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	<title>Arquivo de defesa - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de defesa - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Mecanismos de Defesa na Psicanálise (Parte 1)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2019 19:13:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Mecanismos de Defesa são comportamentos (incluindo pensamentos e falas internas), atitudes, gestos e diálogos que desenvolvemos para proteger nosso ego de lidar com o desgaste e as complicações de assumir (e aceitar) as REAIS condições e questões enfrentadas durante a vida, e também as dificuldades e intrigas vivenciadas nas relações com outras pessoas, ou&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os Mecanismos de Defesa são comportamentos (incluindo pensamentos e falas internas), atitudes, gestos e diálogos que desenvolvemos para proteger nosso ego de lidar com o desgaste e as complicações de assumir (e aceitar) as REAIS condições e questões enfrentadas durante a vida, e também as dificuldades e intrigas vivenciadas nas relações com outras pessoas, ou até conosco mesmos (sim&#8230;<span id="more-1149"></span>muitas vezes não queremos nem mesmo assumir para nós mesmos o que realmente sentimos e queremos!).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de 2 posts aqui no Blog, vamos descrever para vocês os 9 mecanismos de defesa mais comuns que Anna Freud, dando continuidade à obra de seu pai (Sigmund Freud), aprofundou em sua obra: &#8220;<em>O Ego e os mecanismos de defesa</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Começando por estes primeiros 5:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Negação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você pode considerar este o mecanismo de defesa “genérico”, porque aparece por trás de muitos dos outros. Quando você usa a <strong>negação</strong>, você simplesmente <strong>se recusa a aceitar a verdade ou a realidade</strong> de um fato ou experiência. “Não, eu sou apenas um fumante social,” é um bom exemplo;</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma as pessoas podem aplicar o <strong>mecanismo de defesa da negação</strong> a qualquer mau hábito que desejam se distanciar incluindo uso excessivo de álcool ou uso de drogas, compras compulsivas ou jogos de azar, e similares. “Apenas diga não”, neste caso, significa que você vai proteger a sua autoestima ao não reconhecer o seu próprio comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>A negação</em> </strong>também pode ser utilizada por vítimas de traumatismo ou desastres e pode mesmo ser uma resposta protetora inicial benéfica. No longo prazo, porém, a <em>negação</em> pode impedi-lo de incorporar informações desagradáveis sobre você e sua vida e ter consequências potencialmente destrutivas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Repressão:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um passo acima da <em>negação</em> no esquema de classificação genérica, a <strong><em>repressão</em> </strong>envolve simplesmente esquecer de algo ruim. Você pode esquecer uma experiência desagradável, no passado, como um acidente de carro no qual você foi culpado.</p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode usar a <strong><em>repressão </em></strong>quando você “esquecer” de fazer algo desagradável, como ir ao dentista ou ao encontro com um conhecido que você realmente não gosta. A <strong><em>repressão</em></strong>, como a <em>negação</em>, pode ser temporariamente benéfica, especialmente se você se esqueceu de algo ruim que aconteceu com você, mas como acontece com a negação, se você não vir a enfrentar a experiência ela pode voltar para assombrá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Regressão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Da <em>repressão</em> à <strong><em>regressão</em> </strong>o “g” faz toda a diferença. Na <strong><em>regressão</em></strong>, você volta a um estado emocional infantil em que seus medos inconscientes, ansiedades, e “angústia” geral reaparecem.</p>
<p style="text-align: justify;">Na <strong>teoria do desenvolvimento</strong> <strong>psicossexual de Freud</strong>, as pessoas se desenvolvem através de estágios, como o estágio oral, anal e fálico, e as estruturas básicas da personalidade são estabelecidas. No entanto, de vez em quando, uma pessoa quer reverter-se para um estado infantil de desenvolvimento. em particular em condições de tensão.Essa raiva da estrada que você vê quando os condutores estão presos no trânsito é um grande <strong>exemplo de regressão</strong>. As pessoas também podem mostrar <em>regressão</em> quando retornam a um estado infantil de dependência. Se encolher sob os cobertores quando você teve um dia ruim é uma instância possível.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema com a <em>regressão</em> é que você pode se arrepender de deixar o seu espetáculo infantil de uma forma autodestrutiva. Recusar-se a falar com as pessoas que fizeram você se sentir mal ou triste pode eventualmente chegar em problemas piores do que os que você tinha quando começou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Deslocamento:</strong></p>
<div class="fitvids-video" style="text-align: justify;">No <strong><em>deslocamento</em> </strong>você transfere seus sentimentos originais perigosos (geralmente raiva) para longe da pessoa que é o alvo e para uma vítima mais infeliz e inofensiva.</div>
