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	<title>Arquivo de aceitação - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Como os traumas infantis impactam na vida adulta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 01:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Impacto que traumas infantis não tratados causam na vida adulta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros anos de vida de uma pessoa são fundamentais para o seu desenvolvimento emocional, cognitivo e social. Infelizmente, para muitos, esses anos preciosos são marcados por traumas infantis que podem ter efeitos duradouros ao longo da vida adulta.</p>
<p>Sim, a negligência e eventos traumáticos, como o divórcio dos pais ou a perda de um ente querido, podem deixar cicatrizes profundas na psique da criança, muitas vezes moldando sua jornada emocional e comportamental no futuro.</p>
<p>Continue lendo este artigo para entender melhor como os traumas infantis podem impactar a vida adulta e como lidar com eles. Boa leitura!</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como os traumas na infância impactam na vida adulta?</strong></h4>
<p><span id="more-2839"></span></p>
<p>Sendo uma das fases mais importantes do desenvolvimento humano, a infância possui grandes impactos na formação de um adulto.</p>
<p>Para entender melhor, separamos alguns dos principais impactos dos traumas da infância na vida adulta:</p>
<p>1 &#8211; <strong>Ansiedade e estresse crônico</strong></p>
<p>Traumas na infância podem deixar uma marca profunda no sistema nervoso, tornando-o mais sensível ao estresse na vida adulta. Isso pode levar a uma resposta exagerada a situações estressantes, resultando em ansiedade crônica e estresse persistente na vida adulta.</p>
<p>Muitos que experimentaram traumas na infância podem encontrar dificuldades em regular suas emoções, e situações cotidianas podem desencadear episódios de ansiedade intensa.</p>
<p>Portanto, essa ansiedade crônica pode impactar negativamente a qualidade de vida, interferindo nas relações interpessoais, no desempenho no trabalho e na saúde geral.</p>
<p><strong>2 &#8211; Relacionamentos interpessoais problemáticos</strong></p>
<p>Os traumas infantis podem comprometer a capacidade de estabelecer e manter relacionamentos saudáveis na vida adulta.</p>
<p>Pessoas que vivenciaram traumas podem ter dificuldades em confiar nos outros, em expressar suas necessidades emocionais e em estabelecer limites saudáveis. Além disso, podem enfrentar padrões de relacionamento disfuncionais, como dependência excessiva, evitamento emocional ou comportamentos destrutivos, o que dificulta a construção de conexões íntimas e satisfatórias, resultando em solidão e isolamento emocional.</p>
<p><strong>3- Baixa autoestima e autoimagem negativa</strong></p>
<p>Traumas na infância também podem abalar profundamente a autoestima e gerar uma autoimagem negativa.</p>
<p>Isso porque as experiências traumáticas podem levar a sentimentos de desvalorização pessoal, culpa e vergonha. Essas emoções podem persistir na vida adulta, levando a uma falta de confiança em si mesmo e em suas habilidades. Assim, as pessoas que vivenciam isso podem se ver como indignas de amor, respeito e cuidado, o que pode afetar sua capacidade de buscar relacionamentos saudáveis e oportunidades de crescimento pessoal.</p>
<p><strong>4 &#8211; Dificuldades de regulação emocional</strong></p>
<p>O impacto dos traumas no início da vida pode dificultar a capacidade de regular as emoções na fase adulta.</p>
<p>Traumas na infância podem deixar uma pessoa com dificuldades em identificar e expressar suas emoções de maneira saudável. Isso pode resultar em explosões emocionais, dificuldades em lidar com o estresse e até mesmo em reprimir emoções para evitar confrontar lembranças dolorosas.</p>
<p>Além disso, a incapacidade de regular as emoções pode interferir nos relacionamentos interpessoais, no desempenho profissional, nos estudos e na saúde mental.</p>
<p><strong>5 &#8211; Problemas de saúde física</strong></p>
<p>Traumas na infância estão associados a uma série de problemas de saúde física na vida adulta.Estudos sugerem que o estresse crônico causado por essas experiências pode ter efeitos adversos no sistema imunológico, cardiovascular e endócrino, podendo aumentar o risco de desenvolvimento de doenças crônicas.</p>
<p>Dessa forma, indivíduos que passaram por traumas no início de sua vida podem acabar desenvolvendo doenças cardíacas, diabetes, distúrbios gastrointestinais e outras condições de saúde.</p>
