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	<title>Arquivo de Psicologia: Inteligência Emocional - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Arquivo de Psicologia: Inteligência Emocional - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Frustração: 5 maneiras de lidar com ela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 14:32:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre os muitos elementos que compõem a nossa vivência, está o equilíbrio entre as realizações e as frustrações. Essas emoções costumam andar juntas dado que o caminho para a autorrealização raramente é livre de obstáculos, decepções e mudanças de planos. Em algum momento ficamos frustrados com a forma que as situações ao nosso redor se desenrolam,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os muitos elementos que compõem a nossa vivência, está o equilíbrio entre as realizações e as frustrações. Essas emoções costumam andar juntas dado que o caminho para a autorrealização raramente é livre de obstáculos, decepções e mudanças de planos.</p>
<p>Em algum momento ficamos frustrados com a forma que as situações ao nosso redor se desenrolam, com os inevitáveis contratempos, com as nossas próprias limitações e com a necessidade de modificar os nossos planos para poder seguir adiante.</p>
<p>Além disso, uma das maiores fontes de frustração na atualidade é a percepção da perda de tempo. As pessoas ficam irritadas quando se encontram presas em uma fila ou no trânsito por alguns minutos, ou quando não conseguem concluir as suas tarefas profissionais até o fim do expediente. Elas se frustram mesmo sabendo que não podem fazer nada para mudar a situação.</p>
<p>Você já parou para pensar nas consequências dessa maneira de pensar para a saúde mental? Segundo psicólogos, é imprescindível aprender a lidar com a frustração da melhor maneira possível e evitar sofrimentos desnecessários dado que é impossível fugir dela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que sentimos frustração?</strong></h3>
<p><span id="more-2643"></span></p>
<p>Ficamos frustrados quando algo não acontece conforme o planejado, quebrando as nossas expectativas, ou quando nossos esforços não são recompensados da maneira desejada, então desgostamos do resultado.</p>
<p>Por exemplo, você se esforça para concluir um projeto impecável (ao seu ver) no trabalho, mas ele não é recebido da maneira esperada. Ou, ainda, descobre que as suas habilidades não estão desenvolvidas o suficiente para chegar ao resultado idealizado em sua mente.</p>
<p>A frustração também resulta da interferência de causas externas, como obstáculos incapazes de serem controlados. Por exemplo, você planeja um evento para o fim de semana e, durante o processo de preparação, diversos contratempos forçam você a prestar atenção em outros fatores ou recalcular a sua rota. A empresa contratada para fornecer os aperitivos atrasa, alguém esquece de fazer o pedido da decoração ou os objetos decorativos apresentam erros, uma forte chuva alaga o a salão alugado para o evento, entre outros imprevistos…é normal reagir com frustração a todos esses inconvenientes.</p>
<p>Essa emoção não é necessariamente ruim, pois pode ser um indicador útil dos problemas presentes em nossa vida e, consequentemente, um motivador para mudanças. Por outro lado, a frustração pode desencadear muitos sentimentos negativos. Se essa emoção não for administrada de modo adequado, pode até mesmo estimular o aparecimento de condições de saúde mental, como a depressão, e elevar o nível de estresse até causar esgotamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Respostas negativas à frustração</strong></h3>
<p>As pessoas respondem de formas diferentes à frustração e dependendo da personalidade, experiências de vida e inteligência emocional de cada um, as reações podem causar muito sofrimento emocional.</p>
<p>Algumas condições de saúde mental, como transtornos de personalidade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e ansiedade generalizada (TAG), amplificam as consequências negativas provenientes dessa emoção. Dessa maneira, a sua gestão é consideravelmente mais difícil.</p>
<p>Entre as reações mais comuns à frustração estão:</p>
<h4><strong>1- Raiva</strong></h4>
<p>A frustração é considerada uma emoção derivada da raiva, ou seja, ela pode sair fora de controle e motivar ações e palavras equivocadas. A emoção pode ser forte a ponto de provocar reações violentas.</p>
<p>Por exemplo, você provavelmente já bateu ou chutou uma máquina por ela não funcionar apropriadamente, não é mesmo? Essa reação costuma ocorrer quando a frustração atinge o seu ápice e você deixa de pensar racionalmente por alguns instantes.</p>
<h4><strong>2- Perda de autoconfiança</strong></h4>
<p>A frustração também pode causar perda de autoconfiança.</p>
<p>Quando você percebe que não consegue atingir os resultados esperados de um projeto com as suas habilidades ou conhecimento, a sensação de não ser bom o suficiente pode facilmente desmotivá-lo.</p>
<p>Também é comum acreditar que você não saberá como contornar situações complexas futuras por não ter a competência necessária.</p>
<h4><strong>3- Estresse</strong></h4>
<p>Sentir-se frustrado é estressante, principalmente quando ocorre mais de uma vez. Como você precisa modificar os seus planos e tentar novamente até conseguir o que quer (às vezes repetidamente), os níveis de estresse crescem e podem estimular sintomas emocionais e físicos.</p>
<h4><strong>4- Vontade de desistir</strong></h4>
<p>A vontade de desistir é um resultado muito comum do estresse e da perda de autoconfiança. O indivíduo frustrado, desacreditado em suas competências e estressado com tantos imprevistos, sente que não vale a pena continuar. Assim, opta por desistir, mesmo que essa decisão atrase o seu encontro com a tão almejada autorrealização.</p>
<h4><strong>5- Busca por alívios imediatos</strong></h4>
<p>A dificuldade de lidar com a frustração pode fazer com que indivíduos busquem maneiras inadequadas de aliviar essa emoção, como ingerir grandes quantidades de álcool, apostar dinheiro em jogos e comer desenfreadamente.</p>
<p>Assim que a sensação de prazer imediato desaparece, os indivíduos precisam engajar nos mesmos comportamentos para sentirem o alívio novamente. Desse modo, se viciam em substâncias ou desenvolvem compulsões prejudiciais à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a frustração?</strong></h3>
<p>A incapacidade de lidar com a frustração de maneira saudável pode nos deixar cegos, impedindo-nos de enxergar soluções simples para os nossos problemas.</p>
<p>Como cada pessoa sente a frustração de maneira diferente, é importante observar como essa emoção se manifesta e quais reações você costuma ter para descobrir maneiras efetivas de controlá-la.</p>
<p>Separamos algumas dicas as quais você pode implementar em seu dia a dia para ajudá-lo a fazer isso</p>
<h4><strong>1- Meditar</strong></h4>
<p>A meditação traz muitos benefícios para a saúde da mente e do corpo. Ela acalma a ansiedade, reduz o estresse, melhora o foco e a concentração nas tarefas, promove boas noites de sono e estimula um estado emocional de tranquilidade, propício para o controle das emoções.</p>
<p>Conseguimos manter a mente clara por um longo período e ter reações alinhadas com a nossa verdadeira essência em vez de deixar que os acontecimentos e as pessoas influenciem as nossas atitudes.</p>
<p>Você pode começar a meditar por apenas cinco minutos para sentir os benefícios da prática. Escolha um momento do dia que você não precisará atender a compromissos logo em seguida, como após o expediente, durante o intervalo de almoço ou antes de dormir. Feche os olhos e preste atenção no padrão da sua respiração por alguns minutos ou escute um áudio de meditação guiada.</p>
<h4><strong>2- Caminhar</strong></h4>
<p>Fazer uma caminhada também é uma ótima maneira de administrar a frustração, principalmente quando feita em um ambiente que você gosta.</p>
<p>Você pode tornar a caminhada um hábito para cuidar da saúde física quanto fazer uma breve caminhada sempre que se sentir frustrado, independente do lugar. Além de estimular a produção de hormônios do bem-estar e da felicidade, a caminhada ajuda a clarear a mente de pensamentos negativos. Você se sentirá renovado para enfrentar os próximos desafios.</p>
<h4><strong>3- Buscar uma distração</strong></h4>
<p>Buscar distrações não significa fugir da frustração e ignorar os seus problemas. Encontrar algo para distraí-lo o ajuda a se desprender de emoções e pensamentos negativos que o impedem de encontrar soluções efetivas para o problema.</p>
<p>Às vezes, a única coisa que podemos fazer em uma situação é esperar. Preencher esse tempo de ócio, o qual é normalmente dedicado à preocupação exaustiva com o que não se pode controlar, é uma forma de cuidar da sua saúde mental.</p>
