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	<title>Arquivo de emoções - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de emoções - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Terapia de casal: o que esperar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 00:53:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares. Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão. Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares.</p>
<p>Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão.</p>
<p>Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo para que possam entender um pouco mais sobre o assunto.</p>
<h3></h3>
<h4><strong>O que é a terapia de casal?</strong></h4>
<p><span id="more-2852"></span></p>
<p>A terapia de casal é uma modalidade de psicoterapia na qual um casal é acolhido por um psicólogo. Ou seja, diferentemente da terapia individual, aqui, os parceiros participam da consulta ao mesmo tempo.</p>
<p>Sua finalidade é permitir que o casal se comunique de maneira assertiva, algo muitas vezes difícil no dia a dia.</p>
<p>Assim, eles podem se abrir e relatar suas queixas para encontrar soluções para o conflito por meio da ajuda do psicólogo, que atua como um mediador.</p>
<p>Convém mencionar que o especialista não atua como um juiz. Jamais! Na realidade, ele apresenta direcionamentos ao casal e os ajuda a entender comportamentos individuais que estejam afetando a relação.</p>
<p>Apesar de não ser individual, essa terapia também contribui para o autoconhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Quando procurar um psicólogo para iniciar a terapia de casal?</strong></h4>
<p>Não é novidade pra ninguém que os conflitos são normais em todos os relacionamentos, não é mesmo?</p>
<p>No entanto, a terapia de casal é recomendada quando os parceiros não conseguem administrar sozinhos os problemas conjugais e percebem que isso interfere na qualidade de vida enquanto seres individuais e casal.</p>
<p>Assim, o ideal é que a ajuda psicológica seja procurada ainda no início do conflito para evitar que os ressentimentos se agravem dentro da relação.</p>
<h4><strong>O que acontece na primeira sessão da terapia de casal?</strong></h4>
<p>Depois que um casal chega à conclusão de que é necessário iniciar a terapia de casal, algumas dúvidas surgem, como “o que acontece na primeira sessão?”.</p>
<p>É muito comum se encher de expectativas e perguntas, afinal, é um passo de grande mudança e relevância para a vida a dois.</p>
<p>Sendo assim, listamos alguns pontos para você e o seu parceiro saberem o que esperar desse primeiro encontro com o psicólogo.</p>
<h4><strong>Apresentações</strong></h4>
<p>No início da primeira sessão, o psicólogo costuma se apresentar para o casal e explicar um pouco sobre sua abordagem terapêutica (Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicanálise, entre outras) e sua filosofia de trabalho.</p>
<p>Do mesmo modo, o casal também se apresenta ao psicólogo, fornecendo algumas informações importantes, como idade, profissão, entre outras.</p>
<h4><strong>História do relacionamento e desafios </strong></h4>
<p>Após a apresentação básica inicial, então o psicólogo procurará entender sobre a história do relacionamento. Para isso, vocês deverão contar um pouco sobre como se conheceram e falar sobre alguns marcos importantes na relação.</p>
<p>Esse momento da terapia é muito importante para que o especialista consiga compreender alguns pontos que desencadearam a dinâmica atual.</p>
<p>Além disso, o psicólogo também poderá questionar sobre os desafios e problemas que vocês têm vivenciado no momento e como isso tem atrapalhado o bem-estar de ambos.</p>
<h4><strong>Objetivos da terapia </strong></h4>
<p>Você e o seu parceiro devem relatar ao psicólogo o que motivou a procura pela terapia. Pode ser que isso não esteja muito claro para algum dos dois. Nesse caso, o especialista os ajudará a refletir para que consigam estabelecer objetivos claros.</p>
<p>É muito importante que a finalidade esteja definida para o direcionamento das próximas sessões e também para que seja possível avaliar os resultados no futuro.</p>
<p>Além disso, é importante alinhar as expectativas, isto é, o que cada um espera conquistar ao final do acompanhamento.</p>
<h4><strong>Expressão das emoções </strong></h4>
<p>O psicólogo criará um ambiente confortável para que os parceiros possam se sentir confortáveis para expressarem suas emoções e preocupações.</p>
<p>Pode ser que haja algum desconforto no início, e isso é normal. Afinal, à medida que vocês forem criando vínculos com o especialista, se sentirão mais à vontade.</p>
<p>No entanto, logo nessa primeira sessão, o psicólogo incentivará a expressão de ambos para que seja possível identificar padrões de pensamento e comportamento que estejam prejudicando o relacionamento.</p>
<p>Atuando como um mediador, o especialista incentivará um diálogo aberto e respeitoso. Caso ele perceba que vocês não têm conseguido se abrir, é muito provável que nas próximas consultas ele ajude-os a desenvolver habilidades de comunicação mais eficazes.</p>
<h4><strong>Psicólogo como mediador </strong></h4>
<p>Como mencionamos, desde a primeira sessão o psicólogo atuará como mediador. Assim, não existe a possibilidade de o especialista ficar do lado de um ou de outro.</p>
<p>Além disso, ele vai agir de forma a tentar controlar e acalmar os ânimos que podem se exaltar e conduzir cada um a refletir sobre suas próprias atitudes no relacionamento.</p>
<h4><strong>Estabelecimento de regras</strong></h4>
<p>Ainda na primeira sessão, o psicólogo definirá algumas regras junto ao casal para garantir a fluidez da terapia. Nesse sentido, o especialista deve definir com vocês alguns pontos, como o respeito à falta do outro, sem interrupções, por exemplo.</p>
<h4><strong>Não busque por soluções na primeira sessão </strong></h4>
<p>É isso mesmo que você leu! Você não deve buscar soluções na primeira sessão, porque não as encontrará.</p>
<p>O acompanhamento psicológico é um processo contínuo, que exige o comprometimento do casal e que leva tempo para solucionar todos os conflitos.</p>
<p>Portanto, entenda que é ao longo das sessões de terapia que você e seu parceiro identificarão de fato todas as questões por trás dos conflitos existentes e encontrarão meios eficazes para resolvê-los, partindo da mudança de comportamento de cada um.</p>
<h4><strong>6 dicas para a terapia de casal ter o efeito desejado </strong></h4>
<p>Os resultados da terapia dependem de diversos fatores, inclusive do comprometimento do casal. Desse modo, confira algumas dicas que podem ser muito úteis para que você e o seu parceiro consigam encontrar na terapia aquilo que desejam!</p>
<p>1 &#8211; Se comprometam: é preciso se comprometer diariamente com o processo. Isso significa não apenas frequentar todas as sessões, mas também seguir as atividades propostas pelo psicólogo no dia a dia.</p>
<p>2- Estejam abertos a mudanças: sempre haverá pontos de mudanças propostos para ambos os indivíduos em seus padrões de pensamento e comportamento. Portanto, estejam dispostos a mudarem e evoluírem.</p>
<p>3- Sejam pacientes: como mencionamos, os resultados não virão imediatamente. Portanto, tenham paciência para visualizarem as melhorias gradativamente e ao longo do acompanhamento.</p>
<p>4- Sejam empáticos: é preciso exercer a empatia durante as sessões de terapia, procurando se colocar no lugar do outro e, sobretudo, ouvi-lo em suas queixas. Ou seja, pratique a escuta ativa.</p>
