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	<title>Arquivo de burnout - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de burnout - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como combater o hábito de comer por estresse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 18:50:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces. Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse provoca diversos efeitos negativos no corpo, desde insônia e fadiga inexplicável até mudança de apetite. A vontade de comer ou a ingestão exagerada de comida por estresse é compartilhada por muitas pessoas e normalmente, segundo psicólogos, os alimentos ingeridos são lanches, como salgadinhos, pizza e doces.</p>
<p>Comer por razões emocionais ocasionalmente não é um problema e praticamente todos nós já passamos por essa experiência. Você provavelmente já se viu na frente da geladeira, analisando o seu conteúdo, por estar entediado ou inquieto e acabou pegando um lanchinho rápido ou ficou tentado a pegar.</p>
<p>O hábito de comer quando se está estressado se transforma em um problema (tanto para a saúde mental quanto física) quando o indivíduo acredita que essa é a única maneira de lidar com as suas emoções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é comer por estresse?</strong></h4>
<p><span id="more-2628"></span></p>
<p>Pessoas estressadas ou ansiosas comem exageradamente na esperança de sentir algum alívio emocional e isso, não costuma ter nada a ver com a fome em si, mas com o desejo de suprimir sentimentos negativos e enfrentar situações desagradáveis. Tentar se distrair do fator estressor também pode ser um motivador.</p>
<p>Quando estamos com um problema pendente, podemos ter dificuldade para nos desligarmos desse impasse, prologando pensamentos e sentimentos ruins. Algumas pessoas utilizam a comida como distração das dores emocionais e pode ser difícil ter a percepção de que você está comendo demais por conta do estresse.</p>
<p>A “fome emocional” normalmente aparece rapidamente e desperta uma urgência, fazendo o indivíduo comer algo para saciá-la. Pessoas que comem por estresse costumam ter um lanche favorito e deixá-lo por perto para essas ocasiões e depois de comer, é normal sentir vergonha.</p>
<p>Alguns estudos apontam que mulheres tendem a recorrer à comida quando estressadas ou ansiosas enquanto os homens preferem beber ou fumar.</p>
<p>Com o tempo, esse hábito pode desencadear consequências negativas para a saúde física, como sobrepeso, diabetes, obesidade, hipertensão e doenças cardíacas. Desse modo, além de sofrer com o estresse na vida diária, o indivíduo que come por estresse precisa lidar com os sintomas de outras patologias.</p>
<p>Já para a saúde mental, a principal consequência é não aprender a lidar com sentimentos negativos e estresse de maneira saudável. Ao invés de enfrentar as situações, o indivíduo desconta esse estresse na comida. O mal-estar não desaparece, apenas se fortalece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que comemos por estresse?</strong></h4>
<p>Estudos sugerem que as pessoas descontam o sofrimento emocional na comida por questões psicológicas e fisiológicas. Comer um lanche gostoso ou a sua refeição favorita promove uma sensação momentânea de alívio e se o indivíduo não possui outros meios de buscar o bem-estar, ele acaba buscando essa solução fácil, porém efêmera. Quanto mais ele se alimentar com o objetivo de se sentir bem consigo mesmo, mais rapidamente as sensações prazerosas se extinguirão e precisarão ser repostas.</p>
<p>Já do ponto de vista fisiológico, a necessidade de comer alimentos salgados, doces ou gordurosos vem de um comando do cérebro. O estresse é um resultado da liberação excessiva do hormônio cortisol, o qual desencadeia o instinto de “lutar ou fugir”. Tanto o corpo quanto a mente sentem que estão prestes a enfrentar uma ameaça. Então, o cérebro envia um comando para ingerir mais comida e preparar o organismo para enfrentar uma situação potencialmente perigosa. Quando o indivíduo come, essa necessidade é sanada e o estresse tende a diminuir.</p>
<p>Outras razões pelas quais as pessoas comem excessivamente quando estressadas são:</p>
<ul>
