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	<title>controle &#8211; Bem Viver Mais</title>
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		<title>Adulto também é rejeitado: como lidar com isso sem sofrer tanto!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 23:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação. A rejeição é uma experiência que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação.</p>
<p>A rejeição é uma experiência que causa fissuras na nossa autoestima, como se o entorno sinalizasse que não somos importantes e internalizamos esse sentimento como se fosse uma verdade sobre nós.</p>
<p>Por isso, a rejeição tende a machucar tanto. Temos a necessidade de aprovação e de acolhimento e, <span id="more-2356"></span>apesar de a rejeição não ocorrer, necessariamente, por algo intrínseco de quem a sofre, pois ela pode ser uma questão do outro, alimentamos uma tendência à culpa. Não é simples atribuir importância a si próprio, e se essa rejeição se repete, vamos ficando frágeis emocionalmente.</p>
<p><strong>Quais os impactos de uma rejeição?</strong></p>
<p>As rejeições fazem parte da construção de nossa identidade, comportando elementos conscientes e inconscientes. Suas marcas podem ser agravadas, elaboradas ou ressignificadas, dependendo de seu grau de intensidade e duração e das nossas experiências reais e simbólicas.</p>
<p>A forma como somos aceitos ou rejeitados interfere nos sentimentos que temos em relação a nós mesmos como valorização, depreciação ou descrédito. Por isso, sentir-se rejeitado pode causar muitos danos emocionais. Sofrer rejeição em diferentes fases do desenvolvimento podem ocasionar problemas sérios na autoimagem e autoestima.</p>
<p>Quanto mais precoce e intensa a percepção de rejeição, maiores são os danos emocionais. Afinal, ser rejeitado causa sempre uma sensação de desconforto, mas se isso acontece na infância os danos tendem a ser mais profundos, influindo até mesmo na maneira como o indivíduo irá lidar com a rejeição ao longo de sua vida. Uma criança rejeitada tende a se tornar um adulto inseguro, com pouca consciência sobre si mesmo e mais dependente. Podendo, muitas vezes, se sujeitar a relacionamentos abusivos ou mesmo relações cotidianas de subserviência.</p>
<p><strong>O cancelamento é uma forma de rejeição</strong></p>
<p>É esperado que o adulto tenha uma forma mais positiva de lidar com a rejeição. Porém, boa parte das pessoas possui lacunas no desenvolvimento de alguns processos como auto aceitação e autonomia, podendo levar a um sofrimento extremo em função da rejeição. Na atualidade, lidar com a rejeição tem sido mais complicado, pois ela ocorre de maneira rápida, direta e instantânea. E este é um sentimento que precisa ser elaborado. A questão da rejeição acaba provocando o medo de ser &#8216;cancelado&#8217;, situação em que o sujeito passa por uma espécie de linchamento (rejeição virtual), em função de seus posicionamentos, conferindo ao &#8216;cancelador&#8217; o crivo da superioridade.</p>
<p>Em suma, a rejeição interfere em todos os âmbitos de vida, mostrando que a pessoa não atingiu uma maturidade emocional e podendo potencializar a experiência de negação do seu ser, de seu modo de pensar e agir. É comum pessoas renunciarem, mesmo que por um tempo, características pessoais para se confirmarem em um grupo social. Cada indivíduo possui um limiar do que pode conceder em nome da aceitação e conformação social, mas se ceder muito isso será convertido em sofrimento, perda de identidade, distanciamento e outros estados emocionais negativos.</p>
<p><strong>Como lidar com a rejeição sem sofrer tanto?</strong></p>
<p>Para aprender a lidar com o sentimento de rejeição é necessário, antes de mais nada, passar por um processo de autoaceitação. Quem teve relações mais seguras e acolhedoras na infância parte melhor para seu desenvolvimento até a idade adulta. Falhas nessas relações e no desenvolvimento da autorregulação emocional levam a formas menos adaptadas de lidar com a rejeição. Por isso, listamos algumas dicas essenciais para reverter isso e enfrentar este tipo de situação sem tanto sofrimento.</p>
<p><strong>1. Autoconhecimento:</strong></p>
<p>Conhecer-se leva a uma aceitação realista de si, dos aspectos positivos e negativos de sua personalidade;</p>
<p><strong>2. Observação:</strong></p>