<p>5- Sejam honestos: é importante que nesse processo de autoconhecimento, ambos sejam honestos consigo mesmo e com o outro. Apenas dessa forma será possível encontrar soluções para os conflitos.</p>
<p>6- Se sentirem vontade, mudem de psicólogo: pode acontecer de vocês não se identificarem com o especialista ou com a abordagem dele. Nesse caso, saiba que não há problema nenhum em trocar de psicólogo e começar do zero.</p>
<p>Seguindo todas essas dicas, será possível aproveitar melhor não apenas a primeira sessão de terapia, mas todas elas e, assim, enxergar resultados positivos e satisfatórios ao longo do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p>Grande abraço a todos!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como deixar de se importar com o que os outros pensam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 17:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos. Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos.</p>
<p>Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos e, ao modificar a sua conduta para se encaixar nos requisitos, a sua carreira pode avançar consideravelmente. Essa mudança de comportamento, no entanto, não é permanente. Ela serve para ajudá-lo a aproveitar uma oportunidade ou alcançar objetivos. Segundo psicólogos, o problema nasce quando modificamos nosso comportamento e fazemos coisas, ou deixamos de fazer, devido à opinião dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos importamos tanto com opiniões alheias?</strong></h4>
<p>Você já sentiu que deveria tomar determinada atitude para agradar terceiros? Ou teve medo de fazer algo para você (mudar o visual, trocar de emprego, começar ou terminar um relacionamento) por causa do que os outros vão pensar?</p>
<p>A sensação de estar sendo vigiado é mais forte na adolescência. É nessa fase que começamos a nos importar com as opiniões de amigos e pretendentes, pois é quando compreendermos o significado de “viver em sociedade”. O adolescente tem horror em ser visto de forma negativa e geralmente tem um desejo ardente de provar a sua capacidade para os outros.</p>
<p>Adolescentes tímidos ou pouco autoconfiantes, em especial, tendem a ligar excessivamente para o que terceiros pensam a seu respeito. Em sua busca para agradar os colegas e pertencer a um grupo, podem fazer coisas contra sua vontade. Quando não conseguem impressionar, passam a temer o julgamento alheio.</p>
<p>Algumas pessoas entram na vida adulta com esse medo. Assim, sofrem com uma série de preocupações: são ansiosas, temem o que os demais vão falar sobre as suas escolhas, não conseguem expressar a sua verdadeira identidade, têm dificuldades para fazerem escolhas sozinhas, temem o fracasso acima de tudo e sentem-se frustradas consigo mesmas. Essa repressão auto imposta é a fórmula certeira para a depressão, a ansiedade e o estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como deixar de se importar com o que os outros pensam?</strong></h4>
<p>Parar de se importar com as opiniões alheias requer esforço e prática diária.</p>
<p>Toda vez que decidimos modificar um comportamento, precisamos levar em consideração que ele já está profundamente acomodado dentro de nós. Passamos anos e anos reforçando-o através de nossas escolhas, pensamentos, emoções e experiências de vida.</p>
<p>Por isso, costuma-se se dizer que é preciso “desconstruir” um comportamento, retirando as crenças que utilizamos para construí-lo em primeiro lugar.</p>
<p>Por exemplo, a preocupação excessiva com o que os outros pensam costuma se originar do medo de julgamentos. Este, por sua vez, pode ter raízes em um pensamento (“se acharem que eu sou uma pessoa X ou Y, algo ruim vai acontecer”) ou uma emoção (vergonha, ansiedade, hesitação, falta de confiança).</p>
<p>Em vez de confrontar esse medo ou ressignificá-lo, você o alimentou inconscientemente, reforçando sentimentos e pensamentos negativos. Como encontra-se consolidado em seu interior, você basicamente precisa “destruir” as crenças ruins que o fortalecem e construir crenças boas.</p>
<p>Pode parecer complicado, mas não é!</p>
<p>Esse processo ocorre naturalmente. A princípio, ele não é muito agradável tampouco fácil. Você vai sentir vontade de desistir e ignorar incômodos emocionais significativos. É uma reação totalmente normal, a qual deve ser combatida. Abaixo, separamos alguns passos para ajudá-lo a chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1)     Identifique o porquê:</strong></p>
<p>Por que você se importa tanto com o que os outros vão dizer sobre você? Quais são as suas preocupações? Você tem medo de ser julgado, ser ridicularizado, ser rejeitado, ser visto como um fracasso? Questione-se sobre a sua necessidade da validação alheia para encontrar a origem dela.</p>
<p>Ela pode ter nascido de uma experiência ruim na infância ou na adolescência, ou ser consequência da sua criação (pais muito rígidos, por exemplo). Como você não tinha muito conhecimento sobre os seus próprios sentimentos, passou a alimentar essa necessidade, fugindo de si mesmo para não ser desaprovado pelos demais.</p>
<p>Você pode vasculhar as suas memórias em busca de uma resposta e responder perguntas de autoconhecimento diariamente para compreender como se sente. Fazer terapia também pode ajudá-lo a obter insights sobre por que você se importa com o que os outros pensam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2)     Modifique a sua forma de pensar:</strong></p>
<p>Quando o medo da opinião alheia aparecer, confronte-o. Em vez de pensar “O que será que vão pensar de mim?” ou “Todo mundo vai olhar para mim e ficar comentando”, pense “Eu quero fazer isso porque…” e “Se alguém tiver algo para dizer, não importa. A minha felicidade é mais importante”. Se precisar, repreenda-se usando o seu nome da mesma forma que faria para chamar a atenção de uma criança.</p>
<p>Mesmo que pareça estranho conversar com si mesmo, faça-o. Esse diálogo interno vai facilitar a modificação das crenças construídas e fortalecidas ao longo dos anos. Com a prática, você conseguirá pensar mais positivo sobre se expor para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3)     Compreenda algumas coisas:</strong></p>
<p>É muito provável que ninguém esteja prestando atenção em você. As pessoas vivem saturadas por seus próprios problemas e preocupações. Elas não têm tempo de se preocupar com terceiros. Quando a sensação de que múltiplos olhares estão acompanhando os seus movimentos aparecer, 99.9% das vezes é apenas isso: uma sensação.</p>
<p>Se você não fala a sua opinião ou expressa suas necessidades em voz alta por medo de desagradar alguém, saiba que é impossível agradar todo mundo. Milhares de pessoas já tentaram, inclusive personalidades célebres conhecidas mundialmente, e todas falharam.</p>
<p>Cada um possui o seu jeito de pensar e ver a vida, portanto, raramente você encontrará alguém com opiniões praticamente idênticas às suas. Caso alguém reaja com agressividade verbal ou grosseria ao ouvir o que você tem a dizer, lembre-se disso. A vivência daquela pessoa é completamente diferente da sua e isso gera divergência de pensamentos.</p>
<p>Responda à atitude rude com cordialidade e siga em frente. Afinal, por que é tão importante que todos concordem com você ou aprovem as suas considerações? A única pessoa que deve fazê-lo é você mesmo, pois o único a sofrer as consequências de seus atos é você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4)     Valorize-se!</strong></p>
<p>Pessoas que se preocupam demais com o que os outros têm a dizer não costumam ter uma visão concreta de seus atributos positivos. Se este for o seu caso, faça uma lista de qualidades, conquistas e elogios já recebidos. Assim, você terá uma noção de quais características merecem atenção.</p>
