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	<title>bullying &#8211; Bem Viver Mais</title>
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		<title>Cyberbullying: a internet é uma terra sem lei?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2020 01:15:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem nunca recebeu um apelido que não gostou? Sentiu-se humilhado? Excluído? Ou até ridicularizado? É verdade, o bullying sempre existiu e insiste, persiste até os dias de hoje. No entanto, com a internet, ele ganhou ainda mais força, é o denominado cyberbullying. Mais forte ficou a dor, mais forte ficou a sensação de impotência, mais&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem nunca recebeu um apelido que não gostou? Sentiu-se humilhado? Excluído? Ou até ridicularizado? É verdade, o bullying sempre existiu e insiste, persiste até os dias de hoje. No entanto, com a internet, ele ganhou ainda mais força, é o denominado <strong>cyberbullying</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais forte ficou a dor, mais forte ficou a sensação de impotência, mais forte ficou a incerteza e a falta de compreensão da vítima acerca das motivações que levaram o agressor a agir de tal forma. Agressor este que também ficou mais corajoso por trás das telas de um celular ou computador. Um corajoso que dificilmente falaria olhando nos olhos o que seus dedos são capazes de digitar, um corajoso que se esconde por trás de um perfil falso para ofender, magoar e por vezes prejudicar a reputação e o sossego alheio.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Mas seria a internet uma terra sem lei? </strong></h2>
<p><span id="more-1364"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A resposta é não. Tanto que a mesma Constituição Federal que vale para a vida off-line, vale para a online. Isso estabelece claramente que <strong>a liberdade de expressão não constitui um direito absoluto</strong>, que o anonimato não é permitido (nem nos aplicativos que se dizem anônimos) e que ao ofendido é garantido o direito de resposta e de pedir justa compensação por eventual prejuízo sofrido.</p>
<p style="text-align: justify;">Não fosse o suficiente, a Legislação Civil ainda estabelece que aquele que por ação, omissão ou negligência causar prejuízo a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito e tem, portanto, o dever de repará-lo. Logo, pensando nesses atos quando praticados por crianças, é sabido que são responsáveis pela reparação civil, os pais pelos filhos menores de 18 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a pergunta que não quer calar é: o recebimento de uma indenização seria o suficiente para cicatrizar a dor de uma exposição do tamanho que o poder de disseminação da internet é capaz de gerar?</p>
<p style="text-align: justify;">Dinheiro traria de volta a dignidade que foi roubada ao se ver circular pelas redes sociais uma foto ou um vídeo constrangedor? Não, definitivamente, <strong>o melhor caminho está longe de ser o da judicialização quando o assunto é criança e internet.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É preciso prevenir e se necessário, agir, tendo eu uma suposta vítima ou um suposto agressor dentro de casa. A frase “o tempo cura tudo”, quando a ofensa se dá na ou por meio da internet, não funciona. Assim, quanto a vítima: é preciso acolher, ouvir, não subestimar e agir. Já com relação ao agressor, é preciso acolher, ouvir, não subestimar e agir. Sim, <strong>ambos precisam de ajuda</strong>, mas o agressor também precisa compreender e refletir sobre os possíveis desdobramentos, não somente legais, mas, sobretudo morais que sua atitude é capaz de desencadear.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O combate ao bullying e ao cyberbullying é dever de todos!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"> A melhor maneira de prevenir e combater o bullying e o cyberbullying é quebrando o silêncio, abordando o tema com pais, alunos, professores e sociedade, a fim de conscientizar, evitar e conter a prática lesiva. Por isso, <strong>a prevenção e rápido diagnóstico do problema são fatores essenciais para mitigar os riscos de prejuízos maiores.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se a criança sofrer ou presenciar o bullying, deve buscar ajuda junto aos seus pais e/ou educadores. Os quais, por sua vez, devem agir tempestivamente, acolhendo e orientando vítima e agressor, para cessar a prática e reduzir os danos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que, em tempos de internet, a responsabilidade da escola extrapola seus limites físicos. Isso porque os prejuízos morais causados, seja pelo bullying ou cyberbullying, refletem diretamente no rendimento escolar de seus alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, sempre que os direitos reconhecidos por nossa Carta Magna e neste caso, em especial, os também previstos no Estatuto da Criança e Adolescente, forem ameaçados ou violados, medidas de proteção devem, prioritariamente, serem adotadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos juntos combater o (cyber) bullying. Brincadeira é quando todo mundo se diverte!