<p style="text-align: justify;">Aqui está o <strong>exemplo clássico de deslocamento</strong>: Você teve uma interação muito desagradável com seu chefe ou professor, mas você não pode mostrar a sua raiva em relação a ele ou ela. Em vez disso, você chega em casa e, por assim dizer, “chuta o gato” (ou cão).Toda vez que você mudar seus verdadeiros sentimentos de sua fonte provocadora de ansiedade original para quem você percebe como menos provável de causar-lhe mal, você está muito possivelmente <strong>usando deslocamento como mecanismo de defesa do ego</strong>. Infelizmente, o <strong><em>deslocamento</em> </strong>pode protegê-lo de ser demitido ou expulso da sala de aula, mas não irá proteger sua mão se você decidir deslocar a sua raiva do verdadeiro alvo em uma janela ou parede.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você conseguiu acompanhar até aqui e compreender o que Anna Freud tentou explanar sobre nossa tentativa de proteger o que somos e sentimos verdadeiramente, aguarde e volte aqui no blog no final desse mês, pois você verá os próximos 5 mecanismos também muito comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até 31.03!</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>Kramer, U. (2010). Coping and defence mechanisms: What’s the difference? Second act. <em>Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice</em>, 83(2), 207-221. doi:10.1348/147608309X475989</p>
<p>Larsen, A., Bøggild, H., Mortensen, J., Foldager, L., Hansen, J., Christensen, A., &amp; … Munk-Jørgensen, P. (2010). Psychopathology, defence mechanisms, and the psychosocial work environment. <em>International Journal of Social Psychiatry</em>, 56(6), 563-577. doi:10.1177/0020764008099555</p>
<p>Olson, T. R., Perry, J., Janzen, J. I., Petraglia, J., &amp; Presniak, M. D. (2011). Addressing and interpreting defense mechanisms in psychotherapy: General considerations. <em>Psychiatry: Interpersonal and Biological Processes</em>, 74(2), 142-165. doi:10.1521/psyc.2011.74.2.142</p>
<ul>
<li>Por <strong>Susan Krauss Whitbourne Ph.D.</strong></li>
</ul>
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		<title>Como nos proteger do câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 12:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o desenvolvimento do câncer em nosso corpo, são necessário determinados fatores que, aliados a agentes externos e ao nosso comportamento, resultam nessa doença tão ingrata e danosa. Um desses fatores é o genético, ou seja, algo que não temos como evitar. Mas, e aqueles fatores que podemos evitar? Será que realmente fazemos nosso máximo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para o desenvolvimento do câncer em nosso corpo, são necessário determinados fatores que, aliados a agentes externos e ao nosso comportamento, resultam nessa doença tão ingrata e danosa. Um desses fatores é o genético, ou seja, algo que não temos como evitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, e aqueles fatores que podemos evitar? Será que realmente fazemos nosso máximo para não nos expor à situações e substâncias de risco cancerígeno? <span id="more-768"></span>Já alertamos aqui em nosso Blog a respeito de um importantíssimo fator que pode fazer toda a diferença em determinados casos, que é <strong><a href="http://bemvivermais.com/2017/03/01/o-fator-emocional-no-cancer/">O Fator Emocional do Câncer</a></strong> (não perca essa leitura!).</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, dessa vez resolvemos esclarecer de uma maneira mais didática, a respeito do que precisamos buscar evitar ou ao menos consumir com cautela e consciência e que podem vir a ser agentes causadores de câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto a <a href="http://www.bbc.com/portuguese"><strong>BBC do Brasil</strong></a>, em 28 de outubro de 2015, publicou um resumo simplificado e objetivo de quais são essas principais substâncias e serem evitadas ou consumidas com cuidado:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Por Marina Wentzel.</strong> Da Basileia para a BBC Brasil:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Os elementos do seu dia a dia que causam câncer</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Na semana em que a OMS (Organização Mundial de Saúde) classificou linguiça, bacon, presunto e outras carnes processadas como substâncias causadoras de câncer, a BBC Brasil pediu à IARC (Agência Internacional de Pesquisa de Câncer), um dos braços da organização, para elaborar uma lista das substâncias cancerígenas, ou situações de risco, mais comumente presentes no dia a dia das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não é que essas substâncias sejam altamente tóxicas por si só, mas elas são amplamente usadas nas nossas vidas e é por isso que precisamos estar atentos aos danos que causam&#8221;, disse o porta-voz Nicolas Godin.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia, segundo Godin, é que muitos fatores de vulnerabilidade podem ser evitados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Desenvolver a doença é, até certo ponto, também uma questão de estilo de vida&#8221;, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na prática, há dois grandes grupos de agentes cancerígenos, os que não podemos evitar e os que podemos. Basta fazer escolhas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A OMS categoriza em quatro classes o perigo que substâncias ou situações representam à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">São considerados &#8220;<strong>comprovadamente cancerígenos aos humanos</strong>&#8221; os 118 agentes contidos na categoria &#8220;1&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os 363 itens da categoria &#8220;2A&#8221; e &#8220;2B&#8221; são avaliados como &#8220;provável&#8221; e &#8220;possivelmente&#8221; cancerígenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Itens do grupo &#8220;3&#8221; são &#8220;não classificáveis quanto a sua carcinogenicidade a humanos&#8221; e a categoria &#8220;4&#8221; só possui uma substância considerada &#8220;provavelmente não cancerígena aos humanos&#8221;, o composto orgânico caprolactam.