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	<title>Arquivo de bem-estar - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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		<title>Terapia online: quais as vantagens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Sep 2018 18:03:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tecnologia já possibilitou grandes mudanças em diversos setores profissionais, inclusive no da psicologia. Graças aos chats, e-mails e também às chamadas de vídeo, agora existe a opção da sessão de terapia online. Apesar de ainda ser visto com certa desconfiança, esse tipo de sessão pode trazer ótimos resultados aos pacientes, além de algumas vantagens&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A tecnologia já possibilitou grandes mudanças em diversos setores profissionais, inclusive no da psicologia. Graças aos chats, e-mails e também às chamadas de vídeo, agora existe a opção da sessão de terapia online. Apesar de ainda ser visto com certa desconfiança, esse tipo de sessão pode trazer ótimos resultados aos pacientes, além de algumas vantagens para o profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Indicaremos 5 dessas vantagens no artigo de hoje. Confira!<span id="more-1049"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Evita o deslocamento do profissional e do paciente</h3>
<p style="text-align: justify;">Um dos problemas das grandes cidades é justamente a dificuldade de locomoção, que faz com que horas sejam perdidas durante o trajeto, além do tempo necessário para estacionar o carro. Em uma sessão de terapia online isso não será uma preocupação, já que o paciente precisará apenas de um dispositivo com acesso à internet, seja em sua casa ou em outro lugar em que se sinta à vontade para que o atendimento seja realizado.</p>
<p style="text-align: justify;">A ausência da necessidade de locomoção também pode abrir grandes possibilidades, como o atendimento de pessoas de outras localidades e até de quem more no exterior.</p>
<h3 style="line-height: 125%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;"></h3>
<h3 style="line-height: 125%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;">2. Há uma flexibilidade maior de horários</h3>
<p style="line-height: 150%; margin: 0.1pt 0in; text-align: justify;">Algumas pessoas deixam de fazer terapia por conta da rotina agitada, viagens ou outros compromissos que impedem o comparecimento às sessões. Quando todo o processo é feito online isso não é um problema, já que a sessão de terapia pode ser feita em horários mais flexíveis, basta que paciente e profissional entrem em comum acordo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Os custos são reduzidos</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao analisar os custos de oferecer sessões presenciais, é possível perceber que gastos, como aluguel, água, luz, limpeza, entre outros acabam encarecendo as consultas. Já nas terapias online o profissional pode oferecê-las de qualquer lugar, cortando os custos, o que influenciará na hora de definir o preço da sessão de psicoterapia.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Promove a acessibilidade</h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com deficiência, infelizmente, ainda têm muita dificuldade para se locomover nas ruas. São muitos os obstáculos e empecilhos que podem provocar o desânimo e a desistência de um tratamento. Como nas sessões de terapia online não é necessário que elas enfrentem esses contratempos, pode-se dizer que esse tipo de atendimento promove a acessibilidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5. O paciente se sente mais confortável</h3>
<p style="text-align: justify;">O conforto é uma das principais vantagens, tanto para o paciente quanto para o psicocólogo. Em casos como síndrome do pânico e agorafobia, em que existe uma dificuldade maior em sair de casa, as sessões feitas por meio da internet permitem que esse paciente consiga dar prosseguimento na terapia mais facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, existem muitos meios para que as sessões aconteçam, como os chats, as mensagens instantâneas, as videoconferências e o psicólogo precisa sugerir a abordagem que proporcionará o conhecimento sobre o paciente e a maior abertura emocional possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que os jovens estão acostumados a relacionar-se por meio de mensagens, utilizar esse método pode fazer com que eles se sintam mais seguros para compartilhar suas emoções. No entanto, é importante ressaltar que as terapias feitas por chamadas de vídeo, em programas como o Skype, são as que mais se assemelham a presencial. Isso porque nelas o psicólogo consegue ver o paciente e analisar sua expressão corporal para conduzir o tratamento da melhor forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, uma boa maneira de conseguir ótimos resultados é combinar diferentes métodos, incluindo o vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o profissional verificar que o caso é mais complexo e precisa realmente ser feito de modo presencial, ele pode conversar com o paciente e alterar a forma como as sessões serão realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>Mindfulness – Adaptado e resumido da Revista Superinteressante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 21:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[*Por Letícia Gonzales Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">*Por Letícia Gonzales</p>
<p style="text-align: justify;">Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado. Tudo com a ajuda da respiração.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje nos EUA há mais de 500 instituições dedicadas a ensinar e praticar o Mindfulness. No Brasil, <span id="more-1040"></span>a secretaria da Educação do Espírito Santo já adotou treinamento para professores e em grandes cidades são oferecidos cursos por centros como o School of Life (‘Escola da Vida’), di suíço Alain de Botton. Os adeptos vão desde a apresentadora americana Oprah Winfrey e de jogadores da NBA como Kobe Bryant, Michael Jordan e James Lebron, até crianças de bairros pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">O leque de benefícios que adquiri com a prática é bastante amplo: o Mindfulness é capaz de diminuir dores crônicas e pressão arterial, manter o cérebro jovem (a ponto da ciência estar pesquisando sua eficácia na prevenção do Alzheimer), evitar crises de ansiedade, e depressão e aumentar a criatividade, os resultados nas escolas e no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Também auxilia na diminuição do fumo, mesmo quando a pessoa não está tentando parar, e é eficaz para tratar a síndrome do stress pós-traumático, comum a quem viveu episódios de violência (como assaltos, abusos, acidentes etc). Além de amenizar tais quadros, o Mindfulness também está associado a um efeito muito falado, contudo difícil de medir, por ser muito particular e subjetivo: o bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos entender melhor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se faz calor, você tem consciência do quão quente está. Se percebe uma música tocando no andar de baixo, registra que ouve. Se está com fome, repara no desconforto. E só. Isso seria a atenção plena. Você já sabe onde está, por exemplo, mesmo assim mapeia o ambiente e tudo que acontece à sua volta. Enquanto faz isso, não julga nada nem ninguém, ou seja, você sente o calor,mas não faz planos imediatos de ligar o ar-condicionado, ouve a música ruim do vizinho, mas não o amaldiçoa. É ter consciência e atenção ao que se passa, contudo, não necessariamente se envolver emocionalmente com cada atividade percebida, ou pensamento. Apenas observa e absorve o que se passa ao redor (principalmente dentro da sua cabeça!). Nada fácil certo? Todavia muito possível e ‘alcançável’.</p>
<p style="text-align: justify;">Também da sabedoria antiga chinesa, se chamava a atenção para os males que se enfrenta com a mania de criar expectativas. Chuang-Tzu argumentava: “Quando você participa de uma competição de arco e flecha, se o prêmio é insignificante, atira com perícia. Se o prêmio aumenta, você se atrapalha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1979 Jon Kabat-Zinn, biólogo americano, após um retiro teve a ideia de abrir uma clínica experimental com outros dois colegas e passou a ensinar técnicas budistas a pacientes com dores crônicas. Ele coloca: “as reações vieram rapidamente. Os pacientes nos diziam que aquilo havia mudado suas vidas”. Os voluntários passaram não só a relatar níveis menores de dor, como também conseguiram manter uma distância maior em relação à doença, identificando-se menos com os sintomas e mais com as pessoas que realmente eram. Do Brasil à China, bulimia, vício em drogas, ansiedade e até esquizofrenia são tratadas com a técnica.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1042" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png" alt="c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz" width="923" height="423" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png 923w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-300x137.png 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-768x352.png 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-600x275.png 600w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Drama interno:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se a calma faz tão bem, por que temos tanta dificuldade em alcançá-la? A culpa é do nosso cérebro altamente desenvolvido. Ele adora inventar.problemas onde eles não existem. Em uma crise, por menor que seja, nossa mente detecta uma situação de risco e se apronta para matar ou morrer.Acontece que, na maioria das vezes, o perigo não é iminente.</p>
