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	<title>Arquivo de Psicologia: Distúrbios emocionais - Bem Viver Mais</title>
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	<title>Arquivo de Psicologia: Distúrbios emocionais - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Transtorno de Acumulação: o que é, causas e tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 17:55:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem. Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem.</p>
<p>Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para o desencadeamento de outras questões emocionais, como o sofrimento, a angústia e os conflitos (internos e externos).</p>
<p>Neste artigo, vamos falar tudo sobre o Transtorno de Acumulação para que você o conheça e possa perceber se há chances de alguém ao seu redor tê-lo. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o Transtorno de Acumulação?</strong><span id="more-2754"></span></p>
<p>O Transtorno de Acumulação consiste no acúmulo de objetos de pouco ou nenhum valor. O portador dessa condição possui muita dificuldade, e até mesmo uma angústia profunda, para se desapegar de tais itens, o que faz com que ele os acumule.</p>
<p>É muito importante diferenciar esse transtorno das coleções. Isso porque o colecionador acumula itens de uma mesma categoria e de forma ordenada.</p>
<p>Enquanto isso, a pessoa acumuladora não tem organização para guardar os objetos e acumula itens que não apresentam valor sentimental ou material.</p>
<p>Além disso, a ansiedade costuma ser uma condição muito forte e presente no Transtorno de Acumulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as causas desse transtorno?</strong></p>
<p>As causas do Transtorno de Acumulação são variadas, mas geralmente estão associadas a fatores emocionais.</p>
<p>Assim, a pessoa acometida por esse transtorno pode já apresentar algum outro problema de saúde mental, como: Depressão, Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), entre outros.</p>
<p>Além disso, muitos indivíduos desenvolvem essa condição para suprir uma necessidade e carência emocional. Outros, acumulam itens por acreditarem que esses podem fazer com que eles se tornem mais importantes para a sociedade.</p>
<p>Cabe mencionar que, além da pré-existência de outras condições mentais e emocionais, existem ainda outros fatores de risco para o Transtorno de Acumulação, como: histórico familiar de acumulação, traumas mal resolvidos,</p>
<p>personalidade indecisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Principais sintomas do Transtorno de Acumulação</strong></p>
<p>Os sintomas do Transtorno de Acumulação podem surgir ainda na adolescência, por volta dos 11 e 15 anos de idade, mas tem uma piora gradativa e significativa à medida que a pessoa envelhece.</p>
<p>Assim, entre os principais sinais dessa condição, estão:</p>
<ul>
<li>Necessidade incontrolável de acumular objetos com pouco ou nenhum valor;</li>
<li>Angústia quando precisa se desfazer desses itens;</li>
<li>As áreas de convívio da casa ficam desorganizadas e cheias com os objetos, impossibilitando o uso delas;</li>
<li>Quando confrontado por pessoas próximas, o acumulador nega ou se constrange, mas não cogita mudar seus hábitos;</li>
<li>Isolamento social, uma vez que a pessoa se sente constrangida;</li>
<li>Pode haver acumulação compulsiva de animais de estimação, mas o indivíduo não consegue suprir as necessidades deles;</li>
<li>Dificuldade para tomar decisões;</li>
<li>Dificuldade para executar tarefas diárias;</li>
<li>Ansiedade, principalmente quando pensa que precisa se desfazer dos objetos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é realizado o diagnóstico dessa condição?</strong></p>
<p>O diagnóstico do Transtorno de Acumulação é realizado a partir de uma avaliação médica e/ou psicológica. Para isso, o especialista leva em consideração alguns critérios bastante específicos, como:</p>
<ul>
<li>paciente sente muita dificuldade para se desfazer de bens;</li>
<li>Ele realmente acredita que precisa guardar determinados objetos, independente do seu valor;</li>
<li>Os itens acumulados causam desorganização nas áreas de convívio da casa e interferem na forma como elas são utilizadas;</li>
<li>O indivíduo se sente angustiado diante da possibilidade de ter que se desfazer de algum dos seus bens.</li>
<li>Há uma redução da sua capacidade funcional por causa do acúmulo compulsivo, isto é, a pessoa não consegue realizar tarefas simples.</li>
</ul>
<p>Vale dizer que dificilmente a pessoa que sofre com esse problema o reconhece. Por isso, muitas vezes, a sinalização da possível condição é realizada por alguém próximo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Existe tratamento para o Transtorno de Acumulação?</strong></p>
<p>Sim, existe tratamento para o Transtorno de Acumulação, sendo que o principal meio é a psicoterapia.</p>
<p>Ao encorajar o paciente a refletir, as sessões de terapia conseguem auxiliá-lo a modificar a forma como pensa e age. Assim, gradativamente, ele conseguirá reduzir essa carência emocional e, consequentemente, o apego pelos itens acumulados.</p>
<p>Além disso, para que não haja recaídas, o acompanhamento psicológico trabalha a tomada de decisões – considerando que o indivíduo costuma ser indeciso – e a ansiedade – que é uma das molas propulsoras para o acúmulo compulsivo.</p>
<p>No entanto, convém mencionar que a implementação do tratamento costuma ser difícil, uma vez que o acumulador compulsivo não costuma enxergar a sua situação como um problema. Por isso, é tão importante que familiares e amigos auxiliem-no nessa jornada, mostrando a importância de ele se cuidar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como ajudar um acumulador compulsivo?</strong></p>
<p>Como mencionado anteriormente, é indispensável o apoio de pessoas próximas, uma vez que a pessoa acumuladora pode resistir ao tratamento.</p>
<p>Por isso, se você tem alguém do seu convívio que passa por esse problema, aqui vão algumas dicas para ajudá-lo e orientá-lo:</p>
<p><strong>1- Não julgue</strong></p>
<p>A sua ajuda começa em não julgar a pessoa acumuladora. Isso significa que é muito importante ser empático, mostrando a ela que você entende o seu lado.</p>
<p>O julgamento, além de constranger o indivíduo, pode fazer com que ele se feche ainda mais para receber qualquer tipo de ajuda. Portanto, é muito importante ter essa leveza e cordialidade.</p>
<p><strong> 2- </strong><strong>Tenha paciência</strong></p>
<p>Também é importante ter muita paciência, principalmente se você convive na mesma casa que essa pessoa. Afinal, pode ser bastante desafiador estar em um ambiente cheio de itens acumulados, que podem até mesmo impedir o fluxo de pessoas.</p>
<p>Acontece que a falta de paciência com o acumulador pode desencadear nele ainda mais ansiedade e estresse, o que não contribui em nada para a melhora do seu estado.</p>
<p><strong> 3- </strong><strong>Pontue os riscos da prática de acumulação</strong></p>
<p>De forma objetiva, clara e educada, pontue os riscos aos quais a pessoa está exposta ao acumular itens, como:</p>
<ul>
<li>Isolamento social;</li>
<li>Condições insalubres;</li>
<li>Risco de incêndio;</li>
<li>Conflitos familiares;</li>
<li>Desempenho precário no trabalho;</li>
<li>Aparecimento de outras condições mentais, etc.</li>
</ul>
<p><strong>4- Proponha a busca de uma ajuda especializada:</strong></p>
<p>Incentive a pessoa a buscar a ajuda especializada de um psicólogo, caso ela ainda não tenha procurado um. Aponte todos os benefícios que ela terá ao investir na psicoterapia. Você também pode se propor a ajudá-la a procurar um bom profissional e até mesmo acompanhá-la ao consultório, caso as sessões sejam presenciais. Dessa forma, você contribuirá para que ela se sinta mais segura para modificar a sua realidade, que é tão dolorosa e causa tanto sofrimento.</p>
<p>Persista e não a desampare, pois assim como outros transtornos, esse também demanda acompanhamento para o resgate da saúde mental do paciente!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>Conheça gatilhos emocionais do pânico e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 01:52:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.</p>
<p>Quando temos consciência dos fatores que possuem capacidade de perturbar o nosso bem-estar emocional, conseguimos desenvolver estratégias para lidar com eles e, assim, evitar desconfortos físicos e psicológicos. Muitos gatilhos podem desencadear o pânico no nosso dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é ataque de pânico?</strong><span id="more-2659"></span></h4>
<p>O ataque de pânico pode ser descrito como uma reação do corpo à ansiedade incontrolável. Então, quando uma pessoa se depara com uma situação que desencadeia medo, estresse ou preocupação e não sabe como reagir, ela pode ter uma reação física.</p>
<p>Nem sempre essa situação representa uma ameaça real à sua vida ou saúde mental, mas, por ter dificuldade de gerenciar essas emoções, a pessoa acaba tendo um ataque de pânico.</p>
<p>Apesar de qualquer pessoa poder ter um ataque de pânico, episódios frequentes e em situações que não apresentam perigo são motivos de preocupação. Eles podem evidenciar a existência de uma condição de saúde mental, como a síndrome do pânico e a ansiedade generalizada.</p>
<p>Tipicamente, o ataque de pânico acontece subitamente. Quando já passamos por essa experiência, às vezes é possível prevê-lo ao identificar os primeiros sintomas e tomar atitudes para suavizar a sua intensidade. Embora os sintomas possam variar de pessoa para pessoa, eles tipicamente incluem:</p>
<ul>
<li>Crescente sensação de ameaça;</li>
<li>Medo irracional de morrer ou de perder o controle;</li>
<li>Náusea ou vômito;</li>
<li>Dor de cabeça;</li>
<li>Aperto no peito;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Sensação de desmaio;</li>
<li>Dormência nos membros;</li>
<li>Dificuldade para respirar;</li>
<li>Sensação de não pertencimento ao corpo; e</li>
<li>Suor excessivo.</li>
</ul>
<p>Algumas pessoas são mais sensíveis aos sintomas físicos enquanto outras sentem mais sintomas emocionais e psicológicos. Em alguns casos, os sintomas são semelhantes ao de um ataque cardíaco, o que leva as pessoas a visitarem um médico de imediato. Mas, na verdade, o mal-estar foi resultado do pânico crescente.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Gatilhos emocionais comuns do pânico</strong></h4>
<p>Existem vários gatilhos emocionais que desencadeiam um ataque de pânico. Grande parte das pessoas não têm ciência deles, então se colocam em contato com eles repetidamente sem ter a intenção.</p>
