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	<title>Arquivo de disturbios emocionais - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de disturbios emocionais - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Ciúme pode provocar dor física: como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 13:36:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar  O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Região cerebral ativada pelo sentimento é capaz de provocar reações no corpo que afetam nosso bem-estar</em></p>
<p><em> </em>O ciúme é algo comum quando se vive um relacionamento. Enquanto alguns experimentam esse sentimento em um nível saudável, que não gera qualquer prejuízo para si ou para a relação, outros podem senti-lo de forma mais intensa, sofrendo com os impactos emocionais e até físicos que ele gera.</p>
<h3>Por que sentimos ciúme?</h3>
<p>A explicação para os muitos efeitos causados pelo ciúme vem da neurociência e da reação que ele provoca em nosso cérebro. O ciúme tem origem na sensação de insegurança, de inferioridade e do medo que a outra pessoa encontre alguém mais interessante.</p>
<p>Existem vários fatores que fazem com que esse sentimento apareça, principalmente o que a pessoa pensa de si mesma. Na maioria das vezes, ela não se sente suficiente e pode<span id="more-2407"></span> enxergar o seu companheiro como uma ameaça, acha que ele não é fiel, gerando, assim, uma desconfiança dentro do relacionamento.</p>
<p>O ciúme, entretanto, é um<strong> </strong>sentimento normal em uma relação, é como um cuidado no relacionamento. O ciúme normal é transitório e surge por um motivo real, por exemplo: medo de perder a pessoa amada. O problema está quando esse ciúme se torna algo patológico, que faz mal de verdade. É o caso do <strong>ciúme doentio</strong>. Nesse caso, ele desencadeia distúrbios emocionais, como a ansiedade e a depressão, e a pessoa tende a ter um comportamento autodestrutivo.</p>
<h3>Ciúme provoca dores</h3>
<p>Outro aspecto curioso do ciúme é que ele tem a capacidade de provocar dor física &#8211; geralmente uma dor no peito. A neurociência diz que o ciúme ativa uma parte do cérebro com mais intensidade, que é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa é uma área também correlacionada às dores físicas do corpo.</p>
<p>Por sinal, essa região cerebral é a mesma ativada quando estamos com inveja, outro sentimento que também provoca impactos concretos no corpo, segundo revista científica. Por isso, é muito importante aprender a lidar com essas sensações, de forma a evitar consequências que comprometam nosso bem-estar.</p>
<h3>Como controlar o ciúme</h3>
<p>Para controlar o ciúme e não torná-lo um empecilho no relacionamento, aqui estão algumas dicas para quem deseja lidar melhor com o sentimento: o primeiro ponto é compreender que, ao se sentir sob ameaça, nem todo medo é real. Tem muitas coisas em volta que podem despertar seu ciúme, mas nem tudo está de fato está acontecendo.</p>
<p>Não se trata de enxergar a pessoa ciumenta como alguém descontrolado, mas, sim, partir do pressuposto que o medo e a insegurança devem ser investigados e entender se o sentimento tem realmente sentido. Antes de qualquer coisa, pergunte: isso que estou sentindo está baseado na realidade? É uma ameaça real? Ou é só uma sensação comigo mesmo? Quando chegamos à conclusão de que não tem a ver com o outro, o próximo passo é trabalhar essas questões de insegurança.</p>
<p>Entretanto, se algo no relacionamento for detectado, o melhor é demonstrar o que te faz mal na relação &#8211; mas nunca com ataques. Quando o ciúme é normal, um bom diálogo entre o casal consegue resgatar e manter a confiança e a harmonia.</p>
<p>Em uma relação, quando um dos lados sempre está desconfiando de tudo, e o outro lado não está fazendo nada para desencadear isso, essa situação desgasta o relacionamento, diminuindo o valor da pessoa diante do(a) parceiro(a).</p>
<p>Quando a frequência e a intensidade desse ciúme são incontroláveis, é fundamental buscar ajuda especializada para se tratar. Caso a situação não seja resolvida entre o casal, existe a possibilidade de investir na psicoterapia &#8211; tanto a individual, quanto a terapia de casal.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Depressão pós-parto em 6 passos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Sep 2016 00:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[depressão pós-parto]]></category>
