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	<title>Arquivo de depressão - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de depressão - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Pensamentos obsessivos: por quê surgem e como controlá-los?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 02:43:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pensamentos obsessivos são ideias, imagens ou impulsos repetitivos e intrusivos que invadem a mente com intensidade e frequência. Para muitas pessoas, eles geram desconforto emocional, ansiedade ou culpa. Por isso, compreender suas origens, identificar seus tipos e aprender estratégias práticas para lidar com eles é fundamental para restabelecer o bem‑estar mental. Neste artigo, vamos explorar o que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensamentos obsessivos são ideias, imagens ou impulsos repetitivos e intrusivos que invadem a mente com intensidade e frequência. Para muitas pessoas, eles geram desconforto emocional, ansiedade ou culpa.</p>
<p>Por isso, compreender suas origens, identificar seus tipos e aprender estratégias práticas para lidar com eles é fundamental para restabelecer o bem‑estar mental.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar o que são os pensamentos obsessivos, suas causas, os sintomas mais frequentes, as opções de tratamento e dicas práticas para enfrentá-los no dia a dia. Boa leitura!</p>
<h4></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que são os pensamentos obsessivos?</strong><span id="more-2920"></span></p>
<p>São ideias, imagens ou impulsos que surgem de forma repetitiva e indesejada, gerando desconforto e ansiedade. Assim, eles invadem a mente involuntariamente, mesmo quando a pessoa tenta ignorá-los ou afastá-los.</p>
<p>Esses pensamentos costumam ser percebidos como irracionais ou exagerados, mas ainda assim causam angústia. É comum que envolvam temas como medo de causar mal, preocupações com limpeza, culpa ou dúvidas constantes.</p>
<p>Embora possam ocorrer em situações de estresse, quando se tornam frequentes e incapacitantes, estão frequentemente associados a transtornos como o Transtorno Obsessivo‑compulsivo (TOC).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que causa pensamentos obsessivos?</strong></p>
<p>Os pensamentos obsessivos podem surgir por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Mesmo que qualquer pessoa possa tê-los ocasionalmente, eles se tornam preocupantes quando são frequentes, intensos e interferem na vida diária.</p>
<p>Então, a seguir, destacamos as principais causas:</p>
<ul>
<li>Alterações em neurotransmissores, como a serotonina;</li>
<li>Histórico familiar de transtornos mentais, especialmente ansiedade e TOC;</li>
<li>Traços de personalidade, como perfeccionismo e necessidade de controle;</li>
<li>Dificuldade em lidar com incertezas ou pensamentos negativos;</li>
<li>Experiências de estresse intenso ou eventos traumáticos.</li>
<li>Condições como depressão e transtornos de ansiedade.</li>
</ul>
<p>Além desses fatores, uma das causas mais frequentes é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Nesse caso, os pensamentos obsessivos são recorrentes, intensos e seguidos de comportamentos repetitivos, como checagens ou rituais mentais. Esses comportamentos têm a função de aliviar a angústia provocada pelas obsessões, mas acabam mantendo o ciclo do transtorno.</p>
<p>Portanto, quando os sintomas interferem na rotina ou causam sofrimento ao indivíduo, é fundamental buscar ajuda especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os tipos de pensamentos obsessivos mais comuns?</strong></p>
<p>Os pensamentos obsessivos podem assumir diferentes formas, variando de pessoa para pessoa. No entanto, alguns dos tipos mais frequentes incluem:</p>
<ul>
<li>Medo excessivo de contaminação, germes ou sujeira;</li>
<li>Dúvidas constantes sobre ações do cotidiano, como trancar portas ou desligar aparelhos;</li>
<li>Pensamentos agressivos ou violentos, mesmo sem intenção de agir sobre eles;</li>
<li>Ideias de cunho sexual indesejado, muitas vezes acompanhadas de culpa ou vergonha;</li>
<li>Preocupações exageradas com temas religiosos ou morais;</li>
<li>Necessidade intensa de simetria, ordem ou perfeição;</li>
<li>Medo de causar acidentes ou prejuízos, mesmo sem evidência real;</li>
<li>Pensamentos repetitivos ligados à culpa, arrependimento ou remorso.</li>
</ul>
<p>Esses pensamentos costumam ser acompanhados por um alto nível de ansiedade e, em muitos casos, por comportamentos repetitivos que visam neutralizá-los.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais sintomas relacionados aos pensamentos obsessivos</strong></p>
<p>Quando os pensamentos obsessivos se tornam frequentes e intensos, eles costumam provocar uma série de reações emocionais e comportamentais. Esses sintomas variam de pessoa para pessoa, mas alguns sinais são bastante comuns, como:</p>
<ul>
<li>Presença frequente de pensamentos indesejados, repetitivos e angustiantes;</li>
<li>Dificuldade em controlar ou interromper esses pensamentos;</li>
<li>Sensação de que os pensamentos não condizem com a própria vontade ou valores;</li>
<li>Tentativas de neutralizar ou compensar os pensamentos com comportamentos repetitivos;</li>
<li>Ansiedade, culpa ou medo provocados pelas obsessões;</li>
<li>Prejuízo na concentração, no sono ou em atividades cotidianas;</li>
<li>Comprometimento das relações pessoais, profissionais ou acadêmicas;</li>
<li>Isolamento social por vergonha ou medo de julgamento;</li>
<li>Evitação de situações, lugares ou pessoas que possam desencadear os pensamentos;</li>
<li>Cansaço mental por lutar constantemente contra os próprios pensamentos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os tratamentos para isso?</strong></p>
<p>O tratamento dos pensamentos obsessivos pode envolver diferentes abordagens, dependendo da intensidade dos sintomas e da causa associada. Portanto, o acompanhamento profissional é essencial para definir a estratégia mais adequada.</p>
<p>Entretanto, abaixo, separamos os principais tratamentos utilizados:</p>
<p><strong>1 &#8211; Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong></p>
<p>A TCC é a abordagem mais eficaz para pensamentos obsessivos, pois trabalha a identificação de padrões mentais disfuncionais e a exposição gradual a pensamentos temidos, sem recorrer a comportamentos compulsivos.</p>
<p>Assim, ela ensina o paciente a responder de forma mais saudável às obsessões, promovendo autonomia e redução da ansiedade associada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)</strong></p>
<p>A ACT ajuda o paciente a aceitar a presença dos pensamentos obsessivos sem se prender a eles, o que enfatiza o foco em ações baseadas em valores pessoais, mesmo com desconforto emocional.</p>
<p>Além disso, utiliza técnicas de mindfulness para criar uma relação mais flexível com os pensamentos, reduzindo seu impacto na rotina.</p>
<p><strong>3 &#8211; Medicamentos psiquiátricos</strong></p>
<p>Antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), são frequentemente indicados para tratar pensamentos obsessivos e TOC, pois eles atuam na regulação de neurotransmissores ligados à ansiedade.</p>
<p>No entanto, o uso deve ser sempre orientado por um psiquiatra.</p>
<p><strong>4 &#8211; Terapia psicodinâmica</strong></p>
<p>Essa abordagem busca compreender os conflitos emocionais e inconscientes que podem dar origem aos pensamentos obsessivos. Isso ajuda o paciente a elaborar experiências passadas e padrões emocionais repetitivos.</p>
<p>Embora não seja a primeira linha para tratar os pensamentos obsessivos, pode ser útil em casos específicos, com benefícios a longo prazo.</p>
<p><strong>5 &#8211; Técnicas complementares</strong></p>
<p>Práticas como meditação, exercícios físicos, atenção plena e respiração consciente auxiliam no controle da ansiedade e na redução do estresse diário.</p>
<p>São estratégias que não substituem o tratamento principal, mas funcionam como apoio, fortalecendo o bem-estar emocional e ajudando na convivência com pensamentos recorrentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como lidar com os pensamentos obsessivos no dia a dia?</strong></p>
<p>Enfrentar pensamentos obsessivos exige prática e estratégias consistentes. Embora o acompanhamento profissional seja fundamental, algumas atitudes no cotidiano podem ajudar a reduzir o impacto dessas obsessões e a retomar o equilíbrio emocional:</p>
<p><strong>1 &#8211; Reconheça o pensamento sem tentar controlá-lo</strong></p>
<p>Tentar eliminar o pensamento obsessivo costuma piorar a ansiedade. Em vez disso, reconheça que ele está presente e permita que exista sem reagir de forma imediata.</p>
<p>Essa aceitação reduz o impulso de realizar rituais mentais ou evitar situações.</p>
<p><strong>2 &#8211; Evite buscar segurança constante</strong></p>
<p>Pedir garantias ou repetir ações para ter certeza reforça o ciclo obsessivo. Portanto, esforce-se para tolerar a incerteza e resistir à necessidade de confirmar, mesmo que pareça desconfortável no início.</p>
<p><strong>3 &#8211; Pratique atenção plena (mindfulness)</strong></p>
<p>A prática de mindfulness ajuda a observar os pensamentos sem se envolver com eles. Técnicas simples de respiração e meditação guiada treinam a mente a voltar ao presente, sem se prender a conteúdos mentais repetitivos.</p>
<p><strong>4 &#8211; Mantenha uma rotina estruturada</strong></p>
<p>Ter uma rotina previsível e equilibrada ajuda a reduzir a sobrecarga mental. Por isso, reserve tempo para atividades significativas, lazer, sono regular e autocuidado, isso diminui o espaço que os pensamentos obsessivos ocupam.</p>
<p><strong>5 &#8211; Evite evitar</strong></p>
<p>Evitar lugares, pessoas ou situações por medo de ter pensamentos obsessivos apenas os reforça. Assim, a exposição gradual, com apoio terapêutico se necessário, ajuda a dessensibilizar o cérebro e a ganhar confiança.</p>
<p><strong>6 &#8211; Registre os pensamentos</strong></p>
<p>Escrever os pensamentos obsessivos em um caderno ou aplicativo pode ajudar a colocá-los em perspectiva. Isso permite identificar padrões, gatilhos e reações, facilitando o controle consciente sobre eles.</p>
<p><strong>7 &#8211; Exercite o autodiálogo compassivo</strong></p>
<p>Fale consigo mesmo com gentileza, reconhecendo que pensamentos não definem quem você é. Além disso, troque frases como “Isso é horrível” por “Isso é só um pensamento, vai passar”. Tenha em mente que a autocompaixão fortalece a resiliência emocional.</p>
<p><strong>8 &#8211; Busque apoio profissional</strong></p>
<p>Se os pensamentos forem persistentes e causarem sofrimento, a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra é essencial, pois o tratamento adequado faz toda a diferença na forma como a mente lida com essas obsessões.</p>
<p>Os pensamentos obsessivos podem causar grande sofrimento, mas é possível aprender a lidar com eles e retomar o controle da própria mente.</p>
<p>Com tratamento adequado, estratégias no dia a dia e apoio profissional, é possível reduzir a intensidade dessas obsessões e viver com mais equilíbrio e tranquilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 01:28:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem. Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Engana-se quem pensa que os problemas de memória são restritos aos mais velhos. Apesar de a demência ser uma condição que pode surgir após os 60 anos, existem outras questões que prejudicam a capacidade de armazenamento de informações, inclusive entre a população jovem.</p>