<h4><strong>4- Procurar soluções</strong></h4>
<p>Quando a frustração toma conta, pode ser difícil retornar o pensamento para o que é realmente importante: encontrar soluções para os nossos problemas.</p>
<p>A tendência é se fixar em devaneios como ‘isso é tão injusto’ ou ‘por que isso tem que acontecer comigo?’ Além de não o ajudarem a deixar a posição desagradável na qual você se encontra, esses pensamentos estimulam sentimentos de autopiedade. Em vez disso, pense no que você pode fazer para transformar o desagradável em agradável.</p>
<p>Mantenha os pés no chão enquanto reflete para não elevar as suas expectativas e se decepcionar outra vez. Pense em soluções que tenham como base as suas habilidades e os recursos disponíveis no momento.</p>
<h4><strong> 5- </strong><strong>Gerenciar as suas expectativas</strong></h4>
<p>Quando as coisas não saem conforme o planejado, não significa que o mundo está prestes a acabar, não é mesmo?</p>
<p>A explicação mais provável para isso é a falta de expectativas realistas. Sempre que a frustração bater à sua porta, se questione se você não criou expectativas irreais sobre a situação em primeiro lugar. Costumamos fazer isso sem perceber, tomados pelo desejo de satisfazer nossas necessidades e de sempre viver boas experiências.</p>
<p>Para aprender a gerenciar as suas expectativas, você pode perguntar a si mesmo: “o que posso realisticamente esperar dessa situação?” e incluir as variáveis que podem interferir no alcance dos resultados desejados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Hábitos para adotar a cada novo ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 14:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ano Novo é uma época dedicada a reflexões. Grande parte das pessoas reflete sobre como foi o seu ano e as mudanças que podem fazer para aproveitar ainda mais o ano que se inicia. Então, por que não refletir sobre os hábitos que você tem cultivado ultimamente? Será que não há espaço para melhorar no ano novo?</p>
<p>Segundo psicólogos, mudar um hábito não significa apenas mudar a maneira como você faz as coisas no cotidiano, mas também suas crenças e aspectos da sua personalidade. Em outras palavras, é uma forma de desenvolvimento pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que devemos repensar os nossos hábitos?</strong></h3>
<p>Os hábitos nascem da repetição e do costume. Quanto mais fazemos alguma coisa, mais fácil fica reproduzi-la, seja uma atitude, um pensamento ou até um modo de falar.</p>
<p>Enquanto alguns hábitos são bons e nos ajudam a ter um melhor desempenho no dia a dia, como praticar exercícios físicos regularmente, seguir uma rotina do sono ou limpar os cômodos da casa de uma maneira que faz sentido para você, outros possuem o efeito oposto.</p>
<p>Muitas vezes, não percebemos que determinado hábito está nos causando mal, como, por exemplo, reclamar constantemente, usar o celular antes de dormir ou procrastinar até o último minuto. Isso acontece justamente por conta do costume. Temos dificuldade para identificar exatamente o que está causando a desorganização e o mal-estar emocional.</p>
<p>E, quando identificamos, é comum haver uma resistência à mudança do hábito nocivo. Afinal, é mais fácil fazer as coisas sempre do mesmo jeito. Acostumado com o passo a passo, o cérebro não precisa pensar para ‘mudar a rota’.</p>
<p>Sendo assim, é importante refletir sobre os nossos hábitos para que hábitos prejudiciais que passaram despercebidos sejam, enfim, identificados e eventualmente modificados. Alguns hábitos são passados de geração em geração enquanto outros são adotados pela convivência com pessoas fora do seio familiar, como amigos e colegas de trabalho. Nesses casos, a mudança é um pouco mais difícil.</p>
<p>Mas todos nós podemos fazer o esforço necessário para mudar as nossas condutas e desenvolver hábitos melhores, ainda que leve tempo para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como os hábitos são consolidados?</strong></h3>
<p>Como dito, os hábitos são formados a partir da repetição no dia-a-dia, por isso, é preciso ter disciplina para consolidar um novo hábito.</p>
<p>O primeiro passo é ter um objetivo, algo que te faça querer perseguir a ideia da mudança e persistir até alcançá-lo. A partir dele, você consegue definir pequenas metas para ajudá-lo a chegar mais perto da sua realização.</p>
<p>O segundo é a rotina. Após definir as suas metas, é hora de entrar em ação! Por exemplo, se você quer adquirir o hábito de leitura, você pode ler entre cinco e 10 páginas no seu intervalo de almoço ou ler durante 20 minutos todos os dias. Essa rotina eventualmente vai formar o hábito da leitura. Não tem problema se você se esquecer de ler por um ou dois dias. O importante é retomar a leitura para não quebrar o ritmo.</p>
<p>Já o terceiro passo é a recompensa, a qual consiste na consolidação do hábito e dos benefícios que vem com ele. No caso do exemplo anterior, a leitura diária que, com o tempo, resulta em um maior número de livros lidos.</p>
<p>Essa mesma fórmula pode ser aplicada para qualquer tipo de hábito que você deseja formar. É preciso ter em mente, contudo, que esse processo não acontece em uma semana. Estima-se que demore cerca de três semanas para que um hábito seja consolidado, mas esse período pode variar de acordo com a personalidade e os objetivos do indivíduo. Algumas pessoas possuem maior resistência à mudança por serem muito apegadas à rotina, então elas tendem a demorar mais para consolidar um novo hábito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Hábitos para adotar a cada ano novo:</strong></h3>
<p>O começo de um novo ano geralmente é um período que desperta a vontade de mudar em grande parte das pessoas. A ideia de renovação envolta na data inspira a reflexão sobre o próprio comportamento, bem como a realização de um saldo de como foi o ano que se passou. O que eu aproveitei? O que posso mudar? O que posso deixar como está?</p>
<p>Sendo assim, é uma época interessante para planejar uma mudança de hábitos. Como muitas pessoas estão com uma disposição semelhante, é mais fácil encontrar alguém para passar por esse processo com você. Deste modo, um incentiva o outro a continuar!</p>
<p>Neste contexto, separamos, a seguir, alguns hábitos cuja adoção é interessante para ter mais qualidade de vida e saúde. Não desanime se você não conseguir consolidá-los logo no começo do próximo ano. A intenção é continuar tentando até que grande parte dos seus hábitos seja de qualidade e traga apenas benefícios para a sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Organização pessoal:</strong></p>
<p>Se você não é uma pessoa organizada ou gostaria de melhorar a sua organização pessoal, por que não trabalhar nisso no próximo ano? A organização pessoal é essencial para conseguirmos funcionar bem no dia a dia. Repense em como você se organizou ao longo do ano para encontrar pontos que podem ser melhorados.</p>
<p>Entre os benefícios que a organização pessoal traz estão:</p>
<ol>
<li>Executar cada função em um determinado período, sem correria e sem estresse;</li>
<li>Não atrasar compromissos;</li>
<li>Encontrar tempo para o autocuidado, como fazer terapia ou praticar exercícios físicos;</li>
<li>Entregar trabalhos acadêmicos e demandas profissionais no tempo certo;</li>
<li>Encontrar tempo para pessoas queridas;</li>
<li>Encontrar tempo para praticar hobbies; e</li>
<li>Trabalhar com produtividade máxima.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Autocuidado:</strong></p>
<p>O autocuidado é a prática de cuidar de si mesmo, colocando-se como prioridade na sua vida. Muitas pessoas colocam as necessidades dos outros acima das suas próprias, deixando de cuidar de sua saúde mental e física. Essa é a receita certa para o desgaste emocional e físico.</p>
<p>A cada novo ano, se pergunte se você tem cuidado de você da forma como deveria. Sem perceber, você pode ter pego os problemas de outras pessoas para resolver. Mesmo que a sua intenção seja a melhor possível (de ajudar alguém querido), é preciso traçar um limite entre o que é seu e o que é do outro.</p>
<p>O autocuidado engloba várias esferas das nossas vidas e, embora não seja possível estar 100% bem em todas elas, podemos trabalhar para encontrar um equilíbrio favorável para o nosso bem-estar emocional. Entre os pilares do autocuidado estão: vida profissional, vida social, vida acadêmica, saúde mental, saúde física, espiritualidade, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Exercícios físicos:</strong></p>
<p>Adotar o hábito de praticar exercícios físicos é sempre uma boa ideia. Por que não começar o ano exercitando-se na academia ou praticando uma atividade física? Além de cuidar da saúde física, os exercícios físicos liberam hormônios que estimulam o bem-estar emocional e dão mais vitalidade para encarar os desafios do dia a dia, como a endorfina e serotonina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Hobby:</strong></p>