<p>Como os sintomas do ataque de pânico são intensos, eles podem levar ao medo de continuar tendo crises, especialmente em lugares públicos. O próprio medo de passar pela experiência novamente se transforma em um gatilho de novos episódios. Por conseguinte, indivíduos escolhem se isolar.</p>
<p>Em seguida, veja alguns dos gatilhos emocionais mais comuns do pânico e como lidar com eles.</p>
<p><strong>1.  Estresse</strong></p>
<p>O estresse é um dos principais gatilhos do pânico, além de ser um agravante para muitas condições de saúde mental. Diversas situações do dia a dia podem desencadear o estresse, como engarrafamentos, longas esperas em filas, interações sociais e múltiplos compromissos profissionais. Sendo assim, é muito fácil encontrar fatores estressores que resultam em desconforto emocional e físico.</p>
<p>Como lidar? É imprescindível praticar o autocuidado para conservar o bem-estar emocional e desenvolver métodos para responder bem ao estresse, como respirar profundamente ou deixar o ambiente por alguns instantes para colocar os pensamentos em ordem.</p>
<p><strong>2. Abuso de substâncias</strong></p>
<p>Quem sofre de ataques de pânico recorrentes costuma apresentar um desequilíbrio da química cerebral. Então, a produção irregular de neurotransmissores, responsáveis pela comunicação das células no sistema nervoso, resulta em uma comunicação ineficiente, a qual, por sua vez, traz uma série de consequências para o organismo. Substâncias como drogas e álcool interferem ainda mais nessa comunicação. A longo prazo, o seu uso pode causar problemas irreversíveis para a saúde mental e física.</p>
<p>Como lidar? Cortar o uso dessas substâncias e seguir o tratamento psiquiátrico e psicológico para a síndrome do pânico. Pode ser necessário buscar a ajuda de instituições especializadas em abuso de substâncias para cessar a ingestão, desenvolver bons hábitos e evitar recaídas.</p>
<p><strong>3. Situações sociais</strong></p>
<p>Situações sociais estressantes podem gerar ansiedade e preocupação. Enquanto algumas pessoas se sentem ligeiramente desconfortáveis em certas ocasiões, outras sofrem de fobia social e transtornos ansiosos que tornam se socializar em um grande desafio. Frequentar lugares movimentados, como shoppings e supermercados, pode se tornar insustentável ao depender da gravidade dos sintomas. Para evitar o desencadeamento de um ataque de pânico, indivíduos podem passar a evitar sair de casa.</p>
<p>Como lidar? Embora o auto isolamento pareça uma boa solução a princípio por cessar a ansiedade e o pânico, ele não ajuda na recuperação da síndrome do pânico. Indivíduos deixam de aprender a lidar com o estresse provocado por situações sociais quando escolhem se afastar do convívio social, o que acaba trazendo problemas para os seus relacionamentos interpessoais. Para reverter essa situação, você pode procurar a ajuda de um psicólogo e convidar pessoas de confiança para participar de ocasiões sociais com você.</p>
<p><strong>4. Estimulantes</strong></p>
<p>Cafeína, bebidas açucaradas, chá preto e farinha branca são alguns alimentos estimulantes da ansiedade que, quando ocupam espaço significativo em uma dieta, ajudam a estimular ataques de pânico. A ingestão excessiva de álcool e o cigarro também intensificam os sintomas da ansiedade.</p>
<p>Como lidar? Modificar os hábitos alimentares para ter uma alimentação mais saudável e balanceada. Por exemplo, a inclusão de fibras, ômega-3 e vitaminas C e B pode ajudar a combater a ansiedade. Para saber exatamente quais alimentos evitar e quais ingerir, visite um nutricionista.</p>
<p><strong>5. Memórias de traumas</strong></p>
<p><strong> </strong>A súbita lembrança de memórias de eventos traumáticos é outro gatilho emocional extremamente comum. Na tentativa de preservar a saúde mental e emocional do indivíduo, o cérebro reprime as memórias do trauma, mas, com o tempo, elas podem começar a vir à tona. Flashbacks de experiências traumáticas são um sintoma comum do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que também é caracterizado pela frequência de ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Pessoas que sofrem de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático podem se beneficiar de tratamento para essas condições. Por isso, na grande maioria dos casos, ele consiste em terapia e ingestão de medicamentos prescritos pelo psiquiatra. Além de diminuir a intensidade dos sintomas, pacientes podem digerir as emoções negativas atreladas ao trauma e seguir em frente com as suas vidas.</p>
<p><strong>6. Relacionamentos tóxicos</strong></p>
<p>Relacionamentos tóxicos podem ser especialmente estressantes para quem tem ataques de pânicos recorrentes. Eles não se limitam a relações afetivas. Amigos, colegas de trabalho, chefes e familiares também podem ser tóxicos e interagir com eles no dia a dia agrava a ansiedade e o estresse. Brigas, chantagem emocional, cobranças, manipulação e insultos são alguns aspectos comuns de relacionamentos tóxicos.</p>
<p>Como lidar? Muitas vezes, não podemos simplesmente cortar o contato com essas pessoas. No trabalho, por exemplo, precisamos conviver com todo o tipo de personalidade para concluir o nosso trabalho. Então, precisamos aprender a não sucumbir as influências negativas de indivíduos tóxicos. Já quando podemos limitar o contato, como é o caso de relacionamentos amorosos e amizades, é preferível manter a distância e buscar laços afetivos mais saudáveis.</p>
<p><strong>7. Uso de certos medicamentos</strong></p>
<p>Alguns medicamentos possuem efeitos colaterais que despertam a ansiedade e, consequentemente, geram ataques de pânico. Cada organismo reage a ingestão de medicamentos, especialmente os contínuos, de modo diferente. Enquanto algumas pessoas não sentem nenhum efeito colateral, outras não conseguem continuar tomando o medicamento.</p>
<p>Como lidar? Se você percebeu um aumento da ansiedade após começar a tomar um medicamento, converse com o seu médico.</p>
<p><strong>8. Condições de saúde</strong></p>
<p>Receber o diagnóstico de uma condição de saúde pode ser estressante. Dependendo da gravidade da patologia, preocupações sobre o funcionamento da vida diária e o que o futuro reserva podem começar a atormentá-lo. Você pode sentir uma necessidade quase incontrolável de fazer o que sempre quis, mas não fez por falta de tempo ou medo, e de prover para a sua família para deixá-los confortáveis no futuro. Essa afobação, aliada aos pensamentos negativos, pode facilmente causar ansiedade e ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Converse com o seu médico para esclarecer todas as dúvidas acerca da doença e como ela afeta o seu corpo. Do mesmo modo, visite um psicólogo para ajudá-lo a lidar com as emoções e o estresse de maneira saudável. Evite, ainda, alimentar pensamentos de cenários trágicos e mantenha o foco no que você pode fazer hoje.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Conheça comportamentos de pessoas narcisistas￼</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 00:46:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas? Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre pessoas narcisistas, mas você realmente sabe o que é o narcisismo e quais são as características do comportamento dessas pessoas?</p>
<p>Você pode pensar que postar muitas fotos nas redes sociais, gabar-se constantemente sobre seus grandes feitos, ansiar por uma vida com maior status social e ser seletivo em relação aos lugares frequentados são comportamentos de pessoas narcisistas. Essas concepções, contudo, foram difundidas pela mídia e pelas conversas casuais, que confundem egocentrismo, amor-próprio e autoconfiança com narcisismo. Cada um desses conceitos possui características próprias e são bem distintos uns dos outros.</p>
<p>Segundo a psicanálise, todos nós possuímos um traço narcisista e ele é fundamental para a consolidação do nosso amor-próprio e autoestima. Afinal, se não gostarmos de nós mesmos, como poderemos fazer boas escolhas para as nossas vidas e nos defender de injustiças?</p>
<p>O excesso de narcisismo, assim como qualquer outro excesso em nossas vidas, é prejudicial e está associado a uma condição de saúde mental.</p>
<h4><strong>O que são pessoas narcisistas?</strong><span id="more-2599"></span></h4>
<p>Pessoas narcisistas são aquelas que possuem “mania de superioridade”. Elas cultuam a crença de que são melhores do que as outras pessoas, portanto, merecedoras de atenção e sucesso. Elas se rodeiam de indivíduos que consideram importantes, como quem possui um cargo alto em uma empresa, empresários e socialites, e menosprezam quem consideram ser menos importante.</p>
<p>Dessa maneira, pesam a atmosfera do ambiente de trabalho ou familiar na busca eterna para se sentirem “por cima” dos outros. Por conta dessas características, as pessoas narcisistas costumam ser difíceis de lidar e podem até afetar a saúde mental dos indivíduos com quem convivem.</p>
<p>O narcisismo exacerbado é uma característica do Transtorno de Personalidade Narcisista, segundo o DSM-V e essa condição é marcada pela dificuldade de regular a autoestima. Sendo assim, pessoas com esse diagnóstico precisam da validação alheia para se sentirem apreciadas. Elas associam a sua autoimagem à admiração de terceiros, por isso, podem tomar atitudes questionáveis para chamar atenção.</p>
<p>Esse transtorno de personalidade costuma existir em concomitância com outras condições, como a depressão, ansiedade e outros transtornos de personalidade. É igualmente comum que pessoas narcisistas desenvolvam dependência química em algum momento de suas vidas.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo qual é a causa exata desse transtorno de personalidade. Diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, como componentes hereditários e experiências traumáticas nos primeiros anos de vida.</p>
<p>A terapia é o principal tratamento para a condição. Entretanto, as pessoas narcisistas não costumam buscar atendimento psicológico por acreditarem não haver nada de errado com elas. Elas não conseguem compreender o porquê de outros indivíduos reagirem mal aos seus comportamentos.</p>
<div class="wp-block-column" style="flex-basis: 100%;">
<h4><strong>Quais são os comportamentos de pessoas narcisistas?</strong></h4>
<p>Os comportamentos narcisistas são variados e normalmente difíceis de lidar. Quem convive com pessoas com transtorno de personalidade narcisista percebe essas atitudes, mas podem não saber o que dizer ou como reagir.</p>
<p>Veja alguns dos principais comportamentos de pessoas narcisistas:</p>
<p><strong>1 – Mania de grandeza:</strong></p>