<p>Isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, ansiedade, depressão e insuficiência de vitamina B12, por exemplo.</p>
<p>Por isso, neste artigo, falaremos sobre os problemas de memória e explicaremos como a psicoterapia pode ajudar a resolver essa condição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Qual a relação entre saúde mental e problemas de memória?</strong></h4>
<p>Quando há uma interferência no armazenamento e na recordação de informações pelo cérebro, estamos diante de um problema de memória.</p>
<p>Em certa medida, quando nos referimos às pessoas idosas, o declínio da memória é uma condição considerada como normal. No entanto, há casos mais severos que precisam ser acompanhados pelo médico para descartar algumas patologias, como o Alzheimer.</p>
<p>Contudo, os problemas de memória também podem estar presentes em pessoas mais jovens, como adolescentes e adultos. Nesses casos, é comum que eles estejam relacionados a alguma questão de saúde mental.</p>
<p>Isso significa que algumas condições psicológicas podem provocar a dificuldade de lembranças no indivíduo, como:</p>
<p><strong>1 &#8211; Ansiedade:</strong> Devido aos pensamentos acelerados, a pessoa ansiosa pode ter dificuldade para se concentrar em tarefas, lembrar de conversas e de eventos passados, por exemplo.</p>
<p><strong>2 &#8211; Depressão:</strong> Pessoas que sofrem de depressão apresentam o declínio da memória, uma vez que perdem a capacidade de reter informações e de se concentrar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade</strong>: O TDAH tem como algumas de suas características a inquietação e a dificuldade de concentração. Isso, consequentemente, pode afetar a capacidade de memória do indivíduo.</p>
<p><strong>4 &#8211; Estresse:</strong> O estresse crônico, a <strong>Síndrome de Burnout</strong> e o <strong>Transtorno de</strong> <strong>Estresse Pós-Traumático (TEPT)</strong> também são condições que afetam a memória de alguma forma.</p>
<p><strong>5 &#8211; Transtorno de bipolaridade</strong>: Esse transtorno é caracterizado pela oscilação entre duas fases – mania e depressão. Nesta segunda, o indivíduo fica inquieto e com dificuldade para prestar atenção no que está acontecendo, o que desencadeia problemas de memória.</p>
<p><strong>Outras causas dos problemas de memória </strong></p>
<p>Além das questões de saúde mental apresentadas anteriormente, outros fatores podem desencadear problemas de memória, como:</p>
<p>1 &#8211; Aneurisma cerebral</p>
<p>2 &#8211; Desequilíbrio hormonal</p>
<p>3 &#8211; Deficiência de vitamina B12</p>
<p>4 &#8211; Acidente Vascular Cerebral (AVC)</p>
<p>5 &#8211; Lesões e/ou infecções no cérebro</p>
<p>6 &#8211; Privação do sono</p>
<p>7 &#8211; Abuso de álcool e drogas</p>
<p>8 &#8211; Ingestão de certos medicamentos</p>
<p>Diante de tantos fatores, é imprescindível buscar a ajuda de um profissional da saúde quando apresentar alguma interferência na capacidade de memória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de memória?</strong></h4>
<p>Como vimos, a perda da capacidade do cérebro de reter informações pode estar relacionada com questões de saúde mental. Isso significa que, se esse for o seu caso (ou de alguém conhecido), será preciso tratar essa questão por meio da psicoterapia.</p>
<p>Sim, a ajuda de um psicólogo para quem tem problemas de memória relacionados a questões como ansiedade, depressão, estresse, etc., é o melhor tratamento, uma vez que esse profissional auxiliará na resolução do problema de saúde mental de origem.</p>
<p>Por exemplo: se uma pessoa sofre com a Síndrome de Burnout e, consequentemente, com o esquecimento, o psicólogo a ajudará a encontrar caminhos para mudar sua relação com o trabalho de forma que o estresse e a estafa sejam controlados.</p>
<p>Além disso, na psicoterapia, é trabalhada a autoestima, a execução de hábitos saudáveis (incluindo meditação, técnicas de respiração e hobbies) e o planejamento de vida, questões essenciais para que o paciente possa melhorar a sua saúde mental (e física). Assim, à medida que essas questões internas vão sendo tratadas, os problemas de memória se tornam menos intensos – até serem solucionados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como melhorar e preservar a memória?</strong></h4>
<p>Além da terapia, existem outras formas de melhorar – e até mesmo preservar – a memória.</p>
<p>Sim, mesmo quem não possui essa capacidade afetada, deve pensar em formas de trabalhá-la todos os dias para manter a saúde desta função cerebral, garantindo um envelhecimento bem mais saudável.</p>
<p>Sendo assim, listamos algumas ações que você pode (e deve) fazer para melhorar a sua capacidade de armazenamento de informações.</p>
<p><strong>1 &#8211; Exercite a memória </strong></p>
<p>Treinar a memória diariamente é uma forma de prevenir essa função do cérebro, sobretudo durante o envelhecimento. Sendo assim, existem várias formas de exercitar a sua memória e estimulá-la, como:</p>
<ul>
<li>Ler;</li>
<li>Fazer palavras cruzadas;</li>
<li>Fazer cálculos mentais;</li>
<li>Tentar se lembrar dos acontecimentos do dia antes de se deitar;</li>
<li>Jogar jogos de memorização.</li>
</ul>
<p>Conforme recomendação médica, esses exercícios também podem ser feitos durante o tratamento de alguma condição de saúde mental que tenha a perda temporária de memória como um sintoma.</p>
<p><strong>2 &#8211; Tenha uma boa alimentação</strong></p>
<p>Manter uma alimentação equilibrada e nutritiva também é essencial para o bom funcionamento do corpo e da mente.</p>
<p>Para isso, é necessário consumir alimentos ricos em ômega 3 e óleos graxos – que ajudam os neurônios a cumprirem com suas funções – e reduzir o consumo de carboidratos e açúcar.</p>
<p><strong>3 &#8211; Garanta a qualidade do seu sono</strong></p>
<p>Uma boa noite de sono é fundamental para a preservação da memória. Por outro lado, poucas horas de sono ou uma noite de má qualidade podem prejudicar o registro de memórias de curto prazo.</p>
<p>Sendo assim, é imprescindível buscar fazer uma higienização do sono, que significa criar hábitos que favoreçam o sono duradouro e de qualidade. Dentre as principais ações, estão:</p>
<ul>
<li>Evitar consumir bebidas estimulantes no final do dia;</li>
<li>Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de se deitar;</li>
<li>Manter o quarto escuro e com som ambiente.</li>
</ul>
<p><strong>4 &#8211; Mantenha o seu peso controlado </strong></p>
<p>Um aspecto inimaginável para muitas pessoas, o controle adequado do peso pode prevenir o surgimento de problemas de memória. Sim, estar muito acima ou muito abaixo do peso pode trazer riscos para essa área do cérebro.</p>
<p>Por isso, tenha em mente que o controle do peso vai muito além de questões estéticas. Ele tem a ver com saúde física e mental também.</p>
<p class="wp-block-heading" data-beyondwords-marker="831adec4-81de-4fe0-9988-1af2137fc1b3"><strong>5. Pratique o autocuidado </strong></p>
<p data-beyondwords-marker="b1cdae70-d098-414f-8341-4e730480deb2">Por fim, pratique o autocuidado para preservar a sua saúde mental, sua memória e ter qualidade de vida. Isso envolve, dentre outras ações:</p>
<ul class="wp-block-list" data-beyondwords-marker="83e35f07-62ab-4417-8900-8f288f485ca9">
<li data-beyondwords-marker="0ba3b70b-d8dd-40b5-a9f0-d87a8a74f0f0">Tirar um tempo para praticar um hobby;</li>
<li data-beyondwords-marker="8d7e1099-2604-4525-aff4-6933b530191d">Reservar momentos para estar com a família e amigos;</li>
<li data-beyondwords-marker="b6e3ec51-2628-465e-9b5e-49e70be8327a">Colocar limites para se preservar, inclusive no trabalho;</li>
<li data-beyondwords-marker="a06240ee-8bb0-4558-bf3a-0c0db2230c8b">Praticar atividade física para liberar hormônios que reduzem o estresse;</li>
<li data-beyondwords-marker="dcb874de-f2ef-4b1f-aa22-f26eef84b84a">Fazer terapia para trabalhar o autoconhecimento.</li>
</ul>
<p data-beyondwords-marker="027d827c-5d1c-4f2b-bdb8-dab15fa19aa8">Dessa maneira, é possível ter uma vida mais saudável e com as funções cognitivas preservadas. A curto, médio e longo prazo os benefícios são incalculáveis. Portanto, cuide de si e da sua memória!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Medo de Morrer (Tanatofobia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 01:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia. A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia.</p>
<p>A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação com a própria morte ou com a de entes queridos, por exemplo.</p>
<p>Embora seja natural ter algum nível de apreensão neste sentido, a tanatofobia pode se tornar debilitante, interferindo significativamente na qualidade de vida de uma pessoa. A boa notícia é que ela pode ser tratada com auxílio profissional. Continue a leitura e saiba mais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o medo de morrer?</strong></p>
<p>A tanatofobia é uma condição psicológica caracterizada por uma ansiedade intensa e irracional em relação à morte ou ao processo de morrer.</p>
<p>O medo de morrer pode ser desencadeado por causas variadas, como experiências traumáticas, doenças graves ou a perda de entes queridos, afetando significativamente a vida diária.</p>
<p>Em alguns casos, a cultura e as crenças religiosas também podem influenciar esse medo.</p>
<p>Por isso, vale dizer que pessoas com tanatofobia frequentemente experimentam uma ansiedade extrema, ataques de pânico e, até mesmo, evitam situações que os façam pensar na morte.</p>
<p>Apesar disso, cabe destacar que a tanatofobia possui tratamento e que este geralmente envolve a realização de terapia e outras técnicas úteis para aliviar a ansiedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sentir medo de morrer é normal?</strong></p>
<p>Sim, sentir medo de morrer é uma experiência humana natural e comum, já que se trata de um fato inevitável na vida das pessoas. Logo, até um certo ponto, é perfeitamente normal passar por momentos de medo com relação à morte.</p>
<p>Então, esse medo pode servir como um mecanismo de proteção, nos alertando sobre perigos e nos incentivando a adotar comportamentos que preservem nossa vida. No entanto, quando o medo se torna excessivo e interfere na vida cotidiana e nas atividades mais comuns do dia a dia, pode ser um sinal de tanatofobia, uma condição que requer atenção e tratamento adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os principais sintomas da tanatofobia?</strong></p>
<p>Geralmente, pessoas acometidas pelo medo de morrer possuem alguns sintomas frequentemente verificados.</p>
<p>Os sintomas psicológicos (mentais/emocionais) podem ser os seguintes:</p>
<ul>
<li>Crises de ansiedade intensa ao pensar na própria morte ou na de entes queridos;</li>
<li>Ataques de pânico;</li>
<li>Esquivar-se de situações ou conversas sobre a morte;</li>
<li>Pensamentos obsessivos sobre a morte;</li>
<li>Crises de humor ou de depressão.</li>
</ul>
<p>Já os sintomas físicos podem se manifestar com:</p>
<ul>
<li>Palpitações cardíacas;</li>
<li>Sudorese;</li>
<li>Calafrios;</li>
<li>Tremores;</li>
<li>Dificuldade em dormir devido ao medo da morte.</li>
</ul>
<p>Essas são, portanto, as manifestações físicas e emocionais mais comuns entre as pessoas com tanatofobia, de modo que, a ocorrência dos episódios de fobia pode até mesmo prejudicar as atividades de rotina dos indivíduos, seja social ou profissionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que causa o medo de morrer?</strong></p>