<p>Analisar os gatilhos que reatualizam situações de abandono e que podem gerar no presente situações de dependência emocional;</p>
<p><strong>3. Avaliação:</strong></p>
<p>Perceber se essa dificuldade é tolerável, pois se provoca sofrimento e torna o sujeito disfuncional, é imprescindível buscar ajuda profissional;</p>
<p><strong>4. Auto compaixão:</strong></p>
<p>Sem excesso, ajuda o indivíduo a ter uma visão mais realista sobre si, sem tantas críticas e sentimento de culpa;</p>
<p><strong>5. Auto aceitação:</strong></p>
<p>Ajuda na aceitação da forma como a pessoa é e enfrenta seus próprios critérios e experiências pessoais para encarar a vida, deixando-a mais autocentrada e confiante;</p>
<p><strong>6. Autonomia:</strong></p>
<p>Surge a partir do desenvolvimento da autocompaixão e auto aceitação. Tais processos auxiliam a lidar de uma forma mais positiva com a rejeição, com a chance de cada vez menos responder às expectativas dos outros e à conformidade social;</p>
<p><strong>7. Controle:</strong></p>
<p>Colocar-se numa posição de inferioridade de forma recorrente pode fortalecer as distorções cognitivas que contribuem para interferir na forma como encara os fatos. Por isso, é importante manter pensamentos negativos e que o jogam para baixo sob controle;</p>
<p><strong>8. Crie oportunidades</strong>:</p>
<p>A dor da rejeição pode ser superada ao criar novas conexões que priorizam a valorização e aceitação da pessoa como ela é. Não fique preso ao que o faz mal, sempre é importante avançar para novas conquistas</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Por quê as pessoas são descontroladas e agressivas na internet?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 20:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes sociais e as diversas formas de comunicação virtual se tornaram formas de comunicação comuns no mundo. E, ao mesmo tempo que são colaboradoras ágeis, instantâneas e muitas vezes excelentes auxiliadoras em tantas tarefas da vida, podem e são igualmente muito prejudiciais, por diversas vezes. Os mesmos adjetivos que usei para reconhecer seus benefícios&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As redes sociais e as diversas formas de comunicação virtual se tornaram formas de comunicação comuns no mundo. E, ao mesmo tempo que são colaboradoras ágeis, instantâneas e muitas vezes excelentes auxiliadoras em tantas tarefas da vida, podem e são igualmente muito prejudiciais, por diversas vezes. Os mesmos adjetivos que usei para reconhecer seus benefícios podem também, ser analisados como um alerta negativo para os usuários das redes. Afinal, ser instantâneo e ágil, não necessariamente só contém benefícios. Pelo contrário, <span id="more-1156"></span>o excesso ou uso equivocado desses pontos, pode propor superficialidade, dificuldade em construir e analisar conteúdos, dificuldades de expressão, compreensão e interpretação, conflitos nos relacionamentos, ausência de dedicação, de esforço, de limite, de envolvimento e de responsabilidade&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">As redes sociais não se tratam somente de uma ferramenta, mas sim de discursos de pessoas, de um meio, de uma sociedade e do mundo e suas relações. As pessoas usam as redes para expor suas imagens e falas, para expressar pensamentos e sentimentos, para fazer movimentos e manifestos, inventar histórias e dividir momentos. E, fazer isso tudo não é novidade. Se exibir, se apresentar e trocar idéias sobre diversos assuntos faz parte da sociedade desde sempre. A novidade aqui está na agilidade, na forma de exposição, dimensão de alcance e superficialidade na relação.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes, o comum era compartilhar com o grupo próximo ou com um diário. Era preciso tomar certo cuidado com a fala, estruturar seu pensamento e atitudes com certa cautela, pois a relação, quando muito direta, traz consigo a consequência direta também. Logo, a comunicação parecia ter uma estrutura de limite mais declarada e uma preocupação com seu lugar e imagem nesse meio restrito. Atualmente, nas redes sociais, os pensamentos e conteúdos estão expostos ao mundo todo. Ao mesmo tempo, vem acompanhado muitas vezes da fantasia de anonimato ou de proteção por de trás da tela. Assim, o filtro e a cautela parecem enfraquecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante perceber que a linguagem virtual é uma linguagem plural, isto é, significa