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	<title>Arquivo de autoestima - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de autoestima - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como lidar com uma traição?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 02:17:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A descoberta de uma traição é capaz de transformar qualquer relacionamento amoroso, seja namoro ou casamento. A vida do casal pode mudar para melhor ou piorar consideravelmente, mas, com certeza, nunca mais será a mesma. Por isso, é importante não cair em estado de negação e encarar os fatos de frente para conseguir resolver a situação. A&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A descoberta de uma traição é capaz de transformar qualquer relacionamento amoroso, seja namoro ou casamento. A vida do casal pode mudar para melhor ou piorar consideravelmente, mas, com certeza, nunca mais será a mesma.</p>
<p>Por isso, é importante não cair em estado de negação e encarar os fatos de frente para conseguir resolver a situação. A descoberta da traição é um processo doloroso e que pode trazer diversas consequências, desde o término do relacionamento até a queda da autoestima.</p>
<p>Em razão do amor sentido pelo cônjuge ou da zona de conforto que aquela relação proporciona, é comum que a pessoa traída procure perdoar e superar a traição, dando uma nova chance para o amor.</p>
<p>Se você ou alguém que você conheça está passando por esse momento tão delicado, este artigo poderá ajuda-lo(a).</p>
<p>Sabemos que não é fácil. Portanto, não tome qualquer tipo de decisão drástica após descobrir uma traição. Com o máximo de calma possível, junte as evidências e chame o seu parceiro (a) para uma conversa particular.</p>
<p>Caso ele ou ela negue o fato, apresente as evidências, mostrando que essa conversa não é à toa. Aqui, é importante avaliar se ele (a) continua tentando enganar você mesmo após a descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 &#8211; Não se deixe levar pela raiva</strong></p>
<p>Raiva, mágoa ou desejo de vingança são sentimentos comuns após a descoberta de uma traição, mas é importante não se deixar levar por eles – para cada ação ou decisão que tomamos em nossa vida, há uma consequência.</p>
<p>Por isso, evite agressões verbais e físicas, tanto com o seu(a) parceiro(a) quanto com a terceira pessoa envolvida na relação.</p>
<p>Lembre-se de que é o(a) seu(a) parceiro(a) que tem um compromisso com você e que ele(a) não foi forçado(a) a ter outro relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 &#8211; O que fazer depois de descobrir uma traição?</strong></p>
<p>Se você acabou de descobrir uma traição, então vai precisar acalmar as emoções. Sabemos que não é algo simples, mas é preciso ter inteligência emocional nesse momento para conseguir se preservar e tomar as ações mais assertivas.</p>
<p>Por isso, listamos algumas dicas que você pode seguir assim que descobrir uma traição!</p>
<p><strong>2.1. Converse com o cônjuge</strong></p>
<p>O primeiro passo é conversar com o cônjuge para compreender as razões que o levaram a trair, que podem ser:</p>
<p>&#8211; Traumas do passado;</p>
<p>&#8211; Vingança;</p>
<p>&#8211; Carência;</p>
<p>&#8211; Desespero;</p>
<p>&#8211; Fantasia, etc.</p>
<p>Ou seja, como são várias possibilidades, é preciso que você ouça o parceiro para não ficar especulando possíveis causas da traição.</p>
<p>Além disso, por meio desse diálogo, será possível começar a pensar se há uma possibilidade de perdoar a traição e se existem caminhos para a reconciliação.</p>
<p>Portanto, por mais que a sua vontade inicial seja de brigar, procure ouvir o outro.</p>
<p><strong>2.2. Leve em consideração a fase do relacionamento</strong></p>
<p>Traição é traição em qualquer fase do relacionamento, porém ela pode ter pesos diferentes de acordo com o momento, se essa ocorre no início do namoro ou em um casamento consolidado, por exemplo. Esse é um ponto que deve ser levado em consideração na hora de ponderar se vale a pena ou não tentar perdoar.</p>
<p><strong>2.3. Preserve a sua autoestima</strong></p>
<p>Assim que você descobrir que foi traído, é muito importante iniciar um trabalho para preservar a sua autoestima. Isso porque, é muito comum, diante dessa situação, achar que a outra pessoa é mais bonita ou superior a você.</p>
<p>No entanto, essa é uma questão que não deve ser cogitada e nem pensada, pois pode afetar a sua autoestima e desencadear até mesmo processos depressivos.</p>
<p>Por isso, evite se comparar e, se necessário, já inicie uma terapia para evitar que o quadro de depreciação se agrave.</p>
<p><strong>2.4. Dê tempo ao tempo</strong></p>
<p>Não se pressione para tomar decisões rápidas, seja para terminar ou continuar o relacionamento. Isso pode ser angustiante e ainda te fazer tomar alguma decisão com a qual você se arrependa futuramente.</p>
<p>Nesse sentido, assim que descobrir a traição, procure refletir com calma, levar em consideração o histórico do seu relacionamento e o sentimento pelo cônjuge e perceber se você tem estrutura emocional para retomar a relação.</p>
<p>Ou seja, dê tempo ao tempo e não se cobre!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 &#8211; Como superar uma traição e continuar o relacionamento?</strong></p>
<p>Se depois de refletir, você decidiu que realmente quer seguir com o relacionamento, então precisa adotar algumas estratégias para de fato superar a traição e permitir que a relação retome de forma saudável. Listamos algumas delas para te ajudar!</p>
<p><strong>3.1. Vivencie o luto</strong></p>
<p>Sim, você não leu errado! A traição pode desencadear um luto, uma vez que há um sentimento de perda envolvido no processo – ainda que você continue com o cônjuge.</p>
<p>Por isso, é preciso entender que, durante um período, você vivenciará o luto e as suas fases. É importante não pular nenhuma das etapas!</p>
<p>E vale dizer que é muito importante que o seu parceiro esteja ao seu lado, com calma e paciência, para passar pelas fases com você.</p>
<p>Essa união será importante para que vocês saiam ainda mais fortes dessa fase turbulenta e com uma relação mais madura.</p>
<p><strong>3.2. Pense nos momentos bons que você já vivenciou com o cônjuge</strong></p>
<p>Um bom ponto de partida para superar a traição e manter o relacionamento é focar nos momentos bons vividos com o cônjuge.</p>
<p>Pense em tudo o que de bom vocês construíram e vivenciaram até então.</p>
<p>Do contrário, isto é, se você focar apenas nas coisas ruins, inclusive no ato da traição, dificilmente vocês conseguirão sustentar esse relacionamento por muito tempo. Ou, caso ele se mantenha, há grandes chances de ser tóxico.</p>
<p>Por isso, procure sempre focar em coisas boas!</p>
<p><strong>3.3. Distancie-se das pessoas que te julgam</strong></p>
<p>Pessoas que julgam a sua decisão de dar uma nova chance para o cônjuge podem atrapalhar muito o processo de superação. Afinal, elas vão te colocar em dúvida sobre a sua decisão e ainda fazer com que você relembre o evento o tempo todo. Convém destacar que essas são pessoas egoístas e que não sabem exercer a empatia.</p>
<p>Portanto, cerque-se apenas de pessoas empáticas que, quando emitem suas opiniões, fazem isso de forma respeitosa e sem ultrapassar os limites.</p>
<p><strong>3.4. Utilize a traição como um ponto para amadurecer</strong></p>
<p>O casal que passa pela traição não deve simplesmente esquecer o ocorrido. Na realidade, é importante utilizá-lo como um ponto de melhora e crescimento pessoal.</p>
<p>Assim, ao compreender o que desencadeou a traição, é possível criar estratégias para melhorar o relacionamento, tornando-o mais saudável.</p>
<p><strong>3.5. Faça terapia </strong></p>
<p>As feridas podem atrapalhar a retomada da relação de uma forma saudável. Por isso, pode ser interessante investir na terapia, seja individual e/ou de casal, para conseguir realmente superar o acontecimento e encontrar caminhos para fazer com que a retomada do relacionamento realmente valha a pena!</p>
<p>Além disso, o acompanhamento com o psicólogo pode ajudar a tratar questões que podem ser desencadeadas após a traição, como crise de ansiedade, falta de confiança e redução da autoestima.</p>
<p>Portanto, não hesite em procurar ajuda profissional caso você perceba que não consegue lidar sozinho com essa adversidade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong><strong>Como saber se traição tem perdão para você?</strong></p>
<p>Como mencionamos no início deste conteúdo, não existe uma resposta concreta para a pergunta: “Traição tem perdão?”. Isso vai depender do seu relacionamento, do seu cônjuge e do quão disposto você está a passar pela situação. Portanto, perdoar ou não a traição é algo muito pessoal!</p>
<p>Se você está em dúvida, então procure responder com sinceridade às perguntas abaixo:</p>
<p>&#8211; Durante a conversa, vocês chegaram à conclusão sobre o que motivou a traição?</p>
<p>&#8211; Antes da traição, a relação era saudável?</p>
<p>&#8211; Se você perdoar e retomar o relacionamento, acredita que vai conseguir realmente superar, sem ficar o tempo todo mencionando a situação e culpando o outro?</p>
<p>&#8211; Você acha que vai conseguir passar uma borracha no passado e viver sem medo de que uma nova traição ocorra?</p>
<p>&#8211; O que te motivaria a perdoar?</p>
<p>&#8211; Os julgamentos de terceiros sobre a sua decisão de perdoar vão te incomodar?</p>
<p>&#8211; Vocês aceitariam fazer uma terapia de casal?</p>
<p>Essas são algumas perguntas que você deve se fazer a fim de identificar se a traição tem perdão para você. Faça essa reflexão com calma e, de preferência, sozinho. Assim, você conseguirá encontrar respostas realmente sinceras.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 &#8211; Se foi você quem traiu… O que fazer?</strong></p>
<p>Todo relacionamento tem o início perfeito: há amor, entusiasmo, paixão e curiosidade. Porém, com o passar do tempo, pode ser que a fonte de toda aquela felicidade comece a secar.</p>
<p>Os beijos não têm mais aquele gosto de antes, o sexo se torna menos frequente, surgem as brigas, os desentendimentos, o tédio. E, de repente, aquele colega de trabalho, ou a vizinha da casa do lado, sorri para você. Por uns instantes, você acha que ali está a chave da felicidade que se perdeu. E a traição acontece.</p>
<p>Só que, ao invés de deixar você feliz e satisfeito, ela deixa um gosto amargo na boca. E o pior de tudo: você percebe que ainda ama – e muito – o seu parceiro ou parceira.</p>
<p>O que fazer em uma situação dessas? O desespero não é a solução: agora, mais do que nunca, é uma oportunidade para repensar suas atitudes e tomar uma decisão que pode mudar sua vida.</p>
<p><strong>5.1. Você não é a pior pessoa do mundo</strong></p>
<p>É muito comum, nessa situação, aquele que trai se sentir um canalha, a pior das criaturas. Isso tem justificativa: trair a confiança de alguém, quebrar as promessas feitas, fingir que está tudo bem quando na verdade não está, mentir e enganar a pessoa com quem se viveu tantas coisas, é realmente uma atitude terrível.</p>