<p>A mania de grandeza se manifesta de múltiplas formas, como gabar-se de posses e sucessos, tratar os outros com rispidez, dar ordens aos outros constantemente, não dividir créditos de projetos coletivos, tomar decisões visando somente o próprio bem-estar e destratar quem não lhe bajula.</p>
<p>No ambiente de trabalho, chefes com mania de grandeza podem exigir muito dos profissionais, tratá-los com rudez quando não correspondem às suas expectativas e colocá-los em situações difíceis para que eles se sintam bem consigo mesmos.</p>
</div>
<p><strong>2 – Necessidade de chamar atenção:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas precisam se colocar sempre no centro das atenções. Elas comentam com frequência sobre as suas conquistas profissionais, experiências memoráveis e qualidades, bem como o que compraram recentemente e seus respectivos valores. Durante essas conversas, elas demonstram pouco interesse na vida dos outros, a menos que seja alguém importante e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>3 – Falta de empatia:</strong></p>
<p>A dificuldade para ter empatia é uma das principais características do transtorno de personalidade narcisista. Por não conseguirem se colocar no lugar do outro, pessoas narcisistas não conseguem entender as críticas feitas ao seu comportamento ou determinadas atitudes ou palavras ditas. Assim, elas magoam os outros sem perceber, tendo dificuldade para formar relacionamentos duradouros.</p>
<p><strong>4 – Insegurança:</strong></p>
<p>O comportamento que esbanja imponência é normalmente uma fachada para a insegurança. Quando a pessoa narcisista não recebe a atenção necessária para se sentir valorizada ou saber se está no caminho certo, ela fica insegura. Assim, precisa fazer algo para ganhar a admiração dos outros, e as suas atitudes podem parecer forçadas ou estranhas. Por exemplo, ela pode se convidar para eventos onde acredita que estará entre pessoas de status social elevado.</p>
<p><strong>5 – Manipulação:</strong></p>
<p>Pessoas narcisistas manipulam quem está ao seu redor para que as situações saiam conforme o planejado por elas. Mas, seus esforços, no entanto, nem sempre dão certo. A manipulação tende a ser mais efetiva quando os outros aceitam a posição de inferioridade e, assim, a pessoa narcisista se aproveita da vulnerabilidade alheia.</p>
<p>Entre as táticas usadas para manipular os outros estão: fazer o outro se sentir especial para que ele abaixe a guarda e depois bombardeá-lo de questionamentos sobre o seu potencial; chantagem emocional para incitar culpa; duvidar da capacidade do outro, levando-o a duvidar de si mesmo; e ser passivo-agressivo, demonstrando afeição e depois hostilidade e e que possa ajudá-las de alguma forma. Basicamente, tentam mostrar o quanto são interessantes, inteligentes e bem-sucedidas.</p>
<p><strong>6 – Se fazer de vítima:</strong></p>
<p>É igualmente comum as pessoas narcisistas se fazerem de vítima para conseguirem o que desejam, ou quando fazem algo errado e recebem críticas por isso. Elas podem fazer teatros emocionais, como forçar o choro, exibir uma postura de derrota para despertar simpatia e reclamar constantemente de como estão sofrendo e de como a vida é injusta.</p>
<p>Quem desconhece os comportamentos narcisistas, acaba ficando com pena e se oferece para ajudar ou para escutar o lado da pessoa narcisista. Como ela discorre sobre os acontecimentos como se os outros estivessem errados e não ela, o indivíduo acredita nela e lhe concede a validação necessária.</p>
<p><strong>7 – Culpar os outros pelo problema:</strong></p>
<p>O narcisista acredita ser incapaz de cometer erros, então os outros são sempre os errados. Mesmo quando outras pessoas apontam a sua responsabilidade nos problemas, ele ignora e encontra um jeito de culpar o outro. Isso pode levá-lo a confrontar os indivíduos que o apontaram como culpado da situação e difamá-los para que a sua narrativa se sobressaia. Quando ele se arrepende de ter tomado uma decisão, a pessoa narcisista também joga a responsabilidade da sua infelicidade no outro.</p>
<p><strong>8 </strong><strong>– Sensibilidade às críticas:</strong></p>
<p>Embora o narcisista pareça ter confiança e autoestima elevada, ele pode estar sempre à espera de repreensões. Não suporta críticas, mas, por temer recebê-las, passa muito tempo pensando na possível reprovação que receberá de terceiros. Deste modo, responde mal a comentários inócuos. Na frente dos críticos, explode de raiva ou entra na defensiva, atacando quem o criticou como se tivesse ouvido uma ofensa. Já no particular, remói as críticas, duvida de si mesmo e pensa no que pode fazer para ser validado.</p>
<p>Familiares e cônjuges de narcisistas aprendem rapidamente a não repreender as pessoas narcisistas por comportamentos inadequados para evitarem serem feridos.</p>
<h4><strong>Como reagir aos comportamentos narcisistas?</strong></h4>
<p>Ao identificar alguns dos comportamentos narcisistas vistos acima em alguém com quem você precisa conviver, você pode tomar as seguintes atitudes:</p>
<ul>
<li>Não leve comentários desagradáveis para o lado pessoal. A pessoa narcisista é assim com todos, então não se sinta menosprezado ou inferior;</li>
<li>Responda com firmeza, mas evite hostilidade. Não levante a voz ou faça xingamentos. Simplesmente seja assertivo, mostrando que suas necessidades também precisam ser respeitadas;</li>
<li>Não tenha medo de dizer quando o narcisista estiver errado;</li>
<li>Se o narcisista colocou uma dúvida em sua cabeça, busque informação para encontrar a resposta certa e confronte-o com suas descobertas;</li>
<li>Ignore atitudes que busquem chamar atenção; e</li>
<li>Evite confrontos. O narcisista raramente admite estar errado e pode tomar atitudes inesperadas para mostrar que você é o vilão da história. Poupe-se desse estresse e viva a sua vida.</li>
</ul>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 01:07:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química. Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Amor patológico: como uma pessoa se torna doente de amor</em></p>
<p>Dependência de amor pode ser uma patologia, com sintomas típicos da adição química.</p>
<p>Amar demais não é só um meme de internet ou uma brincadeira sobre paixões avassaladoras. O amor pode ser uma patologia e provocar reações no corpo que exigem tratamento direcionado e atenção para que não cause sofrimento.</p>
<p>O <strong>amor patológico</strong>, ou &#8220;love addiction&#8221; é um transtorno de dependência emocional intensa e pode ser comparado a quadros de dependência de álcool e drogas e neste caso, a pessoa torna-se dependente de seu parceiro.</p>
<p>Entenda melhor sobre dependência do amor, os sintomas e como é possível tratar esse amor patológico.</p>
<h2>Dependência de amor: como acontece</h2>
<p><span id="more-2334"></span></p>
<p>A comparação da sensação do amor com drogas não é rara de ser feita &#8211; ainda que de modo jocoso. Porém, ela não está errada. O estado de euforia despertado pelo amor é muito semelhante ao uso de substâncias viciantes.</p>
<p>Um estudo realizado na década de 1980, por cientistas do New York State Psychiatric Institute, constatou que o amor excessivo pode provocar um estado de euforia no Sistema Nervoso Central similar ao induzido por uma grande quantidade de anfetamina. Segundo os pesquisadores, o amor produziria sua própria substância intoxicante: a feniletilamina, algo que poderia explicar a dependência.</p>
<p>O amor, em seus estágios iniciais, age no corpo de forma similar ao uso experimental da cocaína e outros estimulantes. Uma das substâncias liberadas pelo uso de cocaína é a dopamina que, por sinal, está relacionada à paixão amorosa. Altas doses de dopamina produzem outras sensações associadas à paixão, como aumento de energia, hiperatividade, falta de sono, tremor, respiração acelerada, coração pulsante, além de ser responsável pelo êxtase, que é sentido pelos apaixonados como um êxtase amoroso. Soma-se a isso o efeito de aumentar a persistência: quando a recompensa é postergada, a dopamina aumenta a energia do cérebro para que esse tenha uma maior atenção e leva o amante a lutar mais e mais para conseguir a reciprocidade do amado.</p>
<p>Por outro lado, a dopamina traz efeitos negativos ligados à dependência e esses aspectos podem incluir a &#8216;dependência do amado&#8217;, como num comportamento aditivo. Elevados níveis de dopamina produzem uma atenção concentrada num objeto, bem como uma motivação e comportamento direcionado a um fim. Então, a dependência do amor ocorre, dessa forma, pela mesma lógica que o organismo se torna dependente de outras substâncias químicas. Principalmente quando há algum sintoma psíquico (depressão ou ansiedade, por exemplo) que traz angústia, para se &#8216;livrar&#8217; dele, a pessoa faz uso da substância. Porém, o sintoma volta e ela faz uso novamente e assim vai. Por exemplo: alguém que está deprimido e se sente melhor ao usar cocaína, ao passar o efeito e voltarem os sintomas, acaba precisando usar mais cocaína.</p>
<h2>Amor como transtorno obsessivo-compulsivo</h2>
<p>Pessoas que vivem esse amor problemático experimentam sintomas parecidos com os encontrados em pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Uma alteração de comportamento que faz com que a pessoa tenha pensamentos persistentes de medo e ansiedade. Para aliviar o mal-estar, ela costuma realizar tarefas ou gestos repetitivos, como se desdobrar em cuidados dirigidos à pessoa amada.</p>
<p>Outro ponto é o medo de perder a pessoa amada que torna o amor uma patologia. Em termos psicológicos, a essência dessa patologia parece não ser amor e sim medo de estar só, de não ter valor, de não merecer amor, de ser abandonado. Quem sofre do amor patológico convive com o medo diário de ser rejeitado ou de perder o companheiro. A pessoa se desgasta emocionalmente, perde sua autenticidade, seu próprio jeito de ser e de gostar, até chegar a um momento em que ela própria percebe sua descaracterização e despersonalização como pessoa.</p>
<h2>Sintomas da dependência de amor</h2>
<p>O amor patológico apresenta sintomas que envolvem o comportamento da pessoa com o sujeito amado, seu cotidiano, vida social e quadros de abstinência (emocional).</p>
<ul>
<li>Abstinência (emocional) na ausência do parceiro: a pessoa pode sofrer de insônia, alterações de apetite, irritação e tensão quando o parceiro está fisicamente ou emocionalmente distante;</li>
<li>A pessoa se ocupa do parceiro mais do que gostaria: costuma negligenciar atividades diárias e o trabalho;</li>
<li>Medo intenso e constante de sofrer rejeição ou de perder o companheiro;</li>
