<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de doença degenerativa - Bem Viver Mais</title>
	<atom:link href="https://bemvivermais.com/tag/doenca-degenerativa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bemvivermais.com/tag/doenca-degenerativa/</link>
	<description>Psicoterapia Online</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Aug 2016 02:17:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2021/01/cropped-logo-com-contorno-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de doença degenerativa - Bem Viver Mais</title>
	<link>https://bemvivermais.com/tag/doenca-degenerativa/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Doença de Parkinson em 8 passos</title>
		<link>https://bemvivermais.com/doenca-de-parkinson-em-8-passos/</link>
					<comments>https://bemvivermais.com/doenca-de-parkinson-em-8-passos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2016 02:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Doenças Degenerativas]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[doença degenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bemvivermais.com/?p=337</guid>

					<description><![CDATA[1- O que é Doença de Parkinson (DP)?  A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). A dopamina ajuda na realização dos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>1- <strong>O que é Doença de Parkinson (DP)?</strong></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). A dopamina ajuda na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática, ou seja, não precisamos pensar em cada movimento que nossos músculos realizam, graças à presença dessa substância em nossos cérebros. Na falta dela, particularmente numa pequena região encefálica chamada substância negra, o controle motor do indivíduo é perdido, ocasionando sinais e sintomas característicos, que veremos adiante.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2- Qual é a causa dessa intensa diminuição na quantidade de dopamina?</strong></h3>
<p><span id="more-337"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Com o envelhecimento, todos os indivíduos saudáveis apresentam morte progressiva das células nervosas que produzem dopamina. Algumas pessoas, entretanto, perdem essas células (e conseqüentemente diminuem muito mais seus níveis de dopamina) num ritmo muito acelerado e, assim, acabam por manifestar os sintomas da doença. Não se sabe exatamente quais os motivos que levam a essa perda progressiva e exagerada de células nervosas (degeneração), muito embora o empenho de estudiosos deste assunto seja muito grande. Admitimos que mais de um fator deve estar envolvido no desencadeamento da doença. Esses fatores podem ser genéticos ou ambientais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3- A DP é genética?</strong><strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Embora já sejam conhecidos alguns genes relacionados com a ocorrência da Doença de Parkinson, ela habitualmente não é uma doença hereditária. Apenas ocasionalmente há diversos casos da doença numa mesma família e, em geral, trata-se de casos com início precoce (abaixo dos 40 anos de idade). Assim, devemos entender que não há como definir um risco real para filhos de pacientes também virem a desenvolver a doença, ou seja, a presença de um doente na família não aumenta o risco da doença em nenhum indivíduo. Os genes que favorecem o desenvolvimento da doença possivelmente devem agir de forma indireta, juntamente com outros fatores. Entre estes, destacam-se fatores ambientais, como contaminação com agentes tóxicos (agrotóxicos e resíduos químicos, por exemplo).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4- Quais são os sintomas da DP?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O quadro clínico basicamente é composto de quatro sinais principais: tremores; acinesia ou bradicinesia (lentidão e diminuição dos movimentos voluntários); rigidez (enrijecimento dos músculos, principalmente no nível das articulações); instabilidade postural (dificuldades relacionadas ao equilíbrio, com quedas freqüentes). Para o diagnóstico não é necessário entretanto que todos os elementos estejam presentes, bastando dois dos três primeiros itens citados.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5- Como os sintomas da DP se manifestam?