<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Pais &amp; Filhos - Bem Viver Mais</title>
	<atom:link href="https://bemvivermais.com/category/pais-filhos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bemvivermais.com/category/pais-filhos/</link>
	<description>Psicoterapia Online</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Nov 2023 23:31:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2021/01/cropped-logo-com-contorno-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de Pais &amp; Filhos - Bem Viver Mais</title>
	<link>https://bemvivermais.com/category/pais-filhos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Ausência Parental: como isso afeta as crianças</title>
		<link>https://bemvivermais.com/ausencia-parental-como-isso-afeta-as-criancas/</link>
					<comments>https://bemvivermais.com/ausencia-parental-como-isso-afeta-as-criancas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 23:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pais & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[ausência parental]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades sociais]]></category>
		<category><![CDATA[independência]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[vículo afetivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bemvivermais.com/?p=2739</guid>

					<description><![CDATA[Ausência parental se trata de uma situação na qual um ou ambos os pais não estão presentes da vida de uma criança ou adolescente devido a motivos diversos. Sendo temporária ou permanente, ela pode afetar diferentes aspectos da vida dos filhos, incluindo seu desenvolvimento emocional, social e acadêmico. É um cenário bastante desafiador, uma vez que,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ausência parental se trata de uma situação na qual um ou ambos os pais não estão presentes da vida de uma criança ou adolescente devido a motivos diversos.</p>
<p>Sendo temporária ou permanente, ela pode afetar diferentes aspectos da vida dos filhos, incluindo seu desenvolvimento emocional, social e acadêmico.</p>
<p>É um cenário bastante desafiador, uma vez que, dependendo da razão pela qual os pais estão ausentes, isso acaba gerando sequelas que se arrastam para a vida adulta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Consequências da ausência parental na primeira infância</strong><span id="more-2739"></span></h4>
<p>A primeira infância é a fase dos primeiros cinco anos do indivíduo e considerada a mais importante para o desenvolvimento da criança, já que é nela que se formam os sistemas cognitivos, emocionais, personalidade, entre outros aspectos. Ou seja: durante esse período crucial de crescimento e aprendizado, a presença e o envolvimento dos pais desempenham um papel fundamental no estabelecimento de vínculos seguros e no desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e cognitivas.</p>
<p>É por conta disso que a ausência parental acaba trazendo consequências negativas na primeira infância. Algumas delas são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Vinculo afetivo:</strong><strong><br />
</strong>A presença dos pais na primeira infância é essencial para a formação de um vínculo seguro entre a criança e seus cuidadores. Assim, esse laço saudável é crucial para o desenvolvimento emocional e social da criança.</p>
<p>Então, a ausência de afetos nesse estágio pode levar a problemas de apego, dificuldades em regular emoções e relacionamentos instáveis mais tarde na vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Desenvolvimento cognitivo: </strong></p>
<p>Durante a primeira infância, o cérebro da criança está em um período sensível.<br />
Assim, a interação com os pais desempenha um papel vital na estimulação cognitiva e no desenvolvimento das habilidades linguísticas e motoras.</p>
<p>Assim, não ter a presença dos pais nessa fase acaba resultando em falta de estímulos adequados, além de afetar o desenvolvimento cognitivo da criança.</p>
<p>Isso geraria atrasos no aprendizado, habilidades acadêmicas mais baixas e dificuldades de atenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Habilidades sociais e emocionais:</strong><br />
Nos primeiros cinco anos de vida, as interações com os pais fornecem às crianças oportunidades de aprendizado social, como compartilhar, cooperar e resolver conflitos.</p>
<p>Então, sem esse tipo de experiência, o resultado é dificuldade no desenvolvimento de habilidades sociais, como empatia, autocontrole emocional e habilidades de comunicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 – Regulação emocional:</strong><br />
Os pais desempenham um papel importante no ensino das crianças a regular suas emoções e a lidar com o estresse, frustrações e outros tipos de sentimentos que os pequenos ainda não sabem nomear.</p>
