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	<title>Arquivo de alimentação - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de alimentação - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Dicas para criar uma relação positiva com a comida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 13:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você é pai, mãe, educador, provavelmente a alimentação do seu pequeno faz parte das sua lista de preocupações diárias. E essa é uma inquietação que não tarda a nascer, afinal a introdução alimentar começa por volta dos seis meses de vida da criança e a alimentação dura a vida toda. Então, surgem as dúvidas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se você é pai, mãe, educador, provavelmente a alimentação do seu pequeno faz parte das sua lista de preocupações diárias. E essa é uma inquietação que não tarda a nascer, afinal a <u>introdução alimentar</u> começa por volta dos seis meses de vida da criança e a alimentação dura a vida toda. Então, surgem as dúvidas de diferentes naturezas, ora porque o filho come demais ou come de menos, ou exagera nos doces ou ainda, se recusa a diversificar a alimentação. Mas como ajudar as crianças a terem uma relação positiva com a comida?</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer que seja o motivo, o alimentar-se exige atenção diária. E não é por menos, a alimentação, de fato, é a fonte nutritiva que faz o corpo funcionar, que promove o bom desenvolvimento e a má nutrição pode desencadear diversos problemas, como no <u>desenvolvimento da linguagem</u>, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além desses fatores, constata-se o aumento de transtornos alimentares em crianças cada vez mais jovens. <span id="more-1279"></span>E cabe reforçar que a incidência de síndromes como a bulimia e a anorexia praticamente dobrou nas nas últimas duas décadas (Morgan, Vecchiatti &amp; Negrão, 2002). Na mesma linha, um estudo desenvolvido na cidade de Porto Alegre mostrou que 38,1% de crianças com peso adequado se consideram “gordas”, entre elas especialmente meninas de 11 anos de idade, com maior IMC (índice de massa corporal), menor autoestima e meninas que pensam que seus pais gostariam que fossem mais magras (Pinheiro &amp; Giugliani, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">Para te ajudar, reunimos nove dicas para que seu pequeno crie uma relação positiva com a comida. Confira:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1. Cuidado com falas constantes sobre dietas e peso</h2>
<p style="text-align: justify;">Crianças são impactadas pelos modelos sociais, então, temos que nos atentar com o quanto reforçamos esses padrões sociais de magreza e corpos perfeitos dentro de casa. Falar sobre dieta hoje é tão comum quanto falar sobre futebol. Então precisamos tomar cuidado com a frequência que falamos sobre “engordar”, “barriga”, “fofinho”, e outros comentários gordofóbicos que reforçam um padrão de beleza. Mesmo que seu filho não tenha essa compreensão de forma profunda, muito disso fica no inconsciente da criança, que reforça uma relação de “medo” com os alimentos. Ao mesmo tempo, atenção aos apelidos e comentários sobre o peso da criança. Acompanhe o crescimento do seu filho, junto ao pediatra de confiança.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2. Ressignifique brinquedos, esportes e padrões</h2>
<p style="text-align: justify;">Alimentação saudável é muito bem-vinda, agora levar isso a um extremo pode ser bastante prejudicial. Existem alguns brinquedos que reforçam uma imagem ideal nos meninos e meninas, como barbies, bonecas, e bonecos de super-heróis. Assim como exagerar na frequência e cobranças com esportes, como judô, natação e ballet, em prol de um padrão físico pode ser prejudicial. Vale conversas francas com as crianças sobre padrões, saúde e auto-imagem.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3. Promova uma introdução alimentar fluida</h2>
<p style="text-align: justify;">As crianças, principalmente até dois, três anos têm limites de saciedade e sinais de fome muito claros e estabelecidos. Então é preciso que os pais entendam e leiam esses sinais, e evitem forçar mais alimentos do que o que a criança precisa. Ensine e estimule a criança a comer quando tem fome, e mostre, por meio do exemplo e das conversas, que a alimentação é algo gostoso e divertido.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4. Cuidado com uma má leitura do aumento de apetite</h2>