<p>Ter um hobby ou passatempo pode não parecer tão importante neste mundo em que a produtividade é supervalorizada. Entretanto, precisamos ter um tempo só para nós, sem envolver ganhos ou perdas ou pressão de terceiros para conquistar alguma coisa. Se existe competição neste caso, é apenas com você mesmo à medida que as suas próprias habilidades se aperfeiçoam com o tempo.</p>
<p>Escolha uma atividade para fazer de hobby e se dedique a ela periodicamente, como, por exemplo, cozinhar, fazer trabalhos manuais, pintar, pedalar, montar quebra-cabeças, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Vida social:</strong></p>
<p>O tempo, ou a falta de tempo, naturalmente afasta as pessoas. Amigos começam a se envolver com os seus próprios compromissos, como trabalho, vida social, casamento, filhos, entre outros. Deste modo, é normal haver um afastamento.</p>
<p>Esse caminho natural da vida pode gerar muito sofrimento e solidão. Afinal, os laços de amizade construídos com o tempo são valiosos e fazem falta. Quando uma amizade ‘enfraquece’, é normal ficar com a sensação de que algo foi perdido e se perguntar o porquê de isso ter acontecido.</p>
<p>Então, procure marcar mais encontros com seus amigos no próximo ano ou, pelo menos, os chame para conversar em aplicativos de conversa. Fique perto de pessoas que importam e lhe querem bem!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Terapia:</strong></p>
<p>Você pode procurar a terapia nos seguintes casos: suspeita de alguma condição de saúde mental, como depressão ou ansiedade; tratar dores emocionais, como conflitos pessoais e traumas; ou para buscar autoconhecimento.</p>
<p>A terapia como ferramenta para o crescimento pessoal ajuda pacientes a traçar um plano de carreira satisfatório, ter relacionamentos amorosos mais saudáveis e elevar a autoestima. Além disso, o acompanhamento psicoterapeutico promove o desenvolvimento da inteligência emocional, essencial para transitar pela vida com mais leveza e menos estresse.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>Grande abraço, um próspero 2023, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura! </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Responsabilidade afetiva: o que é e como reconhecer a falta</title>
		<link>https://bemvivermais.com/responsabilidade-afetiva-o-que-e-e-como-reconhecer-a-falta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não. O que é responsabilidade afetiva: A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja. A&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conceito trata da honestidade e transparência nas relações, sejam elas amorosas ou não.</p>
<h3><strong>O que é responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva diz respeito à honestidade e transparência em uma relação. Significa se responsabilizar pelo que se provoca no outro &#8211; não pela idealização que a pessoa cria, mas pela forma como você está passando aquilo que deseja.</p>
<p>A pessoa responsável afetivamente deve ser ética, agir de acordo com a sua real intenção, sem manobras de poder deliberadas. Assim, responsabilidade afetiva nada mais é que ter consideração tanto com os próprios sentimentos e intenções quanto com os da outra pessoa, além de ter a capacidade de agir com clareza conforme esses sentimentos e intenções emergem.</p>
<p>Colocar-se no lugar da outra pessoa, ou seja, ter empatia, está conectado com a responsabilidade afetiva. <span id="more-2369"></span>isso é importante para não alimentar sentimentos na outra pessoa somente para sentir-se bem quando você sabe que suas intenções não são as mesmas que as do outro.</p>
<p>A capacidade de se colocar no lugar do outro já aciona cuidados com as ações. E ser empático é isso, pensar no impacto que o que eu falo e faço causa na outra pessoa.</p>
<p>Embora a associação mais comum da responsabilidade afetiva seja com relacionamentos amorosos, essa não é a única esfera que na qual ela é importante. É interessante trazer esse conceito para todas as nossas relações: namoro, amizade, família, entre outros.</p>
<h3><strong>Como reconhecer a falta de responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Onde não houver empatia e respeito é o lugar que se reconhece a falta de responsabilidade afetiva. Se alguém te diminui dentro de uma relação apenas para se sentir melhor, este também é um lugar de falta de responsabilidade afetiva.</p>
<h3><strong>Responsabilidade afetiva e reciprocidade afetiva:</strong></h3>
<p>A responsabilidade afetiva e a reciprocidade são conceitos diferentes que não devem ser confundidos. Na responsabilidade afetiva, você mostra seu real interesse e age em coerência com seus sentimentos. Comunica suas intenções e expectativas claramente, de forma responsável &#8211; daí o termo.</p>
<p>Já na reciprocidade, você corresponde ao sentimento de outra pessoa. Muitas vezes, a expressão é utilizada para descrever a situação em que duas (ou mais pessoas) partilham do mesmo sentimento, na mesma intensidade.</p>
<p>É possível tratar as pessoas com quem se relaciona de uma boa maneira, sem ter o mesmo sentimento ou a mesma intensidade recebida. Não somos obrigados a sentir a mesma coisa, mas devemos respeitar os sentimentos, tanto os seus quanto os do outro.</p>
<p>É importante frisar a cautela para que não se tome qualquer &#8220;não correspondência&#8221; em uma relação como falta de responsabilidade afetiva. A idealização do outro não deve ser responsabilidade da pessoa.</p>
<h3><strong>Situações que pedem por responsabilidade afetiva:</strong></h3>
<p>Nas relações de amizade, a responsabilidade afetiva pode ser aplicada de diversas formas, algumas até mesmo complexas. Demonstrar um tipo de carinho, interesse, presença ou se tornar um porto seguro para a pessoa sem que deseje ser de fato, pode vir a causar dificuldades para o outro &#8211; configurando uma irresponsabilidade afetiva.</p>
<p>Também é possível ter responsabilidade afetiva no sexo casual, por exemplo. Nele, você pode realizar seu desejo de sexo sem compromisso, mas com consentimento da outra pessoa e sem ferir ou tolher os desejos dela.</p>
<p>Outro exemplo seria uma relação em que você não tem interesse de namorar e percebe as expectativas da outra pessoa. Sabendo que o sentimento e desejo não são recíprocos, é importante comunicar isto de forma empática, para não criar falsas esperanças no outro apenas para alimentar sua autoestima de alguma forma.</p>
<p>Se eu sei que a minha intenção é, exclusivamente, transar com uma pessoa, eu não devo prometer coisas que não intuo cumprir. Não pergunto nada do tipo &#8216;onde iremos passar o Ano Novo?&#8217;, sendo que passar esse período com a pessoa não é minha real intenção.</p>
<p>De maneira geral, é fundamental desenvolver uma comunicação assertiva dentro de qualquer relação afetiva, assim como ter consciência sobre onde você se encontra na relação e o que você deseja dela.</p>
<h3><strong>Como ter mais responsabilidade afetiva</strong></h3>
<p>Não existem formas de racionalizar a responsabilidade afetiva em tópicos, porém trouxemos algumas reflexões essenciais para quem deseja ser responsável afetivamente. Confira os pontos a seguir:</p>
<p><strong>1 &#8211; Comunique-se bem:</strong></p>
<p>Seja claro naquilo que deseja ou sente pelo outro. Apenas dessa forma é possível entender onde os sentimentos de cada um se encontra e refletir se a forma como se age deve ser modificada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Verbalize suas insatisfações:</strong></p>
<p>Falar sobre aquilo que você discorda também compõe a responsabilidade afetiva, porque, uma vez que a pessoa não se faz entender, o incômodo pode afetar o status da relação. O distanciamento que, muitas vezes, ocorre pode não ser compreendido pela outra pessoa, que sente uma mudança repentina no comportamento.</p>
<p><strong>3 &#8211; Tenha autoconhecimento</strong></p>
<p>Ter consciência de si mesmo é a primeira prática a ser seguida por quem deseja se responsabilizar por qualquer coisa na vida. Quanto mais a pessoa se doa e tem um relacionamento saudável consigo mesma, mais ela consegue levar isso para fora, compreendendo seus processos, suas ações e, claro, aquilo que deseja.</p>
<p><strong>4 &#8211; Cuidado com o individualismo excessivo</strong></p>
<p>Um dos principais pontos para ter responsabilidade afetiva é evitar o individualismo em excesso (ou pensar exclusivamente em si o tempo todo), sem conseguir estabelecer empatia o suficiente pela situação do outro.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Você já ouviu o termo &#8216;Mind Positive&#8217;?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 18:55:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[respeito]]></category>
