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	<title>Arquivo de autoconhecimento - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Terapia de casal: o que esperar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 00:53:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares. Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão. Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia de casal é um recurso importante para fortalecer o relacionamento, solucionar problemas e, até mesmo, auxiliar na tomada de decisões familiares.</p>
<p>Nesse cenário, é muito comum que os casais tenham dúvidas sobre como realmente funciona essa modalidade de psicoterapia e o que esperar da primeira sessão.</p>
<p>Como as expectativas são sempre grandes, preparamos este conteúdo para que possam entender um pouco mais sobre o assunto.</p>
<h3></h3>
<h4><strong>O que é a terapia de casal?</strong></h4>
<p><span id="more-2852"></span></p>
<p>A terapia de casal é uma modalidade de psicoterapia na qual um casal é acolhido por um psicólogo. Ou seja, diferentemente da terapia individual, aqui, os parceiros participam da consulta ao mesmo tempo.</p>
<p>Sua finalidade é permitir que o casal se comunique de maneira assertiva, algo muitas vezes difícil no dia a dia.</p>
<p>Assim, eles podem se abrir e relatar suas queixas para encontrar soluções para o conflito por meio da ajuda do psicólogo, que atua como um mediador.</p>
<p>Convém mencionar que o especialista não atua como um juiz. Jamais! Na realidade, ele apresenta direcionamentos ao casal e os ajuda a entender comportamentos individuais que estejam afetando a relação.</p>
<p>Apesar de não ser individual, essa terapia também contribui para o autoconhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Quando procurar um psicólogo para iniciar a terapia de casal?</strong></h4>
<p>Não é novidade pra ninguém que os conflitos são normais em todos os relacionamentos, não é mesmo?</p>
<p>No entanto, a terapia de casal é recomendada quando os parceiros não conseguem administrar sozinhos os problemas conjugais e percebem que isso interfere na qualidade de vida enquanto seres individuais e casal.</p>
<p>Assim, o ideal é que a ajuda psicológica seja procurada ainda no início do conflito para evitar que os ressentimentos se agravem dentro da relação.</p>
<h4><strong>O que acontece na primeira sessão da terapia de casal?</strong></h4>
<p>Depois que um casal chega à conclusão de que é necessário iniciar a terapia de casal, algumas dúvidas surgem, como “o que acontece na primeira sessão?”.</p>
<p>É muito comum se encher de expectativas e perguntas, afinal, é um passo de grande mudança e relevância para a vida a dois.</p>
<p>Sendo assim, listamos alguns pontos para você e o seu parceiro saberem o que esperar desse primeiro encontro com o psicólogo.</p>
<h4><strong>Apresentações</strong></h4>
<p>No início da primeira sessão, o psicólogo costuma se apresentar para o casal e explicar um pouco sobre sua abordagem terapêutica (Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicanálise, entre outras) e sua filosofia de trabalho.</p>
<p>Do mesmo modo, o casal também se apresenta ao psicólogo, fornecendo algumas informações importantes, como idade, profissão, entre outras.</p>
<h4><strong>História do relacionamento e desafios </strong></h4>
<p>Após a apresentação básica inicial, então o psicólogo procurará entender sobre a história do relacionamento. Para isso, vocês deverão contar um pouco sobre como se conheceram e falar sobre alguns marcos importantes na relação.</p>
<p>Esse momento da terapia é muito importante para que o especialista consiga compreender alguns pontos que desencadearam a dinâmica atual.</p>
<p>Além disso, o psicólogo também poderá questionar sobre os desafios e problemas que vocês têm vivenciado no momento e como isso tem atrapalhado o bem-estar de ambos.</p>
<h4><strong>Objetivos da terapia </strong></h4>
<p>Você e o seu parceiro devem relatar ao psicólogo o que motivou a procura pela terapia. Pode ser que isso não esteja muito claro para algum dos dois. Nesse caso, o especialista os ajudará a refletir para que consigam estabelecer objetivos claros.</p>
<p>É muito importante que a finalidade esteja definida para o direcionamento das próximas sessões e também para que seja possível avaliar os resultados no futuro.</p>
<p>Além disso, é importante alinhar as expectativas, isto é, o que cada um espera conquistar ao final do acompanhamento.</p>
<h4><strong>Expressão das emoções </strong></h4>
<p>O psicólogo criará um ambiente confortável para que os parceiros possam se sentir confortáveis para expressarem suas emoções e preocupações.</p>
<p>Pode ser que haja algum desconforto no início, e isso é normal. Afinal, à medida que vocês forem criando vínculos com o especialista, se sentirão mais à vontade.</p>
<p>No entanto, logo nessa primeira sessão, o psicólogo incentivará a expressão de ambos para que seja possível identificar padrões de pensamento e comportamento que estejam prejudicando o relacionamento.</p>
<p>Atuando como um mediador, o especialista incentivará um diálogo aberto e respeitoso. Caso ele perceba que vocês não têm conseguido se abrir, é muito provável que nas próximas consultas ele ajude-os a desenvolver habilidades de comunicação mais eficazes.</p>
<h4><strong>Psicólogo como mediador </strong></h4>
<p>Como mencionamos, desde a primeira sessão o psicólogo atuará como mediador. Assim, não existe a possibilidade de o especialista ficar do lado de um ou de outro.</p>
<p>Além disso, ele vai agir de forma a tentar controlar e acalmar os ânimos que podem se exaltar e conduzir cada um a refletir sobre suas próprias atitudes no relacionamento.</p>
<h4><strong>Estabelecimento de regras</strong></h4>
<p>Ainda na primeira sessão, o psicólogo definirá algumas regras junto ao casal para garantir a fluidez da terapia. Nesse sentido, o especialista deve definir com vocês alguns pontos, como o respeito à falta do outro, sem interrupções, por exemplo.</p>
<h4><strong>Não busque por soluções na primeira sessão </strong></h4>
<p>É isso mesmo que você leu! Você não deve buscar soluções na primeira sessão, porque não as encontrará.</p>
<p>O acompanhamento psicológico é um processo contínuo, que exige o comprometimento do casal e que leva tempo para solucionar todos os conflitos.</p>
<p>Portanto, entenda que é ao longo das sessões de terapia que você e seu parceiro identificarão de fato todas as questões por trás dos conflitos existentes e encontrarão meios eficazes para resolvê-los, partindo da mudança de comportamento de cada um.</p>
<h4><strong>6 dicas para a terapia de casal ter o efeito desejado </strong></h4>
<p>Os resultados da terapia dependem de diversos fatores, inclusive do comprometimento do casal. Desse modo, confira algumas dicas que podem ser muito úteis para que você e o seu parceiro consigam encontrar na terapia aquilo que desejam!</p>
<p>1 &#8211; Se comprometam: é preciso se comprometer diariamente com o processo. Isso significa não apenas frequentar todas as sessões, mas também seguir as atividades propostas pelo psicólogo no dia a dia.</p>
<p>2- Estejam abertos a mudanças: sempre haverá pontos de mudanças propostos para ambos os indivíduos em seus padrões de pensamento e comportamento. Portanto, estejam dispostos a mudarem e evoluírem.</p>
<p>3- Sejam pacientes: como mencionamos, os resultados não virão imediatamente. Portanto, tenham paciência para visualizarem as melhorias gradativamente e ao longo do acompanhamento.</p>
<p>4- Sejam empáticos: é preciso exercer a empatia durante as sessões de terapia, procurando se colocar no lugar do outro e, sobretudo, ouvi-lo em suas queixas. Ou seja, pratique a escuta ativa.</p>
<p>5- Sejam honestos: é importante que nesse processo de autoconhecimento, ambos sejam honestos consigo mesmo e com o outro. Apenas dessa forma será possível encontrar soluções para os conflitos.</p>
<p>6- Se sentirem vontade, mudem de psicólogo: pode acontecer de vocês não se identificarem com o especialista ou com a abordagem dele. Nesse caso, saiba que não há problema nenhum em trocar de psicólogo e começar do zero.</p>
<p>Seguindo todas essas dicas, será possível aproveitar melhor não apenas a primeira sessão de terapia, mas todas elas e, assim, enxergar resultados positivos e satisfatórios ao longo do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p>Grande abraço a todos!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como os traumas infantis impactam na vida adulta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 01:37:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Impacto que traumas infantis não tratados causam na vida adulta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros anos de vida de uma pessoa são fundamentais para o seu desenvolvimento emocional, cognitivo e social. Infelizmente, para muitos, esses anos preciosos são marcados por traumas infantis que podem ter efeitos duradouros ao longo da vida adulta.</p>
<p>Sim, a negligência e eventos traumáticos, como o divórcio dos pais ou a perda de um ente querido, podem deixar cicatrizes profundas na psique da criança, muitas vezes moldando sua jornada emocional e comportamental no futuro.</p>
<p>Continue lendo este artigo para entender melhor como os traumas infantis podem impactar a vida adulta e como lidar com eles. Boa leitura!</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como os traumas na infância impactam na vida adulta?</strong></h4>
<p><span id="more-2839"></span></p>
<p>Sendo uma das fases mais importantes do desenvolvimento humano, a infância possui grandes impactos na formação de um adulto.</p>
<p>Para entender melhor, separamos alguns dos principais impactos dos traumas da infância na vida adulta:</p>
<p>1 &#8211; <strong>Ansiedade e estresse crônico</strong></p>