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					<description><![CDATA[A depressão pós-parto é surpreendentemente comum. Estima-se que ela afete entre 10 e 20 por cento das mulheres que tiveram bebê. Os sintomas incluem ansiedade, falta de energia e mudanças no padrão de sono e de alimentação. Depressão é uma doença como outra qualquer, que exige tratamento, incluindo remédios e terapia. Acima de tudo, depressão&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto é surpreendentemente comum. Estima-se que ela afete entre 10 e 20 por cento das mulheres que tiveram bebê. Os sintomas incluem ansiedade, falta de energia e mudanças no padrão de sono e de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Depressão é uma doença como outra qualquer, que exige tratamento, incluindo remédios e terapia. Acima de tudo, depressão pós-parto não é culpa da mulher, nem significa rejeição ao bebê.</p>
<h3 style="text-align: justify;">1 &#8211; O que é a depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-396"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto é bem mais séria do que uma melancolia passageira. A grande maioria das mulheres se sente triste nas primeiras duas semanas depois do parto, no chamado blues puerperal, mas é uma melancolia que vai embora sozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da depressão pós-parto, a tristeza e a falta de energia não melhoram conforme o tempo passa. A mulher não vê graça em quase nada: as situações prazeirosas são cada vez mais raras.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que a mulher ou algum familiar reconheçam logo a depressão, para que ela receba o apoio e o tratamento necessários. Sem tratamento, a depressão pode durar meses e até anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas não têm uma explicação exata para a depressão pós-parto, mas acreditam que seja uma combinação de fatores hormonais, ambientais, psicológicos e genéticos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2 &#8211; Como posso saber se estou com depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">Veja a seguir uma lista dos sintomas mais comuns da depressão pós-parto. Muitas vezes os familiares e amigos os reconhecem antes da mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais variam de mulher para mulher. Você pode estar sentindo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Tristeza constante, especialmente na parte da manhã e/ou à noite</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de que nada de bom vem pela frente</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de culpa e de responsabilidade por tudo</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Irritabilidade e falta de paciência</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vontade de chorar o tempo todo</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Exaustão permanente, mesmo quando consegue descansar um pouco</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dificuldade de se divertir</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda do bom humor</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de não conseguir lidar com as circunstâncias da vida</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Enorme <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/a25014021/n%C3%A3o-confio-em-ningu%C3%A9m-para-cuidar-do-beb%C3%AA">ansiedade em relação ao bebê</a> </span>e busca constante por garantias, por parte de profissionais de saúde, de que ele está bem</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação com sua própria saúde, possivelmente acompanhada pelo temor de ter alguma doença grave</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Falta de concentração</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de que o bebê é um estranho e não seu filho</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/e25007777/situa%C3%A7%C3%B5es-de-emerg%C3%AAncia">Pensamentos negativos demais</a></span> em relação a você ou ao bebê</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vontade de fugir, de sumir</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esses sinais são frequentes em muitas mães. É normal ter dias ruins. Mas, se você está tendo esses sentimentos na maioria dos dias, e não parece estar melhorando, você pode estar com depressão pós-parto.</p>
<p>Se achar que pode estar com depressão pós-parto, converse com alguém. O ideal é falar com um médico, nem que seja o pediatra do seu filho ou o obstetra que acompanhou sua gravidez.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3 &#8211; Quanto tempo depois do parto a depressão pós-parto acontece?</h3>
<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto costuma aparecer no primeiro mês depois do parto, mas ela também pode surgir a qualquer momento ao longo do primeiro ano do bebê.</p>