<li>Frustração ao controlar o impulso de cuidar do parceiro não funciona: mesmo que a pessoa tenha consciência de seu sofrimento intenso e tente controlar seus comportamentos, sente-se impotente em relação às suas emoções e atos;</li>
<li>Dedicação total ao companheiro, com a sensação de que seus cuidados e gentilezas nunca são suficientes para suprir as necessidades do outro;</li>
<li>Impulso irresistível de agradar o tempo todo, praticamente abrindo mão de si mesmo;</li>
<li>Insistência em manter o relacionamento mesmo que seja insatisfatório ou abusivo;</li>
<li>Dedicação excessiva em controlar as atividades do parceiro, com quadros de desconfiança, ciúmes excessivos, vigilância (telefonemas, e-mails, redes sociais), perseguição</li>
<li>Possibilidade de agressão física;</li>
<li>Abandono de atividades antes valorizadas e afastamento da família e dos amigos.</li>
</ul>
<h2>Amor saudável x amor patológico</h2>
<p>Há maneiras de diferenciar o amor patológico do amor saudável. Enquanto o amor saudável se caracteriza pelo comportamento de cuidar do parceiro com controle e duração limitada, tendo o desenvolvimento e a realização pessoal preservados, no amor patológico há falta de controle e de liberdade de escolha sobre essas condutas.</p>
<p>O componente central do amor patológico é a caracterização do comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção ao objeto de amor com a intenção (nem sempre revelada) de receber o seu afeto e evitar sentimentos negativos. Para a avaliação diagnóstica do amor patológico é importante, também, constatarmos que essa atitude excessiva é mantida pelo indivíduo mesmo após concretas evidências de que está sendo prejudicial para a sua vida e/ou para a vida de seus familiares.</p>
<h2>Como é um relacionamento com dependência de amor</h2>
<p>Quando uma pessoa desenvolve um quadro de amor patológico existe a possibilidade de que seus relacionamentos amorosos carreguem esse tipo de padrão estabelecido. Como são questões estruturais, como personalidade, autoestima, história de vida, se a pessoa não buscar tratamento tende a repetir esses mesmos padrões em todos seus relacionamentos.</p>
<h2>Pessoas vulneráveis ao amor patológico</h2>
<p>Normalmente o amor patológico atinge pessoas que são vulneráveis psicologicamente, com baixas autoestima e autoconfiança, crises de raiva, privação de afeto, estresse emocional e baixa tolerância à</p>
<p>rejeição. São pessoas, também, que lidam com medos da solidão, de temas sobre merecimento e abandono.</p>
<p>Da mesma forma, alguns fatores familiares podem estar associados, como abuso de substâncias e histórico de negligência (física e/ou emocional)na infância. Essas pessoas vivenciaram relações conflituosas em seu núcleo familiar desde a infância; lares desajustados, em que conviveram e sofreram com situações de violência doméstica, pais distantes, dependentes químicos ou foram vítimas de abuso sexual infantil.</p>
<p>Em muitos casos, por terem pais que necessitavam de cuidados, essas pessoas assumiram responsabilidades quando crianças temendo o abandono e, na fase adulta, tendem a repetir esse padrão, buscando inconscientemente parceiros instáveis e, muitas vezes, dependentes (para destinar seus cuidados).</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>Não existe um sintoma chave para o amor patológico que ajude em seu diagnóstico. Como outras dependências, o quadro começa a trazer prejuízos nas áreas da vida da pessoa, como os sintomas descritos acima, sem que ela se dê conta.</p>
<p>O tratamento, dessa forma, costuma ser procurado apenas quando o relacionamento acaba, quando já não é mais possível aceitar ou aguentar a forte angústia pelo rompimento.</p>
<p>Para tratar o amor patológico, a psicoterapia é a forma mais indicada. No início, o tratamento é bem difícil, pois como em casos de dependência a substâncias, a pessoa não tem crítica em relação a sua situação e acha que não precisa de suporte ou acompanhamento. Também indicamos grupos de apoio, como o Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA). Já o tratamento psiquiátrico é necessário apenas em casos de sintomas associados e patologias de base, como depressão, ansiedade, entre outros.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>O que é Neurose?!?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2020 15:41:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos principais assuntos estudados pela psicanálise é a neurose. Entretanto, até hoje é muito comum a dúvida sobre o que é neurose, principalmente devido à amplitude do termo. Para uma conceituação geral sobre o que é neurose, ela pode ser considerada, a priori, como uma doença psíquica. Neuroses são fenômenos gerados por um conflito&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais assuntos estudados pela psicanálise é a neurose. Entretanto, até hoje é muito comum a dúvida sobre <strong>o que é neurose</strong>, principalmente devido à amplitude do termo. Para uma conceituação geral sobre <strong>o que é neurose</strong>, ela pode ser considerada, <em>a priori</em>, como uma doença psíquica.</p>
<p>Neuroses são fenômenos gerados por um conflito psíquico, envolvendo a frustração de um impulso instintivo. Além disso, podemos entender como neurose o resultado de nossas experiências. Sejam elas vivências, traumas ou recalques, conforme pontua a psicanálise. E também é entendida como problemas relacionados à fixação da libido e à fixação problemática.</p>
<h2><strong>Estudos de Freud sobre a neurose</strong></h2>
<p>Freud aprofundou seus estudos sobre a neurose: causas e sintomas. E usou seus estudos para embasar parte de suas teorias psicanalíticas. Assim como as metodologias terapêuticas por ele criadas. Para Freud, o inconsciente alimentava os instintos e os impulsos e ele deveria ser trabalhado para se curar as neuroses.<span id="more-1892"></span></p>
<p>Freud realizou a sua autoanálise que consistia em encarar calmamente os seus próprios fantasmas mentais e, assim, buscou avaliar como estes o afetavam. A sua autoanálise se voltou para as memórias da infância e também a morte de seu pai, em 1896, e conforme ele próprio afirmou, foi determinante para o estudo de si mesmo. A partir dessa análise de si mesmo, ele passou a analisar seus pacientes e a fundamentar as suas teorias, inclusive aquelas a respeito da neurose.</p>
<h2><strong>O que é Neurose na Teoria Freudiana</strong></h2>
<p>A neurose é um dos principais pontos da teoria de Freud, assim como ele relaciona a sexualidade e a sua importância para a vida mental. Ao desenvolver a sua teoria da sexualidade, ele demonstrou diversas origens que levam o homem ao sofrimento.</p>
<p>Freud pontuou, dentre essas questões, alguns fenômenos relacionados a estados corporais específicos que seriam de natureza eminentemente somática. Esses fenômenos ele considerou como característicos do que ficou denominado como “neurose atual”. Termo esse que inclui a neurastenia, a neurose de angústia e hipocondria.</p>
<p>Dentre os principais sintomas encontrados na neurastenia, de acordo com a teoria freudiana, estão a brutalidade do fator sexual e quando ela aparece com um problema para a vida humana. Também há as cefaleias e as prisões de ventre. Além de outros que podem surgir devido a uma atividade sexual não satisfatória, como o excesso de masturbação, segundo Freud.</p>
<p>Já para a neurose de angústia alguns de seus principais sintomas podem ser de natureza diversa, dentre eles: diarreias e congestões, distúrbios respiratórios ou cardíacos, etc.</p>
<p>A hipocondria não apresenta sintomas somáticos concretos. Porém, ela leva à nosofobia, que seria o medo de ficar doente. A qual está ligada aos sintomas da neurose de angustia.</p>
<h2><strong>As Neuroses contemporâneas para Freud</strong></h2>
<p>De acordo com Freud, esses fenômenos seriam as “neuroses atuais”. Dessa forma, Freud confere a eles um caráter contemporâneo dos fatores sexuais envolvidos em sua sintomatologia. Diferente das psiconeuroses, que possuem um caráter de historicidade da sexualidade.</p>
<p>Dessa forma, o termo neurose atual seria o oposto à psiconeurose, no que tange à historicidade subjetiva a esse fenômeno. Assim pode-se entender a amplitude para a psicanálise sobre o que é neurose. E muitos de seus sintomas estariam ligados à sexualidade, segundo Freud e suas teorias.</p>
<h2><strong>As Neuroses e a Sexualidade</strong></h2>
<p>Ao se definir o que é neurose para a psicanálise, vemos que muitos de seus sintomas ou origens estão ligados à sexualidade, ao menos, de acordo com as teorias de Freud.</p>
<p>Freud afirma que há um “desvio” da libido de sua aplicação satisfatória na neurose da angústia, por exemplo. Para Freud a excitação teria uma ordem somática, como se houvesse um acumulo somático da excitação sexual. Além disso, Freud afirma que essa excitação vem acompanhada de um decréscimo nos processos sexuais, por parte da psique. Para Freud, a excitação sexual possui uma grande importância nos processos psíquicos. Os quais, de acordo com a psicanálise, levariam à neurose.</p>
<p>Freud teorizou que diversos sintomas e manifestações, guardadas as suas peculiaridades, teriam a sexualidade como centro da questão da neurose. Dentre essas manifestações estariam as conversões histéricas, as neuroses de angústia e neurastenias, as ideias obsessivas, etc.</p>
<h2><strong>Alguns sintomas para ajudar a entender o que é neurose e o que ela causa</strong></h2>
<p>Os sintomas costumam variar de acordo com cada individuo. Mas existem alguns sintomas que podem indicar um sinal de alerta para a existência do transtorno. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Medo de situações comuns do cotidiano;</li>
<li>Alterações de humor sem motivo aparente;</li>
<li>Grande preocupação que se mantém mesmo sem uma causa especifica;</li>
<li>Traços de histeria;</li>
<li>Fobia</li>
</ul>
<p>Como dito, os sintomas podem variar de acordo com a pessoa e também o tipo de neurose que a mesma apresenta. Portanto, é importante manter-se alerta não apenas a esses, mas a qualquer outro indicio. Pois, o tratamento realizado mais precocemente será mais efetivo e gerará resultados mais rápidos.</p>
<h2><strong>Alguns tipos de neurose e suas características </strong></h2>
<p>Ao analisarmos o que é neurose para a psicanálise, vemos que há diversos tipos de neurose, como a de angústia, a de abandono e a familiar.</p>
<p>A Neurose de Angústia é um tipo simples de psiconeurose, a qual tem na angustia o seu principal sintoma. Ela evolui em crises, que podem ser mais ou menos próximas. A neurose de angústia se manifesta com maior frequência em portadores de constituição ansiosa.</p>
