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	<title>Arquivo de autoimagem - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Os arrependimentos mais comuns e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 16:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As pessoas frequentemente dizem “vivam sem arrependimentos!”, mas é realmente possível seguir esse conselho à risca? Esse sentimento complexo possui a capacidade de estimular reflexões interessantes para nossas vidas, nos ajudando a crescer como pessoas. Entretanto, o arrependimento também está envolto em muitas emoções negativas que podem nos levar para o caminho contrário. Quando não conseguimos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas frequentemente dizem “vivam sem arrependimentos!”, mas é realmente possível seguir esse conselho à risca? Esse sentimento complexo possui a capacidade de estimular reflexões interessantes para nossas vidas, nos ajudando a crescer como pessoas.</p>
<p>Entretanto, o arrependimento também está envolto em muitas emoções negativas que podem nos levar para o caminho contrário. Quando não conseguimos lidar com nossos arrependimentos, ficamos estagnados. Algumas pessoas até se punem por tempo indeterminado por terem tido atitudes que hoje consideram ruins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que nos arrependemos?</strong><span id="more-2670"></span></h4>
<p><strong> </strong>O arrependimento surge após fazermos algo que não aprovamos (ainda que tenha parecido o certo no momento) ou deixamos de tomar uma atitude quando queríamos muito. Ele pode surgir logo após o ocorrido ou depois de percebermos as consequências de nossas ações, principalmente quando afetam outras pessoas de modo negativo.</p>
<p>Esse sentimento também pode incomodar quando percebemos que poderíamos ter nos beneficiado de uma atitude que não tomamos. Ou seja, acabamos contribuindo para a situação ruim em que nos encontramos, ou nos impedimos de alcançar a tão desejada felicidade.</p>
<p>O arrependimento está quase sempre acompanhado pela culpa. “Por que eu fiz isso?” ou “por que eu não fiz isso?” são reflexões comuns quando a consciência está pesada. Como a culpa também é um sentimento intenso, a tendência é ficar preso em uma espiral de arrependimento, culpa, raiva e tristeza até que a situação seja resolvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>5 arrependimentos comuns:</strong></h4>
<p><strong> </strong>A autora australiana Bronnie Ware escreveu o livro “Os 5 principais arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer” com base em suas experiências como cuidadora paliativa. Embora este artigo não seja especificamente sobre arrependimentos que as pessoas têm no leito de morte, as descobertas da autora podem incentivar reflexões.</p>
<p>Estudos mostram que a tomada de decisão produz mais arrependimento a curto e médio prazo. Por exemplo, você pode se arrepender de ter dito algo que não foi bem recebido pelo outro ou ter dito ‘sim’ para uma atividade da qual, na verdade, você não queria participar. Os arrependimentos mais profundos são aqueles que nascem do que deixamos de fazer. São esses que costumam causar sentimentos negativos no fim da vida, além de sofrimento a longo prazo. Por exemplo, você pode passar anos se repreendendo por não ter feito uma escolha que queria muito quando jovem.</p>
<p>Segundo Bronnie Ware, os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas são:</p>
<ul>
<li>Não ser autêntico: o principal arrependimento é não viver de acordo com a sua essência e verdade, deixando com que outras pessoas ou fatores ditem a sua vida.</li>
<li>Trabalhar excessivamente: o excesso de trabalho, que rouba a atenção de outros fatores importantes, como família e bem-estar, é o segundo mais comum.</li>
<li>Não expressar sentimentos: não viver os seus sentimentos, reprimindo vontades e optando pelo silêncio, é outra postura da qual as pessoas se arrependem.</li>
<li>Não manter contato com pessoas queridas: a conexão com familiares, amigos e cônjuge é fonte de grande felicidade. Afinal, são poucas as coisas na vida que causam impacto duradouro como os nossos relacionamentos interpessoais.</li>
<li>Não se permitir ser feliz: priorizar a felicidade alheia, punir-se sem necessidade e reprimir os seus desejos não traz nenhuma alegria, mesmo que, na hora, essas decisões pareçam ser as certas.</li>
</ul>
<p>Outros arrependimentos comuns, mas de caráter mais corriqueiro, são:</p>
<ul>
<li>Perder oportunidades profissionais: não arriscar e deixar outra pessoa levar aquela oportunidade de ouro, ou não mudar de carreira ou de local de trabalho no momento desejado.</li>
<li>Perder oportunidades de relacionamento: não arriscar no amor, deixando de iniciar relacionamentos com pessoas amadas ou optando por sabotá-los por medo.</li>