sempre muito mais que aquela imagem vista ou palavra escrita no literal. Logo, nem sempre aquilo visto ou escrito quer dizer exatamente o que parece ser. Ao mesmo tempo, assistir e ler a vida do outro provoca em tantas outras pessoas uma diversidade de sentimentos e sensação de acesso às suas frustrações e desejos. Dessa quantidade e intensidade de sensações, informações e superficialidade de relação com o outro surgem desentendimentos, mentiras, ataques, disseminação de ódio, irresponsabilidades, demonstração de imaturidades, agressões, preconceitos diversos, desrespeito e exibicionismos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um olhar psicanalítico para este tema nos lembra que o ser humano desde sempre possui uma relação conflituosa com seu ser/seu Eu/seu existir e com o meio que nasce e vive, pois seus desejos construtivos e amorosos se misturam frequentemente aos desejos invejosos e destrutivos. Todos nós passamos por todos esses sentimentos e conflitos e diversas vezes, desde nascer até morrer. Mas é durante nossa primeira etapa do desenvolvimento (primeira infância) que aprendemos nossas bases e referências sociais e emocionais e é delas que usaremos o conteúdo aprendido (ou não) para nossas estruturas psíquicas, durante toda nossa vida e em todas nossas relações e situações vivenciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Passamos a vida lidando com o que sentimos, pensamos e desejamos. Também controlamos ou tentamos controlar impulsos e desejos diversos. Isso porque nós vivemos em uma sociedade e há regras para esse convívio. Elas são diversas, tanto no quesito da lei, como também nos valores morais e também nas posturas e etiquetas sociais. Desde muito cedo ouvimos e aprendemos sobre nosso controle e descontrole no existir. Há coisas que são permitidas e outras que devem ser contidas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Impulso x controle</h3>
<p style="text-align: justify;">O ser humano é por &#8220;natureza&#8221; repleto de impulsos, o que por vezes pode ser entendido como algo bom ou algo ruim. Conter impulsos, não faz parte do ser humano, na verdade faz parte do existir dele na sociedade, é algo a ser aprendido, mesmo que pareça tão óbvio. Reprimimos, educamos e contemos tantos desejos e hábitos (construtivos ou destrutivos) porque isso é uma regra para estar no meio, no mundo, desde sempre na história da humanidade e também na história de cada pessoa desde seu nascer.</p>
<p style="text-align: justify;">Regras como horário para mamar e dormir, já são uma demonstração de que moldamos o ser humano a um formato cultural. Ensinamos e aprendemos desde sempre que tem hora, jeito e formato para fazer as coisas. Desde muito pequenos somos sinalizados com o que é certo ou errado, o que é permitido ou não, quando há exagero ou falta.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma fase muito significativa, para falar da estrutura emocional é, por exemplo, a do desfralde, em que ainda somos tão pequenos, mas já preparados para aprender conter nossas &#8220;necessidades&#8221; de ir ao banheiro. Um bebê ou criança pequena, até ontem, por usar fraldas, fazia suas &#8220;necessidades&#8221; como e onde bem quisesse, conforme sua vontade, que aliás nem era percebida como vontade em si, apenas sentia, fazia, se aliviava e ponto. Alguém vinha e limpava depois. Mas, ao aprender o desfralde, a criança, começa a precisar vivenciar novas sensações que geram conflitos e frustrações. Ela precisa perceber que tem vontade, mas não pode mais fazer como e onde ela quiser, agora é preciso segurar (se controlar) e ir até o banheiro para então ali se aliviar e um dia aprenderá também a se limpar, ou seja, limpar/se responsabilizar pelo que produz e faz.</p>
<p style="text-align: justify;">Prestem atenção como essa relação com controlar ou não, segurar ou não, aprender e perceber ou não o formato para se aliviar fala na verdade muito mais do que um controle fisiológico. Essa etapa servirá como base na vida para tantas questões adiante. Na vida da pessoa, essa vivência aparece adiante para mostrar sobre nosso controle e descontrole emocional.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Descontrole e redes sociais</h3>