</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Vamos falar sobre bullying? (Parte 2: Mundo adulto)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Apr 2018 08:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[O tipo de bullying que mais se tem notícias e estudos há alguns anos é o que ocorre no âmbito escolar, seja entre crianças ou adolescentes, e, mais recentemente, o cyberbullying, ambos retratados no primeiro artigo pela Flávia Merschmann, aqui da Bem Viver +. Nessa segunda e útlima parte pretendo adentrar no conceito de bullying&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tipo de bullying que mais se tem notícias e estudos há alguns anos é o que ocorre no âmbito escolar, seja entre crianças ou adolescentes, e, mais recentemente, o cyberbullying, ambos retratados no primeiro artigo pela Flávia Merschmann, aqui da Bem Viver +.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa segunda e útlima parte pretendo adentrar no conceito de bullying de maneira mais ampla, contemplando o que ocorre, por exemplo, em empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes disso, preciso deixar algo claro aqui, que talvez você leitor(a) jamais tenha pensado ou assimilado:<span id="more-946"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer situação ou lugar onde houver mais de uma pessoa, pode existir bullying. Já pensou nisso? Ou seja, isso inclui uma comunidade, grupo de amigos do condomínio, do bairro, seu grupo religioso (seja ele de qualquer igreja, credo, doutrina etc), podendo até ocorrer no grupo de trabalho voluntário, ou entre parentes e familiares, entre idosos, entre pessoas que trabalham em um comércio, porém em diferentes estabelecimentos, enfim&#8230;Acho que já deu para entender.</p>
<p style="text-align: justify;">A única questão é que, em diversas dessas ocasiões, o nome é outro. Em casa ou na família, chamamos violência doméstica (que pode ser qualquer tipo de agressão, humilhação ou relação subjugadora, onde uma pessoa impõe sofrimento a outra, seja por meio psicológico, físico, emocional, chantagem, abuso de poder ou autoridade, entre outras formas). No trabalho, estamos mais acostumados a ouvir sobre casos de assédio moral ou físico/sexual, e, em outros contextos, ouvimos sobre o abuso, a calúnia, a difamação, a fofoca, a humilhação e a violência acontecendo em suas mais variadas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer circunstância onde uma pessoa tenta, mesmo que da maneira mais sutil e leve, demonstrar superioridade e, com isso, imprimir sofrimento, por mínimo que seja em outra(s) pessoa(s), ela está sim cometendo bullying. Seja uma vizinha fofoqueira difamando e espalhando informações sem ter certeza ou prova nenhuma a respeito do fato falado, seja no grupo de igreja onde alguém tem sido subestimado ou ignorado por pensar ou saber as coisas de um jeito diferente da maioria, ou no grupo de amigos do condomínio onde alguém é ignorado e excluído pelos demais, sem ter feito nada de errado, mas, simplesmente por algum desentendimento ou malentendido, e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">O que eu quis deixar claro com todos esses exemplos, é que o bullying, apesar de ter raízes nas questões escolares, está muito mais presente e disfarçado de &#8220;brincadeira&#8221; e de &#8220;descontração&#8221; em muitos locais e grupos diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa empresa, instituição, órgão, estabelecimento comercial, entre outros ambientes de trabalho, ele também ocorre, e muitas vezes de forma nada sutil, mas sim escancarada. Piadas e dizeres sarcásticos ou irônicos, podem botar tudo a perder se não forem muito bem mensurados por seu interlocutor, pesando todos os impactos do que irá fazer ou falar, passando pelos filtros da educação, do respeito, da ética e do trabalho em equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Por muito pouco, pode-se criar uma inimizade e, de repente, gerar um clima esquisito, pesado que acaba atravancando toda a rotina, muitas vezes de toda uma equipe. Como o adulto acha que deve ser forte e nunca, em hipótese alguma, admitir que está sentindo-se inferiorizado, submetido a piadas exageradas ou sendo excluído, banido, ele acaba não denunciando, vai levando, aguentando, achando que o problema vai passar, que seria &#8220;frescura&#8221; reclamar com alguém a respeito, e se cala.</p>
