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	<title>Arquivo de comunicação - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de comunicação - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Responsabilidade afetiva: o que é e como reconhecer a falta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:16:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não. O que é responsabilidade afetiva: A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja. A&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não.</p>
<h3><strong>O que é responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja.</p>
<p>A pessoa responsável afetivamente deve ser ética, agir de acordo com a sua real intenção, sem manobras de poder deliberadas. Assim, responsabilidade afetiva nada mais é que ter consideração tanto com os próprios sentimentos e intenções quanto com os da outra pessoa, além de ter a capacidade de agir com clareza conforme esses sentimentos e intenções emergem.</p>
<p>Colocar-se no lugar da outra pessoa, ou seja, ter empatia, está conectado com a responsabilidade afetiva. <span id="more-2369"></span>isso é importante para não alimentar sentimentos na outra pessoa somente para sentir-se bem quando você sabe que suas intenções não são as mesmas que as do outro.</p>
<p>A capacidade de se colocar no lugar do outro já aciona cuidados com as ações. E ser empático é isso, pensar no impacto que o que eu falo e faço causa na outra pessoa.</p>
<p>Embora a associação mais comum da responsabilidade afetiva seja com relacionamentos amorosos, essa não é a única esfera que na qual ela é importante. É interessante trazer esse conceito para todas as nossas relações: namoro, amizade, família, entre outros.</p>
<h3><strong>Como reconhecer a falta de responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Onde não houver empatia e respeito é o lugar que se reconhece a falta de responsabilidade afetiva. Se alguém te diminui dentro de uma relação apenas para se sentir melhor, este também é um lugar de falta de responsabilidade afetiva.</p>
<h3><strong>Responsabilidade afetiva e reciprocidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva e a reciprocidade são conceitos diferentes que não devem ser confundidos. Na responsabilidade afetiva, você mostra seu real interesse e age em coerência com seus sentimentos. Comunica suas intenções e expectativas claramente, de forma responsável &#8211; daí o termo.</p>
<p>Já na reciprocidade, você corresponde ao sentimento de outra pessoa. Muitas vezes, a expressão é utilizada para descrever a situação em que duas (ou mais pessoas) partilham do mesmo sentimento, na mesma intensidade.</p>
<p>É possível tratar as pessoas com quem se relaciona de uma boa maneira, sem ter o mesmo sentimento ou a mesma intensidade recebida. Não somos obrigados a sentir a mesma coisa, mas devemos respeitar os sentimentos, tanto os seus quanto os do outro.</p>
<p>É importante frisar a cautela para que não se tome qualquer &#8220;não correspondência&#8221; em uma relação como falta de responsabilidade afetiva. A idealização do outro não deve ser responsabilidade da pessoa.</p>
<h3><strong>Situações que pedem por responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Nas relações de amizade, a responsabilidade afetiva pode ser aplicada de diversas formas, algumas até mesmo complexas. Demonstrar um tipo de carinho, interesse, presença ou se tornar um porto seguro para a pessoa sem que deseje ser de fato, pode vir a causar dificuldades para o outro &#8211; configurando uma irresponsabilidade afetiva.</p>
<p>Também é possível ter responsabilidade afetiva no sexo casual, por exemplo. Nele, você pode realizar seu desejo de sexo sem compromisso, mas com consentimento da outra pessoa e sem ferir ou tolher os desejos dela.</p>
<p>Outro exemplo seria uma relação em que você não tem interesse de namorar e percebe as expectativas da outra pessoa. Sabendo que o sentimento e desejo não são recíprocos, é importante comunicar isto de forma empática, para não criar falsas esperanças no outro apenas para alimentar sua autoestima de alguma forma.</p>
<p>Se eu sei que a minha intenção é, exclusivamente, transar com uma pessoa, eu não devo prometer coisas que não intuo cumprir. Não pergunto nada do tipo &#8216;onde iremos passar o Ano Novo?&#8217;, sendo que passar esse período com a pessoa não é minha real intenção.</p>
<p>De maneira geral, é fundamental desenvolver uma comunicação assertiva dentro de qualquer relação afetiva, assim como ter consciência sobre onde você se encontra na relação e o que você deseja dela.</p>
<h3><strong>Como ter mais responsabilidade afetiva</strong></h3>
<p>Não existem formas de racionalizar a responsabilidade afetiva em tópicos, porém trouxemos algumas reflexões essenciais para quem deseja ser responsável afetivamente. Confira os pontos a seguir:</p>
<p><strong>1 &#8211; Comunique-se bem:</strong></p>
<p>Seja claro naquilo que deseja ou sente pelo outro. Apenas dessa forma é possível entender onde os sentimentos de cada um se encontra e refletir se a forma como se age deve ser modificada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Verbalize suas insatisfações:</strong></p>
<p>Falar sobre aquilo que você discorda também compõe a responsabilidade afetiva, porque, uma vez que a pessoa não se faz entender, o incômodo pode afetar o status da relação. O distanciamento que, muitas vezes, ocorre pode não ser compreendido pela outra pessoa, que sente uma mudança repentina no comportamento.</p>
<p><strong>3 &#8211; Tenha autoconhecimento</strong></p>
