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	<title>Arquivo de Estudos &amp; Curiosidades - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Arquivo de Estudos &amp; Curiosidades - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Medo de Morrer (Tanatofobia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 01:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia. A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que a morte faz parte do ciclo natural da vida, mas isso não invalida nosso receio ou medo dela. No entanto, quando o medo se torna exagerado, pode ser que o indivíduo esteja passando pela tanatofobia.</p>
<p>A tanatofobia é o medo excessivo e irracional da morte ou do processo de morrer, seja a preocupação com a própria morte ou com a de entes queridos, por exemplo.</p>
<p>Embora seja natural ter algum nível de apreensão neste sentido, a tanatofobia pode se tornar debilitante, interferindo significativamente na qualidade de vida de uma pessoa. A boa notícia é que ela pode ser tratada com auxílio profissional. Continue a leitura e saiba mais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o medo de morrer?</strong></p>
<p>A tanatofobia é uma condição psicológica caracterizada por uma ansiedade intensa e irracional em relação à morte ou ao processo de morrer.</p>
<p>O medo de morrer pode ser desencadeado por causas variadas, como experiências traumáticas, doenças graves ou a perda de entes queridos, afetando significativamente a vida diária.</p>
<p>Em alguns casos, a cultura e as crenças religiosas também podem influenciar esse medo.</p>
<p>Por isso, vale dizer que pessoas com tanatofobia frequentemente experimentam uma ansiedade extrema, ataques de pânico e, até mesmo, evitam situações que os façam pensar na morte.</p>
<p>Apesar disso, cabe destacar que a tanatofobia possui tratamento e que este geralmente envolve a realização de terapia e outras técnicas úteis para aliviar a ansiedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sentir medo de morrer é normal?</strong></p>
<p>Sim, sentir medo de morrer é uma experiência humana natural e comum, já que se trata de um fato inevitável na vida das pessoas. Logo, até um certo ponto, é perfeitamente normal passar por momentos de medo com relação à morte.</p>
<p>Então, esse medo pode servir como um mecanismo de proteção, nos alertando sobre perigos e nos incentivando a adotar comportamentos que preservem nossa vida. No entanto, quando o medo se torna excessivo e interfere na vida cotidiana e nas atividades mais comuns do dia a dia, pode ser um sinal de tanatofobia, uma condição que requer atenção e tratamento adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os principais sintomas da tanatofobia?</strong></p>
<p>Geralmente, pessoas acometidas pelo medo de morrer possuem alguns sintomas frequentemente verificados.</p>
<p>Os sintomas psicológicos (mentais/emocionais) podem ser os seguintes:</p>
<ul>
<li>Crises de ansiedade intensa ao pensar na própria morte ou na de entes queridos;</li>
<li>Ataques de pânico;</li>
<li>Esquivar-se de situações ou conversas sobre a morte;</li>
<li>Pensamentos obsessivos sobre a morte;</li>
<li>Crises de humor ou de depressão.</li>
</ul>
<p>Já os sintomas físicos podem se manifestar com:</p>
<ul>
<li>Palpitações cardíacas;</li>
<li>Sudorese;</li>
<li>Calafrios;</li>
<li>Tremores;</li>
<li>Dificuldade em dormir devido ao medo da morte.</li>
</ul>
<p>Essas são, portanto, as manifestações físicas e emocionais mais comuns entre as pessoas com tanatofobia, de modo que, a ocorrência dos episódios de fobia pode até mesmo prejudicar as atividades de rotina dos indivíduos, seja social ou profissionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que causa o medo de morrer?</strong></p>
<p>Da mesma maneira que outras espécies de fobias, as situações de medo de morrer podem ser causadas por diferentes fatores marcantes, por isso, frequentemente, decorrem de experiências vividas ainda na infância.</p>
<p>Portanto, a tanatofobia pode estar relacionada com:</p>
<p><strong>1 &#8211; Experiências de traumas</strong></p>
<p>Episódios traumáticos relacionados à morte, tais como acidentes graves, ameaças de morte ou a perda de entes queridos, podem desencadear um medo intenso da morte.</p>
<p><strong>2 &#8211; Doenças graves</strong></p>
<p>O diagnóstico de doenças graves ou, em alguns casos, de doenças crônicas, podem aumentar a consciência de uma possível morte e, por consequência, gerar um medo intenso da ocorrência de morte.</p>
<p><strong>3 &#8211; Cultura e crenças religiosas</strong></p>
<p>Crenças culturais e religiosas a respeito da morte e do “além” podem influenciar a intensidade do medo da morte em algumas pessoas, sobretudo em virtude de conceitos como céu e inferno, punições e até mesmo purgatório.</p>
<p><strong>4 &#8211; Ansiedade generalizada</strong></p>
<p>Pessoas com quadros frequentes de ansiedade podem ter uma predisposição a desenvolver medos intensos e irracionais, incluindo o medo da morte, despertando, assim, a tanatofobia.</p>
<p><strong>5 &#8211; Incerteza quanto ao pós-morte</strong></p>
<p>A falta de certeza sobre o que acontece após a morte pode causar ansiedade e medo excessivo em algumas pessoas, especialmente porque, em muitos casos, a própria família evita falar a respeito do assunto, o que pode desencadear a fobia.</p>
<p><strong>6 &#8211; Medo da solidão</strong></p>
<p>No geral, indivíduos que temem a solidão, ou seja, o medo de ficarem sós, apresentam maiores chances de serem acometidos pela tanatofobia, já que a morte, por consequência inevitável, separa pessoas umas das outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico da tanatofobia?</strong></p>
<p>O diagnóstico da tanatofobia é realizado por profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras.</p>
<p>O processo geralmente envolve uma avaliação clínica completa do histórico médico e psicológico do paciente, incluindo entrevistas detalhadas para entender os sintomas e seus impactos na vida cotidiana.</p>
<p>Questionários e escalas de avaliação de ansiedade são utilizados para medir a intensidade do medo da morte, identificando se o medo é desproporcional e se interfere nas atividades do dia a dia, diferenciando-o de um medo normal e natural.</p>
<p>Então, vale dizer que é importante distinguir a tanatofobia de outras condições de saúde mental, tais como quadros de ansiedade generalizada ou depressão, para garantir um tratamento mais adequado possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as formas de tratar o medo de morrer?</strong></p>
<p>O tratamento do medo de morrer pode ser abordado de diversas maneiras, algo que vai depender das necessidades de cada paciente.</p>
<p>Por isso, buscar ajuda profissional é fundamental para encontrar o tratamento mais adequado para cada caso.</p>
<p>No entanto, pode-se dizer que uma das principais formas de tratamento é a terapia, que se combinada com técnicas de relaxamento, meditação e respiração profunda são eficazes para aliviar a ansiedade e promover um estado de calma. Além disso, participar de grupos de apoio permite compartilhar experiências e técnicas de enfrentamento com outras pessoas.</p>
<p>Por isso, outro ponto importante é que a educação acerca da morte também ajuda a reduzir o medo, proporcionando uma compreensão mais profunda e racional do tema.</p>
<p>O mais importante é saber que, com tratamento e apoio adequado, incluindo terapias e técnicas de enfrentamento, além de educação sobre o assunto, é possível diminuir o medo excessivo da morte e recuperar o equilíbrio emocional, permitindo uma vida mais plena e tranquila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
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		<title>O poder do abraço e seus benefícios para a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2019 18:37:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Você tem ideia de como um abraço pode mudar a atitude de uma pessoa em um momento de raiva? Você já parou para pensar no poder que tem um abraço, quando uma pessoa está em depressão, triste, decepcionada, carente, magoada ou simplesmente cansada? Receber um abraço de alguém querido já é extremamente acolhedor. Mas e se&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você tem ideia de como um abraço pode mudar a atitude de uma pessoa em um momento de raiva? Você já parou para pensar no poder que tem um abraço, quando uma pessoa está em depressão, triste, decepcionada, carente, magoada ou simplesmente cansada?</p>