</strong><strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A Doença de Parkinson costuma instalar-se de forma lenta e progressiva, em geral em torno dos 60 anos de idade, embora 10% dos casos ocorram antes dos 40 anos (parkinsonismo de início precoce) e até em menores de 21 anos (parkinsonismo juvenil). Ela afeta ambos os sexos e todas as raças. Os sintomas aparecem inicialmente só de um lado do corpo e o paciente normalmente se queixa que “um lado não consegue acompanhar o outro”. O tremor é caracteristicamente presente durante o repouso, melhorando quando o paciente move o membro afetado. Não está, entretanto, presente em todos os pacientes com Doença de Parkinson, assim como nem todos os indivíduos que apresentam tremor são portadores de tal enfermidade. O paciente percebe que os movimentos com o membro afetado estão mais difíceis, mais vagarosos, atrapalhando nas tarefas habituais, como escrever (a letra torna-se pequena), manusear talheres, abotoar roupas. Sente também o lado afetado mais pesado e mais enrijecido. Esses sintomas pioram de intensidade, afetando inicialmente outro membro do mesmo lado e, após alguns anos, atingem o outro lado do corpo. O paciente também pode apresentar sintomas de dificuldade para andar (anda com passos pequenos) e alterações da fala.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6- São necessários exames complementares para o diagnóstico da DP?</strong><strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico da Doença de Parkinson é basicamente clínico, baseado na correta valorização dos sinais e sintomas descritos. O profissional mais habilitado para tal interpretação é o médico neurologista, que é capaz de diferenciá-los do que ocorre em outras doenças neurológicas que também afetam os movimentos. Os exames complementares, como tomografia cerebral, ressonância magnética etc., servem apenas para avaliação de outros diagnósticos diferenciais. O exame de tomografia por emissão de pósitrons (PET-Scan) pode ser utilizado como um programa especial para o diagnóstico de Doença de Parkinson, mas é, na maioria das vezes, desnecessário, diante do quadro clínico e evolutivo característico.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>7- A DP tem tratamento?</strong><strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A Doença de Parkinson é tratável e geralmente seus sinais e sintomas respondem de forma satisfatória às medicações existentes. Esses medicamentos, entretanto, são sintomáticos, ou seja, eles repõem parcialmente a dopamina que está faltando e, desse modo, melhoram os sintomas da doença. Devem, portanto, ser usados por toda a vida da pessoa que apresenta tal enfermidade, ou até que surjam tratamentos mais eficazes. Ainda não existem drogas disponíveis comercialmente que possam curar ou evitar de forma efetiva a progressão da degeneração de células nervosas que causam a doença. Há diversos tipos de medicamentos antiparkinsonianos disponíveis, que devem ser usados em combinações adequadas para cada paciente e fase de evolução da doença, garantindo, assim, melhor qualidade de vida e independência ao enfermo. Também existem técnicas cirúrgicas para atenuar alguns dos sintomas da Doença de Parkinson, que devem ser indicadas caso a caso, quando os medicamentos falharem em controlar tais sintomas. Tratamento adjuvante com fisioterapia e fonoaudiologia é muito recomendado. O objetivo do tratamento, incluindo medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia, suporte psicológico e nutricional, é reduzir o prejuízo funcional decorrente da doença, permitindo que o paciente tenha uma vida independente, com qualidade, por muitos anos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>8- Incidência no Brasil:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">No Brasil existem poucos números sobre a doença de Parkinson e esta não é uma doença de notificação compulsória. Números não oficiais apontam para pelo menos 250 mil portadores. Porém, se considerarmos o levantamento epidemiológico de todos os portadores de doença de Parkinson em um estudo realizado no interior de uma cidade de Minas Gerais com idosos de 64 anos de idade ou mais, veremos que a prevalência de Parkinson, neste estudo, foi de 3,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">Extrapolando para o número de idosos em nosso país, veremos que provavelmente são mais de 600 mil parkinsonianos com 64 anos de idade ou mais. E isto não leva em conta os portadores da doença jovens, aqueles que desenvolvem em idades bem inferiores à faixa etária típica. Por isto, seja no Brasil ou em qualquer país do mundo, trata-se da segunda doença neurodegenerativa mais comum. Se considerarmos o envelhecimento da população brasileira nas próximas décadas, poderemos entender o impacto desta enfermidade, social e econômico, em um futuro não muito distante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Muito obrigada pela atenção!</strong> Espero que esse texto tenha lhe ajudado e, qualquer dúvida, estamos à disposição! Não se esqueça de conferir nossas postagens semanais, e aproveite para indicar ou compartilhar essa postagem com seus familiares e amigos. Todos merecem estar mais informados!</p>