<p>Da mesma maneira que outras espécies de fobias, as situações de medo de morrer podem ser causadas por diferentes fatores marcantes, por isso, frequentemente, decorrem de experiências vividas ainda na infância.</p>
<p>Portanto, a tanatofobia pode estar relacionada com:</p>
<p><strong>1 &#8211; Experiências de traumas</strong></p>
<p>Episódios traumáticos relacionados à morte, tais como acidentes graves, ameaças de morte ou a perda de entes queridos, podem desencadear um medo intenso da morte.</p>
<p><strong>2 &#8211; Doenças graves</strong></p>
<p>O diagnóstico de doenças graves ou, em alguns casos, de doenças crônicas, podem aumentar a consciência de uma possível morte e, por consequência, gerar um medo intenso da ocorrência de morte.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultura e crenças religiosas</strong></p>
<p>Crenças culturais e religiosas a respeito da morte e do “além” podem influenciar a intensidade do medo da morte em algumas pessoas, sobretudo em virtude de conceitos como céu e inferno, punições e até mesmo purgatório.</p>
<p><strong>4 &#8211; Ansiedade generalizada</strong></p>
<p>Pessoas com quadros frequentes de ansiedade podem ter uma predisposição a desenvolver medos intensos e irracionais, incluindo o medo da morte, despertando, assim, a tanatofobia.</p>
<p><strong>5 &#8211; Incerteza quanto ao pós-morte</strong></p>
<p>A falta de certeza sobre o que acontece após a morte pode causar ansiedade e medo excessivo em algumas pessoas, especialmente porque, em muitos casos, a própria família evita falar a respeito do assunto, o que pode desencadear a fobia.</p>
<p><strong>6 &#8211; Medo da solidão</strong></p>
<p>No geral, indivíduos que temem a solidão, ou seja, o medo de ficarem sós, apresentam maiores chances de serem acometidos pela tanatofobia, já que a morte, por consequência inevitável, separa pessoas umas das outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico da tanatofobia?</strong></p>
<p>O diagnóstico da tanatofobia é realizado por profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras.</p>
<p>O processo geralmente envolve uma avaliação clínica completa do histórico médico e psicológico do paciente, incluindo entrevistas detalhadas para entender os sintomas e seus impactos na vida cotidiana.</p>
<p>Questionários e escalas de avaliação de ansiedade são utilizados para medir a intensidade do medo da morte, identificando se o medo é desproporcional e se interfere nas atividades do dia a dia, diferenciando-o de um medo normal e natural.</p>
<p>Então, vale dizer que é importante distinguir a tanatofobia de outras condições de saúde mental, tais como quadros de ansiedade generalizada ou depressão, para garantir um tratamento mais adequado possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as formas de tratar o medo de morrer?</strong></p>
<p>O tratamento do medo de morrer pode ser abordado de diversas maneiras, algo que vai depender das necessidades de cada paciente.</p>
<p>Por isso, buscar ajuda profissional é fundamental para encontrar o tratamento mais adequado para cada caso.</p>
<p>No entanto, pode-se dizer que uma das principais formas de tratamento é a terapia, que se combinada com técnicas de relaxamento, meditação e respiração profunda são eficazes para aliviar a ansiedade e promover um estado de calma. Além disso, participar de grupos de apoio permite compartilhar experiências e técnicas de enfrentamento com outras pessoas.</p>
<p>Por isso, outro ponto importante é que a educação acerca da morte também ajuda a reduzir o medo, proporcionando uma compreensão mais profunda e racional do tema.</p>
<p>O mais importante é saber que, com tratamento e apoio adequado, incluindo terapias e técnicas de enfrentamento, além de educação sobre o assunto, é possível diminuir o medo excessivo da morte e recuperar o equilíbrio emocional, permitindo uma vida mais plena e tranquila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>Transtorno de Acumulação: o que é, causas e tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 17:55:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem. Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem.</p>
<p>Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para o desencadeamento de outras questões emocionais, como o sofrimento, a angústia e os conflitos (internos e externos).</p>
<p>Neste artigo, vamos falar tudo sobre o Transtorno de Acumulação para que você o conheça e possa perceber se há chances de alguém ao seu redor tê-lo. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o Transtorno de Acumulação?</strong><span id="more-2754"></span></p>
<p>O Transtorno de Acumulação consiste no acúmulo de objetos de pouco ou nenhum valor. O portador dessa condição possui muita dificuldade, e até mesmo uma angústia profunda, para se desapegar de tais itens, o que faz com que ele os acumule.</p>
<p>É muito importante diferenciar esse transtorno das coleções. Isso porque o colecionador acumula itens de uma mesma categoria e de forma ordenada.</p>
<p>Enquanto isso, a pessoa acumuladora não tem organização para guardar os objetos e acumula itens que não apresentam valor sentimental ou material.</p>
<p>Além disso, a ansiedade costuma ser uma condição muito forte e presente no Transtorno de Acumulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as causas desse transtorno?</strong></p>
<p>As causas do Transtorno de Acumulação são variadas, mas geralmente estão associadas a fatores emocionais.</p>
<p>Assim, a pessoa acometida por esse transtorno pode já apresentar algum outro problema de saúde mental, como: Depressão, Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), entre outros.</p>
<p>Além disso, muitos indivíduos desenvolvem essa condição para suprir uma necessidade e carência emocional. Outros, acumulam itens por acreditarem que esses podem fazer com que eles se tornem mais importantes para a sociedade.</p>
<p>Cabe mencionar que, além da pré-existência de outras condições mentais e emocionais, existem ainda outros fatores de risco para o Transtorno de Acumulação, como: histórico familiar de acumulação, traumas mal resolvidos,</p>
<p>personalidade indecisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Principais sintomas do Transtorno de Acumulação</strong></p>
<p>Os sintomas do Transtorno de Acumulação podem surgir ainda na adolescência, por volta dos 11 e 15 anos de idade, mas tem uma piora gradativa e significativa à medida que a pessoa envelhece.</p>
<p>Assim, entre os principais sinais dessa condição, estão:</p>
<ul>
<li>Necessidade incontrolável de acumular objetos com pouco ou nenhum valor;</li>
<li>Angústia quando precisa se desfazer desses itens;</li>
<li>As áreas de convívio da casa ficam desorganizadas e cheias com os objetos, impossibilitando o uso delas;</li>
<li>Quando confrontado por pessoas próximas, o acumulador nega ou se constrange, mas não cogita mudar seus hábitos;</li>
<li>Isolamento social, uma vez que a pessoa se sente constrangida;</li>
<li>Pode haver acumulação compulsiva de animais de estimação, mas o indivíduo não consegue suprir as necessidades deles;</li>
<li>Dificuldade para tomar decisões;</li>
<li>Dificuldade para executar tarefas diárias;</li>
<li>Ansiedade, principalmente quando pensa que precisa se desfazer dos objetos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é realizado o diagnóstico dessa condição?</strong></p>
<p>O diagnóstico do Transtorno de Acumulação é realizado a partir de uma avaliação médica e/ou psicológica. Para isso, o especialista leva em consideração alguns critérios bastante específicos, como:</p>
<ul>
<li>paciente sente muita dificuldade para se desfazer de bens;</li>
<li>Ele realmente acredita que precisa guardar determinados objetos, independente do seu valor;</li>
<li>Os itens acumulados causam desorganização nas áreas de convívio da casa e interferem na forma como elas são utilizadas;</li>
<li>O indivíduo se sente angustiado diante da possibilidade de ter que se desfazer de algum dos seus bens.</li>
<li>Há uma redução da sua capacidade funcional por causa do acúmulo compulsivo, isto é, a pessoa não consegue realizar tarefas simples.</li>
</ul>
<p>Vale dizer que dificilmente a pessoa que sofre com esse problema o reconhece. Por isso, muitas vezes, a sinalização da possível condição é realizada por alguém próximo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Existe tratamento para o Transtorno de Acumulação?</strong></p>
<p>Sim, existe tratamento para o Transtorno de Acumulação, sendo que o principal meio é a psicoterapia.</p>
<p>Ao encorajar o paciente a refletir, as sessões de terapia conseguem auxiliá-lo a modificar a forma como pensa e age. Assim, gradativamente, ele conseguirá reduzir essa carência emocional e, consequentemente, o apego pelos itens acumulados.</p>
<p>Além disso, para que não haja recaídas, o acompanhamento psicológico trabalha a tomada de decisões – considerando que o indivíduo costuma ser indeciso – e a ansiedade – que é uma das molas propulsoras para o acúmulo compulsivo.</p>
<p>No entanto, convém mencionar que a implementação do tratamento costuma ser difícil, uma vez que o acumulador compulsivo não costuma enxergar a sua situação como um problema. Por isso, é tão importante que familiares e amigos auxiliem-no nessa jornada, mostrando a importância de ele se cuidar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como ajudar um acumulador compulsivo?</strong></p>
<p>Como mencionado anteriormente, é indispensável o apoio de pessoas próximas, uma vez que a pessoa acumuladora pode resistir ao tratamento.</p>
<p>Por isso, se você tem alguém do seu convívio que passa por esse problema, aqui vão algumas dicas para ajudá-lo e orientá-lo:</p>
<p><strong>1- Não julgue</strong></p>
<p>A sua ajuda começa em não julgar a pessoa acumuladora. Isso significa que é muito importante ser empático, mostrando a ela que você entende o seu lado.</p>
<p>O julgamento, além de constranger o indivíduo, pode fazer com que ele se feche ainda mais para receber qualquer tipo de ajuda. Portanto, é muito importante ter essa leveza e cordialidade.</p>
<p><strong> 2- </strong><strong>Tenha paciência</strong></p>
<p>Também é importante ter muita paciência, principalmente se você convive na mesma casa que essa pessoa. Afinal, pode ser bastante desafiador estar em um ambiente cheio de itens acumulados, que podem até mesmo impedir o fluxo de pessoas.</p>
<p>Acontece que a falta de paciência com o acumulador pode desencadear nele ainda mais ansiedade e estresse, o que não contribui em nada para a melhora do seu estado.</p>
<p><strong> 3- </strong><strong>Pontue os riscos da prática de acumulação</strong></p>
<p>De forma objetiva, clara e educada, pontue os riscos aos quais a pessoa está exposta ao acumular itens, como:</p>
<ul>
<li>Isolamento social;</li>
<li>Condições insalubres;</li>
<li>Risco de incêndio;</li>
<li>Conflitos familiares;</li>
<li>Desempenho precário no trabalho;</li>
<li>Aparecimento de outras condições mentais, etc.</li>
</ul>
<p><strong>4- Proponha a busca de uma ajuda especializada:</strong></p>
<p>Incentive a pessoa a buscar a ajuda especializada de um psicólogo, caso ela ainda não tenha procurado um. Aponte todos os benefícios que ela terá ao investir na psicoterapia. Você também pode se propor a ajudá-la a procurar um bom profissional e até mesmo acompanhá-la ao consultório, caso as sessões sejam presenciais. Dessa forma, você contribuirá para que ela se sinta mais segura para modificar a sua realidade, que é tão dolorosa e causa tanto sofrimento.</p>