<p>Porém, na maioria das vezes, a traição não foi um caso planejado.</p>
<p>O arrependimento de quem trai pode ser realmente sincero. A verdade é que todos nós temos nossos defeitos e fraquezas, mas elas não definem nosso caráter. O que o estabelece é a capacidade de admitir nossos defeitos e lutar para mudar alguns comportamentos.</p>
<p><strong>5.2. Contar ou não contar?</strong></p>
<p>Em geral, mulheres perdoam mais facilmente do que homens; porém, se você decidir contar, prepare-se para uma mudança radical em seu relacionamento. Mesmo que seu parceiro perdoe a traição, a confiança pode ser quebrada a ponto de nunca mais voltar a ser o que era.</p>
<p>Na maioria das vezes, nós nos sentimos impelidos a admitir nossos erros, mas para nos livrar do remorso, não tanto pelo desejo de sinceridade com a outra pessoa. Já parou para pensar nisso?</p>
<p>Assim, só você pode decidir se deve ou não revelar a traição. Às vezes, mais vale calar e simplesmente procurar não repetir o erro. A questão é se você conseguirá conviver com isso.</p>
<p><strong>5.3. E se a pessoa descobrir?</strong></p>
<p>Tentar se justificar ou usar a clássica frase “não é isso que você está pensando” é a pior coisa que você pode fazer. Já que a traição foi descoberta, use a sinceridade. Assuma o que fez e procure manter um diálogo aberto e transparente.</p>
<p>Se possível, não converse com a pessoa logo após a descoberta da traição: afaste-se um pouco e deixe que ela se acalme, antes de vocês sentarem para conversar.</p>
<p>Então, com a cabeça fria, os dois podem avaliar o rumo do relacionamento, se vale a pena continuar ou é melhor vocês se separarem.<strong> </strong></p>
<p><strong>5.4. Procurando ajuda</strong></p>
<p>Há muitos motivos para uma pessoa cometer uma traição. A busca de novas emoções, a incapacidade de resistir aos instintos, o tédio e a insatisfação no casamento ou uma paixão sincera por outra pessoa – como lidamos com isso tudo?</p>
<p>Você não precisa passar por isso sozinho(a). Ajuda psicológica pode ser uma solução nessas horas. Quando vivemos esses conflitos internos, tudo parece confuso, e um bom psicólogo pode ajudar a enxergar as coisas com maior clareza e encontrar a melhor solução para o relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ausência Parental: como isso afeta as crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 23:31:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ausência parental se trata de uma situação na qual um ou ambos os pais não estão presentes da vida de uma criança ou adolescente devido a motivos diversos. Sendo temporária ou permanente, ela pode afetar diferentes aspectos da vida dos filhos, incluindo seu desenvolvimento emocional, social e acadêmico. É um cenário bastante desafiador, uma vez que,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ausência parental se trata de uma situação na qual um ou ambos os pais não estão presentes da vida de uma criança ou adolescente devido a motivos diversos.</p>
<p>Sendo temporária ou permanente, ela pode afetar diferentes aspectos da vida dos filhos, incluindo seu desenvolvimento emocional, social e acadêmico.</p>
<p>É um cenário bastante desafiador, uma vez que, dependendo da razão pela qual os pais estão ausentes, isso acaba gerando sequelas que se arrastam para a vida adulta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Consequências da ausência parental na primeira infância</strong><span id="more-2739"></span></h4>
<p>A primeira infância é a fase dos primeiros cinco anos do indivíduo e considerada a mais importante para o desenvolvimento da criança, já que é nela que se formam os sistemas cognitivos, emocionais, personalidade, entre outros aspectos. Ou seja: durante esse período crucial de crescimento e aprendizado, a presença e o envolvimento dos pais desempenham um papel fundamental no estabelecimento de vínculos seguros e no desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e cognitivas.</p>
<p>É por conta disso que a ausência parental acaba trazendo consequências negativas na primeira infância. Algumas delas são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Vinculo afetivo:</strong><strong><br />
</strong>A presença dos pais na primeira infância é essencial para a formação de um vínculo seguro entre a criança e seus cuidadores. Assim, esse laço saudável é crucial para o desenvolvimento emocional e social da criança.</p>
<p>Então, a ausência de afetos nesse estágio pode levar a problemas de apego, dificuldades em regular emoções e relacionamentos instáveis mais tarde na vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Desenvolvimento cognitivo: </strong></p>
<p>Durante a primeira infância, o cérebro da criança está em um período sensível.<br />
Assim, a interação com os pais desempenha um papel vital na estimulação cognitiva e no desenvolvimento das habilidades linguísticas e motoras.</p>
<p>Assim, não ter a presença dos pais nessa fase acaba resultando em falta de estímulos adequados, além de afetar o desenvolvimento cognitivo da criança.</p>
<p>Isso geraria atrasos no aprendizado, habilidades acadêmicas mais baixas e dificuldades de atenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Habilidades sociais e emocionais:</strong><br />
Nos primeiros cinco anos de vida, as interações com os pais fornecem às crianças oportunidades de aprendizado social, como compartilhar, cooperar e resolver conflitos.</p>
<p>Então, sem esse tipo de experiência, o resultado é dificuldade no desenvolvimento de habilidades sociais, como empatia, autocontrole emocional e habilidades de comunicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 – Regulação emocional:</strong><br />
Os pais desempenham um papel importante no ensino das crianças a regular suas emoções e a lidar com o estresse, frustrações e outros tipos de sentimentos que os pequenos ainda não sabem nomear.</p>
<p>A ausência parental, então, pode afetar a capacidade da criança de regular suas emoções, levando a problemas como dificuldade em lidar com o estresse, ansiedade e comportamento impulsivo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 – Autoestima e segurança:</strong></p>
<p>Ter os pais de maneira presente em sua vida fornece uma sensação de segurança e apoio emocional para a criança, além de causar mais confiança em seus pensamentos e ações.</p>
<p>É por conta disso, por exemplo, que a sua autoestima pode acabar não se desenvolvendo, levando a sentimentos de insegurança, baixa autoconfiança e falta de resiliência emocional.</p>
<p>Estão relacionados a essa etapa os sentimentos de solidão, tristeza e frustração devido à falta de interação e apoio emocional dos pais, já que eles não se sentem amados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a ausência parental afeta a segunda infância</strong></h4>
<p>Essa fase ocorre entre os 6 e 12 anos de idade, e as consequências da ausência parental já começam a se manifestar de outras formas.</p>
<p>Assim, nessa etapa, as crianças estão em um estágio de crescimento e aprendizado importantes, e a presença e o envolvimento dos pais e a administração de conflitos e relações familiares continuam sendo essenciais para o seu bem-estar.<br />
Aqui estão alguns dos efeitos da ausência parental durante a segunda infância:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Desenvolvimento acadêmico:</strong><br />
Quando os pais estão ausentes, as crianças podem enfrentar dificuldades em se concentrar nos estudos, falta de apoio nas tarefas escolares e menos estímulo para o aprendizado. Então, isso resulta em um desempenho acadêmico inferior e menor motivação para alcançar o sucesso escolar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Habilidades sociais e relacionamentos:</strong></p>
<p>Durante a segunda infância, as crianças estão desenvolvendo habilidades sociais, como a capacidade de fazer amigos, colaborar e resolver conflitos.</p>
<p>A ausência parental pode limitar as oportunidades de interação social e aprendizado dessas habilidades, já que existe a dificuldade em estabelecer relacionamentos saudáveis e em lidar com situações sociais desafiadoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Independência e responsabilidade: </strong></p>
<p>Esse é um período em que as crianças estão começando a desenvolver sua independência e responsabilidade e a presença dos pais é fundamental para orientar e apoiar as crianças nesse processo.</p>
<p>Ou seja, sem eles, ocorre uma falta de orientação, supervisão e oportunidades para a criança aprender a tomar decisões independentes e assumir responsabilidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Os efeitos da ausência parental na adolescência:</strong></h4>
<p>Este é um período bastante importante na formação de um indivíduo, uma vez que, durante essa fase, os adolescentes estão se tornando mais independentes, explorando sua identidade e enfrentando desafios emocionais e sociais.</p>
<p>Entre os efeitos da ausência parental para adolescentes estão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Comportamento problemático:</strong><strong><br />
</strong>A falta de supervisão e orientação dos pais durante a adolescência pode aumentar o risco de envolvimento em comportamentos problemáticos.</p>
<p>Os adolescentes, por exemplo, muitas vezes, acabam buscando atenção e validação em grupos de pares negativos e de má influência, envolvimento em comportamentos de risco, como o uso de substâncias, delinquência, iniciação sexual precoce e desempenho acadêmico inferior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Autonomia e tomada de decisões:</strong></p>
<p>Durante a adolescência, os jovens estão desenvolvendo sua autonomia e aprendendo a tomar decisões responsáveis.</p>
<p>Sem os pais e apoio de maiores responsáveis, portanto, eles acabam fazendo escolhas impulsivas, além de possuir falta de habilidades de resolução de problemas e menor capacidade de assumir responsabilidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Saúde Mental:</strong></p>
<p>A ausência parental pode aumentar o risco de problemas de saúde mental na adolescência — o que também acaba impactando na vida adulta.</p>
<p>Assim, as pessoas que experimentaram a falta dos pais são mais propensas a desenvolver depressão, ansiedade, transtornos de estresse pós-traumático e outros problemas de saúde mental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como lidar com a ausência parental:</strong></h4>
<p>Lidar com a ausência parental pode ser desafiador, mas existem estratégias que ajudam a enfrentar essa situação.</p>
<p>Veja como lidar ou orientar crianças para que elas aprendam a viver com essa realidade sem que esses efeitos negativos causem grandes impactos em suas vidas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Construir outras redes de apoio:</strong></p>
<p>Apesar da importância dos pais na vida de uma criança, é perfeitamente possível criar uma rede de apoio e afeto para que ela não sinta que a ausência parental é uma situação determinante em seu dia a dia.</p>