<p>Traumas na infância podem deixar uma marca profunda no sistema nervoso, tornando-o mais sensível ao estresse na vida adulta. Isso pode levar a uma resposta exagerada a situações estressantes, resultando em ansiedade crônica e estresse persistente na vida adulta.</p>
<p>Muitos que experimentaram traumas na infância podem encontrar dificuldades em regular suas emoções, e situações cotidianas podem desencadear episódios de ansiedade intensa.</p>
<p>Portanto, essa ansiedade crônica pode impactar negativamente a qualidade de vida, interferindo nas relações interpessoais, no desempenho no trabalho e na saúde geral.</p>
<p><strong>2 &#8211; Relacionamentos interpessoais problemáticos</strong></p>
<p>Os traumas infantis podem comprometer a capacidade de estabelecer e manter relacionamentos saudáveis na vida adulta.</p>
<p>Pessoas que vivenciaram traumas podem ter dificuldades em confiar nos outros, em expressar suas necessidades emocionais e em estabelecer limites saudáveis. Além disso, podem enfrentar padrões de relacionamento disfuncionais, como dependência excessiva, evitamento emocional ou comportamentos destrutivos, o que dificulta a construção de conexões íntimas e satisfatórias, resultando em solidão e isolamento emocional.</p>
<p><strong>3- Baixa autoestima e autoimagem negativa</strong></p>
<p>Traumas na infância também podem abalar profundamente a autoestima e gerar uma autoimagem negativa.</p>
<p>Isso porque as experiências traumáticas podem levar a sentimentos de desvalorização pessoal, culpa e vergonha. Essas emoções podem persistir na vida adulta, levando a uma falta de confiança em si mesmo e em suas habilidades. Assim, as pessoas que vivenciam isso podem se ver como indignas de amor, respeito e cuidado, o que pode afetar sua capacidade de buscar relacionamentos saudáveis e oportunidades de crescimento pessoal.</p>
<p><strong>4 &#8211; Dificuldades de regulação emocional</strong></p>
<p>O impacto dos traumas no início da vida pode dificultar a capacidade de regular as emoções na fase adulta.</p>
<p>Traumas na infância podem deixar uma pessoa com dificuldades em identificar e expressar suas emoções de maneira saudável. Isso pode resultar em explosões emocionais, dificuldades em lidar com o estresse e até mesmo em reprimir emoções para evitar confrontar lembranças dolorosas.</p>
<p>Além disso, a incapacidade de regular as emoções pode interferir nos relacionamentos interpessoais, no desempenho profissional, nos estudos e na saúde mental.</p>
<p><strong>5 &#8211; Problemas de saúde física</strong></p>
<p>Traumas na infância estão associados a uma série de problemas de saúde física na vida adulta.Estudos sugerem que o estresse crônico causado por essas experiências pode ter efeitos adversos no sistema imunológico, cardiovascular e endócrino, podendo aumentar o risco de desenvolvimento de doenças crônicas.</p>
<p>Dessa forma, indivíduos que passaram por traumas no início de sua vida podem acabar desenvolvendo doenças cardíacas, diabetes, distúrbios gastrointestinais e outras condições de saúde.</p>
<p>Além disso, o impacto dos traumas na saúde mental pode afetar o comportamento de busca de cuidados de saúde, levando a uma maior probabilidade de negligenciar a própria saúde física.</p>
<p>Em suma, como vimos, os traumas na infância têm um impacto profundo e duradouro na vida adulta de um indivíduo, afetando sua saúde mental, emocional e física, bem como em seus relacionamentos interpessoais.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>Como superar os traumas infantis?</strong></h4>
<p>Superar traumas infantis é um processo complexo e desafiador que requer tempo, esforço e apoio adequado. Isso porque os traumas vivenciados durante a infância podem deixar uma marca profunda na psique de uma pessoa.</p>
<p>No entanto, com as estratégias certas e o suporte adequado, é possível encontrar caminhos para a cura e a recuperação.</p>
<p>Então, separamos a seguir algumas estratégias para superar traumas infantis:</p>
<p><strong>1 &#8211; Autoconhecimento e aceitação</strong></p>
<p>Superar traumas infantis começa com o autoconhecimento e a aceitação da experiência vivida. Assim, reconhecer e aceitar os eventos traumáticos como parte da própria história é fundamental para iniciar o processo de cura.</p>
<p>Isso envolve reconhecer e validar as emoções associadas ao trauma, como raiva, tristeza e medo, e compreender que esses sentimentos são legítimos e compreensíveis dadas as circunstâncias.</p>
<p>Dessa forma, ao se permitir sentir e processar essas emoções, é possível começar a liberar o peso emocional do trauma e avançar em direção à cura.</p>
<p><strong>2 &#8211; Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis</strong></p>
<p>Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis é essencial para lidar com os efeitos dos traumas infantis. Isso pode incluir a prática regular de técnicas de relaxamento, meditação ou ioga, que ajudam a acalmar o sistema nervoso e reduzir a ansiedade.</p>
<p>Além disso, engajar-se em atividades criativas, como arte, música ou escrita, pode oferecer uma saída positiva.</p>
<p>Também é importante identificar e desafiar padrões de pensamento negativos que surgem como resultado do trauma, substituindo-os por pensamentos mais realistas e compassivos.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultivar relacionamentos de apoio</strong></p>
<p>Buscar apoio em relacionamentos significativos é uma parte crucial do processo de cura dos traumas infantis. Isso pode envolver compartilhar sua história com amigos de confiança, familiares ou participar de grupos de apoio.</p>
<p>Ter pessoas em quem você confia e que oferecem apoio emocional pode ajudar a diminuir o isolamento e a solidão que muitas vezes acompanham os traumas.</p>
<p><strong>4 &#8211; Fazer terapia</strong></p>
<p>Buscar ajuda profissional por meio da terapia é uma etapa fundamental no caminho para superar os traumas infantis.</p>
<p>Um psicólogo qualificado pode oferecer um ambiente seguro e confidencial onde você pode explorar suas experiências, processar emoções difíceis e desenvolver estratégias eficazes para lidar com os efeitos duradouros do trauma.</p>
<p>A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento e comportamento que estão contribuindo para o sofrimento emocional e fornecer ferramentas e técnicas específicas para promover a cura e o crescimento pessoal.</p>
<p>Portanto, ao trabalhar com um psicólogo, você não estará apenas recebendo apoio emocional, mas também dando a si mesmo a oportunidade de construir uma vida mais saudável, significativa e gratificante.</p>
<p>Superar traumas infantis é um processo transformador que exige coragem, persistência e suporte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Desafios de brasileiros que vivem no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 21:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais. Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os brasileiros que decidem se mudar e viver em outro país, seja para uma jornada pessoal, seja para adquirir novas experiências profissionais.</p>
<p>Nesse processo de imigração, é comum experimentar uma ampla gama de sentimentos, como medo, ansiedade, tristeza e insegurança. Essas emoções intensas são esperadas e fazem parte do processo de adaptação a uma nova cultura e a um novo ambiente. Abordaremos aqui alguns dos desafios dos brasileiros no exterior, e daremos algumas estratégias sobre como passar por tudo isso de uma forma mais equilibrada.</p>
<p>Abaixo listamos os desafios psicológicos mais comuns dos brasileiros que vivem no exterior:<span id="more-2822"></span></p>
<p>1 &#8211; Saudade e Nostalgia:</p>
<p>A saudade da família, amigos, cultura e do ambiente familiar é um dos maiores desafios. Esse sentimento pode ser intenso e impactar o bem-estar emocional.</p>
<p>2 &#8211; Adaptação Cultural:</p>
<p>A adaptação a uma nova cultura pode ser difícil. Diferenças nos valores, costumes, língua e modo de vida podem causar um choque cultural, levando a sentimentos de alienação e frustração.</p>
<p>3 &#8211; Barreira Linguística:</p>
<p>Mesmo para aqueles que dominam o idioma do país de destino, a comunicação em um segundo idioma pode ser exaustiva e gerar ansiedade, especialmente em situações sociais ou profissionais.</p>
<p>4 &#8211; Solidão e Isolamento Social:</p>
<p>A falta de uma rede de apoio pode levar à solidão. Fazer novas amizades e construir uma nova rede de apoio pode ser desafiador, especialmente em culturas diferentes.</p>
<p>5 &#8211; Questões de Identidade:</p>
<p>A experiência de viver em um país estrangeiro pode afetar a identidade pessoal e cultural. Sentimentos de &#8220;não pertencer&#8221; a nenhum dos dois lugares (Brasil e o país de residência) são comuns.</p>
<p>6 &#8211; Estresse e Ansiedade:</p>
<p>A adaptação a um novo ambiente, lidar com a burocracia local, encontrar trabalho, e estabelecer uma vida estável no exterior são fontes significativas de estresse e ansiedade.</p>
<p>7 &#8211; Preconceito e Discriminação:</p>
<p>Muitos brasileiros podem enfrentar preconceito ou discriminação com base na nacionalidade, aparência, ou sotaque, o que pode impactar a autoestima e o bem-estar psicológico.</p>
<p>8 &#8211; Pressão para o Sucesso:</p>
<p>Há uma pressão adicional para ter sucesso e justificar a decisão de emigrar, tanto para si mesmo quanto para a família e amigos no Brasil. Esse sentimento pode gerar estresse adicional e autocrítica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Estratégias para Lidar com Esses Desafios:</strong></h4>
<p>1 &#8211; Manter Contato com a Família e Amigos:</p>
<p>Utilize a tecnologia para manter contato regular com seus entes queridos no Brasil, o que pode ajudar a reduzir a saudade e o isolamento.</p>
<p>2 &#8211; Participar de Comunidades Locais:</p>
<p>Procure grupos de brasileiros ou comunidades locais que possam oferecer suporte emocional e prático.</p>