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					<description><![CDATA[Deixe-me explicar do que se trata&#8230; Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é &#8216;Mind Positive&#8217;. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer Bruna Said, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias! Em complemento ao movimento já bastante conhecido, &#8216;Body&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Deixe-me explicar do que se trata&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é <strong>&#8216;Mind Positive&#8217;</strong>. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer <strong>Bruna Said</strong>, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias!</p>
<p style="text-align: justify;">Em complemento ao movimento já bastante conhecido, <strong>&#8216;Body Positive&#8217;</strong>, o <strong><em>Mind Positive</em></strong> traz em sua raiz <span id="more-1261"></span>algo que a sociedade deveria se lembrar de cuidar SEMPRE, no decorrer de toda a vida (desde a infância!), que é a <strong>AUTOESTIMA e também a habilidade em manter (sempre que possível) a mente positiva!</strong> Capacidades estas que, infelizmente, não tivemos o costume e não fomos educados o suficiente (AINDA!) para todos os dias cultivar e trabalhar tudo isso dentro de cada um de nós!</p>
<p style="text-align: justify;">A positividade e a aceitação com relação ao nosso corpo, que é a proposta do <strong>Body Positive</strong> (além do amor próprio e respeito às escolhas das pessoas), é algo realmente FUNDAMENTAL, porém, como todo tipo de informação e de opinião na internet flui muito desordenadamente, algumas pessoas passaram a tomar apenas uma postura de ódio, pregando a liberdade pela liberdade, sem levar em consideração o processo e o ritmo que cada pessoa tem para entender tudo isso, internalizar os conceitos e, se quiser (por que não?), discordar também.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que todo movimento em prol da saúde do Ser Humano de forma geral deve ser respeitado. O que busco expor para pensarmos por aqui é em suas ramificações que ganham tamanho também muito rápido, contudo, acabam fugindo de seu conceito original e maior: o &#8220;APRENDER A SE CONHECER, SE RESPEITAR E SE AMAR COMO REALMENTE É!&#8221;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como se posicionar então? Em que exatamente devemos focar?</h3>
<p style="text-align: justify;">É necessário que nos concentremos na <strong>saúde emocional</strong> das pessoas, e, para cada um, isso pode ser diferente, por isso a enorme incompatibilidade em se ter padrões de beleza (ou de saúde física também!) estabelecidos como métricas em que todos devemos nos encaixar. Todo tipo de exigência, se pensarmos bem, é absurda, quando já sabemos que cada um tem sua genética, seu biotipo, sua criação cultural, suas preferências e seu bem estar baseado em coisas distintas de seu próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então podemos dizer, com 100% de certeza, que será impossível uma pessoa se aceitar e se amar sem que, antes e, em paralelo a isso, sua autoestima e seu autoconhecimento sejam incentivados a trabalhados. Além disso, é imprescindível que tenhamos a positividade como norte, antes de dirigir nossa atenção e esforço apenas aos formatos e liberdade de expressão dos corpos. <strong>É como se o &#8216;Mind Positive&#8217; fosse um caminho para se chegar ao &#8216;Body Positive&#8217;. Um não anda sem o outro!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como muito dizemos aqui no Blog da Bem Viver+,<strong> saúde física e emocional/mental caminham JUNTAS!</strong> Não há meio de separá-las. Estarão sempre e constantemente influenciando uma a outra.</p>
<h3 style="text-align: justify;">E o que mais é importante, na verdade fundamental, que você saiba:</h3>
<p style="text-align: justify;">Pela visão holística, que há nas terapias complementares atualmente, devemos inclusive considerar a <strong>saúde espiritual</strong> também. Algo que, infelizmente nossa medicina ocidental, tradicional e cartesiana não reconhece. Ou seja, jamais devemos colocar no topo apenas um &#8220;ator principal&#8221;, mas sim todo o elenco que nos forma como somos: <strong>seres humanos que comportam diversas dimensões, existindo no mundo de diversas maneiras que não somente um corpo no espaço físico.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Concluindo&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Essa não é uma discussão nova, contudo, os movimentos e a disseminação desses conceitos e suas repercussões pela internet e Redes Sociais, são sim, algo bastante novo, que permite que tudo e todos possam se expressar (o que é ótimo, porém exige cautela de quem está lendo e assistindo aos conteúdos!).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, temos de tomar cuidado com as posturas radicais adotadas por aí, com seus discursos de ódio contra padrões (quaisquer que sejam), e também não cair nos discursos de sempre da indústria e da mídia do emagrecimento, que segue pregando as mesmas métricas e velhas receitas, como se todos fossem ser felizes e realizados daquela determinada forma, quando sabemos, há tempos, que <strong>NÃO SÃO.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não somente não são todos felizes com esses padrões como também acabam adoecendo. Se não entram para a triste estatística que só cresce do número de pessoas com Depressão no mundo, entram nas estatísticas das outras doenças mentais e transtornos relacionados à essa vida de &#8220;tentar se encaixar e se emoldurar&#8221; aos modelos, podendo ir de um transtorno do espectro da Ansiedade (como pânico, crises de ansiedade ou compulsões), até Transtornos Alimentares como Bulimia, Anorexia e os demais já bastante conhecidos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Proposta Final:</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de nos posicionarmos apenas para ir de encontro e confrontar os movimentos criados, por que não começamos, cada um consigo mesmo, a nos conhecermos, valorizando, honrando e respeitando nossa história, aprendendo aos poucos a entender e aceitar nossas características como são, sem olhar pra si com crítica, com ódio, mas sim, buscando entender que não temos defeitos ou problemas, apenas diferentes características e, após isso, iniciar um auto cuidado e preservação, fazendo tudo que estiver ao nosso alcance por nossa saúde, para termos, principalmente, alegria e qualidade de vida, para podermos viver mais e melhor. Somente assim para aceitarmos  nosso próprio padrão, evitando doenças emocionais (e físicas também). Comece com você!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que tenha usufruído e gostado desse conteúdo! Aproveite a passe na aba &#8216;VÍDEOS&#8217; lá em cima, pois também será publicado o vídeo da criadora do &#8216;Mind Positive&#8217;, Bruna Said. Até breve!</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Para verificar o texto da Bruna que lançou o Mind Positive, é só clicar <a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/movimento-que-visa-positividade-com-a-mente-e-criado-em-campinas,1f91737c6d3cee7cca60e92db51c0775isn2m7s1.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AQUI!</a></li>
<li style="text-align: justify;">Caso queira conhecer melhor a criadora desse movimento, acesse seu site: <a href="http://brunasaid.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://brunasaid.com.br/</a></li>
</ul>
