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	<title>Arquivo de amor - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de amor - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 01:07:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química. Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</em></p>
<p>Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química.</p>
<p>Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que não cause sofrimento.</p>
<p>O <strong>amor patológico</strong>, ou &#8220;love addiction&#8221; é um transtorno de dependência emocional intensa e pode ser comparado a quadros de dependência de álcool e drogas e neste caso, a pessoa torna-se dependente de seu parceiro.</p>
<p>Entenda melhor sobre dependência do amor, os sintomas e como é possível tratar esse amor patológico.</p>
<h2>Dependência de amor: como acontece</h2>
<p><span id="more-2334"></span></p>
<p>A comparação da sensação do amor com drogas não é rara de ser feita &#8211; ainda que de modo jocoso. Porém, ela não está errada. O estado de euforia despertado pelo amor é muito semelhante ao uso de substâncias viciantes.</p>
<p>Um estudo realizado na década de 1980, por cientistas do New York State Psychiatric Institute, constatou que o amor excessivo pode provocar um estado de euforia no Sistema Nervoso Central similar ao induzido por uma grande quantidade de anfetamina. Segundo os pesquisadores, o amor produziria sua própria substância intoxicante: a feniletilamina, algo que poderia explicar a dependência.</p>
<p>O amor, em seus estágios iniciais, age no corpo de forma similar ao uso experimental da cocaína e outros estimulantes. Uma das substâncias liberadas pelo uso de cocaína é a dopamina que, por sinal, está relacionada à paixão amorosa. Altas doses de dopamina produzem outras sensações associadas à paixão, como aumento de energia, hiperatividade, falta de sono, tremor, respiração acelerada, coração pulsante, além de ser responsável pelo êxtase, que é sentido pelos apaixonados como um êxtase amoroso. Soma-se a isso o efeito de aumentar a persistência: quando a recompensa é postergada, a dopamina aumenta a energia do cérebro para que esse tenha uma maior atenção e leva o amante a lutar mais e mais para conseguir a reciprocidade do amado.</p>
<p>Por outro lado, a dopamina traz efeitos negativos ligados à dependência e esses aspectos podem incluir a &#8216;dependência do amado&#8217;, como num comportamento aditivo. Elevados níveis de dopamina produzem uma atenção concentrada num objeto, bem como uma motivação e comportamento direcionado a um fim. Então, a dependência do amor ocorre, dessa forma, pela mesma lógica que o organismo se torna dependente de outras substâncias químicas. Principalmente quando há algum sintoma psíquico (depressão ou ansiedade, por exemplo) que traz angústia, para se &#8216;livrar&#8217; dele, a pessoa faz uso da substância. Porém, o sintoma volta e ela faz uso novamente e assim vai. Por exemplo: alguém que está deprimido e se sente melhor ao usar cocaína, ao passar o efeito e voltarem os sintomas, acaba precisando usar mais cocaína.</p>
<h2>Amor como transtorno obsessivo-compulsivo</h2>
<p>Pessoas que vivem esse amor problemático experimentam sintomas parecidos com os encontrados em pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Uma alteração de comportamento que faz com que a pessoa tenha pensamentos persistentes de medo e ansiedade. Para aliviar o mal-estar, ela costuma realizar tarefas ou gestos repetitivos, como se desdobrar em cuidados dirigidos à pessoa amada.</p>
<p>Outro ponto é o medo de perder a pessoa amada que torna o amor uma patologia. Em termos psicológicos, a essência dessa patologia parece não ser amor e sim medo de estar só, de não ter valor, de não merecer amor, de ser abandonado. Quem sofre do amor patológico convive com o medo diário de ser rejeitado ou de perder o companheiro. A pessoa se desgasta emocionalmente, perde sua autenticidade, seu próprio jeito de ser e de gostar, até chegar a um momento em que ela própria percebe sua descaracterização e despersonalização como pessoa.</p>
<h2>Sintomas da dependência de amor</h2>
<p>O amor patológico apresenta sintomas que envolvem o comportamento da pessoa com o sujeito amado, seu cotidiano, vida social e quadros de abstinência (emocional).</p>
<ul>
<li>Abstinência (emocional) na ausência do parceiro: a pessoa pode sofrer de insônia, alterações de apetite, irritação e tensão quando o parceiro está fisicamente ou emocionalmente distante;</li>
<li>A pessoa se ocupa do parceiro mais do que gostaria: costuma negligenciar atividades diárias e o trabalho;</li>