<li>Tomar decisões precipitadas: não refletir antes de tomar uma decisão, principalmente quando impacta diversas áreas da sua vida, como mudança de cidade ou término de relacionamento.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como lidar com arrependimentos?</strong></h4>
<p>Os arrependimentos apresentam um dilema para nós, por isso, costuma ser tão complicado lidar com eles. Todos nós construímos uma imagem de nós mesmos, seja positiva ou negativa. O mais comum é acreditar que, apesar de todos os defeitos, somos boas pessoas.</p>
<p>Quando algo ou alguém ameaça destruir essa autoimagem construída ao longo de anos, entramos na defensiva. Começamos a questionar a nossa índole e competência, ou negamos a possibilidade de ter cometido algo que julgamos ser ruim, o que nos iguala com pessoas cujos comportamentos desaprovamos. Por que não fomos pessoas melhores, quando sabemos o que é certo ou errado?</p>
<p>As nossas crenças entram em conflito com o erro cometido, gerando dúvidas e medos que antes não tínhamos. Em meio a esse turbilhão de emoções e pensamentos de caráter negativo, fica difícil encontrar maneiras de gerenciar o arrependimento de modo saudável. De fato, você pode se afundar mais nesse sentimento em vez de encontrar uma saída.</p>
<p>Com o objetivo de ajuda-los a lidar com os seus arrependimentos, separamos algumas dicas. Confiram abaixo:</p>
<h5></h5>
<h5><strong>1- Reavalie os seus medos</strong></h5>
<p>Quais preocupações vêm à sua mente quando você decide não fazer algo? É o medo do julgamento, de decepcionar alguém, de passar vergonha ou de não ter os recursos necessários para garantir a sua sobrevivência?</p>
<p>Embora alguns de nossos medos sejam compreensíveis, grande parte deles não costuma ter pé na realidade. Isso porque são temores do que pode acontecer no futuro e, geralmente, não possuem como base o que está acontecendo no presente. Logo, a possibilidade de nossos piores medos se concretizarem é quase nula.</p>
<p>Esses medos pesam no momento de tomar uma decisão. Escolhemos reprimir uma vontade ou temos uma atitude contrária aos nossos valores pelo medo das possíveis consequências. Mas, será que eles fazem sentido? Reavalie os medos que você carrega dentro de si mesmo e se pergunte se eles, de fato, fazem sentido ou são alimentados pela ansiedade ou crenças limitantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>2- Aceite a sua imperfeição</strong></h5>
<p>Aceite que você, assim como todos nós, estamos suscetíveis a cometer erros. Às vezes, esses erros terão um grande impacto na vida de outras pessoas e o sofrimento delas te deixará triste ou envergonhado. Em vez de se lamentar eternamente por isso, procure tomar uma atitude para consertar a situação.</p>
<p>Essa é uma maneira positiva de lidar com o arrependimento, mas, para chegar nela, você precisa se aceitar e aceitar suas atitudes. Tenha compaixão por si mesmo para conseguir abraçar os seus defeitos e equívocos. Caso contrário, você terá dificuldade de se desapegar do arrependimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>3- Aprenda com as suas vivências</strong></h5>
<p>A decisão que você tomou ou não ficou no passado. Modificar essa realidade é impossível, não é mesmo? Sendo assim, opte por avaliar a situação como um todo, destacando o que você fez e o que poderia ter feito, mas não com o objetivo de se culpar. Faça isso com intenção de aprender com essa vivência para, no futuro, não tomar a mesma decisão que te causou sofrimento.</p>
<p>Uma escolha errada, independentemente da situação, foi o melhor que você pode fazer naquele momento. Então, tente vê-las como ‘boas o suficiente’ e procure trabalhar as suas competências socioemocionais para fazer escolhas melhores no futuro. Não é uma garantia que você sempre fará a escolha certa, mas, ao menos, você estará tentando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>4- Faça terapia</strong></h5>
<p>O peso do arrependimento pode ser grande demais para você carregar sozinho. Além disso, pode desencadear emoções e pensamentos desagradáveis e difíceis de lidar. Para recobrar o seu bem-estar emocional e entender a fonte do seu arrependimento, bem como o que te impede de superá-lo, você pode procurar um psicólogo.</p>
<p>A terapia é um espaço seguro onde as pessoas podem compartilhar as suas angústias, desejos e aflições. Se você acredita que ninguém é capaz de entender como você se sente, saiba que o psicólogo é um profissional capacitado para não apenas compreender o funcionamento da psique humana, como também para ter empatia com realidades bem diferentes da dele. Não tenha medo ou vergonha de conversar com o psicólogo sobre os seus arrependimentos. Falar sobre eles em voz alta pode ser o que falta para você conseguir aceita-los digeri-los da maneira correta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>5- Questione-se</strong></h5>