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		<title>A Era da Super Autoexigência e seu Prejuízo na Vida das Pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2019 23:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[preguiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Nunca enfrentamos uma era com tanta procrastinação, preguiça, desânimo, e, ao mesmo tempo, precisando lidar  com tanta pressão/agitação, stress e, com isso, nós psicólogas(os) fechamos, cada dia mais diagnósticos com os sintomas  supra citados, ou seja, os casos de Depressão, Transtornos de Ansiedade (como Pânico, Ansiedade Generalizada, Síndrome do Pensamento Acelerado) etc aumentam a cada dia.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nunca enfrentamos uma era com tanta procrastinação, preguiça, desânimo, e, ao mesmo tempo, precisando lidar  com tanta pressão/agitação, stress e, com isso, nós psicólogas(os) fechamos, cada dia mais diagnósticos com os sintomas  supra citados, ou seja, os casos de Depressão, Transtornos de Ansiedade (como Pânico, Ansiedade Generalizada, Síndrome do Pensamento Acelerado) etc aumentam a cada dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que isso tem a ver com o título desse artigo?!<span id="more-1212"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esses problemas na saúde emocional e mental das pessoas as faz pensar demais, planejar demais, se autoexigindo em demasia, com perfeccionismo (uma característica nem sempre benéfica aos indivíduos). Então, para que um projeto saia do papel, aparentemente será sempre necessário muito trabalho, aperfeiçoar e melhorar todos os mínimos detalhes (nada parece estar bom o suficiente &#8211; nunca &#8211; para esse tipo de pessoa), para colocar em prática. Isso causa ainda mais stress, iniciando um ciclo vicioso.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Não consigo realizar nada do que quero (ou preciso), não sou bom(a) o suficiente, por isso nunca terei resultados ou sucesso!&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Já conheceu alguém ou se identificou de alguma forma com a fala acima?!</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, além de ter que lidar com a própria exigência, essas pessoas acabam se preocupando demais com a opinião alheia. Para elas, aparentemente, todos a estão julgando e avaliando (o tempo todo), além disso, querem dar orgulho aos pais, fazer bonito para os amigos, buscam o elogio do(a) chefe, não suportam ser criticados(as), e por aí vai&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por quererem se adequar à uma &#8220;régua de qualidade&#8221; muito alta e complexa de alcançar, seus contínuos esforços os esgotam, por isso a frase inicial desse artigo explicando sobre a fase de extremismos que vivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Consequência: muitos desses cidadãos sempre sentem-se atrasados, inúteis (frente ao que gostariam de ser capazes de fazer de fato), e, ao invés de buscarem se conhecer o suficiente para entenderem qual o SEU melhor ritmo, seguem assumindo responsabilidades demais, pelo desejo de serem superhumanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal estresse, cansaço mental/físico, ansiedade, autocobrança em exagero levam a outras doenças, afinal o corpo está esgotado, o cérebro e o todo o sistema nervoso central entrando em colapso, liberando na corrente sanguínea cada vez mais cortisol (hormônio do stress, que nos prepara para enfrentar perigos, nos torna mais alerta e espertos). Em determinadas situações de risco ou de perigo, essa reação do corpo é considerada saudável, porém, todos os dias, em todos os ambientes, colocando-se prazos cada vez mais surreais, travando verdadeiras batalhas contra si mesmo, achando que assim será uma pessoa &#8220;mais produtiva&#8221;, é autoenganação. Tudo isso não passa de uma grande armadilha, que alimenta o sistema de recompensa do cérebro, fazendo-o se aniquilar a cada nova tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que podemos concluir a partir disso tudo?</strong> Muitas vezes é fundamental ter o seguinte conceito consigo: &#8220;<span style="text-decoration: underline;">o feito é melhor que o perfeito</span>&#8220;! Você não precisa se exigir tanto assim com absolutamente TUDO!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outra regra essencial:</strong> <span style="text-decoration: underline;">saber qual o seu melhor ritmo pode te tirar de muitas encrencas, de muitos problemas de saúde, tanto físicos quanto mentais/emocionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;">E, por último, saber que realmente <strong>você não deve nada à ninguém, a não ser para você mesmo(a),</strong> pode te salvar e fazer com que você realize muito mais do que quando se exige &#8220;além da conta&#8221;, pensando mais nos outros do que no que verdadeiramente é IMPORTANTE que seja feito!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é IMPORTANTE para você hoje?</strong> Sua saúde não está indo tão bem? Então busque ajuda profissional! Quais soluções são possíveis e viáveis hoje que facilitariam seu dia a dia, poderiam incluir ajuda das pessoas ao seu redor, poupando seu tempo e esforço e que, mesmo assim, resolveriam os problemas à sua frente?!</p>
<p style="text-align: justify;">Comece a se perguntar sobre sua vida atual, buscando entender o que DE FATO é sua responsabilidade e o que é possível deixar de lado, delegar, pedir ajuda, modificar a exigência ou o PRAZO para ser concretizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba que você é capaz e pode realizar basicamente tudo que deseja em sua vida, mas pode (E DEVE) quebrar suas metas em partes menores e mais alcançáveis! Também pode ter ajuda de profissionais, de pessoas que podem tornar tudo mais leve e prazeroso!</p>
<p style="text-align: justify;">Quem está constantemente correndo, se cobrando demais, perde a oportunidade rara de CAMINHAR no seu próprio ritmo, perde saúde, perde oportunidades únicas, com pessoas queridas, pois acaba se preocupando em atender as demandas alheias, de maneira específica, esquecendo-se muitas vezes o que realmente importa para si. <strong>Para sua própria vida, saúde e alegria.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Preserve-se, ame-se, compartilhe suas preocupações, delegue deveres, desacelere, <strong>encontre o melhor ritmo para você e saiba que ninguém está te julgando ou avaliando tanto assim quanto você imagina</strong>, pois essas pessoas têm suas próprias vidas para se preocupar, e você não deve sentir que deve nenhum resultado à elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que esse conteúdo possa te fazer refletir sobre <strong>quem você deseja ser a partir de agora.</strong> E não importa como foi até então, até ontem, o que interessa é como você vai passar a agir HOJE.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço para você e volte a cada 15 dias, pois temos sempre conteúdo de qualidade para você em nosso Blog!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até a próxima!</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O que sua imagem diz sobre você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 23:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte: O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que você transmite, que mensagem ou que recado você passa através de sua imagem? E o que você realmente quer passar?! Até aqui tudo bem! Mas e quando nos questionamos sobre o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que estou passando é o que realmente sou?! Aí pode complicar um pouquinho não é mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Poemos dizer aqui que a imagem que alguém transmite é um conjunto de <span id="more-911"></span>itens, uma série de comportamentos que podemos visualizar em uma pessoa, ou seja, não se trata apenas de sua aparência física ou da forma como se veste, mas também, a postura com que se anda, senta, como se porta com seu corpo durante uma conversa, uma entrevista formal ou em um relacionamento íntimo, que estilo adota (nos seus acessórios penteado, cores etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro post poderemos explorar um segundo passo que vai além de nossa imagem, que são os gestos e atitudes que compõe nossa linguagem corporal, mas, hoje vamos começar do começo! Nossa primeira impressão, o que desejamos transmitir e passar aos outros ao nosso redor. Que recado deixamos àqueles que estão nos vendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto você precisará diferenciar algo fundamental&#8230;.que é <strong>sensação de sentimento e vontade de personalidade</strong>. Eu já explico! Contudo, esse é o maior erro das pessoas ao tentar traduzir o que os outros estão tentando passar com sua imagem. Acabam julgando, quando poderiam analisar, tentar compreender melhor o que está por trás de certas escolhas e atitudes, mas ficam presos no conforto do pré-conceito, com preguiça de desvendar, decifrar as nuances e contornos que uma imagem esconde.</p>
