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	<title>Arquivo de comportamento - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de comportamento - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como deixar de se importar com o que os outros pensam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 17:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos. Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos.</p>
<p>Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos e, ao modificar a sua conduta para se encaixar nos requisitos, a sua carreira pode avançar consideravelmente. Essa mudança de comportamento, no entanto, não é permanente. Ela serve para ajudá-lo a aproveitar uma oportunidade ou alcançar objetivos. Segundo psicólogos, o problema nasce quando modificamos nosso comportamento e fazemos coisas, ou deixamos de fazer, devido à opinião dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos importamos tanto com opiniões alheias?</strong></h4>
<p>Você já sentiu que deveria tomar determinada atitude para agradar terceiros? Ou teve medo de fazer algo para você (mudar o visual, trocar de emprego, começar ou terminar um relacionamento) por causa do que os outros vão pensar?</p>
<p>A sensação de estar sendo vigiado é mais forte na adolescência. É nessa fase que começamos a nos importar com as opiniões de amigos e pretendentes, pois é quando compreendermos o significado de “viver em sociedade”. O adolescente tem horror em ser visto de forma negativa e geralmente tem um desejo ardente de provar a sua capacidade para os outros.</p>
<p>Adolescentes tímidos ou pouco autoconfiantes, em especial, tendem a ligar excessivamente para o que terceiros pensam a seu respeito. Em sua busca para agradar os colegas e pertencer a um grupo, podem fazer coisas contra sua vontade. Quando não conseguem impressionar, passam a temer o julgamento alheio.</p>
<p>Algumas pessoas entram na vida adulta com esse medo. Assim, sofrem com uma série de preocupações: são ansiosas, temem o que os demais vão falar sobre as suas escolhas, não conseguem expressar a sua verdadeira identidade, têm dificuldades para fazerem escolhas sozinhas, temem o fracasso acima de tudo e sentem-se frustradas consigo mesmas. Essa repressão auto imposta é a fórmula certeira para a depressão, a ansiedade e o estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como deixar de se importar com o que os outros pensam?</strong></h4>
<p>Parar de se importar com as opiniões alheias requer esforço e prática diária.</p>
<p>Toda vez que decidimos modificar um comportamento, precisamos levar em consideração que ele já está profundamente acomodado dentro de nós. Passamos anos e anos reforçando-o através de nossas escolhas, pensamentos, emoções e experiências de vida.</p>
<p>Por isso, costuma-se se dizer que é preciso “desconstruir” um comportamento, retirando as crenças que utilizamos para construí-lo em primeiro lugar.</p>
<p>Por exemplo, a preocupação excessiva com o que os outros pensam costuma se originar do medo de julgamentos. Este, por sua vez, pode ter raízes em um pensamento (“se acharem que eu sou uma pessoa X ou Y, algo ruim vai acontecer”) ou uma emoção (vergonha, ansiedade, hesitação, falta de confiança).</p>
<p>Em vez de confrontar esse medo ou ressignificá-lo, você o alimentou inconscientemente, reforçando sentimentos e pensamentos negativos. Como encontra-se consolidado em seu interior, você basicamente precisa “destruir” as crenças ruins que o fortalecem e construir crenças boas.</p>
<p>Pode parecer complicado, mas não é!</p>
<p>Esse processo ocorre naturalmente. A princípio, ele não é muito agradável tampouco fácil. Você vai sentir vontade de desistir e ignorar incômodos emocionais significativos. É uma reação totalmente normal, a qual deve ser combatida. Abaixo, separamos alguns passos para ajudá-lo a chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1)     Identifique o porquê:</strong></p>
<p>Por que você se importa tanto com o que os outros vão dizer sobre você? Quais são as suas preocupações? Você tem medo de ser julgado, ser ridicularizado, ser rejeitado, ser visto como um fracasso? Questione-se sobre a sua necessidade da validação alheia para encontrar a origem dela.</p>
<p>Ela pode ter nascido de uma experiência ruim na infância ou na adolescência, ou ser consequência da sua criação (pais muito rígidos, por exemplo). Como você não tinha muito conhecimento sobre os seus próprios sentimentos, passou a alimentar essa necessidade, fugindo de si mesmo para não ser desaprovado pelos demais.</p>
<p>Você pode vasculhar as suas memórias em busca de uma resposta e responder perguntas de autoconhecimento diariamente para compreender como se sente. Fazer terapia também pode ajudá-lo a obter insights sobre por que você se importa com o que os outros pensam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2)     Modifique a sua forma de pensar:</strong></p>
<p>Quando o medo da opinião alheia aparecer, confronte-o. Em vez de pensar “O que será que vão pensar de mim?” ou “Todo mundo vai olhar para mim e ficar comentando”, pense “Eu quero fazer isso porque…” e “Se alguém tiver algo para dizer, não importa. A minha felicidade é mais importante”. Se precisar, repreenda-se usando o seu nome da mesma forma que faria para chamar a atenção de uma criança.</p>
<p>Mesmo que pareça estranho conversar com si mesmo, faça-o. Esse diálogo interno vai facilitar a modificação das crenças construídas e fortalecidas ao longo dos anos. Com a prática, você conseguirá pensar mais positivo sobre se expor para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3)     Compreenda algumas coisas:</strong></p>
<p>É muito provável que ninguém esteja prestando atenção em você. As pessoas vivem saturadas por seus próprios problemas e preocupações. Elas não têm tempo de se preocupar com terceiros. Quando a sensação de que múltiplos olhares estão acompanhando os seus movimentos aparecer, 99.9% das vezes é apenas isso: uma sensação.</p>
<p>Se você não fala a sua opinião ou expressa suas necessidades em voz alta por medo de desagradar alguém, saiba que é impossível agradar todo mundo. Milhares de pessoas já tentaram, inclusive personalidades célebres conhecidas mundialmente, e todas falharam.</p>
<p>Cada um possui o seu jeito de pensar e ver a vida, portanto, raramente você encontrará alguém com opiniões praticamente idênticas às suas. Caso alguém reaja com agressividade verbal ou grosseria ao ouvir o que você tem a dizer, lembre-se disso. A vivência daquela pessoa é completamente diferente da sua e isso gera divergência de pensamentos.</p>
<p>Responda à atitude rude com cordialidade e siga em frente. Afinal, por que é tão importante que todos concordem com você ou aprovem as suas considerações? A única pessoa que deve fazê-lo é você mesmo, pois o único a sofrer as consequências de seus atos é você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4)     Valorize-se!</strong></p>
<p>Pessoas que se preocupam demais com o que os outros têm a dizer não costumam ter uma visão concreta de seus atributos positivos. Se este for o seu caso, faça uma lista de qualidades, conquistas e elogios já recebidos. Assim, você terá uma noção de quais características merecem atenção.</p>
<p>Não tenha medo de mostrar o que há de melhor em você para o mundo! Neste momento, você pode pensar que não faz sentido compartilhar os seus talentos. É a sua insegurança falando. Ela costuma manter os dons adormecidos.</p>
<p>Quando alguém decide partilhar o que há de melhor em si, o mundo fica um pouco melhor, sabia? Além de ajudar outras pessoas com os seus talentos, você se sente bem por estar sendo útil. Essa postura de doação também fortalece o seu amor-próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5)     Cultive boas amizades:</strong></p>
<p>Pessoas negativas, tóxicas, aproveitadoras ou invejosas são como um veneno para a sua autoestima. Não raro indivíduos ligam excessivamente para a opinião de pessoas com quem mantém uma relação nada saudável. Esse tipo de relacionamento é capaz de levá-los a uma depressão profunda e impedir que aproveitem a vida.</p>
<p>Dê ouvidos somente às pessoas que lhe querem bem. Aceite elogios, conselhos e recomendações de quem demonstrar amá-lo, e não de quem quer vê-lo sofrer. Mantenha-se afastado de pessoas tóxicas. É comum demorar um pouco para perceber o quão abusivo alguém está sendo com você. Assim que tomar essa consciência, distancie-se do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6)     Saia da zona de conforto:</strong></p>
<p>O melhor remédio para livrar-se de um medo é enfrentá-lo! Se você teme julgamentos e não sabe como lidar com opiniões alheias, coloque-se em ocasiões em que deverá fazer exatamente isso.</p>
<p>Você pode fazer as seguintes atividades apenas em sua própria companhia para sair da zona de conforto:</p>
<ul>
<li>Viajar;</li>
<li>Ir a um show;</li>
<li>Fazer uma refeição em um restaurante;</li>
<li>Desfrutar de uma bebida em um bar;</li>
<li>Passear em um parque;</li>
<li>Fazer compras;</li>
<li>Ir à academia; e</li>
<li>Comparecer aos eventos locais da sua cidade.</li>
