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	<title>Arquivo de atenção - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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		<title>Hiperatividade: conheça alguns sinais e fique atento!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 03:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento. Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento.</p>
<p>Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim e a hiperatividade na vida adulta traz consequências, sobretudo, para a vida profissional e social. No post de hoje, compartilhamos alguns sinais comuns de hiperatividade em todas as idades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que é hiperatividade?</strong></h3>
<p><span id="more-2696"></span></p>
<p>A hiperatividade é um estado de intensa agitação ligado à ansiedade. Ele pode se manifestar por meio de desordem motora ou mental. Por conta disso, a pessoa hiperativa tem dificuldade de ficar quieta, principalmente as crianças.</p>
<p>Crianças hiperativas não são apenas “agitadas”, mas, sim, possuem dificuldade para conter a inquietação crescente, ainda que ela apareça em situações corriqueiras que ‘não deveriam’ causar inquietação.</p>
<p>Por isso, a hiperatividade é, ainda, um sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), condição do neuro desenvolvimento caracterizada pela falta de atenção e inquietação extrema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que pode ser confundido com hiperatividade?</strong></h3>
<p>Normalmente, o TDAH é diagnosticado em crianças consideradas “muito agitadas”, mas é cada vez mais comum que jovens e adultos recebam esse diagnóstico após perceberem certas dificuldades.</p>
<p>Por exemplo, percebem que sempre tiveram problemas para prestar atenção nas aulas e, por isso, iam mal na escola ou na faculdade. Não era uma questão de “má vontade”, “indisciplina” ou “preguiça”, mas de dificuldade de concentração e memorização.</p>
<p>O diagnóstico tardio tende a acontecer porque essa condição é muitas vezes confundida com outras, como o transtorno de bipolaridade, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e até o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p>
<p>Nem todo comportamento que parece hiperativo tem ligação com a hiperatividade. Se alguém já apresentou um ou dois sintomas muitos anos atrás ou recentemente, é provável que eles não tenham ligação com o TDAH ou a hiperatividade. Ainda assim, vale investigar a situação com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como diagnosticar a hiperatividade?</strong></h3>
<p>Assim que os primeiros sinais de hiperatividade forem notados em crianças, os pais já podem levar os pequenos ao médico ou ao psicólogo para fazer uma avaliação.</p>
<p>Já no caso de adultos, eles mesmos podem procurar um profissional ao analisar quais comportamentos hiperativos estão presentes em suas vidas. Para um adolescente ou adulto receber o diagnóstico de TDAH, os sintomas precisam estar presentes desde antes dos 12 anos.</p>
<p>Na consulta com o médico psiquiatra, é normalmente feito um questionário para identificar quais sintomas estão presentes e a sua severidade. Após a avaliação, o médico monta um plano de tratamento e pode encaminhar o paciente para um psicólogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Qual a idade para diagnosticar hiperatividade?</strong></h3>
<p>Não existe uma idade certa para o diagnóstico da hiperatividade, mas ele costuma acontecer na infância devido à familiaridade de como os sintomas se manifestam nesta faixa etária. Além da família, professores podem identificar comportamentos hiperativos nos pequenos e apontá-los para os pais.</p>
<p>A hiperatividade se manifesta de modo diferente em jovens e adultos, por isso, entender que os sintomas são, de fato, sinais de hiperatividade tende a levar mais tempo.</p>
<p>Não raro essas pessoas internalizam crenças negativas sobre si mesmas em razão do que é dito por terceiros. Por exemplo, se acham preguiçosas, burras ou incompetentes. Assim, essas pessoas não procuram ajuda profissional para tentar entender o seu próprio comportamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de hiperatividade</strong></h3>
<p>Como dito, a hiperatividade pode se manifestar de diversas formas, tais como:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Impulsividade</strong></p>
<p>A impulsividade é um dos sinais mais comuns de hiperatividade. Pessoas hiperativas tomam decisões precipitadas das quais normalmente se arrependem depois. Na vida adulta, a dificuldade para controlar impulsos pode refletir negativamente na sua vida financeira. O indivíduo pode desenvolver o hábito de adquirir objetos ou serviços desnecessários para satisfazer uma necessidade momentânea, endividando-se no processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Desorganização</strong></p>