<p style="text-align: justify;">Então me permita explicar:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sensação =</strong> tato, como você se sente com relação à sua pele, ao toque, se algo é confortável ou desconfortável, apertado ou largo, se penica, se é fofo e quentinho ou um tecido geladinho e refrescante&#8230; e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sentimento =</strong> é como se sente com relação às suas emoções, ou seja, sente-se uma pessoa poderosa, inteligente, sexy, romântica, divertida, irônica, sarcástica ou com raiva, tristeza, medo, raiva&#8230;.acho que deu pra pegar a diferença, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vontade =</strong> aquilo quero passar, que desejo que os outros entendam, como quero ser visto e apreciado(a).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Personalidade =</strong> o conjunto das minhas características, formadas pela minha história e decisões únicas, que mais ninguém poderia sentir ou compartilhar e que formam a minha maneira de ser no mundo, de compreender as coisas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes uma peça de roupa ou acessório que você escolhe, traduz tanto sua emoção do momento, quanto agrada seu corpo, mas isso nem sempre ocorre. As vezes nos sentimos maravilhosos às custas de algo super desconfortável, mas, também podemos nos sentir poderosos e únicos vestindo algo casual e confortável, como uma calça jeans e uma camiseta! Diferente do que se pensa e diz por aí. Por que não?! Mas isso é tarefa para irmos evoluindo conforme nossa sociedade conseguir abrir a mente, cada um no seu ritmo. O que existe, por enquanto, é o velho (e nem sempre tão incorreto assim), julgamento da &#8220;primeira impressão&#8221;. Então vamos à isso!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pergunta que fiz no título segue a partir daqui:</strong> que mensagem você está transmitindo para quem te vê ou se relaciona contigo? Essa imagem tem a ver com quem você realmente é ou com quem você gostaria de ser? Pense bem! Não tem nada de errado em se vestir como alguém que NÃO somos, mas como isso pode nos afetar? Será que isso te distancia, cada dia mais,de sua identidade? Bloqueando seus reais sentimentos?</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: Se você não gosta de nada te apertando, penicando e preza pelo conforto, roupas &#8220;fresquinhas&#8221; e largas, é necessário assumir sua preferência e não se sentir em nenhum momento inferior à nada nem ninguém. <strong>É necessário construir seu estilo junto com sua autoestima e amor próprio</strong>, para não se passar pelo que você <strong>não é, </strong>como também para sair de uma postura muito comum,uma desculpa de que <strong>&#8220;você só não se veste diferente ou melhor porque não pode&#8221;. Melhor que o que? Melhor que quem? O que é melhor de fato?</strong> É vestir-se e construir seu estilo pensando no oposto, ou seja: <strong>mesmo que eu pudesse, não me vestiria diferente disso! Esse(a) SOU EU.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode brincar com seu estilo, mesmo seguindo as <strong>boas práticas</strong> (para não dizer regras, porque não são), que existem na sociedade. Por exemplo: você pode gostar de shorts e regata, mas não vai assim numa empresa fazer entrevista, certo? Mesmo assim, você pode utilizar algo que deixe marcado às pessoas sobre sua personalidade e estilo, como um colar, uma bolsa, um sapato, algo que mostre para os outros quem realmente você gosta de ser.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agora vamos à análise que geralmente é feita por todos e pela sociedade, o famoso julgamento!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você conhece, por exemplo, uma mulher que sempre, em qualquer situação, está vestindo saia curta e decotão (seja frio, calor, jantar de família ou churrasco), muitos diriam, no mínimo, que está sempre querendo sobressair, chamar atenção, seduzir (como muitos ainda criticam), não é isso que acontece?</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, alguém já tentou se perguntar o real motivo, o porquê de verdade, sobre o que a pessoa pensa e sente sobre si mesma para escolher essa ou aquela peça de roupa?! Tudo bem, pode até ser que ela esteja querendo chamar atenção etc, <strong>mas a pergunta a ser feita é outra: Então, o que a faz se sentir assim?</strong> Por que sente que precisa atrair esse tipo de atenção? <strong>Entendeu a diferença?</strong> Isso é trocar o julgamento pela curiosidade! Existe o óbvio e existe aquilo que todos nós tentamos sempre compensar e equilibrar dentro do que sentimos, por isso escolhemos essa ou aquela forma de nos expressar, de nos vestir etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo: aquele que sempre está &#8220;largado&#8221; como se diz por aí, de chinelo, bermuda e regata, ou aquela menina que nunca põe maquiagem, usa sempre as mesmas peças. Você consegue ter <strong>100% de certeza</strong> que eles são assim apenas porque &#8220;não são vaidosos&#8221; ou porque &#8220;são relaxados&#8221;???? Ou você se preocupa mais com o <strong>como eles estão se sentindo (sentimento) e com a real vontade e personalidade deles</strong>, se estão felizes e satisfeitos com a vida desse jeito mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo da mídia existem algumas polêmicas, como por exemplo o caso do Steve Jobs, que sempre se vestiu com calça jeans e camiseta preta. E essa era a identidade dele.  Os grandes conflitos que existem por conta disso, tem a ver com <strong>passar uma mensagem que na realidade não condiz com QUEM você é de fato e com o que você quer transmitir.</strong> Até por que isso varia de acordo com a situação e as pessoas com quem vamos nos encontrar, não é verdade??</p>
<p style="text-align: justify;">O questionamento que eu quero deixar aqui como <strong>principal reflexão de toda questão de imagem e vestuário é seguinte: </strong>O que você veste e usa está alinhado ao que você realmente gosta e à como está se sentindo no presente? Está diretamente ligado a QUEM VOCÊ É NA SUA ESSÊNCIA? Ou você está buscando, na realidade, satisfazer uma expectativa de outra ou outra(s) pessoa(s)? Querendo passar uma imagem de algo que não tem ou não é, apenas para preencher um espaço, um vazio ou uma dor que não sanou ainda em sua mente e seu coração?! Bote os neurônios pra trabalhar!</p>
<p style="text-align: justify;">Busque pela congruência e pelo amor próprio acima de tudo! Vista-se e escolha o que você quer usar com a tranquilidade de aquilo representar você e mais ninguém, e está tudo bem se existem outros estilos para o mesmo tipo de ocasião, afinal, <strong>se você não estiver desrespeitando ninguém, invadindo o espaço ou a liberdade dos que estão à sua volta, você não tem nada a perder por ser quem é!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As boas práticas estão aí para nos guiar, mas elas com certeza não devem definir quem devemos ser, quem é &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221; ser, ou nos impedir de sermos <strong>autênticos, espontâneos e originais!</strong> A moda traz novidades, traz tendências, mas a palavra é essa: TENDÊNCIA, não regra. Ninguém é obrigado e não deveríamos ser julgados por escolhas que nos fazem bem e traduzem quem somos. Todavia, como falei esse dia vai demorar a chegar.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, fique com o desafio de ter a coragem  de passar a imagem de quem você é realmente. Algo que já tem sido muito complexo para muita gente! Ainda há muita insegurança, falta de autoconfiança e de amor próprio. Portanto, conheça-se bem e profundamente, empodere-se, desconstrua-se por inteiro(a) se for necessário, <strong>tudo o que auxiliar na construção de sua melhor versão!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A única REGRA, repito: é <strong>respeitar o espaço e as pessoas ao seu redor! Não invada a liberdade de ninguém, e saiba lidar com as consequências e julgamentos de suas escolhas, da melhor forma possível: sendo autêntico, natural e original NO SEU ESTILO! Acima de todo estilo está a elegância e o charme de uma boa educação, de valores e princípios éticos, a maravilha da simpatia e da empatia!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E quando for olhar para o outro, olhe com os olhos que gostaria de ser visto(a): com amor, fazendo as perguntas corretas para si mesmo: o superficial e aparente nem sempre traduzem a essência de uma determinada pessoa!</p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigada por seu tempo e sua atenção até aqui! Para ler mais sobre sua saúde emocional e mental, continue ligado(a) no nosso Blog! Duas vezes por mês publicamos coisas novas, mas você já deu uma olhada em tudo que tem por aqui?! <strong>Você não perde por explorar!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Forte abraço!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Competição, comparação e a necessidade de autoafirmação: Não caia nessa pegadinha!