<p>3 &#8211; Aprender a Língua e a Cultura Local:</p>
<p>Esforçar-se para aprender e entender a língua e a cultura do país de acolhimento pode facilitar a adaptação e reduzir o choque cultural.</p>
<p>4 &#8211; Cuidar da Saúde Mental:</p>
<p>Não hesite em procurar apoio psicológico se sentir que está enfrentando dificuldades. Profissionais especializados podem ajudar a lidar com questões de adaptação e saúde mental.</p>
<p>5 &#8211; Manter uma Atitude Positiva e Flexível:</p>
<p>Ser aberto a novas experiências e ter uma atitude positiva pode ajudar a enfrentar os desafios de viver no exterior de maneira mais eficaz. Reconhecer e entender esses desafios é o primeiro passo para lidar com eles de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>A importância de estar com a saúde mental em dia:</strong></h4>
<p>Segundo o relatório &#8220;Brasileiros no Exterior&#8221;, divulgado em agosto de 2023 pelo Ministério de Relações Exteriores do Brasil, destaca que cerca de 4,5 milhões de cidadãos brasileiros atualmente residem em outros países, como Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Reino Unido, Japão entre outros.</p>
<p>Muitas vezes, quando tomamos a decisão de emigrar, o preparo psicológico é colocado em segundo plano. Normalmente, no topo da lista de prioridades está o planejamento financeiro e as incontáveis questões burocráticas que a mudança exige. No entanto, a atenção à saúde mental é importante até mesmo para que essas etapas do planejamento sejam concluídas de forma saudável. Embora os problemas e as frustrações se apresentem, aquele que tem um bom nível de autoconhecimento e uma rede de apoio irá vivenciar cada etapa com mais leveza, conseguindo tirar proveito do que de melhor a experiência internacional poderá oferecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a terapia pode ajudar nesse processo?</strong></h4>
<p>A terapia é uma grande aliada nesse processo de mudança para outro país. Inicialmente, ela ajudará a compreender as razões que fazem o brasileiro querer sair de seu próprio país, e depois, trazer clareza sobre os objetivos que se deseja alcançar com esta experiência internacional. Quando estas questões estão identificadas, a terapia continua oportunizando suporte emocional e orientação para que a adaptação à nova realidade ocorra da melhor maneira possível.<br />
Para suprir essa necessidade de brasileiros que muitas vezes preferem ser atendidos por profissionais de sua terra natal, que falem sua língua materna nos utilizamos da terapia online que se mostrado muito eficaz, com a vantagem de ser realizada em ambiente seguro, horários flexíveis, redução de custos de locomoção e realizada na língua do paciente.</p>
<p>Precisamos nos lembrar que a saúde mental influencia nossas vidas de várias formas, por ser parte inerente e vital do nosso bem-estar geral. Ela nos permite funcionar e prosperar como indivíduos, além de nos ajudar a lidar com o estresse e as adaptações da mudança. Uma saúde mental de qualidade é essencial para a construção de relacionamentos saudáveis, novos aprendizados e trabalhar de forma produtiva.</p>
<p>As psicólogas e psicanalistas da Bem Viver Mais – Terapias Integradas, são profissionais altamente experientes no atendimento de brasileiros que vivem no exterior. Com um compromisso sério e responsável, nossa equipe garante total sigilo sobre tudo o que é tratado durante as sessões. Estamos aqui para apoiá-lo na sua jornada de mudança. Conte conosco para te acompanhar em seus desafios!</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Conheça os principais tipos de terapia e decida qual é a ideal para você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 23:40:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados. A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados.</p>
<p>A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas, adaptadas para atender às necessidades individuais dos clientes.Além disso, a terapia desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar emocional e no tratamento de questões de saúde mental.</p>
<p>Por meio do apoio de um profissional qualificado, ela oferece um espaço seguro e confidencial para explorar emoções, desafios pessoais e encontrar soluções.</p>
<p>Então, se você quer conhecer os tipos de terapia e descobrir qual é a ideal para você, continue lendo nosso artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que fazer terapia?</strong></h3>
<p><span id="more-2724"></span></p>
<p>Fazer terapia pode ser extremamente estimulante por uma variedade de razões.</p>
<p>Assim, ao trabalhar com psicólogos qualificados, você terá apoio para enfrentar desafios, superar traumas e encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com o estresse e as dificuldades da vida.</p>
<p>A terapia também promove o crescimento pessoal, fortalece a autoestima e auxilia na construção de relacionamentos mais saudáveis ​​e gratificantes.</p>
<p>Portanto, é um investimento na sua saúde mental e emocional.</p>
<p>Mas não é só isso! Existem outros motivos para a busca do acompanhamento profissional:</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> <strong>Saúde mental:</strong> a terapia é uma ferramenta eficaz para tratar e gerenciar condições de saúde mental, como ansiedade, depressão, estresse e traumas. Assim, ela oferece um espaço seguro para explorar essas questões, compreender suas causas e desenvolver estratégias de enfrentamento.</p>
<p><strong>2 &#8211; Autocuidado:</strong> fazer terapia é um ato de autocuidado. É uma oportunidade para dedicar tempo e atenção às suas necessidades emocionais, garantindo um equilíbrio saudável em sua vida.</p>
<p><strong>3 &#8211; Autoconhecimento:</strong> a psicoterapia ajuda no processo de autoconhecimento, permitindo que você entenda melhor seus pensamentos, emoções, padrões de comportamento e crenças. Isso proporciona uma base sólida para o crescimento pessoal e a tomada de decisões mais conscientes.</p>
<p><strong>4 &#8211; Resolução de problemas:</strong> a prática também fornece suporte e orientação para lidar com problemas e desafios em diferentes áreas da vida, como relacionamentos, trabalho e família. Portanto, ela oferece estratégias e habilidades para resolver problemas de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong>5 &#8211; Melhoria dos relacionamentos:</strong> ela pode ajudar a melhorar os relacionamentos interpessoais, fornecendo dicas sobre dinâmicas familiares e padrões de comunicação.</p>
<p><strong>6 &#8211; Trauma e superação:</strong> a terapia é eficaz no tratamento de traumas passados, permitindo que você processe e supere experiências dolorosas. O psicólogo pode ajudá-lo a encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com as consequências do trauma e desenvolver resiliência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quais são os principais tipos de terapia?</strong></h3>
<p>Existem diferentes tipos de terapia, cada uma com um campo de estudo e buscando fornecer apoio em assuntos e temas diversos.</p>
<p>Vamos explicar e falar um pouco sobre os principais tipos para você saber qual é a melhor para você. Confira!</p>
<p><strong>1- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong></p>
<p>A TCC é uma abordagem terapêutica que se concentra na relação entre pensamentos, emoções e comportamentos.</p>
<p>Ela faz parte da linha de pensamento de que nossos padrões de pensamento podem influenciar nossa maneira de sentir e agir.</p>
<p>Assim, durante a terapia, o terapeuta ajuda o paciente a identificar pensamentos negativos e padrões de comportamento prejudiciais.</p>
<p>Em seguida, trabalha-se na substituição desses padrões por pensamentos e comportamentos mais saudáveis.</p>
<p>A TCC é geralmente um tratamento de curta duração, com foco em objetivos específicos a serem alcançados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Terapia Psicodinâmica</strong></p>
<p>A terapia Psicodinâmica é baseada nas teorias de Freud e explora os processos inconscientes e as experiências passadas do indivíduo.</p>
<p>Portanto, o terapeuta ajuda o paciente a analisar como eventos do passado influenciam seus pensamentos, sentimentos e comportamentos atuais.</p>
<p>Então, o objetivo é aumentar a compreensão de si mesmo, identificar padrões de comportamento repetitivos e promover mudanças duradouras.</p>
<p>A terapia Psicodinâmica geralmente ocorre em sessões semanais de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Terapia Humanista</strong></p>
<p>A terapia humanista enfatiza a importância do crescimento pessoal, da autoaceitação e da confiança.</p>
<p>Assim, nesse tipo de terapia, o terapeuta cria um ambiente de apoio, empático e não julgador para ajudar o paciente a explorar seus sentimentos e experiências.</p>
<p>A terapia humanista valoriza a relação terapêutica, na qual o terapeuta mostra genuíno interesse e respeito pelo paciente.</p>
<p>Portanto, o objetivo é capacitar o indivíduo a buscar seu potencial máximo, encontrar significado em sua vida e promover o autodesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Terapia Familiar</strong></p>
<p>A terapia familiar se concentra nas dinâmicas e no conforto entre os membros de uma família.</p>
<p>O terapeuta trabalha com a família como um todo, em vez de focar apenas em um indivíduo.</p>
<p>Então, o objetivo é melhorar a comunicação, resolver conflitos e fortalecer os relacionamentos familiares.</p>
<p>Durante as sessões, são discutidos problemas específicos, como questões conjugais, problemas de comunicação, dificuldades na educação dos filhos ou situações de mudança.</p>
<p>Entre os tipos de terapia, a terapia familiar é a que mais visa promover a compreensão mútua, o apoio emocional e criar um ambiente saudável para todos os membros da família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Terapia de Grupo</strong></p>
