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	<title>Arquivo de Adolescencia - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de Adolescencia - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Suicídio na adolescência: principais sinais e como lidar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 21:08:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A adolescência é uma fase de transição da infância para a vida adulta, e é neste período que acontecem as maiores transformações físicas, emocionais e comportamentais do ser humano. Mediante isso, as famílias não sabem lidar com esse novo momento do seu filho, que exige uma adaptação para ambos. Por esse motivo, ocorrem muitos conflitos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A adolescência é uma fase de transição da infância para a vida adulta, e é neste período que acontecem as maiores transformações físicas, emocionais e comportamentais do ser humano. Mediante isso, as famílias não sabem lidar com esse novo momento do seu filho, que exige uma adaptação para ambos. Por esse motivo, ocorrem muitos conflitos e desavenças entre pais e filhos.</p>
<p>É importante que os pais e a família reflitam e internalizem que seus filhos estão crescendo e ganhando autonomia, e esse momento não é fácil nem para os pais e nem para os filhos.</p>
<p>Infelizmente o que vem acontecendo atualmente é que a incidência de adolescentes cometendo suicídio está aumentando cada vez mais. O Brasil é o oitavo país em número de suicídios. Em 2019, foram registradas 11.821 mortes, sendo 9.198 homens e 2.623 mulheres, de acordo com o novo relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde, a OMS, chama a atenção de governos para o suicídio, considerado &#8220;um grande problema de saúde pública&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de alerta</strong></h3>
<p>Existem alguns comportamentos que podem ser sinais de alerta para familiares:<span id="more-2583"></span></p>
<ul>
<li>Isolamento social</li>
<li>Mudanças bruscas de comportamento</li>
<li>Falta de interesse em atividades antes prazerosas para o adolescente</li>
<li>Baixo rendimento escolar</li>
<li>Uso abusivo de álcool e outras drogas</li>
<li>Insônia ou sono excessivo</li>
<li>Discurso negativo e pessimista</li>
<li>Desesperança e desespero.</li>
</ul>
<p>Os pais e familiares ao notarem esses sinais, precisam ficar atentos. O suporte familiar é importantíssimo nesse momento, conversar e interagir com o adolescente para entender os motivos pelo qual estão ocorrendo essas mudanças em seu comportamento, entretanto esses sinais não significam que o adolescente está com ideação suicida, pois podem ocorrer alguns outros diagnósticos que são semelhantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O que fazer ao notar os sinais?</h3>
<p>Ter a escola como aliada para obter informações de como está se comportando nesse contexto, é crucial para que os pais saibam como os filhos estão nesse círculo social.</p>
<p>A família ao identificar esses sintomas deve conversar com o adolescente, a fim de entender o que está acontecendo, e tentar participar mais de sua vida social e claro, buscar ajuda profissional para que uma avaliação por um psiquiatra ou psicólogo possa ser feita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como conversar sobre o tema com os filhos?</h3>
<p>A conversa sobre a temática do suicídio é algo que deve ocorrer de forma mais natural possível, geralmente o adolescente dá indícios de que algo na sua vida não está bem através de frases como:</p>
<ul>
<li>Eu não agüente mais essa vida</li>
<li>É melhor morrer do que viver assim</li>
<li>Não sei mais o que fazer</li>
<li>Acho que não vou suporta isso.</li>
</ul>
<p>Esses sinais são sinais de alerta, mas geralmente o que ocorre é que as pessoas da família não os valorizam e sempre dizem &#8220;isso vai passar&#8221;, mas para o jovem que está sofrendo, escutar essa frase não irá ajudá-lo em nada. É muito comum as ideações suicidas ocorrerem quando o jovem está sofrendo bullying na escola, ou teve uma decepção amorosa ou abuso sexual e psicológico.</p>
<p>Na adolescência, os sentimentos e a emoções estão muito latentes e os adolescentes não tem maturidade emocional para lidar com tantas mudanças que estão ocorrendo em suas vidas, pois isso o apoio familiar é crucial para que o adolescente lide com essas mudanças da forma mais saudável possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quando procurar um profissional?</h3>
<p>Os fatores que fazem o adolescente buscar a própria morte são diversos, entre famílias desestruturadas, transtornos psicológicos, traumas e falta de apoio familiar.</p>
<p>O melhor caminho para os pais, é a sua presença na vida de seus filhos, fazendo atividades com seus eles, entrando no mundo deles, pois se isso for acontecer, talvez o suicídio não seja uma opção. O adolescente precisa entender que os pais são pessoas que eles podem contar, pois o apoio familiar é crucial para a decisão de o adolescente cometer ou não o suicídio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos quais são alguns dos sinais indicativos do suicídio. Além disso, como agir diante de alguém com ideias suicidas. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticado, mais fácil será de ser tratado.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O complexo relacionamento com seus pais: 3 Fases Cruciais!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2017 23:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Fases da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Infancia]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[O intuito aqui é sintetizar o que uma determinada quantidade de pessoas enfrenta (geralmente) no relacionamento com seus pais. Seja você um adolescente, um adulto ou pessoa de meia idade, terceira idade, talvez isso lhe ajude a refletir, compreender, perdoar e ressignificar as fases que viveu ou ainda irá viver! 1) Infância: Quando crianças, nossos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O intuito aqui é sintetizar o que uma determinada quantidade de pessoas enfrenta (geralmente) no relacionamento com seus pais. Seja você um adolescente, um adulto ou pessoa de meia idade, terceira idade, talvez isso lhe ajude a refletir, compreender, perdoar e ressignificar as fases que viveu ou ainda irá viver!</p>