<p style="text-align: justify;">Receber um abraço de alguém querido já é extremamente acolhedor. Mas e se eu te disser que ele também é uma ótima arma contra o estresse e algumas infecções? Pois é, agora você já tem mais uma razão para sair abraçando e recebendo abraços.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraçar é a forma mais simples de liberar oxitocina, o hormônio do amor e da felicidade. Um abraço verdadeiro pode liberar as mesmas substâncias de quando você come um chocolate ou faz atividades físicas, trazendo diversos benefícios para o corpo e para a mente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conheça alguns benefícios do abraço para a saúde</h2>
<p><span id="more-1320"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Evidentemente, um abraço é dado e sentido de modo diferente por nós, mas tenha certeza de que a ação é uma ótima medicação, além de nos dar a sensação de sermos amados e estarmos protegidos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Diminui o estresse</h3>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que receberam abraços enquanto crianças são menos suscetíveis ao estresse quando adultas. Ao mesmo tempo, eles ajudam no controle das suas reações diante de situações estressantes e atenuam a ansiedade. E mais: relaxam a musculatura, reduzem a tensão corporal e propiciam um estado de relaxamento e calma.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Melhora a comunicação</h3>
<p style="text-align: justify;">Para quem quer investir na qualidade de um relacionamento, um abraço permite uma saudável troca de energia, impulsionando a capacidade de compreensão e a afinidade. É uma ferramenta de comunicação que diz ao outro sobre o que você sente por ele.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aumenta a autoestima</h3>
<p style="text-align: justify;">Naquele momento em que mais precisa, alguém te abraça oferecendo apoio e proteção, especialmente em instantes tensos como por exemplo: saber o resultado de uma prova; realizar uma palestra; ou subir ao palco para uma apresentação. Um abraço atenua o nervosismo e faz o coração funcionar melhor.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Reduz a pressão arterial</h3>
<p style="text-align: justify;">Um abraço pode moderar as batidas cardíacas e baixar a pressão sanguínea, ajudando a redução dos riscos de doenças do coração. O efeito acontece porque a nossa pele tem uma rede de elementos de pressão em contato com o cérebro por meio de pequenos nervos em conexão com diversos órgãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que você conhece o poder do abraço, nada melhor do que fazer uso desse gesto para equilibrar suas emoções, suas relações e harmonizar a vida pessoal e profissional</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">A relação entre o abraço e sua criança interior</h2>
<p style="text-align: justify;">As sensações dos abraços protetores recebidos na infância são mantidas até a vida adulta. Isso significa que um abraço carinhoso é capaz de transmitir a mesma sensação de proteção, acolhimento, aceitação e amor que um dia recebemos quando crianças. Tudo isso remete à proteção materna — a primeira demonstração de acolhimento, amor e carinho que recebemos na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso explica porque crianças que cresceram sem contato com o afeto se tornam adultos inseguros, agressivos e com dificuldade para se relacionar. Essas pessoas não têm referência de afeto e encontram maneiras inconscientes de se proteger. Um “simples” abraço acolhedor na criança interior deste indivíduo pode mudar toda essa programação de sofrimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h2 style="text-align: justify;">Cure o mundo com o abraço</h2>
<p style="text-align: justify;">Um abraço faz bem para a saúde física e emocional, ativa todo o corpo, auxilia na prevenção de doenças e acelera a recuperação do organismo. Além disso, um verdadeiro abraço traz proteção, amor e segurança que tanto faltam no mundo. Perceba como abraçar é muito mais do que um gesto de carinho: é um bem a você, ao próximo e ao mundo. Se inspirem e pratiquem a Terapia do Abraço.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também conheçam os benefícios do abraço para a saúde física e mental? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Afeto Pseudobulbar ou Transtorno da expressão emocional involuntária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 00:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Transtornos Neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[afeto pseudobulbar]]></category>
		<category><![CDATA[Coringa]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno da expressao emocional involuntaria]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;O transtorno da expressão emocional involuntária (involuntary emotional expression disorder ou IEED) consiste em um transtorno do afeto, caracterizado por uma dificuldade em controlar a expressão emocional, que se apresenta por episódios breves e estereotipados de riso e/ou choro incontroláveis. Pode estar relacionado a diversas patologias encefálicas, em variadas localizações anatômicas.&#8221; Pois é, o transtorno&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;O transtorno da expressão emocional involuntária (<i>involuntary emotional expression disorder ou IEED</i>) consiste em um transtorno do afeto, caracterizado por uma dificuldade em controlar a expressão emocional, que se apresenta por episódios breves e estereotipados de riso e/ou choro incontroláveis. Pode estar relacionado a diversas patologias encefálicas, em variadas localizações anatômicas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, o transtorno vivenciado por nosso conhecido Coringa,<span id="more-1287"></span> no mais recente filme lançado no cinema que conta sua história, é bastante complexo de se lidar. No próprio filme o personagem Arthur Fleck (que mais tarde vem a se tornar o vilão Coringa) enfrenta essa realidade e, no seu caso, são as risadas ininterruptas que muitas vezes o colocam em grandes &#8220;saias justas&#8221;, pois as pessoas ao seu redor não entendem sua reação emocional frente a determinadas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua própria defesa, Arthur possui um cartão no bolso que entrega às pessoas que reagem aos seus acessos de riso, explicando sua condição neurológica. Essas são as únicas informações que colocaremos por aqui sobre o filme, pois se expandirmos, será spoiler! E não temos esse objetivo!</p>
<p style="text-align: justify;">Um artigo científico publicado na revista clínica psiquiátrica ScieLo em 2008, explica:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;No transtorno da expressão emocional involuntária, as crises de choro e/ou riso, além de serem incontroláveis, tendem a ser desproporcionais ao estímulo recebido, podendo estar completamente dissociada do estado de humor do paciente ou mesmo ser contraditória ao contexto no qual o estímulo está inserido&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">No filme inclusive é percebido que a reação com as risadas ocorre exatamente nos momentos de maior tristeza vivenciados pelo personagem, Ou seja, a reação esperada é que tivesse tristeza, chorasse, sentisse raiva, mas acaba soltando risadas compulsivamente, tentando até forçar a parada, o que causa acessos de tosse algumas vezes, mas em vão, pois as risadas não cessam. E ao contrário do que se pode pensar, não se trata de um riso agradável e leve, mas sim uma risada patológica, parecendo forçada.</p>