<p style="text-align: justify;">Se você tem um pequeno entre 7 e 9 anos, é provável que note um aumento de apetite na criança. Esse aumento é natural, pois é uma reserva que a criança faz para o estirão da adolescência. Muitas crianças nessa fase acabam com sobrepeso. É importante acompanhar esse possível sobrepeso com o médico de confiança. Mas cuidado com a forma de direcionar esses assuntos. Evite termos pejorativos, e tente manter o cuidado e o respeito nas conversas. Lembre-se que a autoimagem da criança impacta sua autoconfiança, principalmente para os anos futuros.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5. Crie momentos de alimentação sociais</h2>
<p style="text-align: justify;">O momento da refeição deve ser um momento social e agradável. Ninguém gosta de comer com brigas ou em ambientes hostis. Evite brigas na hora da comida e brigas sobre o comer ou não comer. Outro ponto, o ideal é que a criança se alimente dos mesmos alimentos que seus pais. Não faz sentido ela ter que comer vegetais enquanto os pais dividem um pizza. Se você quer que seu filho coma legumes, é importante que a família toda adquira esse hábito.</p>
<h2 style="text-align: justify;">6. Evite a ânsia pela alimentação super saudável</h2>
<p style="text-align: justify;">Evite extremos, como condenar todos os alimentos com açúcar ou refrigerante. A criança pode associar que doces e refrigerantes são iguais a doença. O papel dos pais é delimitar quando e quanto desses alimentos a criança pode comer, quais momentos e em qual quantidade que aquele alimento cabe. Manter uma relação equilibrada e boa com a comida favorece a saúde. Afinal, um docinho de vez em quando é uma delícia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">7. Explore a variedade de sabores</h2>
<p style="text-align: justify;">Use e abuse das cores, texturas, cheiros e sabores. De acordo com pediatras, o ideal é focar em uma alimentação variada e rica em nutrientes como proteínas, carboidratos e gorduras, e também ferro, zinco e vitaminas. Ou seja, reunir os quatro grupos alimentares principais: hortaliças e frutas, carnes e ovos, cereais e tubérculos e grãos. E para isso, nada mais divertido do que experimentar formas diferentes de trabalhar o mesmo alimento. A batata é um bom exemplo, temos purê de batata, batata assada, em pedaços, picadinha, inteira com recheio, chips. Podemos usar esse exemplo para outros nutrientes</p>
<h2 style="text-align: justify;">8. Procure contar da onde os alimentos vêm, como eles crescem e são colhidos</h2>
<p style="text-align: justify;">É interessante fazer uma hortinha caseira para plantar alguns vegetais e acompanhar o seu desenvolvimento até chegar ao nosso prato. Essa relação com o alimento e cuidado pode servir para o seu filho iniciar uma história com o cultivo e um relacionamento saudável e respeitoso com a comida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">9. Envolva a criança na rotina e na preparação das refeições</h2>
<p style="text-align: justify;">Nada como se colocar no lugar do outro para entender o esforço. Essa premissa é válida para que seu filho entenda e valorize a comida preparada. Envolver os pequenos nesse processo é um passo interessante para empoderamento infantil, participação na rotina familiar e envolvimento com os momentos das refeições. Convide seu pequeno para te ajudar a lavar os legumes e frutas, ou bater a massa, colocar a mesa. Afinal, cozinhar com as crianças é uma delícia! Práticas como lavar as mãos antes de comer também ajudam a criar a atmosfera ideal para a refeição.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou das dicas? Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Transtornos alimentares: como entendê-los?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2016 13:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[anorexia]]></category>
		<category><![CDATA[bulimia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos alimentares]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo matéria da revista Superinteressante de janeiro de 2007: “(&#8230;) Hábitos alimentares são considerados doentios quando interferem na saúde física e mental, deteriorando até as relações pessoais e profissionais da pessoa.” O que causa um transtorno alimentar? Os transtornos mais comuns e reconhecidos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) são a Anorexia e a Bulimia.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Segundo matéria da revista Superinteressante de janeiro de 2007:</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“(&#8230;) Hábitos alimentares são considerados doentios quando interferem na saúde física e mental, deteriorando até as relações pessoais e profissionais da pessoa.”</em></p>