<li>Tédio: sentir-se entediado é um gatilho comum para comer excessivamente. Pessoas com vidas menos ativas são mais suscetíveis a aliviar o estresse com comida por precisarem ter algo para manter as mentes ocupadas;</li>
<li>Hábitos: em algum momento da vida, você pode ter associado comer algo gostoso com uma recompensa de uma conquista ou como um conforto após vivenciar um acontecimento ruim. Por conta disso, comer por estresse virou um hábito;</li>
<li>Fadiga: é mais fácil extrapolar na quantidade de comida ingerida quando se está cansado demais para pensar no que você está fazendo; e</li>
<li>Influências sociais: convites para sair para jantar ou beber depois de um dia difícil ou para comemorar um grande feito são comuns. Você pode ter dificuldade para recusá-los para não magoar quem o convidou ou para não exagerar na alimentação durante eventos sociais.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como acabar com o hábito de comer por estresse?</strong></h4>
<p>Como vivemos hoje em uma sociedade com diversos estímulos e responsabilidades, grande parte da população brasileira convive com algum nível de estresse. Segundo a International Stress Management Association do Brasil, a ISMA-BR, 30% dos profissionais brasileiros sofrem de burnout, ou esgotamento profissional. Essa condição é causada pelo estresse crônico resultante de condições de trabalho ruins.</p>
<p>É impossível fugir do estresse na atualidade. Você o encontrará de alguma forma ou de outra no dia a dia. Sendo assim, é importante aprender a lidar com ele e os seus efeitos negativos da melhor maneira possível.</p>
<p>Comer excessivamente, especialmente alimentos pouco saudáveis, não é a melhor solução para combater o estresse. Além de trazer mais problemas para a saúde, não ajuda a reduzir o desconforto emocional, o principal objetivo de quem come por estresse.</p>
<p>Veja abaixo algumas maneiras de lidar com o estresse de um jeito saudável.</p>
<p><strong>1- Conheça os seus estressores:</strong></p>
<p>O que lhe estressa no dia a dia? Faça uma breve análise da sua vida e procure identificar quais elementos presente nela geram desconforto emocional. Os fatores estressores mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Excesso de trabalho;</li>
<li>Conflitos conjugais;</li>
<li>Pressões e cobranças tanto internas quanto externas;</li>
<li>Acontecimentos traumáticos, como acidentes, roubos ou brigas;</li>
<li>Colegas de trabalho e chefes desagradáveis;</li>
<li>Ambiente familiar opressor; e</li>
<li>Morar em um local perigoso.</li>
</ul>
<p>Após identificar quais fatores desencadeiam estresse em sua vida, você conseguirá bolar estratégias para lidar com eles. Talvez seja melhor evitá-los por completo ou, se não for necessário, reduzir o contato com eles.</p>
<p>Se a razão do seu estresse é o convívio com uma pessoa, você pode pensar em maneiras de não deixar ela lhe afetar, como não responder a provocações, tentar se colocar no lugar dela ou pedir diretamente para que ela cesse um comportamento desagradável.</p>
<p><strong>2- Evite comprar certos alimentos:</strong></p>
<p>Deixe de comprar alimentos que você normalmente consome quando está estressado. Não é preciso parar de consumi-los de uma vez. Fazer isso pode até ser prejudicial dado que o seu corpo e mente já estão acostumados com aquele conforto. Deixe de comprá-los aos poucos ou os substitua por alternativas saudáveis, como frutas.</p>
<p>Da mesma forma, desinstale aplicativos de entrega de comida para não cair na tentação de pedir um lanche rápido. A facilidade de pedir comida pronta acaba incentivando as pessoas a comerem alimentos menos saudáveis e podem ser um facilitador para quem tem hábito de comer por estresse.</p>
<p><strong>3- Substitua o hábito ruim por um bom</strong></p>
<p>Pense consigo mesmo: o que você gosta de fazer normalmente? O que você poderia fazer para reduzir o estresse além de comer? Existem múltiplas atividades relaxantes que ajudam a elevar a sensação de bem-estar, como meditação, caminhada ou corrida e praticar exercícios de respiração profunda. Você pode tentar fazer alguma delas quando se sentir estressado e avaliar como você se sente depois.</p>