<p>Todos os ensinamentos mencionados sobre desenvolver habilidades emocionais, lidar com sentimentos, habilidades cognitivas, autoestima, orientação moral, entre outras, podem ser tranquilamente ensinadas por outros adultos significativos e queridos. Ou seja, mentores, professores ou conselheiros, além de tios, avós, primos e amigos da família acabam ajudando a mitigar os efeitos negativos.</p>
<p>Estabelecer redes de suporte e fornecer oportunidades para a criança e o adolescente se envolver em atividades construtivas e saudáveis pode ser benéfico para o seu desenvolvimento durante essa fase desafiadora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Buscar suporte profissional:</strong></p>
<p>Se sentir que a criança está enfrentando dificuldades significativas em lidar com a ausência parental, considere buscar suporte profissional.</p>
<p>Um terapeuta, conselheiro ou psicólogo pode ajudá-la a explorar e enfrentar questões emocionais mais profundas relacionadas a esse problema, bem como fornecer ferramentas e estratégias para lidar com essa situação</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>Abuso emocional: o que é e como identificar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 20:23:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O abuso emocional é uma forma de violência não física que gera sofrimento emocional e psicológico. Muitas vezes as formas de violência que não causam consequências evidentes, como machucados, acabam passando despercebidas pelas vítimas ou não são levadas a sério pelas pessoas que convivem com elas. Entretanto, elas podem causar prejuízos emocionais duradouros nas vítimas, impedindo que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O abuso emocional é uma forma de violência não física que gera sofrimento emocional e psicológico. Muitas vezes as formas de violência que não causam consequências evidentes, como machucados, acabam passando despercebidas pelas vítimas ou não são levadas a sério pelas pessoas que convivem com elas.</p>
<p>Entretanto, elas podem causar prejuízos emocionais duradouros nas vítimas, impedindo que tenham vidas saudáveis, desenvolvam laços afetivos sólidos e alcancem a felicidade.</p>
<p>Quem sofre abuso emocional pode demorar anos para voltar a confiar nas pessoas e, ainda, se sentir bem consigo mesmo. Então, é importante saber reconhecer os sinais de alerta dessa violência.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>O que é abuso emocional?</strong><span id="more-2613"></span></h4>
<p>Abuso emocional, também chamado de abuso psicológico, é caracterizado por um conjunto de atitudes e palavras cujo objetivo é ferir outra pessoa emocionalmente e, a autoestima e a autoimagem são os principais alvos desse tipo de violência.</p>
<p>A pessoa que comete o abuso pode ter uma série de razões para isso, mas, geralmente, as suas ações são motivadas pela necessidade de controle do outro. Além disso, ao ver a vítima mal, ela se sente bem consigo mesma, como se apenas conseguisse validar as suas qualidades através do sofrimento alheio.</p>
<p>A vítima passa a ter uma visão tão negativa de si mesma que se faz acreditar que viver sem o abusador é impossível. Sem ele, ela não consegue tomar decisões, ter sucesso no trabalho, cultivar amizades, desenvolver habilidades e gostar de si mesma.</p>
<p>O abuso emocional pode acontecer em qualquer tipo de relacionamento, como entre familiares, cônjuges, amigos, colegas de trabalho, chefes e funcionários e professores e alunos. Porém, costuma ser mais comum em relacionamentos afetivos e familiares, principalmente entre pais e filhos.</p>
<p>Quando uma pessoa cresce em um ambiente em que o abuso emocional é frequente, ela vê os comportamentos abusivos como normais. Para ela, é esperado que membros da família ajam assim uns com os outros e, frequentemente, repete o mesmo padrão comportamental com a sua própria família ou procura cônjuges emocionalmente abusivos. Além de abalar a autoestima das vítimas, o abuso emocional possui, então, capacidade de moldar toda a sua visão de mundo e concepções sobre as pessoas. Essa é uma das razões pelo qual é difícil terminar um relacionamento abusivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como identificar o abuso emocional?</strong></h4>
<p>O abuso emocional é praticado de várias formas. Como não é tão evidente e claro quanto outras formas de violência, como a física e a sexual, as vítimas podem passar anos sem perceber as atitudes abusivas ou compreender a gravidade de certos comentários e comportamentos.</p>
<p><strong>1 – Manipulação:</strong></p>
<p>A manipulação emocional consiste em uma série de táticas para persuadir a vítima a fazer o que o abusador quer.</p>
<p>Uma das formas mais comuns é o gaslighting, termo que surgiu do filme “À Meia Luz” de 1944, e tem sido alvo de discussões nos últimos anos. Trata-se da tentativa de fazer alguém acreditar que ele está ficando louco ao duvidar das suas palavras e mentir sobre acontecimentos. Dessa forma, a vítima começa a se perguntar se realmente se lembra do que aconteceu e duvidar da condição da sua psiquê.</p>
<p><strong>2 – Duvidar da capacidade:</strong></p>
<p>O abusador duvida da capacidade da vítima de fazer o seu trabalho, de concluir atividades domésticas, de se socializar e de qualquer coisa que cause perturbação emocional nela.</p>
<p>Para deixá-la o mais desconfortável possível, o abusador procura plantar dúvidas sobre os seus pontos fracos, fortalecendo as suas inseguranças.</p>
<p><strong>3 – Isolamento gradual:</strong></p>
<p>Para manter a vítima sempre sob o seu controle, o abusador emocional começa a afastá-la de seus amigos e familiares. O isolamento não é feito de maneira descarada e, a princípio, a vítima não percebe que já se distanciou de seus entes queridos. Isolada, ela encontra mais dificuldades para pedir ajuda.</p>
<p>Entre as maneiras de fazer isso estão: mentir sobre atitudes e palavras para causar discórdia, reduzir o contato da vítima com pessoas queridas e fazer chantagem emocional quando ela dedica “mais” atenção a elas.</p>
<p><strong>4 – Culpar por tudo:</strong></p>
<p>Tudo passa a ser culpa da vítima. Se aconteceu algo errado na vida do abusador, ele encontra uma maneira de responsabilizar a vítima por isso. Ele pode dizer, por exemplo, que ela vinha o chateando há muito tempo, provocando o mau humor e a distração que causaram o incidente. A vítima se sente mal, então tenta fazer de tudo para recompensá-lo por suas ações.</p>
<p>O abusador emocional também pode culpar a vítima por seu sofrimento quando ela tenta acabar com o relacionamento e tentar fazer negociações para manter o relacionamento.</p>
<p><strong>5 – Diminuição da autoestima:</strong></p>
<p>A diminuição da autoestima acontece gradualmente mediante as demais formas de abuso. Mas o abusador também pode focar especificamente nisso ao direcionar ofensas constantes à vítima, como “você não consegue fazer nada”, “você é muito burro” ou “você nunca vai conseguir o que quer desse jeito”.</p>
<p>Ele também pode se aproveitar de acontecimentos negativos na vida da vítima para reforçar que ela é incompetente e merece o que está acontecendo. Bombardeada com insultos e questionamentos sobre sua capacidade, a vítima passa a acreditar no abusador.</p>
<p>Além de tornar difícil deixar esse relacionamento, a autoestima baixa pode estimular o aparecimento de várias condições de saúde mental, como depressão, ansiedade e transtorno do pânico.</p>
<p><strong>6 – Ignorar:</strong></p>
<p>Ignorar alguém sempre que ele faz “algo de errado” para “ensinar uma lição” também é uma forma de abuso emocional. O abusador pode andar pela casa ou ambiente de trabalho, agindo como se não estivesse vendo a vítima e não direcionar nenhuma palavra a ela.</p>
<p>A princípio, essa atitude pode parecer infantil e não causar o efeito desejado, mas, ao ser usada frequentemente, a vítima começa a se sentir culpada e busca se comunicar com o abusador. Ao ser ignorada, ela se sente envergonhada e passa a desejar o perdão do outro.</p>
<p><strong>7 – Privação de bens e recursos financeiros:</strong></p>
<p>Outra forma comum de abuso emocional em relacionamentos familiares e afetivos é a privação de bens e recursos financeiros, também chamada de violência financeira. O abusador corta ou limita o acesso da vítima ao dinheiro, impedindo que ela compre alimentos e outros itens de necessidade básica e dependa dele para sobreviver. Isso inclui impedir que ela trabalhe, gaste dinheiro sem sua autorização ou tenha acesso aos recursos financeiros da família.</p>
<p><strong>8 – Perseguir:</strong></p>
<p>A perseguição, também chamada de stalking, é uma forma de abuso emocional que tem se mostrado cada vez mais frequente. Ela costuma acontecer após o término do relacionamento. O abusador raramente persegue a vítima pessoalmente.</p>
<p>É mais comum ele mandar fotos da frente da sua casa, trabalho ou lugares onde esteve durante o dia ou semana; criar contas falsas nas redes sociais para comentar em suas fotos e mandar ameaças nas mensagens; e enviar a sua localização para a vítima, mostrando que está perto da sua casa. Assim, ele consegue despertar uma sensação de onipresença na vítima, que, consequentemente, fica com medo de sair de casa ou usar as suas redes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que fazer depois?</strong></h4>
<p>O processo de identificação do abuso emocional, principalmente quando vem dos pais ou de um parceiro de longa data, desperta muitos sentimentos e dúvidas.</p>
<p>A vítima é confrontada com uma realidade que, até então, era inexistente para ela. Embora tenha passado por momentos ruins ao lado do abusador, ainda o considera alguém que lhe faz bem. Esse período de negação costuma persistir até ela conseguir compreender a gravidade dos abusos emocionais. A partir de então, começa a ver como o outro lhe influenciou de modo negativo.</p>
<p>As primeiras conclusões podem causar raiva, tristeza, medo e angústia, bem como modificar percepções que a vítima tinha de si mesma e do outro. Esse choque de realidade é doloroso, mas faz parte do processo de libertação do relacionamento abusivo, independentemente de qual seja a sua natureza.</p>
<p>Para torná-lo menos turbulento, você pode consultar um psicólogo. A terapia ajuda pacientes a encontrar a melhor maneira de processar os abusos emocionais e seguir em frente. Não raro, por exemplo, as vítimas se culparem por terem permanecido tanto tempo ao lado do abusador e acreditarem merecer o sofrimento.</p>
<p>Em outras ocasiões, elas desenvolvem um profundo ressentimento por ele, alimentando emoções extremamente negativas e até pensamentos de vingança.</p>
<p>O psicólogo é capacitado para orientar pacientes nessa situação a mudarem a sua mentalidade, redescobrirem a sua autoestima e conseguirem deixar o passado para trás sem guardar mágoas. Um dos focos da terapia neste caso é retomar a conexão da vítima consigo mesma para que ela consiga levar uma vida saudável.</p>