</ul>
<p>Assim que sentir o medo de ser julgado chegando, diga a si mesmo que está tudo bem e eduque a sua mente para pensar positivo. O incômodo de fazer algo novo é passageiro e, se você ceder a ele e desistir, poderá se arrepender mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Conheça comportamentos de pessoas narcisistas￼</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 00:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas? Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas?</p>
<p>Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares frequentados são comportamentos de pessoas narcisistas. Essas concepções, contudo, foram difundidas pela mídia e pelas conversas casuais, que confundem egocentrismo, amor-próprio e autoconfiança com narcisismo. Cada um desses conceitos possui características próprias e são bem distintos uns dos outros.</p>
<p>Segundo a psicanálise, todos nós possuímos um traço narcisista e ele é fundamental para a consolidação do nosso amor-próprio e autoestima. Afinal, se não gostarmos de nós mesmos, como poderemos fazer boas escolhas para as nossas vidas e nos defender de injustiças?</p>
<p>O excesso de narcisismo, assim como qualquer outro excesso em nossas vidas, é prejudicial e está associado a uma condição de saúde mental.</p>
<h4><strong>O que são pessoas narcisistas?</strong><span id="more-2599"></span></h4>
<p>Pessoas narcisistas são aquelas que possuem “mania de superioridade”. Elas cultuam a crença de que são melhores do que as outras pessoas, portanto, merecedoras de atenção e sucesso. Elas se rodeiam de indivíduos que consideram importantes, como quem possui um cargo alto em uma empresa, empresários e socialites, e menosprezam quem consideram ser menos importante.</p>
<p>Dessa maneira, pesam a atmosfera do ambiente de trabalho ou familiar na busca eterna para se sentirem “por cima” dos outros. Por conta dessas características, as pessoas narcisistas costumam ser difíceis de lidar e podem até afetar a saúde mental dos indivíduos com quem convivem.</p>
<p>O narcisismo exacerbado é uma característica do Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-V e essa condição é marcada pela dificuldade de regular a autoestima. Sendo assim, pessoas com esse diagnóstico precisam da validação alheia para se sentirem apreciadas. Elas associam a sua autoimagem à admiração de terceiros, por isso, podem tomar atitudes questionáveis para chamar atenção.</p>
<p>Esse transtorno de personalidade costuma existir em concomitância com outras condições, como a depressão, ansiedade e outros transtornos de personalidade. É igualmente comum que pessoas narcisistas desenvolvam dependência química em algum momento de suas vidas.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo qual é a causa exata desse transtorno de personalidade. Diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, como componentes hereditários e experiências traumáticas nos primeiros anos de vida.</p>
<p>A terapia é o principal tratamento para a condição. Entretanto, as pessoas narcisistas não costumam buscar atendimento psicológico por acreditarem não haver nada de errado com elas. Elas não conseguem compreender o porquê de outros indivíduos reagirem mal aos seus comportamentos.</p>
<div class="wp-block-column" style="flex-basis: 100%;">
<h4><strong>Quais são os comportamentos de pessoas narcisistas?</strong></h4>
<p>Os comportamentos narcisistas são variados e normalmente difíceis de lidar. Quem convive com pessoas com transtorno de personalidade narcisista percebe essas atitudes, mas podem não saber o que dizer ou como reagir.</p>
<p>Veja alguns dos principais comportamentos de pessoas narcisistas:</p>
<p><strong>1 – Mania de grandeza:</strong></p>
<p>A mania de grandeza se manifesta de múltiplas formas, como gabar-se de posses e sucessos, tratar os outros com rispidez, dar ordens aos outros constantemente, não dividir créditos de projetos coletivos, tomar decisões visando somente o próprio bem-estar e destratar quem não lhe bajula.</p>
<p>No ambiente de trabalho, chefes com mania de grandeza podem exigir muito dos profissionais, tratá-los com rudez quando não correspondem às suas expectativas e colocá-los em situações difíceis para que eles se sintam bem consigo mesmos.</p>
</div>
<p><strong>2 – Necessidade de chamar atenção:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas precisam se colocar sempre no centro das atenções. Elas comentam com frequência sobre as suas conquistas profissionais, experiências memoráveis e qualidades, bem como o que compraram recentemente e seus respectivos valores. Durante essas conversas, elas demonstram pouco interesse na vida dos outros, a menos que seja alguém importante e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>3 – Falta de empatia:</strong></p>
<p>A dificuldade para ter empatia é uma das principais características do transtorno de personalidade narcisista. Por não conseguirem se colocar no lugar do outro, pessoas narcisistas não conseguem entender as críticas feitas ao seu comportamento ou determinadas atitudes ou palavras ditas. Assim, elas magoam os outros sem perceber, tendo dificuldade para formar relacionamentos duradouros.</p>
<p><strong>4 – Insegurança:</strong></p>
<p>O comportamento que esbanja imponência é normalmente uma fachada para a insegurança. Quando a pessoa narcisista não recebe a atenção necessária para se sentir valorizada ou saber se está no caminho certo, ela fica insegura. Assim, precisa fazer algo para ganhar a admiração dos outros, e as suas atitudes podem parecer forçadas ou estranhas. Por exemplo, ela pode se convidar para eventos onde acredita que estará entre pessoas de status social elevado.</p>
<p><strong>5 – Manipulação:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas manipulam quem está ao seu redor para que as situações saiam conforme o planejado por elas. Mas, seus esforços, no entanto, nem sempre dão certo. A manipulação tende a ser mais efetiva quando os outros aceitam a posição de inferioridade e, assim, a pessoa narcisista se aproveita da vulnerabilidade alheia.</p>
<p>Entre as táticas usadas para manipular os outros estão: fazer o outro se sentir especial para que ele abaixe a guarda e depois bombardeá-lo de questionamentos sobre o seu potencial; chantagem emocional para incitar culpa; duvidar da capacidade do outro, levando-o a duvidar de si mesmo; e ser passivo-agressivo, demonstrando afeição e depois hostilidade e e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>6 – Se fazer de vítima:</strong></p>
<p>É igualmente comum as pessoas narcisistas se fazerem de vítima para conseguirem o que desejam, ou quando fazem algo errado e recebem críticas por isso. Elas podem fazer teatros emocionais, como forçar o choro, exibir uma postura de derrota para despertar simpatia e reclamar constantemente de como estão sofrendo e de como a vida é injusta.</p>
<p>Quem desconhece os comportamentos narcisistas, acaba ficando com pena e se oferece para ajudar ou para escutar o lado da pessoa narcisista. Como ela discorre sobre os acontecimentos como se os outros estivessem errados e não ela, o indivíduo acredita nela e lhe concede a validação necessária.</p>
<p><strong>7 – Culpar os outros pelo problema:</strong></p>
<p>O narcisista acredita ser incapaz de cometer erros, então os outros são sempre os errados. Mesmo quando outras pessoas apontam a sua responsabilidade nos problemas, ele ignora e encontra um jeito de culpar o outro. Isso pode levá-lo a confrontar os indivíduos que o apontaram como culpado da situação e difamá-los para que a sua narrativa se sobressaia. Quando ele se arrepende de ter tomado uma decisão, a pessoa narcisista também joga a responsabilidade da sua infelicidade no outro.</p>
<p><strong>8 </strong><strong>– Sensibilidade às críticas:</strong></p>
<p>Embora o narcisista pareça ter confiança e autoestima elevada, ele pode estar sempre à espera de repreensões. Não suporta críticas, mas, por temer recebê-las, passa muito tempo pensando na possível reprovação que receberá de terceiros. Deste modo, responde mal a comentários inócuos. Na frente dos críticos, explode de raiva ou entra na defensiva, atacando quem o criticou como se tivesse ouvido uma ofensa. Já no particular, remói as críticas, duvida de si mesmo e pensa no que pode fazer para ser validado.</p>
<p>Familiares e cônjuges de narcisistas aprendem rapidamente a não repreender as pessoas narcisistas por comportamentos inadequados para evitarem serem feridos.</p>
<h4><strong>Como reagir aos comportamentos narcisistas?</strong></h4>
<p>Ao identificar alguns dos comportamentos narcisistas vistos acima em alguém com quem você precisa conviver, você pode tomar as seguintes atitudes:</p>
<ul>
<li>Não leve comentários desagradáveis para o lado pessoal. A pessoa narcisista é assim com todos, então não se sinta menosprezado ou inferior;</li>
<li>Responda com firmeza, mas evite hostilidade. Não levante a voz ou faça xingamentos. Simplesmente seja assertivo, mostrando que suas necessidades também precisam ser respeitadas;</li>
<li>Não tenha medo de dizer quando o narcisista estiver errado;</li>