<p>Persista e não a desampare, pois assim como outros transtornos, esse também demanda acompanhamento para o resgate da saúde mental do paciente!</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como anda sua autoestima? Conheça alguns sinais de baixa autoestima!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 20:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A autoestima é basicamente a maneira como você se enxerga. Nesse texto, falaremos mais profundamente sobre os sinais mais comuns da baixa autoestima e como ela pode se manifestar no dia-a-dia. Quando se pensa sobre isso, logo se faz uma associação com a aparência, mas a autoestima é um conceito abrangente. Ela é formada por&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A autoestima é basicamente a maneira como você se enxerga. Nesse texto, falaremos mais profundamente sobre os sinais mais comuns da baixa autoestima e como ela pode se manifestar no dia-a-dia.</p>
<p>Quando se pensa sobre isso, logo se faz uma associação com a aparência, mas a autoestima é um conceito abrangente. Ela é formada por um conjunto de crenças, sentimentos e opiniões as quais você mantém sobre si mesmo.</p>
<p>Muitos têm dificuldade para construir e sustentar uma visão positiva acerca de quem são. Não gostam da sua aparência, do seu jeito de ser, do seu trabalho, do lugar onde moram, entre outros e, como resultado, não conseguem se amar e cuidar de si mesmos como deveriam. A essa dificuldade de aceitar e de gostar de si mesmo damos o nome de baixa autoestima.</p>
<p>A baixa autoestima pode se manifestar de diversas formas, e ela está associada a uma série de fatores, como motivação e autoconhecimento, e pode trazer vários problemas para nossa vida profissional, afetiva e social.</p>
<p><strong>Você tem baixa autoestima?</strong></p>
<p>A baixa autoestima pode se manifestar de muitas formas, e nem sempre as pessoas percebem os sinais. Por isso, no dia a dia, elas alimentam pensamentos e emoções negativas que tornam a possibilidade de autoaceitação cada vez mais difícil.</p>
<p>Abaixo, confira alguns sinais que ajudam a identificar a falta de autoestima e veja se consegue percebê-los em você.</p>
<ul>
<li><strong>Falta de confiança: </strong></li>
</ul>
<p>A falta de confiança e a baixa autoestima andam juntas. Afinal, quem não se acha merecedor, dificilmente têm confiança para encarar desafios, fazer movimentos de mudança, firmar relacionamentos e tirar seus planos de vida do papel.</p>
<p>Este é um dos primeiros sinais notados em quem não tem uma boa opinião de si mesmo.</p>
<ul>
<li><strong>Reclamações constantes: </strong></li>
</ul>
<p>A baixa autoestima também pode se manifestar em forma de reclamações constantes. Como ver o lado positivo da vida é difícil para quem tem baixa autoestima, esses indivíduos normalmente desenvolvem o hábito de reclamar. Eles colocam defeito em tudo, mesmo quando a situação é positiva e os outros estão felizes com ela.</p>
<p>Reclamar constantemente não apenas afasta as pessoas que não querem conviver com tanta negatividade, como também fortalece pensamentos e crenças negativas. Sendo assim, o indivíduo encontra ainda mais dificuldade para elevar a sua autoestima.</p>
<ul>
<li><strong>Medo da rejeição: </strong></li>
</ul>
<p>O medo de rejeição não diz respeito somente aos relacionamentos afetivos. Afinal, quem tem medo de ser rejeitado não consegue compartilhar as suas ideias no ambiente de trabalho, tem uma postura passiva por temer repreensões e deixa passar muitas oportunidades para o seu desenvolvimento pessoal.As pessoas possuem opiniões, preferências e visões de mundo distintas, por isso, a rejeição é uma parte da vida e dificilmente conseguimos fugir dela. A baixa autoestima, nesse caso, pode se manifestar em forma de dificuldade para gerenciar as emoções que resultam da rejeição, levando-as sempre para o lado pessoal.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Medo de enfrentar desafios:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Se você sempre vê o lado negativo e sofre antes mesmo de as situações se desenrolarem, provavelmente tem medo de enfrentar desafios. E se você não conseguir superá-los? Ou, mesmo, se houver imprevistos no caminho? E se você não tiver capacidade de encontrar soluções para os seus problemas? E se alguém começar a pensar negativamente sobre você?</p>
<p>Esses são questionamentos comuns de quem não confia o suficiente em si mesmo para enfrentar situações as quais considera complicadas.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Perfeccionismo:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Pessoas com autoestima baixa normalmente se cobram demais. Sentem que se não conseguem atingir os seus próprios ideais de perfeição, se consideram incompetentes, preguiçosas e sem talento. Elas também têm dificuldade para perceber que são seres imperfeitos, assim como o restante das pessoas. Assim, entram em um ciclo de perfeccionismo, derrotas e frustração do qual podem levar muito tempo para sair.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Autopunição:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Uma forma muito comum da baixa autoestima se manifestar é em forma de autopunição. As punições podem acontecer de múltiplas formas, como descuidar da alimentação mesmo sabendo da sua importância para a saúde ou se negar algo a muito esperava – um evento, uma roupa ou um momento de descanso. Essas pequenas punições trazem uma sensação de prazer momentânea, como se a justiça estivesse sendo feita, e reforçam a crença do não merecimento.</p>
<p><strong>Problemas da baixa autoestima</strong></p>
<p>Como se pode ver anteriormente, a auto percepção negativa molda o nosso comportamento.</p>
<p>Um indivíduo inseguro que teme rejeição e sempre vê o lado negativo das coisas tende a se colocar em posição desfavorável em relação a si mesmo. Ele não consegue dar a sua opinião no trabalho, tem dificuldade para ser proativo, não investe em si mesmo através da aquisição de conhecimento, tem medo de se relacionar e aceita suas derrotas, optando por desistir em vez de tentar novamente. Assim, consequentemente, sua vida não lhe traz a felicidade e as realizações desejadas.</p>
<p>Pessoas com autoestima baixa almejam o sucesso como todas as outras, mas acreditam não ter capacidade para conquistá-lo. Deste modo, se auto sabotam constantemente e se levam a acreditar que estão satisfeitas com resultados medíocres ou com não ter os seus desejos atendidos.</p>
<p>Já pessoas com autoestima alta acreditam que merecem coisas boas e, por isso, encontram motivação e disposição para correr atrás dos seus sonhos. Elas encaram seus erros, frustrações e fracassos como oportunidades para mudar a maneira que têm feito as coisas. Assim, conseguem se planejar para tentar novamente e adquirir os resultados desejados.</p>
<p>A opinião que mantemos de nós mesmos é, então, muito importante. Assim como você não precisa ser arrogante e se colocar acima das pessoas, não precisa se colocar em uma posição de inferioridade. Basta ter uma opinião positiva acerca de si mesmo, reconhecer suas qualidades e usá-las para o seu benefício em vez de desvalorizá-las.</p>
<p><strong>Como elevar a autoestima?</strong></p>
<p>Com o tempo, a maneira como nos vemos se torna uma espécie de verdade universal e imutável. Afinal, acreditamos que não podemos mudar nossa personalidade e atitudes e, se as enxergamos sob uma luz negativa, sofremos com isso. Entretanto, podemos tanto mudar comportamentos quanto a maneira como os enxergamos.</p>
<p>Elevar a autoestima é um trabalho longo e contínuo que dura a vida inteira. Isso porque até as pessoas com autoestima alta podem passar por fases difíceis onde plantam dúvidas em suas mentes acerca de seu próprio potencial. Mas, elevar a autoestima também é voltar o olhar para si mesmo e estar disposto a encarar a sua própria vulnerabilidade.</p>
<p>Para começar a mudar a maneira como você se vê, é necessário instigar questionamentos como:</p>
<ul>
<li>Quais são minhas qualidades, afinal?</li>
<li>Por que não consigo enxergar as minhas qualidades?</li>
<li>Por que penso tão mal de mim mesmo?</li>
<li>Eu me amo ou encontro razões para não me amar?</li>
</ul>
<p>Responder essas perguntas com sinceridade pode despertar emoções intensas e memórias reprimidas de experiências de vida que o ajudaram a ter uma opinião negativa sobre si mesmo. Embora passar por isso possa ser desagradável, é um passo importante para que você consiga gostar de si mesmo do jeito que é.</p>
<p>Uma maneira efetiva de elevar a autoestima é fazer terapia, por exemplo.Conversar com um psicólogo sobre as razões pelas quais você não acredita ser merecedor de coisas boas ou não consegue encontrar razões para gostar de si mesmo pode ajudá-lo a identificar padrões nocivos de comportamento, crenças, traumas e medos que corroboram para a baixa autoestima.</p>
<p>A terapia também pode fornecer o apoio emocional necessário durante o processo de mudança da sua auto percepção. Assim, você adquire confiança e clareza para refletir sobre a maneira que você se enxerga e o que pode fazer para mudar isso.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Você sabe o que é motivação e como manter-se motivado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 03:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A motivação é um dos sentimentos mais importantes para vivermos com qualidade e mantermos uma relação saudável conosco e com os outros. É ela que nos incentiva a buscar o que desejamos, independentemente dos obstáculos presentes em nosso caminho. Além disso, ela é essencial para resolver problemas e modificar hábitos prejudiciais à nossa saúde mental.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A motivação é um dos sentimentos mais importantes para vivermos com qualidade e mantermos uma relação saudável conosco e com os outros. É ela que nos incentiva a buscar o que desejamos, independentemente dos obstáculos presentes em nosso caminho.</p>
<p>Além disso, ela é essencial para resolver problemas e modificar hábitos prejudiciais à nossa saúde mental. Quando não nos sentimos motivados, simplesmente não encontramos energia para fazer isso e, assim, sofremos com a consequência de levar um estilo de vida pouco saudável.</p>
<p>A motivação pode ser descrita como uma combinação de nossos objetivos pessoais, desejos e&nbsp;expectativas, sendo que os dois últimos fatores são combustíveis fundamentais para a conquista do primeiro. Porém, nem sempre é fácil&nbsp;manter a motivação. Muitas pessoas reclamam do desaparecimento súbito da paixão e entusiasmo que as levaram a tomar um determinado caminho na vida.</p>
<p>Por que perdemos o interesse no que aparentemente costumávamos amar? <span id="more-2481"></span>Se a motivação é tão importante assim porque ela some de repente? O que fazer para combater esse ciclo angustiante de motivação e desmotivação?</p>
<p>Neste post, vamos responder essas perguntas e compartilhar dicas de&nbsp;como manter a motivação.</p>
<p><strong>Por que a motivação desaparece?</strong></p>
<p>Cultivar a motivação pode ser complicado. Esse sentimento tão importante para nos ajudar a concluir tarefas e projetos tende a desaparecer e, em muitas ocasiões, acontece de repente. Quando isso ocorre, nos sentimos&nbsp;culpados, cansados e vazios. Começamos a procrastinar obrigações, desmarcar compromissos e temos dificuldade para cumprir prazos. Até mesmo sair da cama todas as manhãs pode subitamente se tornar um desafio.</p>