<p>A ausência parental, então, pode afetar a capacidade da criança de regular suas emoções, levando a problemas como dificuldade em lidar com o estresse, ansiedade e comportamento impulsivo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 – Autoestima e segurança:</strong></p>
<p>Ter os pais de maneira presente em sua vida fornece uma sensação de segurança e apoio emocional para a criança, além de causar mais confiança em seus pensamentos e ações.</p>
<p>É por conta disso, por exemplo, que a sua autoestima pode acabar não se desenvolvendo, levando a sentimentos de insegurança, baixa autoconfiança e falta de resiliência emocional.</p>
<p>Estão relacionados a essa etapa os sentimentos de solidão, tristeza e frustração devido à falta de interação e apoio emocional dos pais, já que eles não se sentem amados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como a ausência parental afeta a segunda infância</strong></h4>
<p>Essa fase ocorre entre os 6 e 12 anos de idade, e as consequências da ausência parental já começam a se manifestar de outras formas.</p>
<p>Assim, nessa etapa, as crianças estão em um estágio de crescimento e aprendizado importantes, e a presença e o envolvimento dos pais e a administração de conflitos e relações familiares continuam sendo essenciais para o seu bem-estar.<br />
Aqui estão alguns dos efeitos da ausência parental durante a segunda infância:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Desenvolvimento acadêmico:</strong><br />
Quando os pais estão ausentes, as crianças podem enfrentar dificuldades em se concentrar nos estudos, falta de apoio nas tarefas escolares e menos estímulo para o aprendizado. Então, isso resulta em um desempenho acadêmico inferior e menor motivação para alcançar o sucesso escolar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Habilidades sociais e relacionamentos:</strong></p>
<p>Durante a segunda infância, as crianças estão desenvolvendo habilidades sociais, como a capacidade de fazer amigos, colaborar e resolver conflitos.</p>
<p>A ausência parental pode limitar as oportunidades de interação social e aprendizado dessas habilidades, já que existe a dificuldade em estabelecer relacionamentos saudáveis e em lidar com situações sociais desafiadoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Independência e responsabilidade: </strong></p>
<p>Esse é um período em que as crianças estão começando a desenvolver sua independência e responsabilidade e a presença dos pais é fundamental para orientar e apoiar as crianças nesse processo.</p>
<p>Ou seja, sem eles, ocorre uma falta de orientação, supervisão e oportunidades para a criança aprender a tomar decisões independentes e assumir responsabilidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Os efeitos da ausência parental na adolescência:</strong></h4>
<p>Este é um período bastante importante na formação de um indivíduo, uma vez que, durante essa fase, os adolescentes estão se tornando mais independentes, explorando sua identidade e enfrentando desafios emocionais e sociais.</p>
<p>Entre os efeitos da ausência parental para adolescentes estão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Comportamento problemático:</strong><strong><br />
</strong>A falta de supervisão e orientação dos pais durante a adolescência pode aumentar o risco de envolvimento em comportamentos problemáticos.</p>
<p>Os adolescentes, por exemplo, muitas vezes, acabam buscando atenção e validação em grupos de pares negativos e de má influência, envolvimento em comportamentos de risco, como o uso de substâncias, delinquência, iniciação sexual precoce e desempenho acadêmico inferior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Autonomia e tomada de decisões:</strong></p>
<p>Durante a adolescência, os jovens estão desenvolvendo sua autonomia e aprendendo a tomar decisões responsáveis.</p>
<p>Sem os pais e apoio de maiores responsáveis, portanto, eles acabam fazendo escolhas impulsivas, além de possuir falta de habilidades de resolução de problemas e menor capacidade de assumir responsabilidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 – Saúde Mental:</strong></p>
<p>A ausência parental pode aumentar o risco de problemas de saúde mental na adolescência — o que também acaba impactando na vida adulta.</p>
<p>Assim, as pessoas que experimentaram a falta dos pais são mais propensas a desenvolver depressão, ansiedade, transtornos de estresse pós-traumático e outros problemas de saúde mental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Como lidar com a ausência parental:</strong></h4>
<p>Lidar com a ausência parental pode ser desafiador, mas existem estratégias que ajudam a enfrentar essa situação.</p>