<li>Se o narcisista colocou uma dúvida em sua cabeça, busque informação para encontrar a resposta certa e confronte-o com suas descobertas;</li>
<li>Ignore atitudes que busquem chamar atenção; e</li>
<li>Evite confrontos. O narcisista raramente admite estar errado e pode tomar atitudes inesperadas para mostrar que você é o vilão da história. Poupe-se desse estresse e viva a sua vida.</li>
</ul>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Procrastinação: saiba as causas e como vencer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas. Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas. Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procrastinação é um problema recorrente para muitas pessoas.</p>
<p>Profissionais, estudantes e demais indivíduos sofrem com a sua própria tendência a deixar o que é importante para depois – e o “depois” nunca chega. Como consequência dessa conduta evasiva, ficam estressados e ansiosos com frequência enquanto tentam concluir tarefas atrasadas.</p>
<p>Este post procura responder perguntas comuns sobre procrastinação e oferecer soluções para quem tem o hábito de deixar tudo para a última hora.<span id="more-2473"></span></p>
<p><strong>1. O que é procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação é o ato de adiar a realização de tarefas até o último minuto ou de buscar distrações durante a execução delas. Alguns pesquisadores a definem como uma forma irracional de ‘autorregulação do fracasso’, apesar das potenciais consequências negativas.</p>
<p>Todas as pessoas procrastinam de vez em quando. Esse comportamento é especialmente comum quando se faz uma tarefa maçante ou indesejada. Para tentar buscar um pouco de prazer durante a execução ou evitar mergulhar no tédio, procuramos pequenas pitadas de entretenimento em outros lugares.</p>
<p>Engajar nesse comportamento ocasionalmente não causa grandes problemas, embora possa trazer consequências desagradáveis dependendo da urgência da tarefa. A procrastinação se torna um problema quando vira um hábito e passa a interferir na qualidade do nosso trabalho, estudos, organização pessoal e vida como um todo.</p>
<p><strong>2. Por que as pessoas procrastinam?</strong></p>
<p>Se a procrastinação é tão ruim, por que as pessoas evitam iniciar ou concluir as obrigações?</p>
<p>Ao contrário do que se pensa, esse comportamento não tem a ver com a preguiça. As suas raízes tendem a ser mais complexas do que a má vontade.</p>
<p>Nos casos leves, a procrastinação pode ser originada do julgamento equivocado de uma tarefa. Por exemplo, um estudante universitário pode acreditar que um trabalho não é tão complexo assim e deixar para iniciá-lo nos dias mais próximos do prazo de entrega. Quando percebe que a tarefa é sim complicada, é tarde demais.</p>
<p>Já em casos graves, o comportamento procrastinador pode ter raízes em condições de saúde mental, crenças limitantes ou incômodos emocionais. O indivíduo acredita que não merece as ‘recompensas’ que acompanham a finalização da tarefa, como reconhecimento, sucesso ou elogios. Ele procrastina para se distanciar dessa realidade ou para se autossabotar e entregar um trabalho de baixa qualidade. A crença de desmerecimento pode estar tão enraizada que ele procura se punir com o estresse provocado pelo prazo apertado.</p>
<p>A procrastinação também pode ser o resultado da insatisfação com a carreira profissional ou acadêmica e como o individuo não sabe administrar esse sentimento de maneira saudável, procrastina e espera que os seus problemas se resolvam magicamente.</p>
<p><strong>3. A procrastinação tem a ver com a saúde mental?</strong></p>
<p>A procrastinação, como já dito, pode ser um sintoma de condições de saúde mental. A depressão, a ansiedade generalizada, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) têm a procrastinação como sintoma em comum.</p>
<ul>
<li>Depressão: o depressivo perde o interesse pelo trabalho, relacionamentos, hobbies e afazeres domésticos. Ele não se importa em manter a sua casa arrumada, cuidar da higiene pessoal ou entregar trabalhos no prazo. As consequências negativas, para ele, são indiferentes.</li>
<li>Ansiedade generalizada: a ansiedade pode tanto levar a pessoa a atender os seus compromissos com afobação quanto evitá-los por temer o pior. Ela se preocupa com a reação das pessoas antes mesmo de começar e procrastina para não sofrer com isso.</li>
<li>TOC: muitas pessoas com TOC têm uma relação negativa com o perfeccionismo. Elas temem cometer erros, nutrem dúvidas sobre o que estão fazendo com as suas vidas, e se preocupam com as expectativas criados pelos outros.</li>
<li>TDAH: da mesma forma, muitos adultos com TDAH têm hábitos procrastinadores. Eles se distraem com pensamentos acelerados e estímulos do ambiente, além de também sofrerem com sintomas ansiosos.</li>
</ul>
<p><strong>4. Quais são as consequências negativas da procrastinação?</strong></p>
<p>A procrastinação pode causar muitos problemas para quem perpetua esse hábito. A produtividade no dia a dia profissional diminui consideravelmente. Chefes e colegas de trabalho podem se incomodar com a falta de organização do profissional, desencadeando conflitos e até uma demissão.</p>
<p>No meio acadêmico, as consequências são semelhantes. O estudante vive com prazos apertados, disciplinas e trabalhos atrasados, notas abaixo da média e problemas com professores que exigem o cumprimento de deadlines. Em outras palavras, ele sabota a sua própria experiência acadêmica.</p>
<p>Os hábitos procrastinadores também podem incomodar cônjuges e familiares que convivem com o procrastinador. Afazeres domésticos, embora possam ser maçantes, são fundamentais para deixar a residência limpa e organizada. Quem atrapalha o fluxo de trabalho doméstico acaba irritando quem se dedica a criar um ambiente doméstico agradável.</p>
<p>Quem procrastina normalmente compreende que o seu comportamento não é apropriado e, de fato, causa problemas para sua vida, mas tem dificuldade para mudá-lo.</p>
<p><strong>5. Como combater os hábitos procrastinadores?</strong></p>
<p>É possível minimizar hábitos procrastinadores para que eles deixem de interferir na sua produtividade. Compreenda, sobretudo, que não é possível acabar com eles totalmente uma vez que são parte do comportamento humano.</p>
<p>Tem dias que você simplesmente não está com vontade de fazer as coisas, não é mesmo? E, essa vontade pode ser maior durante vivências estressantes, como problemas familiares, conjugais ou profissionais.</p>
<p>Não há problema em se permitir desfrutar de momentos procrastinadores de vez em quando. Você só não pode deixar que eles se tornem frequentes. Com isso em mente, confira algumas atitudes que você pode adotar para combater a procrastinação na sua vida.</p>
<ul>
<li><strong>Faça uma lista de tarefas:</strong></li>
</ul>
<p>Uma dica simples é fazer uma lista de tarefas a serem concluídas no dia. Você também pode fazer listas maiores voltadas para os afazeres semanais e mensais e revisitá-los quando chegar o dia de concluí-los. À medida que você risca itens da lista, se sente um pouco mais realizado. Esse é um ótimo estímulo para prosseguir com a produção ao longo do dia.</p>
<ul>
<li><strong>Comece devagar:</strong></li>
</ul>
<p>Em vez de se jogar de cabeça em uma tarefa longa ou complexa, comece devagar. Crie metas para quebrar o longo processo em pequenas fases. Dessa maneira, a tarefa não vai parecer tão duradoura, complicada ou assustadora. Muitas vezes, nos assustamos com a quantidade de trabalho necessário para chegar ao resultado, mas nos esquecemos de que não precisamos fazer tudo de uma vez só.</p>
<ul>
<li><strong>Elimine distrações:</strong></li>
</ul>
<p>Pergunte a si mesmo o que chama a sua atenção quando você está prestes a iniciar um afazer importante. São as redes sociais? As conversas incompletas no WhatsApp? As notícias locais? Um jogo instalado no computador? Ou o ato de pensar em outras obrigações obsessivamente?</p>
<p>Desenvolva estratégias para lidar com essas distrações, como seguir um timer para produzir sem checar as redes sociais ou outros sites, deixar o celular no modo avião, organizar os seus horários para dar tempo de fazer tudo o que deseja no dia ou durante a semana, ou simplesmente mover o objeto da distração do seu campo de visão.</p>
<ul>
<li><strong>Identifique pensamentos procrastinadores:</strong></li>
</ul>
<p>Que tipo de pensamento passa por sua mente quando a vontade de procrastinar surge? Por exemplo, “você pode fazer isso depois”, “ainda tem muito tempo para terminar essa tarefa”, “você precisa se preparar mais”, entre outros. Esses devaneios buscam mudar a sua atenção das obrigações para coisas menos importantes.</p>
<p>As pessoas tendem a valorizar mais as recompensas imediatas do que as conquistas a longo prazo. Sendo assim, elas tentam dizer a si mesmas que precisam terminar algo mais importante antes de iniciar aquela tarefa maçante e demorada. Então, procure combater pensamentos que tentam mudar o foco para afazeres menos urgentes.</p>
<ul>
<li><strong>Se parabenize:</strong></li>
</ul>