<h3><strong>O que causa um transtorno alimentar?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os transtornos mais comuns e reconhecidos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) são a Anorexia e a Bulimia.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos fatores (emocionais, psicológicos, mentais, sociais, culturais, ambientais e físicos) podem causar ou piorar os sintomas desses transtornos, porém não há uma ou mais causas isoladas responsáveis por gerar os transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa autoestima, causada pela absurda distorção na autoimagem das pessoas com anorexia ou bulimia, é o que as faz adoecer através das maneiras que adotam para “encaixar-se em um determinado padrão”. O grande problema é que, ao invés de adotarem maneiras recomendadas mundialmente e saudáveis para ter um peso adequado ao seus corpos, como por exemplo reeducação alimentar, exercícios físicos e terapias, tomam medidas doentias, exageradas, desproporcionais e que acabam prejudicando drasticamente sua saúde e qualidade de vida.</p>
<h3><strong>Anorexia e Bulimia (também da matéria da Superinteressante):</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">“Apesar de terem em comum a preocupação com o corpo, existem diferenças fundamentais entre os dois distúrbios. “Meninas com anorexia têm uma grave distorção de sua auto-imagem, enxergando-se sempre muito mais gordas do que são”, diz o psiquiatra Fábio Salzano, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Na busca por emagrecer cada dia mais, elas simplesmente param de comer e viram esqueletos humanos. Para ser considerada anoréxica, é preciso ter um peso muito abaixo do estabelecido como saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a distorção de imagem de uma bulímica é bem mais sutil. Elas não querem engordar, mas adoram comer. Têm ataques compulsivos seguidos de muita culpa, que procuram aliviar provocando vômito ou tomando laxantes e diuréticos. “As meninas bulímicas têm, necessariamente, peso normal ou acima do normal”, diz Alexandre Azevedo, do HC paulistano.”</p>
<h3><strong>Fatores de Risco:</strong></h3>
<p><span id="more-324"></span></p>
<p style="text-align: justify;">. A bulimia e a anorexia afetam muito mais mulheres do que homens e é mais comum em mulheres adolescentes e em jovens adultas.</p>
<p style="text-align: justify;">. Grandes mudanças na vida e na rotina podem acarretar no desenvolvimento de distúrbios alimentares, entre eles a anorexia. Exemplos: mudança de escola, casa ou trabalho, morte de um ente querido e términos de relacionamento, entre</p>
<p style="text-align: justify;">. Pessoas ligadas ao esporte e ao mundo artístico, como atores, atrizes e modelos, são mais propensas a desenvolver anorexia também, pois trabalham com a própria imagem e podem acabar sofrendo pressão externa e deles próprios com relação ao físico.</p>
<p style="text-align: justify;">. O que a mídia veicula e a cultura muitas vezes prega acaba por influenciar muito nas escolhas e no julgamento das pessoas quanto ao que se considera “saudável” e “bonito”.</p>
<h3>Sintomas de Anorexia</h3>
<p>. Sentir medo enorme de engordar ou ficar acima do peso ideal, mesmo quando a pessoa está abaixo do peso normal</p>
<p>. Recusar-se a manter o peso que é considerado normal ou aceitável para sua idade e altura (geralmente, pessoas com anorexia estão no mínimo 15% abaixo do peso normal)</p>
<p>. Ter uma imagem corporal muito distorcida, ser muito focada no peso ou na forma corporal e se recusar a admitir a gravidade da perda de peso</p>
<p>. Não menstruar por três ou mais ciclos.</p>
<p>. As pessoas com anorexia podem limitar gravemente a quantidade de comida que ingerem e depois provocar vômitos. Outros comportamentos incluem:</p>
<p>. Cortar a comida em pequenos pedaços ou movê-los no prato em vez de comê-los</p>
<p>. Exercitar-se em excesso, mais do que deveria ou do que aguenta</p>
<p>. Recusar-se a comer perto de outras pessoas</p>
<p>. Usar comprimidos para urinar (diuréticos), evacuar (enemas e laxantes) ou reduzir o apetite (comprimidos para perda ou controle de peso).</p>
<p><strong>Outros sintomas de anorexia podem incluir:</strong></p>
<p>. Pele manchada ou amarelada, seca e coberta por pelos finos</p>
<p>. Pensamento e memória confusos ou lentos</p>
<p>. Boca seca</p>