<p>Buscar a distração do estresse em algo produtivo, como um passatempo, é outra opção para quebrar o hábito de comer por estresse. Você pode ler um livro ou artigos enriquecedores de uma plataforma na internet, assistir a um filme ou a vídeos engraçados, ou desenvolver uma habilidade criativa.</p>
<p><strong>4- Visite um psicólogo</strong></p>
<p>Está com dificuldade para quebrar o hábito de comer por estresse? Visitar um psicólogo pode ser uma solução.</p>
<p>A terapia é o lugar onde você pode falar tudo o que pensa e desabafar sobre problemas, até sobre aqueles que você tem vergonha ou receio de falar. Em troca, o psicólogo o ajuda a encontrar soluções para esses impasses. Não importa se a causa do seu estresse é passageira ou permanente. Você pode falar sobre qualquer coisa que o incomoda na terapia.</p>
<p>Talvez o seu mal-estar atual seja o resultado de um problema do passado que você ainda não conseguiu resolver e nem sequer sabe. Além de ajudar a solucionar os problemas, a terapia promove o autoconhecimento, necessário para que você consiga tomar decisões mais certeiras. Ao saber quem você e o deseja, além do gosta e não gosta, consegue evitar situações desnecessárias e aproveitar oportunidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo post!</p>
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		<title>Você Anda Cansado De Tudo?!?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 23:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentir-se cansado ocasionalmente da rotina é normal. Acordar cedo, se deslocar para o trabalho, cumprir as mesmas tarefas de sempre, interagir com as mesmas pessoas… os ingredientes da receita não mudam. Precisamos de novidades para manter nossos dias interessantes. Caso contrário, nos acostumamos com as atividades executadas no cotidiano e deixamos de ver graça nelas.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sentir-se cansado ocasionalmente da rotina é normal. Acordar cedo, se deslocar para o trabalho, cumprir as mesmas tarefas de sempre, interagir com as mesmas pessoas… os ingredientes da receita não mudam.</p>
<p>Precisamos de novidades para manter nossos dias interessantes. Caso contrário, nos acostumamos com as atividades executadas no cotidiano e deixamos de ver graça nelas.</p>
<p>Algumas pessoas sentem essa sensação de cansaço mais rapidamente que outras, mas, com algumas mudanças em seu dia-a-dia, elas conseguem voltar a ver a graça em seus dias. No entanto, poderá ser necessário repetir esse processo no futuro para afastar o tédio proveniente do piloto automático.</p>
<p>Mas o que acontece quando o cansaço é generalizado? <span id="more-2423"></span>Quando você se sente cansado de tudo e de todos, inclusive de você mesmo? Compartilhamos aqui algumas dicas do que fazer quando essa sensação desagradável bate à porta.</p>
<p><strong>Sintomas do cansaço generalizado</strong></p>
<p>A sensação de estar cansado de tudo normalmente vem acompanhada pelo desinteresse, indiferença e desânimo. A vida de repente perde suas cores e tudo ao nosso redor se torna cinza.</p>
<p>Também é comum que a pessoa cansada tenha pensamentos negativos acerca de si mesma, seus relacionamentos, trabalho e pequenas coisas que passariam despercebidas em outro contexto.</p>
<p>Entretanto, esses não são os únicos indícios de que você está cansado de tudo. Esse sentimento também pode acometer a funcionalidade do seu corpo. Você pode se sentir fatigado, ter dores de cabeça, não conseguir dormir, ter vontade de comer excessivamente ou de não comer nada, entre outros.</p>
<p>Confira mais alguns sinais de quem está cansado de tudo:</p>
<ul>
<li>Não ter vontade de trabalhar, conversar com as pessoas e fazer outras atividades normais do dia a dia;</li>
<li>Ansiar por algo diferente, mas não saber o que;</li>
<li>Falta de motivação;</li>
<li>Sensação de desesperança;</li>
<li>Inquietação;</li>
<li>Ausência de propósito;</li>
<li>Falta de perspectiva de vida;</li>
<li>Não se importar com seu próprio mal-estar;</li>
<li>Sensação de dormência emocional, como se você não conseguisse sentir emoções como antes;</li>
<li>Dificuldade para cumprir prazos devido à falta de motivação ou procrastinação;</li>
<li>Falta de comprometimento com as suas obrigações;</li>
<li>Cinismo;</li>
<li>Dificuldade de concentração;</li>