<p>Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p>Grande abraço e até beve!</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como anda sua autoestima? Conheça alguns sinais de baixa autoestima!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 20:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A autoestima é basicamente a maneira como você se enxerga. Nesse texto, falaremos mais profundamente sobre os sinais mais comuns da baixa autoestima e como ela pode se manifestar no dia-a-dia. Quando se pensa sobre isso, logo se faz uma associação com a aparência, mas a autoestima é um conceito abrangente. Ela é formada por&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A autoestima é basicamente a maneira como você se enxerga. Nesse texto, falaremos mais profundamente sobre os sinais mais comuns da baixa autoestima e como ela pode se manifestar no dia-a-dia.</p>
<p>Quando se pensa sobre isso, logo se faz uma associação com a aparência, mas a autoestima é um conceito abrangente. Ela é formada por um conjunto de crenças, sentimentos e opiniões as quais você mantém sobre si mesmo.</p>
<p>Muitos têm dificuldade para construir e sustentar uma visão positiva acerca de quem são. Não gostam da sua aparência, do seu jeito de ser, do seu trabalho, do lugar onde moram, entre outros e, como resultado, não conseguem se amar e cuidar de si mesmos como deveriam. A essa dificuldade de aceitar e de gostar de si mesmo damos o nome de baixa autoestima.</p>
<p>A baixa autoestima pode se manifestar de diversas formas, e ela está associada a uma série de fatores, como motivação e autoconhecimento, e pode trazer vários problemas para nossa vida profissional, afetiva e social.</p>
<p><strong>Você tem baixa autoestima?</strong></p>
<p>A baixa autoestima pode se manifestar de muitas formas, e nem sempre as pessoas percebem os sinais. Por isso, no dia a dia, elas alimentam pensamentos e emoções negativas que tornam a possibilidade de autoaceitação cada vez mais difícil.</p>
<p>Abaixo, confira alguns sinais que ajudam a identificar a falta de autoestima e veja se consegue percebê-los em você.</p>
<ul>
<li><strong>Falta de confiança: </strong></li>
</ul>
<p>A falta de confiança e a baixa autoestima andam juntas. Afinal, quem não se acha merecedor, dificilmente têm confiança para encarar desafios, fazer movimentos de mudança, firmar relacionamentos e tirar seus planos de vida do papel.</p>
<p>Este é um dos primeiros sinais notados em quem não tem uma boa opinião de si mesmo.</p>
<ul>
<li><strong>Reclamações constantes: </strong></li>
</ul>
<p>A baixa autoestima também pode se manifestar em forma de reclamações constantes. Como ver o lado positivo da vida é difícil para quem tem baixa autoestima, esses indivíduos normalmente desenvolvem o hábito de reclamar. Eles colocam defeito em tudo, mesmo quando a situação é positiva e os outros estão felizes com ela.</p>
<p>Reclamar constantemente não apenas afasta as pessoas que não querem conviver com tanta negatividade, como também fortalece pensamentos e crenças negativas. Sendo assim, o indivíduo encontra ainda mais dificuldade para elevar a sua autoestima.</p>
<ul>
<li><strong>Medo da rejeição: </strong></li>
</ul>
<p>O medo de rejeição não diz respeito somente aos relacionamentos afetivos. Afinal, quem tem medo de ser rejeitado não consegue compartilhar as suas ideias no ambiente de trabalho, tem uma postura passiva por temer repreensões e deixa passar muitas oportunidades para o seu desenvolvimento pessoal.As pessoas possuem opiniões, preferências e visões de mundo distintas, por isso, a rejeição é uma parte da vida e dificilmente conseguimos fugir dela. A baixa autoestima, nesse caso, pode se manifestar em forma de dificuldade para gerenciar as emoções que resultam da rejeição, levando-as sempre para o lado pessoal.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Medo de enfrentar desafios:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Se você sempre vê o lado negativo e sofre antes mesmo de as situações se desenrolarem, provavelmente tem medo de enfrentar desafios. E se você não conseguir superá-los? Ou, mesmo, se houver imprevistos no caminho? E se você não tiver capacidade de encontrar soluções para os seus problemas? E se alguém começar a pensar negativamente sobre você?</p>
<p>Esses são questionamentos comuns de quem não confia o suficiente em si mesmo para enfrentar situações as quais considera complicadas.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Perfeccionismo:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Pessoas com autoestima baixa normalmente se cobram demais. Sentem que se não conseguem atingir os seus próprios ideais de perfeição, se consideram incompetentes, preguiçosas e sem talento. Elas também têm dificuldade para perceber que são seres imperfeitos, assim como o restante das pessoas. Assim, entram em um ciclo de perfeccionismo, derrotas e frustração do qual podem levar muito tempo para sair.</p>
<ul>
<li><strong><strong>Autopunição:</strong></strong></li>
</ul>
<p>Uma forma muito comum da baixa autoestima se manifestar é em forma de autopunição. As punições podem acontecer de múltiplas formas, como descuidar da alimentação mesmo sabendo da sua importância para a saúde ou se negar algo a muito esperava – um evento, uma roupa ou um momento de descanso. Essas pequenas punições trazem uma sensação de prazer momentânea, como se a justiça estivesse sendo feita, e reforçam a crença do não merecimento.</p>
<p><strong>Problemas da baixa autoestima</strong></p>
<p>Como se pode ver anteriormente, a auto percepção negativa molda o nosso comportamento.</p>
<p>Um indivíduo inseguro que teme rejeição e sempre vê o lado negativo das coisas tende a se colocar em posição desfavorável em relação a si mesmo. Ele não consegue dar a sua opinião no trabalho, tem dificuldade para ser proativo, não investe em si mesmo através da aquisição de conhecimento, tem medo de se relacionar e aceita suas derrotas, optando por desistir em vez de tentar novamente. Assim, consequentemente, sua vida não lhe traz a felicidade e as realizações desejadas.</p>
<p>Pessoas com autoestima baixa almejam o sucesso como todas as outras, mas acreditam não ter capacidade para conquistá-lo. Deste modo, se auto sabotam constantemente e se levam a acreditar que estão satisfeitas com resultados medíocres ou com não ter os seus desejos atendidos.</p>
<p>Já pessoas com autoestima alta acreditam que merecem coisas boas e, por isso, encontram motivação e disposição para correr atrás dos seus sonhos. Elas encaram seus erros, frustrações e fracassos como oportunidades para mudar a maneira que têm feito as coisas. Assim, conseguem se planejar para tentar novamente e adquirir os resultados desejados.</p>
<p>A opinião que mantemos de nós mesmos é, então, muito importante. Assim como você não precisa ser arrogante e se colocar acima das pessoas, não precisa se colocar em uma posição de inferioridade. Basta ter uma opinião positiva acerca de si mesmo, reconhecer suas qualidades e usá-las para o seu benefício em vez de desvalorizá-las.</p>
<p><strong>Como elevar a autoestima?</strong></p>
<p>Com o tempo, a maneira como nos vemos se torna uma espécie de verdade universal e imutável. Afinal, acreditamos que não podemos mudar nossa personalidade e atitudes e, se as enxergamos sob uma luz negativa, sofremos com isso. Entretanto, podemos tanto mudar comportamentos quanto a maneira como os enxergamos.</p>
<p>Elevar a autoestima é um trabalho longo e contínuo que dura a vida inteira. Isso porque até as pessoas com autoestima alta podem passar por fases difíceis onde plantam dúvidas em suas mentes acerca de seu próprio potencial. Mas, elevar a autoestima também é voltar o olhar para si mesmo e estar disposto a encarar a sua própria vulnerabilidade.</p>
<p>Para começar a mudar a maneira como você se vê, é necessário instigar questionamentos como:</p>
<ul>
<li>Quais são minhas qualidades, afinal?</li>
<li>Por que não consigo enxergar as minhas qualidades?</li>
<li>Por que penso tão mal de mim mesmo?</li>
<li>Eu me amo ou encontro razões para não me amar?</li>
</ul>
<p>Responder essas perguntas com sinceridade pode despertar emoções intensas e memórias reprimidas de experiências de vida que o ajudaram a ter uma opinião negativa sobre si mesmo. Embora passar por isso possa ser desagradável, é um passo importante para que você consiga gostar de si mesmo do jeito que é.</p>
<p>Uma maneira efetiva de elevar a autoestima é fazer terapia, por exemplo.Conversar com um psicólogo sobre as razões pelas quais você não acredita ser merecedor de coisas boas ou não consegue encontrar razões para gostar de si mesmo pode ajudá-lo a identificar padrões nocivos de comportamento, crenças, traumas e medos que corroboram para a baixa autoestima.</p>
<p>A terapia também pode fornecer o apoio emocional necessário durante o processo de mudança da sua auto percepção. Assim, você adquire confiança e clareza para refletir sobre a maneira que você se enxerga e o que pode fazer para mudar isso.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Você sabe o que é motivação e como manter-se motivado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 03:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A motivação é um dos sentimentos mais importantes para vivermos com qualidade e mantermos uma relação saudável conosco e com os outros. É ela que nos incentiva a buscar o que desejamos, independentemente dos obstáculos presentes em nosso caminho. Além disso, ela é essencial para resolver problemas e modificar hábitos prejudiciais à nossa saúde mental.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A motivação é um dos sentimentos mais importantes para vivermos com qualidade e mantermos uma relação saudável conosco e com os outros. É ela que nos incentiva a buscar o que desejamos, independentemente dos obstáculos presentes em nosso caminho.</p>
<p>Além disso, ela é essencial para resolver problemas e modificar hábitos prejudiciais à nossa saúde mental. Quando não nos sentimos motivados, simplesmente não encontramos energia para fazer isso e, assim, sofremos com a consequência de levar um estilo de vida pouco saudável.</p>
<p>A motivação pode ser descrita como uma combinação de nossos objetivos pessoais, desejos e&nbsp;expectativas, sendo que os dois últimos fatores são combustíveis fundamentais para a conquista do primeiro. Porém, nem sempre é fácil&nbsp;manter a motivação. Muitas pessoas reclamam do desaparecimento súbito da paixão e entusiasmo que as levaram a tomar um determinado caminho na vida.</p>
<p>Por que perdemos o interesse no que aparentemente costumávamos amar? <span id="more-2481"></span>Se a motivação é tão importante assim porque ela some de repente? O que fazer para combater esse ciclo angustiante de motivação e desmotivação?</p>
<p>Neste post, vamos responder essas perguntas e compartilhar dicas de&nbsp;como manter a motivação.</p>
<p><strong>Por que a motivação desaparece?</strong></p>