<p>Uma terapia de grupo envolve a participação de várias pessoas que enfrentam desafios ou problemas semelhantes.</p>
<p>O terapeuta facilita as sessões, proporcionando um ambiente seguro e confidencial para que os membros do grupo compartilhem suas experiências.</p>
<p>A terapia de grupo pode ser uma fonte de suporte emocional, validação e feedback dos outros participantes.</p>
<p>Os membros do grupo podem aprender com as experiências uns dos outros, obter diferentes perspectivas e desenvolver habilidades de relacionamento.</p>
<p>Convém destacar que a terapia de Grupo é especialmente útil para problemas como ansiedade social, dependência química, transtornos alimentares, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como escolher a terapia ideal para você?</strong></h3>
<p>Escolher entre os tipos de terapia qual é a ideal para você é uma decisão pessoal e dependerá das suas necessidades, influências e circunstâncias individuais.</p>
<p>No entanto, aqui estão algumas considerações para ajudá-lo a escolher a terapia adequada:</p>
<p><strong>1 &#8211; Identifique suas necessidades:</strong> reflita sobre quais são as principais questões ou desafios que você está enfrentando. Por exemplo, você está lidando com ansiedade, depressão, conflitos familiares ou problemas de relacionamento? Identificar suas necessidades ajuda a direcionar a escolha da terapia mais apropriada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Analise a relação terapêutica:</strong> a relação entre terapeuta e cliente é fundamental para o sucesso da terapia. Procure um terapeuta com o qual você se sinta confortável e em quem confie.</p>
<p><strong>3 &#8211; Pesquise as abordagens terapêuticas:</strong> leia sobre suas características, métodos e resultados típicos. Considere como cada abordagem pode se adequar às suas necessidades e objetivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se estiver em dúvida ou sentir dificuldade em escolher a terapia adequada, é recomendável procurar a ajuda de um profissional de saúde mental.</p>
<p>O psicólogo vai avaliar sua situação e recomendar a abordagem terapêutica com base nas suas necessidades individuais.</p>
<p>Lembre-se de que a terapia é uma jornada pessoal e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.</p>
<p>Portanto, é importante encontrar uma terapia que combine com você e que atenda às suas necessidades específicas.</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Amizade toxica: você tem uma? Como identificar e o que fazer!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 03:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma amizade tóxica pode ser definida como uma amizade que mantemos com alguém que não nos faz bem. Em vez de sentirmos prazer em passar o tempo com esse amigo, ficamos irritados, tristes ou cansados, como se ele tivesse sugado a nossa energia. Mas como agem as pessoas tóxicas e como se proteger delas? &#160; Como saber&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma amizade tóxica pode ser definida como uma amizade que mantemos com alguém que não nos faz bem. Em vez de sentirmos prazer em passar o tempo com esse amigo, ficamos irritados, tristes ou cansados, como se ele tivesse sugado a nossa energia.</p>
<p>Mas como agem as pessoas tóxicas e como se proteger delas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como saber se é uma amizade tóxica?</strong></h4>
<p><span id="more-2650"></span></p>
<p>Você já teve ou tem um amigo que te faz sentir mal? Não importa o que você faça ou diga, ele dá um jeito de te colocar para baixo. Amizades que fazem mal são difíceis de identificar porque, até certo ponto, temos carinho pelo amigo tóxico. O sentimento positivo às vezes nos cega para as atitudes negativas.</p>
<p>As amizades que cultivamos possuem um grande impacto nas nossas vidas. Elas nos ajudam a superar momentos difíceis, oferecem apoio emocional, elevam o nosso humor, nos divertem quando precisamos de uma distração, entre outros. Normalmente, quando não se pode contar com a família, as pessoas se apoiam nas amizades.</p>
<p>Sendo assim, é preciso aprender a identificar sinais de uma amizade tóxica para se distanciar de ‘amigos’ que causam e agravam sentimentos ruins em vez de ajudar a superá-los. Caso contrário, você pode ficar à mercê de pessoas que não querem, de fato, o seu bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como agem e quais são os tipos de pessoas tóxicas?</strong></h4>
<p>Na maioria dos casos de amizade tóxica, a presença do amigo não é sempre ruim. Às vezes, ele é agradável, engraçado e compreensivo. As suas atitudes legais se contrastam com seus comportamentos tóxicos, e essa dicotomia se torna motivo de confusão. Ele gosta ou não gosta de você?</p>
<p>Os comportamentos tóxicos se manifestam nas entrelinhas, de maneira sutil. Para facilitar a sua identificação, confira aqui algumas atitudes tóxicas:</p>
<p><strong>1 &#8211; Agem por interesse:</strong></p>
<p>A característica principal desse tipo de amizade é o interesse e um dos motivos pelos quais devemos ficar longe de pessoas tóxicas. Elas tomam suas decisões com base em interesses pessoais, visando apenas seu bem-estar, desejos e necessidades.</p>
<p><strong>2 &#8211; Não são confiáveis:</strong></p>
<p>Amigos tóxicos mentem, omitem a verdade para criar discórdia e contam os seus segredos. Eles também quebram promessas, falam mal de você pelas costas e voltam atrás em suas palavras. Sendo assim, é impossível confiar em um amigo tóxico.</p>
<p><strong>3 &#8211; Sugam sua energia e positividade:</strong></p>
<p>Pessoas tóxicas parecem drenar a energia de quem está perto. A negatividade que irradia delas é tanta que você fica abatido e cansado após uma interação. Por isso, a convivência diária com elas pode ser muito estressante.</p>
<p><strong>4 &#8211; Te colocam em situações desconfortáveis:</strong></p>
<p>Um amigo tóxico vai dar um jeito de te convencer a fazer algo que você não quer, seja por chantagem emocional ou insistência. Em outras palavras, ele tenta vencer “no cansaço”. Como não respeita suas vontades, te coloca com frequência em situações desconfortáveis.</p>
<p><strong>5 &#8211; Fazem pressão:</strong></p>
<p>Pressão emocional e cobrança são atitudes tóxicas comuns neste tipo de amizade. Pessoas tóxicas querem as coisas do seu jeito, por isso, atormentam os demais para se adequarem às suas maneiras. Quando se tem um amigo tóxico, é comum se sentir pressionado por ele frequentemente.</p>
<p><strong>6 &#8211; Tentam mudar o seu jeito de ser:</strong></p>
<p>A persistência em mudar seu jeito de ser, de se vestir, de falar e de interagir beira a amizade obsessiva. A amizade tóxica não aceita o outro como ele é por ser invejosa, competitiva ou controladora. Deste modo, você não consegue se sentir à vontade ao lado do amigo tóxico por muito tempo.</p>
<p><strong>7 &#8211; Mexem com a sua autoestima:</strong></p>
<p>Outro comportamento tóxico comum é tentar diminuir os outros para se sentir superior. Se um amigo tenta te diminuir a todo instante, falando de características físicas das quais você não gosta ou de seus defeitos, é sinal de que ele está tentando diminuir a sua autoestima.</p>
<p><strong>8 &#8211; Fazem humilhações públicas:</strong></p>
<p>Pessoas tóxicas podem fazer humilhações tanto públicas quanto privadas. Elas te insultam na frente de familiares, amigos ou cônjuge e disfarçam com uma risada, tentando fazer a ofensa parecer uma brincadeira. São, ainda, vitimistas. Quando alguém as chama a atenção, se colocam no papel de vítimas, como se estivessem sendo atacadas sem razão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Amizade tóxica: frases que amigos tóxicos costumam dizer</strong></h4>
<p>Outro sinal de alerta de falsa amizade são as frases proferidas por amigos tóxicos. Elas tendem a passar despercebidas ou ser recebidas com panos quentes. Muitas vezes, as pessoas se indignam com elas, mas em silêncio para preservar a amizade ou por ter medo de confrontos.</p>
<p>Entre as frases que amigos tóxicos costumam dizer estão:</p>
<ul>
<li>“Você sempre estraga as coisas!”</li>
<li>“Você não pensa direito.”</li>
<li>“Você engordou/ficou mais velho/parece horrível hoje.”</li>
<li>“Você nunca vai conseguir isso” ou “Eu sou muito melhor nisso do que você.”</li>
<li>“Você não faz isso por mim porque não gosta de mim de verdade!”</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Efeitos negativos de uma amizade tóxica</strong></h4>
<p>A amizade tóxica acarreta muito sofrimento. Quem tem um amigo assim normalmente tem mais sentimentos de insegurança e solidão, vive sob pressão e sofre mais com o estresse no dia a dia.</p>
<p>O mal-estar emocional provocado pelas atitudes tóxicas é gradativo. À medida que as palavras e comportamentos do amigo tóxico começam a lhe afetar, você começa a ter mais sentimentos e pensamentos negativos do que positivos na sua vida. De repente, sem você ter consciência disso, a tristeza, o cansaço e a irritabilidade se tornam pilares do seu dia a dia. Eles são especialmente intensos após as interações com esse amigo tóxico. É neste momento que você precisa se questionar se essa amizade está te fazendo mal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que fazer quando temos uma amizade tóxica?</strong></h4>
<p>Quando descobrimos uma amizade tóxica, temos duas opções: tentar consertar o laço com esse amigo ou se afastar dele.</p>
<p>Se nutrimos carinho e afeição por ele, o ideal seria chama-lo para conversar e dizer como temos nos sentido. O diálogo é o principal caminho para a resolução de conflitos. Entretanto, em vez de dizer “você fez X ou Y” podemos adotar a estratégia da comunicação não-violenta e dizer “eu me sinto X perante atitude Y”. Dessa forma, mudamos o foco para as divergências no relacionamento em vez de culpar o outro por suas atitudes. É claro que devemos responsabilizar o amigo tóxico por elas, mas, na hora de conversar, é melhor tentarmos usar essa estratégia para que ele nos escute.</p>