<p>Não tenha medo de mostrar o que há de melhor em você para o mundo! Neste momento, você pode pensar que não faz sentido compartilhar os seus talentos. É a sua insegurança falando. Ela costuma manter os dons adormecidos.</p>
<p>Quando alguém decide partilhar o que há de melhor em si, o mundo fica um pouco melhor, sabia? Além de ajudar outras pessoas com os seus talentos, você se sente bem por estar sendo útil. Essa postura de doação também fortalece o seu amor-próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5)     Cultive boas amizades:</strong></p>
<p>Pessoas negativas, tóxicas, aproveitadoras ou invejosas são como um veneno para a sua autoestima. Não raro indivíduos ligam excessivamente para a opinião de pessoas com quem mantém uma relação nada saudável. Esse tipo de relacionamento é capaz de levá-los a uma depressão profunda e impedir que aproveitem a vida.</p>
<p>Dê ouvidos somente às pessoas que lhe querem bem. Aceite elogios, conselhos e recomendações de quem demonstrar amá-lo, e não de quem quer vê-lo sofrer. Mantenha-se afastado de pessoas tóxicas. É comum demorar um pouco para perceber o quão abusivo alguém está sendo com você. Assim que tomar essa consciência, distancie-se do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6)     Saia da zona de conforto:</strong></p>
<p>O melhor remédio para livrar-se de um medo é enfrentá-lo! Se você teme julgamentos e não sabe como lidar com opiniões alheias, coloque-se em ocasiões em que deverá fazer exatamente isso.</p>
<p>Você pode fazer as seguintes atividades apenas em sua própria companhia para sair da zona de conforto:</p>
<ul>
<li>Viajar;</li>
<li>Ir a um show;</li>
<li>Fazer uma refeição em um restaurante;</li>
<li>Desfrutar de uma bebida em um bar;</li>
<li>Passear em um parque;</li>
<li>Fazer compras;</li>
<li>Ir à academia; e</li>
<li>Comparecer aos eventos locais da sua cidade.</li>
</ul>
<p>Assim que sentir o medo de ser julgado chegando, diga a si mesmo que está tudo bem e eduque a sua mente para pensar positivo. O incômodo de fazer algo novo é passageiro e, se você ceder a ele e desistir, poderá se arrepender mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ciúme pode provocar dor física: como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 13:36:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar  O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar</em></p>
<p><em> </em>O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com os impactos emocionais e até físicos que ele gera.</p>
<h3>Por que sentimos ciúme?</h3>
<p>A explicação para os muitos efeitos causados pelo ciúme vem da neurociência e da reação que ele provoca em nosso cérebro. O ciúme tem origem na sensação de insegurança, de inferioridade e do medo que a outra pessoa encontre alguém mais interessante.</p>
<p>Existem vários fatores que fazem com que esse sentimento apareça, principalmente o que a pessoa pensa de si mesma. Na maioria das vezes, ela não se sente suficiente e pode<span id="more-2407"></span> enxergar o seu companheiro como uma ameaça, acha que ele não é fiel, gerando, assim, uma desconfiança dentro do relacionamento.</p>
<p>O ciúme, entretanto, é um<strong> </strong>sentimento normal em uma relação, é como um cuidado no relacionamento. O ciúme normal é transitório e surge por um motivo real, por exemplo: medo de perder a pessoa amada. O problema está quando esse ciúme se torna algo patológico, que faz mal de verdade. É o caso do <strong>ciúme doentio</strong>. Nesse caso, ele desencadeia distúrbios emocionais, como a ansiedade e a depressão, e a pessoa tende a ter um comportamento autodestrutivo.</p>
<h3>Ciúme provoca dores</h3>
<p>Outro aspecto curioso do ciúme é que ele tem a capacidade de provocar dor física &#8211; geralmente uma dor no peito. A neurociência diz que o ciúme ativa uma parte do cérebro com mais intensidade, que é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa é uma área também correlacionada às dores físicas do corpo.</p>
<p>Por sinal, essa região cerebral é a mesma ativada quando estamos com inveja, outro sentimento que também provoca impactos concretos no corpo, segundo revista científica. Por isso, é muito importante aprender a lidar com essas sensações, de forma a evitar consequências que comprometam nosso bem-estar.</p>
<h3>Como controlar o ciúme</h3>
<p>Para controlar o ciúme e não torná-lo um empecilho no relacionamento, aqui estão algumas dicas para quem deseja lidar melhor com o sentimento: o primeiro ponto é compreender que, ao se sentir sob ameaça, nem todo medo é real. Tem muitas coisas em volta que podem despertar seu ciúme, mas nem tudo está de fato está acontecendo.</p>
<p>Não se trata de enxergar a pessoa ciumenta como alguém descontrolado, mas, sim, partir do pressuposto que o medo e a insegurança devem ser investigados e entender se o sentimento tem realmente sentido. Antes de qualquer coisa, pergunte: isso que estou sentindo está baseado na realidade? É uma ameaça real? Ou é só uma sensação comigo mesmo? Quando chegamos à conclusão de que não tem a ver com o outro, o próximo passo é trabalhar essas questões de insegurança.</p>
<p>Entretanto, se algo no relacionamento for detectado, o melhor é demonstrar o que te faz mal na relação &#8211; mas nunca com ataques. Quando o ciúme é normal, um bom diálogo entre o casal consegue resgatar e manter a confiança e a harmonia.</p>
<p>Em uma relação, quando um dos lados sempre está desconfiando de tudo, e o outro lado não está fazendo nada para desencadear isso, essa situação desgasta o relacionamento, diminuindo o valor da pessoa diante do(a) parceiro(a).</p>
<p>Quando a frequência e a intensidade desse ciúme são incontroláveis, é fundamental buscar ajuda especializada para se tratar. Caso a situação não seja resolvida entre o casal, existe a possibilidade de investir na psicoterapia &#8211; tanto a individual, quanto a terapia de casal.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Perdoar é preciso: conheça a importância do perdão!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 19:26:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;Uma das coisas mais importantes para a vida de uma pessoa que quer ser feliz é o perdão, pois proporciona paz ao coração e dá um real sentido à existência. Muitos sofrem de depressão e de outros problemas emocionais por não perdoarem ou por não se sentirem perdoados&#8221;.  A passagem do ano sempre nos faz&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Uma das coisas mais importantes para a vida de uma pessoa que quer ser feliz </em><em>é o perdão, pois proporciona paz ao coração e dá um real sentido à existência. Muitos sofrem de depressão e de outros problemas emocionais por não perdoarem ou por não se sentirem perdoados&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em>A passagem do ano sempre nos faz refletir, não é mesmo? É comum pensarmos nos nossos erros, nas relações que construímos ou que se romperam. Algumas pessoas se ressentem e ficam guardando uma mágoa por anos, impedindo a sua própria vida de seguir adiante.</p>
<p>Hoje, gostaríamos de falar sobre a importância do perdão para a pessoa ser feliz. O perdão é importante porque ele é libertador, além de ser uma questão de inteligência.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Se você quer seguir adiante, se quer se libertar do passado, fazer novas escolhas, aprender a fazer escolhas positivas para você, é importante que você libere o passado e só o perdão liberta. Enquanto você ficar sentindo e ressentindo aquela mágoa do passado, você está preso (a) ao </em><em>passado&#8221;.</em><span id="more-2382"></span></p>