<p><em><strong>Refer</strong><strong>ê</strong><strong>ncias:</strong></em></p>
<p>&#8211; Academia Brasileira de Neurologia</p>
<p>&#8211; <a href="http://www.doencadeparkinson.com.br">http://www.doencadeparkinson.com.br</a></p>
<p>&#8211; <a href="https://www.einstein.br/doencas-sintomas/parkinson">https://www.einstein.br/doencas-sintomas/parkinson</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bemvivermais.com/doenca-de-parkinson-em-8-passos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>10 Coisas que você precisa saber sobre o Alzheimer:</title>
		<link>https://bemvivermais.com/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-alzheimer/</link>
					<comments>https://bemvivermais.com/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-alzheimer/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 22:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Doenças Degenerativas]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[doença crônica]]></category>
		<category><![CDATA[doença degenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bemvivermais.com/?p=254</guid>

					<description><![CDATA[1- Você já viu como está a situação do Alzheimer no Brasil e no mundo?  Em todo o mundo 15 milhões de pessoas têm Alzheimer, já no Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade e, dessas, 6% (900.000 pessoas, o equivalente à mais de 11 estádios do maracanã lotados!) sofrem&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>1- Você já viu como está a situação do Alzheimer no Brasil e no mundo? </strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em todo o mundo 15 milhões de pessoas têm Alzheimer, já no Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade e, dessas, 6% (900.000 pessoas, o equivalente à mais de 11 estádios do maracanã lotados!) sofrem do Mal de Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). Alguns estudos apontam que em 2020 a população mundial maior de 60 anos se igualará ao nº de pessoas com as demais idades.</p>
<h3><strong>2- Em pessoas com mais de 60 anos, ter esquecimentos significa necessariamente que ela está com Alzheimer? O Alzheimer acomete apenas os idosos?</strong></h3>
<p><span id="more-254"></span></p>
<p>Não e não! Esquecimentos podem ser mais frequentes com o avanço da idade. O que caracteriza a perda de memória no Alzheimer é:</p>
<p>&#8211; Dificuldade ou ausência de registro de <strong>novas informações</strong>.</p>
<p>&#8211; Repetição de falas como se o fato não tivesse ocorrido.</p>
<p>&#8211; Interferência no cotidiano, como por exemplo, não recordar de compromissos ou, em casos mais avançados, ter dificuldade para reconhecer um conhecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos casos de Alzheimer a doença é verificada em pessoas com mais de 60 anos de idade. Esses casos são chamados de Doença de Alzheimer de Acometimento Tardio ou Senil. Entretanto, existe uma minoria de casos em que a Doença de Alzheimer é precoce, ou seja, incide em pessoas com menos de 60 anos de idade, fase pré-senil. De qualquer maneira, o principal fator de risco para a doença continua sendo a idade.</p>
<h3><strong>3- Quais são os principais sintomas do Alzheimer? E por que a fala se torna comprometida?</strong></h3>
<p>Primeiramente citaremos os sintomas mais notados:</p>
<p><strong>Sintomas cognitivos:</strong></p>
<p>&#8211; Perda de memória (principalmente de fatos recentes);</p>
<p>&#8211; Dificuldade de atenção/concentração;</p>
<p>&#8211; Problemas de linguagem (a fala se torna confusa, não consegue comunicar-se como antes);</p>
<p>&#8211; Dificuldade na orientação temporal e espacial (fica mais difícil se orientar com relação à datas e lugares);</p>
<p>&#8211; Dificuldade nas funções motoras;</p>
<p>&#8211; Dificuldade nas funções executivas;</p>
<p>&#8211; Dificuldade nas funções visuoespaciais, visuoperceptivas e construtivas.</p>
<p><strong>Sintomas comportamentais:</strong></p>
<p>&#8211; Tristeza e desânimo (Muitos pacientes chegam a ficar com depressão);</p>
<p>&#8211; Distúrbios do sono (Insônia, entre outros);</p>
<p>&#8211; Desinibição (Pessoas que eram mais tímidas podem mostrar um comportamento mais desinibido e vive-versa);</p>
<p>&#8211; Alteração de apetite;</p>
<p>&#8211; Irritabilidade/agitação/agressividade;</p>