<p style="text-align: justify;">São nossos cérebros racionais e criativos que imaginam a ameaça imediata. “Para o bem e para o mal, temos a capacidade de representar mentalmente as ameaças”, explica a psicóloga Érika Leonardo de Souza, que recebe muitos pacientes bipolares em seu consultório. Esse poder imaginativo nos faz reagir antes da hora e, em demasia, libera mais cortisol, o hormônio do stress.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se eu pudesse dizer ao meu cachorro que um rato vai entrar na cozinha daqui a meia hora, ele continuaria a ae lamber. Iria pular ou fugir só quando visse o roedor. Mas, se digo o mesmo a uma amiga, o sofrimento dela começa imediatamente”, afirma. Aplicar o mindfulness ajuda a distinguir pensamentos de realidade e descer os pés da cadeira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fatos comprovados:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, uma equipe liderada pela neurocientista Sara Lazar fez testes de ressonância magnética em um grupo dividido entre meditadores e não meditadores. Pela primeira vez, encontraram diferenças marcantes na estrutura física do cérebro dos dois perfis. Nos meditadores, o córtex pré-frontal tinha mais massa cinzenta, o que indica mais capacidade de memória e tomada de decisão. Além disso, os cinquentenários desse grupo pareciam ter 25 anos  de acordo com suas imagens cerebrais. Mas, ficou a dúvida, e se essas pessoas já tivessem nascido assim?</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010 seu laboratório fez uma nova pesquisa, dessa vez com apenas com pessoas que nunca haviam meditado. Ao longo de 2 meses, metade seguiu sua rotina e a outra iniciou sessões de 40 minutos diários de técnicas de respiração e visualização. Ao final das 8 semanas, o hipocampo de quem meditou havia crescido. Essa área do cérebro é uma das principais estruturas responsáveis pelo aprendizado, memória e regulação das emoções. A equipe de Lazar, que mantém laboratório em Harvard, reparou em outro resultado: a amígdala, responsável pela reação de sobrevivência, o clássico “luta ou fuga”, havia perdido tamanho. Mais um bom resultado, afinal o acionamento excessivo dessa região gera ansiedade e pode levar à ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os anos 2000, psiquiatras tratam pacientes com depressão refratária (que aparece várias vezes ao longo da vida), com o mindfulness. O médico Mark Williams, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford, na Inglaterra, foi um dos responsáveis por mesclar meditação com terapia cognitiva. A MBCT (em inglês: “terapia cognitiva baseada em mindfulness), uma sigla de sucesso. Estudos mostraram que ela tem resultados tão bons quanto o uso de remédios. Hoje o governo do Reino Unido a recomenda como primeira opção na prevenção de novas crises.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1043" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5.jpg" alt="226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5" width="552" height="414" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BÔNUS:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos exercitar?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos exercícios sugeridos na matéria da revista é este abaixo, que deixaremos para vocês como um presente para praticarem sempre que quiserem e quando estiverem com dificuldades para dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que gostem e que consigam bons resultados! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meditação/relaxamento para a hora de dormir:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Embaixo das cobertas, de barriga para cima e olhos fechados, repare em como o corpo se sente: leve ou agitado? Tenso ou relaxado? Agora, relembre cada momento do seu dia , como num filme: levantou, tomou café, saiu de casa etc.</li>
<li>Não é preciso mais do que 30 segundos para percorrer o dia todo e chegar no momento presente. Respire profundamente e, ao exalar, sinta o corpo afundando um pouco mais na cama, como se estivesse sendo anestesiado, ficando solto.</li>
<li>Então, começando pelos pés, imagine “desligar” músculo por músculo, parte por parte, desde os dedos até a testa. Se ainda não estiver dormindo quando terminar, comece a contar, lentamente, de mil até zero (1000, 999, 998, 997&#8230;).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência bibliográfica: </strong>SUPERINTERESSANTE, edição nº 365, de setembro de 2016. (ISSN 0104-1789), ano 30, nº 11. É uma publicação da Editora Abril.</p>
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		<title>Transtorno de ansiedade social: o que é isso e como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 20:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade social]]></category>
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					<description><![CDATA[Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público? É o caso de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ficar ansioso antes de um encontro, uma entrevista de trabalho ou uma apresentação é normal e faz parte do cotidiano, mas o que fazer quando essa ansiedade se torna excessiva e se estende até para as atividades diárias mais corriqueiras, como fazer um pedido para o garçom ou comer em público?</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de quem sofre do transtorno de ansiedade social, também chamada de fobia social ou sociofobia. Trata-se de medo, preocupação e <span id="more-1029"></span>ansiedade excessivos relacionados às interações e situações sociais. Só o fato de estar em um ambiente com outras pessoas já provoca incômodo e aflição.</p>
<p style="text-align: justify;">A fobia social é mais comum do que se imagina. Aprofunde seus conhecimentos sobre a ansiedade social com as informações a seguir.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são os sintomas?</h3>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas se dividem entre físicos, comportamentais e emocionais. O indivíduo pode se sentir vigiado e muito desconfortável ao compartilhar o mesmo ambiente ou interagir, temendo ser julgado e vivenciar situações constrangedoras; pode evitar até mesmo comer e trabalhar na presença de outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça os sintomas mais comuns!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Físicos</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Apresentar tremedeira e náuseas;</li>
<li>sensação de desmaio;</li>
<li>diarreia e dor abdominal;</li>
<li>dor de cabeça;</li>
<li>tensão muscular;</li>
<li>batimentos cardíacos acelerados;</li>
<li>mãos suadas e frias;</li>
<li>garganta e boca secas;</li>
<li>suor em excesso;</li>
<li>rubor na face.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Comportamentais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar contato visual;</li>
<li>evitar a todo custo ser o centro das atenções, seja deixando de ir a certos eventos sociais ou evitando falar sobre qualquer coisa;</li>
<li>ficar confuso e atrapalhado;</li>
<li>hesitar e gaguejar ao falar, soar trêmulo;</li>
<li>locomover-se ou gesticular de forma pouco natural;</li>
<li>evitar lugares cheios onde, geralmente, há interações sociais.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Emocionais</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sentir um medo irracional ao pensar que vai interagir com outras pessoas, especialmente desconhecidos ou indivíduos que ocupem posições superiores à ele;</li>
<li>perceber que está ansioso e ficar ainda mais ansioso e apavorado por não conseguir conter o medo e a preocupação;</li>
<li>medo excessivo de ser julgado, criticado, analisado, humilhado, passar vergonha e ser expor ao ridículo;</li>
<li>enfrentar um ciclo vicioso em que se sente extremamente ansioso e preocupado antes das situações sociais e libera uma onda de pensamentos negativos direcionados a si mesmo que são reforçados durante e após as interações sociais;</li>