<p>A falta de motivação não é sempre uma questão preocupante. Todos vivenciamos essa súbita redução da força de vontade em algum momento, principalmente quando vivemos uma situação desagradável. Existem muitas razões por trás do desaparecimento da motivação, conforme podemos ver abaixo:</p>
<ul>
<li>Insatisfação com o trabalho;</li>
<li>Divórcio ou&nbsp;término de relacionamento;</li>
<li>Problemas familiares;</li>
<li>Problemas financeiros;</li>
<li>Baixa&nbsp;autoestima;</li>
<li>Objetivos incoerentes com quem você é;</li>
<li>Dificuldade para cumprir metas;</li>
<li>Estilo de vida pouco saudável;</li>
<li>Cobranças por resultados – tanto de si mesmo quanto de outras pessoas;</li>
<li>Impaciência;</li>
<li>Perfeccionismo exagerado; e</li>
<li>Falta de apoio.</li>
</ul>
<p>As pessoas normalmente se forçam a continuar vivendo seus dias como antes quando se sentem desmotivadas e, eventualmente, esse sentimento ruim desaparece. Entretanto, é válido reconhecer a falta de motivação e questionar a causa disso.&nbsp;Analisar os possíveis porquês vai ajudá-lo a reconquistar a motivação mais rapidamente. Afinal, ninguém fica desmotivado sem motivo, embora essa possa ser a sensação! Esse sentimento é um sinal enviado por seu inconsciente para mostrar que algo não está bem em nossas vidas.</p>
<p><strong>Quando a falta de motivação se torna um problema?</strong></p>
<p>Quando a falta de motivação persiste por semanas ou meses consecutivos, pode estar associada a uma condição de saúde mental grave, como a&nbsp;Depressão&nbsp;e a&nbsp;Síndrome de Burnout. Também pode ser o sintoma de um transtorno não diagnosticado, como o&nbsp;Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade&nbsp;(TDAH) e o&nbsp;Transtorno Bipolar. É comum que pessoas com essas condições sintam a sua motivação oscilar com frequência e não saibam o que fazer para se sentirem motivadas novamente.</p>
<p>Outro sinal da falta de motivação crônica é o impacto negativo em diversas áreas da vida, como desempenho profissional ou acadêmico, autoestima e relacionamentos. A sensação é de que tudo parece estar desmoronando à nossa volta e não há o que fazer para remediar a situação.&nbsp;Abaixo, veja alguns sinais que indicam que devemos buscar um Psicólogo para ajudar na recuperação da motivação:</p>
<ul>
<li>Falta de motivação por mais de seis semanas seguidas;</li>
<li>Agravamento ou ausência de melhora do sentimento;</li>
<li>Falta de interesse em conversar com amigos e família;</li>
<li>Falta de interesse em fazer atividades que antes gostava;</li>
<li>Dificuldade para cumprir obrigações profissionais ou cotidianas, como afazeres domésticos e higiene pessoal;</li>
<li>A falta de motivação é acompanhada por pensamentos negativos;</li>
<li>Pensamentos suicidas;</li>
<li>Dificuldade para ver o lado positivo da vida; e</li>
<li>Ausência de compreensão acerca da desmotivação.</li>
</ul>
<p><strong>Como se manter motivado?</strong></p>
<p>A dificuldade de se manter motivado não é de todo ruim, sabia? Ela pode ser encarada como uma oportunidade para voltarmos a olhar para nossa qualidade vida e explorar quais elementos não estão funcionando. Será que estamos vivendo de acordo com nossos valores pessoais? Nossos objetivos de vida ou profissionais estão alinhados com nossa vida atual? Nosso relacionamento é saudável? São muitas as perguntas que podemos fazer a partir da percepção da falta de motivação. Da mesma forma, são abundantes as rotas que podemos tomar para nos mantermos motivados e&nbsp;produtivos.</p>
<p>Neste post, reunimos algumas dicas para ajudá-los a manter a motivação por um período maior. Porém, tenham em mente que é normal perdê-la ocasionalmente. Encarem essas recaídas como um convite para realinharmos nossos objetivos.</p>
<p><strong>1. Entender o porquê</strong></p>
<p>Em vez de fugirmos da falta de motivação, devemos nos perguntar por que estamos com dificuldade para nos mantermos motivados. De onde vem tanta falta de energia e desânimo? O que não está legal em nossas vidas? Nossos objetivos ainda fazem sentido?</p>
<p>Responder essas perguntas vai nos ajudar a identificar os obstáculos que se encontram em nossos caminhos para a satisfação pessoal. Com esse conhecimento, será mais fácil desenvolvermos estratégias para superá-los. Talvez precisemos mudar hábitos para sermos mais produtivos, como desenvolver uma rotina noturna para dormir bem ou praticar exercícios físicos, ou de um tempo para redescobrir o que é, de fato, importante para nós.</p>
<p><strong>2. Definir novos objetivos (ou aprimorar objetivos antigos)</strong></p>
<p>A maneira como definimos objetivos é importante, pois ela pode nos ajuda a alcançá-los mais rapidamente ou promover a procrastinação. Se já possuímos objetivos definidos para nossas vidas, eles podem não estar em um formato eficiente e, por isso, encontramos dificuldades para atingi-los. É ideal que nossos objetivos sejam específicos e, se possível, com prazos estimados.</p>
<p>Por exemplo, se queremos ser promovidos, devemos enumerar todas as coisas que podemos fazer para melhorar nossa performance profissional. Pode ser fazer uma especialização, participar de mais eventos da empresa ou sugerir soluções para um problema do departamento.</p>
<p>Nosso objetivo maior deve ser acompanhado de metas específicas para que nosso cérebro reconheça a viabilidade de cada uma delas. Caso contrário, ele pode concluir que são muito trabalhosas e, como consequência, estimular a falta de motivação.</p>
<p><strong>3. Buscar a positividade diariamente</strong></p>
<p>Saber cultivar a positividade é imprescindível para manter a motivação. Pensamentos positivos despertam emoções positivas que, por sua vez, estimulam atitudes e decisões positivas.</p>
<p>Conseguimos perceber esse padrão ao prestarmos atenção na qualidade de nossos pensamentos no dia a dia. Por exemplo, quando estamos de mau humor, tendemos a ter&nbsp;devaneios ansiosos&nbsp;e até punitivos, não é? Consequentemente, perdemos a vontade de fazer o que gostamos e podemos até chegar a mudar de ideia sobre iniciar um projeto.</p>
<p>Combata esses devaneios improdutivos com muita positividade! Procurem fazer coisas que gostem no dia a dia e se cerquem de fontes de otimismo e determinação, como vídeos motivacionais, palestras interessantes, livros com conteúdo rico e pessoas alto-astral.</p>
<p><strong>4. Busque por inspirações</strong></p>
<p>Se inspirar na vida, no trabalho e em outras pessoas, principalmente em quem admiramos, é uma ótima maneira de nos mantermos motivados. Podemos encontrar respostas para nossos problemas ao analisarmos a postura que essas pessoas adotaram para encarar a vida. Do mesmo modo, podemos encontrar a inspiração necessária para iniciar aquele projeto que tanto desejamos, mas não possuímos a motivação para colocar a mão na massa.</p>
<p>Busquem por inspirações com frequência, não apenas quando se sentirem desmotivados. Uma dica legal é fazer uma pasta no computador ou um mural com ideias e conquistas de pessoas inspiradoras. Dessa maneira, sempre teremos uma fonte para elevar nossa energia e vontade de produzir.</p>
<p><strong>5. Relaxe</strong></p>
<p>Essa dica pode não parecer muito coerente, mas ela é muito importante! A dificuldade para manter a motivação pode ser um sinal de que estamos sobrecarregados com a quantidade de obrigações e compromissos e a&nbsp;solução para recuperar a motivação pode ser descansar!</p>
<p>Podemos tirar um final de semana para não pensar em nada além de nosso próprio bem-estar, ou planejar uma viagem bem legal para as férias ou feriados. Durante a semana, também podemos reservar uma hora após o expediente para cuidarmos da nossa saúde mental.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Procrastinação: saiba as causas e como vencer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[autossabotagem]]></category>
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		<category><![CDATA[crenças limitantes]]></category>
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		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[TOC]]></category>
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					<description><![CDATA[A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas. Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas. Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas.</p>
<p>Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas.</p>
<p>Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções para quem tem o hábito de deixar tudo para a última hora.<span id="more-2473"></span></p>
<p><strong>1. O que é procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação é o ato de adiar a realização de tarefas até o último minuto ou de buscar distrações durante a execução delas. Alguns pesquisadores a definem como uma forma irracional de ‘autorregulação do fracasso’, apesar das potenciais consequências negativas.</p>
<p>Todas as pessoas procrastinam de vez em quando. Esse comportamento é especialmente comum quando se faz uma tarefa maçante ou indesejada. Para tentar buscar um pouco de prazer durante a execução ou evitar mergulhar no tédio, procuramos pequenas pitadas de entretenimento em outros lugares.</p>
<p>Engajar nesse comportamento ocasionalmente não causa grandes problemas, embora possa trazer consequências desagradáveis dependendo da urgência da tarefa. A procrastinação se torna um problema quando vira um hábito e passa a interferir na qualidade do nosso trabalho, estudos, organização pessoal e vida como um todo.</p>
<p><strong>2. Por que as pessoas procrastinam?</strong></p>
<p>Se a procrastinação é tão ruim, por que as pessoas evitam iniciar ou concluir as obrigações?</p>
<p>Ao contrário do que se pensa, esse comportamento não tem a ver com a preguiça. As suas raízes tendem a ser mais complexas do que a má vontade.</p>
<p>Nos casos leves, a procrastinação pode ser originada do julgamento equivocado de uma tarefa. Por exemplo, um estudante universitário pode acreditar que um trabalho não é tão complexo assim e deixar para iniciá-lo nos dias mais próximos do prazo de entrega. Quando percebe que a tarefa é sim complicada, é tarde demais.</p>
<p>Já em casos graves, o comportamento procrastinador pode ter raízes em condições de saúde mental, crenças limitantes ou incômodos emocionais. O indivíduo acredita que não merece as ‘recompensas’ que acompanham a finalização da tarefa, como reconhecimento, sucesso ou elogios. Ele procrastina para se distanciar dessa realidade ou para se autossabotar e entregar um trabalho de baixa qualidade. A crença de desmerecimento pode estar tão enraizada que ele procura se punir com o estresse provocado pelo prazo apertado.</p>
<p>A procrastinação também pode ser o resultado da insatisfação com a carreira profissional ou acadêmica e como o individuo não sabe administrar esse sentimento de maneira saudável, procrastina e espera que os seus problemas se resolvam magicamente.</p>
<p><strong>3. A procrastinação tem a ver com a saúde mental?</strong></p>
<p>A procrastinação, como já dito, pode ser um sintoma de condições de saúde mental. A depressão, a ansiedade generalizada, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) têm a procrastinação como sintoma em comum.</p>
<ul>
<li>Depressão: o depressivo perde o interesse pelo trabalho, relacionamentos, hobbies e afazeres domésticos. Ele não se importa em manter a sua casa arrumada, cuidar da higiene pessoal ou entregar trabalhos no prazo. As consequências negativas, para ele, são indiferentes.</li>
<li>Ansiedade generalizada: a ansiedade pode tanto levar a pessoa a atender os seus compromissos com afobação quanto evitá-los por temer o pior. Ela se preocupa com a reação das pessoas antes mesmo de começar e procrastina para não sofrer com isso.</li>