<li>Medo intenso e constante de sofrer rejeição ou de perder o companheiro;</li>
<li>Frustração ao controlar o impulso de cuidar do parceiro não funciona: mesmo que a pessoa tenha consciência de seu sofrimento intenso e tente controlar seus comportamentos, sente-se impotente em relação às suas emoções e atos;</li>
<li>Dedicação total ao companheiro, com a sensação de que seus cuidados e gentilezas nunca são suficientes para suprir as necessidades do outro;</li>
<li>Impulso irresistível de agradar o tempo todo, praticamente abrindo mão de si mesmo;</li>
<li>Insistência em manter o relacionamento mesmo que seja insatisfatório ou abusivo;</li>
<li>Dedicação excessiva em controlar as atividades do parceiro, com quadros de desconfiança, ciúmes excessivos, vigilância (telefonemas, e-mails, redes sociais), perseguição</li>
<li>Possibilidade de agressão física;</li>
<li>Abandono de atividades antes valorizadas e afastamento da família e dos amigos.</li>
</ul>
<h2>Amor saudável x amor patológico</h2>
<p>Há maneiras de diferenciar o amor patológico do amor saudável. Enquanto o amor saudável se caracteriza pelo comportamento de cuidar do parceiro com controle e duração limitada, tendo o desenvolvimento e a realização pessoal preservados, no amor patológico há falta de controle e de liberdade de escolha sobre essas condutas.</p>
<p>O componente central do amor patológico é a caracterização do comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção ao objeto de amor com a intenção (nem sempre revelada) de receber o seu afeto e evitar sentimentos negativos. Para a avaliação diagnóstica do amor patológico é importante, também, constatarmos que essa atitude excessiva é mantida pelo indivíduo mesmo após concretas evidências de que está sendo prejudicial para a sua vida e/ou para a vida de seus familiares.</p>
<h2>Como é um relacionamento com dependência de amor</h2>
<p>Quando uma pessoa desenvolve um quadro de amor patológico existe a possibilidade de que seus relacionamentos amorosos carreguem esse tipo de padrão estabelecido. Como são questões estruturais, como personalidade, autoestima, história de vida, se a pessoa não buscar tratamento tende a repetir esses mesmos padrões em todos seus relacionamentos.</p>
<h2>Pessoas vulneráveis ao amor patológico</h2>
<p>Normalmente o amor patológico atinge pessoas que são vulneráveis psicologicamente, com baixas autoestima e autoconfiança, crises de raiva, privação de afeto, estresse emocional e baixa tolerância à</p>
<p>rejeição. São pessoas, também, que lidam com medos da solidão, de temas sobre merecimento e abandono.</p>
<p>Da mesma forma, alguns fatores familiares podem estar associados, como abuso de substâncias e histórico de negligência (física e/ou emocional)na infância. Essas pessoas vivenciaram relações conflituosas em seu núcleo familiar desde a infância; lares desajustados, em que conviveram e sofreram com situações de violência doméstica, pais distantes, dependentes químicos ou foram vítimas de abuso sexual infantil.</p>
<p>Em muitos casos, por terem pais que necessitavam de cuidados, essas pessoas assumiram responsabilidades quando crianças temendo o abandono e, na fase adulta, tendem a repetir esse padrão, buscando inconscientemente parceiros instáveis e, muitas vezes, dependentes (para destinar seus cuidados).</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>Não existe um sintoma chave para o amor patológico que ajude em seu diagnóstico. Como outras dependências, o quadro começa a trazer prejuízos nas áreas da vida da pessoa, como os sintomas descritos acima, sem que ela se dê conta.</p>
<p>O tratamento, dessa forma, costuma ser procurado apenas quando o relacionamento acaba, quando já não é mais possível aceitar ou aguentar a forte angústia pelo rompimento.</p>
<p>Para tratar o amor patológico, a psicoterapia é a forma mais indicada. No início, o tratamento é bem difícil, pois como em casos de dependência a substâncias, a pessoa não tem crítica em relação a sua situação e acha que não precisa de suporte ou acompanhamento. Também indicamos grupos de apoio, como o Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA). Já o tratamento psiquiátrico é necessário apenas em casos de sintomas associados e patologias de base, como depressão, ansiedade, entre outros.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhá-lo com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>O poder do abraço e seus benefícios para a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2019 18:37:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você tem ideia de como um abraço pode mudar a atitude de uma pessoa em um momento de raiva? Você já parou para pensar no poder que tem um abraço, quando uma pessoa está em depressão, triste, decepcionada, carente, magoada ou simplesmente cansada? Receber um abraço de alguém querido já é extremamente acolhedor. Mas e se&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você tem ideia de como um abraço pode mudar a atitude de uma pessoa em um momento de raiva? Você já parou para pensar no poder que tem um abraço, quando uma pessoa está em depressão, triste, decepcionada, carente, magoada ou simplesmente cansada?</p>