<p>Além disso, o impacto dos traumas na saúde mental pode afetar o comportamento de busca de cuidados de saúde, levando a uma maior probabilidade de negligenciar a própria saúde física.</p>
<p>Em suma, como vimos, os traumas na infância têm um impacto profundo e duradouro na vida adulta de um indivíduo, afetando sua saúde mental, emocional e física, bem como em seus relacionamentos interpessoais.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>Como superar os traumas infantis?</strong></h4>
<p>Superar traumas infantis é um processo complexo e desafiador que requer tempo, esforço e apoio adequado. Isso porque os traumas vivenciados durante a infância podem deixar uma marca profunda na psique de uma pessoa.</p>
<p>No entanto, com as estratégias certas e o suporte adequado, é possível encontrar caminhos para a cura e a recuperação.</p>
<p>Então, separamos a seguir algumas estratégias para superar traumas infantis:</p>
<p><strong>1 &#8211; Autoconhecimento e aceitação</strong></p>
<p>Superar traumas infantis começa com o autoconhecimento e a aceitação da experiência vivida. Assim, reconhecer e aceitar os eventos traumáticos como parte da própria história é fundamental para iniciar o processo de cura.</p>
<p>Isso envolve reconhecer e validar as emoções associadas ao trauma, como raiva, tristeza e medo, e compreender que esses sentimentos são legítimos e compreensíveis dadas as circunstâncias.</p>
<p>Dessa forma, ao se permitir sentir e processar essas emoções, é possível começar a liberar o peso emocional do trauma e avançar em direção à cura.</p>
<p><strong>2 &#8211; Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis</strong></p>
<p>Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis é essencial para lidar com os efeitos dos traumas infantis. Isso pode incluir a prática regular de técnicas de relaxamento, meditação ou ioga, que ajudam a acalmar o sistema nervoso e reduzir a ansiedade.</p>
<p>Além disso, engajar-se em atividades criativas, como arte, música ou escrita, pode oferecer uma saída positiva.</p>
<p>Também é importante identificar e desafiar padrões de pensamento negativos que surgem como resultado do trauma, substituindo-os por pensamentos mais realistas e compassivos.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultivar relacionamentos de apoio</strong></p>
<p>Buscar apoio em relacionamentos significativos é uma parte crucial do processo de cura dos traumas infantis. Isso pode envolver compartilhar sua história com amigos de confiança, familiares ou participar de grupos de apoio.</p>
<p>Ter pessoas em quem você confia e que oferecem apoio emocional pode ajudar a diminuir o isolamento e a solidão que muitas vezes acompanham os traumas.</p>
<p><strong>4 &#8211; Fazer terapia</strong></p>
<p>Buscar ajuda profissional por meio da terapia é uma etapa fundamental no caminho para superar os traumas infantis.</p>
<p>Um psicólogo qualificado pode oferecer um ambiente seguro e confidencial onde você pode explorar suas experiências, processar emoções difíceis e desenvolver estratégias eficazes para lidar com os efeitos duradouros do trauma.</p>
<p>A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento e comportamento que estão contribuindo para o sofrimento emocional e fornecer ferramentas e técnicas específicas para promover a cura e o crescimento pessoal.</p>
<p>Portanto, ao trabalhar com um psicólogo, você não estará apenas recebendo apoio emocional, mas também dando a si mesmo a oportunidade de construir uma vida mais saudável, significativa e gratificante.</p>
<p>Superar traumas infantis é um processo transformador que exige coragem, persistência e suporte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e leitura!</p>
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		<title>Conheça comportamentos de pessoas narcisistas￼</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 00:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos de Personalidade]]></category>
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		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade narcisista]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas? Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas?</p>
<p>Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares frequentados são comportamentos de pessoas narcisistas. Essas concepções, contudo, foram difundidas pela mídia e pelas conversas casuais, que confundem egocentrismo, amor-próprio e autoconfiança com narcisismo. Cada um desses conceitos possui características próprias e são bem distintos uns dos outros.</p>
<p>Segundo a psicanálise, todos nós possuímos um traço narcisista e ele é fundamental para a consolidação do nosso amor-próprio e autoestima. Afinal, se não gostarmos de nós mesmos, como poderemos fazer boas escolhas para as nossas vidas e nos defender de injustiças?</p>