<p>A Neurose de Abandono caracteriza um quadro no qual predominam a angústia do abandono, além da necessidade de segurança.</p>
<p>A Neurose Familiar ocorre quando, em determinada família, as neuroses individuais se completam. Dessa forma, elas acabam se condicionando reciprocamente. Além disso, ela pode evidenciar a influência exercida sobre as crianças por sua estrutura familiar, Inclusive influência do casal parental.</p>
<h2><strong>Algumas outras neuroses conhecidas pela psicanálise</strong></h2>
<ul>
<li>Neurose de Destino</li>
<li>Neurose do Fracasso</li>
<li>Neurose Narcísica</li>
<li>Neurose Traumática</li>
<li>Neurose Mista</li>
<li>Neurose de Caráter</li>
<li>Neurose de Compensação</li>
<li>Neurose Depressiva</li>
<li>Neurose Histérica Dissociativa e a de Conversão</li>
<li>Neurose Obsessiva Compulsiva</li>
<li>Neurose Fóbica,</li>
</ul>
<p>Além dessas, existem outras neuroses identificadas pelas teorias psicanalíticas, cada uma possuindo seus sintomas e particularidades.</p>
<h2><strong>Tratamentos para a neurose</strong></h2>
<p>Como visto, a neurose é mais um dos transtornos psíquicos estudados pela psicanalise. Assim, como os outros transtornos, seu tratamento é feito a partir de acompanhamento e terapia, podendo também envolver um acompanhamento psiquiátrico, que irá prescrever o método medicamentoso a ser realizado.</p>
<p>Diferente de outros transtornos como a depressão, o tratamento pode dispensar o uso de medicamentos, caso seja seguro para o paciente. O objetivo do tratamento é o combate aos sintomas, para proporcionar ao paciente uma vida tranquila e normal.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Como controlar o estresse: estratégias poderosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 22:36:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pode parecer difícil controlar o estresse em nossas vidas. Com tantas obrigações e pendências, seja no trabalho ou em casa, parece que nunca teremos tempo para relaxar da forma desejada. Devido à velocidade das transformações sociais e tecnológicas, hoje, muitas pessoas acabam se perdendo em meio às inovações constantes. Além de ficarem estressadas, também ficam&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pode parecer difícil controlar o estresse em nossas vidas. Com tantas obrigações e pendências, seja no trabalho ou em casa, parece que nunca teremos tempo para relaxar da forma desejada.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido à velocidade das transformações sociais e tecnológicas, hoje, muitas pessoas acabam se perdendo em meio às inovações constantes. Além de ficarem estressadas, também ficam receosas, preocupadas e com medo de possíveis substituições no trabalho ou de não conseguir acompanhar o ritmo do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um efeito colateral comum da sociedade atual, sentido por milhares de pessoas no Brasil e no mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>A sociedade do estresse</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Embora cada pessoa possua os seus próprios gatilhos para o estresse, o trabalho parece ser o principal causador deste mal. Isso porque o ambiente corporativo exige uma série de habilidades e posturas às quais nem sempre conseguimos entregar, principalmente se forem ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dos fatores de estresse no trabalho são<span id="more-1674"></span> transformações frequentes, inserção de novos modelos de trabalho e tecnologias, administração precária, carga de trabalho excessiva, obsessão com competitividade, expedientes longos, descaso com a vida pessoal e familiar do funcionário, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Poucas pessoas sabem controlar o estresse no ambiente de trabalho, pois estão sempre ocupadas demais com a próxima demanda para se certificarem que não estão ficando doentes de preocupação.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras situações que são gatilhos comuns para o estresse são: divórcio, desemprego, crise financeira, mudança de cidade, doenças crônicas, a morte de alguém querido, situações traumáticas, como um assalto ou agressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicionalmente, o estresse também pode surgir em nosso interior. Sentimentos como medo, incerteza e apreensão surgem quando ligamos a TV e assistimos à cobertura de um desastre natural ou de uma pandemia por exemplo. Estes, se não tratados, podem evoluir para transtornos mentais, como ansiedade e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o futuro, a tendência é ainda mais tecnologia, mais desenvolvimento e mais inovação. Como não podemos ficar estagnados, o único caminho é seguir em frente. Precisaremos, portanto, administrar cada vez mais compromissos e tarefas enquanto tentamos manter uma vida social e pessoal saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, é mais que necessário aprender estratégias para manter o estresse sob controle.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Estratégias para controlar o estresse</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O estresse, na maioria dos casos, é estimulado por nosso próprio comportamento e atitude diante dos eventos da vida. Quem está no controle de suas emoções, pensamentos e reações ao mundo é apenas você. Ou seja, você detém o poder de determinar o tipo de situação que lhe causa estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser brando e compassível não significa ser fraco ou deixar os outros passaram por cima de você, mas, sim, adotar uma postura mais saudável para reagir aos fenômenos incontroláveis da vida. Dessa forma, você conseguirá controlar o estresse com mais eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Para dar início a essa mudança de atitude, separamos estratégias para ajudá-lo a manter o estresse sob controle.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Reconheça o que lhe causa estresse</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Busque identificar quais situações aumentam o seu nervosismo e estimulam seu coração a bater mais forte. Se forem situações as quais você possa evitar, faça isso. Agora, se não tiver escapatória, prepare-se com antecedência para enfrentar o estresse iminente.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode respirar profundamente para promover o relaxamento, ter pensamentos agradáveis e prazerosos, e não se identificar com o que estiver acontecendo. Em outras palavras, não tome as dores de ninguém nem mesmo as suas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes ao longo de nossas vidas damos grande importância a eventos ou impasses sociais (brigas, desentendimentos, discussões) que não merecem tanta atenção assim. Perdemos energia remoendo o passado, nos preocupando à toa com algo que não podemos mudar.</p>
<p style="text-align: justify;">Há maneiras mais vantajosas de usar a sua energia, como, por exemplo, procurando uma solução eficaz para o problema.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Não guarde seus problemas dentro de você</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Desabafe com pessoas de confiança sobre suas preocupações e ansiedades. Guardamos as emoções negativas dentro de nós porque é desagradável senti-las. Para não causar conflitos, ignoramos aqueles sentimentos ruins dentro de nós. Mas a verdade é que eles não vão embora.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles se aconchegam dentro de nós e se alimentam das emoções e pensamentos negativos que temos em relação àquela situação ou pessoa. Assim, de repente, eles são exteriorizados na forma de acessos de raiva ou até mesmo crises de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Procure resolver os seus problemas o mais rápido possível. Use e abuse do diálogo para restaurar a tranquilidade dentro de você e do outro. Se não tiver alguém para desabafar, considere visitar um psicólogo, que é uma pessoa imparcial e com conhecimentos do comportamento humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Você também pode cultivar um hobbie como forma de descarregar emoções negativas e controlar o estresse. Atividades como escrever, ler, tocar um instrumento, pintar, construir algo, caminhar, entre outros, são importantes para manter a nossa saúde mental em dia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Aprenda a delegar prioridades</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Uma das maiores consequências da sociedade atual é o esgotamento, ou estresse crônico. Geralmente, ele se manifesta quando estamos sobrecarregados em mais de uma área de nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para impedir que isso aconteça, desenvolva um sistema para delegar prioridades para cada compromisso. Não tente abraçar tudo de uma vez, pois esse cenário nunca dá certo. Lembre-se daquele ditado antigo <em>“devagar se vai longe”</em> e faça uma coisa por vez, priorizando as atividades com maior grau de urgência.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilizar uma agenda ou caderno, ou aplicativo para controlar o progresso de seus afazeres, além de promover a organização, constrói uma visão mais ampla do que está acontecendo em sua vida.<strong> </strong>Esta forma de visualização é muito mais benéfica do que manter a lista de afazeres apenas em sua mente, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Ao administrar as suas prioridades, você logo verá uma grande diferença em sua produtividade.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Não seja tão exigente consigo mesmo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Esta estratégia pode se entrelaçar com a outra. Se, por qualquer motivo, não conseguir concluir os seus afazeres, não se culpe. O estresse age como uma porta de entrada para sentimentos e pensamentos negativos, os quais podem se transformar em transtornos mentais. Por isso, a presença do estresse e da ansiedade ao mesmo tempo é tão comum.</p>
<p style="text-align: justify;">A autoestima também é afetada pelo estresse. Crenças como “eu não sou bom o suficiente” ou “não faço nada certo” são comuns em pessoas estressadas. Para se verem livres dessas afirmações negativas, depositam ainda mais energia, esforço e sentimento no que fazem. É assim que chegam ao esgotamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprenda a se perdoar quando as coisas não derem certo. Todos nós somos humanos e passíveis de erros. O lado bom é que podemos tentar de novo quantas vezes foram necessárias. Seja gentil consigo mesmo para não alimentar o estresse.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Faça exercícios para livrar-se da tensão</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O estresse causa fadiga e dores musculares. Quando estamos estressados, nosso corpo entra em estado de alerta. Os músculos ficam tensionados pelo tempo que nosso cérebro julga ser ameaçador. Posteriormente, sentimos dores, espasmos e até cãibras nos membros tensionados.</p>