<p>Cultivar a motivação pode ser complicado. Esse sentimento tão importante para nos ajudar a concluir tarefas e projetos tende a desaparecer e, em muitas ocasiões, acontece de repente. Quando isso ocorre, nos sentimos&nbsp;culpados, cansados e vazios. Começamos a procrastinar obrigações, desmarcar compromissos e temos dificuldade para cumprir prazos. Até mesmo sair da cama todas as manhãs pode subitamente se tornar um desafio.</p>
<p>A falta de motivação não é sempre uma questão preocupante. Todos vivenciamos essa súbita redução da força de vontade em algum momento, principalmente quando vivemos uma situação desagradável. Existem muitas razões por trás do desaparecimento da motivação, conforme podemos ver abaixo:</p>
<ul>
<li>Insatisfação com o trabalho;</li>
<li>Divórcio ou&nbsp;término de relacionamento;</li>
<li>Problemas familiares;</li>
<li>Problemas financeiros;</li>
<li>Baixa&nbsp;autoestima;</li>
<li>Objetivos incoerentes com quem você é;</li>
<li>Dificuldade para cumprir metas;</li>
<li>Estilo de vida pouco saudável;</li>
<li>Cobranças por resultados – tanto de si mesmo quanto de outras pessoas;</li>
<li>Impaciência;</li>
<li>Perfeccionismo exagerado; e</li>
<li>Falta de apoio.</li>
</ul>
<p>As pessoas normalmente se forçam a continuar vivendo seus dias como antes quando se sentem desmotivadas e, eventualmente, esse sentimento ruim desaparece. Entretanto, é válido reconhecer a falta de motivação e questionar a causa disso.&nbsp;Analisar os possíveis porquês vai ajudá-lo a reconquistar a motivação mais rapidamente. Afinal, ninguém fica desmotivado sem motivo, embora essa possa ser a sensação! Esse sentimento é um sinal enviado por seu inconsciente para mostrar que algo não está bem em nossas vidas.</p>
<p><strong>Quando a falta de motivação se torna um problema?</strong></p>
<p>Quando a falta de motivação persiste por semanas ou meses consecutivos, pode estar associada a uma condição de saúde mental grave, como a&nbsp;Depressão&nbsp;e a&nbsp;Síndrome de Burnout. Também pode ser o sintoma de um transtorno não diagnosticado, como o&nbsp;Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade&nbsp;(TDAH) e o&nbsp;Transtorno Bipolar. É comum que pessoas com essas condições sintam a sua motivação oscilar com frequência e não saibam o que fazer para se sentirem motivadas novamente.</p>
<p>Outro sinal da falta de motivação crônica é o impacto negativo em diversas áreas da vida, como desempenho profissional ou acadêmico, autoestima e relacionamentos. A sensação é de que tudo parece estar desmoronando à nossa volta e não há o que fazer para remediar a situação.&nbsp;Abaixo, veja alguns sinais que indicam que devemos buscar um Psicólogo para ajudar na recuperação da motivação:</p>
<ul>
<li>Falta de motivação por mais de seis semanas seguidas;</li>
<li>Agravamento ou ausência de melhora do sentimento;</li>
<li>Falta de interesse em conversar com amigos e família;</li>
<li>Falta de interesse em fazer atividades que antes gostava;</li>
<li>Dificuldade para cumprir obrigações profissionais ou cotidianas, como afazeres domésticos e higiene pessoal;</li>
<li>A falta de motivação é acompanhada por pensamentos negativos;</li>
<li>Pensamentos suicidas;</li>
<li>Dificuldade para ver o lado positivo da vida; e</li>
<li>Ausência de compreensão acerca da desmotivação.</li>
</ul>
<p><strong>Como se manter motivado?</strong></p>
<p>A dificuldade de se manter motivado não é de todo ruim, sabia? Ela pode ser encarada como uma oportunidade para voltarmos a olhar para nossa qualidade vida e explorar quais elementos não estão funcionando. Será que estamos vivendo de acordo com nossos valores pessoais? Nossos objetivos de vida ou profissionais estão alinhados com nossa vida atual? Nosso relacionamento é saudável? São muitas as perguntas que podemos fazer a partir da percepção da falta de motivação. Da mesma forma, são abundantes as rotas que podemos tomar para nos mantermos motivados e&nbsp;produtivos.</p>
<p>Neste post, reunimos algumas dicas para ajudá-los a manter a motivação por um período maior. Porém, tenham em mente que é normal perdê-la ocasionalmente. Encarem essas recaídas como um convite para realinharmos nossos objetivos.</p>
<p><strong>1. Entender o porquê</strong></p>
<p>Em vez de fugirmos da falta de motivação, devemos nos perguntar por que estamos com dificuldade para nos mantermos motivados. De onde vem tanta falta de energia e desânimo? O que não está legal em nossas vidas? Nossos objetivos ainda fazem sentido?</p>
<p>Responder essas perguntas vai nos ajudar a identificar os obstáculos que se encontram em nossos caminhos para a satisfação pessoal. Com esse conhecimento, será mais fácil desenvolvermos estratégias para superá-los. Talvez precisemos mudar hábitos para sermos mais produtivos, como desenvolver uma rotina noturna para dormir bem ou praticar exercícios físicos, ou de um tempo para redescobrir o que é, de fato, importante para nós.</p>
<p><strong>2. Definir novos objetivos (ou aprimorar objetivos antigos)</strong></p>
<p>A maneira como definimos objetivos é importante, pois ela pode nos ajuda a alcançá-los mais rapidamente ou promover a procrastinação. Se já possuímos objetivos definidos para nossas vidas, eles podem não estar em um formato eficiente e, por isso, encontramos dificuldades para atingi-los. É ideal que nossos objetivos sejam específicos e, se possível, com prazos estimados.</p>
<p>Por exemplo, se queremos ser promovidos, devemos enumerar todas as coisas que podemos fazer para melhorar nossa performance profissional. Pode ser fazer uma especialização, participar de mais eventos da empresa ou sugerir soluções para um problema do departamento.</p>
<p>Nosso objetivo maior deve ser acompanhado de metas específicas para que nosso cérebro reconheça a viabilidade de cada uma delas. Caso contrário, ele pode concluir que são muito trabalhosas e, como consequência, estimular a falta de motivação.</p>
<p><strong>3. Buscar a positividade diariamente</strong></p>
<p>Saber cultivar a positividade é imprescindível para manter a motivação. Pensamentos positivos despertam emoções positivas que, por sua vez, estimulam atitudes e decisões positivas.</p>
<p>Conseguimos perceber esse padrão ao prestarmos atenção na qualidade de nossos pensamentos no dia a dia. Por exemplo, quando estamos de mau humor, tendemos a ter&nbsp;devaneios ansiosos&nbsp;e até punitivos, não é? Consequentemente, perdemos a vontade de fazer o que gostamos e podemos até chegar a mudar de ideia sobre iniciar um projeto.</p>
<p>Combata esses devaneios improdutivos com muita positividade! Procurem fazer coisas que gostem no dia a dia e se cerquem de fontes de otimismo e determinação, como vídeos motivacionais, palestras interessantes, livros com conteúdo rico e pessoas alto-astral.</p>
<p><strong>4. Busque por inspirações</strong></p>
<p>Se inspirar na vida, no trabalho e em outras pessoas, principalmente em quem admiramos, é uma ótima maneira de nos mantermos motivados. Podemos encontrar respostas para nossos problemas ao analisarmos a postura que essas pessoas adotaram para encarar a vida. Do mesmo modo, podemos encontrar a inspiração necessária para iniciar aquele projeto que tanto desejamos, mas não possuímos a motivação para colocar a mão na massa.</p>
<p>Busquem por inspirações com frequência, não apenas quando se sentirem desmotivados. Uma dica legal é fazer uma pasta no computador ou um mural com ideias e conquistas de pessoas inspiradoras. Dessa maneira, sempre teremos uma fonte para elevar nossa energia e vontade de produzir.</p>
<p><strong>5. Relaxe</strong></p>
<p>Essa dica pode não parecer muito coerente, mas ela é muito importante! A dificuldade para manter a motivação pode ser um sinal de que estamos sobrecarregados com a quantidade de obrigações e compromissos e a&nbsp;solução para recuperar a motivação pode ser descansar!</p>
<p>Podemos tirar um final de semana para não pensar em nada além de nosso próprio bem-estar, ou planejar uma viagem bem legal para as férias ou feriados. Durante a semana, também podemos reservar uma hora após o expediente para cuidarmos da nossa saúde mental.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Adulto também é rejeitado: como lidar com isso sem sofrer tanto!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 23:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação. A rejeição é uma experiência que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a rejeição seja um sentimento comum, afinal estamos todos suscetíveis a ter de enfrentá-la em algum período ou situação, o fato é que nunca estamos preparados para lidar com ela. Rejeitar é o mesmo que recusar, resistir, desaprovar, e não é nada confortável enfrentar esse tipo de negação.</p>
<p>A rejeição é uma experiência que causa fissuras na nossa autoestima, como se o entorno sinalizasse que não somos importantes e internalizamos esse sentimento como se fosse uma verdade sobre nós.</p>
<p>Por isso, a rejeição tende a machucar tanto. Temos a necessidade de aprovação e de acolhimento e, <span id="more-2356"></span>apesar de a rejeição não ocorrer, necessariamente, por algo intrínseco de quem a sofre, pois ela pode ser uma questão do outro, alimentamos uma tendência à culpa. Não é simples atribuir importância a si próprio, e se essa rejeição se repete, vamos ficando frágeis emocionalmente.</p>
<p><strong>Quais os impactos de uma rejeição?</strong></p>
<p>As rejeições fazem parte da construção de nossa identidade, comportando elementos conscientes e inconscientes. Suas marcas podem ser agravadas, elaboradas ou ressignificadas, dependendo de seu grau de intensidade e duração e das nossas experiências reais e simbólicas.</p>
<p>A forma como somos aceitos ou rejeitados interfere nos sentimentos que temos em relação a nós mesmos como valorização, depreciação ou descrédito. Por isso, sentir-se rejeitado pode causar muitos danos emocionais. Sofrer rejeição em diferentes fases do desenvolvimento podem ocasionar problemas sérios na autoimagem e autoestima.</p>
<p>Quanto mais precoce e intensa a percepção de rejeição, maiores são os danos emocionais. Afinal, ser rejeitado causa sempre uma sensação de desconforto, mas se isso acontece na infância os danos tendem a ser mais profundos, influindo até mesmo na maneira como o indivíduo irá lidar com a rejeição ao longo de sua vida. Uma criança rejeitada tende a se tornar um adulto inseguro, com pouca consciência sobre si mesmo e mais dependente. Podendo, muitas vezes, se sujeitar a relacionamentos abusivos ou mesmo relações cotidianas de subserviência.</p>
<p><strong>O cancelamento é uma forma de rejeição</strong></p>
<p>É esperado que o adulto tenha uma forma mais positiva de lidar com a rejeição. Porém, boa parte das pessoas possui lacunas no desenvolvimento de alguns processos como auto aceitação e autonomia, podendo levar a um sofrimento extremo em função da rejeição. Na atualidade, lidar com a rejeição tem sido mais complicado, pois ela ocorre de maneira rápida, direta e instantânea. E este é um sentimento que precisa ser elaborado. A questão da rejeição acaba provocando o medo de ser &#8216;cancelado&#8217;, situação em que o sujeito passa por uma espécie de linchamento (rejeição virtual), em função de seus posicionamentos, conferindo ao &#8216;cancelador&#8217; o crivo da superioridade.</p>