<p>Veja como lidar ou orientar crianças para que elas aprendam a viver com essa realidade sem que esses efeitos negativos causem grandes impactos em suas vidas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Construir outras redes de apoio:</strong></p>
<p>Apesar da importância dos pais na vida de uma criança, é perfeitamente possível criar uma rede de apoio e afeto para que ela não sinta que a ausência parental é uma situação determinante em seu dia a dia.</p>
<p>Todos os ensinamentos mencionados sobre desenvolver habilidades emocionais, lidar com sentimentos, habilidades cognitivas, autoestima, orientação moral, entre outras, podem ser tranquilamente ensinadas por outros adultos significativos e queridos. Ou seja, mentores, professores ou conselheiros, além de tios, avós, primos e amigos da família acabam ajudando a mitigar os efeitos negativos.</p>
<p>Estabelecer redes de suporte e fornecer oportunidades para a criança e o adolescente se envolver em atividades construtivas e saudáveis pode ser benéfico para o seu desenvolvimento durante essa fase desafiadora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Buscar suporte profissional:</strong></p>
<p>Se sentir que a criança está enfrentando dificuldades significativas em lidar com a ausência parental, considere buscar suporte profissional.</p>
<p>Um terapeuta, conselheiro ou psicólogo pode ajudá-la a explorar e enfrentar questões emocionais mais profundas relacionadas a esse problema, bem como fornecer ferramentas e estratégias para lidar com essa situação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bemvivermais.com/ausencia-parental-como-isso-afeta-as-criancas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Suicídio na adolescência: principais sinais e como lidar</title>
		<link>https://bemvivermais.com/suicidio-na-adolescencia-principais-sinais-e-como-lidar/</link>
					<comments>https://bemvivermais.com/suicidio-na-adolescencia-principais-sinais-e-como-lidar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 21:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Pais & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio e relacionados]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[sinal de alerta]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<category><![CDATA[suporte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bemvivermais.com/?p=2583</guid>

					<description><![CDATA[A adolescência é uma fase de transição da infância para a vida adulta, e é neste período que acontecem as maiores transformações físicas, emocionais e comportamentais do ser humano. Mediante isso, as famílias não sabem lidar com esse novo momento do seu filho, que exige uma adaptação para ambos. Por esse motivo, ocorrem muitos conflitos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A adolescência é uma fase de transição da infância para a vida adulta, e é neste período que acontecem as maiores transformações físicas, emocionais e comportamentais do ser humano. Mediante isso, as famílias não sabem lidar com esse novo momento do seu filho, que exige uma adaptação para ambos. Por esse motivo, ocorrem muitos conflitos e desavenças entre pais e filhos.</p>
<p>É importante que os pais e a família reflitam e internalizem que seus filhos estão crescendo e ganhando autonomia, e esse momento não é fácil nem para os pais e nem para os filhos.</p>
<p>Infelizmente o que vem acontecendo atualmente é que a incidência de adolescentes cometendo suicídio está aumentando cada vez mais. O Brasil é o oitavo país em número de suicídios. Em 2019, foram registradas 11.821 mortes, sendo 9.198 homens e 2.623 mulheres, de acordo com o novo relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde, a OMS, chama a atenção de governos para o suicídio, considerado &#8220;um grande problema de saúde pública&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de alerta</strong></h3>
<p>Existem alguns comportamentos que podem ser sinais de alerta para familiares:<span id="more-2583"></span></p>
<ul>
<li>Isolamento social</li>
<li>Mudanças bruscas de comportamento</li>
<li>Falta de interesse em atividades antes prazerosas para o adolescente</li>
<li>Baixo rendimento escolar</li>
<li>Uso abusivo de álcool e outras drogas</li>
<li>Insônia ou sono excessivo</li>
<li>Discurso negativo e pessimista</li>
<li>Desesperança e desespero.</li>
</ul>
<p>Os pais e familiares ao notarem esses sinais, precisam ficar atentos. O suporte familiar é importantíssimo nesse momento, conversar e interagir com o adolescente para entender os motivos pelo qual estão ocorrendo essas mudanças em seu comportamento, entretanto esses sinais não significam que o adolescente está com ideação suicida, pois podem ocorrer alguns outros diagnósticos que são semelhantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O que fazer ao notar os sinais?</h3>