<p style="text-align: justify;">O exercício ou atividade física é o remédio perfeito tanto para combater a tensão quanto para controlar o estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">Os hormônios da felicidade (dopamina, endorfina, serotonina) produzidos durante o exercício trazem uma série de benefícios para a saúde física e mental. O hormônio cortisol, responsável pelos níveis de estresse em nosso corpo, por exemplo, é reduzido.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Faça terapia </strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A terapia ajuda a controlar o estresse?</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta é sim.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terapia, você desenvolve a habilidade de identificar os fatores causadores de estresse e estratégias para lidar com eles de maneira que não afete o seu emocional.  Como o estresse apresenta sintomas psicológicos, na terapia é possível aliviá-los e recuperar a autoestima, a felicidade e a paz de espírito que você sentia antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Bem Viver Mais, você encontra psicólogas especializados em tratamento do estresse. Visite no site para conhecê-las e agendar uma consulta nos horários mais proveitosos para você.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Entendendo a angústia: principais sintomas e tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 02:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[angustia]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[aperto no peito]]></category>
		<category><![CDATA[cos interior]]></category>
		<category><![CDATA[desânimo]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[inquietude]]></category>
		<category><![CDATA[insonia]]></category>
		<category><![CDATA[nervosismo]]></category>
		<category><![CDATA[nó na garganta]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos negativos]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[A angústia é uma sensação psicológica conhecida por seus sentimentos de nó na garganta, aperto no peito, inquietude e nervosismo. Trata-se de uma experiência complexa que pode afetar o nosso comportamento, humor e pensamento, podendo gerar futuros problemas psicossomáticos. É certo que todas as pessoas a possuem, mas não em alto nível. Nesse estado, ela&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A angústia é uma sensação psicológica conhecida por seus sentimentos de nó na garganta, aperto no peito, inquietude e nervosismo. Trata-se de uma experiência complexa que pode afetar o nosso comportamento, humor e pensamento, podendo gerar futuros problemas psicossomáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que todas as pessoas a possuem, mas não em alto nível. Nesse estado, ela se manifesta motivada por um dos Transtornos de Ansiedade (pânico, fobias, obsessões), por reações no corpo e manifestações que envolvem, ou não, uma doença orgânica.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os sintomas mais decorrentes da angústia, temos:<span id="more-1551"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ansiedade acompanhada de falta de ar, aperto no peito;</li>
<li>Sentimento de caos interior;</li>
<li>Batimentos cardíacos desacelerados;</li>
<li>Pensamentos negativos e sentimento de preocupação;</li>
<li>Dores de cabeça e enxaquecas frequentes;</li>
<li>Dores musculares;</li>
<li>Insônia;</li>
<li>Alterações do apetite;</li>
<li>Desânimo e abatimento mental;</li>
<li>Dificuldade de concentração em tarefas;</li>
<li>Falta de ar e crises de pânico e medo;</li>
<li>Tremores, calafrios, suor à noite e ataques de diarreia.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Quais os motivos de causa da angústia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos casos de angústia estão relacionados a um estilo de vida com situações que favorecem o sentimento de culpa, arrependimento, insegurança e frustração. Mesmo assim, existem situações em que a dor surge sem um motivo aparente, variando de acordo com cada pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de angústia também pode ser um sinal íntimo de um estado de depressão. O que pode intensificar ainda mais a dor sentida. Estudos apontam que ambas essas doenças aumentam em três vezes o risco dos pacientes em desenvolvê-las simultaneamente. Por isso, a primeiro sinal de frequência dos sintomas é recomendada a procura de um psicólogo ou psiquiatra.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como a angústia atua em nosso cérebro?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Ela atua nos circuitos nervosos de nosso sistema. O cérebro costuma desviar os sinais físicos desconfortantes para que o corpo possa se concentrar. Essas vias de recepção de dores e emoções utilizam-se de neurotransmissores para regular o humor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando essa regulamentação é falha, a angústia toma formato e se intensifica, junto à tristeza e desesperança. Com essa alteração do sistema nervoso, as dores passam a ser o centro de atenções, perpetuando-se essa condição psicológica.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Medicamentos e tratamentos para angústia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A dor causada pela angústia pode receber tratamento através de praticamente todas drogas utilizadas pela psiquiatria. Estabilizadores de humor, anticonvulsivantes e benzodiazepínicos geralmente são indicados para aliviar a ansiedade, fadiga e insônia. Já, os dois principais antidepressivos, tricíclicos e ISRS, também podem ser utilizados, mas em doses menores.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Pensamentos para auxiliar na luta contra a angústia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de fortalecer o tratamento químico é através de um trabalho que foque no emocional e nos pensamentos ativos do paciente. Assim, o tratamento terapêutico, realizado com psicólogos e psicanalistas, é essencial para melhores resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nele, o paciente irá trabalhar para que consiga superar a força de seus inquietos pensamentos, a fim de reduzir seus sintomas físicos em diversas situações. E é durante esse tratamento que o paciente precisará encarar seus conflitos mentais internos. Nesse processo, precisará reconhecer os problemas e situações que o perturbam e trabalhá-las. Essa reflexão é mais do que necessária, afinal a não definição de um problema intensifica a angústia, tornando-a perturbadora e infringente em questões sociais cotidianas. Encarar o problema e passar a tratá-lo é um importante processo. Assim como aceitar resoluções que estão fora do seu alcance e a impotência para questões que não dependem de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, o paciente com angústia precisa realizar determinados exercícios mentais, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A dor da angústia só existe devido há um conflito interno;</li>
<li>Identificar qual é o problema que mais gera esse sentimento dentro de si;</li>
<li>Listar ações que podem alterar a situação e realizá-las sempre que possível;</li>
<li>Parar de adiar questões e realizá-las imediatamente;</li>
<li>Aceitar situações em que não é possível alterá-las independentemente de sua pessoa, principalmente perdas de pessoas, empregos, etc.;</li>
<li>Sempre voltar sua mente para as questões prioritárias em sua vida.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E o mais importante: a busca por dias melhores, saúde e aceitação deve começar pelo próprio diagnosticado. E ele precisa ter perseverança e esperança de que com ajuda de um especialista, a sua vida irá melhorar.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, entendemos melhor o queé a ang;ustia e como lidar com ela. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Fobia Social: o que é e como tratá—la!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade social]]></category>
		<category><![CDATA[fobia social]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sociofobia]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[traumas]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é fobia social e técnicas de tratamento Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é fobia social e técnicas de tratamento</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com familiarização da situação, então isso pode ser um sinal de <strong>f</strong><strong>obia social</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Também conhecida como transtorno ansioso social, trata-se de um dos distúrbios de ansiedade mais comuns no mundo, afetando entre 3,5% a 16% da população mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de sua pluralidade, esse transtorno precisa ser tratado o quanto antes, principalmente por sua dificuldade em se diferenciar de uma timidez excessiva. A falta de tratamento da fobia social pode fazer com que o paciente, no ápice da doença, chegue ao ponto de cortar qualquer tipo de relacionamento social, prejudicando sua vida pessoal e profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Causas da sociofobia</strong></h2>