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2017 06:16:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você com certeza já deve ter percebido e muito provavelmente já teve de lidar com pessoas que estão constantemente tentando compensar o que lhes falta através de comentários e atitudes auto-afirmativas. O problema é que elas são, provavelmente, as únicas que ainda não se deram conta disso, ou seja, que ainda não sabem que seu&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você com certeza já deve ter percebido e muito provavelmente já teve de lidar com pessoas que estão constantemente tentando compensar o que lhes falta através de comentários e atitudes auto-afirmativas. O problema é que elas são, provavelmente, as únicas que ainda não <span id="more-864"></span>se deram conta disso, ou seja, que ainda não sabem que seu comportamento se trata de seu principal mecanismo de defesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós estamos em constante crescimento e construção, é claro, porém, a necessidade de auto-afirmação contante (para quem está se perguntando, é aquele tipo de pessoa que precisa dizer o quanto se destaca o tempo todo, apostando ser sempre a&#8221;última bolacha do pacote&#8221;), é algo que esconde, quase sempre de forma efetiva, uma carência ou dor, sejam elas antigas, recentes, constantes ou passageiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos em seu entorno cansam-se rapidamente, pois, ao tentar se aproximar, relaxar e interagir, infelizmente acabam &#8220;vencidas pelo cansaço&#8221;, por não quererem competir, e precisam tonar-se ouvintes pacientes, sorrindo discretamente, tentando evitar um desagradável embate competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez há mais pessoas &#8220;vendendo&#8221; perfeição ou então tentando transparecê-la em tudo que fazem, não se permitindo, em nenhum momento sequer, estarem erradas, cansadas, imperfeitas, sendo naturalmente humanas e problemáticas. Como se fosse errado, pecado, ou, como se realmente importasse o fato de sermos incompletos. Estão preocupadas em não transparecer sua normalidade, sua monotonia, porque isso lhe deixa envergonhadas, atacando sua principal &#8220;ferida&#8221;: uma autoimagem e autoestima embaçadas e enfraquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O excesso de perfeição, resultado, sorte ou alegria apresentadas por essas pessoas (muitas vezes por questões pontuais, momentâneas), não passa de uma carência. Mesmo que você tente fazer parte da conversa, equiparando-se às situações, não há uma via de mão dupla no diálogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, ao perceber esse tipo de comportamento, respire fundo e busque distrair-se ou até mesmo concordar com o que a pessoa diz, pois assim, mais cedo aquele tópico da conversa será encerrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem todos se atentam para a necessidade de cuidar de sua saúde emocional, fortalecer seu autoconhecimento e inteligência emocional, então precisamos ter sempre cautela e buscar agir de forma com que fiquemos tranquilos e com a consciência leve. Não caia nessa roubada de competir ou de ficar alimentando a necessidade de autoafirmação desses indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já passou por esse tipo de situação? Como foi lidar com essa pessoa? Como você busca reagir nesses casos? Conte-nos nos comentários abaixo para enriquecer esse post! E não esqueça de compartilhar em suas redes sociais para que mais pessoas se atentem ao se deparar com essa pegadinha!</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço!</p>
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		<title>Será que você é hipersensível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 11:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível. Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sentimentos exacerbados, dores amplificadas, mente borbulhante, angústia com o que não lhe diz respeito, intuição aguçada, espontaneidade inocente. Talvez você também seja um hipersensível.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando entra em um ambiente onde as pessoas não estão bem, fica mal sendo que a sensacão desagradável se mantem impregnada em você durante periodo de tempo excessivo? Um simples comercial de TV te faz chorar? Costuma sentir em si mesmo o que o outro está sentindo? Facilmente se comove com a dor alheia? <span id="more-2492"></span>Grandes catástrofes e desgraças do mundo te afetam além do que seria visto como normal? Se a maioria ou todas suas respostas foram positivas, então você faz parte dos Humanos Hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O que se pode entender sobre este tipo de pessoas? Até que ponto é bom e saudável ser deste modo e até que ponto sensíveis demais podem prejudicar a si mesmos? O que fazer ao se identificar hipersensível? E como ajudar pessoas neste padrão de funcionamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Se não formos uma pessoa hipersensível, com certeza, estaremos cercados por algum. As pesquisas mostarm que 20% da populacão o é. Para um hipersensível, diagnosticar-se como tal é algo muito importante. Na verdade, um divisor de águas. Enfim, começamos a nos entender. Não somos exagerados, mimados ou dramáticos, como quase nos fizeram acreditar. Somos dotados de uma característica peculiar e determinante, a qual, por não podermos abrir mão, é necessário que aprendamos a manejar da melhor forma possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com o passar do tempo, é difícil chegarmos a uma conclusão exata de quanto da hipersensibilidade é “defeito” (negativo) e do quanto é “qualidade” (positivo). Mas, é o que nos adjetiva, nos compõe, nos impulsiona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em razão da sensibilidade exacerbada, a dor, para nós, é &#8211; de fato &#8211; muito mais intensa. Tanto a física, quanto a emocional. A recuperação de uma cirurgia é muito mais penosa e demorada, por exemplo. Os exercícios físicos nos desgastam mais que aos demais. Uma gripe tem o poder de nos incapacitar. Entendemos, então, que não podemos servir de parâmetro para muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sentimentos, da mesma forma, são elevados ao cubo. Indiferenças nos entristecem bastante. Grosserias nos destroem. Barulhos excessivos afetam bastante os que sentem demais. Podemos ficar desconcertados com músicas muito altas, máquinas trabalhando ou pessoas gritando.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas que podem não ter grande relevância para a maioria das pessoas, para os hipersensíveis são essenciais, e seria interessante que os que conosco convivem soubessem medir as palavras usadas, lembrar datas marcantes, atentar ao tom de voz, repetir elogios e evitar estressores desnecessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hipersensíveis evitam conflitos ao máximo. Não apenas os que os envolvem, mas qualquer conflito. Presenciar uma agressão entre estranhos, por exemplo, pode os fazer sentir muito mal. Sentindo os golpes quase como se fossem dados neles.</p>
<p style="text-align: justify;">Presenciar injustiças os faz estremecer. Podem não ter nenhuma relação com a situação, mas não conseguem se manter neutros. Se, por alguma razão, não se envolvem &#8211; de fato &#8211; no ocorrido, certamente ficarão com aquilo na cabeça durante muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Empatia também é uma palavra que os define. Moradores de rua, crianças carentes e pessoas doentes os fazem murchar. Ver um animalzinho morrer pode acabar com o dia deles. Até mesmo as tristes e violentas histórias passadas cotidianamente nos noticiários os fazem muito mal. Melhor manter distância.</p>
<p style="text-align: justify;">O sofrimento alheio os atinge diretamente. Faz doer o coração. Querem ajudar a todos que vêem em necessidade. Não entendem como podem viver leve e alegremente em um mundo onde muitos estão passando por grandes dificuldades, das mais diversas ordens. A compaixão, desta forma, é imensa. Às vezes, pode até causar transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas hipersensíveis podem buscar alívio no álcool ou nas drogas, no sentido de anestesiarem o excesso de percepção e dor causado pela sensibilidade também excessiva. Muitos entram em depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles tem a vantagem, por outro lado, de ficarem bem quando sozinhos. Na verdade, um pouco de solidão é essencial para um hipersensível. Precisam acalmar a mente, colocar a casa em ordem, dar uma aliviada. O silêncio, nesse ponto, é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Expressam os sentimentos com mais facilidade do que os demais. Se estão tristes ou emocionados, chorar não é problema. Aliás, choram bastante, às vezes até sem saber exatamente o por quê. Talvez, excesso de informação. É um alívio, uma forma de extravasar o que não cabe mais dentro deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da sempre excelente dica de se fazer terapia, é bom ter alguém de confiança para os acompanhar e ajudar nas dificuldades e êxitos. Existem dicas pessoais para lidar com o dia-a-dia e principalmente para diminuir a tensão e ansiedade em relações afetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, também riem sem fazer cerimônia. Quando algo é engraçado, divertido ou excitante, ora, não há porque reprimir o sentimento. São espontâneos. Se envolvem e se empolgam com facilidade. Às vezes passam por inocentes demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também são intuitivos e, não raro, captam as emoções e sensações dos ambientes. Sentem quando não são bem vindos, quando a situação é forçada, quando a intenção não é tão boa assim. Deveriam dar mais crédito aos <em>insights</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">São pensadores profundos. A mente, efetivamente, borbulha (ainda que saibam que isso os consome). Procuram explicações, soluções, inovações. O comportamento humano os fascina. A dinâmica da vida – e da morte -, igualmente. Vivem tentando entender o mundo. Buscam o sentido das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">É trabalhoso. É sofrído. E muitas vezes, exaustivo. Mas é gostoso. É encantador. Na verdade, essencial. Não saberiam viver de outra forma, com outra intensidade. O tom é esse. A hipersensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque ajuda sempre, pois somente se conhecendo ao máximo, você poderá ter um nível maior de qualidade de vida, enxergar maior sentido no que faz e com quem se relaciona, além de estabelecer uma relação mais saudável com o mundo e seu papel nele. E volte sempre ao nosso Blog, pois a cada 10 dias temos novos e interessantes conteúdos ligados à sua saúde emocional! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- Você é um hipersensível?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html">http://somostodosum.ig.com.br/artigos/psicologia/e-voce-e-um-hipersensivel-11176.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">2- Nós, os hipersensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html">http://obviousmag.org/divagacoes_em_prosa_e_verso/2015/12/nos-os-hipersensiveis.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>A imensa aventura do “Conhecer-te a ti mesmo”. Será que você está pronto(a)?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jun 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[A jornada do Autoconhecimento é uma viagem sem volta. Quanto mais se caminha pra dentro de si e de sua história, maior é o grau de transformação e maiores são as possibilidades da mudança no padrão de comportamento e na visão que se tem de sua vida e de tudo à sua volta. Carl Jung&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A jornada do Autoconhecimento é uma viagem sem volta. Quanto mais se caminha pra dentro de si e de sua história, maior é o grau de transformação e maiores são as possibilidades da mudança no padrão de comportamento e na visão que se tem de sua vida e de tudo à sua volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Carl Jung sabiamente nos ensinou: “Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta!” O quão sincero(a) você tem sido consigo mesmo(a) a seu respeito? <span id="more-2491"></span>Nesse ‘despertar’ que Jung propõe, todo cuidado é pouco! No caminho sempre haverá flores e espinhos, portanto, não se deixe enganar caso, durante sua viagem, você enxergue apenas o caminho florido ou apenas o caminho espinhento. Se estiver se percebendo num desses caminhos, sua visão e compreensão com certeza estão distorcidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta investigar o que há dentro de você apenas com “olhos de mel”, enxergando tudo o que há de bom e bonito, como que mascarando e evitando suas sombras. Da mesma maneira, também não é recomendado olhar-se apenas “com olhos de fel”, a mergulhar intimamente apenas em sua escuridão e no lado negro da força. Temos que reconhecer e dimensionar, o mais fielmente possível, ambos lados, sabendo que não existe uma divisão, não estamos cindidos, tudo está sempre junto e misturado: luz e sombra, virtudes e fraquezas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das estratégias mais eficazes e simples para iniciar essa jornada é se perguntando e observando o que você pensa e sente em relação aos outros. Um pouco esquisito esse exercício, não é?! Vamos elucidar melhor então o motivo dessa eficácia:</p>
<p style="text-align: justify;">Não é à toa que Freud dizia: “Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo”. Ouvir o que os outros dizem, nos dá mais informações sobre a personalidade, o caráter e a posição daquele indivíduo, do que de quem ele está falando propriamente dito. Através do que o outro nos revela, de como ele se comporta e até observando o que ele deixa de dizer ou deixa de fazer, podemos entender muito a seu respeito. Assim também o é conosco. Observando cada atitude e palavra nossa, ou cada silêncio e cada sentimento que nos é despertado (se realmente estivermos atentos aos detalhes), saberemos mais sobre como funcionamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquilo que nos incomoda no outro e no mundo, por exemplo, dirá muito mais a nosso respeito do que de qualquer outra coisa/pessoa. Assim também o é com aquilo que nos satisfaz, nos encanta. Através de um simples comentário ou gesto (ou até da falta deles), podemos saber se estamos sentindo preconceito, medo, nojo, carinho, admiração, enfim, tudo aquilo que conseguirmos observar em nós, será um fato, uma sentença a nosso respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse ponto de nossa reflexão, alguns questionamentos serão cruciais: “Será que você conhece verdadeiramente sua essência?” “Saberia dizer, sem titubear, o que realmente é parte do seu caráter e personalidade e o que você, na realidade, apenas pensa que é?!”</p>
<p style="text-align: justify;">Pode até parecer fácil essa tarefa da observação e constatação dos fatos sobre nós mesmos, todavia, o quanto de imaginação e de “achismos” você acredita que pode estar misturado à sua realidade? Quantas vezes você tentou vender uma imagem e soube, mais tarde (ou até mesmo já sabia), que aquele(a) não era você de verdade? A maioria de nós tem a tendência de pensar sobre si imaginando o que deveríamos ser ou que gostaríamos que os outros pensassem que somos. Por isso a tarefa de se conhecer e assumir pra si mesmo qual o seu verdadeiro EU é tão complexa e delicada, cheia de armadilhas e desilusões.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando passamos a entender e decifrar quais são os artifícios dos quais utilizamos para manipular, disfarçar ou proteger nossas reais intenções e opiniões, essa aventura do autoconhecimento torna-se mais reveladora. Desvendar quais são seus mecanismos de defesa e como você busca compreender e responder ao mundo a sua volta, será ao mesmo tempo traumático e libertador.A partir do momento que sabemos como de fato somos e funcionamos, automaticamente aumentamos nosso quociente de inteligência emocional, pois teremos maior controle do nosso pensar, sentir e consequentemente do nosso agir. Essas habilidades nos deixam mais realistas, mais empáticos e menos reféns de nossas emoções e traumas, levando-nos a reagir de maneira muito mais adequada e racional às diferentes dificuldades e questões do dia a dia e também facilitando o relacionamento com todos a nossa volta, pois, uma vez que nos conhecemos e nos deciframos, faremos o mesmo com nossos semelhantes, muito mais facilmente que antes.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Quer um outro ótimo exercício para iniciar sua jornada?! Então faça estas perguntas abaixo a si mesmo e as responda pensando única e exclusivamente em VOCÊ, sem incluir absolutamente nada de fora nem de outras pessoas:</li>
<li>O que você gosta de fazer? (No âmbito dos relacionamentos, do trabalho, dos hobbies e em qualquer outra situação);</li>
<li>O que te faz feliz?</li>
<li>Do que você não gosta?</li>
<li>Quais são seus objetivos pessoais e profissionais?</li>
<li>Como e onde você deseja estar daqui a 5, 10 ou 50 anos?</li>
<li>Como as pessoas a sua volta o definem?</li>
<li>Quais seus maiores desejos e sonhos?</li>
<li>Quais suas maiores realizações?</li>
<li>Quais seus maiores arrependimentos?</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Boa Viagem! </strong>E volte sempre ao nosso Blog, pois a cada 10 dias temos novos e interessantes conteúdos ligados à sua saúde emocional! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora: Natália Ceará &#8211; Psicóloga, Palestrante &amp; Criadora do curso Autêntica-Mente</strong>, cujo intuito é que você performe com autenticidade na vida e na carreira. Estruturado a partir de mais de 13 anos de experiência (como profissional autônoma e celetista) e que utiliza ferramentas e técnicas de autoconhecimento e  inteligência emocional para garantir resultados sólidos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (19) 98456-5566 (Whatsapp disponível de segunda á sexta das 09h às 19h) ou pelo e-mail nataliacceara@gmail.com<br />
<strong>Mídias:</strong><br />
Instagram: @natceara<br />
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/nat%C3%A1lia-cear%C3%A1-a3419330/</p>
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