<li>baixa autoestima e relacionamento intra e interpessoais deficientes.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são as causas?</h3>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de ansiedade social se manifesta com mais frequência durante a adolescência, mas pode aparecer em qualquer fase da vida. Caso não seja tratada, tende a piorar com o tempo e levar ao isolamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns fatores podem contribuir para que uma pessoa desenvolva a fobia social. Entre eles: pais que sofrem do mesmo problema, vivenciar situações de humilhação, rejeição e bullying durante a infância, traumas relacionados a abusos sexuais e emocionais, entre outras experiências negativas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como é feito o diagnóstico?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Para realizar o diagnóstico, o médico pode pedir ao paciente que responda a um questionário que aborde os sintomas e frequência com que se repetem. Os sintomas físicos que o paciente apresenta, fazem com que o profissional da saúde em questão solicite outros tipos de exames para excluir problemas de saúde de ordem física e comprovar se os sintomas apresentados realmente derivam de fenômenos psicológicos e emocionais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como a fobia social é tratada?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Os tratamentos disponíveis podem aumentar consideravelmente a qualidade de vida do paciente. A psicoterapia é uma possibilidade, mas há também os medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na psicoterapia há diferentes técnicas que tem por objetivo reeducar a percepção que o paciente tem de si e dos outros e treinar a exposição e interação social. Entre elas podemos citar a terapia cognitiva comportamental, dissolução gradual das distorções cognitivas e o treinamento de habilidades sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos medicamentos, podem ser receitados ansiolíticos e antidepressivos; em situações mais severas também se pode fazer uso de anticonvulsivantes e betabloqueadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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		<title>Equilíbrio Emocional evita complicações na saúde física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 21:26:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O corpo humano possui uma espécie de conexão com a mente. Em situações de estresse ou ansiedade, o corpo pode reagir emitindo um alerta de que algo não está normal. Um evento estressante, por exemplo, pode elevar a pressão arterial. Períodos emocionalmente difíceis são capazes de debilitar o sistema imunológico, deixando-o mais suscetível a resfriados&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O corpo humano possui uma espécie de conexão com a mente. Em situações de estresse ou ansiedade, o corpo pode reagir emitindo um alerta de que algo não está normal. Um evento estressante, por exemplo, pode elevar a pressão arterial. Períodos emocionalmente difíceis são capazes de debilitar o sistema imunológico, deixando-o mais suscetível a<span id="more-896"></span> resfriados e outras infecções. Além disso, quando se está estressado ou ansioso, os cuidados com a saúde costumam deixar de ser prioridade, como praticar exercícios e fazer refeições nutritivas, o que acaba por debilitar ainda mais o corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se um ou mais dos sinais acima têm aparecido com frequência, converse com médico ou psicólogo. Avalie antecipadamente como está a sua rotina e se ocorrerem episódios que fugiram do habitual. Durante a consulta lembre-se de mencionar os sentimentos que você identificou. O médico será capaz de certificar se algum problema de saúde está causando esses sintomas físicos ou se podem ser causas emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os sintomas abaixo costumam estar associados ao desequilíbrio da saúde emocional:<br />
</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Mudança repentina no apetite</li>
<li>Insônia</li>
<li>Cansaço extremo</li>
<li>Impotência Sexual</li>
<li>Ganho ou perda repentina de peso</li>
<li>Dores de cabeça</li>
<li>Torcicolo</li>
<li>Palpitações (sensação de que o coração está acelerado)</li>
<li>Pressão arterial alta</li>
<li>Suor excessivo</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Busque reconhecer suas emoções. Ao identificar o que está ocasionando tristeza, estresse ou ansiedade ficará mais fácil gerenciar sua saúde emocional.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Expresse os sentimentos de angústia, pois mantê-los escondidos pode fazer com que você se sinta mal. Se necessário, peça ajuda profissional de um médico ou psicólogo.</li>
<li>Viva uma vida equilibrada, não fique obcecado com os problemas de trabalho, da escola ou de casa. Isso não quer dizer que você precisa fingir estar feliz quando se sente estressado, ansioso ou aborrecido, mas procure se concentrar também nas coisas positivas que ocorrem na vida.</li>
<li>Seja resiliente, assim ficará mais fácil lidar com o estresse de forma saudável. Mantenha visão positiva de si, aceite mudanças e busque enxergar todas as perspectivas de um acontecimento, não apenas as negativas.</li>
<li>Reserve períodos para acalmar o corpo – aprenda métodos de relaxamento, como meditação e yoga, que são formas de equilibrar as emoções.</li>
<li>Tenha uma rotina regular de alimentação e preze por ingerir alimentos saudáveis. Durma o suficiente e exercite-se regularmente para aliviar a tensão. Evite excessos e álcool, que podem gerar outros problemas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Espero que este artigo tenha valido a pena para você ou talvez para alguém que você conheça! Não se esqueça de deixar seu comentário! Sinta-se à vontade caso queira compartilhar esse conteúdo em suas redes sociais!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>Você sabe o que é serotonina e quais são seus efeitos em nosso corpo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Sep 2017 16:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[cerebro]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[neurotransmissor]]></category>
		<category><![CDATA[serotonina]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é a serotonina? A serotonina é mais comumente conhecida como um neurotransmissor, embora alguns considerem esse processo químico como sendo um hormônio. É principalmente encontrada no cérebro, intestinos e plaquetas sanguíneas. Ela é conhecida principalmente por ser ativa na constrição músculos lisos, transmitir impulsos entre as células nervosas, regulando assim os processos cíclicos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">O que é a serotonina?</h3>
<p style="text-align: justify;">A serotonina é mais comumente conhecida como um neurotransmissor, embora alguns considerem esse processo químico como sendo um hormônio. É principalmente encontrada no cérebro, intestinos e plaquetas sanguíneas. Ela é conhecida principalmente por <span id="more-787"></span>ser ativa na constrição músculos lisos, transmitir impulsos entre as células nervosas, regulando assim os processos cíclicos do corpo e contribuindo para o bem-estar e felicidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;">De onde vem a serotonina ?</h3>
<p style="text-align: justify;">A serotonina é fabricada no cérebro e nos intestinos. A maioria da serotonina do corpo, entre 80-90%, pode ser encontrada no trato gastrointestinal (TGI). Pode-se encontrar serotonina também nas plaquetas do sangue e no Sistema Nervoso Central (SNC).</p>
<p style="text-align: justify;">A serotonina não pode atravessar a barreira sangue-cérebro, portanto, a serotonina utilizada  no interior do cérebro deve ser produzida dentro do próprio cérebro.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que a serotonina faz?</h3>
<p style="text-align: justify;">Como um neurotransmissor, a serotonina transmite sinais entre as células nervosas (neurônios), regulando sua intensidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredita-se que a serotonina tenha um papel chave no sistema central, assim como no funcionamento do corpo, em especial o trato gastrointestinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos encontraram ligação entre a serotonina e o metabolismo dos ossos, bem como a produção de leite materno e a regeneração do fígado e divisão celular.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Funções da serotonina</h3>
<p style="text-align: justify;">Sendo um neurotransmissor, a serotonina influencia, direta e indiretamente a maioria das células cerebrais.  Abaixo, uma lista de coisas que podem ser afetadas pela serotonina:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Função do intestino.</strong> A maior parte da serotonina do organismo é encontrada no trato gastrointestinal onde regula a função intestinal e movimentos. Também desempenha um papel na redução do apetite ao mesmo tempo que consome uma refeição.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Humor.</strong> A serotonina é mais conhecida por seu papel no cérebro, onde atua efetivamente no humor, ansiedade e felicidade. Alterações ilícitas do humor, como o uso de drogas como o Ecstasy e o LSD causam um aumento nos níveis de serotonina.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Coagulação.</strong> Seu terceiro papel mais importante é a formação de coágulos sanguíneos. A serotonina é libertada pelas plaquetas quando há ferimento, e a vasoconstrição resultante reduz o fluxo de sangue e ajuda na formação de coágulos sanguíneos.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Náuseas</strong>. Se você comer algo que é tóxico ou irritante, o estômago irá produzir mais serotonina para aumentar o tempo de digestão e expulsar a substância irritante na forma de diarreia. Este aumento nos níveis de serotonina no sangue também pode provocar náuseas, já que estimula esta aérea do cérebro.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>A densidade óssea.</strong> Estudos mostraram que um nível elevado persistente de serotonina nos ossos pode levar a um aumento em osteoporose.