<p>O excesso de narcisismo, assim como qualquer outro excesso em nossas vidas, é prejudicial e está associado a uma condição de saúde mental.</p>
<h4><strong>O que são pessoas narcisistas?</strong><span id="more-2599"></span></h4>
<p>Pessoas narcisistas são aquelas que possuem “mania de superioridade”. Elas cultuam a crença de que são melhores do que as outras pessoas, portanto, merecedoras de atenção e sucesso. Elas se rodeiam de indivíduos que consideram importantes, como quem possui um cargo alto em uma empresa, empresários e socialites, e menosprezam quem consideram ser menos importante.</p>
<p>Dessa maneira, pesam a atmosfera do ambiente de trabalho ou familiar na busca eterna para se sentirem “por cima” dos outros. Por conta dessas características, as pessoas narcisistas costumam ser difíceis de lidar e podem até afetar a saúde mental dos indivíduos com quem convivem.</p>
<p>O narcisismo exacerbado é uma característica do Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-V e essa condição é marcada pela dificuldade de regular a autoestima. Sendo assim, pessoas com esse diagnóstico precisam da validação alheia para se sentirem apreciadas. Elas associam a sua autoimagem à admiração de terceiros, por isso, podem tomar atitudes questionáveis para chamar atenção.</p>
<p>Esse transtorno de personalidade costuma existir em concomitância com outras condições, como a depressão, ansiedade e outros transtornos de personalidade. É igualmente comum que pessoas narcisistas desenvolvam dependência química em algum momento de suas vidas.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo qual é a causa exata desse transtorno de personalidade. Diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, como componentes hereditários e experiências traumáticas nos primeiros anos de vida.</p>
<p>A terapia é o principal tratamento para a condição. Entretanto, as pessoas narcisistas não costumam buscar atendimento psicológico por acreditarem não haver nada de errado com elas. Elas não conseguem compreender o porquê de outros indivíduos reagirem mal aos seus comportamentos.</p>
<div class="wp-block-column" style="flex-basis: 100%;">
<h4><strong>Quais são os comportamentos de pessoas narcisistas?</strong></h4>
<p>Os comportamentos narcisistas são variados e normalmente difíceis de lidar. Quem convive com pessoas com transtorno de personalidade narcisista percebe essas atitudes, mas podem não saber o que dizer ou como reagir.</p>
<p>Veja alguns dos principais comportamentos de pessoas narcisistas:</p>
<p><strong>1 – Mania de grandeza:</strong></p>
<p>A mania de grandeza se manifesta de múltiplas formas, como gabar-se de posses e sucessos, tratar os outros com rispidez, dar ordens aos outros constantemente, não dividir créditos de projetos coletivos, tomar decisões visando somente o próprio bem-estar e destratar quem não lhe bajula.</p>
<p>No ambiente de trabalho, chefes com mania de grandeza podem exigir muito dos profissionais, tratá-los com rudez quando não correspondem às suas expectativas e colocá-los em situações difíceis para que eles se sintam bem consigo mesmos.</p>
</div>
<p><strong>2 – Necessidade de chamar atenção:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas precisam se colocar sempre no centro das atenções. Elas comentam com frequência sobre as suas conquistas profissionais, experiências memoráveis e qualidades, bem como o que compraram recentemente e seus respectivos valores. Durante essas conversas, elas demonstram pouco interesse na vida dos outros, a menos que seja alguém importante e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>3 – Falta de empatia:</strong></p>
<p>A dificuldade para ter empatia é uma das principais características do transtorno de personalidade narcisista. Por não conseguirem se colocar no lugar do outro, pessoas narcisistas não conseguem entender as críticas feitas ao seu comportamento ou determinadas atitudes ou palavras ditas. Assim, elas magoam os outros sem perceber, tendo dificuldade para formar relacionamentos duradouros.</p>
<p><strong>4 – Insegurança:</strong></p>
<p>O comportamento que esbanja imponência é normalmente uma fachada para a insegurança. Quando a pessoa narcisista não recebe a atenção necessária para se sentir valorizada ou saber se está no caminho certo, ela fica insegura. Assim, precisa fazer algo para ganhar a admiração dos outros, e as suas atitudes podem parecer forçadas ou estranhas. Por exemplo, ela pode se convidar para eventos onde acredita que estará entre pessoas de status social elevado.</p>