<p>A agitação da hiperatividade se manifesta tanto na inquietação corporal quanto de pensamento. Sendo assim, pessoas hiperativas costumam ser desorganizadas. Elas deixam os cômodos desarrumados e objetos fora do lugar e não se lembram onde os colocaram durante o momento de distração. Da mesma forma, perdem objetos importantes, como chaves ou documentos, com frequência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Dificuldade de gerir o tempo</strong></p>
<p>A desorganização também se estende para a capacidade de gerenciar o tempo. Pessoas hiperativas podem se esquecer e se atrasar para compromissos com mais frequência. Não quer dizer que elas não os consideram importantes. Há estudos que apontam que a percepção do tempo é diferente para alguns indivíduos diagnósticos com TDAH, especialmente em crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Inquietação</strong></p>
<p>A inquietação é um dos sintomas centrais da hiperatividade. Ela pode ser percebida nos seguintes comportamentos:</p>
<ul>
<li>Movimentar os pés e as mãos;</li>
<li>Falar demais ou rapidamente;</li>
<li>Andar pelos cômodos;</li>
<li>Distrair-se facilmente durante uma aula ou atividade que requer atenção prolongada;</li>
<li>Sempre estar mexendo em objetos;</li>
<li>Ter dificuldade para esperar a sua vez; e</li>
<li>Sensação de inquietude, como se algo precisasse ser feito para contê-la.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Alterações no humor</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a alteração no humor. Pessoas hiperativas tendem a sentir emoções intensas, como raiva, frustração e decepção. A impressão passada para os demais é que a pessoa muda de humor rapidamente sem razão ou por motivos demasiadamente simples, como não ter o produto que ela gosta no supermercado. O que acontece, na verdade, é que ela tem dificuldade para controlar as suas emoções e impulsos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Dificuldade para lidar com o estresse</strong></p>
<p>A resposta ao estresse também costuma ser elevada. Assim, quem tem hiperatividade sente os efeitos do estresse, como irritabilidade, falta de energia, dificuldade para dormir e alterações nos hábitos alimentares, mais intensamente. Do mesmo modo, têm dificuldade para controlá-los, sofrendo com os efeitos do estresse por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7- Problemas para completar tarefas</strong></p>
<p>A falta de organização e a percepção diferenciada do tempo acaba prejudicando a conclusão de tarefas dentro de determinados prazos. Pessoas hiperativas conseguem executar e concluir tudo o que se sujeitam a fazer, mas podem se atrapalhar durante a atividade.</p>
<p>A ansiedade para terminar no prazo e seguir o ritmo dos outros pode conduzir a erros e elevar os níveis de estresse. Então, é preciso compreender que pessoas hiperativas simplesmente possuem outras maneiras de fazer as coisas, as quais podem exigir mais tempo. E não há nada de errado nisso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8- Baixa tolerância à frustração</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a baixa tolerância à frustração. Como pessoas hiperativas possuem dificuldade de regular as suas emoções, é comum que não respondam bem à frustração. Por isso, desistem mais rapidamente de atividades que consideram frustrantes ou possuem reações mais exageradas à frustração do que quem não tem hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como a terapia pode ajudar com a hiperatividade?</strong></h3>
<p>O tratamento para a hiperatividade ou o TDAH em crianças tende a ser composto por vários profissionais, como o médico, o psicólogo, o fonoaudiólogo, entre outros.</p>
<p>Tanto os pais quanto a escola são agentes ativos durante o tratamento, sobretudo, na terapia. O psicólogo precisa conversar com os pais e com o psicólogo da escola ou professores para compreender o quadro da criança e acompanhar a sua evolução. Desta forma, o profissional consegue fazer uma avaliação completa.</p>
<p>No caso dos adultos, a terapia possui várias funções: ajudar na organização pessoal, profissional ou acadêmica, trabalhar a autoestima, ensinar a gerenciar a ansiedade, promover o controle da impulsividade, entre outros.</p>
<p>Através de um conjunto de hábitos e técnicas, pacientes adultos encontram a sua fórmula ideal para lidar com a hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a hiperatividade no dia a dia?</strong></h3>
<p>Além do tratamento com especialistas, pessoas hiperativas podem seguir as seguintes dicas para minimizar o impacto da inquietação no dia a dia:</p>