<p>. Perda de resistência óssea</p>
<h3><strong>Sintomas de Bulimia</strong></h3>
<p>. Preocupação excessiva com o peso e com a silhueta</p>
<p>. Ter medo de ganhar peso</p>
<p>. Perder o controle sobre o que come</p>
<p>. Comer em excesso até sentir desconforto ou dor</p>
<p>. Ir ao banheiro imediatamente após as refeições para forçar o vômito</p>
<p>. Fazer uso de diuréticos e laxantes, principalmente após refeições</p>
<p>. Usar suplementos diários de perda de peso.</p>
<h3><strong>Diagnóstico:</strong></h3>
<p>É imprescindível buscar ajuda de um psicólogo ou médico quando você conhece uma pessoa que:</p>
<p>. Está muito preocupada com o peso</p>
<p>. Exercitando-se em excesso</p>
<p>. Limitando-se muito na ingestão de alimentos</p>
<p>. Está muito abaixo do peso ideal</p>
<h3><strong>Avaliação física:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O médico, primeiramente, realizará um exame físico, em que avaliará a altura e o peso, o índice de massa corporal e  checará os sinais vitais, assim como procurará por sinais de desnutrição na pele e nas unhas. Em seguida, ele poderá pedir alguns exames para verificar o funcionamento do fígado, dos rins e da tireoide, além de exames para acompanhamento psicológico do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras causas de perda de peso ou atrofia muscular devem ser descartadas com exames médicos. Exemplos de outras condições que possam causar esses sintomas incluem:</p>
<p>. Doença de Addison</p>
<p>. Doença celíaca</p>
<p>. Doença inflamatória intestinal</p>
<p style="text-align: justify;">Devem ser feitos exames para ajudar a encontrar a causa da perda de peso ou observar qual dano a perda de peso ocasionou. Vários desses testes serão repetidos ao longo do tempo para monitorar o paciente.</p>
<p>. Albumina</p>
<p>. Densitometria óssea, para verificar se há osteoporose</p>
<p>. Hemogramacompleto</p>
<p>. Eletrocardiograma (ECG)</p>
<p>. Eletrólitos</p>
<p>. Testes de funcionamento dos rins</p>
<p>. Testes da função hepática</p>
<p>. Proteína total</p>
<p>. Testes de funcionamento da tireoide</p>
<p>. Exame de urina</p>
<h3>Tratamento:</h3>
<p style="text-align: justify;">O time de especialistas que cuida de uma pessoa com anorexia inclui nutricionistas, psicólogos, psiquiatras entre outros. Pelo menos na primeira consulta, é importante estar acompanhado de algum parente, amigo ou pessoa de confiança. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas e pedir a devida orientação para o profissional buscado. Descreva seus sintomas e, principalmente, a forma como você enxerga seu peso e sua imagem refletida no espelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Os tratamentos variam de acordo com o transtorno, mas poderão incluir medicações, psicoterapia e reeducação alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia e o acompanhamento médico são as medidas mais recomendadas e funcionais para esses transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, o tratamento para a anorexia é bastante difícil e exige trabalho árduo dos pacientes e suas famílias. É preciso muita paciência e persistência, pois os pacientes podem desistir dos programas se tiverem esperanças não realistas de serem &#8220;curados&#8221; somente com terapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentes tipos de psicoterapias são usadas para tratar de pessoas com anorexia, mas tanto a terapia comportamental cognitiva individual, a terapia de grupo e a terapia familiar são bem-sucedidas neste sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da terapia é mudar os pensamentos ou o comportamento de um paciente para encorajá-lo a comer de maneira mais saudável. Esse tipo de terapia é mais útil para o tratamento de pacientes mais jovens, que não tiveram anorexia por muito tempo. Se o paciente for jovem, a terapia pode envolver toda a família.</p>
<p style="text-align: justify;">Grupos de apoio também podem fazer parte do tratamento da anorexia. Neles, pacientes e familiares se encontram e compartilham suas experiências pelo que passam.</p>
<p style="text-align: justify;">Medicamentos, como antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores de humor podem ajudar alguns pacientes, desde que usados sob a devida orientação médica.</p>