<p>Um exercício simples que você pode fazer antes de tomar uma decisão (lembrando que a inação também é uma escolha) é se perguntar “eu vou me arrepender disso?”. Faça uma breve reflexão sobre isso e, se você chegar a uma resposta positiva após avaliar todos os fatores entrelaçados na situação, escolha agir. Dessa forma, você reduz a possibilidade de ter arrependimentos de longo prazo. E, se no fim das contas você acabar se arrependendo da sua decisão, já saberá como lidar com esse sentimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?!?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que sua imagem diz sobre você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 23:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte: O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Poemos dizer aqui que a imagem que alguém transmite é um conjunto de <span id="more-911"></span>itens, uma série de comportamentos que podemos visualizar em uma pessoa, ou seja, não se trata apenas de sua aparência física ou da forma como se veste, mas também, a postura com que se anda, senta, como se porta com seu corpo durante uma conversa, uma entrevista formal ou em um relacionamento íntimo, que estilo adota (nos seus acessórios penteado, cores etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro post poderemos explorar um segundo passo que vai além de nossa imagem, que são os gestos e atitudes que compõe nossa linguagem corporal, mas, hoje vamos começar do começo! Nossa primeira impressão, o que desejamos transmitir e passar aos outros ao nosso redor. Que recado deixamos àqueles que estão nos vendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto você precisará diferenciar algo fundamental&#8230;.que é <strong>sensação de sentimento e vontade de personalidade</strong>. Eu já explico! Contudo, esse é o maior erro das pessoas ao tentar traduzir o que os outros estão tentando passar com sua imagem. Acabam julgando, quando poderiam analisar, tentar compreender melhor o que está por trás de certas escolhas e atitudes, mas ficam presos no conforto do pré-conceito, com preguiça de desvendar, decifrar as nuances e contornos que uma imagem esconde.</p>
<p style="text-align: justify;">Então me permita explicar:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sensação =</strong> tato, como você se sente com relação à sua pele, ao toque, se algo é confortável ou desconfortável, apertado ou largo, se penica, se é fofo e quentinho ou um tecido geladinho e refrescante&#8230; e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sentimento =</strong> é como se sente com relação às suas emoções, ou seja, sente-se uma pessoa poderosa, inteligente, sexy, romântica, divertida, irônica, sarcástica ou com raiva, tristeza, medo, raiva&#8230;.acho que deu pra pegar a diferença, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vontade =</strong> aquilo quero passar, que desejo que os outros entendam, como quero ser visto e apreciado(a).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Personalidade =</strong> o conjunto das minhas características, formadas pela minha história e decisões únicas, que mais ninguém poderia sentir ou compartilhar e que formam a minha maneira de ser no mundo, de compreender as coisas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes uma peça de roupa ou acessório que você escolhe, traduz tanto sua emoção do momento, quanto agrada seu corpo, mas isso nem sempre ocorre. As vezes nos sentimos maravilhosos às custas de algo super desconfortável, mas, também podemos nos sentir poderosos e únicos vestindo algo casual e confortável, como uma calça jeans e uma camiseta! Diferente do que se pensa e diz por aí. Por que não?! Mas isso é tarefa para irmos evoluindo conforme nossa sociedade conseguir abrir a mente, cada um no seu ritmo. O que existe, por enquanto, é o velho (e nem sempre tão incorreto assim), julgamento da &#8220;primeira impressão&#8221;. Então vamos à isso!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pergunta que fiz no título segue a partir daqui:</strong> que mensagem você está transmitindo para quem te vê ou se relaciona contigo? Essa imagem tem a ver com quem você realmente é ou com quem você gostaria de ser? Pense bem! Não tem nada de errado em se vestir como alguém que NÃO somos, mas como isso pode nos afetar? Será que isso te distancia, cada dia mais,de sua identidade? Bloqueando seus reais sentimentos?