<p style="text-align: justify;">Hoje, as redes sociais são uma grande demonstração de descontrole emocional, falta de limites, falta de noção com espaço do outro, falta de responsabilidade, excesso de imaturidade e imenso desejo de ser admirado e ganhar destaque. É nítido como o ser humano, nesse ambiente, regride emocionalmente, acessa e se expõe de forma psíquica primitiva. Isso traz à tona o bebê que deseja ser amado pelo mundo e ser o centro das atenções e também a criança que reluta em seguir regras básicas de controle e descontrole emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">As agressões nas redes são cenas de crianças birrentas que ainda não controlam seus pensamentos e desejos. São pessoas que agem como crianças descontroladas porque querem ganhar pelo ganhar, porque apenas quer e faz, sem se preocupar com o outro, e tão pouco em conter seus impulsos ou estrutura-los de forma adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de ódio, de desrespeito e de preconceito mostram claramente o descontrole emocional e a capacidade da pessoa de discernir sobre respeito, empatia, limites de espaço. A pessoa acredita que possui uma verdade absoluta e um lugar especial no mundo de salvador, herói, um lugar majestoso que deve ser acatado pelos outros e por isso se permite a sair falando sem qualquer preocupação com o lugar do outro, com o jeito e com a consequência disso, apenas quer atender seu impulso imediato, sentir prazer e se satisfazer, não há olhar e consideração com o meio e nem mesmo ideia ou preocupação em se responsabilizar e arcar com o que faz ou deixa de fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembram-se da criança no desfralde, que citei acima?</p>
<p style="text-align: justify;">Então, uma grande parte da sociedade que usa a rede social expõe claramente sua falta de estrutura emocional e falhas de seu psiquismo no seu desenvolvimento. São pessoas com desordem emocional que, quando se encontram e se juntam, podem disseminar o pior lado do ser humano e produzir conteúdos agressivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo muito importante para analisarmos, também, é que a internet ou as redes sociais ainda não possuem um limite muito claro de regras e posturas, apesar dos limites básicos da sociedade. A falta de ou dificuldade em impor lei e valores ou punição declarada, deixa a linguagem, por conta de cada um. Há a regra geral da sociedade sobre o que é certo ou errado, bom ou mau, devido ou indevido e que no dia a dia usamos nas ruas e em relações pessoais ao vivo. Reparem que as pessoas quando ao vivo, para fazer algo errado, tentam fazer escondido, para não ser pego e punido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já nas redes sociais a sensação é de uma fantasia de estar escondido, mesmo que exposto ao mundo, de estar protegido pela tela e distância, logo, que não será pontuado e nem pego. Assim, as pessoas sentem que podem se descontrolar e nada irá acontecer com elas. Muitos fantasiam inclusive que se brigaram na rede social, isso não deveria influenciar na vida real, pois o que ele falou ali, não falaria pessoalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">É como se ali, nas redes, algumas pessoas se permitissem não mais usar o banheiro para suas necessidades, apenas se aliviam como e onde bem querem. Sem dúvida, alguma lentidão ou falta de punição colabora para o ser humano mostrar esse seu lado perigoso, imensamente imaturo e desestruturado.</p>
<p style="text-align: justify;">O que vemos frequentemente é como a intolerância se manifesta em uma magnitude relevante. As pessoas deixam de usar seus filtros básicos e apenas agem e reagem. As pessoas falam suas verdades independente se alguém vai ouvir e tão pouco se vai ofender o outro. Falam porque fantasiam que seus conteúdos internos são tão relevantes que precisam exibir para o mundo e sentem muito prazer em não ter limite ou filtro em suas falas.</p>