<p style="text-align: justify;">Receber um abraço de alguém querido já é extremamente acolhedor. Mas e se eu te disser que ele também é uma ótima arma contra o estresse e algumas infecções? Pois é, agora você já tem mais uma razão para sair abraçando e recebendo abraços.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraçar é a forma mais simples de liberar oxitocina, o hormônio do amor e da felicidade. Um abraço verdadeiro pode liberar as mesmas substâncias de quando você come um chocolate ou faz atividades físicas, trazendo diversos benefícios para o corpo e para a mente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conheça alguns benefícios do abraço para a saúde</h2>
<p><span id="more-1320"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente, um abraço é dado e sentido de modo diferente por nós, mas tenha certeza de que a ação é uma ótima medicação, além de nos dar a sensação de sermos amados e estarmos protegidos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Diminui o estresse</h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que receberam abraços enquanto crianças são menos suscetíveis ao estresse quando adultas. Ao mesmo tempo, eles ajudam no controle das suas reações diante de situações estressantes e atenuam a ansiedade. E mais: relaxam a musculatura, reduzem a tensão corporal e propiciam um estado de relaxamento e calma.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Melhora a comunicação</h3>
<p style="text-align: justify;">Para quem quer investir na qualidade de um relacionamento, um abraço permite uma saudável troca de energia, impulsionando a capacidade de compreensão e a afinidade. É uma ferramenta de comunicação que diz ao outro sobre o que você sente por ele.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aumenta a autoestima</h3>
<p style="text-align: justify;">Naquele momento em que mais precisa, alguém te abraça oferecendo apoio e proteção, especialmente em instantes tensos como por exemplo: saber o resultado de uma prova; realizar uma palestra; ou subir ao palco para uma apresentação. Um abraço atenua o nervosismo e faz o coração funcionar melhor.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Reduz a pressão arterial</h3>
<p style="text-align: justify;">Um abraço pode moderar as batidas cardíacas e baixar a pressão sanguínea, ajudando a redução dos riscos de doenças do coração. O efeito acontece porque a nossa pele tem uma rede de elementos de pressão em contato com o cérebro por meio de pequenos nervos em conexão com diversos órgãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que você conhece o poder do abraço, nada melhor do que fazer uso desse gesto para equilibrar suas emoções, suas relações e harmonizar a vida pessoal e profissional</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">A relação entre o abraço e sua criança interior</h2>
<p style="text-align: justify;">As sensações dos abraços protetores recebidos na infância são mantidas até a vida adulta. Isso significa que um abraço carinhoso é capaz de transmitir a mesma sensação de proteção, acolhimento, aceitação e amor que um dia recebemos quando crianças. Tudo isso remete à proteção materna — a primeira demonstração de acolhimento, amor e carinho que recebemos na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso explica porque crianças que cresceram sem contato com o afeto se tornam adultos inseguros, agressivos e com dificuldade para se relacionar. Essas pessoas não têm referência de afeto e encontram maneiras inconscientes de se proteger. Um “simples” abraço acolhedor na criança interior deste indivíduo pode mudar toda essa programação de sofrimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h2 style="text-align: justify;">Cure o mundo com o abraço</h2>