<p>Também devemos avaliar se a pessoa é assim ou se está passando por uma situação difícil. Os comportamentos inadequados podem ser reflexo de seus problemas. Neste caso, podemos oferecer ajuda e, após o problema ter sido solucionado, prestar atenção em como a pessoa se comporta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Quando se deve desistir de uma amizade?</strong></h4>
<p>Mas e se a única opção for sair da relação tóxica? As amizades que fazem mal são formadas a partir do interesse de uma das partes. Ela pode ser motivada por ganho financeiro, status, popularidade ou dependência emocional.</p>
<p>A reparação do relacionamento é difícil, dado que o amigo tóxico não vê valor na amizade em si, mas no que ganha com ela. Ao expressar os seus sentimentos, ele pode se sentir acuado e negar ter lhe magoado de alguma forma ou se afastar de você por conta própria.</p>
<p>Assim, a reflexão se faz necessária. Vale a pena manter uma amizade assim? Não é melhor procurar relações saudáveis em vez de investir em uma ruim?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Devemos ficar longe das pessoas tóxicas?</strong></h4>
<p>Pessoas tóxicas pensam somente em seus próprios interesses e sentem dificuldade ou não querem enxergar a dor emocional que causam no outro. Logo, se você possui contato com indivíduos que te diminuam e te deixem tristes, o ideal é procurar se proteger dessas pessoas tóxicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Padrão abusivo recorrente nas amizades</strong></h4>
<p>Se costuma ter amigos tóxicos e não sabe por que as suas amizades seguem esse padrão, você pode procurar respostas na terapia. As pessoas costumam procurar o que é familiar para elas, mesmo que não se beneficiem disso.</p>
<p>Por exemplo, quem cresceu observando os pais brigarem dentro de casa, pode engatar um relacionamento em que brigas são comuns. Apesar de o indivíduo não ser feliz nesta relação, pelo menos ele já sabe lidar com ela. A terapia investiga a raiz do sofrimento e busca soluções que amenizem as dores emocionais. Como visto, as nossas amizades podem causar danos à nossa saúde mental. Então, para evitar reincidência futura, se recuperar dos efeitos da amizade tóxica ou se autoconhecer, você pode buscar a terapia.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Hábitos para adotar a cada novo ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 14:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?</p>
<p>Segundo psicólogos, mudar um hábito não significa apenas mudar a maneira como você faz as coisas no cotidiano, mas também suas crenças e aspectos da sua personalidade. Em outras palavras, é uma forma de desenvolvimento pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que devemos repensar os nossos hábitos?</strong></h3>
<p>Os hábitos nascem da repetição e do costume. Quanto mais fazemos alguma coisa, mais fácil fica reproduzi-la, seja uma atitude, um pensamento ou até um modo de falar.</p>
<p>Enquanto alguns hábitos são bons e nos ajudam a ter um melhor desempenho no dia a dia, como praticar exercícios físicos regularmente, seguir uma rotina do sono ou limpar os cômodos da casa de uma maneira que faz sentido para você, outros possuem o efeito oposto.</p>
<p>Muitas vezes, não percebemos que determinado hábito está nos causando mal, como, por exemplo, reclamar constantemente, usar o celular antes de dormir ou procrastinar até o último minuto. Isso acontece justamente por conta do costume. Temos dificuldade para identificar exatamente o que está causando a desorganização e o mal-estar emocional.</p>
<p>E, quando identificamos, é comum haver uma resistência à mudança do hábito nocivo. Afinal, é mais fácil fazer as coisas sempre do mesmo jeito. Acostumado com o passo a passo, o cérebro não precisa pensar para ‘mudar a rota’.</p>
<p>Sendo assim, é importante refletir sobre os nossos hábitos para que hábitos prejudiciais que passaram despercebidos sejam, enfim, identificados e eventualmente modificados. Alguns hábitos são passados de geração em geração enquanto outros são adotados pela convivência com pessoas fora do seio familiar, como amigos e colegas de trabalho. Nesses casos, a mudança é um pouco mais difícil.</p>
<p>Mas todos nós podemos fazer o esforço necessário para mudar as nossas condutas e desenvolver hábitos melhores, ainda que leve tempo para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como os hábitos são consolidados?</strong></h3>
<p>Como dito, os hábitos são formados a partir da repetição no dia-a-dia, por isso, é preciso ter disciplina para consolidar um novo hábito.</p>
<p>O primeiro passo é ter um objetivo, algo que te faça querer perseguir a ideia da mudança e persistir até alcançá-lo. A partir dele, você consegue definir pequenas metas para ajudá-lo a chegar mais perto da sua realização.</p>
<p>O segundo é a rotina. Após definir as suas metas, é hora de entrar em ação! Por exemplo, se você quer adquirir o hábito de leitura, você pode ler entre cinco e 10 páginas no seu intervalo de almoço ou ler durante 20 minutos todos os dias. Essa rotina eventualmente vai formar o hábito da leitura. Não tem problema se você se esquecer de ler por um ou dois dias. O importante é retomar a leitura para não quebrar o ritmo.</p>
<p>Já o terceiro passo é a recompensa, a qual consiste na consolidação do hábito e dos benefícios que vem com ele. No caso do exemplo anterior, a leitura diária que, com o tempo, resulta em um maior número de livros lidos.</p>
<p>Essa mesma fórmula pode ser aplicada para qualquer tipo de hábito que você deseja formar. É preciso ter em mente, contudo, que esse processo não acontece em uma semana. Estima-se que demore cerca de três semanas para que um hábito seja consolidado, mas esse período pode variar de acordo com a personalidade e os objetivos do indivíduo. Algumas pessoas possuem maior resistência à mudança por serem muito apegadas à rotina, então elas tendem a demorar mais para consolidar um novo hábito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Hábitos para adotar a cada ano novo:</strong></h3>
<p>O começo de um novo ano geralmente é um período que desperta a vontade de mudar em grande parte das pessoas. A ideia de renovação envolta na data inspira a reflexão sobre o próprio comportamento, bem como a realização de um saldo de como foi o ano que se passou. O que eu aproveitei? O que posso mudar? O que posso deixar como está?</p>
<p>Sendo assim, é uma época interessante para planejar uma mudança de hábitos. Como muitas pessoas estão com uma disposição semelhante, é mais fácil encontrar alguém para passar por esse processo com você. Deste modo, um incentiva o outro a continuar!</p>
<p>Neste contexto, separamos, a seguir, alguns hábitos cuja adoção é interessante para ter mais qualidade de vida e saúde. Não desanime se você não conseguir consolidá-los logo no começo do próximo ano. A intenção é continuar tentando até que grande parte dos seus hábitos seja de qualidade e traga apenas benefícios para a sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Organização pessoal:</strong></p>
<p>Se você não é uma pessoa organizada ou gostaria de melhorar a sua organização pessoal, por que não trabalhar nisso no próximo ano? A organização pessoal é essencial para conseguirmos funcionar bem no dia a dia. Repense em como você se organizou ao longo do ano para encontrar pontos que podem ser melhorados.</p>
<p>Entre os benefícios que a organização pessoal traz estão:</p>
<ol>
<li>Executar cada função em um determinado período, sem correria e sem estresse;</li>
<li>Não atrasar compromissos;</li>
<li>Encontrar tempo para o autocuidado, como fazer terapia ou praticar exercícios físicos;</li>
<li>Entregar trabalhos acadêmicos e demandas profissionais no tempo certo;</li>
<li>Encontrar tempo para pessoas queridas;</li>
<li>Encontrar tempo para praticar hobbies; e</li>
<li>Trabalhar com produtividade máxima.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Autocuidado:</strong></p>
<p>O autocuidado é a prática de cuidar de si mesmo, colocando-se como prioridade na sua vida. Muitas pessoas colocam as necessidades dos outros acima das suas próprias, deixando de cuidar de sua saúde mental e física. Essa é a receita certa para o desgaste emocional e físico.</p>
<p>A cada novo ano, se pergunte se você tem cuidado de você da forma como deveria. Sem perceber, você pode ter pego os problemas de outras pessoas para resolver. Mesmo que a sua intenção seja a melhor possível (de ajudar alguém querido), é preciso traçar um limite entre o que é seu e o que é do outro.</p>
<p>O autocuidado engloba várias esferas das nossas vidas e, embora não seja possível estar 100% bem em todas elas, podemos trabalhar para encontrar um equilíbrio favorável para o nosso bem-estar emocional. Entre os pilares do autocuidado estão: vida profissional, vida social, vida acadêmica, saúde mental, saúde física, espiritualidade, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Exercícios físicos:</strong></p>
<p>Adotar o hábito de praticar exercícios físicos é sempre uma boa ideia. Por que não começar o ano exercitando-se na academia ou praticando uma atividade física? Além de cuidar da saúde física, os exercícios físicos liberam hormônios que estimulam o bem-estar emocional e dão mais vitalidade para encarar os desafios do dia a dia, como a endorfina e serotonina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Hobby:</strong></p>
<p>Ter um hobby ou passatempo pode não parecer tão importante neste mundo em que a produtividade é supervalorizada. Entretanto, precisamos ter um tempo só para nós, sem envolver ganhos ou perdas ou pressão de terceiros para conquistar alguma coisa. Se existe competição neste caso, é apenas com você mesmo à medida que as suas próprias habilidades se aperfeiçoam com o tempo.</p>