</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: Se você não gosta de nada te apertando, penicando e preza pelo conforto, roupas &#8220;fresquinhas&#8221; e largas, é necessário assumir sua preferência e não se sentir em nenhum momento inferior à nada nem ninguém. <strong>É necessário construir seu estilo junto com sua autoestima e amor próprio</strong>, para não se passar pelo que você <strong>não é, </strong>como também para sair de uma postura muito comum,uma desculpa de que <strong>&#8220;você só não se veste diferente ou melhor porque não pode&#8221;. Melhor que o que? Melhor que quem? O que é melhor de fato?</strong> É vestir-se e construir seu estilo pensando no oposto, ou seja: <strong>mesmo que eu pudesse, não me vestiria diferente disso! Esse(a) SOU EU.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode brincar com seu estilo, mesmo seguindo as <strong>boas práticas</strong> (para não dizer regras, porque não são), que existem na sociedade. Por exemplo: você pode gostar de shorts e regata, mas não vai assim numa empresa fazer entrevista, certo? Mesmo assim, você pode utilizar algo que deixe marcado às pessoas sobre sua personalidade e estilo, como um colar, uma bolsa, um sapato, algo que mostre para os outros quem realmente você gosta de ser.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agora vamos à análise que geralmente é feita por todos e pela sociedade, o famoso julgamento!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você conhece, por exemplo, uma mulher que sempre, em qualquer situação, está vestindo saia curta e decotão (seja frio, calor, jantar de família ou churrasco), muitos diriam, no mínimo, que está sempre querendo sobressair, chamar atenção, seduzir (como muitos ainda criticam), não é isso que acontece?</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, alguém já tentou se perguntar o real motivo, o porquê de verdade, sobre o que a pessoa pensa e sente sobre si mesma para escolher essa ou aquela peça de roupa?! Tudo bem, pode até ser que ela esteja querendo chamar atenção etc, <strong>mas a pergunta a ser feita é outra: Então, o que a faz se sentir assim?</strong> Por que sente que precisa atrair esse tipo de atenção? <strong>Entendeu a diferença?</strong> Isso é trocar o julgamento pela curiosidade! Existe o óbvio e existe aquilo que todos nós tentamos sempre compensar e equilibrar dentro do que sentimos, por isso escolhemos essa ou aquela forma de nos expressar, de nos vestir etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo: aquele que sempre está &#8220;largado&#8221; como se diz por aí, de chinelo, bermuda e regata, ou aquela menina que nunca põe maquiagem, usa sempre as mesmas peças. Você consegue ter <strong>100% de certeza</strong> que eles são assim apenas porque &#8220;não são vaidosos&#8221; ou porque &#8220;são relaxados&#8221;???? Ou você se preocupa mais com o <strong>como eles estão se sentindo (sentimento) e com a real vontade e personalidade deles</strong>, se estão felizes e satisfeitos com a vida desse jeito mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo da mídia existem algumas polêmicas, como por exemplo o caso do Steve Jobs, que sempre se vestiu com calça jeans e camiseta preta. E essa era a identidade dele.  Os grandes conflitos que existem por conta disso, tem a ver com <strong>passar uma mensagem que na realidade não condiz com QUEM você é de fato e com o que você quer transmitir.</strong> Até por que isso varia de acordo com a situação e as pessoas com quem vamos nos encontrar, não é verdade??</p>
<p style="text-align: justify;">O questionamento que eu quero deixar aqui como <strong>principal reflexão de toda questão de imagem e vestuário é seguinte: </strong>O que você veste e usa está alinhado ao que você realmente gosta e à como está se sentindo no presente? Está diretamente ligado a QUEM VOCÊ É NA SUA ESSÊNCIA? Ou você está buscando, na realidade, satisfazer uma expectativa de outra ou outra(s) pessoa(s)? Querendo passar uma imagem de algo que não tem ou não é, apenas para preencher um espaço, um vazio ou uma dor que não sanou ainda em sua mente e seu coração?! Bote os neurônios pra trabalhar!</p>
<p style="text-align: justify;">Busque pela congruência e pelo amor próprio acima de tudo! Vista-se e escolha o que você quer usar com a tranquilidade de aquilo representar você e mais ninguém, e está tudo bem se existem outros estilos para o mesmo tipo de ocasião, afinal, <strong>se você não estiver desrespeitando ninguém, invadindo o espaço ou a liberdade dos que estão à sua volta, você não tem nada a perder por ser quem é!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As boas práticas estão aí para nos guiar, mas elas com certeza não devem definir quem devemos ser, quem é &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221; ser, ou nos impedir de sermos <strong>autênticos, espontâneos e originais!