<p>Ter a escola como aliada para obter informações de como está se comportando nesse contexto, é crucial para que os pais saibam como os filhos estão nesse círculo social.</p>
<p>A família ao identificar esses sintomas deve conversar com o adolescente, a fim de entender o que está acontecendo, e tentar participar mais de sua vida social e claro, buscar ajuda profissional para que uma avaliação por um psiquiatra ou psicólogo possa ser feita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como conversar sobre o tema com os filhos?</h3>
<p>A conversa sobre a temática do suicídio é algo que deve ocorrer de forma mais natural possível, geralmente o adolescente dá indícios de que algo na sua vida não está bem através de frases como:</p>
<ul>
<li>Eu não agüente mais essa vida</li>
<li>É melhor morrer do que viver assim</li>
<li>Não sei mais o que fazer</li>
<li>Acho que não vou suporta isso.</li>
</ul>
<p>Esses sinais são sinais de alerta, mas geralmente o que ocorre é que as pessoas da família não os valorizam e sempre dizem &#8220;isso vai passar&#8221;, mas para o jovem que está sofrendo, escutar essa frase não irá ajudá-lo em nada. É muito comum as ideações suicidas ocorrerem quando o jovem está sofrendo bullying na escola, ou teve uma decepção amorosa ou abuso sexual e psicológico.</p>
<p>Na adolescência, os sentimentos e a emoções estão muito latentes e os adolescentes não tem maturidade emocional para lidar com tantas mudanças que estão ocorrendo em suas vidas, pois isso o apoio familiar é crucial para que o adolescente lide com essas mudanças da forma mais saudável possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quando procurar um profissional?</h3>
<p>Os fatores que fazem o adolescente buscar a própria morte são diversos, entre famílias desestruturadas, transtornos psicológicos, traumas e falta de apoio familiar.</p>
<p>O melhor caminho para os pais, é a sua presença na vida de seus filhos, fazendo atividades com seus eles, entrando no mundo deles, pois se isso for acontecer, talvez o suicídio não seja uma opção. O adolescente precisa entender que os pais são pessoas que eles podem contar, pois o apoio familiar é crucial para a decisão de o adolescente cometer ou não o suicídio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos quais são alguns dos sinais indicativos do suicídio. Além disso, como agir diante de alguém com ideias suicidas. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticado, mais fácil será de ser tratado.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bemvivermais.com/suicidio-na-adolescencia-principais-sinais-e-como-lidar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É normal a criança mentir? Saiba como lidar com as mentiras dos filhos.</title>
		<link>https://bemvivermais.com/e-normal-crianca-mentir-saiba-como-lidar-com-as-mentiras-dos-filhos/</link>
					<comments>https://bemvivermais.com/e-normal-crianca-mentir-saiba-como-lidar-com-as-mentiras-dos-filhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 15:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pais & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[castigo]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Educar]]></category>
		<category><![CDATA[mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bemvivermais.com/?p=2318</guid>

					<description><![CDATA[Que mãe ou pai nunca viu seu pequeno falar que não comeu o chocolate mesmo estando com a boca toda suja? Crianças aprendem a mentir desde muito cedo, mas isso não tem nada a ver com o caráter delas. Confira até que ponto as mentiras dos pequenos são normais e saiba como reagir para ensinar&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que mãe ou pai nunca viu seu pequeno falar que não comeu o chocolate mesmo estando com a boca toda suja? Crianças aprendem a mentir desde muito cedo, mas isso não tem nada a ver com o caráter delas. Confira até que ponto as mentiras dos pequenos são normais e saiba como reagir para ensinar como é importante ser honesto.</p>
<h2><strong>Com que idade as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p><strong> </strong>Logo que as crianças começam a falar e a articular frases, as mentiras aparecem. Um estudo feito pela Dra. Victoria Talwar, da Universidade McGill, no Canadá, mostrou isso com um experimento curioso. Um adulto dizia à criança que havia um brinquedo dentro de uma caixa e depois dava uma saidinha, alertando antes para ela não mexer lá.</p>