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>A função sexual.</strong> Baixar os níveis de serotonina em pacientes que apresentam intoxicação do hormônio também pode contribuir para o aumento associado da libido, enquanto aqueles que tomam a medicação para aumentam os níveis de serotonina apresentam uma redução da libido sexual.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Serotonina e depressão</h3>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe precisamente o que causa a depressão.  Acredita-se que seja um provável desequilíbrio de neurotransmissores ou hormônios no organismo que podem levar ao transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma associação tem sido feita entre depressão e serotonina,</span> embora os cientistas não tenham certeza se a diminuição dos níveis de serotonina causem a depressão, ou a depressão cause uma diminuição dos níveis de serotonina.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja possível medir o nível de serotonina no sangue, não é possível medir os níveis de serotonina no cérebro. Os pesquisadores não sabem se os níveis de serotonina na corrente sanguínea refletem os níveis de serotonina no cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredita-se  que  medicamentos tais como inibidores seletivos da receptação da serotonina (SSRIs) que podem afetar os níveis de serotonina no corpo agem  como antidepressivos e são confiáveis para destacar os sintomas da depressão.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Maneiras naturais de aumentar os níveis de serotonina</h3>
<p style="text-align: justify;">Bem como SSRIs e drogas ilegais, acredita-se que existam <span style="color: #000000;">outras formas de aumentar os níveis de serotonina no corpo.</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Indução de humor</strong>: Mudanças de pensamento, seja com psicoterapia ou autoindução podem aumentar os níveis de serotonina se a relação entre a síntese da serotonina e o humor forem comprovadas.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Luz</strong>: Já usada como um tratamento para o Transtorno afetivo sazonal, alguns estudos sugerem que a luz também pode ser usada para tratar a depressão</li>
<li><strong>Exercício</strong>: O exercício tem um efeito antidepressivo, e algumas pesquisas sugerem que pode aumentar a função da serotonina no cérebro.</li>
<li><strong>Dieta</strong>: alimentos que têm níveis mais elevados de triptofano do que outros podem estar ligados a melhora do humor e cognição, possivelmente devido ao aumento dos níveis de serotonina.</li>
<li><strong>Acupuntura</strong>: estudos básicos mostram aumento dos níveis de serotonina em ratos e animais submetidos à acupuntura real.</li>
</ul>
<div class="su-spacer" style="text-align: justify;">
<p>Todas essas aéreas requerem um estudo mais aprofundado, já que todo o conhecimento sobre esses assuntos ainda é especulativo.</p>
<p>Há ainda muito que não conhecemos sobre a serotonina. As dificuldades envolvendo o estudo do  cérebro significam que  ainda demorará um pouco para que o conhecimento pleno sobre a serotonina possa ser adquirido.</p>
</div>
<div class="su-spacer" style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Espero que este conteúdo tenha lhe sido útil de alguma forma! Se achou esse assunto importante, compartilhe nas suas redes sociais. E volte sempre, pois a cada 10 dias temos um novo post recheado de informações bacanas!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços!</p>
</div>
<div class="su-spacer" style="text-align: justify;"></div>
<div class="su-spacer" style="text-align: justify;"></div>
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		<item>
		<title>Será que o Coaching (ou qualquer programa de desenvolvimento humano) é para mim? 3 condições para responder SIM!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2017 15:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[emocional]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas pessoas pensam que o coaching (ou qualquer programa de desenvolvimento humano &#8211; mentorias, imersões, cursos etc) serve apenas para ajudar profissionais, líderes, gente que está trabalhando em empresas e por aí vai. Sim, todos esses programas de desenvolvimento pessoal e profissional também são direcionados às necessidades de líderes, gestores, contudo, a abrangência destes é&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas pensam que o coaching (ou qualquer programa de desenvolvimento humano &#8211; mentorias, imersões, cursos etc) serve apenas para ajudar profissionais, líderes, gente que está trabalhando em empresas e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, todos esses programas de desenvolvimento pessoal e profissional também são direcionados às necessidades de líderes, gestores, contudo, a abrangência destes é muito mais ampla e versátil!</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar o coaching é um processo que visa mudanças significativas na vida do cliente no AQUI e AGORA, sejam essas mudanças no campo profissional ou pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em posse desse conhecimento, com certeza você já consegue vislumbrar e entender melhor se você está apto ou não a fazer parte de um processo de coaching (ou mentoria&#8230;e por aí vai!. Certo?! Então, sem mais delongas, aí vão as três condições básicas e importantes que farão você ter certeza absoluta de que caminho seguir quando se trata desse &#8220;bicho&#8221; do coaching:<span id="more-2488"></span></p>
<h3>1ª condição &#8211; Saúde psicológica e emocional:</h3>
<p style="text-align: justify;">O coaching tem muito a oferecer para pessoas que se sentem, até certo ponto, desnorteadas e perdidas com relação à certos objetivos, focos e maneiras de caminhar (tanto na vida pessoal, quanto profissional), contudo, caso você esteja enfrentando uma depressão, um transtorno patológico de ansiedade ou alguma questão desse tipo, primeiramente você vai precisar cuidar de sua saúde emocional através de psicoterapia e provavelmente através também de uma medicação para que, em breve, você esteja em condições físicas, psicológicas e emocionais de começar e redesenhar suas expectativas, seus objetivos. Claro que existem outras formas de superar fases como essa como a meditação, exercícios físicos etc, mas estou propondo aqui o caminho que mais conheço e tenho certeza dos resultados&#8230;Por isso citei a psicoterapia e as medicações psiquiátricas, afinal sou psicóloga também! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para começar a entender melhor se você está com depressão ou tem enfrentado alguma patologia relacionada à ansiedade ou outros transtornos emocionais, seguem alguns links que ajudarão com certeza:</p>
<p><strong><a href="http://bemvivermais.com/2016/07/01/sera-que-voce-realmente-sabe-o-que-e-depressao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">-Depressão &#8211; Clique aqui e fique por dentro.</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://bemvivermais.com/2016/07/09/ansiedade-vila-do-mundo-moderno/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">-Ansiedade &#8211; Clique aqui e fique por dentro.</a></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">2ª condição &#8211; Disponibilidade e comprometimento:</h3>
<p style="text-align: justify;">É necessário que você <strong>queira muito</strong> começar esse processo (mentoria, coaching, curso etc) e, após inciá-lo, ser fiel à ele até o fim. Ou seja, no mínimo você vai precisar de 1 hora e meia por semana para cada sessão, ou mais, dependendo do que for desenvolvido e do tempo de deslocamento, caso as sessões não sejam online. E após as sessões, você precisará estar atent@ às suas ações e formas de pensar e decidir suas ações (o que sabemos ser algo exigente), focando nas mudanças necessárias que deseja fazer em sua vida e nas ações que praticará com o coach/mentor/especialista para alcançar tais metas e objetivos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">3ª condição &#8211; Financeira (aquela que ninguém gosta muito de ficar falando a respeito&#8230;):</h3>
<p style="text-align: justify;">Você precisará fazer um investimento, como em qualquer outro tipo de serviço que já contratou (afinal é uma troca como em qualquer outra compra que você faça, porém, você estará recebendo transformação ao invés de um livro que se pega numa prateleira), esse investimento será em você e nos seus resultados daqui em diante.</p>
<p style="text-align: justify;">O profissional facilita e guia o processo, fornecendo ferramentas e reflexões, através de técnicas reconhecidas e do seu know-how, sua expertise consolidada, contudo, os insights, as percepções que você terá a partir disso (e o que elas despertarão em você, seja no sentido do pensar diferentemente ou de fazer algo diferente a partir disso), são questões que muito particulares, que para cada pessoa ocorre de uma determinada maneira, num ritmo pessoal, a partir de sua subjetividade (sua experiência e história de vida e como você a internalizou em cada momento).</p>
