>
<ul>
<li><strong>Trabalho como forma de aguentar sentimentos de ansiedade, culpa e depressão:</strong></li>
</ul>
<p>O vício em trabalho pode ser um mecanismo de defesa contra sentimentos de ansiedade, culpa, depressão, medo, desespero e outros. Como o indivíduo não consegue lidar com eles de maneira saudável, ele recorre ao trabalho para fugir da negatividade.</p>
<p>O problema é que essa maneira de escapar da realidade não ajuda a reduzir os sentimentos desagradáveis. Pelo contrário, ela pode torná-los insuportáveis com o tempo. O modo mais adequado de lidar com o que consideramos emocionalmente desagradável é encarando nossos problemas de frente.</p>
<p>Como sabemos que fazer isso não é nada fácil (afinal, você pode nem sequer saber por onde começar!), sempre recomendamos buscar a ajuda de um psicólogo.</p>
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<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
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