<h2><strong>Qual é a importância do perdão?</strong></h2>
<p>Sentimentos ruins acumulados podem causar problemas tanto físicos quanto mentais em quem os carrega. E é por isso que é muito necessário discutir sobre a importância que o perdão tem em nossas vidas.</p>
<p>Perdoar é muito importante porque nos livra da raiva, rancor, tristeza e outros sentimentos desagradáveis.</p>
<p>Ao realizar o ato de perdoar, tem-se uma oportunidade de se libertar das amarras que trazem peso negativo para nossas vidas. É um símbolo de inteligência emocional e, em muitos momentos, de amadurecimento pessoal.</p>
<h2><strong>Como o cérebro reage quando você não perdoa?</strong></h2>
<p>O cérebro humano não sabe se você está vivendo mesmo aquela situação ou se é uma lembrança, por isso o perdão é uma questão de necessidade de liberar espaço neurológico para novos aprendizados. A falta de perdão nos impede de viver novas possibilidades e de ter satisfação pessoal.</p>
<p>O perdão é uma forma de<strong> autoconhecimento</strong>, caminho pelo qual podemos nos apropriar dessa capacidade que, às vezes, não sabemos que temos. O perdão é uma questão de inteligência, porque você vai se libertar das mágoas do passado.</p>
<p>A neurociência, atualmente, tem explicado muitos mistérios até então desconhecidos sobre nós mesmos. Ela descobriu que, quando as células nervosas ficam doentes, geram consequências físicas no nosso corpo, algo que a falta de perdão pode provocar.</p>
<p>Muitas vezes, a pessoa que nos magoou já seguiu a sua vida e não está nem mais conectada com a nossa<strong>.</strong> Às vezes, ela nem sabe que nos magoou, porque não foi intencional. E nós ficamos parados naquele momento, remoendo-o. A vingança, a vontade de não perdoar, faz com que as pessoas fiquem compromissadas com o sofrimento.</p>
<h2><strong>O perdão tem a ver apenas com desculpar o próximo?</strong></h2>
<p><strong> </strong>A verdade é que não. Perdoar não tem a ver apenas com as outras pessoas, mas principalmente com você.</p>
<p>É comum termos a mania de nos prendermos às partes negativas de nossos atos e isso faz com que acumulemos culpa dentro de nós. Mas é preciso entender que somos todos falhos e estamos sempre sujeitos a errar.</p>
<p>Perdoar a si mesmo é o primeiro passo rumo a ser alguém melhor e mais feliz.</p>
<p>É necessário deixar de se autoflagelar e trabalhar em um processo de auto cura e perdão.</p>
<p>Se você não entende a importância do perdão a si mesmo, como poderá estender isso a outras pessoas?</p>
<h2><strong>Perdoar a si mesmo:</strong></h2>
<p><strong>Você também merece o perdão</strong>. Ele é totalmente subjetivo, porque você é quem dá o perdão e sente os benefícios dele.</p>
<p>O fato de você perdoar alguém não quer dizer que você tenha que conviver com a pessoa que lhe causou algum sofrimento. Essa pessoa nem precisa ficar sabendo do seu gesto de perdão. O perdão é algo que você elabora para si mesmo.</p>
<p>Quem pensa o mal ou deseja o mal anda em círculos, porque a vida “empaca”, não anda, não vai para frente.</p>
<p>Para perdoar profundamente, é preciso o autoconhecimento. Para se conhecer, você deve construir um trajeto para viver melhor, que passa pelo aprendizado de quem você é e de quem você se tornou.</p>
<p>O que sabemos de nós é muito pouco, então esteja aberto para se conhecer. Um passo em direção a esse aprendizado é o ato de perdoar. Liberte-se e pratique-o.</p>
<p><strong style="font-style: inherit;">Assim como nós, as demais pessoas também estão aprendendo a viver e a se conhecer.</strong></p>
<h2><strong>Perdoar os pais:</strong></h2>
<p>É importante saber perdoar os pais. Eles não são perfeitos e cometem erros, como todo mundo. Há filhos que guardam mágoas por toda a vida e atribuem a sua infelicidade aos seus pais. Olhe o lado bom dos seus pais, as coisas boas que eles fizeram para você. Se você não teve uma relação afetiva com os seus pais, perdoe-os também por eles não terem sabido ser melhores. Talvez eles, não tendo recebido afeto dos seus pais, não souberam como dar afeto aos seus filhos.</p>
<h2><strong>Como perdoar?</strong></h2>
<p>Não existe uma fórmula mágica ou receita de bolo que ensine a como perdoar. Esse é um processo muito individual. Cada ser humano tem suas peculiaridades e procedimentos internos que são trazidos para o exterior de forma diferente.</p>
<p>Mas é possível trabalhar alguns pontos que podem auxiliar nesse desenvolvimento. Vejam algumas dicas!</p>
<p><strong>1. Invista na meditação:</strong></p>
<p>Segundo o Instituto Federal de Caxias do Sul, a meditação é uma prática que traz diversos benefícios. Entre eles, o controle da ansiedade, autoconhecimento e melhora da autoestima, além do aumento das boas emoções.</p>
<p>Em outras palavras, a meditação apresenta valores e resultados positivos que podem ajudar na missão de entender a importância do perdão e como exercê-lo.</p>
<p><strong>2. Ponha para fora as suas emoções:</strong></p>
<p>Entender e expressar seus sentimentos de forma saudável é fundamental para a sua qualidade de vida como um todo. Afinal, o nosso corpo registra todas as nossas emoções. O que sentimos afeta diretamente nosso equilíbrio hormonal e o cérebro.</p>
<p>Aprender a não descontar a raiva em outras pessoas, nas coisas e em si mesmo vai melhorar a sua vida.</p>
<p>Além disso, não tenha medo ou vergonha de mostrar a tristeza e a vulnerabilidade. Como já dissemos, somos todos humanos e suscetíveis a erros e emoções.</p>
<p>Colocar para fora é o passo inicial para se desprender da mágoa e finalmente deixá-la ir.</p>
<h2><strong>Quais os benefícios do perdão em nossas vidas?</strong></h2>
<p>Você já deve ter ouvido a frase “perdoar faz bem”, não é? E ela é verdadeira. O ato de perdoar traz vários benefícios para o corpo como:</p>
<ul>
<li>Aumenta a expectativa de vida: Journal of Behavioural Medicine, publicou em 2011 estudo que indicava que pessoas que praticam o perdão, tinham uma vida maior quando comparadas a quem não perdoa e nem pede desculpas;</li>
<li>Melhora o sistema imunológico: como já dissemos, o organismo detecta todas as nossas emoções. Logo, guardar ressentimentos não faz bem para o corpo e para a mente;</li>
<li>Diminui o estresse: acumular mágoa tende a nos deixar nervosos e isso pode causar alterações no sistema cardiovascular, enquanto o perdão, tende a fazer o contrário, liberando substâncias.</li>
</ul>
<h2><strong>Como a terapia pode ajudar no processo do perdão?</strong></h2>
<p>Ao discutirmos sobre a importância do perdão, também é preciso falar sobre o papel da terapia nele.</p>
<p>A terapia é um ambiente em que praticamos o autoconhecimento e trabalhamos traumas e amarras, sejam do presente ou do passado. É um processo de descoberta e cura constante.</p>
<p>Tudo isso colabora para que desenvolvamos a habilidade de perdoar aos outros e a nós mesmos pelos erros cometidos.</p>
<p>Assim como a terapia, perdoar também é um processo por vezes doloroso, mas extremamente necessário.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Grande abraço, um próspero 2022, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura! </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Relação entre alimentos e emoções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 17:24:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades mentais]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[neurotransmissores]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[serotonina]]></category>