<ul>
<li>Diminuir o consumo de alimentos estimulantes, como café, chá preto, energéticos, refrigerantes, entre outros;</li>
<li>Praticar meditação para promover um estado mental de tranquilidade;</li>
<li>Simplificar tarefas, quebrando-as em metas pequenas para evitar a sobrecarga;</li>
<li>Praticar técnicas relaxantes, como respiração profunda e visualização, para clarear os pensamentos;</li>
<li>Ter uma agenda, seja física ou digital, para conferir os compromissos do dia e semana;</li>
<li>Praticar exercícios físicos;</li>
<li>Fazer caminhadas; e</li>
<li>Procurar analisar um desejo antes de ceder à impulsividade.</li>
</ul>
<p>A ausência de tratamento da hiperatividade na infância pode fazer com que, na vida adulta, as pessoas tenham dificuldade de regular emoções, gerenciar a frustração, desenvolver habilidades sociais para a convivência profissional e aprender a controlar impulsividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles ou em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>É normal a criança mentir? Saiba como lidar com as mentiras dos filhos.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 15:20:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que mãe ou pai nunca viu seu pequeno falar que não comeu o chocolate mesmo estando com a boca toda suja? Crianças aprendem a mentir desde muito cedo, mas isso não tem nada a ver com o caráter delas. Confira até que ponto as mentiras dos pequenos são normais e saiba como reagir para ensinar&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que mãe ou pai nunca viu seu pequeno falar que não comeu o chocolate mesmo estando com a boca toda suja? Crianças aprendem a mentir desde muito cedo, mas isso não tem nada a ver com o caráter delas. Confira até que ponto as mentiras dos pequenos são normais e saiba como reagir para ensinar como é importante ser honesto.</p>
<h2><strong>Com que idade as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Logo que as crianças começam a falar e a articular frases, as mentiras aparecem. Um estudo feito pela Dra. Victoria Talwar, da Universidade McGill, no Canadá, mostrou isso com um experimento curioso. Um adulto dizia à criança que havia um brinquedo dentro de uma caixa e depois dava uma saidinha, alertando antes para ela não mexer lá.</p>
<p>Você já deve imaginar como termina a história, né? Cerca de 90% das crianças não se seguraram e abriram a caixa para ver, mas o grande resultado da pesquisa veio quando o adulto voltou. Questionadas se tinham mexido no brinquedo, muitas delas resolveram mentir: os primeiros sinais de enganação apareceram aos dois anos, quando 20% das crianças nessa faixa etária mentiram. Aos três anos de idade já foram 40% os que negaram e, aos quatro anos, cerca de 80% não disse a verdade. Com os pequenos acima dos 5 anos, o resultado foi unânime: todos mentiram.</p>
<h2><strong>Por que as crianças mentem?</strong></h2>
<p>Existem alguns motivos mais comuns que podem levar os pequenos a contarem uma mentira:</p>
<ul>
<li>Esconder alguma coisa para não levar uma bronca.</li>
<li>Tornar uma história mais emocionante quando conta algo para outra criança ou um adulto.</li>
<li>Chamar a atenção, mesmo quando eles sabem que você já sabe a verdade.</li>
<li>Conseguir algo que eles querem – por exemplo, quando dizem à avó que a “mãe deixa comer pirulitos antes do jantar”.</li>
</ul>
<p>As mentiras contadas por uma criança não significam que ela tenha mau caráter. Isso pode ser apenas a imaginação infantil, impulsionada pela vontade de não fazer algo errado e até pelo medo. É preciso lembrar que crianças pequenas ainda não sabem definir bem a diferença entre fantasia e realidade, e vivem misturando esses dois mundos.</p>
<p>Na verdade, às vezes as crianças nem sabem o que é uma mentira: segundo o estudo de Talwar, cerca de 38% das crianças de 5 anos acha que xingar é mentir. Por isso, cabe aos pais mostrar como é importante contar sempre a verdade e explicar aos poucos as consequências de uma mentira.</p>
<h2><strong>Como lidar com as mentiras das crianças?</strong></h2>
<p>É comum que os pais fiquem preocupados quando vêem que os filhos estão criando o hábito de mentir, mas não saibam como é a melhor forma de abordar o assunto. Veja algumas dicas para lidar com as mentiras dos filhos:</p>
<p><strong style="font-size: 1.14286rem;">1. Dê o exemplo</strong></p>
<p>Claro que não adianta ter várias de conversas com seu filho sobre o quanto é errado mentir se ele perceber que você também faz isso. As crianças crescem aprendendo e repetindo o comportamento dos pais. Por exemplo, se você pede para seu pequeno dizer que você não está sempre quando alguém liga, ele começa a naturalizar esses pequenos tipos de mentira.</p>