<p>Ter consciência de si mesmo é a primeira prática a ser seguida por quem deseja se responsabilizar por qualquer coisa na vida. Quanto mais a pessoa se doa e tem um relacionamento saudável consigo mesma, mais ela consegue levar isso para fora, compreendendo seus processos, suas ações e, claro, aquilo que deseja.</p>
<p><strong>4 &#8211; Cuidado com o individualismo excessivo</strong></p>
<p>Um dos principais pontos para ter responsabilidade afetiva é evitar o individualismo em excesso (ou pensar exclusivamente em si o tempo todo), sem conseguir estabelecer empatia o suficiente pela situação do outro.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Meu filho não me obedece: o que devo fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2020 17:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa. Definição&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa.</p>
<h2><strong>Definição de obedecer: </strong></h2>
<p>“Verbo transitivo indireto. Submeter-se a vontade de outra pessoa. Estar sob influência de, servir ou trabalhar em favor de. Comportar-se de acordo com. Acatar um sentimento, um pedido, um estímulo. Estar subordinado a uma força de grande intensidade.”</p>
<p>Ainda são apresentados os sinônimos de obedecer: cumprir, acatar. Perceba que em todos os significados de obedecer estamos falando de alguém abrir mão de algo para atender a necessidade de outra pessoa. É por isso que, muitas crianças, resistem a obedecer. Porque crianças são autênticas, estão descobrindo o mundo ainda. Estão dispostas a expressar a sua forma de ver o outro e o mundo ao seu redor.</p>
<p>Quando tento convencer o outro a fazer algo que é bom apenas para mim ou, quando<span id="more-1840"></span> o outro percebe que está sendo manipulado, a resistência é, instintivamente, acionada. Porque quando ajo dessa maneira estou ameaçando uma das necessidades mais importantes dos seres humanos: autonomia.</p>
<h2><strong>Então, como posso comunicar o que desejo ao meu filho sem ele se sentir ameaçado?</strong></h2>
<p>Quando uma criança deixa de fazer algo que gosta, por exemplo, para obedecer a uma ordem dos pais, é possível que ela esteja fazendo isso para suprir a sua necessidade de ser amada, de ser aceita, de pertencer. Se isso acontece, estou me comunicando com ela no campo da culpa. “Se você fizer isso, a mamãe fica feliz, se você fizer aquilo o papai fica triste”.</p>
<h2><strong>As crianças nem sempre entendem o que é importante para suas vidas</strong></h2>
<p>Sim, nem sempre elas entendem. Por exemplo, as vezes é difícil entender que tomar banho, escovar os dentes, dormir cedo, não ficar tantas horas diante das telas de TV e celulares são coisas importantes. Por isso, somos consideramos não apenas pais, mas também educadores. Acredito muito em uma forma de educar que respeite as necessidades da mãe de prover uma vida saudável e ensinar valores os filhos. Mas que também respeite as necessidades dos filhos (autonomia, pertencer, sentir-se amado) sem precisar gerar culpa, ameaçar, recompensar ou punir. A maior parte de nós foi educado nesse cenário, mas é possível construir novos modelos.</p>
<h2><strong>Existe uma diferença entre obter o que queremos e o que todos querem</strong></h2>
<p>Marshall Rosenberg, psicólogo fundador da comunicação não violenta, fala que “para resolvermos conflitos temos de abandonar totalmente a meta de levar os outros a fazerem o que queremos. Em vez disso, nos concentramos em criar condições para que a necessidade de todos seja atendida.” Existe uma grande diferença em obter o que queremos e obter o que todos querem.</p>
<p>Quando as crianças não fazem o que pedimos é preciso parar e observar o que está por trás daquele não. Crianças cooperam por natureza. Quando os filhos não obedecem é porque nós estamos estimulando nelas a resistência e não a cooperação. O resultado mais triste de conseguir que nossos filhos façam o que queremos, ao invés do que todos querem, é que, em algum momento, tudo o que pedirmos lhes parecerá uma exigência.</p>
<p>Estimule a criança a respeitar ao invés de obedecer. Investigue quais necessidades dela não estão sendo ouvidas quando ela diz não. É possível estimular a cooperação dessa criança de outro jeito? Quando utilizamos a criatividade fica mais fácil obter a colaboração.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Linguagem corporal: descubra algumas maneiras de interpretá-la!</title>
		<link>https://bemvivermais.com/linguagem-corporal-descubra-algumas-maneiras-de-interpreta-la/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2019 17:41:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo a ciência, é possível saber o que o outro está pensando só avaliando sua postura e modo de se portar. O nome disso: linguagem corporal! Abaixo, 11 maneiras de ler mensagens não-verbais. Engana-se quem pensa que comunicação só tem a ver com voz. Pelo contrário, nossa postura corporal diz muito sobre o que estamos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo a ciência, é possível saber o que o outro está pensando só avaliando sua postura e modo de se portar. O nome disso: linguagem corporal! Abaixo, 11 maneiras de ler mensagens não-verbais.</p>