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja abaixo a lista das substâncias do grupo 1 mais comuns no nosso dia a dia, preparada pela IARC.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Tabaco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com estimativas da OMS, o tabaco mata até metade dos usuários da substância &#8211; que pode ser fumada ou mascada. A cada ano, mais de 5 milhões de pessoas morrem em decorrência do fumo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O cigarro é de longe o maior cancerígeno do mundo moderno. Imagine uma pessoa que fumou quatro cigarros ao dia ao longo de 40 anos? Não há como calcular. A toxidade disso é enorme&#8221;, disse à BBC Brasil Christoph Rochlitz, chefe do departamento de oncologia do Hospital da Universidade da Basileia, na Suíça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Fumo passivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estar ao lado de uma pessoa fumando pode ser tão mortal quanto fumar, segundo a OMS.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados estimam que o fumo passivo mata mais de 600 mil pessoas ao ano. Desse total, 28% são crianças. Em adultos, a exposição à fumaça do tabaco gera sérias doenças cardiorrespiratórias, além, de câncer de pulmão.</p>
<p style="text-align: justify;">O fumo passivo é apontado como causa de morte súbita em bebês. Em mulheres grávidas, ele pode ter o efeito de causar nascimento de bebês com baixo peso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Poluição</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A poluição do ar é um problema de saúde pública que independe do estilo de vida dos indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">A qualidade do ar nas 1,6 mil cidades monitoradas pela OMS avança rumo à deterioração. Entre os 91 países estudados, os níveis de poluição apresentaram significante piora na última avaliação, divulgada em maio de 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização estima que, em 2012, cerca de 3,7 milhões de pessoas com menos de 60 anos morreram em decorrência da exposição à poluição.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um fator externo que não se pode controlar e isso depende das políticas públicas ambientais de cada país infelizmente&#8221;, avalia Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) Exposição a raios ultravioleta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Melanoma maligno é o tipo de câncer de pele mais letal resultante da exposição excessiva aos raios ultravioleta emitidos pelo Sol.</p>
<p style="text-align: justify;">É a principal causa de morte por câncer de pele. Evitar queimaduras solares, principalmente a superexposição repetida durante a infância, é recomendado.</p>
<p style="text-align: justify;">Indivíduos de pele branca são mais suscetíveis à doença.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mas aí também vai da pessoa querer se proteger. A Austrália, que era campeã em incidência da doença, hoje já apresenta em alguns estudos índices menores de câncer de pele do que os países nórdicos da Europa. Isso se deve à tomada de consciência da população que passou a utilizar protetor solar e mudou seus hábitos&#8221;, explica Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5) Fumaça de motores a diesel</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fumaça emitida por motores alimentados a diesel é considerada um agente cancerígeno categoria &#8220;1&#8221; desde a década de 80, por conter nitroarenos, compostos resultantes da combustão incompleta do combustível.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em termos de toxidade, estamos falando de um elemento muito danoso, mas não há como especificar o impacto específico dessa substância, porque as pessoas estão expostas a ela em ambiente abertos&#8221;, diz Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo de 2012 em parceria do Instituto Nacional de Câncer e do Instituto Nacional de Saúde e Segurança do Trabalho dos Estados Unidos constatou aumento no risco de mortes por câncer de pulmão entre mineiros que trabalhavam no subsolo expostos à fumaça de diesel.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6) Contato com químicos formaldeídos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O formaldeído é um químico bastante comum, amplamente utilizado na fabricação de resinas e presente em produtos como solvente de cola.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um gás oriundo da oxidação do metanol, mas também pode ser encontrado na forma líquida, o formol.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal risco vem da inalação, que pode resultar em câncer da região do nariz e da faringe, e em leucemia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mas se você não está diretamente exposto ao produto por meio do seu ambiente de trabalho, não deveria se preocupar muito com isso. É uma causa de câncer, mas pode ser evitada&#8221;, avalia Godin.