<li>Dores musculares inexplicáveis;</li>
<li>Sensação de sonolência; e</li>
<li>Dores de cabeça.</li>
</ul>
<p>Como podem ver, os sintomas são variados. Você pode ter mais familiaridade com certos sintomas do que outros.</p>
<p><strong>Por que me sinto cansado de tudo?</strong></p>
<p><strong> </strong>A quem atribuir a culpa nessa situação? As pessoas a nossa volta, o trabalho insatisfatório, o piloto automático ou a nós mesmos? Existem muitas possíveis razões para se sentir cansado de tudo, na verdade.</p>
<p>Você pode estar emocionalmente exausto por conta do estresse da rotina acelerada ou de uma circunstância particular, como divórcio, problemas familiares, morte de um ente querido, vida profissional estressante, crise financeira, entre outras.</p>
<p>Situações consideradas comuns, mas que costumam exigir muito do nosso emocional, como ter um filho ou cuidar de uma pessoa doente, também podem causar cansaço generalizado.</p>
<p>O sentimento de estar ‘cansado de tudo’ é um dos sinais mais comuns do Burnout.</p>
<p>Os sintomas dessa exaustão emocional fazem com que as pessoas se sintam impotentes, como se tivessem perdido o controle sobre o que acontece em suas vidas. Elas se sentem “presas” em um constante estado de desânimo.</p>
<p>Do mesmo modo, a exaustão emocional pode ser um sinal de depressão. Os sintomas dessa condição são semelhantes aos sintomas de Burnout. Aliás, se não identificada e devidamente tratada, a síndrome de Burnout pode se transformar em depressão.</p>
<p>Se você não consegue afastar esse sentimento desagradável ou está cansado de se sentir assim, procure um psicólogo. Esse profissional pode fazer o diagnóstico de uma condição ainda não identificada, como também ajudá-lo a lidar com seus problemas pessoais.</p>
<p><strong>Estou cansado de tudo: o que fazer?</strong></p>
<p>Em razão de seus incontáveis compromissos, as pessoas esquecem que precisam cuidar de si mesmas. Como costumam prestar mais atenção em seus deveres do que bem-estar, ignoram o estresse, frustração e desânimo. Logo, esses sentimentos crescem sem que elas tenham percepção.</p>
<p>Situações estressantes sempre vão ocorrer. Não podemos fugir delas simplesmente porque não temos o poder de controlar as coisas ao nosso redor. Por isso, é necessário aprender a responder a elas da melhor maneira possível para o bem da sua saúde mental.</p>
<p>Entre o que você pode fazer para melhorar a sensação de cansaço exagerado estão:</p>
<p><strong>1. Lembre-se sempre de que você está fazendo o melhor que pode:</strong></p>
<p>Às vezes, queremos fazer o melhor trabalho do mundo e não aceitamos o contrário como realidade. Como o resultado idealizado não é atingido, ficamos frustrados e começamos a duvidar de nosso potencial. Essa sensação pode surgir em relação a muitos aspectos de nossas vidas, não apenas a vida profissional.</p>
<p>Entretanto, essa mentalidade pode nos levar à armadilha da autocobrança, a qual não ajuda a nossa situação a melhorar. Assim, quando você se sentir assim, lembre-se que você está fazendo o melhor que pode com as ferramentas que possui.</p>
<p>Você pode se aperfeiçoar como pessoa com o passar do tempo. Não é necessário se cobrar para ser um super-humano, ou ter pressa para chegar ao seu ideal. Dê tempo ao tempo para evitar a frustração.</p>
<p><strong>2. Faça uma pausa da correria:</strong></p>
<p>O excesso de estresse e de compromissos são os principais desencadeadores do sentimento de cansaço generalizado. Fazer breves pausas das nossas obrigações são essenciais para minimizar os impactos negativos desses fatores em nossas vidas.</p>
<p>Assim, aproveite os finais de semana para relaxar, sem levar trabalho para casa ou pensar demasiadamente em problemas. Dedique esse tempo somente ao descanso do corpo e da mente. Faça atividades prazerosas junto de pessoas queridas, de preferência.</p>
<p>Também faça pequenas pausas durante a semana. Por exemplo, dedique uma hora diária ou semanalmente para praticar um hobby, fazer atividades físicas, se encontrar com quem lhe quer bem e se conectar consigo mesmo.</p>
<p><strong>3. Identifique o que está insatisfatório na sua vida:</strong></p>