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					<description><![CDATA[Já abordamos anteriormente por aqui a questão da compulsão alimentar, como ocorre, seus maiores danos e como interpretá-la no âmbito emocional e mental. Contudo, esse novo artigo busca abordar a questão Comida x Emoção em outra de suas facetas: já imaginou que um determinado alimento pode lhe deixar mais feliz e pleno(a)? Ou então, mais&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já abordamos anteriormente por aqui a questão da <strong><a href="http://bemvivermais.com/2016/07/29/lidando-com-a-compulsao-alimentar-e-sua-consequencia-mais-danosa-a-obesidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">compulsão alimentar</a></strong>, como ocorre, seus maiores danos e como interpretá-la no âmbito emocional e mental. Contudo, esse novo artigo busca abordar a questão Comida x Emoção em outra de suas facetas: já imaginou que um determinado alimento pode lhe deixar mais feliz e pleno(a)? Ou então, mais atento(a) e com a memória mais afiada?!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-818"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, será a partir desse outro tipo de relacionamento entre o comer e o sentir que vamos conversar agora. Por mais que o título e boa parte do artigo remeta a nossa análise ao termo &#8216;emoção&#8217;, como você já pôde perceber, também está incluso nesse contexto habilidades não emocionais, tal como memória, atenção, concentração etc. Então vamos lá&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Embora a relação entre a comida e as emoções seja amplamente discutida, podemos defini-la como uma associação bidirecional. Os alimentos que você consome afetam as emoções e o comportamento, e estes afetam sua relação com a comida.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">É com esse parágrafo acima que se inicia um artigo da Discovery (nesse caso no site UOL &#8211; Discovery Mulher), que trata desse mesmo assunto que estou buscando aprofundar. Ou seja, esse relacionamento (alimento x emoções) é recíproco, tem uma &#8220;via dupla&#8221; de atuação: tanto de nós para com os alimentos, quanto dos alimentos conosco. Os efeitos (sensações, emoções etc) que eles nos geram, &#8220;alimentam&#8221; nossa necessidade e vontade em voltar a consumi-los Eles causam determinados efeitos que nos modificam e nos instigam/apetecem a repetir sua ingestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Como muito tem se visto na mídia em geral, alimentos que aumentam a produção do neurotransmissor (hormônio) chamado <strong><a href="http://bemvivermais.com/2017/09/10/voce-sabe-o-que-e-serotonina-e-quais-sao-seus-efeitos-em-nosso-corpo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">serotonina</a>,</strong> são muito procurados, pois proporcionam a sensação de satisfação, plenitude, alegria dentre outras. O que poucos sabem, é que não é somente o chocolate que aumenta a serotonina em nosso organismo&#8230;A banana, por exemplo, tem o mesmo efeito. Por que então a tendência é que as pessoas acabem optando pelo chocolate?!</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência do seu humano com a comida não é apenas sensorial (a degustação, o sabor, o paladar que os alimentos proporcionam). Sua textura, formato, apresentação, temperatura, dentre outras características, também é levada em conta por nosso estado emocional do momento, mesmo que não se tenha consciência disso. Se alimentar consiste numa mistura de experiência sensorial (paladar, tato, olfato), mas também comportamental e emocional (o que vai se sentir comendo aquilo, qual o prazer que irá trazer, a sensação, a satisfação etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Até mesmo o local (restaurante, festas) onde se ingere determinados alimentos faz toda a diferença para algumas pessoas, afinal o contexto precisa estar afinado, em sintonia com a experiência de se ingerir aquele alimento. Ou seja, quando tudo combina, faz mais sentido, mais há mais razões em nosso cérebro que justificam comer aquilo naquele momento. Entendemos ser apropriado.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas docerias, cafeterias, entre outros estabelecimentos, já comercializam certos alimentos (geralmente sobremesas e doces) colocando-os numa categoria nomeada &#8220;<em>confort food</em>&#8220;, justificando a ingestão de um bolo ou brownie, por exemplo, para sentir-se reconfortado. Aquela experiência será aconchegante. Será que tudo isso realmente traz às pessoas uma sensação de acolhimento e bem-estar? Bem, pelo menos essa é a intenção, e acredito que ela seja alcançada, mesmo que suas consequências sejam muito mais amplas que a alegria sentida no momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, e os outros alimentos? Conforme colocado no início do texto, será que existem alimentos que podem nos ajudar com outras habilidades mentais?</p>
<p style="text-align: justify;">O brócolis comprovadamente nos auxilia com nossa memória, por exemplo. Além de possuir outros nutrientes e vitaminas que ajudam de outras maneiras nosso corpo, como o ácido fólico, as fibras ea vitamina A.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o abacate, em algumas pesquisas, mostrou ser um bom aliado à qualidade de sono das pessoas. Portanto, quem sofre com sono agitado, insônia, dentre outros <strong>distúrbios do sono, </strong>pode passar a contar com a ajuda do abacate. Nutricionistas apenas alertam para a quantidade que será ingerida e frequência, pois mesmo com sua gordura boa, o abacate é bastante calórico.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa tal gordura boa, também pode ser consumida ao comermos algumas nozes e castanhas, que também precisam ser ingeridas com bastante moderação, ou por exemplo no azeite extra-virgem. Tudo tem sua melhor maneira de ser ingerido e tudo isso por ser esclarecido por nutricionistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando a nossa heroína, a serotonina, além da sensação de bem-estar e saciedade, ela também tem a função reguladora de apetite, por isso, não só é prazerosa sua ingestão, como também importante. Outros dois exemplos de alimentos que aumentam sua produção, é o salmão e a linhaça, que são ricos também em ômega 3, muito importante para nossa saúde!</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é necessário deixar uma observação fundamental à todos nesse artigo: a serotonina, ao contrário do que pode imaginar, é muito mais produzida em nosso intestino, do que no cérebro. Portanto, há que se prezar, antes de mais nada, por um bom funcionamento do intestino. Ficar constipado(a) (com intestino preso por certo tempo), fará você se sentir muito mal. É daí que vem o termo &#8220;enfezado&#8221;, pois há fezes acumuladas em seu organismo, algo que precisa ser eliminado.</p>