<p>Você já deve imaginar como termina a história, né? Cerca de 90% das crianças não se seguraram e abriram a caixa para ver, mas o grande resultado da pesquisa veio quando o adulto voltou. Questionadas se tinham mexido no brinquedo, muitas delas resolveram mentir: os primeiros sinais de enganação apareceram aos dois anos, quando 20% das crianças nessa faixa etária mentiram. Aos três anos de idade já foram 40% os que negaram e, aos quatro anos, cerca de 80% não disse a verdade. Com os pequenos acima dos 5 anos, o resultado foi unânime: todos mentiram.</p>
<h2><strong>Por que as crianças mentem?</strong></h2>
<p>Existem alguns motivos mais comuns que podem levar os pequenos a contarem uma mentira:</p>
<ul>
<li>Esconder alguma coisa para não levar uma bronca.</li>
<li>Tornar uma história mais emocionante quando conta algo para outra criança ou um adulto.</li>
<li>Chamar a atenção, mesmo quando eles sabem que você já sabe a verdade.</li>
<li>Conseguir algo que eles querem – por exemplo, quando dizem à avó que a “mãe deixa comer pirulitos antes do jantar”.</li>
</ul>
<p>As mentiras contadas por uma criança não significam que ela tenha mau caráter. Isso pode ser apenas a imaginação infantil, impulsionada pela vontade de não fazer algo errado e até pelo medo. É preciso lembrar que crianças pequenas ainda não sabem definir bem a diferença entre fantasia e realidade, e vivem misturando esses dois mundos.</p>
<p>Na verdade, às vezes as crianças nem sabem o que é uma mentira: segundo o estudo de Talwar, cerca de 38% das crianças de 5 anos acha que xingar é mentir. Por isso, cabe aos pais mostrar como é importante contar sempre a verdade e explicar aos poucos as consequências de uma mentira.</p>
<h2><strong>Como lidar com as mentiras das crianças?</strong></h2>
<p>É comum que os pais fiquem preocupados quando vêem que os filhos estão criando o hábito de mentir, mas não saibam como é a melhor forma de abordar o assunto. Veja algumas dicas para lidar com as mentiras dos filhos:</p>
<p><strong style="font-size: 1.14286rem;">1. Dê o exemplo</strong></p>
<p>Claro que não adianta ter várias de conversas com seu filho sobre o quanto é errado mentir se ele perceber que você também faz isso. As crianças crescem aprendendo e repetindo o comportamento dos pais. Por exemplo, se você pede para seu pequeno dizer que você não está sempre quando alguém liga, ele começa a naturalizar esses pequenos tipos de mentira.</p>
<p><strong>2. Crie uma relação de confiança</strong></p>
<p>Para que o seu filho te conte a verdade mesmo quando fizer algo errado, é muito importante que a confiança dele em você seja maior do que o medo de levar uma bronca. Se os pais agem com raiva ou aplicam castigos severos sempre que a criança conta que quebrou ou sujou alguma coisa, logo ela vai parar de confessar qualquer falha.</p>
<p>Portanto, é importante tomar cuidado com a sua reação ao descobrir que seu filho mentiu: explique o que ele fez de errado, mas mostre que ele poderia ter confiado em você. Diga coisas como: “Estou muito feliz por você ter me contado a verdade. Eu gosto quando você é honesto”.</p>
<p><strong>3. Não relacione a mentira à ideia de castigo</strong></p>
<p>Não há problemas em punir o seu filho que contou uma mentira, desde que ele entenda de verdade o porquê está sendo punido. O mais importante na hora de repreensão é uma conversa sincera sobre as principais consequências da mentira: ele pode até conseguir se safar do castigo, mas a mentira quebra a confiança entre vocês e magoa a todos envolvidos.</p>
<p><strong>4. Converse sobre o assunto</strong></p>
<p>Apesar de as crianças misturarem fantasia com realidade e de muitas vezes só mentirem para se livrar de um castigo, isso não quer dizer que os pais devam achar esse comportamento aceitável. Mesmo crianças pequenas precisam começar a entender a importância da honestidade, por isso converse sempre de forma clara e na linguagem da criança, explicando as consequências da mentira.</p>
<p><strong style="font-size: 1.14286rem;">5. Mostre que você sabe quando ele mente</strong></p>
<p>Se seu filho está inventando uma história sobre algo, você pode responder dizendo algo como “Essa é uma ótima história – poderíamos transformar isso em um livro”. Isso encoraja a imaginação do seu filho sem incentivar a mentira, mostrando que as pessoas conseguem perceber quando algo é inventado e quando é verdade.</p>
<p><strong>6. Dê atenção sem ele pedir</strong></p>
<p>Histórias inventadas pelas crianças, quando elas aumentam os fatos, podem ser uma maneira infantil de ganhar admiração ou respeito dos outros. Se isso estiver acontecendo frequentemente com seu filho, tente elogiá-lo mais – por exemplo, sempre que ele aprender algo novo ou fizer coisas simples do dia a dia do jeito correto. Isso ajuda a aumentar a autoestima da criança e evita que ela use outros métodos para chamar atenção.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhá-lho  com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bemvivermais.com/e-normal-crianca-mentir-saiba-como-lidar-com-as-mentiras-dos-filhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meu filho não me obedece: o que devo fazer?</title>