<p style="text-align: justify;">As causas desse transtorno ainda vem sendo estudadas, porém vão desde traumas na cabeça à aspectos sócio-ambientais. Infelizmente não há cura uma vez que o transtorno é diagnosticado com 100% de certeza, mas há tratamento que diminui a incidência das crises, melhora a qualidade de vida do(a) paciente e suas relações no geral, tanto com medicações quanto com a psicoterapia e, eventualmente, exames clínicos e de imagem que possam monitorar a situação da pessoa acometida pelo afeto pseudobulbar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores responsáveis pelo artigo científico citado anteriormente, concluíram o seguinte em seu estudo:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As crises de riso ou choro involuntários que constituem o paradigma do IEED podem levar a fobias secundárias e, conseqüentemente, a um isolamento e a um importante prejuízo no funcionamento social, ocupacional e familiar do indivíduo. Pacientes acometidos desse transtorno, assim como suas famílias, encontram-se desamparados em virtude do subdiagnóstico, do desconhecimento e, muitas vezes, da falta de abordagem e valorização dessa condição clínica por parte de seu médico-assistente, o que, não raro, potencializa o sofrimento advindo dos episódios de desinibição emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a correta identificação e conduta do transtorno tornam-se imprescindíveis, na medida em que um tratamento adequado e bem indicado pode reduzir os sintomas, minimizar seu acentuado impacto negativo, melhorando a qualidade de vida e, até mesmo, o engajamento do paciente em programas de reabilitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos futuros ainda se fazem necessários para um melhor entendimento acerca da fisiopatologia e fenomenologia do transtorno da expressão emocional involuntária, com metodologias mais adequadas, amostras maiores, instrumentos de avaliação adequados e validados que possibilitem a obtenção de dados mais homogêneos e consistentes.&#8221;</p>
<p>Esperamos que tenham gostado do artigo e que possam voltar sempre para acompanhar nossas próximas postagens! Muito obrigada por sua presença por aqui e, aproveite para compartilhar esse conteúdo com quem você acredita que possa se beneficiar dele, em suas redes e deixe seu comentário ou dúvida!</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong>Referência: </strong>&#8220;Transtorno da expressão emocional involuntária&#8221;. Rev. psiquiatr. clín. vol.35 no.1 São Paulo  2008.</p>
<p>Link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-60832008000100004 (colar na barra de endereços do seu navegador).</p>
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		<title>Linguagem corporal: descubra algumas maneiras de interpretá-la!</title>
		<link>https://bemvivermais.com/linguagem-corporal-descubra-algumas-maneiras-de-interpreta-la/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2019 17:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[braços cruzados]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[linguagem corporal]]></category>
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		<category><![CDATA[postura]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a ciência, é possível saber o que o outro está pensando só avaliando sua postura e modo de se portar. O nome disso: linguagem corporal! Abaixo, 11 maneiras de ler mensagens não-verbais. Engana-se quem pensa que comunicação só tem a ver com voz. Pelo contrário, nossa postura corporal diz muito sobre o que estamos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo a ciência, é possível saber o que o outro está pensando só avaliando sua postura e modo de se portar. O nome disso: linguagem corporal! Abaixo, 11 maneiras de ler mensagens não-verbais.</p>
<p style="text-align: justify;">Engana-se quem pensa que comunicação só tem a ver com voz. Pelo contrário, nossa postura corporal diz muito sobre o que estamos pensando ou como estamos reagindo diante de uma situação. De acordo com a ciência, há maneiras diferentes para ler a linguagem corporal – tanto a nossa, quanto a dos outros – e assim desvendarmos de forma simples certos pensamentos que não podem ou não são expostos diretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">E é pela linguagem corporal que descobrimos muita coisa, com por exemplo: se aquele colega de escritório está interessado na gente, se nossa melhor amiga está mentindo, se o abraço do parceiro é um abraço protetor ou desinteressado… a chave é prestar atenção à postura. Posição dos ombros, braços e até mesmo pés ajudam a fazer um exame aprofundado de como o corpo de alguém recebe certas informações ou como estão se sentindo em determinado momento. Duvida? Preste atenção a esses movimentos e descubra como a linguagem corporal é capaz de transmitir muitas mensagens<strong>.</strong><span id="more-1248"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Palmas das mãos abertas:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Palmas abertas podem ser muito reveladoras, já que de acordo com o livro <em>The Definitive Book of Body Language</em>, ou <em>O Livro Definitivo de Linguagem Corporal</em> em português, elas estão associadas com honestidade, verdade e lealdade. No livro, os autores ainda observam que os seres humanos tendem a dar as palmas das mãos abertas para mostrar que eles não são uma ameaça.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sentimentos e posturas alinhados</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A regra da linguagem corporal aqui é bem simples: se a pessoa está feliz, deve-se encontrar um sorriso em seu rosto. Se ela afirma que está bem, seus ombros devem estar relaxados. O próprio tom de voz, por exemplo, é um indicativo de que a mensagem passada condiz com os sentimentos da pessoa.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Preste atenção nas sobrancelhas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quem diria que as sobrancelhas poderiam dizer tanto sobre nossas reações, né? Mas segundo um artigo da <em>Psychology Today</em>, nos Estados Unidos, sobrancelhas levantadas são indicativos de preocupação, surpresa e em alguns casos, até medo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Pés sempre alinhados</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os pés dão dicas importantes sobre o quanto uma pessoa está interessada em você ou na sua conversa. Se as pontas dos pés apontarem pra você, a atenção do outro é toda sua. Não acredita? De acordo com um artigo do <em>Huffington Post</em>, os pés merecem uma atenção especial quando o assunto é paquera, afinal, os corpos se alinham quando estamos diante da pessoa amada, com olhos e corações na mesma direção.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Um espelho de você</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Ao imitar as ações de alguém, tornando-se um espelho da outra pessoa, você mostra simpatia e atração por quem está a sua frente. Gestos iguais, como tombar a cabeça nos ombros, ou mexer nos cabelos, mostra concentração e interesse pelos assuntos do outro.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mudanças súbitas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quanto o assunto é linguagem corporal, mudanças bruscas não-verbais significam que rolou um pico emocional ou que algo que foi feito, ou dito, não agradou. O mais impressionante é que todos nós temos um tique como linguagem corporal que usamos inconscientemente, seja colocar as mãos no bolso ou torcer os cabelos. São esses gestos que normalmente nos ajudam a manter a calma, principalmente nos momentos de estresse e tensão.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Postura poderosa</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma vez escrevi uma matéria como a posição da mulher-maravilha nos ajuda manter-nos mais seguras e confiantes e isso, dentro da linguagem corporal, é muito importante. Uma pesquisa realizada pela <em>Harvard Business School</em> comprovou mais uma vez que portar-se de peito aberto, braços esticados e cabeça alinhada é um indicador de confiança e sentimentos de poder.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Cuidado com a careta</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">É possível, sim, descobrir se alguém está mentindo pra você apenas por suas feições. Por exemplo, quanto maior a careta – e com careta eu quero dizer, bico, boca repuxada, nariz franzido – maiores as chances de uma mentirinha estar sendo contada. Por isso, atenção com as expressões faciais!<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Pernas bambas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Se a pessoa sentada ao seu lado não para de mexer as pernas, pode ter certeza de que ela está ansiosa ou impaciente. Ao balançar as pernas enquanto conversa você envia uma mensagem gigante (e nem um pouco discreta!) para todos a sua volta que além de muito impaciente, está claramente irritada.<strong><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Braços cruzados</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Dentro da linguagem corporal, braços cruzados são, provavelmente os maiores indicativos de insatisfação e descontentamento. É uma forma do seu subconsciente mostrar que você não está curtindo o momento e que não está aberta para socializar com quem está ao seu redor. Quando o assunto for mais sério, entretanto, esses mesmos braços cruzados podem indicar foco e concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou das dicas? Experimente analisar a linguagem corporal dos seus colegas de trabalho ou até parentes. Com o tempo você vai ver que essas mensagens não-verbais vão se tornar cada vez mais fáceis de decifrar</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite para compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>Os Arquétipos na Psicologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 02:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[arquétipos]]></category>