<p>Lembre-se de celebrar as suas conquistas! Dê parabéns a si mesmo quando completar etapas de um longo processo e finalizar tarefas, independente do seu grau de complexidade. Gratifique comportamentos positivos, como proatividade e responsabilidade, para diminuir a vontade de procrastinar.</p>
<p><strong>6. A terapia pode ajudar a combater a procrastinação?</strong></p>
<p>Sim, a terapia pode ajudar indivíduos a modificar hábitos procrastinadores e crenças limitantes, substituindo-os por alternativas saudáveis.</p>
<p>O acompanhamento psicoterapêutico também auxilia no controle dos sintomas de condições de saúde mental, principalmente as que não têm cura, como o TOC e o TDAH.</p>
<p>Se você luta consigo mesmo há muito tempo para parar de procrastinar e não obteve sucesso até o momento, considere consultar um psicólogo. Você pode estar sofrendo com sintomas de uma condição sem saber.</p>
<p>Muitos adultos recebem diagnósticos errôneos na juventude, por isso, acreditam ser preguiçosos ou incompetentes. Na verdade, o seu comportamento ‘atípico’ é o resultado de uma condição não diagnosticada, a qual pode ser tratada visando melhorar a sua qualidade de vida.</p>
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		<title>Você dizer ouvir NÃO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 17:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[atitude passiva]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[frustração]]></category>
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					<description><![CDATA[N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não! Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”. Você é uma delas? Anda&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não!</p>
<p>Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”.</p>
<div>
<p>Você é uma delas?</p>
<p>Anda chateado por ter de engolir sapo e não consegue pedir que as pessoas mudem o comportamento delas? Não consegue dizer “não” quando pedem algum objeto emprestado, e fica aborrecido por isso? Essa<span> </span>atitude<span> </span>passiva poderá torná-lo cada vez mais infeliz e não contribuirá para que desenvolva uma personalidade segura e confiante.</p>
</div>
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<p>Não perca esse podcast! Reunimos algumas dicas interessantes sobre esse tema para vocês!</p>
<p><span id="more-2417"></span></p>
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		<title>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 01:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química. Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</em></p>
<p>Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química.</p>
<p>Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que não cause sofrimento.</p>
<p>O <strong>amor patológico</strong>, ou &#8220;love addiction&#8221; é um transtorno de dependência emocional intensa e pode ser comparado a quadros de dependência de álcool e drogas e neste caso, a pessoa torna-se dependente de seu parceiro.</p>
<p>Entenda melhor sobre dependência do amor, os sintomas e como é possível tratar esse amor patológico.</p>
<h2>Dependência de amor: como acontece</h2>
<p><span id="more-2334"></span></p>
<p>A comparação da sensação do amor com drogas não é rara de ser feita &#8211; ainda que de modo jocoso. Porém, ela não está errada. O estado de euforia despertado pelo amor é muito semelhante ao uso de substâncias viciantes.</p>
<p>Um estudo realizado na década de 1980, por cientistas do New York State Psychiatric Institute, constatou que o amor excessivo pode provocar um estado de euforia no Sistema Nervoso Central similar ao induzido por uma grande quantidade de anfetamina. Segundo os pesquisadores, o amor produziria sua própria substância intoxicante: a feniletilamina, algo que poderia explicar a dependência.</p>
<p>O amor, em seus estágios iniciais, age no corpo de forma similar ao uso experimental da cocaína e outros estimulantes. Uma das substâncias liberadas pelo uso de cocaína é a dopamina que, por sinal, está relacionada à paixão amorosa. Altas doses de dopamina produzem outras sensações associadas à paixão, como aumento de energia, hiperatividade, falta de sono, tremor, respiração acelerada, coração pulsante, além de ser responsável pelo êxtase, que é sentido pelos apaixonados como um êxtase amoroso. Soma-se a isso o efeito de aumentar a persistência: quando a recompensa é postergada, a dopamina aumenta a energia do cérebro para que esse tenha uma maior atenção e leva o amante a lutar mais e mais para conseguir a reciprocidade do amado.</p>
<p>Por outro lado, a dopamina traz efeitos negativos ligados à dependência e esses aspectos podem incluir a &#8216;dependência do amado&#8217;, como num comportamento aditivo. Elevados níveis de dopamina produzem uma atenção concentrada num objeto, bem como uma motivação e comportamento direcionado a um fim. Então, a dependência do amor ocorre, dessa forma, pela mesma lógica que o organismo se torna dependente de outras substâncias químicas. Principalmente quando há algum sintoma psíquico (depressão ou ansiedade, por exemplo) que traz angústia, para se &#8216;livrar&#8217; dele, a pessoa faz uso da substância. Porém, o sintoma volta e ela faz uso novamente e assim vai. Por exemplo: alguém que está deprimido e se sente melhor ao usar cocaína, ao passar o efeito e voltarem os sintomas, acaba precisando usar mais cocaína.</p>
<h2>Amor como transtorno obsessivo-compulsivo</h2>
<p>Pessoas que vivem esse amor problemático experimentam sintomas parecidos com os encontrados em pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Uma alteração de comportamento que faz com que a pessoa tenha pensamentos persistentes de medo e ansiedade. Para aliviar o mal-estar, ela costuma realizar tarefas ou gestos repetitivos, como se desdobrar em cuidados dirigidos à pessoa amada.</p>
<p>Outro ponto é o medo de perder a pessoa amada que torna o amor uma patologia. Em termos psicológicos, a essência dessa patologia parece não ser amor e sim medo de estar só, de não ter valor, de não merecer amor, de ser abandonado. Quem sofre do amor patológico convive com o medo diário de ser rejeitado ou de perder o companheiro. A pessoa se desgasta emocionalmente, perde sua autenticidade, seu próprio jeito de ser e de gostar, até chegar a um momento em que ela própria percebe sua descaracterização e despersonalização como pessoa.</p>
<h2>Sintomas da dependência de amor</h2>
<p>O amor patológico apresenta sintomas que envolvem o comportamento da pessoa com o sujeito amado, seu cotidiano, vida social e quadros de abstinência (emocional).</p>
<ul>
<li>Abstinência (emocional) na ausência do parceiro: a pessoa pode sofrer de insônia, alterações de apetite, irritação e tensão quando o parceiro está fisicamente ou emocionalmente distante;</li>
<li>A pessoa se ocupa do parceiro mais do que gostaria: costuma negligenciar atividades diárias e o trabalho;</li>
<li>Medo intenso e constante de sofrer rejeição ou de perder o companheiro;</li>
<li>Frustração ao controlar o impulso de cuidar do parceiro não funciona: mesmo que a pessoa tenha consciência de seu sofrimento intenso e tente controlar seus comportamentos, sente-se impotente em relação às suas emoções e atos;</li>
<li>Dedicação total ao companheiro, com a sensação de que seus cuidados e gentilezas nunca são suficientes para suprir as necessidades do outro;</li>
<li>Impulso irresistível de agradar o tempo todo, praticamente abrindo mão de si mesmo;</li>
<li>Insistência em manter o relacionamento mesmo que seja insatisfatório ou abusivo;</li>
<li>Dedicação excessiva em controlar as atividades do parceiro, com quadros de desconfiança, ciúmes excessivos, vigilância (telefonemas, e-mails, redes sociais), perseguição</li>
<li>Possibilidade de agressão física;</li>
<li>Abandono de atividades antes valorizadas e afastamento da família e dos amigos.</li>
</ul>
<h2>Amor saudável x amor patológico</h2>
<p>Há maneiras de diferenciar o amor patológico do amor saudável. Enquanto o amor saudável se caracteriza pelo comportamento de cuidar do parceiro com controle e duração limitada, tendo o desenvolvimento e a realização pessoal preservados, no amor patológico há falta de controle e de liberdade de escolha sobre essas condutas.</p>
<p>O componente central do amor patológico é a caracterização do comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção ao objeto de amor com a intenção (nem sempre revelada) de receber o seu afeto e evitar sentimentos negativos. Para a avaliação diagnóstica do amor patológico é importante, também, constatarmos que essa atitude excessiva é mantida pelo indivíduo mesmo após concretas evidências de que está sendo prejudicial para a sua vida e/ou para a vida de seus familiares.</p>
<h2>Como é um relacionamento com dependência de amor</h2>
<p>Quando uma pessoa desenvolve um quadro de amor patológico existe a possibilidade de que seus relacionamentos amorosos carreguem esse tipo de padrão estabelecido. Como são questões estruturais, como personalidade, autoestima, história de vida, se a pessoa não buscar tratamento tende a repetir esses mesmos padrões em todos seus relacionamentos.</p>