<p>Em alguns casos, a mulher está se sentindo bem e se adaptando à vida de mãe, e a depressão aparece. Em outros casos, ela já estava <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/a1500600/depress%C3%A3o-na-gravidez">deprimida durante a gravidez</a></span>, e a chegada do bebê não traz alívio.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; Existem mulheres mais propensas a ter depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas ainda não sabem exatamente por que certas mulheres ficam deprimidas e outras não. Porém há certas situações que parecem aumentar o risco de uma depressão pós-parto. São elas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Já ter passado por uma depressão antes ou algum outro problema de saúde mental</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a1500600/depress%C3%A3o-na-gravidez">Ter tido depressão durante a gravidez</a></span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não ter família ou parceiro por perto</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dificuldades financeiras, no trabalho ou no relacionamento</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter passado por um <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a4300007/como-superar-uma-experi%C3%AAncia-de-parto-negativa">parto difícil</a> ou </span><a href="http://brasil.babycenter.com/c25004355/recuperando-se-do-parto"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">complicações de saúde no pós-parto</span> </a></span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter tido um um bebê prematuro ou com problemas de saúde</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Dificuldade em amamentar</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda de um ente querido, recentemente ou no passado &#8212; o nascimento do bebê pode despertar lembranças dolorosas</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">5 &#8211; Qual é o tratamento da depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">É importante você saber que, com ajuda, vai se sentir melhor. Lembre-se: ter depressão pós-parto não significa que você não é uma boa mãe para o seu filho, nem representa risco de alguém querer afastar seu filho de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Para casos leves de depressão pós-parto, apoio e orientação podem ajudar. Mas, para casos moderados a graves, os tratamentos são os seguintes: terapia e antidepressivos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">6 &#8211; O que posso fazer para superar a depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tente manter uma alimentação saudável</strong>:</p>
<p>Caso não tenha apetite, procure fazer pequenas refeições regularmente, para que os níveis de açúcar no seu sangue não caiam. Você precisa de energia, assim como seu sistema imunológico.</p>
<p><strong>Descanse bastante:</strong></p>
<p>Durma quando conseguir, ou simplesmente relaxe. Se alguém puder cuidar do bebê para você, aproveite para tirar uma soneca durante o dia, tome um banho bem relaxante ou escolha uma boa leitura e curta alguns momentos de preguiça.</p>
<p><strong>Exercite-se</strong> :</p>
<p>Pode ser a última coisa que você tenha vontade de fazer neste momento, mas ter <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a25011871/como-encontrar-tempo-para-fazer-exerc%C3%ADcio">alguma atividade física</a> </span></span>vai ajudar você a se sentir melhor, tanto mental como fisicamente.</p>
<p>Você pode entrar em alguma aula de ginástica, por exemplo.Mas, se não for possível, só de sair para uma caminhada você já verá benefícios.</p>
<p><strong>Encontre-se com outras mães</strong> :</p>
<p>A vida de uma mãe recente já pode ser bastante solitária, e o sentimento de solidão é pior ainda quando se convive com a depressão. Procure conhecer outras mães que estão na mesma fase de vida &#8212; é bom saber que não é só você que vive determinadas situações, como o cansaço de cuidar de um bebezinho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não seja dura consigo mesma:</strong></p>
<p>Você está doente e precisa de tempo e espaço para se recuperar. Não se sobrecarregue de tarefas domésticas que não sejam urgentes e adie as &#8220;grandes&#8221; decisões por enquanto. Permita-se alguns mimos.</p>
<p><strong>Aceite ajuda:</strong></p>
<p>Deixe que amigos e familiares façam tarefas por você, e peça ajuda especialmente ao seu parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado do texto! Voltem sempre, pois temos conteúdo novo toda sexta! Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejar! Muito obrigada!</p>
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		<title>Como diferenciar estresse, depressão e ansiedade:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 18:37:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estresse, a depressão e a ansiedade são os três transtornos psicológico mais comuns. É imprescindível conhecer seus sintomas para buscar uma solução adequada. Eles podem manifestar-se separadamente ou em conjunto. Por isso, é imprescindível conhecer cada um desses problemas que, felizmente, têm solução. Como tais transtornos nos afetam: De acordo com estudos, estes três&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse, a depressão e a ansiedade são os três transtornos psicológico mais comuns. É imprescindível conhecer seus sintomas para buscar uma solução adequada<strong>. </strong>Eles podem manifestar-se separadamente ou em conjunto. Por isso, é imprescindível conhecer cada um desses problemas que, felizmente, têm solução.</p>