<li>TOC: muitas pessoas com TOC têm uma relação negativa com o perfeccionismo. Elas temem cometer erros, nutrem dúvidas sobre o que estão fazendo com as suas vidas, e se preocupam com as expectativas criados pelos outros.</li>
<li>TDAH: da mesma forma, muitos adultos com TDAH têm hábitos procrastinadores. Eles se distraem com pensamentos acelerados e estímulos do ambiente, além de também sofrerem com sintomas ansiosos.</li>
</ul>
<p><strong>4. Quais são as consequências negativas da procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação pode causar muitos problemas para quem perpetua esse hábito. A produtividade no dia a dia profissional diminui consideravelmente. Chefes e colegas de trabalho podem se incomodar com a falta de organização do profissional, desencadeando conflitos e até uma demissão.</p>
<p>No meio acadêmico, as consequências são semelhantes. O estudante vive com prazos apertados, disciplinas e trabalhos atrasados, notas abaixo da média e problemas com professores que exigem o cumprimento de deadlines. Em outras palavras, ele sabota a sua própria experiência acadêmica.</p>
<p>Os hábitos procrastinadores também podem incomodar cônjuges e familiares que convivem com o procrastinador. Afazeres domésticos, embora possam ser maçantes, são fundamentais para deixar a residência limpa e organizada. Quem atrapalha o fluxo de trabalho doméstico acaba irritando quem se dedica a criar um ambiente doméstico agradável.</p>
<p>Quem procrastina normalmente compreende que o seu comportamento não é apropriado e, de fato, causa problemas para sua vida, mas tem dificuldade para mudá-lo.</p>
<p><strong>5. Como combater os hábitos procrastinadores?</strong></p>
<p>É possível minimizar hábitos procrastinadores para que eles deixem de interferir na sua produtividade. Compreenda, sobretudo, que não é possível acabar com eles totalmente uma vez que são parte do comportamento humano.</p>
<p>Tem dias que você simplesmente não está com vontade de fazer as coisas, não é mesmo? E, essa vontade pode ser maior durante vivências estressantes, como problemas familiares, conjugais ou profissionais.</p>
<p>Não há problema em se permitir desfrutar de momentos procrastinadores de vez em quando. Você só não pode deixar que eles se tornem frequentes. Com isso em mente, confira algumas atitudes que você pode adotar para combater a procrastinação na sua vida.</p>
<ul>
<li><strong>Faça uma lista de tarefas:</strong></li>
</ul>
<p>Uma dica simples é fazer uma lista de tarefas a serem concluídas no dia. Você também pode fazer listas maiores voltadas para os afazeres semanais e mensais e revisitá-los quando chegar o dia de concluí-los. À medida que você risca itens da lista, se sente um pouco mais realizado. Esse é um ótimo estímulo para prosseguir com a produção ao longo do dia.</p>
<ul>
<li><strong>Comece devagar:</strong></li>
</ul>
<p>Em vez de se jogar de cabeça em uma tarefa longa ou complexa, comece devagar. Crie metas para quebrar o longo processo em pequenas fases. Dessa maneira, a tarefa não vai parecer tão duradoura, complicada ou assustadora. Muitas vezes, nos assustamos com a quantidade de trabalho necessário para chegar ao resultado, mas nos esquecemos de que não precisamos fazer tudo de uma vez só.</p>
<ul>
<li><strong>Elimine distrações:</strong></li>
</ul>
<p>Pergunte a si mesmo o que chama a sua atenção quando você está prestes a iniciar um afazer importante. São as redes sociais? As conversas incompletas no WhatsApp? As notícias locais? Um jogo instalado no computador? Ou o ato de pensar em outras obrigações obsessivamente?</p>
<p>Desenvolva estratégias para lidar com essas distrações, como seguir um timer para produzir sem checar as redes sociais ou outros sites, deixar o celular no modo avião, organizar os seus horários para dar tempo de fazer tudo o que deseja no dia ou durante a semana, ou simplesmente mover o objeto da distração do seu campo de visão.</p>
<ul>
<li><strong>Identifique pensamentos procrastinadores:</strong></li>
</ul>
<p>Que tipo de pensamento passa por sua mente quando a vontade de procrastinar surge? Por exemplo, “você pode fazer isso depois”, “ainda tem muito tempo para terminar essa tarefa”, “você precisa se preparar mais”, entre outros. Esses devaneios buscam mudar a sua atenção das obrigações para coisas menos importantes.</p>
<p>As pessoas tendem a valorizar mais as recompensas imediatas do que as conquistas a longo prazo. Sendo assim, elas tentam dizer a si mesmas que precisam terminar algo mais importante antes de iniciar aquela tarefa maçante e demorada. Então, procure combater pensamentos que tentam mudar o foco para afazeres menos urgentes.</p>
<ul>
<li><strong>Se parabenize:</strong></li>
</ul>
<p>Lembre-se de celebrar as suas conquistas! Dê parabéns a si mesmo quando completar etapas de um longo processo e finalizar tarefas, independente do seu grau de complexidade. Gratifique comportamentos positivos, como proatividade e responsabilidade, para diminuir a vontade de procrastinar.</p>
<p><strong>6. A terapia pode ajudar a combater a procrastinação?</strong></p>
<p>Sim, a terapia pode ajudar indivíduos a modificar hábitos procrastinadores e crenças limitantes, substituindo-os por alternativas saudáveis.</p>
<p>O acompanhamento psicoterapêutico também auxilia no controle dos sintomas de condições de saúde mental, principalmente as que não têm cura, como o TOC e o TDAH.</p>
<p>Se você luta consigo mesmo há muito tempo para parar de procrastinar e não obteve sucesso até o momento, considere consultar um psicólogo. Você pode estar sofrendo com sintomas de uma condição sem saber.</p>
<p>Muitos adultos recebem diagnósticos errôneos na juventude, por isso, acreditam ser preguiçosos ou incompetentes. Na verdade, o seu comportamento ‘atípico’ é o resultado de uma condição não diagnosticada, a qual pode ser tratada visando melhorar a sua qualidade de vida.</p>
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<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Como combater a preguiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 18:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[objetivo]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[preguiça]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
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					<description><![CDATA[A preguiça, para psicólogos, tem múltiplos significados. Pode ser uma falta de disposição crônica para realizar até mesmo atividades que você gosta, um sintoma de uma condição de saúde mental, um sinal de insatisfação com a vida, uma aversão contínua a disciplina e compromissos, entre outras. Todos nós possuímos dificuldade para lidar com a preguiça uma vez ou&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A preguiça, para psicólogos, tem múltiplos significados. Pode ser uma falta de disposição crônica para realizar até mesmo atividades que você gosta, um sintoma de uma condição de saúde mental, um sinal de insatisfação com a vida, uma aversão contínua a disciplina e compromissos, entre outras.</p>
<p>Todos nós possuímos dificuldade para lidar com a preguiça uma vez ou outra. No entanto, se você acredita que está tendo muitos dias preguiçosos em sequência, pode ser um sinal de que algo está errado.</p>
<p>Neste post, vamos explorar várias maneiras de combater a vontade excessiva de se manter preguiçoso.</p>
<p><strong>Causas da preguiça:</strong><span id="more-2461"></span></p>
<p><strong> </strong>Para ter mais sucesso em combater a preguiça, é ideal que você tenha uma noção do que causa tanta indisposição e falta de vontade. Normalmente, as pessoas já têm uma ideia de suas amarras, mas não gostam de encará-las ou não fazem o esforço necessário para mudar.</p>
<p>Nem sempre isso acontece por má vontade. Muitas pessoas não têm um bom relacionamento com disciplina, planejamento e organização por conta de suas personalidades, experiências e até traumas de infância.</p>
<p>Outra possível explicação para a preguiça crônica é a depressão. Dois sintomas característicos dessa condição são a fadiga e o desinteresse, os quais, quando combinados, levam as pessoas a abandonarem compromissos diários com muita facilidade.</p>
<p>Reflita sobre quais situações se encaixam em sua realidade para compreender como a preguiça se manifesta no seu cotidiano e quais as consequências em seu bem-estar emocional, vida profissional, relacionamento, entre outros.</p>
<p>Esse trabalho de autoconhecimento é importante em qualquer ocasião em que você sentir que algo não está nos eixos, pois nos ajuda a tomar decisões certeiras para solucionar problemas.</p>
<p><strong>Como combater a preguiça?</strong></p>
<p>Separamos algumas dicas para ajudá-lo a combater a preguiça. Não desanime se não conseguir se manter na ativo nos primeiros dias. Nosso cérebro leva tempo para se acostumar com mudanças em nosso comportamento e cotidiano.</p>
<ul>
<li><strong>Crie ou modifique seus objetivos para serem gerenciáveis:</strong></li>
</ul>
<p>Objetivos confusos acabando atrapalhando a sua realização. Eles podem parecer longos demais ou grandes demais, por isso, nos assustam. Quando ficamos assustados perante o que precisamos fazer, não conseguimos sair do lugar. Então, crie ou modifique seus objetivos para que eles sejam gerenciáveis. Objetivos inteligentes precisam ser específicos, realistas, alcançáveis e temporais. Adicione detalhes acerca do que você deseja conquistar e pequenas metas para ajudá-lo a chegar lá, quebrando um trabalho que parece longo em blocos pequenos.</p>
<ul>
<li><strong>Não espere perfeição:</strong></li>
</ul>
<p>O perfeccionismo é um dos maiores inimigos da autorrealização e produtividade. Quando esperamos a perfeição antes mesmo de começar uma tarefa ou um projeto, aumentamos a pressão para desempenhar sem erros, pausas, imprevistos e dificuldades. Esse cenário, no entanto, não é realista.</p>
<p>São necessárias diversas etapas para um projeto ficar pronto. Cada qual possui o seu tempo de execução conforme o nível de complexidade. Erros são esperados ao longo do caminho, assim como mudanças de direcionamento. Como imprevistos e novas fontes de inspiração podem surgir, dificilmente o ideal que você tem em mente não se modificará.</p>
<p>Esteja aberto a todo esse processo, se permitindo errar, criar, modificar e reinventar quantas vezes forem necessárias.</p>
<ul>
<li><strong>Utilize a regra dos “5 minutos”:</strong></li>
</ul>
<p>Se algo pode ser finalizado em apenas cinco minutos, por que não começar neste momento? A regra dos “5 minutos” funciona exatamente assim!</p>
<p>Essa estratégia é ideal para promover a proatividade, concluir tarefas simples (para que não atrapalhem a execução das tarefas de alta complexidade) e combater aquele pensamento preguiçoso de “vou deixar para fazer isso amanhã”. Dessa forma, não ficamos estressados com o acúmulo de demandas.</p>
<ul>
<li><strong>Utilize o diálogo interno positivo:</strong></li>
</ul>
<p>Muitas pessoas iniciam longos monólogos internos de negatividade na tentativa de se punirem por não serem tão produtivas quanto desejam. “Você nunca vai chegar a lugar nenhum desse jeito”, “Você é um desperdício de tempo” e “Você é inútil, não merece coisas boas” são alguns exemplos de diálogo interno negativo.</p>
<p>Embora seja tentador se punir por não estar performando da maneira esperada, quem cultiva esse hábito deve procurar cessá-lo. Essas palavras acusatórias não ajudam ninguém a ser mais produtivo, tampouco a se esforçar para superar obstáculos.</p>