		<category><![CDATA[Jung]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[símbolos]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar sobre o arquétipo do guerreiro ou algum outro? Pois então, será sobre isso que o presente artigo irá discorrer melhor a respeito, na tentativa de esclarecer como esses conceitos são utilizados na psicologia e o que significam. Na psicologia analítica, através do trabalho realizado por Carl Gustav Jung, um dos grandes&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já ouviu falar sobre o arquétipo do guerreiro ou algum outro? Pois então, será sobre isso que o presente artigo irá discorrer melhor a respeito, na tentativa de esclarecer como esses conceitos são utilizados na psicologia e o que significam.</p>
<p style="text-align: justify;">Na psicologia analítica, através do trabalho realizado por Carl Gustav Jung, um dos grandes teóricos e estudiosos da Psicanálise, este conceito se refere às<span id="more-1194"></span> imagens primitivas inseridas no inconsciente coletivo desde os primórdios do ser humano. São moldes inerentes ao ser desde o princípio da existência, os quais têm a função de atuar como fonte primordial para o amadurecimento da mente. Esta concepção foi inspirada exatamente no mundo das idéias de Platão, que nada mais é do que a matriz de tudo que há no que consideramos a nossa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Complexo certo?! Então vamos com mais calma&#8230;Procure pensar apenas em símbolos, cada qual com seu significado. Pois é&#8230;.cada símbolo, arquétipo, terá então uma função (ou papel) na vida de nós, indivíduos, e a influência deles, se assim quisermos compreender e estivermos com a mente aberta para testar a teoria, nos fará agir de uma determinada maneira. Cada qual com sua característica. Vamos explorar mais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ana Lucia Santana, pelo site InfoEscola, coloca:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Segundo Jung, os arquétipos nascem da incessante renovação das vivências experimentadas ao longo de várias gerações. Este aprendizado é necessário para que o Homem caminhe rumo à sua individuação, ou seja, na direção de sua mais perfeita lapidação, para que um dia possa se unir novamente ao seu Self. Assim, esta incessante aquisição de conhecimento e de experiências, executada durante milhares de anos durante a jornada humana, é administrada pelos arquétipos, que para melhor estruturarem esta conquista geraram modelos responsáveis pelo trabalho psíquico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os arquétipos estão, portanto, nos bastidores de todos os nossos pensamentos, sentimentos, emoções, intuições, sensações e atitudes. Normalmente eles se expressam através dos símbolos, pois constituem sua composição estrutural oculta aos olhos humanos. Alguns destes arquétipos conquistaram tamanha independência que se destacaram do âmbito da consciência individual do ‘eu’- a persona; a anima ou o aspecto feminino do homem; o animus ou o lado masculino da mulher; e a sombra.</p>
<p style="text-align: justify;">E ela segue explicando melhor:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os símbolos arquetípicos são encontrados nos mitos originais, nas mais variadas religiões, em lendas que já fazem parte da bagagem cultural coletiva, os quais marcam definitivamente a consciência e particularmente a esfera do inconsciente humano. Alguns destes arquétipos: a figura materna, a imagem do pai, a criança, o herói, o divino, entre outros. Eles constituem, para a psicologia junguiana, manifestações imateriais que modelam os eventos psíquicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os arquétipos são gerados no contato do Homem com o mundo concreto, não existem anteriormente. O único que se pode enquadrar na categoria a priori é a atração imanente do ser humano para a esfera divina, ou seja, a Humanidade está sempre se preparando para o contato com Deus, primeiro arquétipo constituído na mente humana. O Inconsciente Coletivo é justamente composto pelos arquétipos, temas presentes na organização psíquica de cada ser.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Um arquétipo pode ser um animal, um símbolo, uma pessoa, em variadas formas e podendo ter uma sintonia positiva, trazendo sensações e resultados bons, ou negativa, trazendo coisas ruins, emoções e atitudes prejudiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na tentativa de elucidar melhor para você sobre como pensar e entender os arquétipos, aqui vai um vídeo breve com algumas explicações:</p>
<p><iframe title="O Que São Arquétipos - Significado e Como Utilizar" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/7h5As5QmTRM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Segue também uma figura com os principais arquétipos que aparecem em empresas, no mercado:</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1199" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2019/05/images.jpg" alt="images" width="231" height="218" /></p>
<p style="text-align: justify;">Espero que esse texto possa lhe ajudar a compreender esse tão misterioso e complexo conceito, mas que também pode ser utilizado de diversas maneiras na compreensão das relações humanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigada por estar por aqui! Esperamos que visite novamente nosso Blog, pois a cada 15 dias temos sempre um novo conteúdo! Compartilhe com quem você acredita que se beneficiaria desse conteúdo e volte sempre! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;">Referência:</p>
<p style="text-align: justify;">Arquétipos &#8211; https://www.infoescola.com/psicologia/arquetipos/</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sonhos ajudam a manter a memória em dia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 17:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[cerebro]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
		<category><![CDATA[inconsciente]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos fatores que envolvem os sonhos ainda são um mistério para a medicina. A presença do inconsciente, a importância dos sonhos e a necessidade humana em tê-los, mesmo no século 21, ainda são partes obscuras e objetos de estudo. Contudo, em um fator os médicos concordam: os indivíduos que lembram dos sonhos conseguem manter uma&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitos fatores que envolvem os sonhos ainda são um mistério para a medicina. A presença do inconsciente, a importância dos sonhos e a necessidade humana em tê-los, mesmo no século 21, ainda são partes obscuras e objetos de estudo. Contudo, em um fator os médicos concordam: os indivíduos que lembram dos sonhos conseguem manter uma memória saudável e têm uma capacidade maior para fixar na mente eventos e informações imprescindíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a medicina, é certo que todas as pessoas sonham, <span id="more-1172"></span>tirando raros casos de lesões cerebrais em regiões do encéfalo onde os sonhos são processados. A diferença, portanto, é que algumas pessoas conseguem se lembrar com maior facilidade deles, ativando e melhorando sua memória.</p>