<p><span id="more-1403"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse distúrbio mental geralmente se inicia na adolescência, mas nada o impede de também ocorrer durante a infância eu até na vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a grande maioria dos transtornos mentais, a fobia social é iniciada devido a inúmeros fatores, que mesclam questões internas, relacionadas ao emocional do paciente, com temas externos, relacionadas aos desafios propostos por um ambiente desconhecido do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais causas e fatores são:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Hereditariedade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É muito comum que pessoas de uma mesma família apresentem sinais de qualquer tipo de transtorno de ansiedade. Mesmo assim, ainda não há nada comprovado sobre essa relação direta entre os distúrbios e a genética.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Estrutura cerebral</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que possuem a amígdala cerebelosa, responsável pelo controle de nossas emoções, mais hiperativa apresentam maiores chances de sentirem ansiedade e insegurança em situações sociais.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Traumas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas, principalmente crianças, que sofrem bullying, ridicularização ou humilhação pública são mais propensas a sofrerem desse distúrbio. Assim, como vítimas de traumas e acontecimentos negativos (problemas familiares ou abuso sexual) durante a infância e adolescência.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Temperamento do indivíduo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Crianças e adolescentes que sempre se mostraram mais tímidos são mais propensos a sofrerem desse transtorno. A certeza pode ser tida quando eles tiveram dificuldade em encarar novos desafios ou interagir com novas pessoas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Novas demandas sociais ou profissionais</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Atividades como interagir com desconhecidos, ter que falar em público ou até mesmo apresentar um trabalho são demandas que podem desencadear os sintomas da fobia social no indivíduo.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><strong> Sentimento de não aceitação de si mesmo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A não aceitação de si mesmo, principalmente fisicamente, devido a um problema no rosto, no corpo ou na pele, gagueira e outras doenças visíveis aumentam as chances de a pessoa desenvolver o transtorno.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de desconforto em momentos sociais e a timidez, principalmente em crianças, não são sintomas que necessariamente apontam para a fobia social. É importante lembrar que cada pessoa se comporta socialmente de forma diferente, devido à sua personalidade. É muito comum existirem pessoas mais reservadas e outras que são bem mais extrovertidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os sintomas do transtorno de ansiedade social são muitos outros e bem mais complexos do que esses. Eles podem ser divididos em sintomas emocionais, físicos e de atitude.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. Sintomas emocionais</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">São os sintomas da fobia social que mesclam o emocional com o comportamento do indivíduo. Geralmente, são sensações muito acentuadas, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação por passar momentos constrangedores ou humilhantes;</li>
<li>Medo de situações em que poderá ser julgado ou que tenha que interagir com quem não conheça;</li>
<li>Ansiedade alta ao esperar por um evento ou por algo;</li>
<li>Medo de demonstrar sintomas físicos que podem lhe constranger, como voz ou mãos trêmulas, excesso de suor ou rubor facial;</li>
<li>Esquiva por medo de constrangimento em fazer coisas em público, falar com pessoas ou onde possa ser considerarado o centro das atenções.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Assim, quem sofre dessa fobia sente-se incapacitado de realizar atividades bem comuns do dia a dia, como: fazer contato visual, iniciar conversas, namorar, frequentar festas e eventos sociais, ir ao trabalho ou à escola, usar banheiros públicos, entrar em uma sala onde todos já estão sentados, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Sintomas físicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já, os sintomas físicos mais comuns dessa fobia e que acompanham os emocionais, são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dor no estômago ou náuseas;</li>
<li>Tontura ou vertigem;</li>
<li>Batimento do coração acelerado;</li>
<li>Diarreia;</li>
<li>Tensão muscular</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos para fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os mais tratamentos mais comuns para a fobia social são a psicoterapia e o uso de medicamentos. Como de costume, esses dois tipos de tratamentos devem ser utilizados juntos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Psicoterapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as diversas opções de psicoterapia a que apresenta os melhores resultados para o tratamento de fobia social é a psicoterapia cognitiva comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente aprende a compreender seus pensamentos de cunho negativo, a ponto de obter uma disposição para alterá-los, graças ao desenvolvimento de habilidade para adquirir confiança em si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ramo se encontra a terapia cognitivo-comportamental, geralmente a mais comum para esse transtorno. O paciente é exposto com frequência a situações que lhe causam medo e ansiedade, a fim de adquirir maior confiança para encará-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Uma nova terapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, vale destacar um novo tipo de tratamento da ansiedade social que se utiliza de uma novíssima tecnologia. É a terapia de exposição à realidade virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente vivencia, em cenário controlável e fictício, as principais situações que lhe causam pavor. Ela é realizada com imagens 3D, graças ao uso dos óculos estereoscópicos e fones de ouvido de altíssima tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de recente, essa técnica de tratamento já vem apresentando resultados muitos satisfatórios, inclusive aqui no Brasil. Onde, em estudo realizado pelo Instituto de Psiquiatria da USP com 21 pacientes, obteve 70% de redução dos sintomas da ansiedade social.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>f</strong>obia social é fácil de ser diagnosticada e, o mais importante, tratada. Assim, ao verificar qualquer um desses sintomas ou situações que foram apresentadas aqui, busque ajuda. As chances de sucesso são ainda maiores quando o diagnóstico é precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos o que é a Fobia Social. Além disso, quais são os sintomas e formas de tratamento. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada. mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O que é Compulsão e alguns tipos comuns!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2020 23:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se pegou comendo descontroladamente, até a barriga doer, mas não conseguiu parar? Ou ainda, já passou vergonha na frente dos colegas de trabalho por não conseguir controlar a quantidade de bebida que ingeriu no happy hour? Comportamentos que você não pode controlar são conhecidos popularmente como compulsão. No texto de hoje, falaremos sobre&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se pegou comendo descontroladamente, até a barriga doer, mas não conseguiu parar? Ou ainda, já passou vergonha na frente dos colegas de trabalho por não conseguir controlar a quantidade de bebida que ingeriu no <em>happy hour</em>? Comportamentos que você não pode controlar são conhecidos popularmente como <strong>compulsão</strong>. No texto de hoje, falaremos sobre alguns dos principais tipos de compulsão e como caracterizar um comportamento compulsivo clinicamente.</p>
<h2>O que são os comportamentos compulsivos</h2>
<p>Muitas pessoas caem na mentira de que os comportamentos compulsivos são causados apenas por substâncias químicas. Assim, apenas dependentes químicos ou alcoólatras seriam realmente pessoas compulsivas. Contudo, já iniciamos esse texto avisando que isso não é verdade.</p>
<p><strong>Um comportamento de compulsão é aquele que faz com que uma pessoa faça alguma coisa que a princípio dá prazer, mas depois traz culpa e ressentimento.</strong> Assim, é verdade que muitos dependentes e alcoólatras se sentem assim, mas muitas outras coisas podem alimentar a compulsão.</p>
<p>Trata-se de um problema muito grande de controle, <span id="more-1382"></span>pois o desejo que impele a pessoa à ação é muito forte.</p>
<h2>Compulsão, estímulo e recompensa</h2>
<p>O nosso cérebro está condicionado a repetir situações que nos trazem prazer. Trata-se de um circuito de recompensa. Nesse contexto, quando abraçamos uma pessoa que amamos, se esse gesto nos traz prazer, vamos querer repeti-lo novamente. O mesmo vale para a comida, para o sexo e muitas outras experiências que nós apreciamos enquanto seres humanos.</p>
<p><strong>Esse nosso estímulo natural está totalmente associado à liberação de dopamina, que é um neurotransmissor responsável pela nossa sensação de prazer.</strong> Por isso dizemos que o cérebro está condicionado para recompensar com prazer uma experiência positiva. A dopamina é liberada quando isso acontece.</p>
<p>Contudo, quando olhamos para o cérebro de uma pessoa compulsiva, observamos que este apresenta uma alteração no que diz respeito à dopamina. Algumas experiências ou substâncias fazem com que esse indivíduo sinta a mesma sensação de prazer tal qual a liberada pelo neurotransmissor. Aqui o problema é que a compulsão leva a pessoa a repetir o mesmo comportamento gerador de prazer várias vezes. Assim, aumenta-se a frequência das atitudes.</p>
<h2>Tipos de compulsão mais comuns e fáceis de identificar</h2>
<p>Se você apresenta algum dos comportamentos abaixo,<strong> é importante procurar ajuda clínica.</strong></p>
<h3>1-  Compulsão alimentar</h3>
<p>Muitas pessoas não conseguem parar de comer. Assim, fazer uma dieta com apenas 6 ou menos refeições por dia é uma tarefa praticamente impossível de alcançar. A pessoa come por alguma razão, como o momento em que se sente ansiosa, e não consegue mais parar. Quando a compulsão se estabelece, toda vez que a pessoa se sentir assim, terá de comer para aliviar o sentimento ruim.</p>
<h3>2-  Atividade física compulsiva</h3>
<p>Enquanto algumas pessoas têm dificuldades para parar de comer, outras não conseguem parar de se exercitar. Isso é muito observado em pessoas que têm transtornos alimentares, por exemplo. No entanto, é possível ter essa necessidade compulsiva para se exercitar para relaxar. Assim, fica claro que a ansiedade pode diminuir de modos diferentes para pessoas diferentes. Umas comem, outras se exercitam, outras dormem para amortecer.</p>
<h3>3-  Compulsão por trabalho</h3>
<p>Há ainda quem tenha uma compulsão pelo trabalho, os chamados <em>workaholics</em>. Pessoas assim não conseguem fazer o desligamento entre vida profissional e pessoal. Muitas até preferem permanecer no ambiente de trabalho do que lidar com elementos da vida pessoal, tais quais:</p>
<ul>
<li>o casamento,</li>
<li>a criação de filhos,</li>
<li>o relacionamento com os pais,</li>
<li>as finanças,</li>