</strong> A moda traz novidades, traz tendências, mas a palavra é essa: TENDÊNCIA, não regra. Ninguém é obrigado e não deveríamos ser julgados por escolhas que nos fazem bem e traduzem quem somos. Todavia, como falei esse dia vai demorar a chegar.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, fique com o desafio de ter a coragem  de passar a imagem de quem você é realmente. Algo que já tem sido muito complexo para muita gente! Ainda há muita insegurança, falta de autoconfiança e de amor próprio. Portanto, conheça-se bem e profundamente, empodere-se, desconstrua-se por inteiro(a) se for necessário, <strong>tudo o que auxiliar na construção de sua melhor versão!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A única REGRA, repito: é <strong>respeitar o espaço e as pessoas ao seu redor! Não invada a liberdade de ninguém, e saiba lidar com as consequências e julgamentos de suas escolhas, da melhor forma possível: sendo autêntico, natural e original NO SEU ESTILO! Acima de todo estilo está a elegância e o charme de uma boa educação, de valores e princípios éticos, a maravilha da simpatia e da empatia!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E quando for olhar para o outro, olhe com os olhos que gostaria de ser visto(a): com amor, fazendo as perguntas corretas para si mesmo: o superficial e aparente nem sempre traduzem a essência de uma determinada pessoa!</p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigada por seu tempo e sua atenção até aqui! Para ler mais sobre sua saúde emocional e mental, continue ligado(a) no nosso Blog! Duas vezes por mês publicamos coisas novas, mas você já deu uma olhada em tudo que tem por aqui?! <strong>Você não perde por explorar!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Forte abraço!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Competição, comparação e a necessidade de autoafirmação: Não caia nessa pegadinha!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2017 06:16:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você com certeza já deve ter percebido e muito provavelmente já teve de lidar com pessoas que estão constantemente tentando compensar o que lhes falta através de comentários e atitudes auto-afirmativas. O problema é que elas são, provavelmente, as únicas que ainda não se deram conta disso, ou seja, que ainda não sabem que seu&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você com certeza já deve ter percebido e muito provavelmente já teve de lidar com pessoas que estão constantemente tentando compensar o que lhes falta através de comentários e atitudes auto-afirmativas. O problema é que elas são, provavelmente, as únicas que ainda não <span id="more-864"></span>se deram conta disso, ou seja, que ainda não sabem que seu comportamento se trata de seu principal mecanismo de defesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós estamos em constante crescimento e construção, é claro, porém, a necessidade de auto-afirmação contante (para quem está se perguntando, é aquele tipo de pessoa que precisa dizer o quanto se destaca o tempo todo, apostando ser sempre a&#8221;última bolacha do pacote&#8221;), é algo que esconde, quase sempre de forma efetiva, uma carência ou dor, sejam elas antigas, recentes, constantes ou passageiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos em seu entorno cansam-se rapidamente, pois, ao tentar se aproximar, relaxar e interagir, infelizmente acabam &#8220;vencidas pelo cansaço&#8221;, por não quererem competir, e precisam tonar-se ouvintes pacientes, sorrindo discretamente, tentando evitar um desagradável embate competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez há mais pessoas &#8220;vendendo&#8221; perfeição ou então tentando transparecê-la em tudo que fazem, não se permitindo, em nenhum momento sequer, estarem erradas, cansadas, imperfeitas, sendo naturalmente humanas e problemáticas. Como se fosse errado, pecado, ou, como se realmente importasse o fato de sermos incompletos. Estão preocupadas em não transparecer sua normalidade, sua monotonia, porque isso lhe deixa envergonhadas, atacando sua principal &#8220;ferida&#8221;: uma autoimagem e autoestima embaçadas e enfraquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O excesso de perfeição, resultado, sorte ou alegria apresentadas por essas pessoas (muitas vezes por questões pontuais, momentâneas), não passa de uma carência. Mesmo que você tente fazer parte da conversa, equiparando-se às situações, não há uma via de mão dupla no diálogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, ao perceber esse tipo de comportamento, respire fundo e busque distrair-se ou até mesmo concordar com o que a pessoa diz, pois assim, mais cedo aquele tópico da conversa será encerrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem todos se atentam para a necessidade de cuidar de sua saúde emocional, fortalecer seu autoconhecimento e inteligência emocional, então precisamos ter sempre cautela e buscar agir de forma com que fiquemos tranquilos e com a consciência leve. Não caia nessa roubada de competir ou de ficar alimentando a necessidade de autoafirmação desses indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já passou por esse tipo de situação? Como foi lidar com essa pessoa? Como você busca reagir nesses casos? Conte-nos nos comentários abaixo para enriquecer esse post! E não esqueça de compartilhar em suas redes sociais para que mais pessoas se atentem ao se deparar com essa pegadinha!</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço!</p>