<p style="text-align: justify;">Sigmund Freud, conhecido como o pai da Psicanálise, dizia que os sonhos eram manifestações disfarçadas de desejos inconscientes. Essa teoria não é negada nem aceita pela medicina, já que não houve uma comprovação experimental dos achados e das pesquisas de Freud.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a ativação da memória por meio dos sonhos é certeira, como explica o otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando uma pessoa sonha, o cérebro dela está no processo de consolidação da memória. Isso é algo muito legal para a memória. A grande maioria das pessoas sonha todas as noites justamente para criar no cérebro dicas sobre os acontecimentos&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o fato de um indivíduo se lembrar do seu sonho é positivo, pois demonstra que o sono dele está profundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sonhos geralmente ocorrem em fase de sono consolidado e, portanto, quem se recorda deles sabe certamente que está atingindo um patamar de repouso que permite ao corpo se regenerar para o dia seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora consolide o processo de construção da memória, o conteúdo dos sonhos ainda não possui significado algum para a medicina. Segundo alguns estudiosos, a questão do inconsciente não pode ser ligada a fatores do corpo humano, pois não há 100% de acerto na hora de ligar um acontecimento relevante a um sonho.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela leitura e por nos acompanhar! Aproveite pra compartilhar esse conhecimento com outras pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>6 Hábitos que Limitam nosso Raciocínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 01:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia da Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[raciocínio]]></category>
		<category><![CDATA[reclamação]]></category>
		<category><![CDATA[rejeição]]></category>
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					<description><![CDATA[O nosso cérebro é um órgão que investe energia em suas funções executivas assim como qualquer outro, e caso exista algum processo utilizando parte de sua energia enquanto tentamos nos concentrar em outra tarefa a capacidade de focar em qualquer uma das duas torna-se limitada. As distrações nos dias de hoje estão completamente acessíveis, é&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O nosso cérebro é um órgão que investe energia em suas funções executivas assim como qualquer outro, e caso exista algum processo utilizando parte de sua energia enquanto tentamos nos concentrar em outra tarefa a capacidade de focar em qualquer uma das duas torna-se limitada.</p>
<p style="text-align: justify;">As distrações nos dias de hoje estão completamente acessíveis, é um <em>smartphone </em>que está em cima <span id="more-1076"></span>da mesa de trabalho/estudo, o toque do telefone, um <em>pop-up </em>dizendo que acabou de lançar um episódio da nossa série favorita, dentre outros concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gestalt-Terapia</strong> dá uma vasta fundamentação teórica que pode nos ajudar a entender o fenômeno da distração, consiste na teoria da <strong>Psicologia da Gestalt</strong> de <em>figura/fundo</em>. Quando priorizamos uma atividade ela torna-se figura para nosso organismo (pode-se entender figura como uma prioridade de execução), porém caso outros elementos ofereçam alternativas diversas nosso organismo fica justapondo a nossa prioridade com outras atividades. Vamos para um exemplo de forma que fique mais didático: No momento estou escrevendo esse estudo, tive o cuidado de tirar o <em>smartphone </em>da mesa no intuito de focar apenas na execução dessa tarefa. Caso meu celular tocasse escrever esse artigo viraria fundo e atender a ligação seria a figura – a necessidade mais emergente no momento presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns de nós conseguem estudar e ouvir música sem a confusão da justaposição de prioridades e atividades secundárias, porém nem todos têm essa habilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">E se tratando de atividades que limitam nosso raciocínio fiz um compilado de 6 hábitos que geralmente limitam o nosso poder de raciocinar na execução da atividade que priorizamos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">1.  Ruminação</h2>
<p style="text-align: justify;">O hábito de repetir eventos ou pensamentos perturbadores, frustrantes e angustiantes pode estimular a consecução de emoções negativas, e potencializar atitudes autodestrutivas. O ciclo vicioso provocado pela ruminação prende nossa psique em uma armadilha perigosa. Essas desordens psicológicas consecutivas afetam severamente os recursos intelectuais, bem como nossa saúde mental e física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2. Culpa não resolvida</h2>
<p style="text-align: justify;">A culpa tem sua origem eventual em questões mal resolvidas do passado. Mágoa e ressentimento acumulados são como o câncer: crescem a cada dia e podem nos destruir física e emocionalmente. É claro que todos nós nos sentimos culpados de tempos em tempos e, quando o fazemos, pedimos desculpas ou agimos para resolver uma situação e sanar esse tipo de sentimento. Porém, a culpa não abordada que retorna periodicamente cria uma distração cognitiva prejudicial ao nosso raciocínio, já que a sensação de remorso aprisiona a mente ao invés de libertá-la.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3. Reclamação ineficaz​</h2>
<p style="text-align: justify;">Todos nós precisamos botar para fora frustrações e discordâncias em relação ao mundo e sobre o que acontece em nosso entorno, e fazemos isso na forma de reclamações. Mas muitas delas são ineficazes praticamente, e não levam a nada além de um alívio emocional periódico. É comum externarmos nossas histórias tristes com a intenção de liberar raiva, mágoa, ódio e ressentimento, mas é incomum que façamos esses relatos de forma a encarar os fatos sob uma perspectiva não pessoal, que talvez elucidasse o problema. Raiva e frustração exigem muita energia mental, desgastam, e isso acaba drenando nossa capacidade intelectual, no fim das contas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4. Rejeição e autocrítica severas​</h2>
<p style="text-align: justify;">A rejeição cria um impacto emocional tamanho que essa tribulação afeta diretamente nosso humor. Lidar com a rejeição, no sentido de entender que ela é factual, corriqueira, é uma vantagem estratégica sobre a frustração ou tristeza. Às vezes, a rejeição pode acarretar em autocrítica demasiada, tão ou mais severa que a própria rejeição. Julgamentos precipitados e falsas atribuições são comuns ao enfrentar uma rejeição, principalmente quando ela vem das pessoas que creditamos as maiores expectativas. Querer eliminar a injustiça no mundo ou suplicar por reconhecimento de todas as pessoas que nos importamos toma muito tempo e esforço mental, o que faz nublar algumas habilidades cognitivas relacionadas ao potencial de raciocínio.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5. Pessimismo exagerado​</h2>
<p style="text-align: justify;">Assim como remoer o passado (e não aprender com ele) nos impede de raciocinar de maneira íntegra, imaginar futuros catastróficos (hábito comum de pessimistas) é algo degradante para efeitos intelectuais práticos. Resgates mentais malsucedidos não salvam nosso presente, assim como predições negativas facilmente se tornam profecias autorrealizáveis. O poder de raciocínio se intensifica quando nossa concentração está livre de reminiscências vazias e profecias desastrosas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">6. Obsessão contínua</h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria das pessoas não considera uma preocupação como sendo prejudicial, pois associam-na a qualquer responsabilidade que se possa assumir. Entretanto, uma simples preocupação pode virar obsessão, e não é um exagero admitir que toda obsessão é corrosiva, de uma forma ou outra. Se estamos preocupados, priorizamos a preocupação em nossas mentes, e mais facilmente a controlamos. Mas se estamos sendo obsessivos, a obsessão é que nos controla. Esse é um problema grave e incapacitante, pois oblitera nosso senso de raciocínio e pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora já sabemos quais comportamentos evitar para potencializar o nosso raciocínio e executar as tarefas que priorizamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou deste artigo? Então, compartilhe essas informações nas redes sociais. Seus amigos também podem se interessar pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Referências:</h3>