<p><strong>2. Crie uma relação de confiança</strong></p>
<p>Para que o seu filho te conte a verdade mesmo quando fizer algo errado, é muito importante que a confiança dele em você seja maior do que o medo de levar uma bronca. Se os pais agem com raiva ou aplicam castigos severos sempre que a criança conta que quebrou ou sujou alguma coisa, logo ela vai parar de confessar qualquer falha.</p>
<p>Portanto, é importante tomar cuidado com a sua reação ao descobrir que seu filho mentiu: explique o que ele fez de errado, mas mostre que ele poderia ter confiado em você. Diga coisas como: “Estou muito feliz por você ter me contado a verdade. Eu gosto quando você é honesto”.</p>
<p><strong>3. Não relacione a mentira à ideia de castigo</strong></p>
<p>Não há problemas em punir o seu filho que contou uma mentira, desde que ele entenda de verdade o porquê está sendo punido. O mais importante na hora de repreensão é uma conversa sincera sobre as principais consequências da mentira: ele pode até conseguir se safar do castigo, mas a mentira quebra a confiança entre vocês e magoa a todos envolvidos.</p>
<p><strong>4. Converse sobre o assunto</strong></p>
<p>Apesar de as crianças misturarem fantasia com realidade e de muitas vezes só mentirem para se livrar de um castigo, isso não quer dizer que os pais devam achar esse comportamento aceitável. Mesmo crianças pequenas precisam começar a entender a importância da honestidade, por isso converse sempre de forma clara e na linguagem da criança, explicando as consequências da mentira.</p>
<p><strong style="font-size: 1.14286rem;">5. Mostre que você sabe quando ele mente</strong></p>
<p>Se seu filho está inventando uma história sobre algo, você pode responder dizendo algo como “Essa é uma ótima história – poderíamos transformar isso em um livro”. Isso encoraja a imaginação do seu filho sem incentivar a mentira, mostrando que as pessoas conseguem perceber quando algo é inventado e quando é verdade.</p>
<p><strong>6. Dê atenção sem ele pedir</strong></p>
<p>Histórias inventadas pelas crianças, quando elas aumentam os fatos, podem ser uma maneira infantil de ganhar admiração ou respeito dos outros. Se isso estiver acontecendo frequentemente com seu filho, tente elogiá-lo mais – por exemplo, sempre que ele aprender algo novo ou fizer coisas simples do dia a dia do jeito correto. Isso ajuda a aumentar a autoestima da criança e evita que ela use outros métodos para chamar atenção.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhá-lho  com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Será que você vive no piloto automático?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 21:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira / Vida Profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se perguntou se no seu dia a dia, suas escolhas, ações ou pensamentos são realmente algo que você, espontaneamente escolhe ou se, na realidade, seu cérebro já tem tudo registrado e apenas dá comandos sobre o que sentir, como fazer e agir, de maneira automática?! Pois é, quando estamos sendo 100% autênticos e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou se no seu dia a dia, suas escolhas, ações ou pensamentos são realmente algo que você, espontaneamente escolhe ou se, na realidade, seu cérebro já tem tudo registrado e apenas dá comandos sobre o que sentir, como fazer e agir, de maneira automática?!</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, quando estamos sendo 100% autênticos e espontâneos, agimos com <span id="more-833"></span>certa ansiedade (uma ansiedade saudável), pois estamos resolvendo aquela determinada situação através de um mecanismo, de um caminho diferente, ainda não registrado por nós anteriormente, exigindo muito foco, atenção, concentração, ou seja, ficamos imersos sem tanto esforço no presente, como se aquele momento estivesse durando muito mais tempo do que de fato está! Você já se sentiu assim? Pense quando teve que enfrentar algo totalmente novo em sua vida&#8230;tenho certeza que você vai se recordar.