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	<title>Arquivo de dificuldades familiares e escolares - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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		<title>Entendendo o Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2018 08:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos de Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos Neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldades familiares e escolares]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno opositivo-desafiador]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o site neurosaber: &#8220;Quem de nós nunca se deparou com uma criança extremamente opositiva, desafiadora, que discute por qualquer coisa, que não assume seus erros ou responsabilidades por falhas e que costuma sempre se indispor com os demais de seu grupo ou de sua família de maneira a demonstrar que a cada&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry-header">
<p class="entry-title" style="text-align: justify;">De acordo com o site neurosaber: &#8220;Quem de nós nunca se deparou com uma criança extremamente opositiva, desafiadora, que discute por qualquer coisa, que não assume seus erros ou responsabilidades por falhas e que costuma sempre se indispor com os demais de seu grupo ou de sua família de maneira a demonstrar que a cada situação será sempre difícil convencê-lo, mesmo que a lógica mostre que suas opções estão evidentemente equivocadas? Se você conhece uma criança assim, provavelmente ela tem <strong>Transtorno Opositivo-Desafiador&#8221;</strong>.</p>
</header>
<p><span id="more-1055"></span></p>
<div class="entry-content content">
<p style="text-align: justify;">Seguindo o texto publicado na página, tal quadro leva a severas dificuldades de tempo e de avaliação para analisar regras e opiniões alheias e intolerância às frustrações, levando a reações agressivas, intempestivas, sem qualquer diplomacia ou controle emocional. Essas crianças costumam ser discriminadas, perdem oportunidades e desfazem círculos de amizades. Não raro, sofrem bullying e são retiradas de eventos sociais e de programações da escola por causa de seu <em>comportamento difícil</em>. Os pais evitam sair ou passear com elas e muitas vezes as deixam com parentes ou em casa. Entre os irmãos, são preteridos, mal falados e considerados como “ovelhas negras” tratados, assim, diferentes e mais criticados pelos pais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Os sintomas do TOD podem aparecer em qualquer momento da vida, mas é mais comum entre os 6 e 12 anos</h3>
<p>A associação com TDAH é frequente (50% dos casos), deve ser observada e investigada em todas estas crianças para que sejam tomadas as medidas necessárias, a fim de prevenir problemas de aprendizagem e baixo rendimento escolar. O ambiente doméstico costuma ser conturbado, com pais divergentes quanto ao modo de educar e conduzir o (a) filho (a) e de como estabelecer parâmetros, mas evidências mostram que existem fatores genéticos e neurofisiológicos predispondo o seu desenvolvimento.</p>
</div>
<div class="entry-content content"></div>
<div class="entry-content content">
<p>Conforme artigo publicado na base científica <em>Scielo</em>, em 2004, intitulado, seguem alguns dados curiosos acerca dos aspectos familiares e funcionamento escolar da criança que apresenta TOD:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em um estudo comparando pacientes com TDAH com e sem TDO, Kadesjo et al encontraram que ter pais divorciados e mãe com baixo nível socioeconômico era mais comum no grupo comórbido. Frick et al demonstraram que as crianças com TDO distinguiram-se dos controles clínicos por seus pais terem uma maior prevalência de transtorno de personalidade anti-social e de transtorno por abuso de substâncias.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo com o texto do site &#8220;Neurosaber&#8221;, o tratamento desta condição é multidisciplinar e depende de três eixos: medicação, psicoterapia comportamental e suporte escolar. A medicação auxilia em boa parte dos pacientes e melhora a auto-regulação de humor frente às frustrações; a psicoterapia deve centrar em <em>mudanças comportamentais</em> na família com medidas de manejo educacional (dar bons exemplos, dialogar com a criança, ter paciência ao falar, explicar o motivo das ordens dadas, etc.); e, em relação ao suporte escolar, deve-se oferecer apoio, reforço e abertura para um bom diálogo, pois esta abertura melhora o engajamento do aluno opositor às regras escolares e a se distanciar de maus elementos.</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p>1- Texto do site: neurosaber.com.br: &#8220;Entenda o que é o Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD)&#8221;.</p>
</div>
<ul>
<li class="entry-content content">Link de acesso: https://neurosaber.com.br/entenda-o-que-e-o-transtorno-opositivo-desafiador-tod/</li>
</ul>
<div class="entry-content content">
<p style="text-align: justify;">2- Artigo publicado em 2004 na base científica Scielo do Brasil: &#8220;Transtorno desafiador de oposição: uma revisão de correlatos neurobiológicos e ambientais, comorbidades, tratamento e prognóstico&#8221;. Autores: Maria Antonia Serra-Pinheiro, Marcelo Schmitz, Paulo Mattos e Isabella Souza. [Rev Bras Psiquiatr 2004;26(4):273-6]</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Link para PDF:http://www.scielo.br/pdf/rbp/v26n4/a13v26n4.pdf</li>
</ul>
</div>
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