<p>Em suma, a rejeição interfere em todos os âmbitos de vida, mostrando que a pessoa não atingiu uma maturidade emocional e podendo potencializar a experiência de negação do seu ser, de seu modo de pensar e agir. É comum pessoas renunciarem, mesmo que por um tempo, características pessoais para se confirmarem em um grupo social. Cada indivíduo possui um limiar do que pode conceder em nome da aceitação e conformação social, mas se ceder muito isso será convertido em sofrimento, perda de identidade, distanciamento e outros estados emocionais negativos.</p>
<p><strong>Como lidar com a rejeição sem sofrer tanto?</strong></p>
<p>Para aprender a lidar com o sentimento de rejeição é necessário, antes de mais nada, passar por um processo de autoaceitação. Quem teve relações mais seguras e acolhedoras na infância parte melhor para seu desenvolvimento até a idade adulta. Falhas nessas relações e no desenvolvimento da autorregulação emocional levam a formas menos adaptadas de lidar com a rejeição. Por isso, listamos algumas dicas essenciais para reverter isso e enfrentar este tipo de situação sem tanto sofrimento.</p>
<p><strong>1. Autoconhecimento:</strong></p>
<p>Conhecer-se leva a uma aceitação realista de si, dos aspectos positivos e negativos de sua personalidade;</p>
<p><strong>2. Observação:</strong></p>
<p>Analisar os gatilhos que reatualizam situações de abandono e que podem gerar no presente situações de dependência emocional;</p>
<p><strong>3. Avaliação:</strong></p>
<p>Perceber se essa dificuldade é tolerável, pois se provoca sofrimento e torna o sujeito disfuncional, é imprescindível buscar ajuda profissional;</p>
<p><strong>4. Auto compaixão:</strong></p>
<p>Sem excesso, ajuda o indivíduo a ter uma visão mais realista sobre si, sem tantas críticas e sentimento de culpa;</p>
<p><strong>5. Auto aceitação:</strong></p>
<p>Ajuda na aceitação da forma como a pessoa é e enfrenta seus próprios critérios e experiências pessoais para encarar a vida, deixando-a mais autocentrada e confiante;</p>
<p><strong>6. Autonomia:</strong></p>
<p>Surge a partir do desenvolvimento da autocompaixão e auto aceitação. Tais processos auxiliam a lidar de uma forma mais positiva com a rejeição, com a chance de cada vez menos responder às expectativas dos outros e à conformidade social;</p>
<p><strong>7. Controle:</strong></p>
<p>Colocar-se numa posição de inferioridade de forma recorrente pode fortalecer as distorções cognitivas que contribuem para interferir na forma como encara os fatos. Por isso, é importante manter pensamentos negativos e que o jogam para baixo sob controle;</p>
<p><strong>8. Crie oportunidades</strong>:</p>
<p>A dor da rejeição pode ser superada ao criar novas conexões que priorizam a valorização e aceitação da pessoa como ela é. Não fique preso ao que o faz mal, sempre é importante avançar para novas conquistas</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Relacionamentos tóxicos: aprenda a identificá-los</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 01:43:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando nos envolvemos com alguém, nem sempre nos damos conta de algumas características nocivas desta pessoa. Estamos tão envolvidos emocionalmente que ignoramos os sinais que são dados desde o início. E depois de um tempo, quando o encantamento diminui, e faz parecer que as lentes dos nossos óculos da vida começam a desembaraçar, nos damos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando nos envolvemos com alguém, nem sempre nos damos conta de algumas características nocivas desta pessoa. Estamos tão envolvidos emocionalmente que ignoramos os sinais que são dados desde o início.</p>
<p>E depois de um tempo, quando o encantamento diminui, e faz parecer que as lentes dos nossos óculos da vida começam a desembaraçar, nos damos conta que estamos em um relacionamento recheado de brigas, discussões e ao nosso lado está alguém que não nos completa, nem mesmo nos faz feliz.</p>
<p>Mas mesmo assim, sentimos que há algo que nos prende a esta pessoa.</p>
<p><strong>Sinais do relacionamento tóxico:</strong><span id="more-2240"></span></p>
<p><strong>Acúmulo de chateações:</strong></p>
<p>Ao invés de conversarem sobre algum incômodo na relação, vocês guardam as informações, deixando isso virar uma grande bola de neve, e optam por revelar esses incômodos em um momento oportuno, quando outra discussão vem à tona.</p>
<p>Se na hora que acontecer a situação desconfortável você não se sentir confortável para falar, deixe a poeira baixar e converse. Ficar acumulando todos os vacilos e soltar de uma vez só, não vai resolver nada.</p>
<p><strong>Crítica desmedida:</strong></p>
<p>No início do relacionamento até achamos que encontramos a pessoa perfeita. Mas na verdade esta perfeição não existe. As críticas são naturais e acontecem, porém, quando feitas de maneira desmedida tornam a relação tóxica.</p>
<p>Já parou para refletir se as críticas que você recebe são para lhe diminuir? Se sim, não permita que isso aconteça.</p>
<p><strong>Energia negativa:</strong></p>
<p>Se você, ao estar com seu parceiro ou sua parceira sente um certo desconforto, um clima tenso, se você está em constante estado de ansiedade e não consegue fazer nada direito, estes são sinais de que a energia entre vocês é pesada e negativa. Ou seja, estás vivendo um relacionamento tóxico.</p>
<p><strong>Você fica “pisando em ovos” quando estão juntos:</strong></p>
<p>Quando vocês passam muito tempo juntos, você começa a sentir-se ansiosa(o) querendo ir embora, porque pensa que a qualquer momento pode começar uma briga entre vocês? Você fica “pisando em ovos” porque ele/ela pode explodir por qualquer motivo?</p>
<p>O parceiro(a) deve ser alguém que gostamos de estar junto. Mesmo com momentos de estresse e divergências não deve ser cercado pela angústia. É fundamental a confiança e o respeito, mesmo que vocês pensem diferente.</p>
<p><strong>Você não é você mesma:</strong></p>
<p>Mudar faz parte do ser humano, e na maioria das vezes é muito positivo. Em um relacionamento não é diferente, mudar para a mesma direção é ótimo. Porém quando a mudança é para direção que você não quer, e que você acaba não se reconhecendo como pessoa, é um sinal de alerta.</p>
<p>Faça um teste: se você se comporta diferente quando está com seus amigos e sem seu companheiro(a) e eles percebem isso, é sinal de que a relação está intoxicada.</p>
<p><strong>Sua relação traz à tona suas piores qualidades:</strong></p>
<p>Você vive em estado de tensão, a ponto de as pessoas não te reconhecerem mais, inclusive se afastarem de você. Provavelmente seu companheiro(a) está eliciando em você suas piores qualidades, aquelas que você as mantinha guardadas e raramente utilizava.</p>
<p>Se seus amigos estão te relatando que você está diferente de forma negativa, fique atento(a)!</p>
<p><strong>Há uma constante luta pelo poder:</strong></p>
<p>É normal discutir em uma relação, porém, quando essa discussão parece estar focada em quem vai ganhar a briga ao invés de resolver o conflito.</p>
<p>Se a preocupação de um dos dois é estar no controle mais do que resolver a situação, para que caminho esta relação está indo? Relacionamento é como gangorra, para os dois se darem bem é preciso que ela esteja equilibrada.</p>
<p><strong>Frequentes crises de ciúme:</strong></p>
<p>Para algumas pessoas o ciúme é sinal de proteção e amor. Mas existem outras formas mais saudáveis de cuidar, proteger e amar.</p>
<p>O ciúme indica falta de confiança. E como manter relação saudável sem confiança? Em uma relação saudável você deve ter a liberdade de ser quem você é e confiar na pessoa. Vale lembrar que o ciúme obsessivo é uma doença e há tratamento para isso.</p>
<p><strong>Você não enxerga o futuro da relação:</strong></p>
<p>Não estou falando em ter planejamento a dois até o final dos seus dias. Mas é natural, em um relacionamento, que haja planos para curto e médio prazo, como por exemplo: a viagem das próximas férias.</p>
<p>Se você não consegue visualizar nada a dois, por que desperdiçar o seu tempo?</p>
<p><strong>Você simplesmente não está feliz:</strong></p>
<p>Se o seu relacionamento está tão pesado quanto aquele projeto difícil, ou aquela matéria que você precisa passar na faculdade, então, talvez, seja a hora de deixá-lo de lado.</p>
<p>Muitas vezes as coisas que planejamos não saem conforme o pensado. Porém para estarmos em um relacionamento é preciso que tenhamos mais momentos de felicidade do que de ansiedade, preocupação, etc. Se você doa tudo de si e não recebe nada em troca, qual o sentido de ter alguém ao seu lado?</p>
<p><strong>Não há apoio nas suas escolhas de vida ou metas:</strong></p>
<p>Se você já ouviu comentários que seus sonhos e metas são estúpidos ou que você nunca vai alcançar seus objetivos, talvez tenha que rever sua relação.</p>
<p>Alguém que te quer bem, apoia suas decisões mesmo que não concorde com elas. Inclusive, a sua felicidade é importante para quem te ama.</p>
<p><strong>Tudo é culpa sua:</strong></p>
<p>Você é a raiz de todo mal. Qualquer coisa que dê errado é culpa sua. Ele/ela culpa você por todas as suas inseguranças, e é incapaz de pedir desculpas caso perceba que seu comportamento está errado. Isso é um grande sinal de alerta para o relacionamento tóxico.</p>
<p><strong>Frequentes ameaças de término do relacionamento:</strong></p>
<p>Esse é clássico! Esse jogo é cruel, sempre que o outro está insatisfeito ameaça romper o relacionamento. Isso pode acontecer principalmente se ele/ela sabe que você vai implorar para que ele não vá embora. Pessoas assim se alimentam da carência e inconscientemente procuram parceiros(as) que possam controlar.</p>
<p><strong>Suspeitas acontecem o tempo todo:</strong></p>
<p>Todo relacionamento precisa de um nível de privacidade. E para isso é fundamental confiar um no outro. Se ele/ela quer saber constantemente o que está rolando no seu espaço de privacidade, isto mostra um nível tóxico de controle.</p>
<p>É humilhante. O relacionamento é entre adultos, e não é necessário supervisão constante. E caso venha o sentimento de culpa depois que você disse a ele/ela que não o deixaria acessar suas coisas, este é um ponto crucial para que busque ajuda e saia desta relação.</p>
<p><strong>Dependência:</strong></p>
<p>Em um relacionamento tóxico há dependência do outro, tanto financeira, emocional ou física. Quando você dá sinais de que vai cuidar de si, o outro detesta e tentar manter você sob controle.</p>
<p>E por vezes, o outro faz você acreditar que não tem capacidade para realizar seus planos. Além de não dar atenção para seus sentimentos que não tenham relação com ele/ela.</p>
<p>Se você identificou alguns dos sinais acima no seu relacionamento, talvez esteja na hora de deixar ir, seguir o seu caminho sem esta pessoa.</p>
<p><strong>Como se curar de um relacionamento tóxico?</strong></p>
<p>De fato, não é tarefa simples. Na maioria das vezes as pessoas negam a situação, e não enxergam o quão doentio é insistir em algo que prejudica tanto a saúde emocional, mental e física.</p>