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um risco ocupacional para pintores. Tintas são complexas e variam muito. Algumas são cancerígenas, mas não é possível apontar um único agente específico&#8221;, pondera o pesquisador da IACR, Robert Baan.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7) Uso de hormônios progesterona e estrogênio em reposição hormonal, ou em pílulas anticoncepcionais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tema de muita polêmica entre as mulheres, tratamentos de reposição hormonal e métodos anticoncepcionais são apontados como comprovados fatores do aumento de risco de câncer quando há uso de hormônios combinados.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos da OMS de 2007 concluíram que o uso associado de progesterona e estrogênio em mulheres após a menopausa aumentavam as chances de desenvolver câncer de mama.</p>
<p style="text-align: justify;">Pílulas contraceptivas contendo os dois ingredientes também são consideradas carcinogênicas da categoria &#8220;1&#8221;. &#8220;Sim, é comprovado que a combinação desses hormônios é cancerígena&#8221;, assinala Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;">A IARC faz a ressalva, porém, de que esses agentes servem para proteger contra câncer de ovário e da mucosa uterina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8) Álcool</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O álcool é uma substância que pode ser boa ou má, dependendo da quantidade e qualidade que você ingere&#8221;, avalia Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;">Consta na lista IARC que álcool etanol e álcool metil presentes em bebidas alcoólicas são substâncias comprovadamente cancerígenas do tipo &#8220;1&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Rochlitz ressalta, porém, que o consumo moderado de vinho pode ajudar o sistema cardiovascular, segundo pesquisas recentes. Existem 2 bilhões de consumidores de álcool no mundo e, desse total, 76,3 milhões sofrem de alcoolismo, segundo números da OMS.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9) Carne processada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Adicionado recentemente à lista das substâncias cancerígenas, a carne vermelha processada é amplamente consumida no mundo industrializado.</p>
<p style="text-align: justify;">Bacon, linguiça e presunto fazem parte do café da manhã da maioria das famílias e abandonar esses ingredientes é a nova recomendação da OMS.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um aumento no consumo de 50 gramas ao dia de carne processada representa 18% a mais de chances de desenvolver câncer da região do colo e reto. Eu mesmo vou passar a moderar a dieta&#8221;, exemplifica Rochlitz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10) Exposição ao gás radônio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pouco conhecido fora da tabela periódica, o radônio é um gás radioativo &#8211; resíduo da desintegração de urânio e tório presente em rochas &#8211; que sobe do solo à superfície. O gás em geral se dilui no ambiente, mas pode ter concentrações perigosas em ambientes fechados. Alguns materiais de construção também são fonte de radônio.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele é incolor, inodoro e é a principal causa específica de mortes por câncer de pulmão após o tabaco.</p>
<p style="text-align: justify;">A epidemiologista Lene Veiga, do Conselho Nacional de Energia Nuclear, é a representante brasileira nos encontros da OMS sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela explica que no Brasil ainda não há um levantamento específico sobre a extensão do problema, mas países desenvolvidos de clima temperado ─ onde as casas têm calefação e isolamento térmico ─ já buscam desenvolver políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O gás está presente no material de construção. É um fator que não podemos controlar, mas precisamos entender. As pessoas estão expostas a isso inevitavelmente&#8221;, conclui Veiga.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;">Este artigo não possui o objetivo de alarmar ou assustar, pois, como bem escrito pela autora e pelos especialistas, infelizmente não temos como evitar 100%, por enquanto, nossa exposição a diversos desses entre outros fatores. Porém, em posse desse conhecimento, poderemos sempre fazer tudo que estiver ao nosso alcance para evitá-los, além de educar outras pessoas que, muitas vezes se colocam em risco e não tem ciência disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre há alternativas que podemos optar para contornar esses fatores e muito vem se estudando e pesquisando para que possamos ter cada vez mais qualidade de vida. O primeiro passo para isso acontecer é cada um de nós tomarmos consciência e nos educarmos, cada dia um pouco mais, sobre como nos proteger dessa doença tão temida e prejudicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que a matéria que selecionamos tenha lhe auxiliado em sua educação a cerca dessa doença e, se realmente gostou, compartilhe o link com seus amigos, familiares e em suas redes sociais! Todos merecem conhecer mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Forte abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
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<p style="text-align: justify;"><strong>Link da matéria:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151028_elementos_cancerigenos_mw_lgb</p>
<p style="text-align: justify;">
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