<p>&#8211; Delírios e alucinações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quanto à fala:</strong> a linguagem é uma das funções cognitivas que pode ficar afetada nos quadros demenciais. A fala é o resultado de muitas tarefas mentais complexas e alguma dificuldade pode prejudicá-la. Para uma fala coerente e contextualizada, o paciente precisa estar atento à conversa, ter clareza do contexto em que acontece, reter informações e responder adequadamente. Se algumas dessas etapas apresentar falha, a fala pode estar comprometida. Além disso, pode haver problemas articulatórios (envolvendo a parte motora). Portanto, são muitas as interferências que podem prejudicar a fala do paciente, necessitando de uma avaliação médica e fonoaudiológica para fechar o real diagnóstico.</p>
<h3><strong>4- Como é feito o diagnóstico de Alzheimer e quais exames podem ser pedidos a alguém com suspeita de Alzheimer?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É muito comum que os sintomas iniciais da Doença de Alzheimer (DA) sejam confundidos com o processo de envelhecimento normal. Essa confusão tende a adiar a busca por orientação profissional e, não tão raro, a doença é diagnosticada tardiamente. Recomenda-se que, diante dos primeiros sinais, as famílias procurem profissionais e/ou serviços de saúde especializados para diagnóstico precoce, no estágio inicial da doença, o que favorecerá na evolução e o prognóstico do quadro.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico é clínico, isto é, depende da avaliação de um médico que irá definir, a partir de exames e da história do paciente, qual a principal hipótese para a causa da demência. Exames de sangue e de imagem, como tomografia ou, preferencialmente, ressonância magnética do crânio, devem ser realizados para excluir a possibilidade de outras doenças.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; Exames laboratoriais: </strong>hemograma completo, sódio, potássio, ureia, creatinina e vitamina B12, são exemplos.</p>
<p><strong>&#8211; Exames de imagem:</strong> tomografia computadorizada, ressonância magnética, eletroencefalograma e Spect.</p>
<p style="text-align: justify;">Faz parte da bateria de exames complementares uma avaliação profunda das funções cognitivas. A avaliação neuropsicológica envolve o uso de testes psicológicos para a verificação do funcionamento cognitivo em várias esferas. Os resultados, associados aos dados de história e observação do comportamento do paciente, permitem identificar a intensidade das perdas em relação ao nível prévio e o perfil de funcionamento permite a indicação de hipóteses sobre a presença da doença.</p>
<h3><strong>5- O que se pode esperar em relação ao tratamento dessa doença? </strong></h3>
<p>Existem 2 tipos de tratamento que podem e devem ser realizados pelos pacientes: Tratamento Medicamentoso e  Não Medicamentoso, que falaremos a seguir:</p>
<p><strong>Tratamento Medicamentoso:</strong><strong> </strong><strong>Quais medicamentos são indicados?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Substâncias com resultados comprovados cientificamente são: rivastigmina (Exelon); donepezil (Eranz); galantamina (Reminil) e memantina (Ebix). Todos esses medicamentos são de uso controlado e devem ser administrados rigorosamente de acordo com a prescrição médica.</p>
<p><strong>Tratamento Não Medicamentoso:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São atividades que irão adiar a progressão da doença, além de deixar o paciente mais ativo. Existem muitos jogos no mercado que a família e os cuidadores podem utilizar com esses pacientes, além dos clássicos mais utilizados, como palavras cruzadas, sudoku, caça-palavras, jogo dos 7 erros, entre outros  que desafiam e estimulam cognitivamente. Além disso, recentemente ficou-se sabendo de maneiras alternativas de manter esses pacientes ativos cognitivamente: Na edição de janeiro de 2016, a revista Veja publicou uma matéria sobre a utilidade dos videogames no tratamento de algumas doenças. No caso do Alzheimer por exemplo, são recomendados aqueles jogos que estimulam a capacidade de raciocínio, como por exemplo: <em>Angry Birds</em>, no qual é preciso realizar cálculos para acertar alvos e o Sudoku (que já citamos) que é um quebra-cabeça de números. Um estudo da Universidade da Califórnia concluiu que os games que exigem concentração constante, raciocínio e memorização estimulam a mente e podem prevenir ou retardar a doença.</p>
<p><strong>Outras atividades que poderão ajudar (dependendo do perfil e das condições do paciente):</strong></p>
<p>&#8211; Psicoterapia individual ou em grupo, assim como atendimentos com a família junto ao paciente;</p>
<p>&#8211; Estimulação social – convívio com outras pessoas, passeios, grupos de discussão;</p>
<p>&#8211; Estimulação física – fisioterapia, atividade física orientada, programa com educador físico.</p>
<p>&#8211; Organização de rotina e ambiente – medidas de segurança domiciliar, organização e distribuição criteriosa de atividades.</p>