<p style="text-align: justify;">A sua ação poderá lhe inspirar a fazer e melhorar cada vez mais, contudo, antes de fazer essa aposta em si mesmo, um investimento financeiro marca a importância desse processo e do início dessa jornada. Cada profissional possui sua forma particular de cobrar por esse serviço, mas tenho certeza que você encontrará o melhor e que se encaixará perfeitamente às suas condições e necessidades!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora sim tenho certeza de que você já pode dizer, sem sombra de dúvida, que&#8230;SIM, o programa é para você!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
Instagram: @natceara<br />
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
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		<item>
		<title>Dependência emocional: 5 formas para ser menos dependente</title>
		<link>https://bemvivermais.com/dependencia-emocional-5-formas-para-ser-menos-dependente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 18:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos de Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[amor proprio]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[necessidades emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A dependência emocional acontece quando alguém depende de outro para ser feliz, para se sentir bem, para se sentir amada, para tomar suas próprias decisões. Pode ser um sofrimento leve e quase imperceptível ou até um transtorno mental que exige tratamento. O começo da mudança acontece quando a pessoa consegue se valorizar. Como diz Osho:&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A dependência emocional acontece quando alguém depende de outro para ser feliz, para se sentir bem, para se sentir amada, para tomar suas próprias decisões. Pode ser um sofrimento leve e quase imperceptível ou até um transtorno mental que exige tratamento. O começo da mudança acontece quando a pessoa consegue se valorizar. Como diz Osho: “Se você é capaz de ser feliz quando está sozinho, você aprendeu o segredo de ser feliz”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é dependência emocional?</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Mental Health America, uma associação americana sem fins lucrativos, “a co-dependência ou a dependência emocional é uma condição emocional ou comportamental que afeta a habilidade do indivíduo<span id="more-591"></span> de ter um relacionamento saudável e mutualmente satisfatório”. Por esta definição, começamos a ver que a dependência emocional terá impactos negativos não só para a pessoa que sofre, mas também para o seu parceiro ou parceira.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma definição mais clara e ligada à psicologia diz que a co-dependência ou a dependência emocional é “uma condição psicológica ou um relacionamento no qual a pessoa é controlada ou manipulada por outra que é afetada por uma condição patológica”. Neste sentido, a dependência emocional já poderia ser considerada uma condição patológica, que exige cuidados e tratamento. Nem sempre é o caso, porém, é importante considerar a possibilidade de se tratar de um transtorno mental. Segundo o DSM-5, os critérios diagnósticos para o Transtorno de Personalidade Dependente são:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtorno de Personalidade Dependente – DSM-5</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma necessidade difusa e excessiva de ser cuidado que leva a comportamentos de submissão e apego que surge no início da vida adulta e esta´presenta em vários contextos, conforme indicado por cinco (ou mais) dos seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Tem dificuldades em tomar decisões cotidianas sem uma quantidade excessiva de conselhos e reasseguramento de outros.</p>
<p style="text-align: justify;">2) Precisa que outros assumam responsabilidade pela maior parte das principais áreas de sua vida</p>
<p style="text-align: justify;">3) Tem dificuldade em manifestar desacordo com outros devido a medo de perder apoio ou aprovação (Nota: não incluir os medos reais de retaliação).</p>
<p style="text-align: justify;">4) Apresenta dificuldade em iniciar projetos ou fazer coisas por conta própria (devido a falta de autoconfiança em seu julgamento ou em suas capacidade do que a falta de motivação ou energia).</p>
<p style="text-align: justify;">5) Vai a extremos para obter carinho e apoio de outros, a ponto de voluntariar-se para fazer coisas desagradáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">6) Sente-se desconfortável ou desamparo quando sozinho devido a temores exagerados de ser incapaz de cuidar de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">7) Busca com urgência outro relacionamento como fonte de cuidado e amparo logo após término de um relacionamento íntimo.</p>
<p style="text-align: justify;">8) Tem preocupações irreais com medos de ser abandonado à própria sorte.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5 formas para se tornar menos dependente</h2>
<p style="text-align: justify;">Sendo ou não um transtorno mental, exigindo ou não um tratamento mais especializado, as dicas a seguir podem ajudar qualquer um a ser menos dependente e <strong>t<strong>ambém</strong></strong> a diminuir o sofrimento causado pela dependência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Consciência da dependência emocional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A consciência da dependência emocional é o primeiro passo para começar a superar os sentimentos. Sem ter consciência do que está acontecendo, tudo vai continuar como está e o sofrimento tenderá a continuar. Ao passo que se uma mudança for buscada, ela pode ocorrer com o aumento da autoestima, da autovalorização e com a ajuda da psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Reconheça o seu valor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça o seu valor-próprio e trabalhe para aumentar a autoestima, que pode ser melhorada com o foco em pensamentos positivos sobre si mesmo, percebendo suas limitações bem como suas conquistas, estabelecendo metas e objetivos, ajudando outros e fazendo o que te faz sentir bem. Aceite as suas decisões e observe a sua capacidade de fazer o que é melhor para você e busque ajuda se precisar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Perceba que você tem o controle de si</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Perceba que você tem o controle de si, incluindo seus sentimentos, emoções e ações. Algumas vezes acontecem eventos na vida que são incontroláveis, mas você precisa perceber o que você pode controlar. Não permita que outra pessoa controle o caminho que você deve seguir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) Reconheça as suas necessidades emocionais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça as suas necessidades emocionais e não dependa de uma única pessoa. Ou seja, trabalhe para construir uma rede de relacionamentos (amizades, colegas, familiares) e também considere a importância de fazer terapia. Afinal, na terapia podemos falar coisas que não falaríamos em outros tipos de relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5) Não programe o seu dia-a-dia dependendo da outra pessoa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Perceba que você também possui necessidades que são importantes e você precisa ter controle da sua própria vida e fazer as suas coisas independente dos outros. Você pode se comprometer e reconhecer as necessidades do outro, mas você tem que se lembrar igualmente que você tem que viver sua vida além do relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vida é mais bonita com amor, mas é mais saudável quando estamos bens com nós mesmos. Não podemos manter uma relação sã se não nos desenvolvermos como pessoas. <strong>Quando você ama a si mesmo e não precisa de mais ninguém, é quando está preparado para amar os outros de maneira saudável. </strong>Todos gostariam de ter o par ideal, uma pessoa para amar… Mas <strong>uma coisa é “necessitar”, e outra muito diferente é “desejar”. </strong>Quando você necessita, não dá certo pois você não ama a si mesmo e, assim não poderá amar os demais de maneira madura e saudável. <strong>Devemos aprender a aproveitar a vida sozinhos.</strong> Há inúmeras coisas a se fazer! Desenvolva suas habilidades, cultive seu futuro, dedique tempo aos hobbies, faça amizades, viaje, olhe ao seu redor e aproveite as pequenas coisas. E acima de tudo, <strong>cuide e ame a si mesmo como você merece.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Espero que de alguma forma você tenha percebido questões importantes com esse texto e passe a analisar como se sente e como está agindo com relação à tudo isso. Se gostou, compartilhe nas suas redes! Pode ter mais pessoas interessadas!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Amizade faz bem a saúde!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2017 00:49:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em busca de uma vida melhor, muitas pessoas gastam dinheiro com livros de autoajuda, horas em sessões de terapia e consultas médicas e até em remédios naturais. Mas existe uma poderosa &#8211; e gratuita! &#8211; arma secreta que pode ajudar a combater doenças como a depressão e ainda diminuir o envelhecimento precoce: os amigos! De&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em busca de uma vida melhor, muitas pessoas gastam dinheiro com livros de autoajuda, horas em sessões de terapia e consultas médicas e até em remédios naturais. Mas existe uma poderosa &#8211; e gratuita! &#8211; arma secreta que pode ajudar a combater doenças como a depressão e ainda diminuir o envelhecimento precoce: os amigos! De acordo com a publicação <em>Madame Noir </em>, diversos estudos conduzidos ao redor do mundo têm indicado<span id="more-543"></span> que eles não apenas melhoram a qualidade de vida como de fato podem fazer com que você viva mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, revela que quem tem uma boa rede de amigos tem 50% de chance a mais de ter uma vida longa. O estudo, publicado recentemente pela revista especializada Plos Medicine, sugere que ter poucos amigos pode ser tão prejudicial à saúde de uma pessoa como fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoólatra. Segundo a pesquisa, a amizade traz bem-estar e vontade de se cuidar mais. Na opinião do psicólogo Harmut Gunther, professor da Universidade de Brasília, isso acontece porque quem tem uma boa rede social pode recorrer aos amigos para superar momentos de tristeza, o que diminui a chance de depressão, por exemplo.</p>