<p style="text-align: justify;">Um abraço faz bem para a saúde física e emocional, ativa todo o corpo, auxilia na prevenção de doenças e acelera a recuperação do organismo. Além disso, um verdadeiro abraço traz proteção, amor e segurança que tanto faltam no mundo. Perceba como abraçar é muito mais do que um gesto de carinho: é um bem a você, ao próximo e ao mundo. Se inspirem e pratiquem a Terapia do Abraço.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também conheçam os benefícios do abraço para a saúde física e mental? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>10 impactos que o amor causa em você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 03:14:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O amor não influencia apenas seus sentimentos, como também altera seus hormônios e se manifesta fisicamente em quem está apaixonado! Poucas coisas comparam-se ao fato de estar apaixonado e iniciar um relacionamento. As sensações são as mais variadas: O coração acelerado ao ver a pessoa que ama, o frio na barriga ao encontrar-se, os planos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O amor não influencia apenas seus sentimentos, como também altera seus hormônios e se manifesta fisicamente em quem está apaixonado!</p>
<p style="text-align: justify;">Poucas coisas comparam-se ao fato de estar apaixonado e iniciar um relacionamento. As sensações são as mais variadas: O coração acelerado ao ver a pessoa que ama, o frio na barriga ao encontrar-se, os planos que fazemos em nossas cabeças, o tempo que parece voar ao estarmos na companhia de alguém especial. É uma fase marcante, e o corpo se manifesta das mais variadas maneiras a esse sentimento. Alguns sinais, em conjunto, podem indicar que você está apaixonado. Veja a seguir, maneiras que seu corpo e mente encontram para manifestar o surgimento de um novo amor:<span id="more-1186"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">1 &#8211; Apaixonar-se pode atrapalhar o sono</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo, ao nos apaixonarmos, podemos passar noites em claro pensando em quem amamos. Isto normalmente ocorre no início de uma relação, e este estado de euforia, faz com que nos tornemos mais ativos e despertos durante a noite e a madrugada, o que pode desregular nosso relógio biológico.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2 &#8211; O olfato torna-se ainda mais importante</h3>
<p style="text-align: justify;">Feromônios desempenham o papel de fazer com que espécies se reconheçam pelo cheiro, provocando reações sexuais em cada indivíduo. E ao se apaixonar por alguém, o cheiro do parceiro fica gravado em sua mente, tendo grande poder sobre você.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3 &#8211; Você tem diversas respostas físicas ao amor</h3>
<p style="text-align: justify;">Estar apaixonado não implica apenas em mudanças relacionadas ao seu emocional. De acordo com estudos publicados pelo site Health.com, o amor também traz algumas manifestações físicas, veja algumas abaixo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Suas pupilas dilatam-se no momento em que você vê alguém por quem sente atração;</li>
<li>Você pode se sentir um pouco tenso, e até mesmo perder seu apetite, já que todos seus pensamentos estão voltados para uma só pessoa;</li>
<li>Você tende a aumentar sua voz perto de quem ama;</li>
<li>Você ganha uma força até então desconhecida, já que a ocitocina liberada em seu organismo ao se apaixonar pode aumentar sua tolerância à dor.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; Olhar para seu parceiro gera benefícios para a mente</h3>
<p style="text-align: justify;">Um estudo publicado pela Newswise aponta que o simples fato de olhar fotos de seu namorado(a) no celular pode causar uma sensação de recompensa e felicidade em seu cérebro, já que ele libera dopamina ao entrar em contato com algo que lhe traga prazer.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5 &#8211; Amar causa frios na barriga</h3>
<p style="text-align: justify;">O hormônio norepinefrina está presente ao apaixonar-se. Por estar ligado ao estresse, ele aumenta o ritmo cardíaco, consequentemente lhe fazendo ficar mais agitado quando está com alguém especial. É como estar em uma montanha russa, onde suas mãos ficam suadas, sua boca fica seca e a adrenalina decola, e isto causa a sensação de frio na barriga.</p>
<h3 style="text-align: justify;">6 &#8211; Estar apaixonado causa uma grande alteração hormonal</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo publicado em 2004 pelo periódico Psychoneuroendocrinology, no início de um relacionamento, onde as emoções estão intensas e existe o senso de novidade, os níveis de cortisol aumentam em ambos os sexos, e a testosterona, hormônio sexual masculino, diminui nos homens e aumenta nas mulheres.</p>
<h3 style="text-align: justify;">7 &#8211; O amor pode levar à morte</h3>