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		<title>Auto ou Alta Estima? O melhor é estar com a autoestima em alta!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2016 07:00:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Pessoas costumam dizer que estimam muito alguém ou algo. Mas e quando se trata delas mesmas? Aí então surge a confusão: o que quer dizer a auto estima? Auto, alta, enfim&#8230;Qual a forma correta de falar? Bom, vamos lá! Em primeiro lugar existe a palavra “auto” que designa algo para nós mesmos, como em autoconhecimento&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pessoas costumam dizer que estimam muito alguém ou algo. Mas e quando se trata delas mesmas? Aí então surge a confusão: o que quer dizer a auto estima? Auto, alta, enfim&#8230;Qual a forma correta de falar?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, vamos lá! Em primeiro lugar existe a palavra “auto” que designa algo para nós mesmos, como em autoconhecimento (conhecer a si mesmo) ou autoconfiança (confiança em si mesmo) etc. E agora sim temos a expressão correta: <strong>autoestima.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Então quer dizer que esse termo representa o quanto eu me estimo? Exatamente. E esse nível de estima por si mesmo pode ser alto, baixo, médio e por aí vai. Por isso certa confusão com os termos.</p>
<p style="text-align: justify;">O esse termo é amplo, englobando tudo o que há de<span id="more-450"></span> mais importante em nossas vidas, pois, será a partir do nível de autoestima que temos, que iremos nos amar mais ou menos, nos respeitar, nos preservar, nos cuidar, nos responsabilizar, ou seja, viver!</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-454" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/10/como-funciona-a-autoestima-300x237.jpg" alt="como-funciona-a-autoestima" width="400" height="316" /></p>
<p style="text-align: justify;">E dentro desse conceito há diversos outros que são fundamentais, como nossa autoimagem (a imagem que temos de nós mesmos, tanto física quanto comportamentalmente), a nossa autoconfiança e autoconhecimento (citados acima) e assim segue.</p>
<p style="text-align: justify;">O grande problema vem quando há dificuldade em manter sua autoestima lá em cima, melhorando seu nível de amor próprio, de paz interior, de satisfação com a vida e com quem você é, ou seja, o papel que você ocupa no mundo. Viram só como a autoestima é a coisa mais importante de todas?</p>
<p style="text-align: justify;">Se não tivermos noção ou se nossa visão sobre nós mesmos e sobre nosso valor estiver distorcida, tudo virá de encontro com essa nossa maneira de nos enxergarmos e de nos portarmos diante do espelho e da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, apesar de sabermos o quanto isso é comum, o quanto pessoas, todos dias, se desvalorizam, se odeiam, não se conhecem, não reconhecem o potencial e o valor que têm, há saída! Há luz no fim do túnel!</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso, antes de mais nada, saber que encontraremos, sempre, todas as respostas para nossas aflições, dentro da gente e não fora. Que não adiantará nada seguirmos padrões e regras de outros, sendo que já temos tudo pronto em nosso coração. Ou seja, comparar-se a qualquer pessoa será fatal, além de injusto e incoerente, tanto consigo quanto com a pessoa ao qual você se comparará, seja no que for.