		<link>https://bemvivermais.com/meu-filho-nao-me-obedece-o-que-devo-fazer/</link>
					<comments>https://bemvivermais.com/meu-filho-nao-me-obedece-o-que-devo-fazer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2020 17:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pais & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação não violenta]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[obediência]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[respeito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bemvivermais.com/?p=1840</guid>

					<description><![CDATA[“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa. Definição&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu filho não me obedece, o que eu devo fazer?”. Essa talvez seja uma grande preocupação de muitas mães e pais, não é mesmo? Confesso que quando ouço essa palavra (obedecer) me sinto um pouco incomodada. Vou explicar o motivo do meu incômodo citando a definição de obedecer apresentada nos dicionários da língua portuguesa.</p>
<h2><strong>Definição de obedecer: </strong></h2>
<p>“Verbo transitivo indireto. Submeter-se a vontade de outra pessoa. Estar sob influência de, servir ou trabalhar em favor de. Comportar-se de acordo com. Acatar um sentimento, um pedido, um estímulo. Estar subordinado a uma força de grande intensidade.”</p>
<p>Ainda são apresentados os sinônimos de obedecer: cumprir, acatar. Perceba que em todos os significados de obedecer estamos falando de alguém abrir mão de algo para atender a necessidade de outra pessoa. É por isso que, muitas crianças, resistem a obedecer. Porque crianças são autênticas, estão descobrindo o mundo ainda. Estão dispostas a expressar a sua forma de ver o outro e o mundo ao seu redor.</p>
<p>Quando tento convencer o outro a fazer algo que é bom apenas para mim ou, quando<span id="more-1840"></span> o outro percebe que está sendo manipulado, a resistência é, instintivamente, acionada. Porque quando ajo dessa maneira estou ameaçando uma das necessidades mais importantes dos seres humanos: autonomia.</p>
<h2><strong>Então, como posso comunicar o que desejo ao meu filho sem ele se sentir ameaçado?</strong></h2>
<p>Quando uma criança deixa de fazer algo que gosta, por exemplo, para obedecer a uma ordem dos pais, é possível que ela esteja fazendo isso para suprir a sua necessidade de ser amada, de ser aceita, de pertencer. Se isso acontece, estou me comunicando com ela no campo da culpa. “Se você fizer isso, a mamãe fica feliz, se você fizer aquilo o papai fica triste”.</p>
<h2><strong>As crianças nem sempre entendem o que é importante para suas vidas</strong></h2>
<p>Sim, nem sempre elas entendem. Por exemplo, as vezes é difícil entender que tomar banho, escovar os dentes, dormir cedo, não ficar tantas horas diante das telas de TV e celulares são coisas importantes. Por isso, somos consideramos não apenas pais, mas também educadores. Acredito muito em uma forma de educar que respeite as necessidades da mãe de prover uma vida saudável e ensinar valores os filhos. Mas que também respeite as necessidades dos filhos (autonomia, pertencer, sentir-se amado) sem precisar gerar culpa, ameaçar, recompensar ou punir. A maior parte de nós foi educado nesse cenário, mas é possível construir novos modelos.</p>
<h2><strong>Existe uma diferença entre obter o que queremos e o que todos querem</strong></h2>
<p>Marshall Rosenberg, psicólogo fundador da comunicação não violenta, fala que “para resolvermos conflitos temos de abandonar totalmente a meta de levar os outros a fazerem o que queremos. Em vez disso, nos concentramos em criar condições para que a necessidade de todos seja atendida.” Existe uma grande diferença em obter o que queremos e obter o que todos querem.</p>
<p>Quando as crianças não fazem o que pedimos é preciso parar e observar o que está por trás daquele não. Crianças cooperam por natureza. Quando os filhos não obedecem é porque nós estamos estimulando nelas a resistência e não a cooperação. O resultado mais triste de conseguir que nossos filhos façam o que queremos, ao invés do que todos querem, é que, em algum momento, tudo o que pedirmos lhes parecerá uma exigência.</p>
<p>Estimule a criança a respeitar ao invés de obedecer. Investigue quais necessidades dela não estão sendo ouvidas quando ela diz não. É possível estimular a cooperação dessa criança de outro jeito? Quando utilizamos a criatividade fica mais fácil obter a colaboração.</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bemvivermais.com/meu-filho-nao-me-obedece-o-que-devo-fazer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