<p>Ao proferimos tais palavras sobre nós mesmos, nos sentimos desanimados e inadequados, então para que usá-las? Modifique o seu diálogo interno para que você possa desfrutar apenas de encorajamentos e elogios. A positividade é mais efetiva em nos incentivar a tentar novamente, elevar o nosso humor e nos distanciar de elementos problemáticos, como ansiedade, preguiça, medo e auto cobrança.</p>
<ul>
<li><strong>Peça ajuda:</strong></li>
</ul>
<p>Se estiver perdido, peça ajuda! Converse com familiares e amigos de confiança, peça orientação de mentores ou visite um psicólogo. Esses indivíduos podem ajudá-lo a reencontrar o seu eixo e abrir os seus olhos para fatores que você não havia percebido antes.</p>
<p>Da mesma forma, se precisar de ajuda para finalizar um projeto muito difícil, faça sem hesitação. Não há nada de errado em precisar de ajuda.</p>
<p>Grandes projetos são, na verdade, criados por equipes com centenas de pessoas. Cada uma traz uma expertise e experiência diferente para o time, agregando valor à produção.</p>
<ul>
<li><strong>Lembre-se sempre de suas conquistas:</strong></li>
</ul>
<p>No meio do caminho, você pode pensar que nada de bom foi conquistado e sentir vontade de desistir de conquistar seus objetivos.</p>
<p>Somos vítimas desse esquecimento devido ao costume com a rotina. Entramos no piloto automático e focamos somente no que estamos enfrentando neste momento ou nos possíveis empecilhos do futuro.</p>
<p>Embora ficar apegado ao passado seja prejudicial à saúde mental, ainda podemos nos lembrar dos momentos bons pelos quais já passamos. Relembrar vitórias e elogios recebidos sobre nossa personalidade, trabalho, aparência e conduta é um exercício de motivação bastante eficaz.</p>
<ul>
<li><strong>Transforme tarefas tediosas em divertidas:</strong></li>
</ul>
<p>Algumas tarefas podem ser extremamente maçantes, roubando a nossa vontade de executá-las apesar de sua conclusão ser necessária.</p>
<p>Lavar a louça, passar pano na casa, organizar a caixa de entrada de e-mails, iniciar um planejamento financeiro ou concluir uma tarefa pouco estimulante no trabalho pode desencadear a preguiça. Deste modo, evitamos passar por aquele momento que sabemos que será desagradável.</p>
<p>Todos nós fazemos tarefas tediosas e que não despertam nenhum prazer. Para contornar hábitos procrastinadores e preguiçosos, pense em como você pode transformar essas tarefas chatas em algo divertido.</p>
<p>Por exemplo, você pode ouvir música enquanto as executa, chamar alguém para fazê-las com você ou fazer intervalos curtos para assistir um vídeo engraçado quando se sentir disperso.</p>
<ul>
<li><strong>Elimine distrações:</strong></li>
</ul>
<p>Elimine as distrações do ambiente para aprimorar a sua concentração no que precisa ser feito. Uma mesa de trabalho, por exemplo, deve estar livre de objetos que lhe roubam a atenção. Decorações minimalistas em meio a equipamentos de trabalho são mais apropriadas que decorações extravagantes.</p>
<p>Do mesmo modo, evite ficar olhando o celular o tempo todo e visitando sites de entretenimento durante o período de trabalho.</p>
<p>Se precisar, coloque um timer para dividir seu tempo de produção e de relaxamento. Assim, você consegue controlar o seu fluxo de trabalho e evitar a sobrecarga.</p>
<ul>
<li><strong>Crie uma rotina saudável:</strong></li>
</ul>
<p>Para combater a preguiça crônica, você precisa adotar hábitos saudáveis para desencadear sentimentos e sensações opostas a falta de vontade.</p>
<p>Por exemplo, praticar exercícios físicos com regularidade para ter disposição no cotidiano, ter uma rotina saudável de sono o número e comer alimentos que não lhe deixam com sensação de estufamento e cansaço, como é o caso dos carboidratos.</p>
<p>Insira esses hábitos pouco a pouco em sua rotina e mantenha-se firme na prática nas primeiras semanas. Leva tempo para um hábito ser consolidado e feito no piloto automático, por isso, não desista antes de sentir os benefícios de ter uma rotina sadia.</p>
<ul>
<li><strong>Se prepare para efetuar cada tarefa:</strong></li>
</ul>
<p>Se prepare emocionalmente para executar tarefas desgastantes.</p>
<p>Diga a si mesmo que determinado afazer pode ser um tanto complicado e cansativo, mas, no fim, você chegará aos resultados esperados. Também é possível realizar essa prática por meio da visualização. Neste caso, você pode se imaginar alcançando seus objetivos sem passar por grandes dificuldades.</p>
<p>Esse curto monólogo de auto encorajamento é muito utilizado por atletas e empreendedores quando estão prestes a enfrentar uma situação complicada, como também durante o dia a dia para manter a autoestima elevada.</p>
<p>Espero que tenham gostado das dicas e que elas lhes sejam úteis! Voltem sempre, pois sempre temos conteúdo novo. Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejarem! Muito obrigada!</p>
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		<title>Sinais de compulsão pelo trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 02:56:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[Compulsão pode ser descrita como a dificuldade para controlar desejos, segundo psicólogos. Os comportamentos compulsivos são naturalmente impulsivos e inconsequentes, mas, depois, costumam estimular reflexões acerca do objeto da compulsão. Não raro as pessoas se sentirem envergonhadas, decepcionadas ou frustradas por terem cedido às suas compulsões. Elas prometem para si mesmas que nunca mais farão aquilo,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Compulsão pode ser descrita como a dificuldade para controlar desejos, segundo psicólogos.</p>
<p>Os comportamentos compulsivos são naturalmente impulsivos e inconsequentes, mas, depois, costumam estimular reflexões acerca do objeto da compulsão.</p>
<p>Não raro as pessoas se sentirem envergonhadas, decepcionadas ou frustradas por terem cedido às suas compulsões. Elas prometem para si mesmas que nunca mais farão aquilo, mas, no calor do momento, voltam a alimentar a compulsão.</p>
<p><strong>Por que as pessoas recorrem às compulsões?</strong><span id="more-2454"></span></p>
<p>Compulsões podem ter relação com uma variedade de desejos que, conforme as crenças da pessoa compulsiva, podem tornar a sua vida mais agradável mesmo que por alguns minutos.</p>
<p>Comportamentos compulsivos costumam ser uma resposta a traumas, estresse ou impasses de difícil resolução.</p>
<p>Um dos grandes problemas é a perda (momentânea ou não) do julgamento do que é considerado bom e saudável.A pessoa compulsiva busca incessantemente o prazer e somente depois percebe que tomou decisões precipitadas e prejudiciais para sua vida. Mas, essa reflexão não é o suficiente para ela cessar a compulsão.</p>
<p>Quem tem compulsão por compras, por exemplo, pode maximizar o cartão de crédito e ter uma montanha de dívidas. Mesmo sabendo disso, o indivíduo não consegue parar de comprar.</p>
<p>Outra questão problemática é o prejuízo causado em outras áreas da vida. A pessoa com compulsão por comida, por exemplo, pode desenvolver problemas de saúde no futuro, como obesidade, diabetes e doenças cardíacas. Já a compulsão por trabalho pode interferir nos relacionamentos, principalmente afetivo e familiar.</p>
<p>A compulsão por trabalho também pode ter origem na baixa autoestima. Para provar sua competência a si mesmo e aos outros, o indivíduo busca constante validação através do seu desempenho profissional onde seu valor como indivíduo reside na qualidade do seu trabalho.</p>
<p>Da mesma forma, traumas e situações estressantes em outras esferas da vida podem empurrar a pessoa para um estilo de vida workaholic. A compulsão por trabalhar se torna uma maneira de escapar das memórias ou realidade insatisfatória.</p>
<p><strong>Sinais de compulsão por trabalho</strong></p>
<p>Você está viciado em trabalho? Se suspeita ter compulsão por trabalho, mas tem dificuldade em aceitar isso, confira abaixo alguns comportamentos compulsivos para fins de esclarecimento e caso se identifique com grande parte dos sinais, procure um psicólogo para ajudá-lo a ter uma vida profissional saudável.</p>
<ul>
<li><strong>Preocupação excessiva com o trabalho:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional compulsivo passa muito tempo se preocupando com o próximo dia, semana ou mês no trabalho. As suas preocupações costumam ser exageradas e ilógicas visto que grande parte dos impasses podem ser resolvidos com facilidade no horário do expediente.</p>
<p>Mesmo quando se encontra fora do escritório ou do home office, o profissional não consegue parar de pensar em trabalho. Ele fica grudado ao celular tentando concluir pendências ou adiantar a carga da próxima semana.</p>
<ul>
<li><strong>Problemas de saúde física e mental:</strong></li>
</ul>
<p>A compulsão também traz riscos à saúde uma vez que o profissional trabalha incessantemente. O estresse, ansiedade e preocupação passam a ser constantes em sua vida e podem abrir portas para várias patologias, como AVC, infarto, diabetes, fibromialgia, depressão, obesidade e Síndrome de Burnout.</p>
<ul>
<li><strong>Ausência de hobbies:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional compulsivo não tem tempo para hobbies. A sua vida é voltada somente para o trabalho, então ele não costuma ter outros interesses. Não há nada em sua vida, além das pendências profissionais, que desperte seu entusiasmo.</p>
<p>Os hobbies são importantes, embora possam ser vistos como “perda de tempo”. Eles fornecem um descanso necessário tanto ao cérebro quanto ao corpo, além de promover o prazer no dia a dia.</p>
<ul>
<li><strong>Estresse persistente:</strong></li>
</ul>
<p>Como dito anteriormente, o estresse passa a ser uma presença constante na vida de quem possui compulsão por trabalho. O ambiente profissional normalmente já é um local favorável para o aumento do estresse, não é? Prazos curtos, conflitos entre colegas, atendimento ao cliente, imprevistos, erros, briga de egos e funções pouco estimulantes são alguns dos fatores presentes no ambiente de trabalho que causam estresse.</p>
<p>Como a compulsão conduz as pessoas a trabalharem cada vez mais, elas possuem maior contato com esses fatores estressantes.</p>
<ul>
<li><strong>Negligência de períodos de descanso:</strong></li>
</ul>
<p>Por nutrir um estado emocional perturbado, a produtividade e rendimento do profissional compulsivo naturalmente caem. Afinal, estamos na nossa melhor forma física e psicológica somente quando temos saúde, certo?</p>
<p>Frustrado, o profissional compulsivo pode desrespeitar os seus limites, negligenciando períodos de descanso e lazer, para tentar elevar o seu desempenho. Dificilmente, contudo, ele irá se deparar com resultados positivos.</p>
<p>As férias, feriados prolongados e finais de semana existem por uma razão: ajudar as pessoas a recarregarem as energias e aliviarem a tensão acumulada após longos períodos de atividade.</p>
<ul>
<li><strong>Problemas no relacionamento:</strong></li>
</ul>
<p>Os relacionamentos do profissional compulsivo normalmente sofrem. Ele possui dificuldade para encontrar o equilíbrio saudável entre a vida pessoal e profissional. Assim, cônjuges, filhos e outros familiares ficam irritados ou magoados com a sua ausência.</p>
<p>A ausência pode ser física ou emocional. Quando uma pessoa está na presença de entes queridos, mas não consegue se desligar do celular ou parar de pensar em coisas as quais não são importantes naquele momento, ela não está dedicando atenção a eles.</p>