<p style="text-align: justify;">FERRARI J., TICE D. 2000. Procrastination as a self-handicap for men and w omen: a task-avoidance strategy in a laboratory setting. Journal of Research in Personality, 34:73-83.</p>
<p style="text-align: justify;">FREEDMAN L., EDWARDS D. 1988. Time pressure, task performance, and enjoyment. In: McGrath J. ( ed ). The social psychology of time. 11-133. Beverly Hills, Sauge .</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Como os hormônios influenciam em nosso comportamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 05:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[problemas hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nossos hormônios são, majoritariamente, os condutores e comandantes das nossas sensações e vontades. Pode esquecer: não é você quem controla e decide 100% das coisas em sua vida! Os diferentes tipos de hormônios fabricados pelo nosso corpo não desempenham somente funções vitais para controlar determinados processos biológicos. Queiramos ou não, eles condicionam o nosso comportamento e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nossos hormônios são, majoritariamente, os condutores e comandantes das nossas sensações e vontades. Pode esquecer: não é você quem controla e decide 100% das coisas em sua vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Os diferentes tipos de hormônios fabricados pelo nosso corpo não desempenham somente funções vitais para controlar determinados processos biológicos. Queiramos ou não, <strong>eles condicionam o nosso comportamento e até mesmo o nosso humor.</strong> Além disso, qualquer desequilíbrio hormonal pode nos levar a uma depressão ou a ver e sentir a nossa realidade de uma maneira muito diferente.<span id="more-1071"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós gostamos de pensar que temos controle total sobre o nosso comportamento, nossos pensamentos e sobre cada uma das ações que realizamos. No entanto, <strong>estamos completamente subordinados a esse pequeno universo, poderoso e muitas vezes caótico, que são os nossos hormônios.</strong> Esses mensageiros proteicos responsáveis ​​pela regulação de uma infinidade de processos metabólicos também permeiam o nosso cérebro, controlando o nosso comportamento e até mesmo o tipo de pensamentos que podemos ter.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Os hormônios são os mensageiros químicos do corpo. Eles viajam através da corrente sanguínea para todos os tecidos e órgãos para controlar o nosso desenvolvimento, o nosso equilíbrio interno e o nosso bem-estar. No entanto, qualquer pequena alteração pode causar um forte impacto sobre a nossa saúde e o nosso comportamento.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Até agora, contam-se duas cen­tenas de hormônios e, graças a eles, nossas células são abastecidas de energia, nosso coração bate, nossas artérias pulsam, temos fome e nos saciamos, dormimos, acordamos e nos emocionamos. Tão poderosos são que, caso fossem agrupados, to­dos os hormônios circulantes em nosso organismo somariam apenas dez gotas. Ao longo do século XX, a compreensão sobre eles avançou extraordinariamente, mas as pes­quisas estão em constante ebulição.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é importante ressaltar que, diante de qualquer desconforto, mudança de humor ou alguma irregularidade, seja no nosso corpo ou no nosso comportamento (fadiga, apatia, perda súbita de energia…), é importante procurar o nosso médico. <strong>Os problemas hormonais podem ser tratados e, dessa forma, podemos recuperar o comando da nossa vida.</strong></p>
<p class="ad-desktop" style="text-align: justify;"> Se esse conteúdo lhe foi útil de alguma maneira, compartilhe-o com seus amigos e familiares, assim outros poderão se beneficiar também. Siga nos acompanhando, pois a cada quinzena há um novo artigo interessante por aqui!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1- https://amenteemaravilhosa.com.br/6-tipos-de-hormonios-influencia-humor/</p>
<p style="text-align: justify;">2-https://www.methodus.com.br/artigo/926/hormonios%3A-eles-comandam-tudo-do-humor-ao-emagrecimento.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Mindfulness – Adaptado e resumido da Revista Superinteressante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 21:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções X Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[atenção plena]]></category>
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		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[mindfulness]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[*Por Letícia Gonzales Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">*Por Letícia Gonzales</p>
<p style="text-align: justify;">Mindfulness, que traduzido ao pé da letra significa ‘Atenção Plena’, é uma técnica de meditação e exercícios de tradição asiática e que foi adaptada para o Ocidente. Resumindo ao máximo, a ideia é ensinar a ter foco no presente – e não nas expectativas para o futuro ou nos traumas do passado. Tudo com a ajuda da respiração.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje nos EUA há mais de 500 instituições dedicadas a ensinar e praticar o Mindfulness. No Brasil, <span id="more-1040"></span>a secretaria da Educação do Espírito Santo já adotou treinamento para professores e em grandes cidades são oferecidos cursos por centros como o School of Life (‘Escola da Vida’), di suíço Alain de Botton. Os adeptos vão desde a apresentadora americana Oprah Winfrey e de jogadores da NBA como Kobe Bryant, Michael Jordan e James Lebron, até crianças de bairros pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">O leque de benefícios que adquiri com a prática é bastante amplo: o Mindfulness é capaz de diminuir dores crônicas e pressão arterial, manter o cérebro jovem (a ponto da ciência estar pesquisando sua eficácia na prevenção do Alzheimer), evitar crises de ansiedade, e depressão e aumentar a criatividade, os resultados nas escolas e no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Também auxilia na diminuição do fumo, mesmo quando a pessoa não está tentando parar, e é eficaz para tratar a síndrome do stress pós-traumático, comum a quem viveu episódios de violência (como assaltos, abusos, acidentes etc). Além de amenizar tais quadros, o Mindfulness também está associado a um efeito muito falado, contudo difícil de medir, por ser muito particular e subjetivo: o bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos entender melhor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se faz calor, você tem consciência do quão quente está. Se percebe uma música tocando no andar de baixo, registra que ouve. Se está com fome, repara no desconforto. E só. Isso seria a atenção plena. Você já sabe onde está, por exemplo, mesmo assim mapeia o ambiente e tudo que acontece à sua volta. Enquanto faz isso, não julga nada nem ninguém, ou seja, você sente o calor,mas não faz planos imediatos de ligar o ar-condicionado, ouve a música ruim do vizinho, mas não o amaldiçoa. É ter consciência e atenção ao que se passa, contudo, não necessariamente se envolver emocionalmente com cada atividade percebida, ou pensamento. Apenas observa e absorve o que se passa ao redor (principalmente dentro da sua cabeça!). Nada fácil certo? Todavia muito possível e ‘alcançável’.</p>