<p>Escolha uma atividade para fazer de hobby e se dedique a ela periodicamente, como, por exemplo, cozinhar, fazer trabalhos manuais, pintar, pedalar, montar quebra-cabeças, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Vida social:</strong></p>
<p>O tempo, ou a falta de tempo, naturalmente afasta as pessoas. Amigos começam a se envolver com os seus próprios compromissos, como trabalho, vida social, casamento, filhos, entre outros. Deste modo, é normal haver um afastamento.</p>
<p>Esse caminho natural da vida pode gerar muito sofrimento e solidão. Afinal, os laços de amizade construídos com o tempo são valiosos e fazem falta. Quando uma amizade ‘enfraquece’, é normal ficar com a sensação de que algo foi perdido e se perguntar o porquê de isso ter acontecido.</p>
<p>Então, procure marcar mais encontros com seus amigos no próximo ano ou, pelo menos, os chame para conversar em aplicativos de conversa. Fique perto de pessoas que importam e lhe querem bem!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Terapia:</strong></p>
<p>Você pode procurar a terapia nos seguintes casos: suspeita de alguma condição de saúde mental, como depressão ou ansiedade; tratar dores emocionais, como conflitos pessoais e traumas; ou para buscar autoconhecimento.</p>
<p>A terapia como ferramenta para o crescimento pessoal ajuda pacientes a traçar um plano de carreira satisfatório, ter relacionamentos amorosos mais saudáveis e elevar a autoestima. Além disso, o acompanhamento psicoterapeutico promove o desenvolvimento da inteligência emocional, essencial para transitar pela vida com mais leveza e menos estresse.</p>
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<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Grande abraço, um próspero 2023, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura! </strong></p>
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		<title>Como combater a preguiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 18:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[preguiça]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[A preguiça, para psicólogos, tem múltiplos significados. Pode ser uma falta de disposição crônica para realizar até mesmo atividades que você gosta, um sintoma de uma condição de saúde mental, um sinal de insatisfação com a vida, uma aversão contínua a disciplina e compromissos, entre outras. Todos nós possuímos dificuldade para lidar com a preguiça uma vez ou&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A preguiça, para psicólogos, tem múltiplos significados. Pode ser uma falta de disposição crônica para realizar até mesmo atividades que você gosta, um sintoma de uma condição de saúde mental, um sinal de insatisfação com a vida, uma aversão contínua a disciplina e compromissos, entre outras.</p>
<p>Todos nós possuímos dificuldade para lidar com a preguiça uma vez ou outra. No entanto, se você acredita que está tendo muitos dias preguiçosos em sequência, pode ser um sinal de que algo está errado.</p>
<p>Neste post, vamos explorar várias maneiras de combater a vontade excessiva de se manter preguiçoso.</p>
<p><strong>Causas da preguiça:</strong><span id="more-2461"></span></p>
<p><strong> </strong>Para ter mais sucesso em combater a preguiça, é ideal que você tenha uma noção do que causa tanta indisposição e falta de vontade. Normalmente, as pessoas já têm uma ideia de suas amarras, mas não gostam de encará-las ou não fazem o esforço necessário para mudar.</p>
<p>Nem sempre isso acontece por má vontade. Muitas pessoas não têm um bom relacionamento com disciplina, planejamento e organização por conta de suas personalidades, experiências e até traumas de infância.</p>
<p>Outra possível explicação para a preguiça crônica é a depressão. Dois sintomas característicos dessa condição são a fadiga e o desinteresse, os quais, quando combinados, levam as pessoas a abandonarem compromissos diários com muita facilidade.</p>
<p>Reflita sobre quais situações se encaixam em sua realidade para compreender como a preguiça se manifesta no seu cotidiano e quais as consequências em seu bem-estar emocional, vida profissional, relacionamento, entre outros.</p>
<p>Esse trabalho de autoconhecimento é importante em qualquer ocasião em que você sentir que algo não está nos eixos, pois nos ajuda a tomar decisões certeiras para solucionar problemas.</p>
<p><strong>Como combater a preguiça?</strong></p>
<p>Separamos algumas dicas para ajudá-lo a combater a preguiça. Não desanime se não conseguir se manter na ativo nos primeiros dias. Nosso cérebro leva tempo para se acostumar com mudanças em nosso comportamento e cotidiano.</p>
<ul>
<li><strong>Crie ou modifique seus objetivos para serem gerenciáveis:</strong></li>
</ul>
<p>Objetivos confusos acabando atrapalhando a sua realização. Eles podem parecer longos demais ou grandes demais, por isso, nos assustam. Quando ficamos assustados perante o que precisamos fazer, não conseguimos sair do lugar. Então, crie ou modifique seus objetivos para que eles sejam gerenciáveis. Objetivos inteligentes precisam ser específicos, realistas, alcançáveis e temporais. Adicione detalhes acerca do que você deseja conquistar e pequenas metas para ajudá-lo a chegar lá, quebrando um trabalho que parece longo em blocos pequenos.</p>
<ul>
<li><strong>Não espere perfeição:</strong></li>
</ul>
<p>O perfeccionismo é um dos maiores inimigos da autorrealização e produtividade. Quando esperamos a perfeição antes mesmo de começar uma tarefa ou um projeto, aumentamos a pressão para desempenhar sem erros, pausas, imprevistos e dificuldades. Esse cenário, no entanto, não é realista.</p>
<p>São necessárias diversas etapas para um projeto ficar pronto. Cada qual possui o seu tempo de execução conforme o nível de complexidade. Erros são esperados ao longo do caminho, assim como mudanças de direcionamento. Como imprevistos e novas fontes de inspiração podem surgir, dificilmente o ideal que você tem em mente não se modificará.</p>
<p>Esteja aberto a todo esse processo, se permitindo errar, criar, modificar e reinventar quantas vezes forem necessárias.</p>
<ul>
<li><strong>Utilize a regra dos “5 minutos”:</strong></li>
</ul>
<p>Se algo pode ser finalizado em apenas cinco minutos, por que não começar neste momento? A regra dos “5 minutos” funciona exatamente assim!</p>
<p>Essa estratégia é ideal para promover a proatividade, concluir tarefas simples (para que não atrapalhem a execução das tarefas de alta complexidade) e combater aquele pensamento preguiçoso de “vou deixar para fazer isso amanhã”. Dessa forma, não ficamos estressados com o acúmulo de demandas.</p>
<ul>
<li><strong>Utilize o diálogo interno positivo:</strong></li>
</ul>
<p>Muitas pessoas iniciam longos monólogos internos de negatividade na tentativa de se punirem por não serem tão produtivas quanto desejam. “Você nunca vai chegar a lugar nenhum desse jeito”, “Você é um desperdício de tempo” e “Você é inútil, não merece coisas boas” são alguns exemplos de diálogo interno negativo.</p>
<p>Embora seja tentador se punir por não estar performando da maneira esperada, quem cultiva esse hábito deve procurar cessá-lo. Essas palavras acusatórias não ajudam ninguém a ser mais produtivo, tampouco a se esforçar para superar obstáculos.</p>
<p>Ao proferimos tais palavras sobre nós mesmos, nos sentimos desanimados e inadequados, então para que usá-las? Modifique o seu diálogo interno para que você possa desfrutar apenas de encorajamentos e elogios. A positividade é mais efetiva em nos incentivar a tentar novamente, elevar o nosso humor e nos distanciar de elementos problemáticos, como ansiedade, preguiça, medo e auto cobrança.</p>
<ul>
<li><strong>Peça ajuda:</strong></li>
</ul>
<p>Se estiver perdido, peça ajuda! Converse com familiares e amigos de confiança, peça orientação de mentores ou visite um psicólogo. Esses indivíduos podem ajudá-lo a reencontrar o seu eixo e abrir os seus olhos para fatores que você não havia percebido antes.</p>
<p>Da mesma forma, se precisar de ajuda para finalizar um projeto muito difícil, faça sem hesitação. Não há nada de errado em precisar de ajuda.</p>
<p>Grandes projetos são, na verdade, criados por equipes com centenas de pessoas. Cada uma traz uma expertise e experiência diferente para o time, agregando valor à produção.</p>
<ul>
<li><strong>Lembre-se sempre de suas conquistas:</strong></li>
</ul>
<p>No meio do caminho, você pode pensar que nada de bom foi conquistado e sentir vontade de desistir de conquistar seus objetivos.</p>
<p>Somos vítimas desse esquecimento devido ao costume com a rotina. Entramos no piloto automático e focamos somente no que estamos enfrentando neste momento ou nos possíveis empecilhos do futuro.</p>
<p>Embora ficar apegado ao passado seja prejudicial à saúde mental, ainda podemos nos lembrar dos momentos bons pelos quais já passamos. Relembrar vitórias e elogios recebidos sobre nossa personalidade, trabalho, aparência e conduta é um exercício de motivação bastante eficaz.</p>
<ul>
<li><strong>Transforme tarefas tediosas em divertidas:</strong></li>
</ul>
<p>Algumas tarefas podem ser extremamente maçantes, roubando a nossa vontade de executá-las apesar de sua conclusão ser necessária.</p>
<p>Lavar a louça, passar pano na casa, organizar a caixa de entrada de e-mails, iniciar um planejamento financeiro ou concluir uma tarefa pouco estimulante no trabalho pode desencadear a preguiça. Deste modo, evitamos passar por aquele momento que sabemos que será desagradável.</p>
<p>Todos nós fazemos tarefas tediosas e que não despertam nenhum prazer. Para contornar hábitos procrastinadores e preguiçosos, pense em como você pode transformar essas tarefas chatas em algo divertido.</p>