<p style="text-align: justify;">E por falar em irritabilidade, mal humor, outro alimento que pode ajudar muito nesse sentido, é o gérmen de trigo. Em sua composição, ele também conta com nossa amiga e aliada serotonina. Ele é encontrado nos farelos de trigo, ou então nas famosas granolas e cereais que sempre vemos nos mercados e lojas de artigos naturais e saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda busca por outra solução para se sentir mais calmo? A lentilha por exemplo tem efeito tranquilizante, porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo com o artigo da Discovery Mulher, eles colocam: &#8220;(&#8230;) <span lang="PT-BR">as emoções e comportamentos afetam as decisões nutricionais, como a quantidade e o tipo de alimento. Por exemplo, uma pessoa com depressão pode ter falta de apetite e pular refeições, o que aumenta a ansiedade e a irritabilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR">Da mesma forma, certos alimentos afetam nossas emoções e comportamento. Por exemplo, a cafeína induz a um estado de alerta e dificulta o sono. O consumo excessivo provoca insônia, o que pode aumentar a ansiedade e levar a pessoa a comer para aliviar o mal estar.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, aquilo que você sente, o levará a escolher o que quer comer, propositalmente, buscando aliviar suas tensões, seu estresse e tristeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles continuam: &#8220;Brigar com o namorado e tomar um sorvete de chocolate em vez de solucionar o conflito, por exemplo, é uma forma de compensação emocional. Comer quando estamos tristes, deprimidos ou insatisfeitos proporciona uma sensação passageira de bem-estar, mas não resolve o verdadeiro problema: o sofrimento interno.&#8221; E sobre isso abordamos mais em outros artigos já mencionados aqui no Blog.</p>
<p style="text-align: justify;">Esteja atento às suas decisões e saiba diferenciar quando é realmente seu corpo que precisa daquele alimento ou sua mente e seus sentimentos que clamam pela ingestão de um doce. Outro artigo que traz esse ponto de vista e que pode ajudar e discernir e compreender o que de fato você vem fazendo consigo mesmo(a), é este da revista Mente &amp; Cérebro: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_intima_relacao_entre_comida_e_humor.html</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essa leitura tenha lhe trazido, de alguma maneira, um novo pensamento, conhecimento ou despertado seu interesse em entender melhor como e com qual qualidade você realmente tem se alimentado. Se lhe ajudou, pode ser que ajude mais pessoas, então compartilhe-o com seus amigos e familiares! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
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Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ol>
<li>Artigo Discovery Mulher: &#8220;A relação entre a comida e as emoções&#8221;. Link: http://discoverymulher.uol.com.br/saude/a-relacao-entre-a-comida-e-as-emocoes/</li>
<li>Artigo Mais Equilíbrio: &#8220;Os alimentos e o controle das emoções&#8221;. Link: http://www.maisequilibrio.com.br/nutricao/os-alimentos-e-o-controle-das-emocoes-1935.html</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Quando o corpo se ocupa das dores da alma: Psicossomatização.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Fisico]]></category>
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		<category><![CDATA[psicossomática]]></category>
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		<category><![CDATA[somatização]]></category>
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					<description><![CDATA[Se pelo simples fato de estarmos assustados ou ansiosos, o nosso corpo acaba reagindo bruscamente, seja com taquicardias, suor excessivo, dores de cabeça etc, imagina quando estamos enfrentando um período no qual nos sentimos muito angustiados ou nervosos? E quando temos algo que nos deixa muito tristes e decepcionados? Já pensou em como seu corpo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se pelo simples fato de estarmos assustados ou ansiosos, o nosso corpo acaba reagindo bruscamente, seja com taquicardias, suor excessivo, dores de cabeça etc, imagina quando estamos enfrentando um período no qual nos sentimos muito angustiados ou nervosos? E quando temos algo que nos deixa muito tristes e decepcionados? Já pensou em como seu corpo está reagindo a tudo o que você tem enfrentado?!</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa é falar do óbvio, ou seja: Ansiedade = <span id="more-2494"></span>coração batendo rapidamente, Alegria + riso = sentir calor, Nervoso = dor de barriga, náusea, e por aí vai. Dessas relações básicas entre corpo e mente, sentimentos/emoções e nosso físico, todos já estamos muito acostumados e cientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, se você passou por uma perda drástica (por exemplo: um ente querido ou amigo que faleceu), se perdeu seu emprego, roubaram seu veículo (que não tinha seguro), ou então se você se decepcionou fortemente com algo ou alguém, dentre diversos outros tipos de desequilíbrio em nossas emoções, <strong>como saber o quanto dessas sensações são sentidas também pelo corpo/organismo?</strong> <strong>Como saber que, na verdade, não ficamos doentes, mas sim somatizamos, ou seja, nosso corpo está reagindo a partir do que sentimos?!!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São nesses momentos, sejam eles confusos ou não, que, se você não tiver a oportunidade, a possibilidade de decifrar o que REALMENTE está sentindo e expor isso de alguma maneira, explicando o que houve e como se sente para alguém de confiança, ou até para si mesmo, que o corpo entrará em ação, transformando esse conteúdo intenso e negativo em uma série de doenças, dores ou reações físicas indesejáveis e bastante desconfortáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Não raro ouço pessoas dizendo que estão resfriadas (que não é o mesmo que ter gripe, cujo transmissor é um vírus que se pega pelo ar!), ou estão com fortes dores de cabeça ou musculares, sem razão aparente, e, quando as questiono se recentemente passaram por algum momento forte de estresse ou tristeza, elas confirmam!</p>
<p style="text-align: justify;">Se você pesquisar o quanto disso é comprovado cientificamente, achará infelizmente poucos resultados e artigos que afirmam a importância da psicossomática, contudo, não podemos ignorar os contextos em que a enfermidade não tem uma causa orgânica como principal, como, por exemplo, doenças genéticas, ou causadas por um transmissor (seja uma bactéria ou um vírus) etc. Até o mesmo câncer vem sendo muito estudado sob esse prisma do comprometimento emocional. Leia nosso artigo sobre isso, clicando <strong><a href="http://bemvivermais.com/2017/03/01/o-fator-emocional-no-cancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AQUI</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas dores que sentimos no nosso dia a dia podem ser descontextualizadas, ou seja, não há motivo para ocorrerem, mesmo assim, estão ali nos incomodando. Algumas “ites” como rinites alérgicas, sinusites entre outras, podem até ser resultado de alguma outra doença, surgindo como comorbidade, mas, com certeza existem muitas pessoas que desenvolvem essas alergias, dores etc, aparentemente “do nada”, sem histórico na família, sem estar exposto(a) à riscos ambientais, ou drogas, dentre outros motivos que médicos dariam para o surgimento de tais reações. Conheço vários casos assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Com certeza há muito ainda o que estudar no campo científico que possa nos oferecer resultados por meio de provas fatuais e relevantes, porém, ao estudar a medicina oriental, você verá que, há muitos séculos, na cultura chinesa principalmente, as emoções são consideradas como um dos principais fatores causadores de doenças, e que devem ser tratadas concomitantemente ou até mesmo antes do tratamento físico.