<p style="text-align: justify;">Também da sabedoria antiga chinesa, se chamava a atenção para os males que se enfrenta com a mania de criar expectativas. Chuang-Tzu argumentava: “Quando você participa de uma competição de arco e flecha, se o prêmio é insignificante, atira com perícia. Se o prêmio aumenta, você se atrapalha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1979 Jon Kabat-Zinn, biólogo americano, após um retiro teve a ideia de abrir uma clínica experimental com outros dois colegas e passou a ensinar técnicas budistas a pacientes com dores crônicas. Ele coloca: “as reações vieram rapidamente. Os pacientes nos diziam que aquilo havia mudado suas vidas”. Os voluntários passaram não só a relatar níveis menores de dor, como também conseguiram manter uma distância maior em relação à doença, identificando-se menos com os sintomas e mais com as pessoas que realmente eram. Do Brasil à China, bulimia, vício em drogas, ansiedade e até esquizofrenia são tratadas com a técnica.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1042" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png" alt="c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz" width="923" height="423" srcset="https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz.png 923w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-300x137.png 300w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-768x352.png 768w, https://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/c1a48e_1b94a0cd511e40d1b4a97cc34fd74d1dmv2.png_srz_923_423_85_22_0.50_1.20_0.00_png_srz-600x275.png 600w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Drama interno:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se a calma faz tão bem, por que temos tanta dificuldade em alcançá-la? A culpa é do nosso cérebro altamente desenvolvido. Ele adora inventar.problemas onde eles não existem. Em uma crise, por menor que seja, nossa mente detecta uma situação de risco e se apronta para matar ou morrer.Acontece que, na maioria das vezes, o perigo não é iminente.</p>
<p style="text-align: justify;">São nossos cérebros racionais e criativos que imaginam a ameaça imediata. “Para o bem e para o mal, temos a capacidade de representar mentalmente as ameaças”, explica a psicóloga Érika Leonardo de Souza, que recebe muitos pacientes bipolares em seu consultório. Esse poder imaginativo nos faz reagir antes da hora e, em demasia, libera mais cortisol, o hormônio do stress.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se eu pudesse dizer ao meu cachorro que um rato vai entrar na cozinha daqui a meia hora, ele continuaria a ae lamber. Iria pular ou fugir só quando visse o roedor. Mas, se digo o mesmo a uma amiga, o sofrimento dela começa imediatamente”, afirma. Aplicar o mindfulness ajuda a distinguir pensamentos de realidade e descer os pés da cadeira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fatos comprovados:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, uma equipe liderada pela neurocientista Sara Lazar fez testes de ressonância magnética em um grupo dividido entre meditadores e não meditadores. Pela primeira vez, encontraram diferenças marcantes na estrutura física do cérebro dos dois perfis. Nos meditadores, o córtex pré-frontal tinha mais massa cinzenta, o que indica mais capacidade de memória e tomada de decisão. Além disso, os cinquentenários desse grupo pareciam ter 25 anos  de acordo com suas imagens cerebrais. Mas, ficou a dúvida, e se essas pessoas já tivessem nascido assim?</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010 seu laboratório fez uma nova pesquisa, dessa vez com apenas com pessoas que nunca haviam meditado. Ao longo de 2 meses, metade seguiu sua rotina e a outra iniciou sessões de 40 minutos diários de técnicas de respiração e visualização. Ao final das 8 semanas, o hipocampo de quem meditou havia crescido. Essa área do cérebro é uma das principais estruturas responsáveis pelo aprendizado, memória e regulação das emoções. A equipe de Lazar, que mantém laboratório em Harvard, reparou em outro resultado: a amígdala, responsável pela reação de sobrevivência, o clássico “luta ou fuga”, havia perdido tamanho. Mais um bom resultado, afinal o acionamento excessivo dessa região gera ansiedade e pode levar à ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os anos 2000, psiquiatras tratam pacientes com depressão refratária (que aparece várias vezes ao longo da vida), com o mindfulness. O médico Mark Williams, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford, na Inglaterra, foi um dos responsáveis por mesclar meditação com terapia cognitiva. A MBCT (em inglês: “terapia cognitiva baseada em mindfulness), uma sigla de sucesso. Estudos mostraram que ela tem resultados tão bons quanto o uso de remédios. Hoje o governo do Reino Unido a recomenda como primeira opção na prevenção de novas crises.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1043" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2018/08/226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5.jpg" alt="226186199343cfb3fc4563db97f6e0a5" width="552" height="414" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BÔNUS:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos exercitar?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos exercícios sugeridos na matéria da revista é este abaixo, que deixaremos para vocês como um presente para praticarem sempre que quiserem e quando estiverem com dificuldades para dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que gostem e que consigam bons resultados! Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meditação/relaxamento para a hora de dormir:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Embaixo das cobertas, de barriga para cima e olhos fechados, repare em como o corpo se sente: leve ou agitado? Tenso ou relaxado? Agora, relembre cada momento do seu dia , como num filme: levantou, tomou café, saiu de casa etc.</li>
<li>Não é preciso mais do que 30 segundos para percorrer o dia todo e chegar no momento presente. Respire profundamente e, ao exalar, sinta o corpo afundando um pouco mais na cama, como se estivesse sendo anestesiado, ficando solto.</li>
<li>Então, começando pelos pés, imagine “desligar” músculo por músculo, parte por parte, desde os dedos até a testa. Se ainda não estiver dormindo quando terminar, comece a contar, lentamente, de mil até zero (1000, 999, 998, 997&#8230;).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência bibliográfica: </strong>SUPERINTERESSANTE, edição nº 365, de setembro de 2016. (ISSN 0104-1789), ano 30, nº 11. É uma publicação da Editora Abril.</p>
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		<title>Constelação Familiar (Parte 3 &#8211; Última)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2018 08:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos & Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[constelação]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Nessa parte encerraremos nossa série de artigos acerca das Constelações. Dessa vez partiremos da etapa da Constelação em Grupo em que inicia-se a solução do caso apresentado e seus desdobramentos, partindo assim para sua finalização. Se você caiu aqui primeiro, volte ao nosso Blog, e busque pela parte 1, pois é lá que tudo começa!&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nessa parte encerraremos nossa série de artigos acerca das Constelações. Dessa vez partiremos da etapa da Constelação em Grupo em que inicia-se a solução do caso apresentado e seus desdobramentos, partindo assim para sua finalização. Se você caiu aqui primeiro, volte ao nosso <a href="http://bemvivermais.com/blog/">Blog</a>, e busque pela parte 1, pois é lá que tudo começa!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que estes 3 artigos, colocados de maneira didática e leve, em três partes, tenha contribuído para seu conhecimento e cultura. Infelizmente ainda não temos como oferecer a Constelação Familiar como uma de nossas modalidades de tratamento, mas o intuito era instruir melhor as pessoas, apresentar maiores informações teoricamente e acredito ter alcançado esse objetivo! Sem mais delongas, vamos encerrar essa série!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-994"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>4ª etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>O processo de solução</b></p>
<p style="text-align: justify;">Existem  duas  formas  de  trabalhar  nas  constelações familiares.  A  primeira  traz  a  intervenção  do terapeuta, que pede a cada um dos representantes que descreva o que lhe acontece. As informações que  ele  recebe  desse  modo  são  puramente  factuais e  fenomenológicas,  sendo  excluídas  todas  as explicações  ou  interpretações. O  terapeuta  pode  assim  mover  os  representantes  a  fim  de  que  eles possam se ver ou se afastar uns dos outros. Pode ser até que ele os faça sair da constelação. Mas, quando os representantes ficam habituados a se deixar guiar pelo campo de energia, o terapeuta não intervém mais, deixa o campo operar. Os movimentos são lentos e a energia é muito intensa; nós os</p>