<p style="text-align: justify;">Gestos e falas agressivas costumam ganhar imenso público. A sociedade sempre adorou e sentiu prazer em assistir um outro sofrer (praças com pessoas enforcadas, mulheres acusadas de bruxaria sendo queimadas, apedrejamento em praças públicas, escravos sendo chicoteados). Sempre houve muita plateia que delira e sente muita satisfação com o outro sendo atacado. Logo, quem ataca nas redes sociais, não faz isso sozinho, faz porque se identifica com outros perversos pelo mundo que sentem muito prazer em menosprezar, agredir e humilhar outras pessoas. A perversidade humana está escancarada nas redes sociais.A falta de filtro, de limite, de controle emocional e empatia é um grande sintoma da imensa imaturidade do ego e incapacidade ou adoecimento emocional dessas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, parece que ainda teremos um longo caminho pela frente, pois identificamos aqui que a sociedade está arcando drasticamente com uma grande falta de controle e limites, falta de valor e empatia, falta de estrutura e aprendizado básico de educação afetiva emocional, para existir em sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A internet tem sido um grande termômetro para nos mostrar as consequências assustadoras que a falta de manejo e cuidado, a falta de afeto, a falta de limite, a falta de preocupação com o emocional nas formações das pessoas podem causar aos outros. Tudo isso causa sérios adoecimentos psíquicos e atinge toda sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>15 dicas para controlar a ansiedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 21:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito frequentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer. Além dos medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade. Aqui estão algumas delas: 1. Pratique atividades físicas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito frequentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer. Além dos medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade. Aqui estão algumas delas:<span id="more-1121"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Pratique atividades físicas</h3>
<p style="text-align: justify;">A forma mais comum de controlar a ansiedade é a prática de exercícios. Praticar atividades físicas ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer. Essa alternativa costuma funcionar dependendo da disposição da pessoa, uma vez que nem todo mundo gosta de praticar exercícios.</p>
<p style="text-align: justify;">Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já pode ajudar a lidar com a ansiedade. O momento da caminhada, além de ser um exercício para o corpo, também pode ser aproveitado para trabalhar a mente, sob a forma da meditação ativa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Reduza seu estresse diário</h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com tendência a ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário e existem diversas formas de fazer isso. Para as que ficam estressadas com mais facilidade recomendamos sessões psicoterapia e meditação. Muitos pacientes com ansiedade se beneficiam também de tratamentos alternativos como a homeopatia e o uso de florais de Bach.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Experimente controlar a respiração</h3>
<p style="text-align: justify;">Para reduzir as reações do sistema nervoso autônomo, devemos fazer o controle da respiração. Isto pode ser feito compassando a respiração e inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada. Ao inspirar deixar o abdome expandir-se, ou seja, estufar a barriga e não o peito. Depois, expirar lentamente, expelindo o ar pela boca. Isto pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Evite pensamentos negativos</h3>
<p style="text-align: justify;">Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos, recomenda-se que a pessoa evite os pensamentos negativos ou catastróficos. Deve-se tentar dimensionar a gravidade da situação, questionando a si mesmo se existe uma forma alternativa de análise, se estamos superestimando o grau de responsabilidade que temos nos fatos ou se estamos subestimando o grau de controle que podemos ter.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5. Invista em alimentos com triptofano</h3>
<p style="text-align: justify;">Para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate. Outra possibilidade é ingerir o triptofano em cápsulas, junto com vitamina B6 e magnésio.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros aminoácidos que podem ajudar são a taurina e a glutamina. Eles aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. Eles também podem ser ingeridos em cápsulas, mas apenas com a orientação de um médico especialista.</p>
<h3 style="text-align: justify;">6. Tome um chá</h3>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos chás possui substâncias que funcionam como sedativos suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária. As plantas mais conhecidas e estudadas com essa ação são a passiflora, a melissa a camomila e a valeriana.</p>