<p>Se você acredita que tem pontos na sua vida que não estão mais lhe trazendo satisfação, faça uma reflexão para identificar exatamente quais são eles. É um problema no casamento? Com um familiar? No trabalho? Com você mesmo?</p>
<p>Grande parte das pessoas que afirmam estar cansadas de tudo não consegue pontuar exatamente o que está causando essa infelicidade. Assim, são incapazes de se preparar para resolver as questões problemáticas das suas vidas. Ficam sofrendo sem compreender o porquê.</p>
<p>Esse exercício de reflexão vai ajudá-lo a adotar uma postura mais proativa. Tenha em mente, no entanto, que você pode não saber como resolver os seus problemas assim que identificá-los. As respostas costumam vir com a tentativa e erro, ou seja, com as nossas vivências diárias.</p>
<p><strong>4. Converse com um psicólogo:</strong></p>
<p>Se você se sente cansado de tudo e acredita que não existe solução para o seu problema, está na hora de conversar com um psicólogo. Esses pensamentos negativos são sintomas desse sentimento desagradável. Logo, você não precisa dar atenção a eles, embora eles possam parecer abundantes.</p>
<p>A terapia ajuda pacientes a encontrarem respostas para seus problemas através da reflexão e do autoconhecimento. Deste modo, eles aprendem a lidar com as situações difíceis sem se sobrecarregar emocionalmente.</p>
<p>Conversar sobre assuntos delicados pode parecer intimidador a princípio, mas, à medida que as consultas prosseguem, os pacientes sem familiaridade com a terapia começam a se sentir à vontade.</p>
<p>Caso o problema seja uma condição de saúde mental não diagnosticada, não fazer tratamento pode agravar a situação e causar sofrimento em múltiplas esferas da vida.</p>
<p><strong>5. Desenvolva estratégias para cuidar do seu bem-estar emocional:</strong></p>
<p>Como dito anteriormente, as pessoas se esquecem de cuidar de si mesmas. Entretanto, cuidar do seu bem-estar emocional é uma tarefa diária.</p>
<p>Todos nós precisamos praticar o autocuidado e, ainda, saber a melhor maneira de praticá-lo. Isto é, descobrir quais estratégias de bem-estar são mais eficientes para o nosso humor. Pode parecer muito trabalho, mas não é. Quando você adota essas estratégias, elas se tornam partes habituais do seu cotidiano.</p>
<p>Essas estratégias podem ser:</p>
<ul>
<li>Meditação;</li>
<li>Respirar fundo quando se sentir sobrecarregado emocionalmente;</li>
<li>Praticar exercícios com frequência;</li>
<li>Praticar yoga para se conectar consigo mesmo;</li>
<li>Escrever seus sentimentos em um diário;</li>
<li>Destacar as suas qualidades quando estiver se sentindo para baixo;</li>
<li>Fazer trabalho voluntário; e</li>
<li>Reservar uma hora por dia para fazer algo que você goste.</li>
</ul>
<p>São pequenas atitudes que, quando somadas, ajudam a construir uma rotina mais saudável e satisfatória, além de preservar a saúde mental.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Precisamos falar sobre o luto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 18:52:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A sensação de perda, acirrada pela pandemia, pode (e deve) emprestar novo sentido ao que fazemos da vida Vínculos rompidos O luto é um processo natural, desencadeado pelo rompimento de um vínculo. A gente acumula vários deles ao longo da vida, uns pequenos, outros maiores. Estima-se que uma pessoa vivencie de 20 a 25 experiências&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sensação de perda, acirrada pela pandemia, pode (e deve) emprestar novo sentido ao que fazemos da vida</p>
<p><strong>Vínculos rompidos</strong></p>
<p>O luto é um processo natural, desencadeado pelo rompimento de um vínculo. A gente acumula vários deles ao longo da vida, uns pequenos, outros maiores. Estima-se que uma pessoa vivencie de 20 a 25 experiências de perda – e não apenas aquelas ligadas à morte. Mudança de país ou de cidade, divórcio, amputação, infertilidade, aborto, síndrome do ninho vazio, e por aí vai. Quem nunca passou por isso ainda vai passar, essa é a única certeza. Cabe a cada um de nós fazer suas escolhas, de modo a aprender com esses episódios de luto.</p>
<p><strong>A ideia da finitude</strong><span id="more-2197"></span></p>