<h3><strong>6- Existe algum lugar onde familiares e entes queridos de pacientes de Alzheimer possam buscar informações e trocar experiências?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Sim, no Brasil existem 2 entidades que se destinam a apoiar os pacientes de Alzheimer e seus familiares. Uma delas é a ABRAZ (Associação Brasileira de Alzheimer) e a outra é a APAZ (Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer). Deixaremos os links no final do vídeo para que vocês possam acessá-los. Nesses links você encontrará todo tipo de informação importante sobre o Alzheimer além da ajuda de pessoas e profissionais nas mais variadas especialidades.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>7- O que a rede pública disponibiliza para o tratamento do paciente com Alzheimer, não só em termos de medicamentos?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 2002, o Ministério da Saúde publicou uma portaria que instituiu no âmbito do SUS o <strong>Programa de Assistência aos Portadores da Doença de Alzheimer</strong>. Esse programa funciona por meio dos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, que são responsáveis pelo diagnóstico, tratamento, acompanhamento dos pacientes e orientação aos familiares e atendentes dos portadores de Alzheimer. No momento, há 26 Centros de Referência já cadastrados no Brasil. Quanto aos medicamentos, estão disponíveis na rede pública: Rivastigmina, Donepezil e Galantamina.<strong><br />
Observação: </strong>O medicamento Memantina não está na lista do governo e precisa ser comprado. Quando a portaria foi assinada, não existia a memantina. A ABRAZ já solicitou sua inclusão na lista dos medicamentos gratuitos, mas ainda não obteve resposta. Para obtê-los gratuitamente, o paciente deve ser analisado clinicamente por um médico, além de fazer exames laboratoriais e de imagem. <strong>Somente os pacientes que se encontram nos estágios inicial e intermediário da doença</strong> podem ter acesso aos medicamentos de distribuição gratuita.</p>
<h3><strong>8- Como a Bem Viver + pode ajudar nesse sentido?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Prestando atendimento psicoterapêutico através de programas específicos para familiares e pacientes com Alzheimer, além de contar com parceiros como: fisioterapeuta, fonoaudiólogo, neurologista, psiquiatra, educador físico (entre outras especialidades) para realizar um tratamento completo e um acompanhamento de excelência. Caso queira entender melhor, <strong>clique em CONTATO</strong> lá em cima e deixe-nos sua mensagem, teremos muito prazer em lhe ajudar!</p>
<h3><strong>9- E quem cuida? Como fazer para ter o melhor desempenho possível com todo o stress, desgaste e energia envolvidos no cuidado e convivência com esses pacientes?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Este é um ponto extremamente importante. Tanto familiares como profissionais cuidadores precisam estar psicologicamente/emocionalmente fortalecidos para realizar esse tipo de acompanhamento, portanto, devem buscar se cuidar em primeiro lugar. A Bem Viver +também pode ajudá-los, tanto na psicoterapia, quanto realizando atendimentos específicos junto ao paciente que você cuida ou acompanha.</p>
<h3><strong>10- Fatores que possam piorar o quadro de paciente com Alzheimer:</strong></h3>
<p>&#8211; Deve-se evitar o máximo possível a realização de atividades diárias no lugar do paciente, pois com isso ele poderá se acomodar, desenvolvendo um comportamento mais passivo, participando menos.</p>
<p>&#8211; Outro fator seria o total abandono ou negligência com esse paciente. O ideal é fazer um acompanhamento periódico e, quando possível, tomar atitudes preventivas (adaptação do lar, terapia regular etc).</p>
<p>Para saber ainda mais, veja o vídeo que explica como surge e evolui o quadro de alzheimer, clicando <strong><a href="http://bemvivermais.com/videos/">AQUI.</a> (É o primeiro vídeo lá de baixo, só precisa rolar a página até o fim)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Muito obrigada pela atenção!</strong> Espero que esse texto tenha lhe ajudado e, qualquer dúvida, estamos à disposição! Apareça mais e confira nossas postagens semanais! Aproveite para indicar ou compartilhar essa postagem com seus familiares e amigos. Todos merecem estar mais informados!</p>
<p><strong>Forte abraço!</strong></p>
<p><strong>Autoras responsáveis: Flávia Merschmann &amp; Natália Ceará</strong></p>
<p>_______</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
Instagram: @natceara<br />
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bemvivermais.com/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-alzheimer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>211</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