<p>É comum que a intimidade seja abalada ou perdida (ou deixe de ser construída, como costuma acontecer entre pais e filhos), levando ao afastamento de pessoas queridas e de parceiros, amigos ou colegas em potencial.</p>
<ul>
<li><strong>Comportamento impaciente e irritativo:</strong></li>
</ul>
<p>O estresse, insônia, ansiedade, letargia e esgotamento emocional deixam as pessoas irritadas e com pouca paciência. Expressões e atitudes podem ser mal interpretadas e a tolerância para erros pode ser quase nula.</p>
<p>O convívio diário com o profissional compulsivo tende, então, a ser desagradável para os colegas e frequentemente originar conflitos. É comum que os demais se afastem desse profissional aos poucos. Ninguém gosta de conviver com alguém que está sempre irritado, não é?</p>
<ul>
<li><strong>As conversas giram ao redor do trabalho:</strong></li>
</ul>
<p>O profissional com compulsão por trabalho só sabe falar disso! Embora comentar sobre eventos ocorridos no ambiente de trabalho seja normal entre colegas e familiares, o excesso facilmente se torna cansativo para os ouvidos alheios.</p>
<ul>
<li><strong>Avisos constantes para trabalhar menos:</strong></li>
</ul>
<p>É comum que profissionais compulsivos recebam conselhos de colegas, familiares, cônjuges e até de chefes para reduzirem a carga de trabalho. As pessoas que convivem com eles tendem a perceber os efeitos negativos da compulsão mais facilmente uma vez que não possuem o mesmo apego emocional ao trabalho.</p>
<p>Elas notam o cansaço, a irritabilidade, a mudança na aparência e as ambições que parecem somente estar relacionadas à vida profissional. E, preocupadas, aconselham o profissional a reduzir a carga horária e aproveitar melhor o tempo livre.</p>
<p>Se você já escutou conselhos assim e de pessoas diferentes, considere dar ouvidos a eles e refletir sobre o seu comportamento!</p>
<ul>
<li><strong>Trabalho como forma de aguentar sentimentos de ansiedade, culpa e depressão:</strong></li>
</ul>
<p>O vício em trabalho pode ser um mecanismo de defesa contra sentimentos de ansiedade, culpa, depressão, medo, desespero e outros. Como o indivíduo não consegue lidar com eles de maneira saudável, ele recorre ao trabalho para fugir da negatividade.</p>
<p>O problema é que essa maneira de escapar da realidade não ajuda a reduzir os sentimentos desagradáveis. Pelo contrário, ela pode torná-los insuportáveis com o tempo. O modo mais adequado de lidar com o que consideramos emocionalmente desagradável é encarando nossos problemas de frente.</p>
<p>Como sabemos que fazer isso não é nada fácil (afinal, você pode nem sequer saber por onde começar!), sempre recomendamos buscar a ajuda de um psicólogo.</p>
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<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 01:07:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química. Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</em></p>
<p>Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química.</p>
<p>Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que não cause sofrimento.</p>
<p>O <strong>amor patológico</strong>, ou &#8220;love addiction&#8221; é um transtorno de dependência emocional intensa e pode ser comparado a quadros de dependência de álcool e drogas e neste caso, a pessoa torna-se dependente de seu parceiro.</p>
<p>Entenda melhor sobre dependência do amor, os sintomas e como é possível tratar esse amor patológico.</p>
<h2>Dependência de amor: como acontece</h2>
<p><span id="more-2334"></span></p>
<p>A comparação da sensação do amor com drogas não é rara de ser feita &#8211; ainda que de modo jocoso. Porém, ela não está errada. O estado de euforia despertado pelo amor é muito semelhante ao uso de substâncias viciantes.</p>
<p>Um estudo realizado na década de 1980, por cientistas do New York State Psychiatric Institute, constatou que o amor excessivo pode provocar um estado de euforia no Sistema Nervoso Central similar ao induzido por uma grande quantidade de anfetamina. Segundo os pesquisadores, o amor produziria sua própria substância intoxicante: a feniletilamina, algo que poderia explicar a dependência.</p>
<p>O amor, em seus estágios iniciais, age no corpo de forma similar ao uso experimental da cocaína e outros estimulantes. Uma das substâncias liberadas pelo uso de cocaína é a dopamina que, por sinal, está relacionada à paixão amorosa. Altas doses de dopamina produzem outras sensações associadas à paixão, como aumento de energia, hiperatividade, falta de sono, tremor, respiração acelerada, coração pulsante, além de ser responsável pelo êxtase, que é sentido pelos apaixonados como um êxtase amoroso. Soma-se a isso o efeito de aumentar a persistência: quando a recompensa é postergada, a dopamina aumenta a energia do cérebro para que esse tenha uma maior atenção e leva o amante a lutar mais e mais para conseguir a reciprocidade do amado.</p>
<p>Por outro lado, a dopamina traz efeitos negativos ligados à dependência e esses aspectos podem incluir a &#8216;dependência do amado&#8217;, como num comportamento aditivo. Elevados níveis de dopamina produzem uma atenção concentrada num objeto, bem como uma motivação e comportamento direcionado a um fim. Então, a dependência do amor ocorre, dessa forma, pela mesma lógica que o organismo se torna dependente de outras substâncias químicas. Principalmente quando há algum sintoma psíquico (depressão ou ansiedade, por exemplo) que traz angústia, para se &#8216;livrar&#8217; dele, a pessoa faz uso da substância. Porém, o sintoma volta e ela faz uso novamente e assim vai. Por exemplo: alguém que está deprimido e se sente melhor ao usar cocaína, ao passar o efeito e voltarem os sintomas, acaba precisando usar mais cocaína.</p>
<h2>Amor como transtorno obsessivo-compulsivo</h2>
<p>Pessoas que vivem esse amor problemático experimentam sintomas parecidos com os encontrados em pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Uma alteração de comportamento que faz com que a pessoa tenha pensamentos persistentes de medo e ansiedade. Para aliviar o mal-estar, ela costuma realizar tarefas ou gestos repetitivos, como se desdobrar em cuidados dirigidos à pessoa amada.</p>
<p>Outro ponto é o medo de perder a pessoa amada que torna o amor uma patologia. Em termos psicológicos, a essência dessa patologia parece não ser amor e sim medo de estar só, de não ter valor, de não merecer amor, de ser abandonado. Quem sofre do amor patológico convive com o medo diário de ser rejeitado ou de perder o companheiro. A pessoa se desgasta emocionalmente, perde sua autenticidade, seu próprio jeito de ser e de gostar, até chegar a um momento em que ela própria percebe sua descaracterização e despersonalização como pessoa.</p>
<h2>Sintomas da dependência de amor</h2>
<p>O amor patológico apresenta sintomas que envolvem o comportamento da pessoa com o sujeito amado, seu cotidiano, vida social e quadros de abstinência (emocional).</p>
<ul>
<li>Abstinência (emocional) na ausência do parceiro: a pessoa pode sofrer de insônia, alterações de apetite, irritação e tensão quando o parceiro está fisicamente ou emocionalmente distante;</li>
<li>A pessoa se ocupa do parceiro mais do que gostaria: costuma negligenciar atividades diárias e o trabalho;</li>
<li>Medo intenso e constante de sofrer rejeição ou de perder o companheiro;</li>
<li>Frustração ao controlar o impulso de cuidar do parceiro não funciona: mesmo que a pessoa tenha consciência de seu sofrimento intenso e tente controlar seus comportamentos, sente-se impotente em relação às suas emoções e atos;</li>
<li>Dedicação total ao companheiro, com a sensação de que seus cuidados e gentilezas nunca são suficientes para suprir as necessidades do outro;</li>
<li>Impulso irresistível de agradar o tempo todo, praticamente abrindo mão de si mesmo;</li>
<li>Insistência em manter o relacionamento mesmo que seja insatisfatório ou abusivo;</li>
<li>Dedicação excessiva em controlar as atividades do parceiro, com quadros de desconfiança, ciúmes excessivos, vigilância (telefonemas, e-mails, redes sociais), perseguição</li>
<li>Possibilidade de agressão física;</li>
<li>Abandono de atividades antes valorizadas e afastamento da família e dos amigos.</li>
</ul>
<h2>Amor saudável x amor patológico</h2>
<p>Há maneiras de diferenciar o amor patológico do amor saudável. Enquanto o amor saudável se caracteriza pelo comportamento de cuidar do parceiro com controle e duração limitada, tendo o desenvolvimento e a realização pessoal preservados, no amor patológico há falta de controle e de liberdade de escolha sobre essas condutas.</p>
<p>O componente central do amor patológico é a caracterização do comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção ao objeto de amor com a intenção (nem sempre revelada) de receber o seu afeto e evitar sentimentos negativos. Para a avaliação diagnóstica do amor patológico é importante, também, constatarmos que essa atitude excessiva é mantida pelo indivíduo mesmo após concretas evidências de que está sendo prejudicial para a sua vida e/ou para a vida de seus familiares.</p>
<h2>Como é um relacionamento com dependência de amor</h2>
<p>Quando uma pessoa desenvolve um quadro de amor patológico existe a possibilidade de que seus relacionamentos amorosos carreguem esse tipo de padrão estabelecido. Como são questões estruturais, como personalidade, autoestima, história de vida, se a pessoa não buscar tratamento tende a repetir esses mesmos padrões em todos seus relacionamentos.</p>
<h2>Pessoas vulneráveis ao amor patológico</h2>
<p>Normalmente o amor patológico atinge pessoas que são vulneráveis psicologicamente, com baixas autoestima e autoconfiança, crises de raiva, privação de afeto, estresse emocional e baixa tolerância à</p>
<p>rejeição. São pessoas, também, que lidam com medos da solidão, de temas sobre merecimento e abandono.</p>
<p>Da mesma forma, alguns fatores familiares podem estar associados, como abuso de substâncias e histórico de negligência (física e/ou emocional)na infância. Essas pessoas vivenciaram relações conflituosas em seu núcleo familiar desde a infância; lares desajustados, em que conviveram e sofreram com situações de violência doméstica, pais distantes, dependentes químicos ou foram vítimas de abuso sexual infantil.</p>
<p>Em muitos casos, por terem pais que necessitavam de cuidados, essas pessoas assumiram responsabilidades quando crianças temendo o abandono e, na fase adulta, tendem a repetir esse padrão, buscando inconscientemente parceiros instáveis e, muitas vezes, dependentes (para destinar seus cuidados).</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>Não existe um sintoma chave para o amor patológico que ajude em seu diagnóstico. Como outras dependências, o quadro começa a trazer prejuízos nas áreas da vida da pessoa, como os sintomas descritos acima, sem que ela se dê conta.</p>
<p>O tratamento, dessa forma, costuma ser procurado apenas quando o relacionamento acaba, quando já não é mais possível aceitar ou aguentar a forte angústia pelo rompimento.</p>
<p>Para tratar o amor patológico, a psicoterapia é a forma mais indicada. No início, o tratamento é bem difícil, pois como em casos de dependência a substâncias, a pessoa não tem crítica em relação a sua situação e acha que não precisa de suporte ou acompanhamento. Também indicamos grupos de apoio, como o Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA). Já o tratamento psiquiátrico é necessário apenas em casos de sintomas associados e patologias de base, como depressão, ansiedade, entre outros.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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