<p>É muito perturbador pensarmos na finitude, na perda de pessoas que amamos. Quando você enfrenta isso, naturalmente começa a cultivar uma reflexão sobre como está vivendo e o que pretende fazer até morrer, de preferência bem velhinho. Como está a qualidade dos seus vínculos? Das suas relações afetivas? Está trabalhando em um lugar que o intoxica? Está pondo em prática seus sonhos? Com a perspectiva do fim, passamos a olhar a vida de modo diferente. Falar da morte é, portanto, falar da vida. Quando assimilamos o luto e passamos a entender o que estamos vivenciando, surge a possibilidade de fazermos escolhas melhores a partir daí. Escolhas mais maduras, mais lúcidas e conscientes.</p>
<p><strong>Baixas na pandemia</strong></p>
<p>A pandemia provoca uma sobreposição de perdas: de liberdade, de autoestima, financeira, de projetos. Somem-se a isso a distância física das pessoas e a notícia aterradora dos óbitos diários, numerosos. Estudos dão conta de que, em média, cinco pessoas são impactadas pela morte de alguém. Sistemas familiares devem se reorganizar diante do desaparecimento de um parente e os sobreviventes assumem novos papéis. Quem vai ser a mãe que se foi, quem vai cuidar de crianças que ficaram órfãs? O Brasil já superou as 350 .000 mortes por Covid-19, ou seja, temos mais de 1.750.000 pessoas enlutadas. É um dado impressionante, que precisa inclusive ser levado em conta na elaboração de políticas públicas. Como as escolas e as empresas vão lidar com essa dor tão aguda na volta à rotina. Professores e demais educadores estão preparados para receber um aluno que perdeu o pai, a mãe ou um irmão?</p>
<p><strong>Tempo de fragilidade</strong></p>
<p>Humanos diante de uma ameaça desconhecida ficam vulneráveis, frágeis, têm necessidade de serem cuidados. O problema é que, no momento, ninguém no mundo consegue desligar essa ameaça. Não há um cientista, um líder mundial, um político no Brasil que possa dizer “vai dar certo” ou “vai acabar em breve”. Essa imprevisibilidade é desorganizadora. Como vou viver a partir de agora? Onde vou me sentir seguro? Qual é o impacto disso na minha vida? Essas questões de hoje são as mesmas que brotam no luto.</p>
<p><strong>O desafio nas empresas</strong></p>
<p>Não existia, até pouco tempo atrás, espaço de validação e compreensão das dores do luto na sociedade, muito menos nas empresas. A sociedade exige um nível de felicidade incompatível com a condição humana. Desse modo, o luto, que não é doença, pode evoluir para uma depressão, para um burnout (esgotamento). Não é responsabilidade exclusiva das organizações. As pessoas carregam suas dores, mesmo escondidas, e reagem de formas variadas, mas o mundo corporativo pode potencializar o mal-estar.  É preciso humanizar o ambiente. Em uma empresa que estende a mão ao funcionário na hora do sofrimento, ele devolve com um salto grande em produtividade e engajamento. Isso é muito potente.</p>
<p><strong>Outra epidemia </strong></p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Brasil já é o país da América Latina com a maior porcentagem de vítimas de depressão, perto de 6% da população. Isso impacta no número de demissões voluntárias, no de afastamentos e nos gastos com planos de saúde. Agora que o mundo parou podemos aproveitar para rever valores no trabalho e em casa. A palavra da vez é “cuidado”. Precisamos desenvolver a cultura do cuidado.</p>
<p><strong>Viver a despedida</strong></p>
<p>Não há como se preparar para o luto. Algumas pessoas que têm mais facilidade para entrar em contato com as próprias dores costumam se sair melhor. A circunstância da morte também faz diferença. Tudo o que envolve vítimas de Covid-19, do isolamento no hospital ao velório com pouca gente e caixões fechados, é fator de stress. O ritual tem a importante função de dar concretude à morte. Quando a despedida não é como o esperado, abre-se espaço para fantasias, dúvidas. Qual foi o último desejo do meu pai? O último abraço, quem deu? O surgimento de questões como essas é prejudicial para o processo do luto.</p>
<p><strong>Sobre empatia</strong></p>