<p>&#8220;Essas tristezas contribuem para baixar qualidade de vida e qualidade da própria saúde da pessoa, então, tendo mais amigos a chance de você encontrar alguém que lhe anima aumenta. Então, nesse sentido, para mim o resultado faz todo sentido.&#8221;</p>
<p>Por isso, o professor Harmut Gunther ressalta que não é aconselhável se afastar dos amigos, mesmo com as inevitáveis mudanças da vida como casamento ou mudança de estado ou país. Nesse estudo, os cientistas analisaram 300 mil pessoas em quatro continentes em um período de sete anos. Aqueles que mantinham redes sociais mais fortes se saíram melhor em resultados de saúde e expectativa de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Descubra aqui alguns beneficios que as amizades trazem para nossas vidas:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1- </strong><strong>Melhora geral na saúde:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, estudiosos de Harvard concluíram que fortes laços de amizade mantém a saúde cerebral conforme envelhecemos. Outra pesquisa com 15 mil pessoas acima dos 50 anos mostrou que a memória dos socialmente ativos era melhor do que entre os mais solitários.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2- Força para lutar contra o câncer:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 2006, um estudo com quase três mil enfermeiras com câncer de mama concluiu que mulheres sem amigos próximas tinham quatro vezes mais chances de morrer da doença do que as que possuíam 10 ou mais amigos. A amizade era encarada como uma forma de proteção. Nem mesmo a presença do cônjuge foi associada à sobrevivência.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3- Melhora na resposta imunológica:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com menos amigos têm quase o dobro de chance de morrer de doenças do coração e são duas vezes mais propensas a contrair gripes e resfriados &#8211; mesmo que estejam menos expostas aos germes por terem menos contato social.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4- Recuperação mais rápida:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Cientistas que estudaram 42 casais em que um cônjuge possuía algum ferimento concluíram que as pessoas que se sentiam hostilizadas pelo parceiro demoraram o dobro de tempo para se curarem. O estudo mostrou ainda que nosso bem-estar social pode determinar se vamos ter uma recuperação rápida ou demorada de ferimentos mais graves ou mesmo de uma cirurgia.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5- Contato social tem dose mínima indicada:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Diversas pesquisas sugerem que, para manter nossa saúde, devemos interagir com outras pessoas por pelo menos seis horas por dia. Esse contato aumenta a sensação de bem estar e diminui preocupações e o estresse. Missão impossível? Preencha suas cota diária com um bate papo no café, almoço com os colegas do trabalho, conversas ao telefone, enviar e-mails e torpedos etc.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6- Manter a visão positiva:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, pesquisadores avaliaram 34 estudantes na Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, levando-os para uma colina íngreme e colocando mochilas pesadas em suas costas. Depois, perguntaram a eles quão acentuado era o declive. Os estudantes que se mantiveram perto de amigos acreditavam que o declive era menor do que na realidade. O estudo concluiu que ter amigos a quem recorrer faz com que os problemas pareçam menores e a sua vida fique melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">A <span style="color: #000000;">amizade</span> é uma das formas de aprimoramento do ser humano. Ela rompe as fronteiras do preconceito e torna-se essencial, seja entre colegas, vizinhos, pais e filhos, irmãos, namorados ou marido e mulher. E o seu corpo agradece: ter amigos traz benefícios tanto para a saúde mental como física.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que este conteúdo tenha lhe sido útil de alguma forma! Se achou esse assunto importante, compartilhe nas suas redes sociais e volte sempre, pois a cada 10 dias temos um novo post com muitas informações legais!</p>
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		<title>Tudo que você precisa saber sobre o  Autismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 21:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é Autismo? O autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação e interação social. Por ser um distúrbio com diferentes níveis de comprometimento, recebe o nome de “espectro autista” – para entender melhor, imagine um dégradé, que vai de cores&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é Autismo?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação e interação social.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser um distúrbio com diferentes níveis de comprometimento, recebe o nome de “espectro autista” – para entender melhor, imagine um dégradé, que vai de cores muito escuras, em que se encontram os casos mais graves, até os tons mais claros.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de os sinais do transtorno variarem, há três comprometimentos que são considerados mais comuns. O primeiro é na <strong>interação social,</strong> ou seja, no modo de se relacionar com outras crianças, adultos ou com o meio ambiente. “Uma das teorias que explica esse comportamento afirma que o autista tem dificuldade de entender o outro e de se colocar no lugar de alguém. Não compreende sentimentos e vontades, por isso se isola”, afirma Daniel Sousa Filho, psiquiatra da infância e da adolescência (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo sintoma recorrente é a<strong> </strong><strong>dificuldade na comunicação</strong>:<strong> </strong>há crianças que não desenvolvem a fala e outras <span id="more-431"></span>que têm ecolalia (fala repetitiva). Como terceiro sinal, há a questão <strong>comportamental</strong>: as ações podem ser estereotipadas, repetitivas. Qualquer mudança na rotina passa a ser incômoda para a criança. Imagine que a mãe sempre vá buscar o filho na escola. Certo dia, é o avô quem vai pegá-la no colégio – e altera a rota de sempre. Pode ser que ela, diante dessa mudança, fique agitada e grite, por exemplo. Isso acontece porque a rotina é um “mapa” usado pelo autista para reconhecer o mundo. Se algum traço desse caminho for alterado, a criança vai reagir.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">As causas do autismo ainda são desconhecidas, mas a pesquisa na área é cada vez mais intensa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genética e agentes externos desempenham um papel chave nas causas do transtorno. De acordo com a Associação Médica Americana, a chance de uma criança desenvolver autismo por causa da herança genética é de 50%, sendo que a outra metade dos casos pode corresponder a fatores exógenos, como o ambiente de criação.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer maneira, muitos genes parecem estar envolvidos nas causas do autismo. Alguns tornam as crianças mais suscetíveis ao transtorno, outros afetam o desenvolvimento do cérebro e a comunicação entre os neurônios. Outros, ainda, determinam a gravidade dos sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos fatores externos que possam contribuir para o surgimento do transtorno estão a poluição do ar, complicações durante a gravidez, infecções causadas por vírus, alterações no trato digestório, contaminação por mercúrio e sensibilidade a vacinas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas de Autismo</h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos. As crianças com autismo normalmente têm dificuldade em:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Brincar de faz de conta</li>
<li>Interações sociais</li>
<li>Comunicação verbal e não verbal</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Algumas crianças com autismo parecem normais antes de um ou dois anos, mas de repente &#8220;regridem&#8221; e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa com autismo pode:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis</li>