<p style="text-align: justify;">Parece exagero, mas muitas vezes ao terminarmos um relacionamento, estávamos tão conectados à ele, que se torna uma tarefa difícil desapegar-se da antiga realidade, o que pode trazer diversos problemas como ansiedade e a depressão, de acordo com o Instituto Americano do Coração. E em casos extremos, ocorre a síndrome do coração partido, que simula os sintomas de um ataque cardíaco, como dificuldades para respirar, surgimento de batimentos cardíacos irregulares e dores no peito. A síndrome pode trazer danos irreversíveis ao coração e até mesmo causar a morte.</p>
<h3 style="text-align: justify;">8 &#8211; Você tende a ganhar peso</h3>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente você já ouviu falar que, ao namorarmos, começamos a ganhar peso. E há uma verdade neste dito popular. Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, comprovou que mulheres engordam 10 quilos em média, após assumirem compromisso estável. Já a média entre os homens é de 7,5 quilos. Para a nutricionista da Nutryup, Lidiane Martins, quando estamos mais felizes em relações estáveis, nosso apetite pode aumentar. &#8220;Queremos partilhar o prazer, aí saímos mais para jantares, cinema &#8211; sem perceber o peso aumenta&#8221;, disse em matéria sobre ciladas do namoro que te fazem engordar.</p>
<h3 style="text-align: justify;">9 &#8211; Amar é como usar drogas ou ingerir álcool</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com pesquisas, ao se apaixonar por alguém, seu cérebro produz ocitocina, adrenalina e a dopamina, o mesmo hormônio liberado pelo uso de drogas, sendo responsável pela sensação de grande energia e euforia, o que faz você se tornar viciado em quem ama. E ao estarmos perto de quem amamos, temos uma sensação parecida com a de estar bêbado, onde falamos e fazemos coisas que normalmente não teríamos coragem.</p>
<h3 style="text-align: justify;">10 &#8211; O amor gera impactos positivos no sexo</h3>
<p style="text-align: justify;">Segundo estudos publicados pelo Sciencedaily, no início de um relacionamento, o desejo sexual está em seus níveis máximos por conta de hormônios como a testosterona. Além disso, estar apaixonado faz com que você se torne mais ousado e aventureiro com suas escolhas sexuais. A segurança de um relacionamento sério, faz com que as pessoas se sintam mais à vontade para experienciar coisas novas.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>A Verdadeira Solidariedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2019 14:42:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aquele sentimento que bate quando entendemos que o outro merece e precisa que façamos algo ou digamos algo e não interessa exatamente quem seja. Solidariedade não depende de condição financeira, mas sim de altruísmo, de empatia e de percepção do outro como importante, muitas vezes mais do que você em determinados momentos. Pode ser um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aquele sentimento que bate quando entendemos que o outro merece e precisa que façamos algo ou digamos algo e não interessa exatamente quem seja.</p>
<p style="text-align: justify;">Solidariedade não depende de condição financeira, mas sim de <span id="more-1105"></span>altruísmo, de empatia e de percepção do outro como importante, muitas vezes mais do que você em determinados momentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser um favor que você percebe que deve a sua mãe (e ela não pediu ou exigiu nada), ou pra um irmão, amigo, cunhado ou sogra, enfim qualquer pessoa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mas como identificar oportunidades de ser solidário(a)?!</h4>
<p style="text-align: justify;">Um ato solidário pode ser pequeno, desde um simples gesto, um &#8220;bom dia&#8221;, elogio ou sorriso inesperados, até os grandes feitos já muito conhecidos para grandes grupos ou comunidades/instituições carentes, em formato beneficente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser solidário é perceber, em certos momentos da vida, que <strong>você pode fazer mais do que geralmente faz, e que esse feito trará bem estar e conforto para outra (ou outras) pessoas, grupos, animais ou até lugares. E isso pode ocorrer praticamente a qualquer hora do seu dia, semana, mês ou ano!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo de solidariedade (e nele também se inclui respeito e educação), é deixar as roupas após passar pelo provador da loja, nos devidos cabides, ao invés de tudo revirado para arrumarem depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Também pode ocorrer no trânsito, quando se deixa um carro entrar ou passar em sua frente quando este pede ou avisando o motorista sobre uma porta aberta ou um pneu murcho.</p>