<h3 style="text-align: justify;">7. Mantenha o foco no presente</h3>
<p style="text-align: justify;">Quando sua mente está dedicada integralmente ao momento atual você tem total capacidade de análise, julgamento e ação, portanto esta é uma boa forma de controlar a ansiedade. Quando a mente passeia aleatoriamente entre passado e futuro sem direcionamento para um planejamento você pode se perder nas ideias e a ansiedade pode iniciar ou piorar.</p>
<h3 style="text-align: justify;">8. Seja mais organizado</h3>
<p style="text-align: justify;">Quem vive na bagunça gasta tempo para achar o que precisa, acumula coisas sem utilidade, dificultando o bem-estar e acaba por criar sentimentos de ansiedade. Trabalhar, estudar e viver em ambiente minimamente organizado ajuda no equilíbrio emocional e controle da ansiedade. Além disso, pessoas com uma organização maior do seu tempo conseguem aproveitá-lo melhor, o que reduz muitos fatores causadores de ansiedade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">9. Esteja com quem você ama</h3>
<p style="text-align: justify;">Conviver com pessoas queridas da família, amigos e conhecimentos que se tenha afinidade faz toda diferença na qualidade de vida. A companhia de quem amamos é especial para nosso emocional. Quem está bem vive mais relaxado e menos ansioso.</p>
<h3 style="text-align: justify;">10. Dedique tempo para se cuidar</h3>
<p style="text-align: justify;">Reservar algum tempo do dia para você e ser capaz de ouvir suas reais necessidades pode contribuir diretamente para o controle da ansiedade. Saber olhar para si, atender e contribuir para suas metas de vida é uma ação de grande poder. Seja capaz de dedicar um pouco de tempo e energia a você mesmo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">11. Cuide dos pensamentos para sorrir mais</h3>
<p style="text-align: justify;">Atenção ao que você pensa, pois isso terá impacto direto no seu humor. Avalie suas ideias. Ponha um ponto final em ?filmes mentais? de assuntos negativos sem resolução. Seja capaz de se planejar, programar e ser forte. Com pensamentos mais leves, você perceberá o mundo de outra forma e isso lhe ajudará a sorrir mais. O riso, o sorriso fazem bem para a cura emocional poise eles relaxam e diminuem a ansiedade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">12. Confie mais em si mesmo</h3>
<p style="text-align: justify;">Você é (ou deveria ser), sem dúvida alguma, a sua melhora companhia. Não há ninguém que estará ao seu lado mais tempo que você mesmo, por isso, invista nessa bela parceria com você mesmo. Seja fiel a você. Confie mais e isso lhe dará forças para lidar com a ansiedade do dia a dia.</p>
<h3 style="text-align: justify;">13. Desenvolva congruência</h3>
<p style="text-align: justify;">Quem pensa de um jeito, age de outro e diz ainda outra coisa terá, com toda certeza, ansiedade. Buscar equilíbrio entre o que se quer e o que faz pode contribuir para a harmonia do seu dia. O que está por trás das suas ações? Quais suas reais intenções ao agir? Você atende as suas reais necessidades? Pense com carinho nestas perguntas e tende observar quais atitudes podem ajuda-lo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">14. Fortaleça o autoconhecimento</h3>
<p style="text-align: justify;">Quem se conhece bem, sabe respeitar seus limites, consegue dizer não e é capaz de se proteger tem menos ansiedade que outras pessoas que estão ainda aprendendo a se conhecer. Quem tem total aceitação de si mesmo pode pensar, dizer e agir sem culpa com total alinhamento das suas necessidades.</p>
<h3 style="text-align: justify;">15. Cuide bem do seu momento antes de dormir</h3>
<p style="text-align: justify;">Evite ações que levam a agitação, preocupação e desgaste. Nem sempre podemos prever o que pode acontecer pouco antes de dormir, mas aquilo que depende de nós devemos fazer bem feito. Ponha um freio mental em pensamentos de tomada de decisão em momentos de relaxamento e assim garantirá uma melhor noite de sono.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado das dicas e que elas lhes sejam úteis! Voltem sempre, pois temos conteúdo novo há cada 15 dias. Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejarem! Muito obrigada!</p>
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