<li>Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina</li>
<li>Fazer movimentos corporais repetitivos</li>
<li>Demonstrar apego anormal aos objetos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas do autismo podem variar de moderados a graves.</p>
<p style="text-align: justify;">Os problemas de comunicação no autismo podem incluir:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não poder iniciar ou manter uma conversa social</li>
<li>Comunicar-se com gestos em vez de palavras</li>
<li>Desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la</li>
<li>Não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando</li>
<li>Não se referir a si mesmo de forma correta (por exemplo, dizer &#8220;você quer água&#8221; quando a criança quer dizer &#8220;eu quero água&#8221;)</li>
<li>Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida)</li>
<li>Repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais</li>
<li>Usar rimas sem sentido</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Existem diversos sintomas que podem indicar autismo, e nem sempre a criança apresentará todos eles. Entre os grupos de sintomas que podem afetar uma pessoa com autismo estão:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Interação social</strong></h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não faz amigos</li>
<li>Não participa de jogos interativos</li>
<li>É retraído</li>
<li>Pode não responder a contato visual e sorrisos ou evitar o contato visual</li>
<li>Pode tratar as pessoas como se fossem objetos</li>
<li>Prefere ficar sozinho, em vez de acompanhado</li>
<li>Mostra falta de empatia</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Resposta a informações sensoriais</strong></h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não se assusta com sons altos</li>
<li>Tem a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos</li>
<li>Pode achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos</li>
<li>Pode evitar contato físico por ser muito estimulante ou opressivo</li>
<li>Esfrega as superfícies, põe a boca nos objetos ou os lambe</li>
<li>Parece ter um aumento ou diminuição na resposta à dor</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Brincadeiras</strong></h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não imita as ações dos outros</li>
<li>Prefere brincadeiras solitárias ou ritualistas</li>
<li>Não faz brincadeiras de faz de conta ou imaginação</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Comportamentos</strong></h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Acessos de raiva intensos</li>
<li>Fica preso em um único assunto ou tarefa (perseverança)</li>
<li>Baixa capacidade de atenção</li>
<li>Poucos interesses</li>
<li>É hiperativo ou muito passivo</li>
<li>Comportamento agressivo com outras pessoas ou consigo</li>
<li>Necessidade intensa de repetição</li>
<li>Faz movimentos corporais repetitivos</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Uma estimativa feita em 2010, cujos resultados acabaram de ser divulgados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças, nos Estados Unidos, mostrou que 1 em cada 68 crianças são diagnosticadas com autismo no país &#8211; 30% a mais do que em 2008. No entanto, o diagnóstico não é tão simples assim. Isso porque não há um exame específico que indique o transtorno – a avaliação deve ser clínica e feita por uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogo, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. É comum, ainda, que os sintomas sejam confundidos com surdez (já que a criança não responde aos estímulos), deficiência intelectual e problemas de linguagem.</p>
<p>Por isso, mediante qualquer desconfiança sobre desenvolvimento do seu filho, procure um especialista. “Quanto mais precoce começar as intervenções, melhor o prognóstico. É importante procurar as terapias adequadas o quanto antes, porque o sistema nervoso poderá responder aos estímulos rapidamente”, explica o neurologista infantil Antônio Carlos de Faria, do Hospital Pequeno Príncipe (PR).</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que os sinais ficarão mais nítidos após os 3 anos, mas alguns indicativos desde bebê podem servir como alerta, como a criança ficar parada no berço, sem reagir aos estímulos, e evitar o contato visual. Antes do primeiro ano de vida, está sempre irritada – você o amamenta ou conversa com ela, mas continua agitada. Por volta dos 8 meses, o bebê não interage com o meio ambiente: vê um cachorro ou gato na rua e fica indiferente. Sabe aquela brincadeira em que a mãe se esconde e diz “achou!”? O bebê não esboça nenhuma reação. Na hora de brincar é comum que crianças autistas se interessem apenas por uma parte do brinquedo &#8211; elas podem ficar girando a roda de um carrinho por um tempo prolongado, em vez de arrastá-lo.</p>
<p>Há casos, ainda, em que há regressão: a criança se desenvolve bem até 1 ano e meio. Depois dessa idade, para de sorrir ou de se comunicar, por exemplo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamento e cuidados:</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Não existe cura para autismo, mas um programa de tratamento precoce, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças pequenas com o transtorno. A maioria dos programas aumentará os interesses da criança com uma programação altamente estruturada de atividades construtivas. Os recursos visuais geralmente são úteis.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal objetivo do tratamento é maximizar as habilidades sociais e comunicativas da criança por meio da redução dos sintomas do autismo e do suporte ao desenvolvimento e aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a forma de tratamento que tem mais êxito é o que é direcionado às necessidades específicas da criança. Um especialista ou uma equipe experiente deve desenvolver o programa para cada criança. Há várias terapias para autismo disponíveis, incluindo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Terapias de comunicação e comportamento</li>
<li>Medicamentos</li>
<li>Terapia ocupacional</li>
<li>Fisioterapia</li>
<li>Terapia do discurso/linguagem</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Existem diversos programas para tratar problemas sociais, de comunicação e de comportamento que estejam relacionados ao autismo. Alguns desses programas focam na redução de problemas comportamentais e na aprendizagem de novas habilidades. Outros procuram ensinar crianças a como agir em determinadas situações sociais e a como se comunicar propriamente.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Medicamentos</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Não existem medicamentos capazes de tratar os principais sintomas do autismo, mas, muitas vezes, são usados medicamentos para tratar problemas comportamentais ou emocionais que os pacientes com autismo apresentem, como agressividade, ansiedade, problemas de atenção, compulsões extremas que a criança não pode controlar<strong>, </strong><strong><a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hiperatividade">hiperatividade</a></strong><strong>,</strong> impulsividade, <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/irritabilidade"><strong>irritabilidade</strong></a>, alterações de humor, surtos, <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/dificuldade-para-dormir"><strong>dificuldade para dormir</strong></a> e ataques de raiva.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Dieta</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Nem todos os especialistas concordam que as mudanças na dieta fazem diferença, nem todas as pesquisas sobre esse método mostraram resultados positivos, mas se você está considerando essas ou outras alterações alimentares como via de tratamento para seu filho, é recomendável uma conversa com um gastroenterologista (especialista no sistema digestório) e com um nutricionista.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas crianças com autismo parecem responder a uma dieta sem glúten ou sem caseína. O glúten é encontrado em alimentos que contêm trigo, centeio e cevada. A caseína é encontrada no leite, no queijo e em outros produtos lácteos.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado do texto! Voltem sempre, pois temos conteúdo novo toda sexta! Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejar! Muito obrigada!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes e referências:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>DSM-V, American Psychiatric Association &#8211; Manual de Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais 5ªed. Edit. Artes Médicas</li>
<li>Organização Mundial da Saúde (OMS)</li>
<li>Journal of American Medical Association (JAMA)</li>
</ul>