<h3><b>1) Infância:</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando crianças, nossos pais representavam o melhor porto seguro que poderíamos ter. Alguns podem ter sentido isso com relação a seus avós ou até uma babá, porém, vou me restringir aqui aos casos entre pais e filhos, foco do presente artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Chorávamos quando nos perdíamos deles, quando sentíamos sua<span id="more-537"></span> ausência ou sua ira, enfim, era difícil imaginar aquelas pessoas longe de nós ou apáticas à nossa presença.</p>
<p style="text-align: justify;">A aprovação dos pais com relação ao que você é e faz parece ser um meio de vida. Quando não aprovam ou não permitem algo, a compreensão desse fato se faz tão difícil e dolorosa ao mesmo tempo, que só conseguimos chorar. Alguns faziam birra, tornavam-se agressivos, um exagero sem sentido que nos foi necessário, afinal precisávamos entender o que era frustração, que não éramos reis e rainhas e que o amor, apesar de incondicional, tem regras!</p>
<h3><b>2) Adolescência:</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Nessa fase tudo muda de figura&#8230;Autoestima oscilando como em montanha-russa, queremos o carinho dos outros como quando éramos bebês fofos, mas as cobranças são outras&#8230;Passamos a ser mais autores e protagonistas do que queremos e de como nos sentimos (mesmo não tendo a autonomia e independência necessária para simplesmente agir como tal), tornando-se, cada vez mais difícil, o fato de ter que obedecê-los, percebendo seus defeitos, suas dificuldades, entendendo que não são aqueles super heróis que pintávamos pois neles também há uma parcela de vilões.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo se transforma, inclusive a maneira com que você costumava demonstrar seu amor por eles ou respeito e admiração. Você não quer mais chorar ou espernear para que eles entendam suas necessidades. Eles parecem, de repente, não ter mais razão com relação à nada!</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas discussões, seguidas por pedidos de perdão e a vida segue, aparentemente monótona para você, pois você só tem sua vida, suas lições de casa e seus compromissos com amigos, crushs para se preocupar&#8230;No máximo a aula de inglês ou aquele esporte que você praticava.</p>
<p style="text-align: justify;">Como seria boa a vida se fosse exclusivamente assim, apenas as coisas que você gosta, se dá bem etc, contudo, os pés voltam ao chão quando você precisa daqueles 50 reais pra dar aquele rolê com seus amigos ou quando fica de recuperação e algo que parecia simples te ameaça voltar um ano atrás na sua vida.</p>
<h3><b>1) Vida Adulta:</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Aqui, dois termos fundamentais passarão a fazer mais sentido do que nunca:<strong> maturidade e autoconhecimento</strong>. Você descobre que não será nem terá tudo o que planeja antes dos 30. Sua inteligência emocional evolui conforme o nível e a quantidade de responsabilidade que você passa a acumular, trazendo outros níveis de consciência e de empatia com relação aos seus pais, irmãos, avós etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tinha certeza absoluta de que tudo iria facilitar, afinal você teria emprego bom, salário, sua independência e não terá mais a obrigação de estudar, ufa&#8230;seria um alívio mesmo&#8230;.mas para isso precisaríamos não ter contas para pagar, carreira para manter, ou seja, o que você achava ser o ponto final, não só traz mais stress como mais solidão, pois agora tudo (ou quase tudo) passa a depender SÓ DE VOCÊ!</p>
<p style="text-align: justify;">O modo de encarar e julgar seus pais e sua família muda completamente, você passa a ter outro respeito e até mesmo outra maneira de falar com eles. Passa a entender melhor quem você foi para eles, o que se tornou e o que deve fazer para corrigir, melhorar ou reforçar tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Também tem o fato de que agora passou a fazer muito mais sentido estar com eles dando risada em casa num sábado, do que ir pra uma balada ou encher a cara e não contar nada para eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Seus pais voltam ao posto de super-heróis, mas de maneira diferente, pois há uma outra espécie de admiração no ar&#8230;. que inclui empatia. Você reconhece o que se tornou ou deixou de se tornar por conta deles e entende todo o sacrifício, as dores, as delícias e os porquês de muito do que se passou. Há um interesse agora mais genuíno e terno pelas histórias deles, pelos antepassados e ao mesmo tempo sempre haverá janelas mal fechadas, questões mal resolvidas, dúvidas e incômodos que se perdem no tempo e de tão complexos na resolução passam a abrir espaço para a tranquilidade, para o perdão, para o &#8220;prefiro ser feliz do que ter razão&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais tarde, alguns de nós (infelizmente não são todos), percebemos que vamos passar a estar mais perto deles do que nunca, pois estão precisando muito de nossos cuidados, nosso amor, nossa presença, nossa fé e dedicação, como sempre o fizeram por nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ciclo complexo, doloroso e prazeroso ao mesmo tempo. Espero que de alguma maneira você tenha percebido questões importantes com esse texto e passe a analisar como se sente e como está agindo com relação à tudo isso. Se gostou, compartilhe nas suas redes! Pode ter mais pessoas interessadas!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
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