<p><strong>5 – Manipulação:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas manipulam quem está ao seu redor para que as situações saiam conforme o planejado por elas. Mas, seus esforços, no entanto, nem sempre dão certo. A manipulação tende a ser mais efetiva quando os outros aceitam a posição de inferioridade e, assim, a pessoa narcisista se aproveita da vulnerabilidade alheia.</p>
<p>Entre as táticas usadas para manipular os outros estão: fazer o outro se sentir especial para que ele abaixe a guarda e depois bombardeá-lo de questionamentos sobre o seu potencial; chantagem emocional para incitar culpa; duvidar da capacidade do outro, levando-o a duvidar de si mesmo; e ser passivo-agressivo, demonstrando afeição e depois hostilidade e e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>6 – Se fazer de vítima:</strong></p>
<p>É igualmente comum as pessoas narcisistas se fazerem de vítima para conseguirem o que desejam, ou quando fazem algo errado e recebem críticas por isso. Elas podem fazer teatros emocionais, como forçar o choro, exibir uma postura de derrota para despertar simpatia e reclamar constantemente de como estão sofrendo e de como a vida é injusta.</p>
<p>Quem desconhece os comportamentos narcisistas, acaba ficando com pena e se oferece para ajudar ou para escutar o lado da pessoa narcisista. Como ela discorre sobre os acontecimentos como se os outros estivessem errados e não ela, o indivíduo acredita nela e lhe concede a validação necessária.</p>
<p><strong>7 – Culpar os outros pelo problema:</strong></p>
<p>O narcisista acredita ser incapaz de cometer erros, então os outros são sempre os errados. Mesmo quando outras pessoas apontam a sua responsabilidade nos problemas, ele ignora e encontra um jeito de culpar o outro. Isso pode levá-lo a confrontar os indivíduos que o apontaram como culpado da situação e difamá-los para que a sua narrativa se sobressaia. Quando ele se arrepende de ter tomado uma decisão, a pessoa narcisista também joga a responsabilidade da sua infelicidade no outro.</p>
<p><strong>8 </strong><strong>– Sensibilidade às críticas:</strong></p>
<p>Embora o narcisista pareça ter confiança e autoestima elevada, ele pode estar sempre à espera de repreensões. Não suporta críticas, mas, por temer recebê-las, passa muito tempo pensando na possível reprovação que receberá de terceiros. Deste modo, responde mal a comentários inócuos. Na frente dos críticos, explode de raiva ou entra na defensiva, atacando quem o criticou como se tivesse ouvido uma ofensa. Já no particular, remói as críticas, duvida de si mesmo e pensa no que pode fazer para ser validado.</p>
<p>Familiares e cônjuges de narcisistas aprendem rapidamente a não repreender as pessoas narcisistas por comportamentos inadequados para evitarem serem feridos.</p>
<h4><strong>Como reagir aos comportamentos narcisistas?</strong></h4>
<p>Ao identificar alguns dos comportamentos narcisistas vistos acima em alguém com quem você precisa conviver, você pode tomar as seguintes atitudes:</p>
<ul>
<li>Não leve comentários desagradáveis para o lado pessoal. A pessoa narcisista é assim com todos, então não se sinta menosprezado ou inferior;</li>
<li>Responda com firmeza, mas evite hostilidade. Não levante a voz ou faça xingamentos. Simplesmente seja assertivo, mostrando que suas necessidades também precisam ser respeitadas;</li>
<li>Não tenha medo de dizer quando o narcisista estiver errado;</li>
<li>Se o narcisista colocou uma dúvida em sua cabeça, busque informação para encontrar a resposta certa e confronte-o com suas descobertas;</li>
<li>Ignore atitudes que busquem chamar atenção; e</li>
<li>Evite confrontos. O narcisista raramente admite estar errado e pode tomar atitudes inesperadas para mostrar que você é o vilão da história. Poupe-se desse estresse e viva a sua vida.</li>
</ul>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Um sentimento chamado inveja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 19:57:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A inveja é um sentimento intrigante. Apesar de todos nós o experimentarmos, ninguém gosta de reconhecer quando o está sentindo. Afinal, é um sentimento controverso: indica que algo positivo desperta algo negativo.  