<li>entre outras coisas.</li>
</ul>
<h3>4-  Transtorno compulsivo por compras</h3>
<p>Na esteira dos problemas que surgem com a ansiedade, surge também a compulsão por compras. Muitas pessoas ignoram as próprias finanças e até extrapolam o orçamento de outras pessoas porque não conseguem parar de comprar. Quase nunca trata-se de algo necessário, mas o prazer de comprar algo leva o indivíduo a continuar gastando dinheiro sem necessidade.<strong><br />
</strong></p>
<h3>5-  Compulsão por jogos</h3>
<p>Ainda que não vejamos com frequência bingos ou casas de jogos, muitas pessoas são viciadas tanto no jogo quanto na ilegalidade da experiência. O prazer de ganhar algumas vezes não supera a perda do dinheiro que acontece sempre com mais frequência. Por essa razão, muitas famílias perdem tudo o que têm no jogo. Assim, casamentos acabam, relacionamentos ficam fragilizados e o jogador vive em um eterno loop de excitação e culpa.</p>
<h3>6-  Onicofagia</h3>
<p>Um dos comportamentos compulsivos mais comuns é o da onicofagia. O nome é difícil, mas o hábito é muito conhecido. Trata-se de roer as unhas. Quando a pessoa está compulsiva, ela pode roer as unhas por ansiedade, medo, nervoso ou frustração. Nesse contexto, o que importa é deslocar a atenção do que está trazendo nervoso para algo mais simples. Contudo, essa é uma compulsão que pode trazer doenças e ainda deixar os dedos em carne viva.</p>
<h3>7- Tricotilomania</h3>
<p>Um outro hábito bem comum que tem o nome difícil é o de arrancar os cabelos, conhecido como tricotilomania. Quem nunca ouviu a expressão “arrancar os cabelos de nervoso”? Quem faz isso com frequência pode ser enquadrado como indivíduo compulsivo. Assim sendo, precisa de tratamento. No começo você não enxerga os malefícios desse hábito tão ruim. Contudo, quando começar a enxergar falhas na cabeça, vai ficar preocupado.</p>
<h3>8-  Impulso sexual excessivo</h3>
<p>Assim, como no caso da mentira, a compulsão sexual pode atrapalhar o relacionamento de um casal. É importante que as partes envolvidas decidam fazer sexo com uma frequência que não seja abusiva juntos. Assim, quando uma das partes sofre com mais libido e vontade de transar do que a outra, coloca-se sobre o parceiro um peso muito grande. Nesse contexto, é possível que a compulsão se transforme em abuso e o relacionamento torne-se abusivo.</p>
<h3>9-  Nomofobia</h3>
<p>Por fim, destacamos a doença do nosso século. Trata-se da compulsão pelo uso do telefone celular ou “no mobile phone fobia” (fobia de não estar com o telefone). Muitos jovens e adultos da geração dos millennials já sofre com o problema. Contudo, trata-se de uma compulsão extremamente perigosa, que rouba o indivíduo do presente para inseri-lo em realidades em que não vive.</p>
<p>No texto de hoje, vimos como funciona a compulsão. Além disso, quais são os tipos mais comuns de comportamentos compulsivos. É muito importante lembrar que a terapia pode ajudar a amenizar ou cessar o ato compulsivo.</p>
<p>Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>TOC – entenda como funciona esse transtorno!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2019 14:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Pensamentos que não saem da mente acompanhados de rituais complexos e rígidos comprometem a qualidade de vida de quem tem transtorno obsessivo compulsivo. Jennifer checa a escova de dentes diversas vezes no banheiro para ter certeza de que não engoliu o objeto. Caio passou três horas em idas e voltas pela mesma ponte da Marginal&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Pensamentos que não saem da mente acompanhados de rituais complexos e rígidos comprometem a qualidade de vida de quem tem transtorno obsessivo compulsivo.</h3>
<p style="text-align: justify;">Jennifer checa a escova de dentes diversas vezes no banheiro para ter certeza de que não engoliu o objeto. Caio passou três horas em idas e voltas pela mesma ponte da Marginal Tietê, em São Paulo, sem conseguir chegar ao seu destino. Gleyce teve um ataque de choro ao ver uma panela suja na pia de sua casa. Esses são exemplos reais de pessoas com <strong>transtorno obsessivo compulsivo</strong>  (TOC), uma condição psiquiátrica que atinge ao redor de 8 milhões de brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>O ponto que une os relatos dessas pessoas é a frustração e o  preconceito que existe sobre o TOC. Muitos ainda se incomodam com o senso comum, que encara o assunto como piada ou uma coisa fácil de ser superada. Não é, não.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Trata-se de um quadro de difícil manejo, <span id="more-1293"></span>marcado por pensamentos inconvenientes que invadem a cabeça sem aviso prévio. Eles são seguidos por um rito ou um comportamento repetido, que serve de escape para acalmar a mente. É o caso, por exemplo, de um sujeito com um pavor irracional de bactérias que deixa de tocar em maçanetas e lava as mãos compulsivamente para não se contaminar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de afetar tanta gente, pouco se sabe sobre as origens do problema. Acredita-se que seja o resultado da interação de uma falha genética com fatores ambientais. Situações como traumas no parto, abuso nos primeiros anos de vida e até infecções estão associadas à gênese do transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;">A infância e a adolescência, aliás, são os períodos-chave para o aparecimento dos sintomas iniciais em mais da metade das vezes. Outras fases e momentos, como o nascimento de um filho, também contribuem: pais e mães predispostos podem desenvolver uma preocupação doentia com o bebê que acabou de vir ao mundo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O TOC no Brasil</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma boa notícia é que o Brasil está na vanguarda científica e obteve avanços memoráveis no que se sabe sobre o transtorno. Em 2003, experts de diversas universidades se reuniram para formar um time voltado exclusivamente a pesquisar o TOC. Eles entrevistaram 1 001 portadores espalhados pelos quatro cantos do país.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Um dos principais achados foi a relação do TOC com uma série de distúrbios psiquiátricos: 68% dos respondentes sofriam ao mesmo tempo com depressão, 63% conviviam com quadros de ansiedade generalizada e 35% foram diagnosticados com fobia social. Ou seja: aqui ter mais de um transtorno mental é regra, e não exceção, o que modifica o tratamento receitado. Os levantamentos ainda mostraram que um terço dos pacientes já teve desejos de se suicidar e 10% haviam efetivamente tentado se matar, o que reflete a gravidade desses pensamentos e comportamentos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>É TOC ou não?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Mas como diferenciar uma pessoa com TOC daquela que apenas gosta das coisas devidamente organizadas?  Se os rituais começam a tomar tempo, interferem na qualidade de vida, atrapalham a capacidade de estudar e trabalhar ou geram angústia e solidão, é preciso buscar ajuda. A preocupação se inicia quando eles ocupam mais de uma hora por dia e fazem o indivíduo se atrasar ou até desistir de seus compromissos.</p>
<p style="text-align: justify;">E é aí que deparamos com outro dilema: a demora entre o início do transtorno e o seu diagnóstico. A média é de dez a 14 anos para procurar o médico, o que faz do TOC a doença do segredo. Os gargalos são a falta de conhecimento dos próprios profissionais de saúde sobre a enfermidade e, mais uma vez, o estigma de ser tachado de “louco” numa sociedade que não encara as condições psiquiátricas com muito respeito. O paciente compreende que suas atitudes são absurdas e os ritos desnecessários, mas não consegue deixar de segui-los.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O tratamento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>A partir do diagnóstico, feito no consultório por meio de uma conversa e uma avaliação, o médico começa a traçar a rota de recuperação. A primeira coisa a se fazer é a psicoeducação para explicar direitinho o que é o TOC, suas características e seus riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, vêm a terapia cognitivo-comportamental e os remédios da classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina, normalmente prescritos no combate à depressão. A união dessas duas estratégias em um tratamento de longa duração é a que costuma trazer os melhores resultados – cerca de 60% mantêm um bom controle com o esquema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá pra se esquecer da família nesse processo. Muitas vezes, os parentes participam dos rituais, pois sabem que desobedecer às regras do indivíduo desemboca em atritos. O correto seria não ceder a exigências e manias. Ele até pode ficar ansioso ou agressivo, mas isso vai durar pouco. Se compactuar com as compulsões, todos se tornam reféns do TOC para sempre.  O esforço de negar as vontades e agir com firmeza deve ser orientado pelo profissional de saúde. Ao longo das terapias, o paciente é incentivado a questionar seus pensamentos e modificar os comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Manifestações diferentes do TOC</strong></h3>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Tudo precisa ficar estritamente organizado, alinhado, ordenado… Algo que fuja do padrão gera calafrios e irritação. Eis um dos principais subtipos do transtorno.</li>
<li>Há aqueles que criam um medo gigante de contaminação. Isso os impede de tocar em portas e corrimões. Existe uma dificuldade de visitar lugares como hospitais e cemitérios.</li>
<li>Um terceiro grupo não sai de casa sem olhar várias vezes a fechadura, o gás ou as torneiras. Eles cumprem uma maratona de ritos e cultos que demoram desde minutos até algumas horas.</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>E os acumuladores?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por décadas, quem não jogava nada no lixo era classificado de obsessivo compulsivo. Mas o critério mudou, e hoje essa enfermidade é reconhecida como um problema independente. No TOC, esse sintoma até aparece, mas é um fator secundário a outros comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que tenham gostado do artigo e que possam voltar sempre para acompanhar nossas próximas postagens! Muito obrigada por sua presença por aqui e, aproveite para compartilhar esse conteúdo com quem você acredita que possa se beneficiar dele, em suas redes e deixe seu comentário ou dúvida!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
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