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, para a maior parte de nós,  a maneira de enfrentar nosso momento presente é caracterizada por uma espécie de nevoeiro de preocupações acerca de acontecimentos futuros, ou de ruminações acerca de acontecimentos passados, ou mesmo de formulações acerca de si, dos outros e dos acontecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas correntes de estudo, assim como em certas filosofias de vida, o foco no presente é empregado como fator primordial para vivenciar a vida de forma plena. Uma das práticas atualmente mais difundidas em todo o mundo, que busca inclusive exercitar nossa mente e corpo para estarmos focados no presente, é o Mindfulness, meditação que vida tanto o aspecto tranquilizante e energizante (para quem acredita), quanto o alinhamento da atenção e concentração através da respiração principalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">É como se, ao exercitar nosso foco, estivéssemos desligando nosso &#8220;piloto automático&#8221;, e aumentando a potência de nossa consciência e criatividade, para que cada gesto, pensamento, ação, fosse pensado, trabalhado internamente por cada um de nós, em sua totalidade, fazendo com que pensemos em cada detalhe destes, revendo e ressignificando esses fenômenos, atribuindo importância e peso à eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando fazemos essa reflexão e percebemos com mais atenção cada palavra, gesto e pensamento, passamos a notar e entender questões antes &#8220;invisíveis&#8221; ou insignificantes para nós. Afinal, estamos extremamente condicionados e acostumados a fazer, falar, pensar tudo em nosso dia a dia há muitos anos. Talvez por isso seja tão comum a sensação de que o dia, a semana e até mesmo o ano passa tão depressa&#8230;Pense bem&#8230;.não estamos de fato inovando em QUASE nada, certo?!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um &#8220;acidente de percurso&#8221;, algo que interrompe nossa rotina, um imprevisto ocorre, a maioria das pessoas tende a se estressar muito e se incomodar além do que deveria com esses &#8220;desvios&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, são esses acontecimentos que nos forçam a repensar nossa rotina, nossos hábitos, nos tirando totalmente do automático&#8230;Que nada mais é do que a nossa velha e grande ZONA DE CONFORTO! Aquelas velhas manias e métodos que temos salvado no nosso &#8220;HD&#8221; com o passar dos anos, aos quais nos acomodamos, sem nem sequer aprimorá-los de vez em quando. Ficam ali, intocados, como uma velha legislação que dita as regras do jogo por muito tempo, sem aceitar aperfeiçoamentos, adequações, preferindo a rigidez e a certeza de que daquela forma sempre funcionou e, &#8220;em time que está ganhando (se é que se pode afirmar que está ganhando mesmo), não se mexe&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente tudo isso ocorre sem que tenhamos consciência ou percepção crítica desses &#8220;moldes limitados&#8221; ou receitas que internalizamos e repetimos todos os dias. Aliás, eu citaria até uma ideia oposta: conforme vamos conseguindo concretizar aquela velha rotina, em todos os seus nuances, aparentemente nos sentimos melhores e mais produtivos, pois fomos capazes de realizar tudo aquilo mais uma vez e do mesmo jeito&#8230;.Oba! Então tivemos sucesso! Sim, bem sucedido em repetir tudo outra vez&#8230;Contudo, não aprendendo nada novo, nada foi inovado nem aperfeiçoado nem adicionado.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim gostaria de deixar as seguintes reflexões, além de convidar-te para ler e estudar mais sobre o mindfulness e a meditação no geral:</p>
<p>QUAL FOI A ULTIMA VEZ QUE VOCÊ FEZ ALGO PELA PRIMEIRA VEZ?</p>
<p style="text-align: justify;">QUANDO FOI QUE VOCÊ SE PERMITIU, DE VERDADE, EXPERIMENTAR ALGO TOTALMENTE NOVO PARA VOCÊ (FORA DA SUA ZONA DE CONFORTO)?</p>
<p style="text-align: justify;">O QUE VOCÊ PODERIA FAZER QUE NUNCA FEZ, QUE TRARIA BENEFÍCIOS OU ALEGRIA PARA SUA VIDA?!</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-837 size-medium" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-300x300.jpg" alt="liberdade-1" width="300" height="300" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-300x300.jpg 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-1024x1024.jpg 1024w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-150x150.jpg 150w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-768x768.jpg 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-600x600.jpg 600w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1-200x200.jpg 200w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2017/10/liberdade-1.jpg 1066w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Espero que essa leitura tenha valido seu tempo! Se estava distraído(a) ou pensando em outras coisas, volte e leia novamente, tentando estar imerso nas ideias que foram repassadas aqui. Tenho certeza que despertarão outras coisas!</p>
<p><strong>Grande abraço!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
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<h3>Referência:</h3>
<p>1) Artigo &#8220;Viver em Piloto Automático&#8221; &#8211; Por Pedro Albuquerque (Psicólogo clínico). 2010. Link: http://oficinadepsicologia.blogs.sapo.pt/4267.html</p>
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