<p style="text-align: justify;">Solidariedade está em muitos atos e atitudes que as pessoas não imaginam. Ser educado e ter respeito é uma necessidade (diria até que é uma obrigação de todos) para uma boa convivência entre todos os seres humanos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contudo, ser solidário deixa tudo ainda melhor, mais leve e alegre, com uma sensação maior de união, de fortalecimento, além melhorar (e muito), o astral, a energia e o meio ambiente para todos!</h4>
<p>Mas não se engane! Fazer algo de bom para se sentir melhor sem perceber a real importância e impacto disso aos outros, apenas para divulgar ou exibir o que fez, não passa de VAIDADE, de egocentrismo, e estamos cercados de muitos que praticam o &#8220;bem&#8221; dessa maneira, para si próprios apenas. Não caia nessa cilada, não acredite e deposite esperanças e esforços em trabalhos como esses, que nem sequer visam as reais necessidades das pessoas envolvidas. Como já diz o antigo provérbio: &#8220;De boas intenções o inferno está cheio&#8221;. E muitas pessoas tentam fazer algo para ajudar mas estão doentes, estão perdidas em seu propósito e com isso acabam mais prejudicando que auxiliando verdadeiramente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Que em 2019, além de termos respeito e educação pelos outros, pelo meio ambiente e pelos animais, possamos também aprender a ser, cada dia mais, SOLIDÁRIOS.</h4>
<p style="text-align: justify;">Desejamos a todos que nos acompanham de alguma maneira e leem nossos artigos, que este seja o melhor ano da vida de vocês, com muito aprendizado, saúde, alegria, amor, compaixão, harmonia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abraços, Bem Viver Mais!</strong></p>
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		<title>Suicídio: Precisamos falar disso!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 08:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio e relacionados]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
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					<description><![CDATA[Não raro temos ouvido notícias de pessoas, principalmente adolescentes, que cometem suicídio. A palavra ‘suicídio’ está tornando-se, infelizmente, frequente e clichê. Muito mais triste que o sofrimento em si, é a interrupção de uma vida, que poderia com certeza beneficiar a tantos enquanto presente, incluindo o seu próprio crescimento e amadurecimento. Ainda mais triste e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não raro temos ouvido notícias de pessoas, principalmente adolescentes, que cometem suicídio. A palavra ‘suicídio’ está tornando-se, infelizmente, frequente e clichê.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito mais triste que o sofrimento em si, é a interrupção de uma vida, que poderia com certeza beneficiar a tantos enquanto presente, incluindo o seu próprio crescimento e amadurecimento. Ainda mais triste e doloroso é constatar que <span id="more-781"></span>essa interrupção foi uma escolha do próprio indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que leva alguém a optar pela morte? Se isso fosse uma proposta de exercício, o que você, leitor(a) acredita que seja motivo o suficiente para cometer tal ato contra si mesmo(a)? O que o (a) faria fazer isso? Forma obscura de olhar para essa questão não é mesmo? Chega a assustar só de pensar&#8230; Ou nem tanto assim?!</p>
<p style="text-align: justify;">Se o sofrimento é subjetivo, ou seja, cada um sofre de uma forma diferente e por motivos particulares, o que levaria alguém a sentir um sofrimento tão grande a ponto de achar que a única saída é deixar de existir? Alguns responderiam que seria após ter vivido um episódio violento, outros diriam que poderia ser por solidão, ou baixa autoestima, ou por cometer um erro tão grande que o arrependimento fosse insuportável&#8230; E por aí vai&#8230; Mas, na realidade, há outra maneira totalmente reversa de refletir sobre o suicídio e que, provavelmente pode ser uma novidade para você!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Suicídio como consequência:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente há um fator que muitos confundem: que é a vontade de morrer versus a vontade de querer que o sofrimento ou o problema cesse. Alguns suicidas se deparam na vida com situações e problemas tão complexos e sem resposta, que se sentem minúsculos e incapazes de reverter sua realidade, e isso por si só já os faz acreditar que aquele contexto não mais se resolverá, e que por isso, e por ele (a) ser “incapaz” de solucionar esse cenário atual, é melhor desistir da vida. Nesse caso o suicídio foi provocado primeiramente por situações externas que se configuraram na vida