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		<title>Depressão pós-parto em 6 passos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Sep 2016 00:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[depressão pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[disturbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[A depressão pós-parto é surpreendentemente comum. Estima-se que ela afete entre 10 e 20 por cento das mulheres que tiveram bebê. Os sintomas incluem ansiedade, falta de energia e mudanças no padrão de sono e de alimentação. Depressão é uma doença como outra qualquer, que exige tratamento, incluindo remédios e terapia. Acima de tudo, depressão&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto é surpreendentemente comum. Estima-se que ela afete entre 10 e 20 por cento das mulheres que tiveram bebê. Os sintomas incluem ansiedade, falta de energia e mudanças no padrão de sono e de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Depressão é uma doença como outra qualquer, que exige tratamento, incluindo remédios e terapia. Acima de tudo, depressão pós-parto não é culpa da mulher, nem significa rejeição ao bebê.</p>
<h3 style="text-align: justify;">1 &#8211; O que é a depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-396"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto é bem mais séria do que uma melancolia passageira. A grande maioria das mulheres se sente triste nas primeiras duas semanas depois do parto, no chamado blues puerperal, mas é uma melancolia que vai embora sozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da depressão pós-parto, a tristeza e a falta de energia não melhoram conforme o tempo passa. A mulher não vê graça em quase nada: as situações prazeirosas são cada vez mais raras.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que a mulher ou algum familiar reconheçam logo a depressão, para que ela receba o apoio e o tratamento necessários. Sem tratamento, a depressão pode durar meses e até anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas não têm uma explicação exata para a depressão pós-parto, mas acreditam que seja uma combinação de fatores hormonais, ambientais, psicológicos e genéticos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2 &#8211; Como posso saber se estou com depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">Veja a seguir uma lista dos sintomas mais comuns da depressão pós-parto. Muitas vezes os familiares e amigos os reconhecem antes da mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais variam de mulher para mulher. Você pode estar sentindo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Tristeza constante, especialmente na parte da manhã e/ou à noite</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de que nada de bom vem pela frente</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de culpa e de responsabilidade por tudo</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Irritabilidade e falta de paciência</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vontade de chorar o tempo todo</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Exaustão permanente, mesmo quando consegue descansar um pouco</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dificuldade de se divertir</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda do bom humor</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de não conseguir lidar com as circunstâncias da vida</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Enorme <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/a25014021/n%C3%A3o-confio-em-ningu%C3%A9m-para-cuidar-do-beb%C3%AA">ansiedade em relação ao bebê</a> </span>e busca constante por garantias, por parte de profissionais de saúde, de que ele está bem</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação com sua própria saúde, possivelmente acompanhada pelo temor de ter alguma doença grave</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Falta de concentração</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sensação de que o bebê é um estranho e não seu filho</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/e25007777/situa%C3%A7%C3%B5es-de-emerg%C3%AAncia">Pensamentos negativos demais</a></span> em relação a você ou ao bebê</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vontade de fugir, de sumir</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esses sinais são frequentes em muitas mães. É normal ter dias ruins. Mas, se você está tendo esses sentimentos na maioria dos dias, e não parece estar melhorando, você pode estar com depressão pós-parto.</p>
<p>Se achar que pode estar com depressão pós-parto, converse com alguém. O ideal é falar com um médico, nem que seja o pediatra do seu filho ou o obstetra que acompanhou sua gravidez.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3 &#8211; Quanto tempo depois do parto a depressão pós-parto acontece?</h3>
<p style="text-align: justify;">A depressão pós-parto costuma aparecer no primeiro mês depois do parto, mas ela também pode surgir a qualquer momento ao longo do primeiro ano do bebê.</p>
<p>Em alguns casos, a mulher está se sentindo bem e se adaptando à vida de mãe, e a depressão aparece. Em outros casos, ela já estava <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://brasil.babycenter.com/a1500600/depress%C3%A3o-na-gravidez">deprimida durante a gravidez</a></span>, e a chegada do bebê não traz alívio.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; Existem mulheres mais propensas a ter depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas ainda não sabem exatamente por que certas mulheres ficam deprimidas e outras não. Porém há certas situações que parecem aumentar o risco de uma depressão pós-parto. São elas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Já ter passado por uma depressão antes ou algum outro problema de saúde mental</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a1500600/depress%C3%A3o-na-gravidez">Ter tido depressão durante a gravidez</a></span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não ter família ou parceiro por perto</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dificuldades financeiras, no trabalho ou no relacionamento</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter passado por um <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a4300007/como-superar-uma-experi%C3%AAncia-de-parto-negativa">parto difícil</a> ou </span><a href="http://brasil.babycenter.com/c25004355/recuperando-se-do-parto"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">complicações de saúde no pós-parto</span> </a></span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter tido um um bebê prematuro ou com problemas de saúde</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Dificuldade em amamentar</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda de um ente querido, recentemente ou no passado &#8212; o nascimento do bebê pode despertar lembranças dolorosas</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">5 &#8211; Qual é o tratamento da depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;">É importante você saber que, com ajuda, vai se sentir melhor. Lembre-se: ter depressão pós-parto não significa que você não é uma boa mãe para o seu filho, nem representa risco de alguém querer afastar seu filho de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Para casos leves de depressão pós-parto, apoio e orientação podem ajudar. Mas, para casos moderados a graves, os tratamentos são os seguintes: terapia e antidepressivos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">6 &#8211; O que posso fazer para superar a depressão pós-parto?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tente manter uma alimentação saudável</strong>:</p>
<p>Caso não tenha apetite, procure fazer pequenas refeições regularmente, para que os níveis de açúcar no seu sangue não caiam. Você precisa de energia, assim como seu sistema imunológico.</p>
<p><strong>Descanse bastante:</strong></p>
<p>Durma quando conseguir, ou simplesmente relaxe. Se alguém puder cuidar do bebê para você, aproveite para tirar uma soneca durante o dia, tome um banho bem relaxante ou escolha uma boa leitura e curta alguns momentos de preguiça.</p>
<p><strong>Exercite-se</strong> :</p>
<p>Pode ser a última coisa que você tenha vontade de fazer neste momento, mas ter <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><a style="color: #000000; text-decoration: underline;" href="http://brasil.babycenter.com/a25011871/como-encontrar-tempo-para-fazer-exerc%C3%ADcio">alguma atividade física</a> </span></span>vai ajudar você a se sentir melhor, tanto mental como fisicamente.</p>
<p>Você pode entrar em alguma aula de ginástica, por exemplo.Mas, se não for possível, só de sair para uma caminhada você já verá benefícios.</p>
<p><strong>Encontre-se com outras mães</strong> :</p>
<p>A vida de uma mãe recente já pode ser bastante solitária, e o sentimento de solidão é pior ainda quando se convive com a depressão. Procure conhecer outras mães que estão na mesma fase de vida &#8212; é bom saber que não é só você que vive determinadas situações, como o cansaço de cuidar de um bebezinho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não seja dura consigo mesma:</strong></p>
<p>Você está doente e precisa de tempo e espaço para se recuperar. Não se sobrecarregue de tarefas domésticas que não sejam urgentes e adie as &#8220;grandes&#8221; decisões por enquanto. Permita-se alguns mimos.</p>
<p><strong>Aceite ajuda:</strong></p>
<p>Deixe que amigos e familiares façam tarefas por você, e peça ajuda especialmente ao seu parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que tenham gostado do texto! Voltem sempre, pois temos conteúdo novo toda sexta! Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejar! Muito obrigada!</p>
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