<h2>Pessoas vulneráveis ao amor patológico</h2>
<p>Normalmente o amor patológico atinge pessoas que são vulneráveis psicologicamente, com baixas autoestima e autoconfiança, crises de raiva, privação de afeto, estresse emocional e baixa tolerância à</p>
<p>rejeição. São pessoas, também, que lidam com medos da solidão, de temas sobre merecimento e abandono.</p>
<p>Da mesma forma, alguns fatores familiares podem estar associados, como abuso de substâncias e histórico de negligência (física e/ou emocional)na infância. Essas pessoas vivenciaram relações conflituosas em seu núcleo familiar desde a infância; lares desajustados, em que conviveram e sofreram com situações de violência doméstica, pais distantes, dependentes químicos ou foram vítimas de abuso sexual infantil.</p>
<p>Em muitos casos, por terem pais que necessitavam de cuidados, essas pessoas assumiram responsabilidades quando crianças temendo o abandono e, na fase adulta, tendem a repetir esse padrão, buscando inconscientemente parceiros instáveis e, muitas vezes, dependentes (para destinar seus cuidados).</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>Não existe um sintoma chave para o amor patológico que ajude em seu diagnóstico. Como outras dependências, o quadro começa a trazer prejuízos nas áreas da vida da pessoa, como os sintomas descritos acima, sem que ela se dê conta.</p>
<p>O tratamento, dessa forma, costuma ser procurado apenas quando o relacionamento acaba, quando já não é mais possível aceitar ou aguentar a forte angústia pelo rompimento.</p>
<p>Para tratar o amor patológico, a psicoterapia é a forma mais indicada. No início, o tratamento é bem difícil, pois como em casos de dependência a substâncias, a pessoa não tem crítica em relação a sua situação e acha que não precisa de suporte ou acompanhamento. Também indicamos grupos de apoio, como o Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA). Já o tratamento psiquiátrico é necessário apenas em casos de sintomas associados e patologias de base, como depressão, ansiedade, entre outros.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Meu filho não me obedece: o que devo fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2020 17:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa. Definição&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa.</p>
<h2><strong>Definição de obedecer: </strong></h2>
<p>“Verbo transitivo indireto. Submeter-se a vontade de outra pessoa. Estar sob influência de, servir ou trabalhar em favor de. Comportar-se de acordo com. Acatar um sentimento, um pedido, um estímulo. Estar subordinado a uma força de grande intensidade.”</p>
<p>Ainda são apresentados os sinônimos de obedecer: cumprir, acatar. Perceba que em todos os significados de obedecer estamos falando de alguém abrir mão de algo para atender a necessidade de outra pessoa. É por isso que, muitas crianças, resistem a obedecer. Porque crianças são autênticas, estão descobrindo o mundo ainda. Estão dispostas a expressar a sua forma de ver o outro e o mundo ao seu redor.</p>
<p>Quando tento convencer o outro a fazer algo que é bom apenas para mim ou, quando<span id="more-1840"></span> o outro percebe que está sendo manipulado, a resistência é, instintivamente, acionada. Porque quando ajo dessa maneira estou ameaçando uma das necessidades mais importantes dos seres humanos: autonomia.</p>
<h2><strong>Então, como posso comunicar o que desejo ao meu filho sem ele se sentir ameaçado?</strong></h2>
<p>Quando uma criança deixa de fazer algo que gosta, por exemplo, para obedecer a uma ordem dos pais, é possível que ela esteja fazendo isso para suprir a sua necessidade de ser amada, de ser aceita, de pertencer. Se isso acontece, estou me comunicando com ela no campo da culpa. “Se você fizer isso, a mamãe fica feliz, se você fizer aquilo o papai fica triste”.</p>
<h2><strong>As crianças nem sempre entendem o que é importante para suas vidas</strong></h2>
<p>Sim, nem sempre elas entendem. Por exemplo, as vezes é difícil entender que tomar banho, escovar os dentes, dormir cedo, não ficar tantas horas diante das telas de TV e celulares são coisas importantes. Por isso, somos consideramos não apenas pais, mas também educadores. Acredito muito em uma forma de educar que respeite as necessidades da mãe de prover uma vida saudável e ensinar valores os filhos. Mas que também respeite as necessidades dos filhos (autonomia, pertencer, sentir-se amado) sem precisar gerar culpa, ameaçar, recompensar ou punir. A maior parte de nós foi educado nesse cenário, mas é possível construir novos modelos.</p>
<h2><strong>Existe uma diferença entre obter o que queremos e o que todos querem</strong></h2>
<p>Marshall Rosenberg, psicólogo fundador da comunicação não violenta, fala que “para resolvermos conflitos temos de abandonar totalmente a meta de levar os outros a fazerem o que queremos. Em vez disso, nos concentramos em criar condições para que a necessidade de todos seja atendida.” Existe uma grande diferença em obter o que queremos e obter o que todos querem.</p>
<p>Quando as crianças não fazem o que pedimos é preciso parar e observar o que está por trás daquele não. Crianças cooperam por natureza. Quando os filhos não obedecem é porque nós estamos estimulando nelas a resistência e não a cooperação. O resultado mais triste de conseguir que nossos filhos façam o que queremos, ao invés do que todos querem, é que, em algum momento, tudo o que pedirmos lhes parecerá uma exigência.</p>
<p>Estimule a criança a respeitar ao invés de obedecer. Investigue quais necessidades dela não estão sendo ouvidas quando ela diz não. É possível estimular a cooperação dessa criança de outro jeito? Quando utilizamos a criatividade fica mais fácil obter a colaboração.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Sinais que seu filho possa estar precisando de um Psicólogo!</title>
		<link>https://bemvivermais.com/sinais-que-seu-filho-possa-estar-precisando-de-um-psicologo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 01:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças na vida da criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo e a mudança de escola podem desencadear alterações de comportamento. Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que o pequeno enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um profissional. O acompanhamento de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mudanças na vida da criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo e a mudança de escola podem desencadear alterações de comportamento. <strong>Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que o pequeno enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um profissional</strong>. O acompanhamento de um <strong>psicólogo infantil</strong> colabora para que as crianças consigam lidar melhor com seus sentimentos, seja raiva, medo, ciúme, insegurança ou ansiedade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6 sinais de que é hora de procurar um psicólogo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É importante que os pais estejam atentos a comportamentos dos filhos que indiquem que é necessário a ajuda de um psicólogo, <strong>tristeza, apatia, perda de interesse, agressividade ou choro excessivo… podem ser sinais de que algo não vai bem com seu pequeno.</strong> Para ajudar você a perceber se é preciso procurar um acompanhamento profissional, elencamos os principais <strong>sinais de que o seu filho possa precisa de um psicólogo</strong>. Confira: <span id="more-1232"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Alteração brusca ou exagerada de comportamento</h3>
<p style="text-align: justify;">Pode acontecer de a criança mudar exageradamente seu modo de se comportar, sem que isso necessariamente signifique um problema. No entanto, por vezes, essas mudanças podem prejudicar a saúde ou os relacionamentos do pequeno, gerando sofrimento a ele. Essas alterações no comportamento, normalmente, ocorrem no sono (quando faz xixi ou se recusa a dormir sozinho, quando antes o fazia); na alimentação (comendo exageradamente ou deixando de ter apetite) ou na escola (por problemas comportamentais ou de aprendizagem), que se torna uma grande aliada dos pais por ter a oportunidade de observar a criança ao longo do dia, quando os pais não estão presentes.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Comportamentos agressivos</h3>
<p style="text-align: justify;">A agressividade exagerada, quando não resolvida por conversas em família, pode ser um sinal de que o pequeno não está lidando bem com algum sentimento ou situação, sendo indicado procurar ajuda profissional.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3. Muita agitação, inquietude ou dificuldade em manter a atenção</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, muitas crianças são diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e acabam sendo medicadas, por vezes sem real necessidade. Em casos de agitação, inquietude e falta de atenção, a terapia pode ser uma grande aliada, ajudando não só a criança, como também os pais e familiares a lidar com a situação. Na maioria das vezes, uma mudança de comportamento e atitude dos pais pode até mesmo resolver o problema da criança, uma vez que eles exercem grande influência sobre o que os filhos sentem, pensam e como se comportam.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Problemas escolares</h3>