<p>O primeiro passo para sair do relacionamento tóxico é aceitar que está dentro de um. O segundo passo é construir um sistema de apoio, deixando as pessoas se aproximarem e ajudarem.</p>
<p>É fundamental também o investimento no autoconhecimento, para conseguir enxergar o que te fez escolher se manter em um relacionamento assim.</p>
<p>Alguns exercícios que ajudam é desabafar escrevendo, ler livros de autoajuda, e o principal, procurar um psicólogo para ressignificar o que foi vivido e construir um futuro melhor para as próximas relações.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhá-lho  com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Situações em que o racismo está presente e muita gente não percebe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2020 00:54:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando atinge alguém de forma direta e aberta, o racismo costuma ser questionado, debatido e até penalizado, já que desde 1989 a lei (n. 7.716/1989) prevê que discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional são considerados crimes inafiançáveis e imprescritíveis. Porém, devido a uma herança do período escravocrata, no qual pessoas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando atinge alguém de forma direta e aberta, o racismo costuma ser questionado, debatido e até penalizado, já que desde 1989 a lei (n. 7.716/1989) prevê que discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional são considerados <strong>crimes inafiançáveis e imprescritíveis</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, devido a uma herança do período escravocrata, no qual pessoas negras eram obrigadas a servir pessoas brancas, determinadas atitudes, hábitos e até palavras utilizadas naquela época são perpetuadas até hoje, sem que a maior parte da população saiba ou tenha consciência disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Como enfatiza Mauro Baracho, administrador, mestrando em antropologia e criador de conteúdo na página @afroestima2, &#8220;a linguagem também é uma forma de estabelecer hierarquias e demonstrar poder. É uma forma de demarcar lugares&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, em um país onde pouco mais de 56% da população brasileira se identifica como preta ou parda (segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE), entende-se que questões raciais, incluindo o racismo, não devem ser debatidas e/ou levantadas apenas quando um caso extremo acontece ou no mês de novembro, quando há o Dia da Consciência Negra.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, para elucidar esse tema, listamos abaixo situações em que o racismo está presente, mas muita gente não percebe.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Situações racistas no dia a dia</strong></h2>
<p><span id="more-1613"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h4><strong>Quando alguém diz: &#8220;mas eu tenho amigos negros&#8221;</strong></h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Algumas atitudes estão enraizadas no vocabulário e no cotidiano da população. Por esse motivo, não é incomum ouvir a justificativa, &#8220;mas eu tenho amigos negros&#8221; para se dizer não racista. Essa fala, porém, é problemática, uma vez que alguém pode ter familiares negros e ainda se comportar de forma racista.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É preciso entender que afeto não impede racismo. Isso foi o que demonstrou a pesquisa da psicóloga Lia Vainer Schucman sobre famílias inter-raciais. No estudo, é possível constatar que as hierarquias raciais se reproduzem mesmo dentro das famílias. Ter amigo negro, avó negra, não impede ninguém de ser racista ou de cometer atos racistas&#8221;, diz.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h4><strong>Usar palavras e expressões de origem racista</strong></h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Oficialmente, a escravidão no Brasil teve fim em 13 de maio de 1888, quando a    princesa Isabel assinou a Lei Áurea. Porém, mesmo atualmente, o país ainda possui um vocabulário carregado de expressões pejorativas que, no passado, serviram para ofender os escravos e as pessoas negras. Confira algumas delas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Denegrir</strong>: fazer ficar mais negro, tornar escuro, obscurecer. Alguns sinônimos que podem ser usados para substituir o termo são: caluniar ou difamar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mulato</strong>: refere-se à mula, animal resultante do cruzamento de uma égua e um burro. Por isso, o termo era constantemente usado para nomear filhos de patrões brancos com escravas negras que nasciam pardos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Criado mudo:</strong> era a pessoa escravizada que ficava ao lado da cama do &#8220;senhor&#8221;, em silêncio, pronta para servir ou segurar objetos. Essa palavra pode ser substituída por  apoio ou mesa de cabeceira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;A coisa tá preta&#8221;:</strong> dizer &#8220;a situação está ruim&#8221; é mais adequado, pois a frase em questão remete que o &#8220;preto&#8221; é algo negativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Não sou tuas negas&#8221;</strong>: no período da escravidão, mulheres negras eram obrigadas a  servir seus patrões de diferentes formas, inclusive, para fins sexuais. Portanto, a expressão considera que mulheres negras podem ser submetidas a todo tipo de      situação, enquanto mulheres brancas não.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa lista é bastante extensa, podendo ressaltar ainda expressões como &#8220;feito nas coxas&#8221;, &#8220;lista negra&#8221;, &#8220;mercado negro&#8221;, &#8220;dia de branco&#8221;, &#8220;inveja branca&#8221;, &#8220;humor negro&#8221;, &#8220;neguinho é isso ou aquilo&#8221;. Mas vale pesquisar mais a fundo e substituí-las no vocabulário, certo?</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h4><strong>Falar que uma pessoa negra tem uma beleza exótica </strong></h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No dicionário, algo exótico é aquilo que não é comum, que não é natural. Portanto,  quando uma pessoa faz esse tipo de &#8220;elogio&#8221;, entende-se que a comparação está para um padrão idealizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Completam a lista de elogios dispensáveis dizer que uma mulher é, por exemplo, &#8220;uma negra bonita&#8221;, comentar sobre traços finos ou dizer que ela é &#8220;da cor do pecado&#8221; &#8211; termo que hipersexualiza o corpo da mulher e também vem do período colonial, quando os senhores usavam as mulheres negras para trair suas esposas, ou seja, para cometer um &#8220;pecado&#8221;.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h4><strong>Comentar que o cabelo de uma pessoa é ruim:</strong></h4>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Cabelos crespos, cacheados, com dreads ou diferentes tipos de tranças costumam ser criticados e taxados como &#8220;ruins&#8221;. Mas, o que seria um cabelo &#8220;bom&#8221;, já que eles não fazem mal a ninguém?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Para existir o bonito é preciso existir o feio. Então, ridicularizar a aparência de uma pessoa negra é uma das formas de desumaniza-la e isso é algo que convivemos desde   a infância. Isso destrói a autoestima e faz o negro acreditar que é inferior&#8221;, ressalta Mauro Baracho.</p>
<p style="text-align: justify;">Além desse tipo de comentário, pedir para tocar ou perguntar como a pessoa lava o cabelo causam constrangimentos e é uma ação racista, pois a higienização é possível e necessária, assim como em outros tipos de cabelos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Por que é importante repensar o racismo?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O racismo é capaz de interferir na autoestima da população negra. Mas, além disso, este preconceito racial pode causar danos à saúde, se tornar um trauma, causando efeitos psicológicos, como o transtorno do estresse pós-traumático, TOC ou ansiedade generalizada.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é possível que a pessoa não se dê conta que a ansiedade foi causada por um trauma. No caso do racismo, ela pode reconhecer o medo descabido, mas não perceber a relação daquilo com o preconceito ou violência que sofreu.</p>
<p style="text-align: justify;">Pais, responsáveis e familiares de crianças negras podem &#8211; e devem &#8211; trabalhar a autoestima e o empoderamento dos pequenos desde cedo para minimizar esses danos. Isso pode ser feito com ajuda de filmes, livros, terapia e outros recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, acima de tudo, as pessoas brancas devem repensar suas atitudes do dia a dia. Elas precisam reconhecer que isso é um problema, reconhecer que existe racismo e que, por vezes, elas podem ter sido racistas. Esse é o primeiro passo. Além disso, não faltam pesquisas e nem pessoas nas redes sociais explicando esse tipo de coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, que tal revisar suas atitudes e contribuir para uma sociedade antirracista e mais igualitária?</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>O poder do abraço e seus benefícios para a saúde</title>
		<link>https://bemvivermais.com/o-poder-do-abraco-e-seus-beneficios-para-a-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2019 18:37:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Você tem ideia de como um abraço pode mudar a atitude de uma pessoa em um momento de raiva? Você já parou para pensar no poder que tem um abraço, quando uma pessoa está em depressão, triste, decepcionada, carente, magoada ou simplesmente cansada? Receber um abraço de alguém querido já é extremamente acolhedor. Mas e se&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você tem ideia de como um abraço pode mudar a atitude de uma pessoa em um momento de raiva? Você já parou para pensar no poder que tem um abraço, quando uma pessoa está em depressão, triste, decepcionada, carente, magoada ou simplesmente cansada?</p>
<p style="text-align: justify;">Receber um abraço de alguém querido já é extremamente acolhedor. Mas e se eu te disser que ele também é uma ótima arma contra o estresse e algumas infecções? Pois é, agora você já tem mais uma razão para sair abraçando e recebendo abraços.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraçar é a forma mais simples de liberar oxitocina, o hormônio do amor e da felicidade. Um abraço verdadeiro pode liberar as mesmas substâncias de quando você come um chocolate ou faz atividades físicas, trazendo diversos benefícios para o corpo e para a mente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conheça alguns benefícios do abraço para a saúde</h2>