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada qual com sua vida, sua criação, seu código genético, sua história, sua forma de compreensão das coisas, suas relações, sua maneira de enxergar e aprender o mundo, sua maneira de reagir e tomar atitudes. Ninguém nem nada é igual à você. Todo ser é único e incrível. E todos nós temos oportunidades, todos os dias, de entender isso e fazer com que o nosso jeito especial possa nos levar ao autoamor, respeitando e valorizando o que sabemos e o que vivemos. E para isso acontecer e escolha é só nossa. Não se pode depender de absolutamente mais ninguém para poder se amar e se respeitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode escolher olhar para as suas faltas, suas falhas, seus erros&#8230;Ou, pode optar por entender que o seu potencial é só seu, que sua capacidade é diferente da dos outros e usar isso da melhor maneira para tomar suas decisões e para olhar o outro e relacionar-se com ele. Isso se chama <a href="http://bemvivermais.com/category/psicologia-inteligencia-emocional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inteligência Emocional</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode olhar para o que falta em você com humildade e sabedoria e entender que pode muito mais do que imagina, e entender que tudo o que já conquistou e já ganhou, serve para repassar aos demais, dar exemplo e seguir se aperfeiçoando. Afinal, se utilizarmos o que temos de bom apenas para mostrar ao mundo sem dar significado algum na vida das pessoas com isso, você só estará sendo vaidoso(a). O que pode mostrar que, na verdade, você só precisa de mais atenção, está sentindo-se carente, inseguro ou com medo.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, ao se olhar, se analisar, faça-o com cautela e carinho, utilizando tudo o que há de melhor em você para ajudar ao próximo, afinal é isso que vai mudar o mundo e formar o seu legado. E quanto as culpas que carrega, possíveis arrependimentos ou mágoas, busque ser sincero consigo mesmo, entendendo no que realmente teve culpa e o que foi, na realidade, apenas um momento de baixa autoestima, que ficou mal resolvido e que agora pede o autoperdão!</p>
<p style="text-align: justify;">Não se engane! Há realmente uma série de armadilhas externas e internas que visam baixar seu nível de autoestima, então, não permita! Não conceda o direito à ninguém (nem a si mesmo) de atacar negativamente o que há de mais belo e precioso em você.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuide-se cuidando do outro. Repeite tudo e todos como gostaria de ser respeitado e tratado, mesmo quando for necessário tratar de alguma questão mais delicada ou difícil. Pense sempre o quanto você gostaria de enxergar as coisas tal como são, e por isso, seu dever é também de mostrar e ajudar o mundo a se entender e agir dentro de suas necessidades e no presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ame-se agora, pois amanhã poderá ser muito tarde. Seja você mesmo, pois ou outros já existem. A autenticidade é o preço que se paga para ser você mesmo, então invista nisso!</p>
<p style="text-align: justify;">Comprometa-se primeiro consigo mesmo, para depois tentar salvar o mundo. Não se exija demais. Para quê se cobrar por algo que você já sabe que não vai dar conta? Quebre suas metas de super-homem e de mulher maravilha em metas humanamente capazes de serem atingidas. Valorize e comemore cada minúsculo passo dado para frente. Saiba que, mesmo recaindo no erro, você sempre pode recomeçar, ao invés de se manter no buraco.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba o que realmente faz bem para você e o que, no fundo, foi só algo passageiro ou que te tornou dependente e te deixou na zona de conforto. Não se preocupe em enfrentar uma reforma íntima se assim for necessário, pois “as noites escuras, produzem as estrelas mais brilhantes”. E, como já se sabe, “mar tranquilo nunca fez bom marinheiro”. A mudança nunca é apenas mental ou emocional, ela é física também! Seu cérebro mudará, sua rede neuronal irá mudar junto com suas transformações. Isso é evolução! Mudar e crescer dói mesmo&#8230;contudo, nos traz o que há mais fantástico: <strong>o novo e a vitória!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Doe para as pessoas o seu melhor, mesmo que em sua concepção elas não mereçam, pois você sempre sairá ganhando e elas carregarão consigo uma boa memória. E, mais uma vez, <strong>não permita</strong> que ninguém lhe tire o sorriso ou a paz, se você não teve responsabilidade alguma no infortúnio desse alguém. Obviamente também não se pode culpar outrem por infortúnios que você esteja enfrentando por contra própria. <strong>Enfrente e siga em frente</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para encerrar o nosso artigo, deixo-lhes um trecho magnífico de <strong>Mário Quintana</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas. Temos que nos bastar, nos bastar sempre, e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam, não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.”</em></p>
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<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-455" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2016/10/autoestima-300x285.jpg" alt="autoestima" width="300" height="285" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
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