<p style="text-align: justify;">Seja por problemas comportamentais, seja por alguma dificuldade de aprendizagem, a psicoterapia infantil tem muito a contribuir nestes casos, orientando os pais e a escola.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5. Regressão de alguma fase do desenvolvimento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Isso é comum quando há a chegada de um irmãozinho, por exemplo, ou em situações em que a criança se sente insegura por algum outro motivo. Nesse caso, é importante ficar atento e observar a criança. O acompanhamento de um profissional pode ajudar bastante.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6. Saúde prejudicada, principalmente quando não há uma causa biológica</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as crianças ficam doentes sem que os pais encontrem uma causa biológica ou física. É preciso estar sempre atento aos sintomas, pois, muitas vezes, o que as crianças não conseguem verbalizar, aparece como sintoma, seja comportamental ou físico.<strong> É o corpo falando pela criança.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Como é o trabalho do psicólogo infantil?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Outra dúvida que muitos pais podem ter é: o que meu filho vai fazer na consulta com um psicólogo infantil? Afinal, a sessão de terapia de crianças e adultos possui dinâmicas e abordagens diferentes. Se você está em dúvida se deve ou não consultar um profissional para seu filho, resolvemos esclarecer alguns pontos sobre como funciona o trabalho do psicólogo infantil, que podem ajudar:</p>
<p style="text-align: justify;">O psicólogo infantil trabalha basicamente a partir do lúdico. Assim, a criança vai às sessões e brinca, com o terapeuta ou sozinha e, enquanto isso, <strong>suas questões são abordadas de forma indireta</strong>. Dessa forma, os conteúdos são mais facilmente acessados pelo psicólogo, pois <strong>a criança os expressa por meio do brincar</strong>. A participação dos pais nesse processo é fundamental, pois o trabalho realizado pelo profissional (seja pediatra, psiquiatra, neuro ou psicólogo) depende muito do envolvimento ativo da família no tratamento da criança. É importante que os pais conheçam os filhos minuciosamente, os observando em casa, para que possam contribuir com o trabalho do terapeuta. Além disso, em alguns casos, os próprios pais são instruídos a frequentar a terapia, pois seu comportamento e modo de pensar precisam ser trabalhados para que os comportamentos/situação da criança melhorem.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite para compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Mecanismos de Defesa na Psicanálise (Parte 1)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2019 19:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Mecanismos de Defesa são comportamentos (incluindo pensamentos e falas internas), atitudes, gestos e diálogos que desenvolvemos para proteger nosso ego de lidar com o desgaste e as complicações de assumir (e aceitar) as REAIS condições e questões enfrentadas durante a vida, e também as dificuldades e intrigas vivenciadas nas relações com outras pessoas, ou&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os Mecanismos de Defesa são comportamentos (incluindo pensamentos e falas internas), atitudes, gestos e diálogos que desenvolvemos para proteger nosso ego de lidar com o desgaste e as complicações de assumir (e aceitar) as REAIS condições e questões enfrentadas durante a vida, e também as dificuldades e intrigas vivenciadas nas relações com outras pessoas, ou até conosco mesmos (sim&#8230;<span id="more-1149"></span>muitas vezes não queremos nem mesmo assumir para nós mesmos o que realmente sentimos e queremos!).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de 2 posts aqui no Blog, vamos descrever para vocês os 9 mecanismos de defesa mais comuns que Anna Freud, dando continuidade à obra de seu pai (Sigmund Freud), aprofundou em sua obra: &#8220;<em>O Ego e os mecanismos de defesa</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Começando por estes primeiros 5:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Negação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você pode considerar este o mecanismo de defesa “genérico”, porque aparece por trás de muitos dos outros. Quando você usa a <strong>negação</strong>, você simplesmente <strong>se recusa a aceitar a verdade ou a realidade</strong> de um fato ou experiência. “Não, eu sou apenas um fumante social,” é um bom exemplo;</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma as pessoas podem aplicar o <strong>mecanismo de defesa da negação</strong> a qualquer mau hábito que desejam se distanciar incluindo uso excessivo de álcool ou uso de drogas, compras compulsivas ou jogos de azar, e similares. “Apenas diga não”, neste caso, significa que você vai proteger a sua autoestima ao não reconhecer o seu próprio comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>A negação</em> </strong>também pode ser utilizada por vítimas de traumatismo ou desastres e pode mesmo ser uma resposta protetora inicial benéfica. No longo prazo, porém, a <em>negação</em> pode impedi-lo de incorporar informações desagradáveis sobre você e sua vida e ter consequências potencialmente destrutivas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Repressão:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um passo acima da <em>negação</em> no esquema de classificação genérica, a <strong><em>repressão</em> </strong>envolve simplesmente esquecer de algo ruim. Você pode esquecer uma experiência desagradável, no passado, como um acidente de carro no qual você foi culpado.</p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode usar a <strong><em>repressão </em></strong>quando você “esquecer” de fazer algo desagradável, como ir ao dentista ou ao encontro com um conhecido que você realmente não gosta. A <strong><em>repressão</em></strong>, como a <em>negação</em>, pode ser temporariamente benéfica, especialmente se você se esqueceu de algo ruim que aconteceu com você, mas como acontece com a negação, se você não vir a enfrentar a experiência ela pode voltar para assombrá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Regressão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Da <em>repressão</em> à <strong><em>regressão</em> </strong>o “g” faz toda a diferença. Na <strong><em>regressão</em></strong>, você volta a um estado emocional infantil em que seus medos inconscientes, ansiedades, e “angústia” geral reaparecem.</p>
<p style="text-align: justify;">Na <strong>teoria do desenvolvimento</strong> <strong>psicossexual de Freud</strong>, as pessoas se desenvolvem através de estágios, como o estágio oral, anal e fálico, e as estruturas básicas da personalidade são estabelecidas. No entanto, de vez em quando, uma pessoa quer reverter-se para um estado infantil de desenvolvimento. em particular em condições de tensão.Essa raiva da estrada que você vê quando os condutores estão presos no trânsito é um grande <strong>exemplo de regressão</strong>. As pessoas também podem mostrar <em>regressão</em> quando retornam a um estado infantil de dependência. Se encolher sob os cobertores quando você teve um dia ruim é uma instância possível.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema com a <em>regressão</em> é que você pode se arrepender de deixar o seu espetáculo infantil de uma forma autodestrutiva. Recusar-se a falar com as pessoas que fizeram você se sentir mal ou triste pode eventualmente chegar em problemas piores do que os que você tinha quando começou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Deslocamento:</strong></p>
<div class="fitvids-video" style="text-align: justify;">No <strong><em>deslocamento</em> </strong>você transfere seus sentimentos originais perigosos (geralmente raiva) para longe da pessoa que é o alvo e para uma vítima mais infeliz e inofensiva.</div>
<p style="text-align: justify;">Aqui está o <strong>exemplo clássico de deslocamento</strong>: Você teve uma interação muito desagradável com seu chefe ou professor, mas você não pode mostrar a sua raiva em relação a ele ou ela. Em vez disso, você chega em casa e, por assim dizer, “chuta o gato” (ou cão).Toda vez que você mudar seus verdadeiros sentimentos de sua fonte provocadora de ansiedade original para quem você percebe como menos provável de causar-lhe mal, você está muito possivelmente <strong>usando deslocamento como mecanismo de defesa do ego</strong>. Infelizmente, o <strong><em>deslocamento</em> </strong>pode protegê-lo de ser demitido ou expulso da sala de aula, mas não irá proteger sua mão se você decidir deslocar a sua raiva do verdadeiro alvo em uma janela ou parede.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você conseguiu acompanhar até aqui e compreender o que Anna Freud tentou explanar sobre nossa tentativa de proteger o que somos e sentimos verdadeiramente, aguarde e volte aqui no blog no final desse mês, pois você verá os próximos 5 mecanismos também muito comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até 31.03!</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>Kramer, U. (2010). Coping and defence mechanisms: What’s the difference? Second act. <em>Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice</em>, 83(2), 207-221. doi:10.1348/147608309X475989</p>