<p><span id="more-1320"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente, um abraço é dado e sentido de modo diferente por nós, mas tenha certeza de que a ação é uma ótima medicação, além de nos dar a sensação de sermos amados e estarmos protegidos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Diminui o estresse</h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que receberam abraços enquanto crianças são menos suscetíveis ao estresse quando adultas. Ao mesmo tempo, eles ajudam no controle das suas reações diante de situações estressantes e atenuam a ansiedade. E mais: relaxam a musculatura, reduzem a tensão corporal e propiciam um estado de relaxamento e calma.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Melhora a comunicação</h3>
<p style="text-align: justify;">Para quem quer investir na qualidade de um relacionamento, um abraço permite uma saudável troca de energia, impulsionando a capacidade de compreensão e a afinidade. É uma ferramenta de comunicação que diz ao outro sobre o que você sente por ele.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aumenta a autoestima</h3>
<p style="text-align: justify;">Naquele momento em que mais precisa, alguém te abraça oferecendo apoio e proteção, especialmente em instantes tensos como por exemplo: saber o resultado de uma prova; realizar uma palestra; ou subir ao palco para uma apresentação. Um abraço atenua o nervosismo e faz o coração funcionar melhor.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Reduz a pressão arterial</h3>
<p style="text-align: justify;">Um abraço pode moderar as batidas cardíacas e baixar a pressão sanguínea, ajudando a redução dos riscos de doenças do coração. O efeito acontece porque a nossa pele tem uma rede de elementos de pressão em contato com o cérebro por meio de pequenos nervos em conexão com diversos órgãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que você conhece o poder do abraço, nada melhor do que fazer uso desse gesto para equilibrar suas emoções, suas relações e harmonizar a vida pessoal e profissional</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">A relação entre o abraço e sua criança interior</h2>
<p style="text-align: justify;">As sensações dos abraços protetores recebidos na infância são mantidas até a vida adulta. Isso significa que um abraço carinhoso é capaz de transmitir a mesma sensação de proteção, acolhimento, aceitação e amor que um dia recebemos quando crianças. Tudo isso remete à proteção materna — a primeira demonstração de acolhimento, amor e carinho que recebemos na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso explica porque crianças que cresceram sem contato com o afeto se tornam adultos inseguros, agressivos e com dificuldade para se relacionar. Essas pessoas não têm referência de afeto e encontram maneiras inconscientes de se proteger. Um “simples” abraço acolhedor na criança interior deste indivíduo pode mudar toda essa programação de sofrimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h2 style="text-align: justify;">Cure o mundo com o abraço</h2>
<p style="text-align: justify;">Um abraço faz bem para a saúde física e emocional, ativa todo o corpo, auxilia na prevenção de doenças e acelera a recuperação do organismo. Além disso, um verdadeiro abraço traz proteção, amor e segurança que tanto faltam no mundo. Perceba como abraçar é muito mais do que um gesto de carinho: é um bem a você, ao próximo e ao mundo. Se inspirem e pratiquem a Terapia do Abraço.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também conheçam os benefícios do abraço para a saúde física e mental? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Você já ouviu o termo &#8216;Mind Positive&#8217;?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 18:55:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Deixe-me explicar do que se trata&#8230; Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é &#8216;Mind Positive&#8217;. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer Bruna Said, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias! Em complemento ao movimento já bastante conhecido, &#8216;Body&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Deixe-me explicar do que se trata&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é <strong>&#8216;Mind Positive&#8217;</strong>. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer <strong>Bruna Said</strong>, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias!</p>
<p style="text-align: justify;">Em complemento ao movimento já bastante conhecido, <strong>&#8216;Body Positive&#8217;</strong>, o <strong><em>Mind Positive</em></strong> traz em sua raiz <span id="more-1261"></span>algo que a sociedade deveria se lembrar de cuidar SEMPRE, no decorrer de toda a vida (desde a infância!), que é a <strong>AUTOESTIMA e também a habilidade em manter (sempre que possível) a mente positiva!</strong> Capacidades estas que, infelizmente, não tivemos o costume e não fomos educados o suficiente (AINDA!) para todos os dias cultivar e trabalhar tudo isso dentro de cada um de nós!</p>
<p style="text-align: justify;">A positividade e a aceitação com relação ao nosso corpo, que é a proposta do <strong>Body Positive</strong> (além do amor próprio e respeito às escolhas das pessoas), é algo realmente FUNDAMENTAL, porém, como todo tipo de informação e de opinião na internet flui muito desordenadamente, algumas pessoas passaram a tomar apenas uma postura de ódio, pregando a liberdade pela liberdade, sem levar em consideração o processo e o ritmo que cada pessoa tem para entender tudo isso, internalizar os conceitos e, se quiser (por que não?), discordar também.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que todo movimento em prol da saúde do Ser Humano de forma geral deve ser respeitado. O que busco expor para pensarmos por aqui é em suas ramificações que ganham tamanho também muito rápido, contudo, acabam fugindo de seu conceito original e maior: o &#8220;APRENDER A SE CONHECER, SE RESPEITAR E SE AMAR COMO REALMENTE É!&#8221;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como se posicionar então? Em que exatamente devemos focar?</h3>
<p style="text-align: justify;">É necessário que nos concentremos na <strong>saúde emocional</strong> das pessoas, e, para cada um, isso pode ser diferente, por isso a enorme incompatibilidade em se ter padrões de beleza (ou de saúde física também!) estabelecidos como métricas em que todos devemos nos encaixar. Todo tipo de exigência, se pensarmos bem, é absurda, quando já sabemos que cada um tem sua genética, seu biotipo, sua criação cultural, suas preferências e seu bem estar baseado em coisas distintas de seu próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então podemos dizer, com 100% de certeza, que será impossível uma pessoa se aceitar e se amar sem que, antes e, em paralelo a isso, sua autoestima e seu autoconhecimento sejam incentivados a trabalhados. Além disso, é imprescindível que tenhamos a positividade como norte, antes de dirigir nossa atenção e esforço apenas aos formatos e liberdade de expressão dos corpos. <strong>É como se o &#8216;Mind Positive&#8217; fosse um caminho para se chegar ao &#8216;Body Positive&#8217;. Um não anda sem o outro!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como muito dizemos aqui no Blog da Bem Viver+,<strong> saúde física e emocional/mental caminham JUNTAS!</strong> Não há meio de separá-las. Estarão sempre e constantemente influenciando uma a outra.</p>
<h3 style="text-align: justify;">E o que mais é importante, na verdade fundamental, que você saiba:</h3>
<p style="text-align: justify;">Pela visão holística, que há nas terapias complementares atualmente, devemos inclusive considerar a <strong>saúde espiritual</strong> também. Algo que, infelizmente nossa medicina ocidental, tradicional e cartesiana não reconhece. Ou seja, jamais devemos colocar no topo apenas um &#8220;ator principal&#8221;, mas sim todo o elenco que nos forma como somos: <strong>seres humanos que comportam diversas dimensões, existindo no mundo de diversas maneiras que não somente um corpo no espaço físico.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Concluindo&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Essa não é uma discussão nova, contudo, os movimentos e a disseminação desses conceitos e suas repercussões pela internet e Redes Sociais, são sim, algo bastante novo, que permite que tudo e todos possam se expressar (o que é ótimo, porém exige cautela de quem está lendo e assistindo aos conteúdos!).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, temos de tomar cuidado com as posturas radicais adotadas por aí, com seus discursos de ódio contra padrões (quaisquer que sejam), e também não cair nos discursos de sempre da indústria e da mídia do emagrecimento, que segue pregando as mesmas métricas e velhas receitas, como se todos fossem ser felizes e realizados daquela determinada forma, quando sabemos, há tempos, que <strong>NÃO SÃO.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não somente não são todos felizes com esses padrões como também acabam adoecendo. Se não entram para a triste estatística que só cresce do número de pessoas com Depressão no mundo, entram nas estatísticas das outras doenças mentais e transtornos relacionados à essa vida de &#8220;tentar se encaixar e se emoldurar&#8221; aos modelos, podendo ir de um transtorno do espectro da Ansiedade (como pânico, crises de ansiedade ou compulsões), até Transtornos Alimentares como Bulimia, Anorexia e os demais já bastante conhecidos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Proposta Final:</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de nos posicionarmos apenas para ir de encontro e confrontar os movimentos criados, por que não começamos, cada um consigo mesmo, a nos conhecermos, valorizando, honrando e respeitando nossa história, aprendendo aos poucos a entender e aceitar nossas características como são, sem olhar pra si com crítica, com ódio, mas sim, buscando entender que não temos defeitos ou problemas, apenas diferentes características e, após isso, iniciar um auto cuidado e preservação, fazendo tudo que estiver ao nosso alcance por nossa saúde, para termos, principalmente, alegria e qualidade de vida, para podermos viver mais e melhor. Somente assim para aceitarmos  nosso próprio padrão, evitando doenças emocionais (e físicas também). Comece com você!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que tenha usufruído e gostado desse conteúdo! Aproveite a passe na aba &#8216;VÍDEOS&#8217; lá em cima, pois também será publicado o vídeo da criadora do &#8216;Mind Positive&#8217;, Bruna Said. Até breve!</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Para verificar o texto da Bruna que lançou o Mind Positive, é só clicar <a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/movimento-que-visa-positividade-com-a-mente-e-criado-em-campinas,1f91737c6d3cee7cca60e92db51c0775isn2m7s1.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AQUI!</a></li>
<li style="text-align: justify;">Caso queira conhecer melhor a criadora desse movimento, acesse seu site: <a href="http://brunasaid.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://brunasaid.com.br/</a></li>
</ul>
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