A angústia é uma sensação psicológica conhecida por seus sentimentos de nó na garganta, aperto no peito, inquietude e nervosismo. Trata-se de uma experiência complexa que pode afetar o nosso comportamento, humor e pensamento, podendo gerar futuros problemas psicossomáticos.

É certo que todas as pessoas a possuem, mas não em alto nível. Nesse estado, ela se manifesta motivada por um dos Transtornos de Ansiedade (pânico, fobias, obsessões), por reações no corpo e manifestações que envolvem, ou não, uma doença orgânica.

Entre os sintomas mais decorrentes da angústia, temos:

  • Ansiedade acompanhada de falta de ar, aperto no peito;
  • Sentimento de caos interior;
  • Batimentos cardíacos desacelerados;
  • Pensamentos negativos e sentimento de preocupação;
  • Dores de cabeça e enxaquecas frequentes;
  • Dores musculares;
  • Insônia;
  • Alterações do apetite;
  • Desânimo e abatimento mental;
  • Dificuldade de concentração em tarefas;
  • Falta de ar e crises de pânico e medo;
  • Tremores, calafrios, suor à noite e ataques de diarreia.

Quais os motivos de causa da angústia?

A maioria dos casos de angústia estão relacionados a um estilo de vida com situações que favorecem o sentimento de culpa, arrependimento, insegurança e frustração. Mesmo assim, existem situações em que a dor surge sem um motivo aparente, variando de acordo com cada pessoa.

O sentimento de angústia também pode ser um sinal íntimo de um estado de depressão. O que pode intensificar ainda mais a dor sentida. Estudos apontam que ambas essas doenças aumentam em três vezes o risco dos pacientes em desenvolvê-las simultaneamente. Por isso, a primeiro sinal de frequência dos sintomas é recomendada a procura de um psicólogo ou psiquiatra.

Como a angústia atua em nosso cérebro?

Ela atua nos circuitos nervosos de nosso sistema. O cérebro costuma desviar os sinais físicos desconfortantes para que o corpo possa se concentrar. Essas vias de recepção de dores e emoções utilizam-se de neurotransmissores para regular o humor.

Quando essa regulamentação é falha, a angústia toma formato e se intensifica, junto à tristeza e desesperança. Com essa alteração do sistema nervoso, as dores passam a ser o centro de atenções, perpetuando-se essa condição psicológica.

Medicamentos e tratamentos para angústia

A dor causada pela angústia pode receber tratamento através de praticamente todas drogas utilizadas pela psiquiatria. Estabilizadores de humor, anticonvulsivantes e benzodiazepínicos geralmente são indicados para aliviar a ansiedade, fadiga e insônia. Já, os dois principais antidepressivos, tricíclicos e ISRS, também podem ser utilizados, mas em doses menores.

Pensamentos para auxiliar na luta contra a angústia

Outra forma de fortalecer o tratamento químico é através de um trabalho que foque no emocional e nos pensamentos ativos do paciente. Assim, o tratamento terapêutico, realizado com psicólogos e psicanalistas, é essencial para melhores resultados.

Nele, o paciente irá trabalhar para que consiga superar a força de seus inquietos pensamentos, a fim de reduzir seus sintomas físicos em diversas situações. E é durante esse tratamento que o paciente precisará encarar seus conflitos mentais internos. Nesse processo, precisará reconhecer os problemas e situações que o perturbam e trabalhá-las. Essa reflexão é mais do que necessária, afinal a não definição de um problema intensifica a angústia, tornando-a perturbadora e infringente em questões sociais cotidianas. Encarar o problema e passar a tratá-lo é um importante processo. Assim como aceitar resoluções que estão fora do seu alcance e a impotência para questões que não dependem de si mesmo.

Em resumo, o paciente com angústia precisa realizar determinados exercícios mentais, como:

  • A dor da angústia só existe devido há um conflito interno;
  • Identificar qual é o problema que mais gera esse sentimento dentro de si;
  • Listar ações que podem alterar a situação e realizá-las sempre que possível;
  • Parar de adiar questões e realizá-las imediatamente;
  • Aceitar situações em que não é possível alterá-las independentemente de sua pessoa, principalmente perdas de pessoas, empregos, etc.;
  • Sempre voltar sua mente para as questões prioritárias em sua vida.

E o mais importante: a busca por dias melhores, saúde e aceitação deve começar pelo próprio diagnosticado. E ele precisa ter perseverança e esperança de que com ajuda de um especialista, a sua vida irá melhorar.

No texto de hoje, entendemos melhor o queé a ang;ustia e como lidar com ela. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será de ser tratada.

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Grande abraço e até breve!