<p>A acepção mais usual de empatia, de se colocar no lugar do outro, não cabe no luto. É impossível se pôr no lugar de uma mãe que perdeu o filho, a não ser, claro, que você tenha vivido essa mesma experiência. No entanto, do ponto de vista do profissional de saúde, ou de uma rede de apoio, na escola ou na empresa, dá para manifestar interesse genuíno em ajudar. Empatia, nesse caso, é se comprometer com a dor do outro. Você não vai sentir o que ele está sentindo, mas vai ser capaz de ajudar, mostrando-se disposto a tirá-lo desse sofrimento. A crise impôs uma imensa oportunidade de reflexão.</p>
<p><strong><em>&#8220;A elaboração do luto significa se colocar em contato com o vazio deixado pela perda do que não existe mais, valorizar a sua importância e suportar o sofrimento e a frustração que comporta a sua ausência</em></strong><strong>.&#8221;</strong> (Jorge Bucay)</p>
<p>Espero que essa leitura tenha lhe trazido, de alguma maneira, um novo pensamento, conhecimento ou despertado seu interesse em entender melhor o luto e como lidar com ele. Se lhe ajudou, pode ser que ajude mais pessoas, então compartilhe-o com seus amigos e familiares! Grande abraço!</p>
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		<title>Saúde Emocional nas EMPRESAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 06:51:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já não é de hoje a necessidade em se trabalhar a carga emocional e suas influências nos profissionais dentro das empresas, contudo, somente nos últimos anos é que algumas empresas (e muito poucas ainda, por sinal) caíram em si com relação às suas altíssimas despesas com afastamentos por <strong>Depressão, Ansiedade, Pânico, <em>Burnout</em></strong> etc, e, o quanto tais licenças, atestados, tratamentos estavam onerando e prejudicando imensamente em seus resultados, assim como na qualidade de vida dos profissionais, nos relacionamentos intra e inter-equipes, nas carreiras e no próprio avanço na organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixarei abaixo alguns dados alarmantes e suas fontes, para que possam entender o tamanho da gravidade desse problema:<span id="more-1608"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Estimativas preveem que a ANSIEDADE e a DEPRESSÃO custam à economia mundial <strong>U$1 trilhão</strong> ao ano em perda de produtividade para empresas. – <strong>Organização Mundial da Saúde.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segundo pesquisa sobre estresse no ambiente de trabalho, realizada no Brasil e em outros 11 países pela <a href="http://www.ismabrasil.com.br/" target="_blank" rel="follow external noopener noreferrer" data-wpel-link="external">International Stress Management Association</a> (ISMA-BR), 89% dos profissionais consultados apresentam ansiedade, 83% angústia e 78% preocupação. <strong>São quase 9 ansiosos em cada 10 profissionais.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>82% das empresas não investem programas eficazes de saúde emocional</strong> que contribuam de maneira preventiva com seus resultados, algo que pode reduzir custos com sinistralidade de convênios médicos, desengajamento, absenteísmo, acidentes de trabalho (incluindo fatalidades) e turnover. – <strong>Mesmo estudo acima.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Depressão e ansiedade são a segunda maior <b>causa</b> de adoecimento relacionado ao trabalho no <b>Brasil</b> – perdem apenas para os casos de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo/Distúrbio Osteo Muscular Relacionado ao Trabalho) – <strong>Ministério da Economia e </strong><b>Ministério da Previdência Social.</b></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em todo o mundo, os gastos relacionados a transtornos emocionais e psicológicos podem chegar a <strong>6 trilhões de dólares</strong> até 2030, mais do que a soma dos custos com diabetes, doenças respiratórias e câncer, apontam estimativas do <strong>Fórum Econômico Mundial.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Cada <strong>US$ 1 investido</strong> na ampliação do tratamento para transtornos mentais comuns, como depressão e ansiedade, resulta em um <strong>retorno de US$ 4</strong> em melhores condições de saúde e capacidade de trabalho. – <strong>OPAS (Organização Pan Americana de Saúde).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estatísticas brasileiras recentes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>46%</strong> das empresas do país têm alguma iniciativa focada em bem-estar mental de seus funcionários.