<p>Por exemplo, você pode ouvir música enquanto as executa, chamar alguém para fazê-las com você ou fazer intervalos curtos para assistir um vídeo engraçado quando se sentir disperso.</p>
<ul>
<li><strong>Elimine distrações:</strong></li>
</ul>
<p>Elimine as distrações do ambiente para aprimorar a sua concentração no que precisa ser feito. Uma mesa de trabalho, por exemplo, deve estar livre de objetos que lhe roubam a atenção. Decorações minimalistas em meio a equipamentos de trabalho são mais apropriadas que decorações extravagantes.</p>
<p>Do mesmo modo, evite ficar olhando o celular o tempo todo e visitando sites de entretenimento durante o período de trabalho.</p>
<p>Se precisar, coloque um timer para dividir seu tempo de produção e de relaxamento. Assim, você consegue controlar o seu fluxo de trabalho e evitar a sobrecarga.</p>
<ul>
<li><strong>Crie uma rotina saudável:</strong></li>
</ul>
<p>Para combater a preguiça crônica, você precisa adotar hábitos saudáveis para desencadear sentimentos e sensações opostas a falta de vontade.</p>
<p>Por exemplo, praticar exercícios físicos com regularidade para ter disposição no cotidiano, ter uma rotina saudável de sono o número e comer alimentos que não lhe deixam com sensação de estufamento e cansaço, como é o caso dos carboidratos.</p>
<p>Insira esses hábitos pouco a pouco em sua rotina e mantenha-se firme na prática nas primeiras semanas. Leva tempo para um hábito ser consolidado e feito no piloto automático, por isso, não desista antes de sentir os benefícios de ter uma rotina sadia.</p>
<ul>
<li><strong>Se prepare para efetuar cada tarefa:</strong></li>
</ul>
<p>Se prepare emocionalmente para executar tarefas desgastantes.</p>
<p>Diga a si mesmo que determinado afazer pode ser um tanto complicado e cansativo, mas, no fim, você chegará aos resultados esperados. Também é possível realizar essa prática por meio da visualização. Neste caso, você pode se imaginar alcançando seus objetivos sem passar por grandes dificuldades.</p>
<p>Esse curto monólogo de auto encorajamento é muito utilizado por atletas e empreendedores quando estão prestes a enfrentar uma situação complicada, como também durante o dia a dia para manter a autoestima elevada.</p>
<p>Espero que tenham gostado das dicas e que elas lhes sejam úteis! Voltem sempre, pois sempre temos conteúdo novo. Aproveitem para compartilhar esse post nas suas redes sociais e com quem desejarem! Muito obrigada!</p>
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		<title>Você dizer ouvir NÃO?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 17:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[atitude passiva]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dizer nao]]></category>
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		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[não]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não! Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”. Você é uma delas? Anda&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>N-Ã-O. Uma sílaba, com três letras. Uma palavrinha tão pequena, que usamos no dia-a-dia e que qualquer pessoa é capaz de dizer. Qualquer pessoa não!</p>
<p>Algumas pessoas não conseguem fazer o uso dela. Muitas vezes preferem passar por problemas mil vezes maiores, do que o simples fato de dizer “NÃO”.</p>
<div>
<p>Você é uma delas?</p>
<p>Anda chateado por ter de engolir sapo e não consegue pedir que as pessoas mudem o comportamento delas? Não consegue dizer “não” quando pedem algum objeto emprestado, e fica aborrecido por isso? Essa<span> </span>atitude<span> </span>passiva poderá torná-lo cada vez mais infeliz e não contribuirá para que desenvolva uma personalidade segura e confiante.</p>
</div>
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<p>Não perca esse podcast! Reunimos algumas dicas interessantes sobre esse tema para vocês!</p>
<p><span id="more-2417"></span></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-2417-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/02/Você-sabe-dizer-não.m4a?_=1" /><a href="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/02/Você-sabe-dizer-não.m4a">https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2022/02/Você-sabe-dizer-não.m4a</a></audio>
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<p><strong>Feedback:</strong> contato@bemvivermais.com</p>
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		<title>Perdoar é preciso: conheça a importância do perdão!</title>
		<link>https://bemvivermais.com/perdoar-e-preciso-conheca-a-importancia-do-perdao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 19:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[auto perdão]]></category>
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		<category><![CDATA[meditação]]></category>
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		<category><![CDATA[perdoar]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Uma das coisas mais importantes para a vida de uma pessoa que quer ser feliz é o perdão, pois proporciona paz ao coração e dá um real sentido à existência. Muitos sofrem de depressão e de outros problemas emocionais por não perdoarem ou por não se sentirem perdoados&#8221;.  A passagem do ano sempre nos faz&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Uma das coisas mais importantes para a vida de uma pessoa que quer ser feliz </em><em>é o perdão, pois proporciona paz ao coração e dá um real sentido à existência. Muitos sofrem de depressão e de outros problemas emocionais por não perdoarem ou por não se sentirem perdoados&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em>A passagem do ano sempre nos faz refletir, não é mesmo? É comum pensarmos nos nossos erros, nas relações que construímos ou que se romperam. Algumas pessoas se ressentem e ficam guardando uma mágoa por anos, impedindo a sua própria vida de seguir adiante.</p>
<p>Hoje, gostaríamos de falar sobre a importância do perdão para a pessoa ser feliz. O perdão é importante porque ele é libertador, além de ser uma questão de inteligência.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Se você quer seguir adiante, se quer se libertar do passado, fazer novas escolhas, aprender a fazer escolhas positivas para você, é importante que você libere o passado e só o perdão liberta. Enquanto você ficar sentindo e ressentindo aquela mágoa do passado, você está preso (a) ao </em><em>passado&#8221;.</em><span id="more-2382"></span></p>
<h2><strong>Qual é a importância do perdão?</strong></h2>
<p>Sentimentos ruins acumulados podem causar problemas tanto físicos quanto mentais em quem os carrega. E é por isso que é muito necessário discutir sobre a importância que o perdão tem em nossas vidas.</p>
<p>Perdoar é muito importante porque nos livra da raiva, rancor, tristeza e outros sentimentos desagradáveis.</p>
<p>Ao realizar o ato de perdoar, tem-se uma oportunidade de se libertar das amarras que trazem peso negativo para nossas vidas. É um símbolo de inteligência emocional e, em muitos momentos, de amadurecimento pessoal.</p>
<h2><strong>Como o cérebro reage quando você não perdoa?</strong></h2>
<p>O cérebro humano não sabe se você está vivendo mesmo aquela situação ou se é uma lembrança, por isso o perdão é uma questão de necessidade de liberar espaço neurológico para novos aprendizados. A falta de perdão nos impede de viver novas possibilidades e de ter satisfação pessoal.</p>
<p>O perdão é uma forma de<strong> autoconhecimento</strong>, caminho pelo qual podemos nos apropriar dessa capacidade que, às vezes, não sabemos que temos. O perdão é uma questão de inteligência, porque você vai se libertar das mágoas do passado.</p>
<p>A neurociência, atualmente, tem explicado muitos mistérios até então desconhecidos sobre nós mesmos. Ela descobriu que, quando as células nervosas ficam doentes, geram consequências físicas no nosso corpo, algo que a falta de perdão pode provocar.</p>
<p>Muitas vezes, a pessoa que nos magoou já seguiu a sua vida e não está nem mais conectada com a nossa<strong>.</strong> Às vezes, ela nem sabe que nos magoou, porque não foi intencional. E nós ficamos parados naquele momento, remoendo-o. A vingança, a vontade de não perdoar, faz com que as pessoas fiquem compromissadas com o sofrimento.</p>
<h2><strong>O perdão tem a ver apenas com desculpar o próximo?</strong></h2>
<p><strong> </strong>A verdade é que não. Perdoar não tem a ver apenas com as outras pessoas, mas principalmente com você.</p>
<p>É comum termos a mania de nos prendermos às partes negativas de nossos atos e isso faz com que acumulemos culpa dentro de nós. Mas é preciso entender que somos todos falhos e estamos sempre sujeitos a errar.</p>
<p>Perdoar a si mesmo é o primeiro passo rumo a ser alguém melhor e mais feliz.</p>
<p>É necessário deixar de se autoflagelar e trabalhar em um processo de auto cura e perdão.</p>
<p>Se você não entende a importância do perdão a si mesmo, como poderá estender isso a outras pessoas?</p>
<h2><strong>Perdoar a si mesmo:</strong></h2>
<p><strong>Você também merece o perdão</strong>. Ele é totalmente subjetivo, porque você é quem dá o perdão e sente os benefícios dele.</p>
<p>O fato de você perdoar alguém não quer dizer que você tenha que conviver com a pessoa que lhe causou algum sofrimento. Essa pessoa nem precisa ficar sabendo do seu gesto de perdão. O perdão é algo que você elabora para si mesmo.</p>
<p>Quem pensa o mal ou deseja o mal anda em círculos, porque a vida “empaca”, não anda, não vai para frente.</p>
<p>Para perdoar profundamente, é preciso o autoconhecimento. Para se conhecer, você deve construir um trajeto para viver melhor, que passa pelo aprendizado de quem você é e de quem você se tornou.</p>
<p>O que sabemos de nós é muito pouco, então esteja aberto para se conhecer. Um passo em direção a esse aprendizado é o ato de perdoar. Liberte-se e pratique-o.</p>