<p>Larsen, A., Bøggild, H., Mortensen, J., Foldager, L., Hansen, J., Christensen, A., &amp; … Munk-Jørgensen, P. (2010). Psychopathology, defence mechanisms, and the psychosocial work environment. <em>International Journal of Social Psychiatry</em>, 56(6), 563-577. doi:10.1177/0020764008099555</p>
<p>Olson, T. R., Perry, J., Janzen, J. I., Petraglia, J., &amp; Presniak, M. D. (2011). Addressing and interpreting defense mechanisms in psychotherapy: General considerations. <em>Psychiatry: Interpersonal and Biological Processes</em>, 74(2), 142-165. doi:10.1521/psyc.2011.74.2.142</p>
<ul>
<li>Por <strong>Susan Krauss Whitbourne Ph.D.</strong></li>
</ul>
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		<title>5 benefícios da Programação Neurolinguística</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 02:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
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		<category><![CDATA[metas e objetivos]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas vezes sentimos dificuldades em melhorar alguns aspectos em nossa vida pessoal e profissional, mas nem sempre conseguimos identificar o que nos limita. Nesse sentido, a programação neurolinguística (PNL) pode contribuir de forma eficaz para alcançarmos nossos objetivos. Nosso comportamento é predeterminado pela genética. Embora ele seja, até certo ponto, modificado ao longo de nossa&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas vezes sentimos dificuldades em melhorar alguns aspectos em nossa vida pessoal e profissional, mas nem sempre conseguimos identificar o que nos limita. Nesse sentido, a programação neurolinguística (PNL) pode contribuir de forma eficaz para alcançarmos nossos objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso comportamento é predeterminado pela genética. Embora ele seja, até certo ponto, modificado ao longo de nossa vida, algumas atitudes inconscientes podem bloquear a capacidade de expandir habilidades necessárias para atingirmos uma vida plena.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste artigo, abordarei os possíveis motivos <span id="more-1016"></span>que nos impedem de estabelecer metas e alcançar o sucesso, bem como os benefícios que podemos obter com algumas técnicas e ferramentas. Confira!</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que é Programação Neurolinguística (PNL)?</h3>
<p style="text-align: justify;">É uma metodologia desenvolvida na década de 70, utilizada para identificar por que algumas pessoas com as mesmas habilidades conseguem alcançar o sucesso e outras não. Ela auxilia a atingir os resultados desejados, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional, gerando modelos mentais com base em atitudes de sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os modelos mentais, que por vezes nos limitam, são formados por nossas vivências, interesses, valores, crenças e motivações individuais, resultando em comportamentos e percepções de mundo de forma individual.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Como funciona a PNL</h3>
<p style="text-align: justify;">Essa metodologia gera novos padrões de pensamentos emocionais e comportamentais ideais por meio da alteração dos modelos que limitam o crescimento pessoal ou profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base nessa alteração é possível compreender melhor o funcionamento interno e identificar nossos modelos mentais para que possamos questionar e refletir sobre os mesmos, ressignificando-os, quando necessário.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais os principais benefícios?</h3>
<p style="text-align: justify;">A PNL é uma metodologia eficaz para atingir mudanças rápidas e objetivas em questões emocionalmente complexas, como a depressão, vícios, fobias, insegurança e timidez. Também auxilia nas dificuldades para estudar ou, até mesmo, em casos de resistência para praticar exercícios.</p>
<p style="text-align: justify;">Seus benefícios são reconhecidos por meio da modificação de comportamentos, que tem por foco os gatilhos que disparam atitudes e posturas improdutivas, impedindo o sucesso pessoal ou profissional. A seguir veremos 5 benefícios que a PNL pode oferecer:</p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Diferenciação do real e imaginário</h3>
<p style="text-align: justify;">Nossa mente não consegue distinguir a realidade do imaginário. Nesse sentido, a PNL oferece ferramentas para exercitar pensamentos positivos com efeitos reais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Construção de padrões comportamentais</h3>
<p style="text-align: justify;">O treinamento em Programação Neurolinguística promove a reprogramação de modelos mentais. Dessa forma, com base no espelhamento de hábitos e comportamentos de sucesso, constrói novos padrões comportamentais para o alcance da excelência pessoal e profissional.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Maior domínio do próprio comportamento</h3>
<p style="text-align: justify;">O controle das emoções é importante para a convivência social de forma adequada. Para tanto, é necessário desenvolver o autoconhecimento. Com técnicas especiais, a PNL auxilia na aptidão dessa capacidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Clareza na identificação de metas e objetivos</h3>
<p style="text-align: justify;">É de fundamental importância ter clareza para identificar o que queremos alcançar e de que modo podemos atingir nossos sonhos e objetivos. Desse modo, é necessário mapear metas e objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">A PNL oferece algumas técnicas e ferramentas que proporcionam meios para a elaboração desse mapeamento, conforme veremos a seguir:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>S.M.A.R.T. — utiliza práticas para planejar e gerenciar metas pessoais e profissionais. A definição das metas é feita a partir de questionamentos quanto a objetivos específicos e possibilidades para alcançá-los;</li>
<li>5W2H — conjunto de diretrizes que promove um entendimento claro sobre todos os aspectos que precisam ser desenvolvidos para atingir uma meta, que visa a obtenção de respostas sobre: “o que?”, “por quê?”, “onde?”, “quando? “, “por quem?” “como?”, e “quanto?” vai custar a ação.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">5. Facilidade em resolver conflitos</h3>
<p style="text-align: justify;">Para tratar e resolver conflitos internos e interpessoais, a PNL conta com diversas técnicas, incluindo as de ressignificação, integração dos conflitos e alteração de posições perceptivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dessas, há também técnicas relacionadas ao desenvolvimento das habilidades de comunicação, como o metamodelo, a calibração e métodos de comunicação não verbais.</p>
<p style="text-align: justify;">A abordagem básica da PNL para o tratamento de conflitos se orienta na resolução de um problema em um nível diferente do pensamento que o provocou.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>O que sua imagem diz sobre você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 23:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Inteligência Emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte: O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Poemos dizer aqui que a imagem que alguém transmite é um conjunto de <span id="more-911"></span>itens, uma série de comportamentos que podemos visualizar em uma pessoa, ou seja, não se trata apenas de sua aparência física ou da forma como se veste, mas também, a postura com que se anda, senta, como se porta com seu corpo durante uma conversa, uma entrevista formal ou em um relacionamento íntimo, que estilo adota (nos seus acessórios penteado, cores etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro post poderemos explorar um segundo passo que vai além de nossa imagem, que são os gestos e atitudes que compõe nossa linguagem corporal, mas, hoje vamos começar do começo! Nossa primeira impressão, o que desejamos transmitir e passar aos outros ao nosso redor. Que recado deixamos àqueles que estão nos vendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto você precisará diferenciar algo fundamental&#8230;.que é <strong>sensação de sentimento e vontade de personalidade</strong>. Eu já explico! Contudo, esse é o maior erro das pessoas ao tentar traduzir o que os outros estão tentando passar com sua imagem. Acabam julgando, quando poderiam analisar, tentar compreender melhor o que está por trás de certas escolhas e atitudes, mas ficam presos no conforto do pré-conceito, com preguiça de desvendar, decifrar as nuances e contornos que uma imagem esconde.</p>