A inveja é um sentimento que se firma na formação do caráter da pessoa, ou seja, desde a concepção do feto até os&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A inveja é um sentimento intrigante. Apesar de todos nós o experimentarmos, ninguém gosta de reconhecer quando o está sentindo. Afinal, é um sentimento controverso: indica que algo <em>positivo </em>desperta algo<em> negativo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>A inveja é um sentimento que se firma na formação do caráter da pessoa, ou seja, desde a concepção do feto até os 7 anos de idade, quando a personalidade da criança está formada. Ela surge <span id="more-762"></span>do sentimento de que somos incapazes de viver nossos próprios sonhos, de alcançar nossas metas e realizarmo-nos. Por isso, o exemplo daqueles que realizaram algo nos faz lembrar aquilo que não fomos capazes de fazer. No entanto, muitas vezes a sensação de incapacidade, a matriz da inveja, deve-se a escolha inadequadas de metas, como desejar algo que não está ao nosso alcance. Em geral, costumamos não valorizar as coisas que já realizamos e assim cultivamos a sensação de desvalia sem nos darmos conta do nosso próprio valor. Neste sentido, a inveja consome o invejoso, porque o faz dar valor apenas ao que está além de seu alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">A inveja é um dos sentimentos mais difíceis de serem aceitos pelo ser humano, pois na maioria das vezes é inconsciente. Isso ocorre porque ela se forma muito cedo em nossa vida. A inveja é um sentimento primitivo e pouco elaborado. Ela está baseada no sentimento de inferioridade, adquirido pela comparação que se faz com outra pessoa em algum aspecto específico.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como escreve Elisa Cintra em <em>Melanie klein Estilo e Pensamento </em>(Ed. Escuta): “Quem desdenha quer comprar”, diz o ditado: a inveja é quase sempre detectável na vida cotidiana por esse trabalho de desvalorizacao do outro, o que também foi narrado pela fábula da raposa e das uvas. Impossibilitada de ter acesso as uvas, a raposa começou a tecer considerações sobre a falta de valor dos frutos, o fato de estarem verdes….A ideia de “frutos” permite que se lembre a inveja da obra do outro, de suas ideias e de seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>A base da inveja é supervalorizar os outros (que podem, segundo a fantasia do invejoso, fazer tudo) e esvaziar a si mesmo (que é inferior porque nao pode fazer nada. Assim, nasce o desejo de esvaziar o outro para que tudo fique igual e ele não fique só.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa luta secreta e constante, aquele que se sente insuficiente tenta esconder sua vergonha de ser incapaz. Assim, procurando evitar qualquer situação que o faça sentir humilhado, ele ataca antes de ser atacado. Isto é, ele compete sozinho. A competição é um hábito do invejoso, pois ele tem dificuldade de receber ajuda, fazer junto e cooperar.</p>
<p style="text-align: justify;">O Novo Dicionário Aurélio explica: “Inveja é o desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem. Um desejo violento de possuir o bem alheio.”. Já o Dicionário de Psicologia Dorsch esclarece: “A inveja pertence aos sentimentos intencionais. É uma insatisfação, o aborrecimento com a alegria do outro”. Portanto, aquilo que é invejavél é encarado como algo de muito valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe também um sentimento chamado admiração. Neste, não existe ódio nem raiva. A palavra admirar vem do latim e que quer dizer olhar para, dirigir, direcionar o olhar para algo que nos chama a atenção ou surpreende. Admirar algo ou alguém é olhar para este objeto ou pessoa com olhos maravilhados. Alguns invejosos tentam se passar por admiradores, usando a expressão “inveja branca”, mas a inveja faz mal para os dois lados: é um sentimento intoxicante, um pequeno furto de energia. Já na admiração, você apenas celebra o que o outro é ou tem, sem querer pra si. Existe também o recalque, que é uma evolução da inveja. É uma inveja ousada, que provoca. E tudo o que a pessoa não tem, não pode e nunca será acaba sendo desprezado, zombado, humilhado e destruído.</p>
<p style="text-align: justify;">Este mal pode ser vencido em nós, quando é identificado e tomamos posição contraria a ele! É muito fácil identificá-lo no outro, que em nós mesmos!</p>
<p style="text-align: justify;">Como muitos outros sentimentos, temos que reconhecê-lo e aceitá -lo, porém temos que canalizá-lo de forma positiva, pois os desejos que podem despertar a inveja podem ser um bom motor para procurarmos a nossa própria felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensem nisso!</p>
<p><strong>Referência:</strong></p>
<p>1- Afinal, o que é a inveja?</p>
<p>http://somostodosum.ig.com.br/artigos/espiritualidade/afinal-o-que-e-a-inveja-4605.html</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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