da pessoa e, ao internalizar toda a problemática ao seu redor, o sofrimento e a desistência de si mesmo foi o resultado da equação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Suicídio como fuga ou uma maneira de parar a dor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de buscar compreender o suicídio é quando não importa o contexto, o cenário em que se vive, nem as pessoas com quem se relaciona, a pessoa está internamente deprimida, sentindo-se vítima e algoz ao mesmo tempo. Mesmo que seu mundo seja (de fato) ‘cor de rosa’ e repleto de motivos aparentemente suficientes para fazê-la viver ‘satisfeita’, é como se ela vestisse óculos cujas lentes a faz enxergar tudo cinza e desfavorável, repleto de negatividade, insatisfação. Essa pessoa está deprimida, seu sistema nervoso central está inclusive colaborando para que se sinta assim e suas percepções, sensações, emoções, ações etc.. passam a seguir esse comando, um comando doente. Se for alguém que faz uso de drogas então, a situação se potencializa perigosamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que o suicida pensa na verdade:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao que foi colocado anteriormente, e que para alguns pode ser novidade, o suicídio, em seus diversos contextos, é enxergado como solução, como alívio, como uma forma de fazer as dores e o sofrimento pararem. Essa é a ótica do suicida. De que tudo vai se resolver, basta ele não estar mais presente.</p>
<p style="text-align: justify;">O que não é levado em consideração por nenhum deles, haja visto que o sofrimento ocupa todo seu campo de visão, é de que a morte encerrará tudo: o que é ruim e o que é ou pode ser bom. Os problemas e as soluções, afinal suicídio não soluciona nada, apenas agrava (E MUITO) qualquer situação. Quem conhece a situação de perto saberá dizer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como as pessoas tem enxergado o suicídio:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tem pessoas que enxergam o suicídio inclusive como um ato egoísta, de alguém que só pensou em si mesmo e na sua dor, não levando o sofrimento dos outros em consideração ao tomar essa decisão de ‘ir embora’. Enquanto que o suicida alegaria que está enxergando o oposto: sua ausência irá cessar o sofrimento de outras pessoas. Será?</p>
<p style="text-align: justify;">Outros acreditam que suicidar-se é um ato de fraqueza, de fragilidade, de alguém que não foi ‘forte o suficiente’ para aguentar os ‘trancos’ da vida e que sentia-se vítima de tudo. Essa é, na nossa opinião, a pior ótica de todas, pois assim como o sofrimento, ‘fragilidade’ e fraqueza’ são termos extremamente subjetivos e que para cada pessoa pode significar algo diferente. E esse nem é o ponto que nos chama mais atenção&#8230; Para ser capaz de se matar, é porque na realidade, a pessoa esgotou suas forças, e não porque não foi forte! Ela esgotou as possibilidades, foi forte, enquanto pôde. Ela pode ter optado por sua própria morte, mas não deixou de ser forte por conta disso. E cá entre nós, para conseguir tirar a própria vida, exige-se muita coragem e motivação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Visão das autoras:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não somos sempre vítimas de nossa realidade, pois quem as causa na maior parte das vezes somos nós mesmos. Contudo, somos imperfeitos, somos problemáticos, não temos força e inteligência para fazermos tudo sozinhos, e existem pessoas que se sentem e de fato, estão completamente (e infinitamente) sós nesse mundo, precisando ser enxergadas, amadas e cuidadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, preferimos infinitamente buscar compreender, ler nas entrelinhas, ouvir o que não é dito, perceber o que não é feito e tentar, com todas nossas forças, exercer a compaixão e o amor pelas pessoas, ao invés de colocar uma venda nos olhos negando a oportunidade que temos a todo instante, de mudar essa estatística do suicídio. Nossa realidade tem muito de nós e muito dos outros, mas também é feita de todos nós juntos. Se um adoece, todos estamos adoecendo junto, afinal somos um sistema, funcionamos em rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena sempre nos lembrarmos da máxima: “Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem com você”. Não esqueça, não ignore sinais, não diminua, não culpe ou julgue o sofrimento alheio. Tente ter o máximo de empatia e compaixão. Comece com um sorriso, com um suspiro, com um passo e no seu ritmo, a construir um mundo melhor para se viver.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
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