<p style="text-align: justify;">Então me permita explicar:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sensação =</strong> tato, como você se sente com relação à sua pele, ao toque, se algo é confortável ou desconfortável, apertado ou largo, se penica, se é fofo e quentinho ou um tecido geladinho e refrescante&#8230; e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sentimento =</strong> é como se sente com relação às suas emoções, ou seja, sente-se uma pessoa poderosa, inteligente, sexy, romântica, divertida, irônica, sarcástica ou com raiva, tristeza, medo, raiva&#8230;.acho que deu pra pegar a diferença, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vontade =</strong> aquilo quero passar, que desejo que os outros entendam, como quero ser visto e apreciado(a).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Personalidade =</strong> o conjunto das minhas características, formadas pela minha história e decisões únicas, que mais ninguém poderia sentir ou compartilhar e que formam a minha maneira de ser no mundo, de compreender as coisas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes uma peça de roupa ou acessório que você escolhe, traduz tanto sua emoção do momento, quanto agrada seu corpo, mas isso nem sempre ocorre. As vezes nos sentimos maravilhosos às custas de algo super desconfortável, mas, também podemos nos sentir poderosos e únicos vestindo algo casual e confortável, como uma calça jeans e uma camiseta! Diferente do que se pensa e diz por aí. Por que não?! Mas isso é tarefa para irmos evoluindo conforme nossa sociedade conseguir abrir a mente, cada um no seu ritmo. O que existe, por enquanto, é o velho (e nem sempre tão incorreto assim), julgamento da &#8220;primeira impressão&#8221;. Então vamos à isso!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pergunta que fiz no título segue a partir daqui:</strong> que mensagem você está transmitindo para quem te vê ou se relaciona contigo? Essa imagem tem a ver com quem você realmente é ou com quem você gostaria de ser? Pense bem! Não tem nada de errado em se vestir como alguém que NÃO somos, mas como isso pode nos afetar? Será que isso te distancia, cada dia mais,de sua identidade? Bloqueando seus reais sentimentos?</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: Se você não gosta de nada te apertando, penicando e preza pelo conforto, roupas &#8220;fresquinhas&#8221; e largas, é necessário assumir sua preferência e não se sentir em nenhum momento inferior à nada nem ninguém. <strong>É necessário construir seu estilo junto com sua autoestima e amor próprio</strong>, para não se passar pelo que você <strong>não é, </strong>como também para sair de uma postura muito comum,uma desculpa de que <strong>&#8220;você só não se veste diferente ou melhor porque não pode&#8221;. Melhor que o que? Melhor que quem? O que é melhor de fato?</strong> É vestir-se e construir seu estilo pensando no oposto, ou seja: <strong>mesmo que eu pudesse, não me vestiria diferente disso! Esse(a) SOU EU.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode brincar com seu estilo, mesmo seguindo as <strong>boas práticas</strong> (para não dizer regras, porque não são), que existem na sociedade. Por exemplo: você pode gostar de shorts e regata, mas não vai assim numa empresa fazer entrevista, certo? Mesmo assim, você pode utilizar algo que deixe marcado às pessoas sobre sua personalidade e estilo, como um colar, uma bolsa, um sapato, algo que mostre para os outros quem realmente você gosta de ser.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agora vamos à análise que geralmente é feita por todos e pela sociedade, o famoso julgamento!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você conhece, por exemplo, uma mulher que sempre, em qualquer situação, está vestindo saia curta e decotão (seja frio, calor, jantar de família ou churrasco), muitos diriam, no mínimo, que está sempre querendo sobressair, chamar atenção, seduzir (como muitos ainda criticam), não é isso que acontece?</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, alguém já tentou se perguntar o real motivo, o porquê de verdade, sobre o que a pessoa pensa e sente sobre si mesma para escolher essa ou aquela peça de roupa?! Tudo bem, pode até ser que ela esteja querendo chamar atenção etc, <strong>mas a pergunta a ser feita é outra: Então, o que a faz se sentir assim?</strong> Por que sente que precisa atrair esse tipo de atenção? <strong>Entendeu a diferença?</strong> Isso é trocar o julgamento pela curiosidade! Existe o óbvio e existe aquilo que todos nós tentamos sempre compensar e equilibrar dentro do que sentimos, por isso escolhemos essa ou aquela forma de nos expressar, de nos vestir etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo: aquele que sempre está &#8220;largado&#8221; como se diz por aí, de chinelo, bermuda e regata, ou aquela menina que nunca põe maquiagem, usa sempre as mesmas peças. Você consegue ter <strong>100% de certeza</strong> que eles são assim apenas porque &#8220;não são vaidosos&#8221; ou porque &#8220;são relaxados&#8221;???? Ou você se preocupa mais com o <strong>como eles estão se sentindo (sentimento) e com a real vontade e personalidade deles</strong>, se estão felizes e satisfeitos com a vida desse jeito mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo da mídia existem algumas polêmicas, como por exemplo o caso do Steve Jobs, que sempre se vestiu com calça jeans e camiseta preta. E essa era a identidade dele.  Os grandes conflitos que existem por conta disso, tem a ver com <strong>passar uma mensagem que na realidade não condiz com QUEM você é de fato e com o que você quer transmitir.</strong> Até por que isso varia de acordo com a situação e as pessoas com quem vamos nos encontrar, não é verdade??</p>
<p style="text-align: justify;">O questionamento que eu quero deixar aqui como <strong>principal reflexão de toda questão de imagem e vestuário é seguinte: </strong>O que você veste e usa está alinhado ao que você realmente gosta e à como está se sentindo no presente? Está diretamente ligado a QUEM VOCÊ É NA SUA ESSÊNCIA? Ou você está buscando, na realidade, satisfazer uma expectativa de outra ou outra(s) pessoa(s)? Querendo passar uma imagem de algo que não tem ou não é, apenas para preencher um espaço, um vazio ou uma dor que não sanou ainda em sua mente e seu coração?! Bote os neurônios pra trabalhar!</p>
<p style="text-align: justify;">Busque pela congruência e pelo amor próprio acima de tudo! Vista-se e escolha o que você quer usar com a tranquilidade de aquilo representar você e mais ninguém, e está tudo bem se existem outros estilos para o mesmo tipo de ocasião, afinal, <strong>se você não estiver desrespeitando ninguém, invadindo o espaço ou a liberdade dos que estão à sua volta, você não tem nada a perder por ser quem é!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As boas práticas estão aí para nos guiar, mas elas com certeza não devem definir quem devemos ser, quem é &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221; ser, ou nos impedir de sermos <strong>autênticos, espontâneos e originais!</strong> A moda traz novidades, traz tendências, mas a palavra é essa: TENDÊNCIA, não regra. Ninguém é obrigado e não deveríamos ser julgados por escolhas que nos fazem bem e traduzem quem somos. Todavia, como falei esse dia vai demorar a chegar.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, fique com o desafio de ter a coragem  de passar a imagem de quem você é realmente. Algo que já tem sido muito complexo para muita gente! Ainda há muita insegurança, falta de autoconfiança e de amor próprio. Portanto, conheça-se bem e profundamente, empodere-se, desconstrua-se por inteiro(a) se for necessário, <strong>tudo o que auxiliar na construção de sua melhor versão!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A única REGRA, repito: é <strong>respeitar o espaço e as pessoas ao seu redor! Não invada a liberdade de ninguém, e saiba lidar com as consequências e julgamentos de suas escolhas, da melhor forma possível: sendo autêntico, natural e original NO SEU ESTILO! Acima de todo estilo está a elegância e o charme de uma boa educação, de valores e princípios éticos, a maravilha da simpatia e da empatia!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E quando for olhar para o outro, olhe com os olhos que gostaria de ser visto(a): com amor, fazendo as perguntas corretas para si mesmo: o superficial e aparente nem sempre traduzem a essência de uma determinada pessoa!</p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigada por seu tempo e sua atenção até aqui! Para ler mais sobre sua saúde emocional e mental, continue ligado(a) no nosso Blog! Duas vezes por mês publicamos coisas novas, mas você já deu uma olhada em tudo que tem por aqui?! <strong>Você não perde por explorar!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Forte abraço!</strong></p>
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