<p><strong style="font-style: inherit;">Assim como nós, as demais pessoas também estão aprendendo a viver e a se conhecer.</strong></p>
<h2><strong>Perdoar os pais:</strong></h2>
<p>É importante saber perdoar os pais. Eles não são perfeitos e cometem erros, como todo mundo. Há filhos que guardam mágoas por toda a vida e atribuem a sua infelicidade aos seus pais. Olhe o lado bom dos seus pais, as coisas boas que eles fizeram para você. Se você não teve uma relação afetiva com os seus pais, perdoe-os também por eles não terem sabido ser melhores. Talvez eles, não tendo recebido afeto dos seus pais, não souberam como dar afeto aos seus filhos.</p>
<h2><strong>Como perdoar?</strong></h2>
<p>Não existe uma fórmula mágica ou receita de bolo que ensine a como perdoar. Esse é um processo muito individual. Cada ser humano tem suas peculiaridades e procedimentos internos que são trazidos para o exterior de forma diferente.</p>
<p>Mas é possível trabalhar alguns pontos que podem auxiliar nesse desenvolvimento. Vejam algumas dicas!</p>
<p><strong>1. Invista na meditação:</strong></p>
<p>Segundo o Instituto Federal de Caxias do Sul, a meditação é uma prática que traz diversos benefícios. Entre eles, o controle da ansiedade, autoconhecimento e melhora da autoestima, além do aumento das boas emoções.</p>
<p>Em outras palavras, a meditação apresenta valores e resultados positivos que podem ajudar na missão de entender a importância do perdão e como exercê-lo.</p>
<p><strong>2. Ponha para fora as suas emoções:</strong></p>
<p>Entender e expressar seus sentimentos de forma saudável é fundamental para a sua qualidade de vida como um todo. Afinal, o nosso corpo registra todas as nossas emoções. O que sentimos afeta diretamente nosso equilíbrio hormonal e o cérebro.</p>
<p>Aprender a não descontar a raiva em outras pessoas, nas coisas e em si mesmo vai melhorar a sua vida.</p>
<p>Além disso, não tenha medo ou vergonha de mostrar a tristeza e a vulnerabilidade. Como já dissemos, somos todos humanos e suscetíveis a erros e emoções.</p>
<p>Colocar para fora é o passo inicial para se desprender da mágoa e finalmente deixá-la ir.</p>
<h2><strong>Quais os benefícios do perdão em nossas vidas?</strong></h2>
<p>Você já deve ter ouvido a frase “perdoar faz bem”, não é? E ela é verdadeira. O ato de perdoar traz vários benefícios para o corpo como:</p>
<ul>
<li>Aumenta a expectativa de vida: Journal of Behavioural Medicine, publicou em 2011 estudo que indicava que pessoas que praticam o perdão, tinham uma vida maior quando comparadas a quem não perdoa e nem pede desculpas;</li>
<li>Melhora o sistema imunológico: como já dissemos, o organismo detecta todas as nossas emoções. Logo, guardar ressentimentos não faz bem para o corpo e para a mente;</li>
<li>Diminui o estresse: acumular mágoa tende a nos deixar nervosos e isso pode causar alterações no sistema cardiovascular, enquanto o perdão, tende a fazer o contrário, liberando substâncias.</li>
</ul>
<h2><strong>Como a terapia pode ajudar no processo do perdão?</strong></h2>
<p>Ao discutirmos sobre a importância do perdão, também é preciso falar sobre o papel da terapia nele.</p>
<p>A terapia é um ambiente em que praticamos o autoconhecimento e trabalhamos traumas e amarras, sejam do presente ou do passado. É um processo de descoberta e cura constante.</p>
<p>Tudo isso colabora para que desenvolvamos a habilidade de perdoar aos outros e a nós mesmos pelos erros cometidos.</p>
<p>Assim como a terapia, perdoar também é um processo por vezes doloroso, mas extremamente necessário.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Grande abraço, um próspero 2022, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura! </strong></p>
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		<title>Responsabilidade afetiva: o que é e como reconhecer a falta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:16:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não. O que é responsabilidade afetiva: A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja. A&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não.</p>
<h3><strong>O que é responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja.</p>
<p>A pessoa responsável afetivamente deve ser ética, agir de acordo com a sua real intenção, sem manobras de poder deliberadas. Assim, responsabilidade afetiva nada mais é que ter consideração tanto com os próprios sentimentos e intenções quanto com os da outra pessoa, além de ter a capacidade de agir com clareza conforme esses sentimentos e intenções emergem.</p>
<p>Colocar-se no lugar da outra pessoa, ou seja, ter empatia, está conectado com a responsabilidade afetiva. <span id="more-2369"></span>isso é importante para não alimentar sentimentos na outra pessoa somente para sentir-se bem quando você sabe que suas intenções não são as mesmas que as do outro.</p>
<p>A capacidade de se colocar no lugar do outro já aciona cuidados com as ações. E ser empático é isso, pensar no impacto que o que eu falo e faço causa na outra pessoa.</p>
<p>Embora a associação mais comum da responsabilidade afetiva seja com relacionamentos amorosos, essa não é a única esfera que na qual ela é importante. É interessante trazer esse conceito para todas as nossas relações: namoro, amizade, família, entre outros.</p>
<h3><strong>Como reconhecer a falta de responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Onde não houver empatia e respeito é o lugar que se reconhece a falta de responsabilidade afetiva. Se alguém te diminui dentro de uma relação apenas para se sentir melhor, este também é um lugar de falta de responsabilidade afetiva.</p>
<h3><strong>Responsabilidade afetiva e reciprocidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva e a reciprocidade são conceitos diferentes que não devem ser confundidos. Na responsabilidade afetiva, você mostra seu real interesse e age em coerência com seus sentimentos. Comunica suas intenções e expectativas claramente, de forma responsável &#8211; daí o termo.</p>
<p>Já na reciprocidade, você corresponde ao sentimento de outra pessoa. Muitas vezes, a expressão é utilizada para descrever a situação em que duas (ou mais pessoas) partilham do mesmo sentimento, na mesma intensidade.</p>
<p>É possível tratar as pessoas com quem se relaciona de uma boa maneira, sem ter o mesmo sentimento ou a mesma intensidade recebida. Não somos obrigados a sentir a mesma coisa, mas devemos respeitar os sentimentos, tanto os seus quanto os do outro.</p>
<p>É importante frisar a cautela para que não se tome qualquer &#8220;não correspondência&#8221; em uma relação como falta de responsabilidade afetiva. A idealização do outro não deve ser responsabilidade da pessoa.</p>
<h3><strong>Situações que pedem por responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Nas relações de amizade, a responsabilidade afetiva pode ser aplicada de diversas formas, algumas até mesmo complexas. Demonstrar um tipo de carinho, interesse, presença ou se tornar um porto seguro para a pessoa sem que deseje ser de fato, pode vir a causar dificuldades para o outro &#8211; configurando uma irresponsabilidade afetiva.</p>
<p>Também é possível ter responsabilidade afetiva no sexo casual, por exemplo. Nele, você pode realizar seu desejo de sexo sem compromisso, mas com consentimento da outra pessoa e sem ferir ou tolher os desejos dela.</p>
<p>Outro exemplo seria uma relação em que você não tem interesse de namorar e percebe as expectativas da outra pessoa. Sabendo que o sentimento e desejo não são recíprocos, é importante comunicar isto de forma empática, para não criar falsas esperanças no outro apenas para alimentar sua autoestima de alguma forma.</p>
<p>Se eu sei que a minha intenção é, exclusivamente, transar com uma pessoa, eu não devo prometer coisas que não intuo cumprir. Não pergunto nada do tipo &#8216;onde iremos passar o Ano Novo?&#8217;, sendo que passar esse período com a pessoa não é minha real intenção.</p>
<p>De maneira geral, é fundamental desenvolver uma comunicação assertiva dentro de qualquer relação afetiva, assim como ter consciência sobre onde você se encontra na relação e o que você deseja dela.</p>
<h3><strong>Como ter mais responsabilidade afetiva</strong></h3>
<p>Não existem formas de racionalizar a responsabilidade afetiva em tópicos, porém trouxemos algumas reflexões essenciais para quem deseja ser responsável afetivamente. Confira os pontos a seguir:</p>
<p><strong>1 &#8211; Comunique-se bem:</strong></p>
<p>Seja claro naquilo que deseja ou sente pelo outro. Apenas dessa forma é possível entender onde os sentimentos de cada um se encontra e refletir se a forma como se age deve ser modificada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Verbalize suas insatisfações:</strong></p>
<p>Falar sobre aquilo que você discorda também compõe a responsabilidade afetiva, porque, uma vez que a pessoa não se faz entender, o incômodo pode afetar o status da relação. O distanciamento que, muitas vezes, ocorre pode não ser compreendido pela outra pessoa, que sente uma mudança repentina no comportamento.</p>
<p><strong>3 &#8211; Tenha autoconhecimento</strong></p>
<p>Ter consciência de si mesmo é a primeira prática a ser seguida por quem deseja se responsabilizar por qualquer coisa na vida. Quanto mais a pessoa se doa e tem um relacionamento saudável consigo mesma, mais ela consegue levar isso para fora, compreendendo seus processos, suas ações e, claro, aquilo que deseja.</p>
<p><strong>4 &#8211; Cuidado com o individualismo excessivo</strong></p>
<p>Um dos principais pontos para ter responsabilidade afetiva é evitar o individualismo em excesso (ou pensar exclusivamente em si o tempo todo), sem conseguir estabelecer empatia o suficiente pela situação do outro.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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