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante que podemos alertar nesse momento à todos que se interessam por este assunto, é que, uma das chaves para lidarmos com nossa saúde, é saber identificar o que estamos sentindo, de forma sincera e autêntica (seja um sentimento bom ou ruim, que traga vergonha ou tristeza), refletir sobre o que somos capazes de suportar e o que nos sobrecarrega. Tudo que for sobrecarga, devemos buscar ajuda para compreender e resolver, seja um familiar, um amigo ou ajuda profissional (psicólogos, psiquiatras). Somente colocando para fora e buscando entender o que está havendo e como solucionar é que o nosso corpo sentirá maior alívio e menos “peso” para processar em forma de dores e doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Não ignore os sinais que seu corpo dá. Busque toda a ajuda que puder. Não há vergonha em repartir o que não está sendo fácil aguentar. O fato de querer desabafar ou precisar de ajuda, não é vergonhoso e não te faz ser menos forte ou menos capaz, pelo contrário, te faz ser uma pessoa muito mais equilibrada, sábia, madura e que busca ter mais saúde, mais equilíbrio e mais <strong><a href="http://bemvivermais.com/2016/09/16/inteligencia-emocional-como-equilibrar-razao-e-emocao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inteligência emocional</a>.</strong> O pior cenário de todos, é ficar muito tempo guardando e se fechando para questões mal resolvidas e, quando se vê, uma doença grave começa a ser formar no organismo. Isso é via de regra? Acontecerá com todas as pessoas? Não temos essa resposta. Mas é com certeza muito melhor prevenir, do que remediar! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para entender ainda melhor o que é psicossomatização, assista aos 2 vídeos sobre este assunto em nossa Galeria de Vídeos da Bem Viver +. É só voltar lá na parte de cima do site e clicar na opção &#8220;VÍDEOS&#8221;. Desejo um bom aprendizado à todos!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
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		<title>Será que você é hipersensível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 11:50:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Inteligência Emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível. Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial de TV te faz chorar? Costuma sentir em si mesmo o que o outro está sentindo? Facilmente se comove com a dor alheia? <span id="more-2492"></span>Grandes catástrofes e desgraças do mundo te afetam além do que seria visto como normal? Se a maioria ou todas suas respostas foram positivas, então você faz parte dos Humanos Hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O que se pode entender sobre este tipo de pessoas? Até que ponto é bom e saudável ser deste modo e até que ponto sensíveis demais podem prejudicar a si mesmos? O que fazer ao se identificar hipersensível? E como ajudar pessoas neste padrão de funcionamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Se não formos uma pessoa hipersensível, com certeza, estaremos cercados por algum. As pesquisas mostarm que 20% da populacão o é. Para um hipersensível, diagnosticar-se como tal é algo muito importante. Na verdade, um divisor de águas. Enfim, começamos a nos entender. Não somos exagerados, mimados ou dramáticos, como quase nos fizeram acreditar. Somos dotados de uma característica peculiar e determinante, a qual, por não podermos abrir mão, é necessário que aprendamos a manejar da melhor forma possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com o passar do tempo, é difícil chegarmos a uma conclusão exata de quanto da hipersensibilidade é “defeito” (negativo) e do quanto é “qualidade” (positivo). Mas, é o que nos adjetiva, nos compõe, nos impulsiona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em razão da sensibilidade exacerbada, a dor, para nós, é &#8211; de fato &#8211; muito mais intensa. Tanto a física, quanto a emocional. A recuperação de uma cirurgia é muito mais penosa e demorada, por exemplo. Os exercícios físicos nos desgastam mais que aos demais. Uma gripe tem o poder de nos incapacitar. Entendemos, então, que não podemos servir de parâmetro para muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sentimentos, da mesma forma, são elevados ao cubo. Indiferenças nos entristecem bastante. Grosserias nos destroem. Barulhos excessivos afetam bastante os que sentem demais. Podemos ficar desconcertados com músicas muito altas, máquinas trabalhando ou pessoas gritando.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas que podem não ter grande relevância para a maioria das pessoas, para os hipersensíveis são essenciais, e seria interessante que os que conosco convivem soubessem medir as palavras usadas, lembrar datas marcantes, atentar ao tom de voz, repetir elogios e evitar estressores desnecessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hipersensíveis evitam conflitos ao máximo. Não apenas os que os envolvem, mas qualquer conflito. Presenciar uma agressão entre estranhos, por exemplo, pode os fazer sentir muito mal. Sentindo os golpes quase como se fossem dados neles.</p>
<p style="text-align: justify;">Presenciar injustiças os faz estremecer. Podem não ter nenhuma relação com a situação, mas não conseguem se manter neutros. Se, por alguma razão, não se envolvem &#8211; de fato &#8211; no ocorrido, certamente ficarão com aquilo na cabeça durante muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Empatia também é uma palavra que os define. Moradores de rua, crianças carentes e pessoas doentes os fazem murchar. Ver um animalzinho morrer pode acabar com o dia deles. Até mesmo as tristes e violentas histórias passadas cotidianamente nos noticiários os fazem muito mal. Melhor manter distância.</p>
<p style="text-align: justify;">O sofrimento alheio os atinge diretamente. Faz doer o coração. Querem ajudar a todos que vêem em necessidade. Não entendem como podem viver leve e alegremente em um mundo onde muitos estão passando por grandes dificuldades, das mais diversas ordens. A compaixão, desta forma, é imensa. Às vezes, pode até causar transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas hipersensíveis podem buscar alívio no álcool ou nas drogas, no sentido de anestesiarem o excesso de percepção e dor causado pela sensibilidade também excessiva. Muitos entram em depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles tem a vantagem, por outro lado, de ficarem bem quando sozinhos. Na verdade, um pouco de solidão é essencial para um hipersensível. Precisam acalmar a mente, colocar a casa em ordem, dar uma aliviada. O silêncio, nesse ponto, é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Expressam os sentimentos com mais facilidade do que os demais. Se estão tristes ou emocionados, chorar não é problema. Aliás, choram bastante, às vezes até sem saber exatamente o por quê. Talvez, excesso de informação. É um alívio, uma forma de extravasar o que não cabe mais dentro deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da sempre excelente dica de se fazer terapia, é bom ter alguém de confiança para os acompanhar e ajudar nas dificuldades e êxitos. Existem dicas pessoais para lidar com o dia-a-dia e principalmente para diminuir a tensão e ansiedade em relações afetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, também riem sem fazer cerimônia. Quando algo é engraçado, divertido ou excitante, ora, não há porque reprimir o sentimento. São espontâneos. Se envolvem e se empolgam com facilidade. Às vezes passam por inocentes demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também são intuitivos e, não raro, captam as emoções e sensações dos ambientes. Sentem quando não são bem vindos, quando a situação é forçada, quando a intenção não é tão boa assim. Deveriam dar mais crédito aos <em>insights</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">São pensadores profundos. A mente, efetivamente, borbulha (ainda que saibam que isso os consome). Procuram explicações, soluções, inovações. O comportamento humano os fascina. A dinâmica da vida – e da morte -, igualmente. Vivem tentando entender o mundo. Buscam o sentido das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">É trabalhoso. É sofrído. E muitas vezes, exaustivo. Mas é gostoso. É encantador. Na verdade, essencial. Não saberiam viver de outra forma, com outra intensidade. O tom é esse. A hipersensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque ajuda sempre, pois somente se conhecendo ao máximo, você poderá ter um nível maior de qualidade de vida, enxergar maior sentido no que faz e com quem se relaciona, além de estabelecer uma relação mais saudável com o mundo e seu papel nele. E volte sempre ao nosso Blog, pois a cada 10 dias temos novos e interessantes conteúdos ligados à sua saúde emocional! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- Você é um hipersensível?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html">http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">2- Nós, os hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html">http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html</a></p>
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		<title>Alexitimia: A Dificuldade em Expressar Emoções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2017 15:43:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Alexitimia]]></category>
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					<description><![CDATA[Alexitimia é um termo que diz respeito à marcante dificuldade em descrever emoções, sentimentos e sensações corporais. A palavra provém do grego, onde A indica &#8220;ausência&#8221;, lexis significa &#8220;palavra&#8221; e timia, &#8220;emoção&#8221;. Um dos principais sintomas é a confusão entre sensações e sentimentos. Outro principal sintoma reside na grande dificuldade em expressar os sentimentos através de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alexitimia é um termo que diz respeito à marcante dificuldade em descrever emoções, sentimentos e sensações corporais.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra provém do grego, onde <b>A</b> indica &#8220;ausência&#8221;, <b>lexis</b> significa &#8220;palavra&#8221; e <b>timia</b>, &#8220;emoção&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais sintomas é a confusão entre sensações e sentimentos. Outro principal sintoma reside na grande dificuldade em expressar os sentimentos através de palavras. O alexitímico costuma relacionar suas sensações físicas aos seus sentimentos. Por exemplo, após sofrer um duro golpe emocional, o alexitímico irá reclamar de <span id="more-569"></span>dor de cabeça ou fadiga, mas não saberá relatar de forma clara o que realmente sentiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o método mais utilizado para diagnosticar e qualificar a alexitimia é a Escala de Alexitimia de Toronto (Toronto Alexithymia Scale ou TAS-20).</p>
<p style="text-align: justify;">São pessoas incapazes tanto de manifestar suas emoções com as palavras e seu corpo, como de diferenciá-las e expressá-las. Muitas das pessoas chamadas frias ou racionais, de fato sofrem alexitimia, uma espécie de analfabetismo emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">São indivíduos com dificuldades para identificar e descrever os sentimentos próprios e alheios, que raras vezes choram, mas quando o fazem seu pranto é intenso, e que não distinguem sensações corporais como a fome, das emocionais, como a moléstia na região abdominal que produz a ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A eles lhes custa muito diferenciar o que sentem, como raiva, temor ou ansiedade e os descrevem mediante expressões gerais: dizem que estão &#8220;bem&#8221; ou &#8220;mal&#8221;, sem poder diferenciar emoções como alegria, tristeza, cansaço, irritabilidade ou nervosismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não podem interpretar as emoções que lhes rodeiam, o que lhes impede de reagir ante os sentimentos alheios, assim como sentir empatia, ou seja, colocar-se no lugar do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Costumam ir ao médico por supostas dores físicas ou disfunções, que de fato obedecem a estados emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Raras vezes empregam o contato físico para se aproximar a alguém que está expressando um sentimento intenso, porque não sabem como agir e não entendem o que o outro necessita naquele dado momento: um abraço, uma carícia de afeto, uma palavra amável.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja como for, a incapacidade de expressar emoções, uma desordem que sofrem em distinto grau uma de cada 10 pessoas, empobrece a vida, as relações e a saúde, de diversas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">A impossibilidade de verbalizar e abordar os conflitos psicológicos, como a morte de um familiar, uma demissão ou um divórcio, faz com que a pessoa somatize os problemas, favorecendo desde as úlceras e gastrite, até as artrites reumatóides, o lupus, a vasculitis ou as nefrites. Assim, o alexitímico responde a situação através de manifestações em seu corpo, ao invés de palavras.</p>
<p>Além disso, a falta de expressão emocional foi relacionada com as toxicomanias e transtornos alimentícios, como a anorexia e a bulimia, que por sua vez dificulta a convivência e é a origem de muitos conflitos e rupturas conjugais. A pessoa &#8220;fria&#8221; não compreende o que acontece a seus familiares, nem pode manter vínculos próximos ou amizades profundas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma psicoterapia breve, de 4 a 6 meses de duração, com uma abordagem verbal adaptada à falta de expressividade destes pacientes e acompanhada de exercícios de relaxamento e/ou de um tratamento ocupacional, costuma ser propícia para tratar a alexitimia.</p>
<p style="text-align: justify;">Um excelente exercício que pode ser realizado em terapia é a identificação detalhada do que se sente, ampliando a lista de adjetivos e expressões ligadas a emoções que esse paciente apresenta. Por exemplo, num momento de muita raiva e ansiedade, ele não poderá mais apenas dizer que &#8220;aquilo lhe deixou mal&#8221;, mas sim começar a expressar as sensações tais como: &#8220;é como se houvesse um cachorro raivoso dentro de mim&#8221; ou &#8220;senti como uma faca atravessando meu peito&#8221; e &#8220;me senti como se tivesse sido destruído por dentro&#8221;, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um importante alerta aos profissionais é de que há certo risco de confusão entre a Alexitimia com outros diagnósticos ou com a ausência de um diagnóstico, como por exemplo, achar que na verdade a pessoa é apenas forte e não se sensibiliza tanto, não é de chorar com frequência, não gosta de se expor (ou é tímida), até outros tipos de confusões mais graves, levando a um disgnóstico impreciso de psicopatia, esquizofrenia, sendo que na verdade a pessoa sente sim, se emociona como todos, só não sabe expressar, reconhecer nem diferenciar suas emoções de outras sensações.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque ajuda sempre, pois somente se conhecendo ao máximo, você poderá ter um nível maior de qualidade de vida, enxergar maior sentido no que faz e com quem se relaciona, além de estabelecer uma relação mais saudável com o mundo e seu papel nele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
Instagram: @natceara<br />
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Wikipedia e Notícias do Uol.com.br</p>
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