<p style="text-align: justify;">O maior desafio no tratamento da anorexia é fazer com que a pessoa reconheça que tem uma doença. A maioria das pessoas com anorexia nega que tem um distúrbio alimentar. Em geral, as pessoas somente começam um tratamento quando a doença já atingiu seu estado grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, uma pessoa com anorexia precisa de vários tipos de tratamento. Os objetivos do tratamento para a anorexia são recuperar o peso corporal e os hábitos alimentares normais. Um ganho de peso de 0,5 a 1,4 kg por semana é considerado um objetivo seguro pelos médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários tratamentos foram desenvolvidos para amenizar os sintomas e gerar a recuperação necessária. Alguns exemplos são:</p>
<p>. Aumento das atividades sociais</p>
<p>. Redução da atividade física</p>
<p>. Vários pacientes começam com uma permanência curta no hospital para acompanhamento com um programa de tratamento diário.</p>
<p>A permanência prolongada no hospital, no entanto, pode ser necessária se:</p>
<p>. A pessoa tiver perdido muito peso (estar abaixo de 70% do peso corporal ideal para sua idade e altura). Em caso de subnutrição grave que coloca a vida em risco, a pessoa pode precisar ser alimentada por sonda venal ou por um tubo de alimentação no estômago;</p>
<p>. A perda de peso continuar, mesmo com o tratamento</p>
<p>. Surgirem complicações médicas, como problemas cardíacos, confusão ou desenvolvimento de níveis baixos de potássio</p>
<p>. A pessoa tiver depressão grave ou pensar em cometer suicídio</p>
<h3>Convivendo/ Prognóstico</h3>
<p style="text-align: justify;">Algumas atitudes podem facilitar o tratamento. Seguem algumas dicas:</p>
<p style="text-align: justify;">. Atentar-se ao plano de tratamento e seguir à risca as orientações dos profissionais envolvidos pode ser desafiador, mas é a condição para que, no menor espaço de tempo possível, o paciente consiga ter sucesso no tratamento;</p>
<p style="text-align: justify;">. Se necessário, converse com uma nutricionista ou endocrinologista sobre o uso de suplementos vitamínicos. Eles podem ajudar no ganho de peso;</p>
<p style="text-align: justify;">. Procurar não se isolar e participar de atividades sociais tanto quanto possível;</p>
<p><strong>Complicações possíveis:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As complicações da anorexia podem ser graves. Uma permanência no hospital pode ser necessária, como nos casos que seguem:</p>
<p>. Enfraquecimento dos ossos</p>
<p>. Desequilíbrio eletrolítico (como níveis baixos de potássio)</p>
<p>. Arritmia cardíaca</p>
<p>. Redução de glóbulos brancos, que leva ao aumento do risco de infecção</p>
<p>. Desidrataçãograve</p>
<p>. Desnutriçãograve</p>
<p>. Convulsões devido à perda de líquidos como resultado de diarreia repetitiva ou vômitos excessivos</p>
<p>. Problemas na glândula tireoide, que podem levar à intolerância ao frio e à constipação</p>
<p>. Cáries</p>
<p>. Em homens, queda nos níveis de testosterona</p>
<p>. Em mulheres, mudanças no período menstrual</p>
<p>. Depressão</p>
<p>. Problemas de personalidade e ansiedade</p>
<p>. Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)</p>
<p>. Uso de drogas</p>
<p>. Em casos graves, a anorexia pode levar à morte.</p>
<p style="text-align: justify;">A anorexia nervosa é uma doença grave que pode ser fatal. Em algumas estimativas, ela leva à morte em 10% dos casos. Programas de tratamento experimentados podem ajudar as pessoas com a doença a voltar para o peso normal, mas é comum a doença retornar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mulheres que desenvolvem a anorexia em idade precoce têm melhor chance de recuperação completa. No entanto, a maioria das pessoas com anorexia continuará preferindo um peso corporal mais baixo e estará muito focada em alimentos e calorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Não tenha receio ou vergonha de perguntar ou buscar ajuda para se cuidar e garantir sua qualidade de vida e bem-estar! Esperamos termos lhe informado e lhe ajudado de alguma maneira com esse post e qualquer dúvida, é só fazer contato conosco! Muito obrigada e um grande abraço!</p>
<h3><strong>Referências: </strong></h3>
<ul>
<li><a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/anorexia">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/anorexia</a></li>
<li><a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/bulimia">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/bulimia</a></li>
<li><a href="http://super.abril.com.br/ciencia/o-que-sao-transtornos-alimentares">http://super.abril.com.br/ciencia/o-que-sao-transtornos-alimentares</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
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