<h2>Como tais transtornos nos afetam:</h2>
<p><span id="more-377"></span></p>
<p>De acordo com estudos, estes três transtornos mudam nossas percepções de vida diretamente. Afetam o nosso cérebro e a forma como nos relacionamos com os demais. Modificam também a nossa autoconfiança, o entusiasmo além de fazer com que nossas defesas imunologicas baixem.</p>
<p>A zona pré-frontal do cérebro é onde <span style="color: #000000;">a <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://melhorcomsaude.com/tratar-depressao-naturalmente/">depressão</a></span>,</span> a ansiedade e o estresse atacam, isto é, onde o pensamento mais avançado se desenvolve, onde imaginamos o futuro, avaliamos estratégias para solucionar problemas e tomamos decisões. Além disso, esta zona está bastante relacionada com o sistema límbico ou cérebro emocional.</p>
<h2><strong>1- Depressão:</strong></h2>
<p>A depressão pode ser interpretada como um estado de humor que afeta os pensamentos, os sentimentos o comportamento e bem-estar físico do ser humano.</p>
<p>A depressão é classificada em termos de gravidade: leve, moderada ou severa. Um médico psiquiatra pode determinar este nível e recomendar o tratamento correto.</p>
<p>&#8211; <strong>Sintomas mais comuns são</strong>: a pessoa afetada sente dificuldades para dormir, excesso de sono, mudanças no apetite (desde a ansiedade para comer tudo, até períodos nos quais não se pode ingerir nada), aumento ou perda de peso, falta de energia, fadiga, ódio de si, sentimentos de inutilidade, culpa inapropriada, agitação, irritabilidade, inquietude, dificuldade para se concentrar, retraição das atividades usuais, inatividade, abandono, desesperança, pensamentos de morte ou suicídio. <strong>A baixa autoestima é um dos sintomas mais comuns da depressão. Outro sintoma é a falta de prazer em atividades que usualmente nos faziam felizes.</strong></p>
<p>Para que o que sentimos possa ser diagnosticado como depressão, devemos apresentar cinco ou mais destes sintomas durante duas semanas consecutivas.</p>
<h2><strong>2- Ansiedade:</strong></h2>
<p>A ansiedade é um estado psicológico e fisiológico que se caracteriza pela soma de componentes emocionais, cognitivos e comportamentais. Trata-se de uma resposta emocional a um ou a vários estímulos, que podem estar tanto dentro quanto fora do paciente<strong>. </strong><strong>Isso quer dizer que a ansiedade pode surgir a partir de pensamentos, sentimentos ou acontecimentos da vida em geral.</strong></p>
<p>Engloba aspectos corporais, grande ativação do sistema periférico e motor, e implica mudanças de comportamento. Estima-se que hoje em dia mais de 20% da população padece de transtorno de ansiedade e muitas pessoas sequer sabem disso. A explicação médica para esse problema é que, diante de uma situação de alerta, o organismo coloca o sistema adrenérgico em funcionamento, liberando sinais para o sistema nervoso central.</p>
<p>&#8211; <strong>Sintomas mais comuns são</strong>: a hiperatividade, a taquicardia, a perda do controle e do raciocínio, tremores nas extremidades, transpiração excessiva, náuseas, insônia, debilitação ou rigidez muscular, inquietude motora, pensamentos negativos, obsessão ou problemas em comunicar-se com os demais. Ansiedade tambem pode causar hipoglicemia ou arritmia cardíaca e transformar-se em transtorno de pânico.<strong><br />
</strong></p>
<h2><strong>3- Estresse:</strong></h2>
<p>O estresse é uma palavra que hoje em dia está na boca de todos. Pode aparecer após qualquer situação ou pensamento e nos fazer sentir ansiosos, furiosos ou frustrados. Estresse em excesso nos predispõe a sofrer todo o tipo de doenças, tanto físicas, como psicológicas. Por exemplo, o estresse pode levar a um baixo nível de açúcar no sangue, à hiperatividade das tireoides, ao ataque cardíaco, ao aumento da secreção da bílis ou do colesterol nas artérias.</p>
<p>&#8211; <strong>Sintomas mais comuns são:</strong> dores abdominais ou de cabeça, dificuldades para digerir alimentos, enjoos, respiração agitada, insônia, frequência cardíaca irregular, sudorese excessiva, transtornos do sono, cansaço, fadiga, falta de concentração, problemas no rendimento sexual e pesadelos. Em alguns casos, o estresse se manifesta em forma de fobias ou transtornos psicológicos.</p>
<p>Pesquisas afirmam que uma dieta deficiente em vitamina B12 também pode levar ao estresse. O mesmo acontece com o consumo excessivo de substâncias como o álcool, a nicotina ou medicamentos para a tireoide.</p>
<p>Espero que tenham gostado do texto! Voltem sempre, pois temos conteúdo novo toda sexta! Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejar! Muito obrigada!</p>
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