<p style="text-align: justify;">chamamos de “movimentos da alma”, e eles podem levar uma constelação até sua solução sem que se pronuncie uma só palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nosso estudo de caso, o terapeuta intervém e faz perguntas:</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta dirigindo-se à representante da cliente (C1): “O que está acontecendo?”</p>
<p style="text-align: justify;">A representante da cliente: “Só consigo me interessar pelo meu irmão falecido (†F). Não enxergo o meu companheiro (mostrando  o  representante  do  companheiro:  C).”</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta  ao  representante  do  companheiro:  “O que está acontecendo?”</p>
<p style="text-align: justify;">O representante do companheiro: “Só vejo ela (C1), não me interesso por ele († F), quero ir na direção dela.”</p>
<p style="text-align: justify;">O  terapeuta  ao  representante  do  irmão  morto:  “O  que  está  acontecendo?”</p>
<p style="text-align: justify;">O  representante  do  irmão morto: “Amo minha irmã, quero ir em sua direção.”</p>
<p style="text-align: justify;">O irmão falecido e sua irmã caminham lentamente um na direção do outro e se abraçam. Ela apoia a cabeça no ombro dele e chora emocionada.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="wp-image-2040 aligncenter" src="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-1024x535.jpg" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" srcset="http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-1024x535.jpg 1024w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-300x157.jpg 300w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-768x401.jpg 768w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao-700x366.jpg 700w, http://www.apicedesenvolve.com.br/wp-content/uploads/2017/06/abraco-constelacao.jpg 1200w" alt="" width="660" height="345" /></p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta faz uma pausa longa, depois pede à cliente que tome seu lugar na constelação.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste momento substitui o representante pelo cliente .</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, os clientes representam a si mesmos no começo da constelação.  Em  outras  ocasiões,  como  no  nosso  exemplo,  esse  lugar  é  ocupado  por  uma  pessoa qualquer  até  o  momento  em  que  o  terapeuta  pede  ao  cliente  que  assuma  o  lugar  que  seu representante agora deve abandonar. Isso ocorre muito lentamente e com muita delicadeza.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Diga a ele: A vida inteira senti sua falta’.”</p>
<p style="text-align: justify;">A  cliente:  “A  vida  inteira  senti  sua  falta.”  Muito  emocionada,  ela  acrescenta  por  conta  própria:  “Eu queria muito ter você como irmão.”</p>
<p style="text-align: justify;">A  cliente  parece  aliviada  ao  pronunciar  essas  palavras;  ela  balança  a  cabeça  lentamente  diversas vezes, à medida que entende o alcance do que acabou de dizer. Depois de algum tempo, a energia se desloca. A cliente deixa seu irmão se afastar dela e recua um passo. Sem soltar sua mão, ela olha seu companheiro pela primeira vez. Ela sorri.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Diga a seu irmão: ‘Este é o meu companheiro’.”</p>
<p style="text-align: justify;">A cliente ao representante do irmão falecido: “Este é o meu companheiro.”</p>
<p style="text-align: justify;">O irmão morto olha o companheiro amigavelmente. A cliente atrai seu companheiro para junto de si e solta a mão do irmão morto. Eles ficam diante do irmão e o olham com carinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Diga a ele (aponta para o irmão morto): ‘Você continua a viver em mim. Eu o reverencio, eu o respeito, e você ocupa um lugar no meu coração. Em algum momento, quando chegar a minha hora, eu me juntarei a você. Enquanto isso, eu lhe peço que vele por mim’.”</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>5ª  etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>A solução</b></p>
<p style="text-align: justify;">O  irmão  morto  sorri  para  ela.  O  casal  se  abraça.  O  irmão  se  aproxima  e  envolve  o  casal  em  seus braços.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta: “Ficaremos por aqui.”</p>
<p style="text-align: justify;">A solução de uma constelação dá aos seus membros a sensação de livrar-se de um peso. Traz paz e satisfação ao seio do campo de energia familiar.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>6ª etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>O ritual de encerramento</b></p>
<p style="text-align: justify;">Existem  inúmeras  maneiras  de  deixar  seu  papel  de  representante.  Às  vezes,  os  representantes circulam pela sala ou saem para esticar as pernas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desempenhar o papel de representante numa constelação familiar é uma experiência muito profunda, o que explica por que às vezes é difícil deixá-lo. O cliente pode ser bem-sucedido nessa tarefa ao se aproximar de cada representante, pegar-lhe a mão e agradecer-lhe, dizendo:</p>
<p style="text-align: justify;">“Obrigado  por  ter  aceitado  representar  minha  mãe/meu  pai/meu  companheiro/meu irmão…  Agora, pode voltar a ser você mesmo (diga o nome do representante).”</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>7ª etapa</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><b>Conselhos para integrar as constelações</b></p>
<p style="text-align: justify;">O campo de energia de uma constelação é muito sensível. As constelações são capazes de produzir mudanças  profundas.  Elas  põem  em  movimento  mudanças  importantes  de  processos  de  cura,  que progridem lentamente e se estendem, pouco a pouco, aos diferentes domínios da vida do cliente. Isso pode  levar  às  vezes  dois  anos.  É  primordial  deixar  que  siga  seu  curso  livremente,  sem  intervenções.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, o terapeuta costuma aconselhar o cliente a não falar disso nem com pessoas da família nem com  membros  do  grupo.  Ele  pede  também  aos  representantes  que  não  falem com um cliente sobre sua constelação, nem lhe perguntem sobre mudanças ocorridas ou sobre os membros de sua família.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar do que se passou reduz a intensidade de energia disponível para a solução da constelação. Isso diminui  a  liberdade  que  os  clientes  têm  de  trabalhar  e  integrar  sua  experiência  a  seu  modo, enfraquecendo assim essa experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">No  entanto,  no  fim  de  uma  constelação,  muitas  vezes  o  grupo  troca  idéias  sobre  suas  reflexões.  Os representantes  podem  querer  dar  ao  cliente  informações  que  ele  achará  úteis.  E,  ocasionalmente,  já que esse trabalho não obedece a nenhuma regra absoluta, mas sim ao respeito total àquilo que é (de acordo  com  a  abordagem  fenomenológica),  o  cliente  é  convidado  a  contar  sua  experiência  aos membros da família envolvidos na situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos grupos de Formação em Constelação Familiar em que são colocadas as questões, ou se pede ao cliente que saia da sala, ou se delega a ele a responsabilidade de decidir se quer ficar ou sair.</p>
<p style="text-align: justify;">O cliente deve ter a vontade de integrar aquilo que lhe foi mostrado pela constelação. Isso é feito com sucesso quando seu nível de responsabilidade individual é elevado. Quando esse não for o caso. mas se tratar de clientes que procuram pretextos e desculpas e tornam os outros responsáveis por sua vida infeliz, eles integrarão mal o resultado desse trabalho cujo fundamento é “aceitar as coisas como elas são”.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero de coração que tenha apreciado nossa série de textos sobre Constelação, esse tratamento que tem ganhado a atenção de muitas pessoas e cada dia mais espaço na saúde emocional! Se você leu esse primeiro,deve estar confuso(a), então, clique em Blog e vai descendo na tela até encontrar a &#8216;Parte 1&#8217;. Tudo começou ali. Obrigada por seu interesse e leitura. Grande abraço!</p>
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