<p style="text-align: justify;">Engana-se quem pensa que comunicação só tem a ver com voz. Pelo contrário, nossa postura corporal diz muito sobre o que estamos pensando ou como estamos reagindo diante de uma situação. De acordo com a ciência, há maneiras diferentes para ler a linguagem corporal – tanto a nossa, quanto a dos outros – e assim desvendarmos de forma simples certos pensamentos que não podem ou não são expostos diretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">E é pela linguagem corporal que descobrimos muita coisa, com por exemplo: se aquele colega de escritório está interessado na gente, se nossa melhor amiga está mentindo, se o abraço do parceiro é um abraço protetor ou desinteressado… a chave é prestar atenção à postura. Posição dos ombros, braços e até mesmo pés ajudam a fazer um exame aprofundado de como o corpo de alguém recebe certas informações ou como estão se sentindo em determinado momento. Duvida? Preste atenção a esses movimentos e descubra como a linguagem corporal é capaz de transmitir muitas mensagens<strong>.</strong><span id="more-1248"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Palmas das mãos abertas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Palmas abertas podem ser muito reveladoras, já que de acordo com o livro <em>The Definitive Book of Body Language</em>, ou <em>O Livro Definitivo de Linguagem Corporal</em> em português, elas estão associadas com honestidade, verdade e lealdade. No livro, os autores ainda observam que os seres humanos tendem a dar as palmas das mãos abertas para mostrar que eles não são uma ameaça.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sentimentos e posturas alinhados</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A regra da linguagem corporal aqui é bem simples: se a pessoa está feliz, deve-se encontrar um sorriso em seu rosto. Se ela afirma que está bem, seus ombros devem estar relaxados. O próprio tom de voz, por exemplo, é um indicativo de que a mensagem passada condiz com os sentimentos da pessoa.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Preste atenção nas sobrancelhas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quem diria que as sobrancelhas poderiam dizer tanto sobre nossas reações, né? Mas segundo um artigo da <em>Psychology Today</em>, nos Estados Unidos, sobrancelhas levantadas são indicativos de preocupação, surpresa e em alguns casos, até medo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Pés sempre alinhados</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os pés dão dicas importantes sobre o quanto uma pessoa está interessada em você ou na sua conversa. Se as pontas dos pés apontarem pra você, a atenção do outro é toda sua. Não acredita? De acordo com um artigo do <em>Huffington Post</em>, os pés merecem uma atenção especial quando o assunto é paquera, afinal, os corpos se alinham quando estamos diante da pessoa amada, com olhos e corações na mesma direção.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Um espelho de você</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Ao imitar as ações de alguém, tornando-se um espelho da outra pessoa, você mostra simpatia e atração por quem está a sua frente. Gestos iguais, como tombar a cabeça nos ombros, ou mexer nos cabelos, mostra concentração e interesse pelos assuntos do outro.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mudanças súbitas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quanto o assunto é linguagem corporal, mudanças bruscas não-verbais significam que rolou um pico emocional ou que algo que foi feito, ou dito, não agradou. O mais impressionante é que todos nós temos um tique como linguagem corporal que usamos inconscientemente, seja colocar as mãos no bolso ou torcer os cabelos. São esses gestos que normalmente nos ajudam a manter a calma, principalmente nos momentos de estresse e tensão.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Postura poderosa</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma vez escrevi uma matéria como a posição da mulher-maravilha nos ajuda manter-nos mais seguras e confiantes e isso, dentro da linguagem corporal, é muito importante. Uma pesquisa realizada pela <em>Harvard Business School</em> comprovou mais uma vez que portar-se de peito aberto, braços esticados e cabeça alinhada é um indicador de confiança e sentimentos de poder.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Cuidado com a careta</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É possível, sim, descobrir se alguém está mentindo pra você apenas por suas feições. Por exemplo, quanto maior a careta – e com careta eu quero dizer, bico, boca repuxada, nariz franzido – maiores as chances de uma mentirinha estar sendo contada. Por isso, atenção com as expressões faciais!<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Pernas bambas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Se a pessoa sentada ao seu lado não para de mexer as pernas, pode ter certeza de que ela está ansiosa ou impaciente. Ao balançar as pernas enquanto conversa você envia uma mensagem gigante (e nem um pouco discreta!) para todos a sua volta que além de muito impaciente, está claramente irritada.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Braços cruzados</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Dentro da linguagem corporal, braços cruzados são, provavelmente os maiores indicativos de insatisfação e descontentamento. É uma forma do seu subconsciente mostrar que você não está curtindo o momento e que não está aberta para socializar com quem está ao seu redor. Quando o assunto for mais sério, entretanto, esses mesmos braços cruzados podem indicar foco e concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou das dicas? Experimente analisar a linguagem corporal dos seus colegas de trabalho ou até parentes. Com o tempo você vai ver que essas mensagens não-verbais vão se tornar cada vez mais fáceis de decifrar</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite para compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
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