<p style="text-align: justify;">Após certo tempo não há retorno, nada volta a ser como antes, leve, tranquilo&#8230;num clima favorável, pois o famoso e tão usado hoje em dia &#8220;ranço&#8221; está instalado, e nada vem à claridade, tudo segue num esquema invisível, contudo, tão denso como uma massa pesada que vai segregando e fragmentando o grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso não ocorrer, ou então, quando ocorrer ser trabalhado da maneira correta, as pessoas precisam tentar entender o que está havendo e o máximo possível tentarem resolver qualquer pequeno atrito ou faísca que possa estar gerando um desconforto. Se isso não for possível e o problema seguir, o caso deve ser relatado ao RH da empresa ou então à algum responsável que possa intermediar e ajudar atuando na conciliação que se fizer necessária, como um terceiro elemento neutro, servindo de fiel da balança.</p>
<p style="text-align: justify;">Esteja atento! Pois o que mais temos visto por aí, como as lutas feministas, outras contra racismo, homofobia, gordofobia, também não deixam de ser lutas contra atitudes de bullyes, dos famosos &#8220;valentões&#8221;, que podem estar sozinhos, em grupo, ter qualquer idade, nível socioeconômico, cultural e, mesmo assim, estão impondo sofrimento, sendo carrascos sutis (ou nem tanto..) com colegas de serviço, amigos da igreja, pessoas do bairro, familiares e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu espero ter contribuído de alguma maneira para que você pense mais a respeito do bullying e de sua presença em tantos lugares e situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Volte sempre, pois a cada 15 dias temos novos artigos por aqui! Você não pode perder essa oportunidade!4</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>Vamos falar sobre bullying?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 22:33:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Saiba como ajudar seu filho a lidar com situações de bullying e como orientá-lo a não se tornar autor da prática.             Apesar de o termo ter se popularizado nas ultimas décadas, o bullying não é algo recente, pois está relatado no romance de “Oliver Twist”, do autor inglês Charles Dickens, publicado há mais de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Saiba como ajudar seu filho a lidar com situações de bullying e como orientá-lo a não se tornar autor da prática.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">            Apesar de o termo ter se popularizado nas ultimas décadas, o bullying não é algo recente, pois está relatado no romance de “Oliver Twist”, do autor inglês Charles Dickens, publicado há mais de 150 anos. A prática de intimidação ou assédio moral infanto-juvenil caracteriza-se por situações que expõem as crianças ou o adolescente ao constrangimento, agressões físicas ou verbais, intimidações, deboche, difamação, ameaças, destruição de pertences e exclusão de círculos sociais. Há também<span id="more-940"></span> o cyberbullying, caracterizado por ações na Internet para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de constranger.</p>
<p style="text-align: justify;">            Com a volta as aulas, a participação ativa dos pais ou responsáveis torna-se ainda mais importante para conter essa prática mais comum no ambiente escolar. Muitas vezes, a criança não relata o que acontece na escola. Por isso, deve-se ficar atento com sinais na pele, roupas rasgadas, pânico ou perda de interesse para ir a escola, queda no rendimento escolar, insônia ou sono agitado, comportamento agressivo ou isolamento social.</p>
<p style="text-align: justify;">            Buscar o diálogo com os filhos e estimular as amizades no ambiente escolar e a participação em grupo de amigos são cuidados importantes. O bullying pode resultar em transtornos psicológicos, timidez, ansiedade, generalizada, anorexia, bulimia, transtorno obsessivo-compulsivo, depressão e, em casos mais graves, em homicídio e suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">            Outro ponto de extrema revelância é identicar os que praticam o bullying . Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), quando o filho é autor dessa prática, os pais não devem ignorar a situação, mas sim buscar respostas para os motivos do comportamento. Quando a situação é detectada, é fundamental não reagir com violência e estimular a criança a falar sobre seus problemas e frustrações. Conhecer os amigos dos filhos, para identificar possiveis influências e conduzir o jovem para a prática de algum esporte também são formas de conter o problema. Em caso de d<strong>ú</strong>vidas, converse com o pediatra ou procure um psicólogo, pois estes profissionais poderão dar orientações específicas para cada caso.</p>
<p style="text-align: justify;">             Espero que este artigo tenha auxiliado sua aprendizagem e entendimento sobre bullying, se realmente gostou, compartilhe o link com seus amigos, familiares e em suas redes sociais! Todos merecem saber mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Forte abraço!</p>
<p>&nbsp;</p>
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