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>53%</strong> dessas cias oferecem massagens aos seus empregados, a ação mais comum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>36,5%</strong> dos casos de invalidez no Brasil são causados por males psiquiátricos ou doenças neurológicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>R$ 1,6 bilhão</strong> foi a previsão orçamentária do governo para gastos com a saúde mental no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong> Consultoria <em>Mercer Marsh</em>, OPAS e Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Link Folha de São Paulo com as estatísticas: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2020/01/mais-empresas-investem-em-programas-de-saude-mental.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLIQUE AQUI PRA ACESSAR A MATÉRIA.</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para que esse cenário possa passar a se transformar e melhorar, muitas iniciativas de conscientização tem ocorrido, principalmente após início da pandemia do COVID-19, que deu um grande &#8220;empurrão&#8221; nessa questão de saúde mental nas empresas, após as mesmas passarem a lidar com a grande ansiedade e tensão geradas, não apenas pela doença em si e a quarentena, mas também com todas as suas consequências: <strong>Luto, perdas, desemprego, inúmeras adaptações, paralisações, medidas provisórias</strong> etc, que tornaram todo o contexto empresarial num cenário de instabilidade, insegurança econômica e de fortes medos relacionados ao futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo dia 11 de agosto, às 18h30, a <strong>Forbes </strong>vai realizar o webinar <strong>“Saúde Mental e sua Importância nas Empresas”</strong>. Durante duas horas, na plataforma <strong>Zoom</strong>, especialistas no assunto vão debater os impactos da pandemia sobre as condições psicológicas das pessoas, o aumento dos casos de ansiedade e depressão e o medo da <strong>Covid-19</strong> e do <strong>desemprego</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar e saber mais clique aqui: <a href="https://forbes.com.br/colunas/2020/07/forbes-promove-webinar-sobre-saude-mental-nas-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://forbes.com.br/colunas/2020/07/forbes-promove-webinar-sobre-saude-mental-nas-empresas/</a></p>
<h3 style="text-align: justify;">Então como ajudar efetivamente para que essa realidade inicie seu processo de mudança tão necessário?!!!</h3>
<p style="text-align: justify;">Psicólogos do mundo todo têm se adaptado e fornecido, cada dia mais, a psicoterapia online como forma de benefício às empresas. Algumas grandes plataformas têm lá seus diferenciais, principalmente em se tratando de clientes como multinacionais e empresas de grande porte, todavia, para que <strong><em>startups</em>, pequenas e médias empresas</strong>, que não possuem um <em>budget</em> tão grande assim para investir nesses atendimentos (apesar da grande vontade de contribuir com a saúde mental de seus colaboradores), possam também oferecer aos seus profissionais esse benefício, é que existe, por exemplo, produtos como o da <strong>Bem Viver +</strong>: o <a href="https://www.bemvivermais.com/paraempresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>ConscienteMente</strong></em></a>. Serviço voltado exclusivamente para micro e pequenas empresas, que só podem investir de acordo com a demanda, que precisam de diferenciais na hora do pagamento, mas que, ainda assim, não querem arriscar serem mais um número nas estatísticas apresentadas acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça essa trabalho, entre em contato para saber dos diferenciais, pois eles existem de fato, e, as grandes plataformas não têm a possibilidade de oferecer o trabalho da mesma maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha lhe sido útil! Compartilhe com seus colegas de trabalho, com o RH ou o EHS de sua empresa, gestores, ou até com amigos e familiares de outras empresas que poderiam passar a enfrentar essa nova realidade de maneira muito mais saudável e com qualidade de vida.</p>
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